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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

«La historia de Cuba inspira»

[De Ramiro Valdés Menéndez] La entrega a la Revolución, pasando por encima de todos los riesgos, de todos los inconvenientes… las dificultades de todo tipo curten a los hombres, a los revolucionarios y a las nuevas generaciones en el ejemplo de las generaciones anteriores (Granma)

«Clássicos do cinema cubano num ciclo de homenagem à Revolução»
No âmbito do ciclo especial «Nuestro cine, cronista de la Revolución cubana», criado pelo ICAIC, serão exibidos no cinema Multicine Infanta, em Havana, e nas principais salas do país caribenho materiais cinematográficos que se centram na luta contra a ditadura de Batista, bem como na etapa imediatamente posterior ao triunfo da Revolução, em 1 de Janeiro de 1959. (Abril)

domingo, 4 de novembro de 2018

«Una espléndida sorpresa: "Un día más con vida"»

[De Ángeles Maestro] Han estrenado una película extraordinaria: «Un día más con vida». Se basa en el libro del mismo título escrito por el comunista polaco y reportero Ryszard Kapuscinski.

Narra con una maestría difícil de igualar, mediante una inteligente combinación de animación y documental, los meses anteriores a la declaración de independencia de Angola en 1975.

Sin ninguna pretensión de equidistancia, la película expone mediante la figura del reportero y su relación con el MPLA en la primera línea de fuego, las incontestables razones de un pueblo que lucha por su soberanía y contra el imperialismo de EE.UU. y sus esbirros en la zona: UNITA y Sudáfrica.

La intervención de Cuba que se inicia por esas fechas1, determinante para la victoria del MPLA y para la correlación de fuerzas en todo el continente africano, aparece claramente definida con una intervención pública de Fidel Castro emblemática: «Cuba no busca en Angola, ni petróleo, ni diamantes. Cuba está llevando a cabo allí una tarea ineludible de solidaridad internacionalista».

Belleza, rigor histórico y calidad técnica, una fusión poco frecuente al servicio de la lucha anti-imperialista.

Una película absolutamente recomendable. (redroja.net)

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

«Raiva»

[De Anabela Fino] Em meados dos anos 90 do século passado, Manuel da Fonseca escreveu a história do Alentejo a partir de um episódio verídico ocorrido cerca de vinte anos antes e que deu brado na imprensa: o assassinato de um agrário e do seu filho por um trabalhador agrícola. Chamou-lhe Seara de Vento. Obra emblemática do grande escritor comunista e do neo-realismo português, nela está plasmada a repressão sem medida, a humilhação mais abjecta, a exploração sem freios que os latifundiários, com a benção do clero e das forças policiais do fascismo, infligiam ao operariado agrícola alentejano e aos pequenos camponeses, bem como a miséria e a fome nos campos do Sul que Salazar dizia ser o «celeiro da nação». Uma obra onde perpassa ainda a corajosa luta clandestina dos que ganhando consciência de classe aprendiam que «um homem só não vale nada».
[…]
Quando por toda a parte a besta fascista volta a levantar a cabeça sem subtilezas e nos EUA se anuncia a reabertura oficial da corrida às armas nucleares, a Raiva que Tréfaut foi buscar à Seara de Vento ganha uma actualidade acutilante. Lembra-nos, sem o dizer, que um homem só não vale nada. (avante.pt)

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

«2018, Ano Marx (IX) / Do Último Samurai ao Manifesto Comunista»

[De Maurício Castro] Foi György Lukács que, no seu trabalho «Marx e o problema da decadência ideológica» (1938), batizou com o nome de ‘anticapitalismo romántico’ o desenvolvimento dos referidos socialismos «feudal» e «clerical», esboçados por Marx no Manifesto e que o próprio Lukács sintetizará como a soma de umha ética de esquerda e umha epistemologia de direita.

Na verdade, tanto Marx como Lukács explicárom como essa reaçom anticapitalista tinha umha componente aristocrática, da parte da classe despojada dos seus privilégios pola ascendente burguesia. Porém, na epígrafe seguinte do Manifesto a que acima figemos referência alude também ao «socialismo pequeno-burguês» para explicar a posiçom de setores da pequena burguesia desfavorecidos polo desenvolvimento do capitalismo e que, em aliança com o pequeno campesinato, defendem as tradiçons agrícolas e oponhem-se ao desenvolvimento industrial. O próprio Marx cita o economista Jean de Sismondi como referente teórico desses socialistas románticos que, analisando as conseqüências dissolventes da sociedade antiga realmente decorrentes da produçom moderna, aspiram à utopia reacionária de regressar ao regime de produçom anterior.

Ambas as correntes utópicas a que aludimos tivérom continuidade, metamorfoseadas, até hoje. / VER: sermosgaliza.gal