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domingo, 16 de agosto de 2020

«Líbano»

[De Pedro Guerreiro] De forma cínica, os principais responsáveis (internos e externos) pela grave situação económica e social no Líbano, procuram utilizar o drama vivido pelo povo libanês e instrumentalizar legítimas reivindicações e anseios populares – nomeadamente quanto à melhoria das condições de vida, ao combate à corrupção sistémica e ao fim do anacrónico sistema confessional libanês –, julgando estarem criadas as condições para levarem ainda mais longe a sua agenda contrária aos direitos e interesses do povo libanês. Se os EUA efectivamente desejassem apoiar o Líbano, bastaria que levantassem as sanções financeiras que impuseram contra este país, por este se recusar a romper os seus laços com a Síria. (avante.pt)

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

How the US helped push Lebanon to the brink of collapse, and now threatens more sanctions

While the media blames the crisis in Lebanon solely on corruption, the US government unleashed a «maximum pressure» campaign to push regime change and crush Lebanese resistance with sanctions and aggressive hybrid warfare.

The crisis in Lebanon cannot be understood outside of the wider context of the overarching, obsessive US strategy aimed at crushing what is known as the «Resistance Axis,» in which Hezbollah serves as a key actor. (thegrayzone.com)

sábado, 1 de agosto de 2020

«O banditismo como instrumento da ordem internacional»

[De José Goulão] O imperialismo EUA (ou seja, a estratégia de dominação do seu capital monopolista) manifesta uma estreita cumplicidade entre banditismo puro e o palavreado sobre a defesa e propagação do «nosso civilizado modo de vida». Revela-se em todos os continentes através de uma cadeia contínua e interminável de factos e exemplos. Melhor dizendo, de crimes a uma escala que só encontra paralelo nos regimes fascistas dos anos 30 do século passado. (Abril)

domingo, 3 de maio de 2020

A plataforma basca de apoio à Síria faz frente ao imperialismo e cria nova conta no Twitter

Os camaradas da @SiriarenAlde não desistem e criaram uma nova conta no Twitter, onde, ao longo de três anos, nos têm informado sobre as agressões imperialistas – na Síria, no Médio Oriente e não só.

No regresso à actividade, à divulgação da informação que não interessa às grandes potências e às cadeias desinformativas que controlam, os responsáveis pela Plataforma afirmam que o Twitter lhes eliminou a conta sem lhes dar qualquer explicação, apesar dos pedidos de esclarecimento.

Isto, «porque o Twitter é uma empresa controlada pelo imperialismo e porque a Siriaren Alde expressou, com argumentos, o seu apoio à Resistência no Médio Oriente». / Seguir toda a informação em @SiriarenAlde

domingo, 19 de abril de 2020

Comunicado da plataforma basca Siriaren Alde a propósito da censura do Twitter

Siriaren Alde plataformaren komunikatua, Twitterren zentsura dela eta.
Comunicado de la plataforma Siriaren Alde debido a la censura de Twitter.

sexta-feira, 20 de março de 2020

US government threatens families of Int’l Criminal Court staff if they try Americans for war crimes

[De Ben Norton] US Secretary of State Mike Pompeo has threatened the family members of International Criminal Court staff, vowing that Washington will take punitive action against them if the court tries American soldiers for war crimes.

Pompeo also announced an intensification of unilateral US sanctions on Iran and Syria, which are illegal under international law, and which are undermining the countries’ attempts to contain the coronavirus pandemic. (thegrayzone.com)

quinta-feira, 5 de março de 2020

«El 11M y las conspiraciones»

[De Antonio Torres] Curiosamente, a inicios del año 2003 y a diferencia de lo que ocurriría un año después, a Aznar le interesaba especialmente inflar la amenaza yihadista sobre el Estado español para convencer a una opinión pública reacia a apoyar los planes de agresión contra el Iraq de Sadam Hussein.

La cuestión, y a donde queremos llegar, es al hecho de la funcionalidad que Al Qaeda y ahora el Estado islámico tiene para los intereses del imperialismo norteamericano. Da igual Bush, que Obama o Trump, el terrorismo islamista viene a reforzar la agresividad imperialista, las intervenciones militares y los intentos por derrocar a regímenes que defienden su soberanía e independencia. (lahaine.org)

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Israelitas aplicam «Plano Trump» com aprovação de mais casas em colonatos

Num vídeo publicado quinta-feira pelo seu gabinete de imprensa, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que tinha «grandes notícias» para dar: a aprovação da construção de 5200 casas nos colonatos ilegais de Har Homa e Givat Hamatos.

«O governo de Trump agora está em parceria com Israel, através do comité de anexação recentemente formado, com os seus novos anúncios para mais construção e expansão dos colonatos israelitas ilegais em terras pertencentes ao Estado da Palestina», disse Erekat, citado pelo MPPM, denunciando que, deste modo, se consolida a anexação de facto por Israel das terras palestinianas, bem como «a negação da nossa história, direitos e humanidade». (Abril)

sábado, 8 de fevereiro de 2020

«Trapaça do Século»

[De Jorge Cadima] Trump e Netanyahu apresentaram um «plano» que rasga de uma assentada sete décadas de resoluções da ONU sobre a questão palestiniana e até os acordos, como Oslo, promovidos sob a égide dos EUA. É certo que uma coisa são tais resoluções, outra a vontade internacional – e da ONU – em fazê-las cumprir. O direito do povo palestiniano a um território e um país é uma causa humana central, e exige a multiplicação das acções de solidariedade em toda a parte. E perante este criminoso e cínico «plano» será mais difícil fingir ignorar o que está em causa. (odiario.info)

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

MPPM denuncia o «embuste do século» que os EUA querem impor aos palestinos

[De Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM)] O plano apresentado por Trump como «o acordo do século» para a criação de dois Estados – um dos quais, a Palestina, não passaria de uma farsa – corporiza mais abertamente que nunca a opção dos EUA pelo radicalismo sionista e pela extrema-direita israelita. Num Médio Oriente a ferro e fogo, Trump lança mais achas para a fogueira. E o governo português, tal como a UE, mantêm relações privilegiadas com Israel e conivência com este criminoso processo. (odiario.info)

domingo, 2 de fevereiro de 2020

US government censorship? Social media giants disappear accounts of Iranian and Venezuelan academics, journalists

«Red Lines» host Anya Parampil talks with Professor Mohammad Marandi of the University of Tehran. Professor Marandi’s Facebook and Instagram accounts were recently shut down without warning as part of a US campaign to remove so-called «pro-Iranian content» from the social media sites.

Social media giants disappear popular Iranian & Venezuelan accounts Anya also discusses Twitter’s recent decision to suspend an account belonging to Venezuelan citizen journalist, Orlenys, and asks Professor Marandi to comment on recent developments in the region including President Trump’s unveiling of the «Deal of the Century» for Israel and Palestine. (thegrayzone.com)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Trump anunciou um «plano de paz» pró-Israel

Ao lado de Benjamin Netanyahu e sem a presença de representantes palestinianos, o presidente norte-americano, Donald Trump, apresentou esta terça-feira o polémico plano de paz para o Médio Oriente.

A iniciativa de paz com a qual Trump diz estar decidido a resolver o «conflito» entre israelistas e palestinianos foi apresentada na Casa Branca como algo de muito positivo para «ambas as partes», como se os palestinianos, vários povos do Médio Oriente e representantes políticos do mundo árabe não se tivessem declarado claramente contra o plano – ao longo dos meses de propaganda norte-americana –, criticando a sua perspectiva enviesada a favor de Israel, denunciando a violação dos direitos dos palestinianos e considerando o «acordo» morto ainda antes de nascer. (Abril)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Uma multidão nas ruas de Bagdade exige a saída das tropas norte-americanas

Iraquianos de «todas as províncias» juntaram-se em Bagdade esta sexta-feira, indica a PressTV, referindo-se à informação divulgada pela cadeia iraquiana al-Ahd. Os manifestantes exibiram cartazes e gritaram palavras de ordem contra Isreal e os EUA, e a exigir a expulsão das forças militares norte-americanas.

Sobre o número de participantes na marcha, o comandante da Polícia Federal iraquiana, Jafar al-Batat, afirmou que havia «mais de um milhão de pessoas a manifestar-se nas ruas de Bagdade». Por seu lado, o portal Iraq & Middle East Updates afirmou que a marcha tinha «mais de oito quilómetros de ruas cheias de gente» e referiu-se a «milhões de iraquianos que exigem a retirada total das forças norte-americanas do Iraque». (Abril)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Arranca na Venezuela o Encontro Mundial Anti-imperialista, apesar dos «bloqueios»

O secretário-executivo do Movimento Somos Venezuela declarou ontem à Prensa Latina que está tudo pronto para receber os delegados dos cinco continentes que, entre hoje e a próxima sexta-feira, vão participar no Encontro Internacional Anti-imperialista.

Com o lema «Pela Vida, a Soberania e a Paz», o evento vai reunir anti-imperialistas de todo o mundo e será «espaço de discussão, debate e construção colectiva para reforçar os planos de luta dos povos», disse Maldonado. (Abril)

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

«Saludo al Encuentro Antimperialista en Caracas»

[De Néstor Kohan] ¿En qué época vivimos? En los tiempos del imperialismo mundializado, perfeccionado, generalizado y voraz. Digan lo que digan las usinas ideológicas y los grandes monopolios de incomunicación del poder establecido, el imperialismo no ha desaparecido ni está pasado de moda. ¡Muy por el contrario!

Recientes estudios corroboran que la dominación de las grandes empresas, firmas y conglomerados multinacionales (y el complejo aparato político-militar-industrial que las defiende) se van extendiendo cada vez más por el planeta. Se expanden en extensión territorial y penetran con mayor profundidad en las relaciones sociales. Desde los estados-naciones hasta los vínculos personales.
[…]
¡Pero no todo está perdido! Las resistencias populares de la Cuba martiana, la Venezuela bolivariana y el Irán antimperialista (aunque no socialista); las rebeliones subterráneas y extra-institucionales de Ecuador y Chile; la persistencia de las insurgencias de Colombia, Chiapas y Palestina; aunque también las desobediencias electorales en Argentina y México; y la indisciplina social generalizada en Brasil, Bolivia, Irak, el estado español e incluso la vieja y colonialista Francia, seguramente auspician nuevas insurgencias futuras a escala internacional. La lucha paciente y persistente de los pueblos es un manantial rejuvenecedor. (lahaine.org)

domingo, 19 de janeiro de 2020

«Trump y la apoteosis de la barbarie»

[De Atilio Boron] No contento con esta criminal violación de la legalidad internacional y de las propias leyes de Estados Unidos, Trump ordenó que se le negara a Mohammad Javad Zarif, Ministro de Asuntos Extranjero de Irán, la visa de entrada para informar de lo ocurrido ante el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas en Nueva York. O sea, cero debate, cero información: basta con la versión del imperio, reproducida impúdicamente por la prensa hegemónica. [...]

Para su imborrable deshonra el portugués António Guterres, Secretario General de Naciones la ONU, el guardó cómplice silencio ante el asesinato de Suleimani y también frente al ilegal veto a la llegada del ministro iraní. El hombre se preocupa por su chequera y nada más. Cobra su sueldo y no ve, no escucha, no habla. Esta es la clase de funcionarios internacionales que Estados Unidos necesita para administrar su imperio sin preguntas incómodas. (insurgente.org)

«Vassalos»

[De Anabela Fino] O assassinato do general iraniano Qassem Soleimani por ordem de Trump veio uma vez mais pôr a nu a hipocrisia que reina na comunicação social dominante e a desonestidade intelectual de governantes e instituições, ONU incluída, que se dizem democráticos. Sempre prontos a intervir em nome da «democracia» ou da variante «direitos humanos», uns e outros metem a viola no saco quando o prevaricador tem assento na Casa Branca.
[…]
«Condenação» mesmo só mereceu a resposta iraniana ao assassinato do seu dignitário, como prontamente fez saber o senhor Silva, que também é Santos, que até aí estava apenas no inconsequente estado de «preocupação» com o terrorismo de Trump. (avante.pt)

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Síria atribui a mais alta distinção ao general Qassem Soleimani

O general iraniano, morto no passado dia 3 num ataque dos EUA em Bagdade, foi condecorado por Bashar al-Assad com a Ordem do Herói da República Árabe da Síria, a mais elevada distinção do país.

A medalha que corporiza a distinção foi entregue esta segunda-feira, em Teerão, pelo ministro sírio da Defesa, Ali Abdullah Ayoub, ao seu homólogo iraniano, Amir Hatami, noticia a agência SANA.
Hatami agradeceu às autoridades sírias a solidariedade expressa ao governo e ao povo do Irão. Acrescentou que a resistência vai continuar e que, se não fossem os sacrifícios feitos pelos heróis do eixo da resistência, incluindo o Exército Árabe Sírio, o Daesh teria controlado vastas áreas na região.

Apoio a Soleimani censurado nas redes Instagram e Facebook
Na edição digital, o diário Granma destacava ontem que as redes sociais Instagram e Facebook «procederam à eliminação de todas as publicações que expressavam apoio ao general iraniano», assassinado em Bagdade por ordem directa de Donald Trump.
Além de Instagram e Facebook, o Twitter também não tem sido parco em censuras e encerramentos de contas – órgãos de imprensa não afeitos ao imperialismo, figuras políticas venezuelanas, o serviço de imprensa da Presidência Síria, são muitas e variadas as contas censuradas. (Abril)

«Augusto e seus senhores»

[De Gustavo Carneiro] O ministro Santos Silva e o seu governo conduzem uma política internacional servilmente alinhada com o imperialismo norte-americano.
Qualquer que seja a questão, seja ela a Venezuela ou o Irão ou outra qualquer, a sua posição soa sempre a memorando da embaixada dos EUA. (odiario.info)

domingo, 12 de janeiro de 2020

«Duas semanas que arrepiaram o mundo»

[De José Goulão] O general Soleimani não era apenas um general admirado no seu país. Ficou conhecido como brilhante estratego do combate travado internacionalmente contra o – praticamente dizimado – Estado Islâmico e a Al-Qaeda –, em vias de sofrerem uma esmagadora derrota na Síria e em fase de transferência para a Líbia.

O assassínio de Qassem Soleimani confirma, portanto, a tendência norte-americana para ajustar contas com pessoas, entidades e organizações que combatem o terrorismo oriundo do tronco comum afegão. O que não surpreende, porque o Estado Islâmico e a Al-Qaeda desempenharam – e desempenham – funções de braços armados dos Estados Unidos e da NATO em guerras como as do Iraque, da Síria e da Líbia. (Abril)