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segunda-feira, 18 de março de 2019

Neonazis e veteranos da Waffen-SS voltaram a marchar em Riga

A Embaixada da Rússia no país do Báltico condenou a marcha de homenagem aos legionários da Waffen-SS, que classificou como «uma vergonha». Na sua conta oficial de Twitter, a Embaixada afirmou, no sábado: «Que vergonha! Veteranos da Waffen-SS e apoiantes estão novamente a marchar com honra no centro de uma capital europeia. E isto acontece na véspera do aniversário dos 75 anos da libertação de Riga dos invasores nazis!»
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A Legião da Waffen-SS da Letónia foi fundada em 1943. Muitos dos seus membros viriam a integrar depois, juntamente com combatentes da Lituânia e da Estónia, os chamados Irmãos da Floresta, que até 1953 lutaram contra as tropas soviéticas nos países bálticos.

Em Julho de 2017, a NATO publicou um vídeo que apresenta, com visível dose de heroísmo, essa guerrilha anti-soviética, sem mostrar grande preocupação pelo facto de, nessas forças, estarem integrados muitos legionários das SS nazis ou os que, nos países bálticos, haviam colaborado com as forças invasoras nazi-fascistas. (Abril)

domingo, 10 de junho de 2018

«Solidarnosc: el gran montaje sindical de la CIA contra Polonia»

[De Grover C. Furr] Desde su llegada a la Casa Blanca en 1980, Reagan apoyó al sindicato polaco Solidaridad, apoyandose en la CIA, la Iglesia católica y el sindicato AFL-CIO. Fue una de tantas acciones encubiertas del imperialismo durante la Guerra Fría en Europa oriental.
[…]
Por lo tanto, verosímilmente Solidarnosc está ligada a la CIA, que es una organización antiobrera. Como muestra Langguth, el “anticomunismo” se utiliza como una razón conveniente para que los regímenes pro-estadounidenses de todo el mundo, ayudados por la CIA, repriman todos y cada uno de los movimientos que apuntan a mejorar el nivel de vida de los trabajadores. (movimiento político de resistencia)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

«Polónia: vítimas, cúmplices e manipuladores»

[De Manuel Loff] Na Polónia, hoje governada pela extrema-direita, a reescrita da história inclui a proibição – em nome do «bom-nome da Polónia» – da menção aos campos de extermínio que os nazis ali instalaram, ou à cumplicidade com o ocupante nazi-fascista no massacre anticomunista e anti-semita por parte de colaboracionistas e fascistas polacos. (odiario.info)