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domingo, 17 de março de 2019

«Repressão, pobreza e guerra: 5 anos do golpe fascista na Ucrânia»

[De Greg Butterfield / tradução de Leonardo Justino para a Revista Ópera] Cinco anos se passaram desde que o governo Obama ajudou a derrubar o presidente eleito da Ucrânia, em Fevereiro de 2014, e instalou em seu lugar uma ditadura de extrema-direita leal a Washington.
Hoje, o governo Trump está tentando realizar um regime similar na Venezuela.
[...]
O que trouxeram estes últimos cinco anos ao povo ucraniano?
Atualmente, os trabalhadores estão mais pobres que nunca graças às medidas de austeridade do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, cujos empréstimos mantém o atual regime de pé. (Diário Liberdade) [original em inglês em struggle-la-lucha.org]

sábado, 16 de março de 2019

«Iraultza bolivartarra defendatzeko garaia da | Es hora de defender la revolución bolivariana»

[De Askapena e Fundación Pakito Arriaran] En estos momentos difíciles no hay lugar para posiciones intermedias injerencistas, no hay lugar para la equidistancia, ni para la timidez. A las personas que defendemos la paz y los proyectos emancipadores nos toca defender la soberanía del pueblo de Venezuela, y esto significa defender la revolución bolivariana, significa multiplicar la solidaridad internacionalista.

Más de 30 organizaciones del movimiento popular de Venezuela han hecho un llamado a la defensa de la soberanía de Venezuela y a la defensa de la revolución bolivariana; no las dejemos solas, porque su lucha también es la nuestra. (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 15 de março de 2019

Representantes dos EUA e do Canadá negam crise humanitária na Venezuela

Membros do Conselho da Paz dos EUA e do Congresso Canadiano pela Paz estiveram vários dias na Venezuela, onde puderam verificar a realidade do país, incluindo a reacção do povo perante o apagão.

«Há muita gente nos EUA que mantém um certo nível de confusão sobre as políticas da Venezuela; inclusive, há sectores que se opõem a Donald Trump mas apoiam as políticas intervencionistas contra a Venezuela, porque acreditaram nas mentiras que diz. Assim, vamos regressar ao nosso país e combater [isso], tendo por base o que vivemos aqui», disse Bahman Asad, secretário de Organização do Conselho da Paz dos EUA e representante do Conselho Mundial da Paz nas Nações Unidas.

Por seu lado, o presidente do Congresso Canadiano pela Paz, Miguel Figueroa, disse que o governo do seu país é cúmplice das agressões de Donald Trump à Venezuela e que não está interessado nos Direitos Humanos do povo, antes nas empresas mineiras e petrolíferas. (Abril)

sábado, 9 de março de 2019

Venezuela liga Rubio e Guaidó a sabotagem contra sistema eléctrico nacional

Numa conferência de imprensa a que Prensa Latina e TeleSur fazem referência, Rodríguez apontou como cúmplices do atentado o senador norte-americano Marco Rubio, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o opositor golpista Juan Guaidó, fantoche de Washington e seus aliados, que o reconhecem como «presidente interino» da Venezuela.

Referindo-se a um tweet publicado por Marco Rubio menos de três minutos após a acção de sabotagem, Jorge Rodríguez disse que o senador da Florida «tem o dom da adivinhação» e que «devia explicar ao mundo como soube que o sistema de controlo automatizado de apoio da central hidroeléctrica de Guri tinha falhado», num momento em que «ninguém o sabia». Trata-se de uma «verdadeira confissão de um crime», sublinhou Rodríguez. (Abril)

quinta-feira, 7 de março de 2019

Embaixador alemão na Venezuela recebe ordem de expulsão

A Venezuela declarou persona non grata o embaixador da Alemanha, Daniel Kriener, em virtude das «suas acções recorrentes de ingerência nos assuntos internos do país, numa clara violação das normas que regem as relações diplomáticas».

Já esta quinta-feira, a União Europeia (UE) lamentou a decisão do governo de Nicolás Maduro de expulsar o embaixador alemão do país e disse esperar que Caracas «reconsidere» essa atitude.

Recorrendo à sua conta de Twitter, o ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, disse esperar que a UE recupere o «equilíbrio» e reconsidere as suas atitudes face ao país sul-americano. (Abril)

sábado, 23 de fevereiro de 2019

«Los Neutrales»

[De Guillermo Cieza] ¿Pero qué hacer si se tienen aspiraciones electorales en un país como el nuestro, donde la guerra mediatica, en el asunto Venezuela, la ganó el imperio?. Los descarados reconocieron a Guaidó. Los prudentes se declararon «neutrales».
[…]
El nombre y el curriculum de los asesinos sobreviviran en la memoria de los pueblos . Sería bueno empezar a anotar el de «los neutrales», porque desde Poncio Pilatos para aqui, en todos los crímenes de la historia pusieron su granito de arena. (lahaine.org)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

«O Estado burguês na forma burlesca»

[De Mauro Luis Iasi] Tornou-se quase um lugar comum a referência a que na história se sucedem a tragédia e a farsa. Todavia, no Brasil actual, tragédia e farsa existem em simultâneo: nas figuras, nas obscuras e irracionais concepções dos seus principais protagonistas, nas políticas que levam a cabo. Acontece que estes personagens grotescos foram eleitos. E o que recai sobre o povo brasileiro é a tragédia da destruição de direitos e conquistas tão duramente alcançadas. (odiario.info)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

«A "posição do país"»

[De Filipe Diniz] Em primeiro lugar a questão da «posição do país». Por exemplo, o Governo do PS, e a direita também, reconhecem o fantoche Guaidó como presidente da Venezuela. Mas tanto pode dizer-se que é essa «a posição do país» como que é «a posição dos EUA». E o PCP, e tantos portugueses que condenam essa «posição», fazem parte do «país».

O método é antigo. Acontece que as posições das classes dominantes são as delas, não as «do país». E historicamente não faltam exemplos de posições dessas que vão contra o interesse nacional. Quem estiver ao lado dos trabalhadores e do povo poderá estar sozinho. Mas nunca estará isolado. (avante.pt)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Venezuela insistirá no diálogo e na diplomacia para defender a paz

Arreaza chamou a atenção para as verdadeiras intenções da administração de Trump quando fala de «ajuda humanitária» ao seu país. «Como vamos confiar em quem [nos] impõe sanções e bloqueia activos do povo venezuelano?», perguntou o titular da pasta dos Negócios Estrangeiros, tendo lembrado que a própria Cruz Vermelha Internacional na Colômbia se recusou a participar «nesse show mediático», ao considerá-lo politizado e sem neutralidade.

Arreaza lamentou ainda que a União Europeia e as suas instituições se tenham posto ao lado dos Estados Unidos e tenham «cometido o erro» de reconhecer o deputado Juan Guaidó como «presidente interino» de «um governo autoproclamado numa praça, sem qualquer autoridade que lhe confira validade», informa a VTV. (Abril)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Venezuela apreende armamento proveniente dos EUA

A informação, disponível no portal do Ministério venezuelano do Interior e da Justiça, foi divulgada à imprensa esta terça-feira pelo vice-ministro da Prevenção e Segurança Cidadã, Endes Palencia, segundo informa a VTV.

Palencia explicou que, durante o procedimento de fiscalização de mercadoria proveniente de Miami (EUA), as autoridades encontraram 19 espingardas, com acessórios, 118 carregadores, 90 antenas de rádio e seis telemóveis. Acrescentou que a mercadoria entrou no país no passado dia 3, tendo sido transportada pela companhia 21 Air Cargo, numa avião Air Bus. (Abril)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

«Chove em Caracas»

[De Agostinho Lopes] Falam de democracia e mentem. Mentem com quantos dentes têm, sempre confiantes na máxima de Goebbels de que a mentira repetida se faça verdade, sobre as muitas eleições realizadas com Chávez e Maduro, sobre o sistema eleitoral e a liberdade de imprensa na Venezuela. Mentiras sobre a última eleição presidencial, antecipada para 20 de Maio de 2018 por exigência da oposição e seguida por mais de 150 observadores internacionais, confirmando que «as eleições foram muito transparentes e conformes às normas internacionais e à legislação nacional». Mentiras quando transfiguram a subversão terrorista interna, apoiada e paga pelos EUA, em forças da democracia e da liberdade.

E o que faz, para vergonha nossa, Portugal nessa caterva de salteadores da soberania dos povos? (Abril)

domingo, 3 de fevereiro de 2019

«Venezuela: Let’s Cut to the Chase»

[De Pepe Escobar // nota: ao contrário do autor, há muito que deixámos de dar atenção à Golinger] Everyone remembers «Assad must go». The first stage in the Syrian color revolution was the instigation of civil war, followed by a war by proxy via multinational jihadi mercenaries. As Thierry Meyssan has noted, the role of the Arab League then is performed by the OAS now. And the role of Friends of Syria – now lying in the dustbin of history – is now performed by the Lima group, the club of Washington’s vassals. Instead of al-Nusra «moderate rebels», we may have Colombian – or assorted Emirati-trained – «moderate rebel» mercenaries.

Contrary to Western corporate media fake news, the latest elections in Venezuela were absolutely legitimate. There was no way to tamper with the made in Taiwan electronic voting machines. The ruling Socialist Party got 70 percent of the votes; the opposition, with many parties boycotting it, got 30 percent. A serious delegation of the Latin American Council of Electoral Experts (CEELA) was adamant; the election reflected «peacefully and without problems, the will of Venezuelan citizens». (strategic culture via thedailycoin.org)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

«¿Por qué el PNV apoya el golpismo en Venezuela?»

[De Ahoztar Zelaieta] Relaciones entre PNV, asociaciones vascas ligadas a Venezuela y lobby golpista. Con apoyo del Gobierno Vasco, BBK y Fundación Sabino Arana. Gestionan ayudas que fidelizan votos de la diáspora retornada y captan votos entre venezolanos residentes en Euskadi.

Los intereses del PNV en Venezuela son históricos y tienen nombres y apellidos. Estos intereses a abarcan relaciones con la casta política, empresarial y jesuítica de Venezuela y negocios de todo tipo. (BorrokaGaraiaDa)

sábado, 26 de janeiro de 2019

«O direito internacional também é luta de massas»

[De Miguel Tiago] A constante pressão a que o processo progressista da Venezuela tem sido sujeito confronta o poder bolivariano com uma inevitável verdade: a de que não existe compromisso com a grande burguesia, ou se liquida o seu poder, ou se lhe cede. Não existe triunfo do progressismo enquanto o modo de produção dominante for o capitalista e o poder não estiver integralmente nas mãos do povo.

A Venezuela está na encruzilhada: socialismo ou morte. (manifesto74)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

«Tirem as mãos da Venezuela»

[De Bruno Carvalho] A oposição, que tem partidos legais, que tem jornais, que tem canais de televisão, que faz manifestações legais, que tem cartazes e outdoors e que tem eleitos diz que é uma ditadura. Sempre que há eleições e perde, a oposição venezuelana diz que as eleições não são livres. Quando ganha, reconhece-as sempre. Aliás, que as ganhe já significa que as eleições são livres.

Agora, os Estados Unidos decidiram impor como presidente um tipo que até anteontem poucos conheciam na Venezuela, que pertence a um partido que não participou nas eleições presidenciais porque não quis. O que querem que acredites é que o legítimo presidente da Venezuela é Juan Guaidó que não recebeu um único voto para presidente da Venezuela e não Nicolás Maduro, eleito por 67% dos votos.

Depois do Iraque, do Afeganistão, da Líbia e da Síria, se calhar já estava na hora de abrirmos os olhos. Os Estados Unidos e a União Europeia não querem qualquer democracia senão já teriam bombardeado a Arábia Saudita. O que querem é um novo banho de sangue porque estão interessados nos recursos da Venezuela (manifesto74)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

«Na Venezuela os estadistas não se autoproclamam, nem são impostos por Washington»

A decisão foi tomada num dia de grandes mobilizações anti-imperialistas, em Caracas e noutros pontos do país, em defesa da soberania e em apoio ao presidente da República, Nicolás Maduro. Este disse à direita «golpista, intervencionista que não se fie no império gringo; eles não têm amigos, têm interesses e ambições pelo petróleo, o gás e o ouro venezuelano».

«Peço a todo o povo da Venezuela que defenda activamente o direito à paz, à concórdia e à tranquilidade. Digamos não à guarimba (acções de violência política nas ruas) e ao golpismo», declarou o chefe de Estado, que instou também o povo «a manter-se unido e a não se deixar intimidar perante as tentativas constantes de agressão». (Abril)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

«O BE defende um golpe militar na Venezuela?»

[De Bruno Carvalho] A revolução bolivariana pese as suas contradições e erros próprios de um processo que apenas tem duas décadas de existência protagonizou avanços sociais, económicos, políticos e culturais. É uma revolução democrática assediada por todos os lados e também por esquerda que se diz democrática mas que usa a bússola do imperialismo para se definir. A derrota do chavismo na Venezuela seria um rude golpe e uma vitória do capitalismo.

Há cem anos, também havia na Alemanha quem se dissesse de esquerda mas se alinhasse com o imperialismo. Foi essa esquerda, dita democrática, que quando chegou ao poder assassinou violentamente Rosa Luxemburgo e Karl Liebknecht. Hoje são os mesmos que não têm problemas em apoiar invasões na Líbia e golpes na Venezuela. (manifesto74)

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Intentona na Nicarágua provocou danos no valor de 1100 milhões de dólares

Também em declarações à Prensa Latina, Fernando González afirmou que a tentativa de golpe levada a cabo entre Abril e Julho do ano passado no país centro-americano se enquadra na estratégia de ataques contra o governo bolivariano na Venezuela, do golpe parlamentar contra a ex-presidente brasileira Dilma Rousseff e do encarceramento injusto de Lula da Silva.

Sobre o Fórum, este herói cubano, que passou mais de 17 anos nos cárceres dos EUA e foi libertado em 2014, valorizou a informação recebida da parte de membros do governo nicaraguense, de deputados, académicos e comunicadores acerca do que se passou no país em 2018 – uma violência aparentemente anárquica, mas que foi bem orquestrada e que apresenta semelhanças com as «guarimbas» na Venezuela em 2017. (Abril)

domingo, 6 de janeiro de 2019

«La Carta Democrática de la OEA contra el Sandinismo»

[De Atilio Borón] En resumen, la decisión de la Secretaría General de la OEA viola los fundamentos de la propia Carta Democrática de esa institución y es el ignominioso reflejo de un mandato emanado desde la Casa Blanca que anhela con impaciencia volver a apoderarse de Nicaragua.
[…]
Y ante esta crítica coyuntura no hay lugar para titubeos o medias tintas: o se está con el gobierno sandinista, con todos sus yerros y limitaciones; o se está al servicio del imperio y abriendo las puertas a la instalación de un tenebroso protectorado yankee en la tierra de Sandino, como antes lo hicieran instalando la dictadura de Anastasio Somoza y asesinando a Augusto César Sandino. (lahaine.org)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Nicarágua denuncia acção «ilegal» de Luis Almagro

Numa carta enviada aos seus homólogos da América Latina e das Caraíbas, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nicarágua denunciou como «ilegal» a aplicação ao seu país da Carta Democrática da OEA.

Venezuela e Bolívia repudiam acções de Almagro
Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Bolivariana da Venezuela já manifestou o seu apoio ao governo nicaraguense e denunciou a intenção de Luis Almagro de iniciar a «aplicação tendenciosa» da Carta Democrática Interamericana ao país centro-americano.

Para a diplomacia venezuelana, evidencia-se novamente «o servilismo do titular da OEA aos interesses da política externa norte-americana, bem como a obsessiva instrumentalização do organismo regional contra legítimos governos populares», lê-se na nota, citada pela Prensa Latina. (Abril)