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domingo, 21 de junho de 2020

Willkommen Lenin! Statue of Vladimir Lenin was unveiled in Germany's Gelsenkirchen

Great news from Germany as the much-awaited statue of Vladimir Lenin was unveiled today, Saturday, during an event held in the city of Gelsenkirchen. The initiative for the installation of the 2-meter (6.5-foot) statue, which was originally made in the Soviet Union in the 1930s, belongs to the Marxist-Leninist Party of Germany (MLPD), which had to overcome multiple obstacles before the installation of the statue, as the local council attempted to block the process.

In a previous article, published on March 7, we were writing that the local council of the West Gelsenkirchen district had «resorted to blatant anti-communism and slanders against Lenin» characterizing the great revolutionary an «inappropriate figure to be commemorated in the city». However, the persistence of German communists and especially of the MLPD led to the overcoming of restrictions and the subsequent court’s decision to allow the erection of the statue. / Ver: in defense of communism

quarta-feira, 20 de maio de 2020

«Lénine e a electricidade»

[De Demétrio Alves] Mesmo dando por adquirida a existência de alterações climáticas derivadas das actividades socioeconómicas, e que se considerasse provado cientificamente que tais alterações são lesivas dos interesses e da segurança das sociedades humanas a médio e longo prazos, será que, através das asfixiantes propostas de transição neoliberal feita a mata-cavalos, o bem comum é salvaguardado de forma equitativa em termos mundiais? Na escala de pungentes necessidades humanas é a transição hipocarbónica que tem a prioridade? Por que motivo?

É que, em matéria de revoluções, políticas e tecno-económicas, é sempre necessário ter em conta a realidade objectiva e, sobretudo, que a as transições não sejam operadas à custa da maioria desfavorecida de trabalhadores em favor dos interesses da minoria capitalista cada vez mais rica. (odiario.info)

quarta-feira, 6 de maio de 2020

«Leitura #10 – Marxismo-Leninismo» [150 anos de Lénine]

Marx e Engels primeiro, e depois Lénine, tiveram um papel destacado na criação da ideologia que arma os trabalhadores na sua luta pela emancipação. Os três ajudaram a criar partidos e a criar Internacionais. Tiveram um papel destacado na condução de processos históricos, que no caso de Lénine foi mesmo na maior revolução que o mundo já conheceu. As suas vidas e os seus textos iluminam-nos, mas não são, nunca quiseram ser, uma nova axiomática ou um novo evangelho.

É no mundo concreto das relações de produção concretas que se encontra a força concreta que será capaz e terá que destruir o velho e construir o novo. Cabe-nos contribuir para que tal aconteça, seguindo consequentemente, como Lénine, o lema do Manifesto do Partido Comunista: «Proletários de Todos os países, uni-vos!» (manifesto74)

sexta-feira, 1 de maio de 2020

«Leitura #9 – A Batalha da Produção» [150 anos de Lénine]

Vencida a Guerra Civil e a agressão externa, a Revolução enfrenta a sua mais decisiva batalha: a da produção. É preciso industrializar o país, reforçar a aliança com o campesinato, passar o heroísmo para outra frente de luta. Mais uma vez, é preciso saber recuar e saber avançar, e sempre, saber valorizar a realidade e a sua transformação concreta.

Lénine dá o mote para esta nova e decisiva fase, mas acompanha-a já com crescentes dificuldades, face aos problemas de saúde agravados pelo atentado sofrido. Mas a batalha seria vencida, e um país arrasado e atrasado elevar-se-ia a segunda potência mundial em vinte anos, não apesar de nele não existirem propriedade privada dos meios de produção, grande burguesia ou latifundiários, mas exactamente por causa disso. (manifesto74)

quarta-feira, 29 de abril de 2020

«Leitura #8 – Manter o poder conquistado» [150 anos de Lénine]

Os primeiros tempos da Revolução de Outubro são de uma extraordinária dureza. O Imperialismo recusa a oferta de paz incondicional dos sovietes, e a ofensiva militar alemã ameaça a jovem república. Assinar a «Paz de Brest» é um recuo imenso, mas inevitável para a preservação do poder soviético. A contra-revolução instrumentaliza a Assembleia Constituinte, que já nada representa, e ela é dissolvida. Terminada a I Guerra Mundial, as potências da Entente viram-se contra o Estado dos Trabalhadores, 14 países invadem a Rússia em apoio aos antigos exploradores do povo.

Lénine assume um papel central em todos estes combates. Não é por acaso que deste período resultam dois livros essenciais para compreender quer o combate ao oportunismo de direita («A revolução proletária e o Renegado Kautski»), quer o combate ao oportunismo de esquerda («Esquerdismo, Doença Infantil do Comunismo»). Contra (quase) todos os prognósticos, a Rússia Soviética resiste e o poder dos trabalhadores sai reforçado. (manifesto74)

terça-feira, 28 de abril de 2020

«Aniversario 150 del nacimiento de Lenin en tiempos de pandemia» [áudio]

[De Néstor Kohan] El pensamiento revolucionario de Lenin y sus teorías del imperialismo, de los medios de comunicación y de la hegemonía sirven para analizar la pandemia

Los aniversarios siempre son útiles para repensar, para evaluar las figuras históricos, las obras, los pensamientos. Y Lenin ha sido una de las personalidades que marcó todo el siglo XX y lo que va del XXI. Alguna vez se dijo que su política bolchevique, radical, revolucionaria, era, vista para el sentido común tradicional, demasiado extrema, demasiado «ultraizquierdista». Sin embargo, Lenin logró, para la clase obrera, muchas más reformas que todos los reformistas del mundo juntos. / OUVIR em lahaine.org

terça-feira, 21 de abril de 2020

«Leitura #6 – Fevereiro de 1917» [150 anos de Lénine]

Lénine está no exílio quando «em 8 dias se desmorona a Monarquia» na Revolução de Fevereiro de 1917. Ao mesmo tempo que atravessa uma Europa em Guerra para regressar a Petrogado, escreve aos seus camaradas que lutavam na Rússia «As Cartas de Longe», destaca a «Dualidade de Poderes» surgida com a Revolução, com o Governo Provisório e os Sovietes, e aponta as «Tarefas do Proletariado na Presente Revolução», que passaram para a História pelas Teses de Abril, e onde se aponta a necessidade da palavra de ordem que iria mudar o mundo: «Todo o poder aos Sovietes!» (manifesto74)

quarta-feira, 15 de abril de 2020

«Leitura #5 – Sobre o direito das nações à autodeterminação» [150 anos de Lénine]

Uma das questões a que Lénine dedicou especial atenção foi ao direito das nações à autodeterminação e à relação entre as tarefas do proletariado na luta pela autodeterminação nacional e na luta pela superação do capitalismo. Uma questão nuclear do que é ser Internacionalista. (manifesto74)

sexta-feira, 10 de abril de 2020

«Leitura#4 – A I Guerra Mundial» [150 anos de Lénine]

Desde muito antes da Guerra que a Internacional alertava para a inevitável confrontação inter-imperialista que se avizinhava, e para o carácter dessa guerra. Com o eclodir da Guerra, a Internacional vai dividir-se, entre uma enorme maioria de Partidos que abandonam as posições de classe e se passam a várias formas de chauvinismo, e aqueles que, como Lénine, se mantém em posições Internacionalistas.
[…]
Lénine defendeu para esta Guerra a palavra de ordem do «proletariado virar as armas contra a sua própria burguesia», e defendeu-a mesmo sobre a brutal pressão propagandística que acompanha o deflagrar de qualquer guerra, com a burguesia a inflamar justos sentimentos patrióticos até ao chauvinismo. (manifesto74)

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

«Sobre o direito das nações à autodeterminação» (Lénine)

Na edição n.º 230 do programa «Escuela de Cuadros», aborda-se o texto de Lénine, «Sobre o Direito das Nações à Autodeterminação» (1914).

O jornalista e professor Eduardo Rothe dá uma ajuda.

«El derecho de las naciones a la autodeterminanción» (Escuela de Cuadros)Texto acessível aqui: marxists.org.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

«Doce apuntes sobre marxismo (VI de XII)»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Hacemos la entrega VI de la serie de XII escrita para el colectivo internacionalista Pakito Arriaran. En esta sexta entrega veremos la aparición de términos como «marxista» y «marxismo», y la dialéctica, en cuanto tal, y de cómo se desarrolla en la crítica de la economía política capitalista. Aunque todavía en 1917 había textos fundamentales del marxismo sin conocerse, ya estaba teorizado gran parte de lo necesario para saber qué era el capitalismo y cómo destruirlo. En la entrega VII terminaremos de exponer el reformismo en su unidad, porque es a partir de 1917 cuando adquiere su identidad esencial, como expusimos básicamente en la entrega V, sobre la II Internacional. (lahaine.org)

terça-feira, 23 de julho de 2019

«O imperialismo, fase superior do capitalismo» [Escuela de Cuadros]

A edição n.º 228 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros» é dedicada à abordagem deste texto de Lénine, escrito em 1916 e publicado em 1917. Vladimir Acosta ajuda a analisar o texto. [O texto está acessível em marxists.org (pt.)]

«Lenin y el imperialismo (con Vladimir Acosta)»Ver: @escuela_cuadros

sexta-feira, 7 de junho de 2019

«Pacifismo burguês e pacifismo revolucionário» [Lénine]

Na edicção n.º 225 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», estuda-se, com a ajuda de Manuel Azuaje, o texto «Pacifismo burgués y pacifismo revolucionario» (1917), em que Lénine aborda os posicionamentos revolucionários, reformistas e burgueses face à guerra.

«Pacifismo burgués y pacifismo revolucionario» [Escuela de Cuadros]Mais info: marxists.org e lahaine.org

terça-feira, 7 de maio de 2019

Maurício Castro: «Considero impresindible volver a Marx y estudiar su obra»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri] Debo admitir que siento una especial admiración por la figura de Lenin y diría que sí, que es tal vez el único que alcanza un grado comparable al de Marx como talento teórico, con una obra monumental en extensión y variedad, que no deja de sorprender cuando tenemos en cuenta que, en simultáneo, fue capaz de organizar y dirigir la toma del poder por un pequeño partido, que consiguió ganar los corazones de millones de habitantes del antiguo imperio zarista. También me parece admirable su capacidad crítica de la realidad, lejos de todo dogmatismo y con gran fertilidad teórica, lo que también lo acerca al genio alemán que, sin duda, era su principal referente teórico. / Ver: boltxe.eus

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Maurício Castro: «Considero impresindible volver a Marx y estudiar su obra»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri] Debo admitir que siento una especial admiración por la figura de Lenin y diría que sí, que es tal vez el único que alcanza un grado comparable al de Marx como talento teórico, con una obra monumental en extensión y variedad, que no deja de sorprender cuando tenemos en cuenta que, en simultáneo, fue capaz de organizar y dirigir la toma del poder por un pequeño partido, que consiguió ganar los corazones de millones de habitantes del antiguo imperio zarista. También me parece admirable su capacidad crítica de la realidad, lejos de todo dogmatismo y con gran fertilidad teórica, lo que también lo acerca al genio alemán que, sin duda, era su principal referente teórico. / Ver: boltxe.eus

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Faleceu em Paris o marxista egípcio Samir Amin, aos 86 anos de idade

[De Diário Liberdade] Mundialmente reconhecido como um dos grandes teóricos marxistas do nosso tempo, Samir Amin morreu este domingo em Paris.

Nascido em 1931 no Egito, de pai egípcio e mae francesa, Samir Amin era doutor em Economia e tinha formaçom em Ciência Política, dedicando toda a sua vida adulta ao estudo do capitalismo. Tendo trabalhado no Cairo no Instituto de Administraçom Económica nos anos 50, morou em diferentes países até se converter em diretor do Fórum do Terceiro Mundo em Dacar, no ano 1980.

Nos anos 60, fijo parte do Partido Comunista Francês, distanciando-se para apoiar a corrente maoista aquando da disputa sino-soviética. Conta com importantes estudos sobre a Lei do valor, o eurocentrismo, as relaçons centro-periferia, assi como sobre categorias discutidas no seio do marxismo contemporáneo, como «crise estrutural», «capitalismo senil» ou «intercámbio desigual». Também defendeu a tese da entrada, nos anos 60, numha nova fase do capitalismo, que chamou «de monopólio generalizado», muito além do incipiente descrito por Lenine em 1916.

Nos últimos anos, estudou o fenómeno do desenvolvimento chinês, a crise do capitalismo como civilizaçom e o acirramento dos confrontos imperialistas, sem deixar de analisar a dependência como fenómeno característico das relaçons entre centro e periferia do capitalismo mundial, nomeadamente as periferias africana, asiática e latino-americana.

Foi também crítico do islamismo, enquanto força colaboracionista do imperialismo norte-americano na regiom do Médio Oriente, definindo-o como «arma da globalizaçom», conseqüência da crise mundial do capitalismo.

Samir Amin participou em duas ocasions na Semana Galega de Filosofia, nas ediçons de 1989 e 2011. (Diário Liberdade)

Ver tb.: «O imperialismo americano, a Europa e o Médio Oriente», de Samir Amin (resistir.info)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Pablo Hasél – «Comunista»

Tema do rapper comunista de Lleida (Catalunha).

terça-feira, 31 de julho de 2018

«Lenin: la transformación de la guerra imperialista en guerra civil»

[De Juan Manuel Olarieta] La postura leninista frente a la guerra también se opone a los reformistas, que se convierten en un apéndice de la propia burguesía, es decir, en socialimperialistas y, por lo tanto, acaban con el internacionalismo, que es el signo distintivo del movimiento obrero.

El enemigo de la clase obrera no es otro país, ni mucho menos el proletariado de otro país, sino la burguesía propia, que es la que conduce al país a la guerra y los revolucionarios tratan de derrotar a esa burguesía, de donde deriva la consigna de «transformar la guerra imperialista en guerrra civil», a la que Lenin califica como «la única consigna proletaria justa».

«Lo que ve y siente todo obrero consciente es que, si debemos perder la vida, que sea luchando por nuestra propia causa, por la causa de los obreros, por la revolución socialista y no por los intereses de los capitalistas, de los terratenientes y los zares», escribió.

La neutralidad de los reformistas conduce siempre a la peor de las políticas posibles, la pasividad, que convierte la «lucha» contra la guerra imperialista en frases vacías, tales como «guerra a la guerra». En medio de una guerra, por reaccionaria que sea, el movimiento obrero internacional, además de tomar partido abiertamente, debe llevar a cabo una actividad práctica, revolucionaria: «Las acciones revolucionarias contra el gobierno propio en tiempos de guerra significan indudable e indiscutiblemente no sólo el deseo de su derrota, sino tambien aportar un concurso activo a esa derrota». (Movimiento Político de Resistencia)

sexta-feira, 11 de maio de 2018

«Inperialismoaren zuriketa»

[De Asier Blas de Mendoza] Bestalde, gure egunerokotasunean Errusia zenbat dago presente? Zenbat produktu erosten diegu? Errusiar bankuek gure ekonomia kontrolatzen dute? Federazio eurasiarrak Munduko BPGren %2 baino ez du ordezkatzen, gutxi-asko dagokiona populazioagatik. Errusiar jaiak noiz diren badakigu? Akaso Halloween, Santa Claus eta Esker On Eguna errusiarrak dira? Errusiar militarrak ditugu ateetan? Orduan zergatik estigmatizatu nahi da Errusia? Hain zuzen ere, Leninek zehazten dituen bost ezaugarri horiek dituzten herrialdeei aurre egiten dielako, bere interes nazionalaren defentsan bai, baina aurre egiten die, besteak beste, inperialismoaren esanetara jarri nahi ez diren bere herrialde aliatuei lagunduz, gaur Siria. (argia.eus)