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terça-feira, 16 de abril de 2019

A um ano da libertação, Ghouta Oriental conhece enormes avanços na saúde e educação

Em meados de Abril de 2018, o Exército sírio declarou Ghouta Oriental região livre de terrorismo. O último ano tem sido marcado pela reconstrução, nomeadamente de infra-estruturas escolares e da saúde.

Numa altura em que a vitória do EAS era já certa, Bothaina Shaaban, assessora política e mediática de Bashar al-Assad, deu uma entrevista à TV estatal síria em que sublinhou precisamente que, tal como em Alepo em 2016, a imprensa ocidental se empenhou na «distorção» daquilo que ali se passava.

«Aquilo que aconteceu antes da libertação de Ghouta é muito semelhante àquilo que ocorreu antes da libertação de Alepo, na medida em que a imprensa ocidental começou a fabricar notícias, de acordo com as quais os habitantes de Ghouta passavam fome e sofriam» as consequências destrutivas do cerco movido pelo Exército aos terroristas, frisou Shaaban.

No entanto, «essa comunicação social não estava interessada nos habitantes de Ghouta mas, sim, em proteger os seus instrumentos, os seus gangues e organizações terroristas», destacou a conselheira presidencial. (Abril)

segunda-feira, 15 de abril de 2019

«Muere Neus Català, militante comunista y la última catalana superviviente de los campos de concentración nazis»

La última catalana superviviente a los campos de concentración nazis, Neus Català, ha muerto este sábado a los 103 años en la esidencia de los Guiamets (Priorat) donde vivía. Ella era la última mujer catalana superviviente de un campo nazi y, en virtud de este hecho, era el testigo de la parte más trágica de la historia contemporánea. Mantuvo su militancia comunista hasta el final y nunca dejó de combatir. Por eso fue a votar el 1-O. / LER: EH-Donbass Komitea
«Mor Neus Català, la veu guerrera de l'infern nazi» [obituário]
[De Sílvia Marimon] Neus Català va plantar cara als nazis, va lluitar a la Resistència francesa i va sobreviure a l'horror de Ravensbrück. Quan va ser alliberada de l'infern, el 5 de maig de 1945, es va prometre no oblidar les companyes. Fins al final es va mantenir fidel a la seva lluita per la memòria (ara.cat)

domingo, 14 de abril de 2019

Contra a política de Macron, reformados exigiram valorização das pensões

Em Paris, ouviram-se palavras de ordem em defesa da «revalorização das pensões». Juan Velo, reformado de 71 anos que assumiu a sua condição de Colete Amarelo, disse ao Ouest-France que o governo «não apenas nos rouba, mas ainda por cima goza connosco».

Em Marselha, onde, de acordo com os organizadores, se manifestaram 3000 pessoas, sublinhou-se que as pensões são «um direito conquistado pelo trabalho». Já em Bordéus, Graziella Danguy, um dos 900 manifestantes registados pela Prefeitura, denunciou o «empobrecimento generalizado dos reformados», sublinhando que têm de recorrer cada vez mais aos filhos ou pedir ajuda a outras pessoas para conseguirem chegar ao fim do mês. (Abril)

quarta-feira, 20 de março de 2019

Mais de 350 mil mobilizam-se contra Macron em jornada de greve geral

A defesa do sistema de protecção social e de pensões também esteve na ordem do dia e mais ainda depois de, recentemente, a ministra da Saúde e da Solidariedade, Agnès Buzyn, ter afirmado que «um dia será preciso trabalhar mais, porque, de outro modo, o nosso sistema de pensões não aguentará».

As declarações, bem recebidas pelo patronato, mereceram forte contestação da parte das organizações sindicais, que insistem na valorização das pensões e dos salários, na aplicação do imposto sobre as grandes fortunas, na defesa do emprego, do sector industrial e da administração pública, com vista à «melhoria das condições de vida e de trabalho». (Abril)

terça-feira, 19 de março de 2019

«Ante la muerte del ex preso político Juan José Rego»

[De MpA] No podemos olvidar que todavía hay 21 presxs políticxs vascxs gravemente enfermxs, y que la única salida que les ofrecen los estados español y francés es la de renunciar a su militancia política. Utilizando la receta del «arrepiéntete o muere», los Estados han puesto precio político a la salud y las vidas de estxs presxs.

Juan José Rego es el tercer militante político, tras Juan Mari Mariezkurrena y Oier Gómez, que fallece en lo que va de año tras haber enfermado en prisión. En este punto debemos subrayar que, mientras no se lleve a cabo una amnistía total, serán más lxs presxs que sigan enfermando y que como consecuencia de la falta de asistencia no puedan darle la vuelta a la situación. Porque tenemos todo por conseguir, ¡es tiempo de lucha! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Declaração de EUA, França e Reino Unido é «documento histórico de mentira» [Síria]

Damasco classificou a declaração recente de potências ocidentais «sobre o 8.º aniversário do conflito na Síria» como «um documento histórico de mentira, hipocrisia, engano e falsificação».

O documento acrescenta que os países desse «novo projecto colonial» não deixaram de lado nenhum tipo de instrumento para alcançar os seus objectivos, tendo recorrido à pressão política, ao assédio económico, à desinformação e à mobilização de milhares de assassinos extremistas em grupos terroristas», como o Daesh e a Frente al-Nusra.

«Deram todo o tipo de apoio logístico, financeiro e bélico a esses grupos radicais para destruir os países da região e derramar o sangue dos seus povos, além de esgotar as suas energias com o propósito de os enfraquecer e transformar em peões de fácil envolvimento no projecto conspirativo e agressivo», refere o documento. (Abril)

quarta-feira, 13 de março de 2019

Parlamento francês aprova definitivamente a polémica lei «antidistúrbios»

Aprovada ontem no Senado francês com 210 votos a favor, 115 contra e 18 abstenções, a lei, também conhecida como «anti-vândalos», contempla a interdição administrativa e preventiva, por parte das prefeituras, do direito à manifestação; o direito da Polícia a revistar bagagens e viaturas dos manifestantes no local da manifestação; cria um ficheiro das pessoas proibidas de se manifestar; estabelece que «esconder voluntariamente o rosto, total ou parcialmente», passa a ser crime – punido com um ano de prisão e 15 mil euros de multa – e passa a impor o princípio do «vândalo-pagador», tal como o defendeu o ministro francês do Interior, Christophe Castaner.

Vários senadores afirmaram que a lei acabou por ser «endurecida» e alguns destacaram o seu carácter «arbitrário», uma vez que «os prefeitos e, desse modo, o governo podem escolher agora os seus manifestantes», refere o France 24.

A Confederação Central do Trabalho (CGT) exigiu «o abandono puro e simples» do texto. Por seu lado, o Solidaires apelou aos demais sindicatos e à sociedade para «se mobilizarem contra esta lei». (Abril)

domingo, 3 de março de 2019

«Recuo dos direitos humanos em França. A República em marcha-atrás»

[De Rémy Herrera] A mãe de toda a violência, que deve cessar urgentemente e contra a qual o povo se vê obrigado a defender-se é a que gera a imposição de medidas neoliberais iníquas, implacáveis, anti-sociais e antidemocráticas; a que, no silêncio dos ajustamentos de preços dos mercados capitalistas, faz morrer de frio os sem-abrigo, leva ao suicídio os agricultores endividados, destrói indivíduos e as suas famílias, privando-os de empregos, cortando-lhes a eletricidade, expulsando-os das suas casas; a que obriga os reformados, por falta de meios, a deixarem de aquecer a sua habitação ou as crianças a saltar uma refeição [...]. (resistir.info)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

«The Veto» expõe manipulação mediática ocidental na guerra contra a Síria [com trailer]

A Casa da Cultura da cidade de Homs acolheu, esta segunda-feira, a apresentação de The Veto, da jornalista britânica Vanessa Beeley, um documentário que se centra na situação de Homs durante a guerra de agressão.

Com cerca de uma hora e meia de duração, o filme aborda a tentativa do Ocidente de utilizar o Conselho de Segurança das Nações Unidas como um instrumento para exercer pressão sobre a Síria e criar condições para uma intervenção, e mostra a reacção do Ocidente face à Rússia e à China, que se posicionaram a favor da Síria, da sua soberania e integridade territorial.

The Veto (trailer)  (Abril)

sábado, 26 de janeiro de 2019

«Agur eta ohore, Oier!» [Faleceu esta madrugada Oier Gómez]

[De MpA] Oier ha pasado toda su vida ligado a la lucha, y es ejemplo de solidaridad y generosidad. En 2016 participó en la huelga de hambre rotativa iniciada por varixs presxs políticxs en demanda de la libertad de lxs presxs enfermxs, negándose a comer durante una semana. En esa protesta denunció, precisamente, que los Estados Español y Francés asesinaban a los presos políticos por medio de la desasistencia médica.«Siempre he tenido muy claro que debía formar parte de esa revolución», es lo que declaró en la entrevista concedida al Movimiento Pro Amnistía hace escasos dos meses.
[...]
El chantaje que llevan a cabo con lxs presxs enfermxs es otra forma más del terrorismo de estado, una tortura crónica que persigue quebrar la voluntad de estxs militantes. Los métodos que nuestros enemigos utilizan para fracturar psicológicamente y físicamente a lxs presxs políticxs son variados, pero el más cruel de todos es el que utilizan con lxs presxs enfermxs, que son el eslabón más débil de la cadena, con la intención de atacar a la lucha por la independencia y el socialismo logrando el arrepentimiento de lxs militantes más generosxs.

Para terminar, debemos volver a hacer una autocrítica en el tema de lxs presxs enfermxs, ya que como pueblo es un claro fracaso la incapacidad que estamos mostrando para conseguir que estas personas vuelvan a casa vivas y libres. Solo mediante la lucha será posible conseguir victorias en esta materia, como se conseguían antaño. Reavivemos la lucha, porque eso es lo mínimo que debemos a estxs militantes. Agur eta ohore, Oier! / LER comunicado na íntegra: amnistiAskatasuna 1 e 2

sábado, 19 de janeiro de 2019

«A mobilização dos Coletes Amarelos não enfraquece»

[De Rémy Herrera] Perante a «multidão de ódio», como o presidente Mácron qualifica os coletes amarelos, este, abrigado pelos muros espessos do Palácio do Eliseu, avisou: pensa «ir mais longe e com mais vigor», ser «ainda mais radical» ou seja retomar as «reformas» isto é adoptar novas medidas de destruição dos serviços públicos (aceleração do desmantelamento do sector da energia, entre outros), de recuo na protecção social (a começar pelo endurecimento das condições de obtenção de subsídios de desemprego e das pensões de reforma), da discussão do estatuto de funcionários, etc.

E o primeiro ministro Édouard Philippe, de fazer a promessa redobrada: participar numa manifestação não declarada terá não só uma pena de contravenção (passível de mera multa), mas será a partir de agora considerado delito (podendo dar azo a condenações a prisão) O ano de 2019 promete desde já ser em França especialmente «delituoso». (odiario.info)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

«Mas onde estão os líderes da esquerda francesa nas lutas actuais?»

[De Rémy Herrera] Se pretendem desembocar em avanços sociais concretos, todo levantamento popular precisa – além da energia, determinação e coragem do povo – uma certa unidade, uma organização partidária, um programa político. Ora, o mínimo que se pode dizer é que, na França actual, em rebelião generalizada, o desmembramento das forças progressistas é extremo e é mantido por querelas de chefes muitas vezes mais pessoais do que políticas.
[…]
«E ao mesmo tempo» (conforme a fórmula afectada de Emmanuel Macron), os tablóides populares ficam maravilhados com o gosto requintado da «primeira-dama», Brigitte, cujos vestidos Louis Vuitton, penteados da moda e generosas recepções elísianas fazem «a alegria de todos»... É como estar de volta à epoca da rainha Maria Antonieta que, ao ver o populacho parisiense aglomerado diante do Palácio de Versalhes a gritar que não tinha mais pão, lança: «que comam brioches!». (Diário Liberdade) [em castelhano: redroja.net]

sábado, 5 de janeiro de 2019

«Ante el accidente sufrido por familiares de Garikoitz Aspiazu»

[De MpA] Ante el accidente de tráfico sufrido por la compañera y el hijo de 23 meses del preso político de Bilbo Garikoitz Aspiazu tras salir de la cárcel de Arles (a 721 kilómetros de Bilbo), el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere hacerles llegar su solidaridad a los tres.

No podemos dejar pasar que a Garikoitz, además de alejado, también lo mantienen aislado del resto de presos políticos, ya que él es el único que está en esta cárcel. Este hecho persigue dos objetivos: por un lado aumentar el sangrado económico de lxs familiares, ya que no pueden hacer el viaje con nadie más, y por otro profundizar en el aislamiento político del preso.

Con esta política, el Estado Francés hace una clara distinción entre presos, sacando de nuevo a relucir las diferencias entre «buenos y malos» y manteniendo la amenaza sobre quienes han sido acercados, ya que si alguno de estos incurriera en «comportamientos inadecuados», volvería a ser alejado. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

sábado, 29 de dezembro de 2018

«Los satélites están cambiando de sol. Intensificación de las contradicciones interimperialistas»

[De Ángeles Maestro] En el escenario internacional han irrumpido recientemente hechos aparentemente sorprendentes. Cuando en el pasado mes de noviembre se celebraba en París el centenario del armisticio de la primera guerra mundial, Trump, en un intento de enfrentar a Francia y Alemania y de recordar el papel hegemónico de EE.UU en Europa dijo que «cuando los americanos desembarcaron en Normandía en 1944, los franceses estaban aprendiendo a hablar alemán». Más que un intento tan poco seductor de conseguir que los países europeos incrementaran su aportación económica y militar a la OTAN, debe interpretarse como un exabrupto más en la escalada de enfrentamientos entre EE.UU. y la UE que, de momento, han culminado con la decisión de esta última de crear un ejército europeo independiente.

¿Son sólo salidas de tono de Trump o hay, desde hace tiempo, cambios importantes en las relaciones interimperialistas? (lahaine.org)

«Saída de tropas norte-americanas pode revelar os crimes militares da coligação»

«A retirada prevista dos militares americanos da Síria pode mostrar inúmeros crimes militares cometidos pela coligação internacional no decorrer da chamada luta contra o Daesh [também conhecido como Estado Islâmico]», disse à agência TASS uma fonte militar e diplomática não identificada.

Ao afirmar isto, a fonte referiu-se sobretudo a Raqqa, no Norte da Síria, «que foi transformada numa cidade fantasma após o bombardeamento cerrado levado a cabo pela aviação da coligação». (Abril)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

«Entre as duas mandíbulas do torno da extrema-direita»

[De Rémy Herrera] Realizou-se a 22 de Dezembro o «Acto VI» na luta dos coletes amarelos em França. Para além de particularidades que são sinal não só de organização, mas de uma organização capaz de iludir os serviços de informações, verifica-se com crescente clareza que, em vez de responder a reivindicações que Macron reconheceu já serem legítimas, a opção do poder é a da intensificação da acção de um aparelho repressivo de Estado onde a extrema-direita tem uma muito forte presença. (odiario.info) [em castelhano: redroja.net]

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Capacetes Brancos: «traficantes de órgãos, terroristas, saqueadores»

«As pessoas evacuadas pelos Capacetes Brancos muitas vezes não voltavam com vida; apareciam mortas e sem os órgãos internos», disse Grigoriev, referindo-se aos testemunhos de residentes entrevistados.

A propósito da «especialização» na «criação de falsas notícias e organização de evacuações encenadas», Grigoriev lembrou o caso ocorrido em Jisr al-Haj (Alepo), onde militantes incendiaram lixo e, depois, trouxeram corpos da morgue local, para encenar uma «evacuação» – filmada – pelos Capacetes Brancos. De acordo com uma testemunha, cada membro desta organização recebeu 50 dólares a mais pelo trabalho. (Abril)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A 2 anos da libertação de Alepo, para memória futura

«A libertação de Alepo Oriental foi concluída»
O Exército sírio controla inteiramente os bairros de Alepo Oriental, revelou hoje, em comunicado, o Centro russo para a Reconciliação na Síria. Na AR, o PCP apresentou uma declaração de voto em que denuncia a guerra de agressão contra o país árabe. (Abril)

«Em Alepo Oriental "não havia activistas dos direitos humanos, oposição ou ONG"»
Numa altura em que o Exército sírio libertou quase totalmente o território de Alepo sob domínio dos terroristas, o Ministério da Defesa russo sublinha as terríveis condições em que as populações ali viviam. (Abril)

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

«EUA e França estão a pilhar património arqueológico no Norte da Síria»

A Direcção-Geral de Antiguidades e Museus da Síria denuncia que os EUA e a França estão a saquear, com a ajuda dos aliados curdos, o património arqueológico no Norte do país.

A maior parte das escavações está a ter lugar na montanha de Um al-Sarj, perto de Manbij, alertou este domingo um representante da Direcção-Geral de Antiguidades e Museus da Síria (DGAM).

Mahmoud Hamoud, da DGAM, disse à agência SANA que «as escavações, a pilhagem e o roubo também estão a acontecer em túmulos a leste de Manbij», algo que, defendeu, constitui um «crime» e uma «violação da soberania da Síria».

Hamoud alertou ainda para o aumento das escavações arqueológicas ilegais nas zonas controladas por grupos terroristas na província de Idlib e na região de Afrin (Norte de Alepo), dominada por grupos armados apoiados pela Turquia. (Abril)

sábado, 8 de dezembro de 2018

«E agora, os jovens liceais…»

[De Rémy Herrera] O movimento de contestação e de revolta em França não cessa de se ampliar. E um dos factores de mobilização é a própria violência policial. Jovens das universidades e dos liceus são alvo de brutalidades, a somar às «reformas» que têm vindo a ser empreendidas, gerando novos obstáculos sociais e económicos ao acesso à educação. (odiario.info) [em castelhano: redroja.net]