[Entrevista a John Pilger] Nesta notável entrevista com dois jornalistas indianos, John Pilger traça uma visão de conjunto da ofensiva dos EUA e dos seus aliados no Médio Oriente, na Ásia e na América Latina. Uma experiência pessoal iniciada na guerra do Vietname e que prossegue até aos dias de hoje, exemplo da forma como um jornalismo esclarecido e progressista pode ser um poderoso aliado da luta dos povos. (odiario.info)
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
«Nova guerra fria e ameaças iminentes»
[Entrevista a John Pilger] Nesta notável entrevista com dois jornalistas indianos, John Pilger traça uma visão de conjunto da ofensiva dos EUA e dos seus aliados no Médio Oriente, na Ásia e na América Latina. Uma experiência pessoal iniciada na guerra do Vietname e que prossegue até aos dias de hoje, exemplo da forma como um jornalismo esclarecido e progressista pode ser um poderoso aliado da luta dos povos. (odiario.info)
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
«Hablando con Fayez Badawi y el Frente Popular para la Liberación de Palestina»
[Entrevista de Aritz Saidi Olaortua a Fayez Bawadi (FPLP)] Hemos tenido el gran honor y posibilidad de compartir algunos días con Fayez Badawi, representante para Europa del FPLP palestino. El FPLP o Frente Popular para la Liberación de Palestina es uno de los grupos más importantes de la lucha palestina además de ser el grupo palestino progresista, revolucionario y anti-colonial por antonomasia. El grupo de la resistencia que aglutina y se presenta como vanguardia de la clase obrera palestina. Además la visita Badawi se dio en unas fechas especiales para el FPLP, ya que se cumplían 51 años desde su creación.Fayez estuvo en los 4 territorios de hego Euskal Herria y nos habló de lo que está sucediendo en Palestina pero también en el entorno. Sin orientalismos, de forma clara y sin ambigüedades ni maquillajes para agradar a nadie. De una forma internacionalista y solidaria con los diferentes pueblos del mundo y los intereses de países o las elites político-militares de algunos grupos. Así, hablamos de sionismo, la Resistencia, la guerra siria, Hezbollah, la ocupación de Turquía, Francia o EEUU, el affaire kurdo, los rebeldes, la solidaridad internacionalista, la propaganda y demás. Veamos que nos cuenta el gran luchador y revolucionario palestino… (revistalacomuna.com)
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domingo, 16 de dezembro de 2018
«Sofremos guerra de limpeza étnica há décadas. A luta armada é um direito do nosso povo»
No âmbito do giro que fez, nos últimos dias, por diversas cidades do País Basco, FAYEZ BADAWI, representante para a Europa da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), deu ontem uma conferência em Iruñea [Pamplona].Entre outros aspectos, abordou a situação do povo palestiniano, a guerra de agressão à Síria, o papel dos curdos nessa agressão, a «traição» do PKK, e a situação no Médio Oriente, de uma forma geral (Líbano, Iémen, Irão, etc.).
Os tópicos principais da conferência de ontem à tarde no Civivox de Iturrama, na capital navarra, podem ser seguidos nas contas de Twitter de @Drazmihailovitx e @SiriarenAldeEH.
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domingo, 11 de novembro de 2018
Entrevista a Pablo Sapag na Eguzki Irratia: a «Síria em perspectiva»
Pablo Sapag, professor da Universidade Complutense de Madrid, esteve nos últimos dias a dar uma série de conferências no País Basco, para abordar a situação na Síria e apresentar a sua obra Siria en perspectiva.
Em colaboração com a Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, a Eguzki Irratia, de Iruñea, entrevistou-o no programa «El Gallico de San Cernin». / Entrevista acessível aqui.
Em colaboração com a Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, a Eguzki Irratia, de Iruñea, entrevistou-o no programa «El Gallico de San Cernin». / Entrevista acessível aqui.
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quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Contra a manipulação mediática, debate sobre a Síria em Baiona
A Siriaren Alde – plataforma basca de apoio à Síria – continua a promover a realização de conferências sobre a situação no país do Médio Oriente, para abordar a guerra de agressão e analisar o seu desenvolvimento, contra a manipulação dos órgãos de comunicação social ao serviço do imperialismo e do sionismo.Amanhã, dia 14, a iniciativa decorre em Baiona (Lapurdi). É às 19h00, na Epaiska ostatua, e conta com a participação de Gabirel Ezkurdia (analista político internacional) e de Asier Herranz (especialista no Médio Oriente).
O sionismo, o jihadismo, o imperialismo e os seus lacaios estarão na ordem do dia.
Hurbil zaitez! Aparece!
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sexta-feira, 31 de agosto de 2018
«John McCain: una vida al servicio de todas las guerras imperialistas»
[De MPR] A principios de esta semana murió senador estadounidense John McCain, que puso toda su vida al servicio de las guerras imperialistas desatadas por su país.Después de los acontecimientos del 11 de septiembre de 2001 todos los senadores de Estados Unidos (excepto Barbara Lee) votaron a favor de dar a Bush el poder de invadir Afganistán. Sin embargo, McCain no se contentó con eso. Al día siguiente se presentó en la cadena MSNBC con una lista de países que -según dijo- ofrecían refugios seguros a grupos como Al-Qaeda.
La lista incluía a Irak y otros países. Sin embargo, en 2014 mintió afirmando que la guerra en Irak probablemente no habría ocurrido si él hubiera ganado las primarias republicanas de 2000 y luego las elecciones presidenciales. Otro de los países incluido en aquella lista era Siria.
Poco después del estallido de la primavera árabe, McCain y su fiel compañera de crímenes de guerra, la senadora Lindsey Graham, abrió los canales de comunicación con la oposición siria. (Movimiento Político de Resistencia)
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018
«Why the US ruling class mourns John McCain»
[De John Pilger] Like virtually every other Democrat and Republican, he supported the October 2001 invasion of Afghanistan, launching a war that is now approaching the end of its 17th year, the longest in American history.It was in the second Iraq War that McCain played his most prominent and reactionary role, cosponsoring the 1998 Iraq Liberation Act, along with Democrat Joe Lieberman, endorsing the bombing of Iraq, first under Clinton and then George W. Bush, cheerleading the 2003 invasion and then pushing for a more aggressive use of force during the protracted US occupation, culminating in Bush’s «surge» of additional troops in 2006-2007.
McCain was a full-throated supporter of whatever lie the Bush administration chose as the basis of its war propaganda: Saddam Hussein’s alleged ties to terrorism; his possession of «weapons of mass destruction»; the desire to establish «democracy» in Iraq; and finally, the need to preserve «stability,» i.e., to deal with the consequences of the US destruction of Iraq as a functioning society.
Along the way, McCain found time to advocate military action against North Korea in 2003, US intervention in Iran in 2007, and US support for Georgia in the war between Russia and that Caucasian republic in 2008 (when he dispatched his wife Cindy to Tbilisi in a show of support).
[…]
Throughout the Obama administration, McCain was a firm supporter of the Democratic president when he used military force, as in Libya, or threatened it, as in the South China Sea, and a critic when Obama pulled back, as in Syria. McCain and John Kerry introduced a Senate resolution to sanction the war in Libya, and McCain called for US air power to be used in «a heavier way.» In September 2013, McCain backed a resolution passed by the Senate Foreign Relations Committee to give US support to military operations in Syria that would «change the momentum on the battlefield» and strengthen forces opposed to the regime of Bashar al-Assad. He repeatedly called for «more boots on the ground» for the US-backed war against ISIS in Iraq and Syria. (wsws.org)
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Faleceu em Paris o marxista egípcio Samir Amin, aos 86 anos de idade
[De Diário Liberdade] Mundialmente reconhecido como um dos grandes teóricos marxistas do nosso tempo, Samir Amin morreu este domingo em Paris.Nascido em 1931 no Egito, de pai egípcio e mae francesa, Samir Amin era doutor em Economia e tinha formaçom em Ciência Política, dedicando toda a sua vida adulta ao estudo do capitalismo. Tendo trabalhado no Cairo no Instituto de Administraçom Económica nos anos 50, morou em diferentes países até se converter em diretor do Fórum do Terceiro Mundo em Dacar, no ano 1980.
Nos anos 60, fijo parte do Partido Comunista Francês, distanciando-se para apoiar a corrente maoista aquando da disputa sino-soviética. Conta com importantes estudos sobre a Lei do valor, o eurocentrismo, as relaçons centro-periferia, assi como sobre categorias discutidas no seio do marxismo contemporáneo, como «crise estrutural», «capitalismo senil» ou «intercámbio desigual». Também defendeu a tese da entrada, nos anos 60, numha nova fase do capitalismo, que chamou «de monopólio generalizado», muito além do incipiente descrito por Lenine em 1916.
Nos últimos anos, estudou o fenómeno do desenvolvimento chinês, a crise do capitalismo como civilizaçom e o acirramento dos confrontos imperialistas, sem deixar de analisar a dependência como fenómeno característico das relaçons entre centro e periferia do capitalismo mundial, nomeadamente as periferias africana, asiática e latino-americana.
Foi também crítico do islamismo, enquanto força colaboracionista do imperialismo norte-americano na regiom do Médio Oriente, definindo-o como «arma da globalizaçom», conseqüência da crise mundial do capitalismo.
Samir Amin participou em duas ocasions na Semana Galega de Filosofia, nas ediçons de 1989 e 2011. (Diário Liberdade)
Ver tb.: «O imperialismo americano, a Europa e o Médio Oriente», de Samir Amin (resistir.info)
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terça-feira, 14 de agosto de 2018
Tropas estadounidenses, británicas y francesas mataron más civiles que Califato Islámico en Mosul
En los 9 meses que tardaron en liberar Mosul, las tropas estadounidenses y sus aliados británicos y franceses mataron más civiles que el Califato Islámico en tres años de ocupación, según un estudio de mortalidad publicado por la revista PLOS Medicine.[…]
Pero un estudio de cerca de 1.200 hogares en la ciudad publicado en PLOS Medicine muestra que las tasas de mortalidad civil aumentaron casi 13 veces durante la batalla por la liberación de Mosul. (Movimiento Político de Resistencia)
Ver tb.: «Hezbollah louva vitória em Mossul e acusa EUA de criar Daesh» (Abril)
Estima-se que cerca de 900 mil pessoas tenham fugido de Mossul neste período [Outubro de 2016-Julho de 2017]. Muitos milhares ficaram encurraladas na cidade e morreram durante a batalha.
Nos seus bombardeamentos sobre a cidade iraquiana, a coligação liderada pelos Estados Unidos foi acusada de provocar centenas de vítimas entre a população civil e de cometer atrocidades, nomeadamente recorrendo a bombas de fósforo branco em áreas densamente povoadas. No início de Junho, confrontado com as acusações, um coronel norte-americano afirmou que estas munições eram usadas «de acordo com as leis da guerra».
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sábado, 14 de julho de 2018
«La lucha de Yemen por su soberanía (III)»
[De Iñaki Urrestarazu] Algunas de las funciones que ha tenido para los EEUU el impulsar al Qaeda y el ISIS en Yemen del Sur, ha sido la desestabilización de Yemen, la creación de un estado de guerra permanente que de pie a intervenciones –como con drones por ejemplo, ya desde 2009 al menos- con Al Qaeda como coartada, para liquidar físicamente la militancia de izquierda, para crear confusión con el alineamiento secesionista oportunista de Al Qaeda al igual que el Movimiento del Sur, para introducir valores wahabistas reaccionarios entre la población, para fomentar el sectarismo y las guerras de religión entre chiíes (hutíes) y suníes, para asegurarse el dominio y el control sobre Yemen como territorio y como pais, como lugar geoestratégico de alta importancia para el control del transporte de hidrocarburos por el Golfo de Aden y el Mar Rojo, convirtiendo a Al Qaeda en uno de los principales guardianes de las reservas petrolíferas y de recursos del Sur para en su día ser utilizados por Arabia Saudita, EAU, EEUU y sus aliados occidentales dentro de los grandes planes de expansión y saqueo que tienen diseñados para la región.El otro gran aliado que nunca puede faltar para estas tareas, son los Hermanos Musulmanes, el «alma» de Al-Qaeda, los suministradores de militancia para Al Qaeda, y siempre al servicio del imperialismo, y que en el caso de Yemen, se trata de la organización Al-Islah, quienes siempre han colaborado en las tareas represivas contra el chiismo, contra los hutíes y en 1994, en la guerra contra el Sur. (siriarenalde.org)
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quinta-feira, 12 de julho de 2018
«La lucha de Yemen por su soberanía (I)»
[De Iñaki Urrestarazu] A finales de febrero de 2015 el dimitido presidente Hadi escapa de la capital Sanáa a la segunda ciudad más importante, Adén, ciudad que declaró la capital de facto. El 14 de marzo de 2015, los hutíes y otras fuerzas rechazan las conversaciones que quieren realizar en Riad, Arabia Saudita y los países del Consejo de Cooperación del Golfo para tratar de los problemas yemeníes. El 21 de marzo, al dia siguiente de dos atentados con bomba contra dos mezquitas en Yemen que mataron a al menos 142 chiitas, el movimiento revolucionario yemeni Ansarula anuncio una movilización pública y pidió al Ejército y a las fuerzas de Seguridad que hicieran frente al terrorismo takfiri.Las fuerzas rebeldes, hutíes y fracciones del Ejercito posicionadas a favor del cambio, avanzan rápidamente hacia el control del Sur, tomando primero la tercera ciudad de Yemen, Taiz y luego Adén, el 23 de marzo de 2015, de donde Hadi huye a Arabia Saudita. Las fuerzas contra las que se enfrentan son los sectores suníes de los Hermanos Musulmanes –al Islah- y salafistas muy relacionados con Arabia Saudí, fuerzas de Al Qaeda y seguidores del militar islamista y fanático ultra, Ali Mohsen al-Ahmar, uno de los principales represores de los hutíes, pero que tras su derrota frente al avance de éstos en las inmediaciones del Palacio presidencial, se exilió en Arabia Saudita. De hecho los hutíes señalaron por su parte, que el motivo detrás del avance no era dominar el país, sino unir al país contra Al Qaeda y el ISIS que poseen un considerable poder en la región suroeste del país, liquidar el poder de Hadi y plasmar la Declaración Constitucional, logrado lo cual se retirarían al Norte. (siriarenalde.org)
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terça-feira, 26 de junho de 2018
«Principal causa dos conflitos no Médio Oriente é a ocupação dos territórios árabes»
Intervindo esta segunda-feira numa sessão do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), Bashar al-Jaafari disse que «a Síria crê que a principal causa dos conflitos no Médio Oriente foi e ainda é a ocupação israelita dos territórios árabes», incluindo os Montes Golã sírios.
Em seu entender, quaisquer tentativas de gerar artificialmente novas crises com o propósito de salvar a entidade israelita apagando a causa palestiniana irão fazer aumentar as tensões e escalar as ameaças à paz e segurança internacionais.
Al-Jaafari lembrou que a Síria é alvo de uma «guerra terrorista» há oito anos, na qual estiveram envolvidos muitos governos, que a apoiaram e alimentaram, nomeadamente através da atribuição de fundos a grupos terroristas.
«Esses governos – que Al-Jaafari não nomeou – distribuíram milhares de milhões de dólares para militarizar a situação na Síria, tendo criado e financiado grupos terroristas armados», disse, citado pela agência SANA. Acrescentou que alguns países que «praticam a agressão militar directa e ocupam o território de outros pela força depois definem a agressão e a ocupação como "guerra contra o terrorismo"». (Abril)
Em seu entender, quaisquer tentativas de gerar artificialmente novas crises com o propósito de salvar a entidade israelita apagando a causa palestiniana irão fazer aumentar as tensões e escalar as ameaças à paz e segurança internacionais.
Al-Jaafari lembrou que a Síria é alvo de uma «guerra terrorista» há oito anos, na qual estiveram envolvidos muitos governos, que a apoiaram e alimentaram, nomeadamente através da atribuição de fundos a grupos terroristas.
«Esses governos – que Al-Jaafari não nomeou – distribuíram milhares de milhões de dólares para militarizar a situação na Síria, tendo criado e financiado grupos terroristas armados», disse, citado pela agência SANA. Acrescentou que alguns países que «praticam a agressão militar directa e ocupam o território de outros pela força depois definem a agressão e a ocupação como "guerra contra o terrorismo"». (Abril)
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quinta-feira, 24 de maio de 2018
Exército sírio atacado por aviões da «coligação internacional»
De acordo com a agência SANA, que cita fontes militares, o ataque da chamada «coligação internacional» ocorreu na madrugada desta quinta-feira e teve como alvo posições do Exército Árabe Sírio (EAS) localizadas na província de Deir ez-Zor, entre Al-Bukamal e Hmeimeh.Esta acção dos caças da coligação liderada pelos EUA dá-se menos de 24 horas depois de o EAS e seus aliados terem repelido uma forte ofensiva do Daesh (o chamado Estado Islâmico) contra várias posições suas no deserto, junto a Al-Mayadin, localidade a cerca de 44 quilómetros a sudeste da cidade de Deir ez-Zor. (Abril)
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quarta-feira, 16 de maio de 2018
Coreia do Norte quer diálogo e não «rendição ao estilo líbio»
Citado pela agência noticiosa norte-coreana KCNA, Kim Kye-gwan afirmou esta quarta-feira que o futuro da cimeira entre Pyongyang e Washington, agendada para 12 de Junho em Singapura, e o das relações bilaterais entre ambos os países «seria claro» caso Washington insista numa «desnuclearização ao estilo líbio».O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) denunciou a «ofensiva de pressões e sanções» em curso contra o seu país e acusou Washington de interpretar mal «a generosidade e as medidas decididas [da RPDC] como um sinal de fraqueza». (Abril)
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
«A desmesurada ajuda estado-unidense a Israel»
[De Khelil Bourrouj] Trump decidiu – e concretizou - grandes cortes na ajuda concedida a outros Estados. A excepção é Israel. O dinheiro dos contribuintes dos EUA financia o Estado sionista e a sua política de apartheid, arma as suas tropas de ocupação, financia a sua indústria de armamentos, financia a reconstrução dos edifícios e infra-estruturas que Israel destrói com dinheiro que vai parar a empresas israelitas. Enquanto no seu próprio país infra-estruturas básicas estão à beira do colapso, e se agudizam problemas sociais e ambientais. (odiario.info)
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quinta-feira, 12 de abril de 2018
«À beira do desastre»
[De Jorge Cadima] A propaganda nunca precisou de ser racional, nem basear-se em factos. Não tem de explicar por que haveria o governo sírio de usar armas químicas às portas de Damasco, quando já libertou mais de 90% desse território e negociava a rendição do último reduto. Nem por que haveria Putin de querer assassinar um espião inglês que o governo russo libertou em 2010, usando uma arma química que poderia ser ligada à Rússia, em vez duma banal arma de fogo (que, além de menos identificável, seria mais eficaz: o espião e a filha estão afinal vivos). Ou por que, sem razão aparente, escolheria fazê-lo uns dias antes das eleições presidenciais russas nas quais era candidato, e três meses antes do Campeonato do Mundo de Futebol que o seu país irá acolher. Tudo cheira a provocação, montada por quem quer inventar pretextos para a guerra.[...]
O verdadeiro ‘crime’ do povo e governo sírios foi terem resistido com êxito, e com a ajuda dos seus aliados da Rússia, Irão e Líbano, a mais uma guerra de agressão imperialista. É estarem a libertar a Síria e a derrotar os tenebrosos bandos de terroristas fundamentalistas que há muitos anos o imperialismo arma e financia, com a ajuda das mais bárbaras ditaduras do Médio Oriente (sempre sustentadas pelas ‘democracias ocidentais’) e do Estado sionista que massacra com impunidade o povo mártir da Palestina. Perante a derrota dos serventuários, os mandantes assanham os dentes. (avante.pt)
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segunda-feira, 9 de abril de 2018
«EUA aliciaram Hezbollah para renunciar à resistência»
«Na sequência da vitória de 2000 sobre o inimigo israelita, este percebeu, tal como os Estados Unidos, que o verdadeiro poder do Líbano reside na sua resistência, que conseguiu forçar o termo da ocupação israelita – que durava desde meados dos anos 80 – sem quaisquer condições», afirmou Nasrallah, citado pela Press TV.De acordo com Nasrallah, o então vice-presidente norte-americano, Dick Cheney, terá atribuído ao jornalista americano-libanês George Nader a missão de apresentar uma oferta ao Hezbollah que levasse este movimento a renunciar à resistência e a cooperar com Israel.
A oferta de milhares de milhões de dólares foi repetida pelos norte-americanos e realizada também por algumas potências ocidentais após a retirada das tropas sírias do Líbano, em 2005, numa tentativa de desarmar o Hezbollah. Gorada a tentativa de aliciamento, no ano seguinte os israelitas voltaram a invadir o Líbano – e voltaram a ser derrotados pela resistência libanesa. (Abril)
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
«Hezbollah: cumplicidade árabe dá alento a Washington»
Num comunicado emitido esta segunda-feira, o Hezbollah condenou a decisão dos EUA de abrirem a sua embaixada em Jerusalém no próximo dia 14 de Maio, para coincidir com o 70.º aniversário da independência de Israel.No dia seguinte, 15 de Maio, assinalam-se os 70 anos da Nakba – a «catástrofe» que se abateu sobre o povo palestiniano desde a criação do Estado de Israel, com a expulsão de centenas de milhares de palestinianos das suas terras em 1948 e a limpeza étnica que, iniciada nesse ano, se prolongou até aos dias de hoje.
A medida anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano no dia 23 deste mês enquadra-se na agressão da administração norte-americana iniciada em 6 de Dezembro último, quando Donald Trump afirmou reconhecer Jerusalém como capital de Israel, visando aprofundar a judaização da futura capital da Palestina e liquidar a justa causa do seu povo, refere a nota.
Para o movimento de resistência libanês, o anúncio representa «mais uma tentativa de humilhar árabes e muçulmanos», e constitui uma «demonstração do desprezo da administração norte-americana pelos países muçulmanos e pela comunidade internacional».
A decisão, a que não é alheia a «cumplicidade de vários países árabes» com Washington, merece a condenação do Hezbollah, que exorta os povos «a entenderem a necessidade da resistência e da Intifada (rebelião)» na Palestina, bem como «a denunciarem a agressão e a apoiarem o povo palestiniano», para que recupere a terra ocupada por Israel e concretize o sonho de Jerusalém [Al Quds, em árabe] como capital do seu Estado. (Abril)
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
«Daesh: a história escondida»
[De José Goulão] Não restam hoje dúvidas de que a estrutura mercenária do Daesh funciona como um corpo clandestino do Pentágono, da própria NATO, no quadro da privatização crescente das operações militares nos campos de batalha.A ideia, contudo, não é nova: tal como montou a estrutura clandestina e terrorista da Gládio, a NATO manipula agora um sucedâneo, o Daesh, adequado às condições e circunstâncias das regiões a dominar e policiar. (Abril)
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017
«Chefe da CIA confirma cooperação entre sauditas e israelitas»
As declarações que o director da CIA proferiu este sábado no Fórum Reagan de Defesa Nacional, na Califórnia, não constituem uma revelação per se, mas vêm confirmar aquilo que diversos altos cargos da administração israelita têm vindo a público dizer: que há contactos – e mais que isso – entre a Arábia Saudita e Israel.[...]
Também em Novembro, Yaacov Nagel, um antigo conselheiro de segurança interna do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que a Arábia Saudita estava preparada para sacrificar os palestinianos e as suas reivindicações em troca de um acordo com Israel contra o Irão. (Abril)
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