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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

«Bielorrússia, o que está em causa»

[De Luís Carapinha] No período mais agreste da correlação de forças mundial, rodeada de um mar capitalista, o pequeno país conhecido como a «oficina de montagem» da URSS, logrou impedir a privatização e destruição dos principais sectores da economia, das cooperativas e explorações agrícolas às grandes empresas industriais. Nos sectores produtivos estratégicos a propriedade pública foi mantida. Modernizou, a pulso, as capacidades produtivas. Em consequência, o PIB per capita bielorrusso é superior ao da Rússia e o dobro do da Ucrânia. O nível de desigualdade social do país é inferior ao de qualquer um dos membros da UE. (avante.pt)

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

«En Bielorrusia hay un intento de Golpe de Estado promovido por la UE, la OTAN y Estados Unidos»

[Entrevista de Anibal Garzón a Albert Sentin] Unos días antes de las elecciones Presidenciales en Bielorrusia hablamos por teléfono con Albert Santin, tras el previo contacto en redes, para conocer su papel de solidaridad y amistad con Bielorrusia, un país muy desconocido en Occidente del que poco se habla en los medios.
[…]
«Entonces estamos viendo que esta burguesía aprovecha este momento, con ese apoyo de Occidente, usando una nueva generación nueva que no ha vivido el proceso de fundación de la República de Bielorrusia. Muchos que protestan son jóvenes, de una generación nueva, en la cual se han encontrado todo hecho.» (nuevarevolucion.es)

domingo, 23 de agosto de 2020

«Troca-tintas»

[De Filipe Diniz] A hipocrisia e a duplicidade do discurso político oficial nos EUA têm uma longuíssima tradição. Contaminam todos os seus serventuários e vassalos e sobretudo são hoje parte integrante daquilo que os grandes media globais veiculam.
[…]
É assim que destruir a Jugoslávia ou a Líbia e assassinar os seus dirigentes é «ingerência humanitária», mas defender a pátria de armas na mão – como Cuba é obrigada a fazer há mais de seis décadas – é «ditadura». (avante.pt)

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

«Três exemplos»

[De Ângelo Alves] Líbano. Bielorrússia. Venezuela. Estes três exemplos demonstram que mesmo no contexto da pandemia o imperialismo não desiste de uma agenda de confrontação, conspiração e ingerência que tem como objectivo central manter o seu domínio hegemónico e submeter todos os países e povos que lhe façam frente. (avante.pt)

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

«Contra o imperialismo e as revolucións de cores. Non pasarán!»

[De Mar de Lumes] E neste caso, a defensa da soberanía nacional é o contrario de lexitimar a descarada inxerencia dos EUA e da UE. Somos antiimperialistas e consideramos o imperialismo como o maior inimigo que a humanidade enfronta.
[…]
Por tanto, do Comité Galego de Solidariedade Internacionalista Mar de Lumes, só podemos opornos a este Maidan reciclado que nos tratan de vender como a última epopeia pola democracia. Defendemos a soberanía da Bielorrusia e estamos contra todo fortalecemento do sistema imperialista. (mardelumes.org)

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Oposição bielorrussa: nacionalismo e privatizações para lá das «caras simpáticas»

A Bielorrússia está na berlinda mediática, mas não para explicar o programa da oposição: privatizações, perda de direitos laborais, integração nas estruturas ocidentais... O jornalista Bojan Tsonev leu as propostas.

«A situação económica, já de si difícil devido à pandemia de Covid-19, agravar-se-ia», defende Bojan Tsonev ao ser confrontado com o conteúdo das propostas da oposição, alertando que a Bielorrússia poderia ficar condenada a repetir experiências já ocorridas na Europa de Leste: «privatizações selvagens, descida do nível de vida, criminalidade, crescendo do nacionalismo, do conservadorismo e do anticomunismo, aumento da emigração, servilismo económico, entre muitos outros efeitos adversos». (Abril)

domingo, 16 de agosto de 2020

«Bielorrusia, prensa alineada, un titular y algunos apuntes al respecto»

[De Carmen Parejo] Tres mujeres contra «el último dictador de Europa». Así titula Público su artículo de defensa de la agresión contra la soberanía de Bielorrusia.

Destacar que estas tres mujeres: Sviatlana Tsikhanouskaya, Veronika Tsepkalo y María Kolesnikova, no tienen ninguna experiencia política, y básicamente son las esposas de tres «referentes» de la «oposición Bielorrusa». La mujer de un bloguero, la mujer de un banquero y la mujer del ex embajador en EE.UU. reconvertido en empresario.

Es decir, estas tres mujeres, que no son ni han sido nada, pero son útiles como comparsa de sus maridos, sirven para representar la verdadera lucha que hay ahora mismo en Bielorrusia, que no es más que una lucha de clases donde los oligarcas que se crearon al amparo de la destrucción de la URSS y sus voceros, quieren tomar el poder para usar al estado como garante de sus ambiciones mafiosas.

[Además continúa lo que ya ocurrió en Ucrania, el intento de Occidente de rodear a Rusia de países títeres] Por no decir, que el uso de sus mujeres es propaganda zafia, que pretende disfrazar de «feminismo» que tres mujeres «florero» defiendan los intereses oligarcas de sus familias. (insurgente.org)

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

«Da Líbia ao Mali, as mesmas guerras»

[De Carlos Lopes Pereira] É de notar que a destruição da Líbia pelos EUA e NATO provocou também a instabilidade no Sahel, onde alastrou a vários países a guerra de rapina pelos recursos naturais dos povos da região.

A crise maliana está rodeada de incertezas. Mas é certo que, tal como o povo da Líbia, o povo do Mali alcançará, com a sua luta, o fim da guerra, a paz e o direito a construir soberanamente o desenvolvimento. (avante.pt)

terça-feira, 4 de agosto de 2020

«TPIJ, braço "judicial" da destruição da Jugoslávia»

[De Gustavo Carneiro] Em rigor, sustenta o especialista nos assuntos balcânicos, «a única situação em que se pode falar de eliminação ou expulsão de todo um grupo étnico é o assalto e a limpeza étnica da Krajina sérvia pelo exército croata em Agosto de 1995». Também o general Carlos Branco, que esteve na Bósnia como observador da ONU, concorda que «o grande genocídio» aconteceu na Krajina, contra a população sérvia, e não em Srebrenica.


Voltando a Carlos Santos Pereira, o jornalista lembra serem muitos os documentos e testemunhos que apontam para as responsabilidades directas do presidente croata Franjo Tudjman nos acontecimentos da Krajina. Apesar disso, Tudjman não foi acusado de qualquer crime e um dos principais operacionais croatas envolvidos, Ante Govina, foi absolvido. Nem podia ser de outra maneira ou não fosse o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia um mero braço da NATO e dos seus objectivos. (avante.pt)

sábado, 1 de agosto de 2020

Autoridades sírias encontram armas, órgãos e prendem espiões treinados pelos EUA

Em operações antiterroristas na província de Homs, as autoridades conseguiram capturar dois espiões treinados na base de al-Tanf e apreender grande quantidade de armamento que ia ser enviado para Idlib.

Por seu lado, unidades do Exército Árabe Sírio encontraram esta semana órgãos humanos num esconderijo de grupos terroristas, na aldeia de al-Ghadaf, nas proximidades da cidade de Maarat an-Numan (Sul da província de Idlib). Segundo fontes militares, um médico, ainda não identificado, transformou uma casa da aldeia numa espécie de laboratório primitivo, onde conservava rins, partes de cérebros humanos e intestinos, entre outros órgãos, em recipientes com clorofórmio. (Abril)

«O banditismo como instrumento da ordem internacional»

[De José Goulão] O imperialismo EUA (ou seja, a estratégia de dominação do seu capital monopolista) manifesta uma estreita cumplicidade entre banditismo puro e o palavreado sobre a defesa e propagação do «nosso civilizado modo de vida». Revela-se em todos os continentes através de uma cadeia contínua e interminável de factos e exemplos. Melhor dizendo, de crimes a uma escala que só encontra paralelo nos regimes fascistas dos anos 30 do século passado. (Abril)

domingo, 12 de julho de 2020

«A verdadeira vitória dos povos do Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] No caso líbio, outra consequência da agressão imperialista foi a desestabilização do Mali e de toda a faixa do Sahel.
[…]
é certo que a verdadeira vitória dos povos sahelianos e saarianos será o fim das guerras e a retirada das tropas estrangeiras, o estabelecimento duradouro da paz e a criação de condições para o desenvolvimento dos seus países, com o reforço da soberania e o fim das dependências neo-coloniais. (avante.pt)

sexta-feira, 12 de junho de 2020

«O racismo vem no pacote do capitalismo»

[De José Goulão] A explosão social em curso nos Estados Unidos na sequência da execução policial e extrajudicial de George Floyd não é nova num país que nasceu do massacre organizado e sistemáticos dos povos indígenas do seu território. É a revolta de oprimidos, explorados, discriminados e excluídos por um sistema que não sabe – nem pode – funcionar de outra maneira: com base na violência e na intimidação.
[…]
Inevitavelmente, a discriminação, a xenofobia, o racismo estão incluídos no pacote de malfeitorias do sistema, por muito que os praticantes apregoem o contrário. (Abril)

sábado, 6 de junho de 2020

«O regime dos EUA reata as suas grandes manobras militares na Europa»

[De Manlio Dinucci] Os EUA e a NATO tinham «anulado» as manobras Defender Europe 2020 por causa da Covid-19. A verdade é que não só não as anularam como as alargaram. Uma enorme provocação e mais um avanço no cerco operacional contra a Rússia. Designar estas manobras como «Defesa da Europa» é de um extremo cinismo: o que os EUA preparam colocaria a Europa como primeira vítima do conflito. Pode suceder todavia que, como os últimos dias têm indiciado, o imperialismo dos EUA venha até a colocar o seu monstruoso aparelho militar em guerra contra o seu próprio povo. (odiario.info)

terça-feira, 26 de maio de 2020

Delegação arménia conclui missão humanitária na província síria de Alepo

A delegação concluiu, esta segunda-feira, a desminagem de 50 mil metros quadrados de terreno na localidade de al-Zeraa, no Sul de Alepo. Pelo seu lado, os EUA deixam claro o reforço da linha intervencionista.
[...]
A ocupação de território sírio, em conjunto com as FDS, o roubo de recursos naturais da Síria e o reforço do bloqueio económico asfixiante ao país árabe – isto é, às zonas que estão sob controlo governamental, como foi agora confirmado por um enviado ao terreno – mostram que as pretensões de Washington e dos seus aliados da NATO passam por prolongar o conflito, dividir a Síria e sabotar uma solução. (Abril)

quinta-feira, 21 de maio de 2020

«Fascismo e "regime de sonho"»

[De José Goulão] Unidas na negação da História da Segunda Guerra Mundial e num ritual de vingança dos que a perderam, as democracias liberais e «iliberais» convergem também na plataforma fascista que assegurará a sobrevivência do neoliberalismo como «regime de sonho do capitalismo» – que não hesitará em atropelar os colaborantes não fascistas se a tanto for preciso chegar.

No entanto, apesar da complexidade e dos perigos da situação, com mais ou menos apertadas camisas-de-força, o problema de fundo não se alterou: para extirpar o monstro é necessário derrotar o capitalismo. (PCB)

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Jugoslávia: o dia em que uma televisão se tornou um alvo militar

[A 21 anos do ataque da NATO à Rádio Televisão da Sérvia, em Belgrado] «Dentro de algumas horas, a Rádio Televisão da Sérvia será bombardeada para calar a agressão da NATO à Jugoslávia. Estamos em 1999 e este é um dos muitos ataques contra alvos civis, ao longo de 78 dias.» (Abril)

domingo, 19 de abril de 2020

Comunicado da plataforma basca Siriaren Alde a propósito da censura do Twitter

Siriaren Alde plataformaren komunikatua, Twitterren zentsura dela eta.
Comunicado de la plataforma Siriaren Alde debido a la censura de Twitter.

terça-feira, 7 de abril de 2020

A dissolução da NATO é uma urgência

O «carácter belicista e agressivo da NATO» e a «urgência da sua dissolução» não são questões que se coloquem agora pela primeira vez, quando a Organização do Tratado do Atlântico Norte cumpre 71 anos. «Pelo contrário, são há muito evidentes», afirma o Conselho Português para a Paz e Cooperação numa nota emitida.

A sua natureza fica patente nas «guerras e agressões que promove», nas «fabulosas despesas com armamento que assume» ou na «doutrina nuclear que preconiza», arrogando-se o «direito» de utilização de armamento nuclear «num primeiro ataque contra outro Estado», lê-se no texto. (Abril)

quinta-feira, 26 de março de 2020

Un convoy militar ruso en pleno corazón de la OTAN

Especialistas en epidemias y contaminación del Ejército Ruso se encuentran en Italia para ayudar en la lucha contra el COVID19. Es la primera vez desde la época napoleónica que tropas rusas están en el país transalpino.
En varios países este hecho ha llamado la atención, que justamente tropas de fuera de la alianza atlántica sean de las primeras en venir a ayudar a un país miembro de la OTAN como es Italia. Más cuando hay decenas de miles de soldados estadounidenses en el continente. (eulixe.com)