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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Forças israelitas voltaram a atacar estudantes palestinianos em Hebron

De acordo com fontes locais, este domingo as forças israelitas atacaram fisicamente vários alunos que seguiam para a escola – tendo tentado deter um deles – e dispararam bombas de gás lacrimogéneo contra pais que tentaram intervir, informa a agência Ma'an.

Esta manhã registaram-se novas agressões por parte das forças israelitas a escolas na cidade de Hebron, na área H2. Segundo a agência Ma'an, pelo menos seis escolas primárias foram atacadas com bombas de gás lacrimogéneo e dezenas de alunos e professores tiveram de receber tratamento hospitalar, por sufocação devida à inalação de gás. (Abril)

Ver tb.: «Soldados israelitas matam adolescente palestiniano em Gaza» (Abril)

quarta-feira, 10 de abril de 2019

«Sangue e resistência»

[De Jorge Cadima] A resposta sionista ao protesto e à resistência do povo palestiniano é, ainda e sempre, a violência e o massacre. Em cada protesto há dezenas de mortos e centenas de feridos, metódica e friamente alvejados por atiradores de elite. O Conselho de Direitos Humanos da ONU denuncia esses crimes de guerra. Mas os EUA e seus aliados dão total cobertura ao genocídio sionista. (odiario.info)

domingo, 17 de março de 2019

«Las Marchas del Retorno llaman la atención hacia la realidad de los crímenes sionistas»

[Entrevista de Carlos Aznárez ao responsável da FPLP em Gaza, Jamil Mizjer] Jamil Mizjer es uno de los importantes líderes revolucionarios de la Palestina ocupada y como tal viene luchando contra el invasor desde hace años en muy difíciles condiciones. Actualmente, Mizjer se desempeña como jefe de la rama del Frente Popular para la Liberación de Palestina en la Franja de Gaza. En una entrevista con el Director de Resumen Latinoamericano, Jamil Mizjer hace un homenaje a todas y todos los luchadores palestinos que desde hace un año vienen protagonizando en Gaza las denominadas Marchas del Retorno. Además, expresa su opinión sobre la necesidad de seguir uniendo en la acción a las diferentes fuerzas de la Resistencia. (Resumen Latinoamericano)

quinta-feira, 14 de março de 2019

«Las 12 tribus -o más- de Israel: el racismo, el sionismo y el fascismo van de la mano»

[De Juan Manuel Olarieta] Israel tiene muchas más de 12 tribus. No hay un pueblo judío como no hay un pueblo cristiano ni un pueblo musulmán sino poblaciones distintas unidas sólo por los mismos ritos religiosos, como argumentó convincentemente Shlomo Sand hace unos años.
[...]
Pero el mito de la nación judía es tanto un invento del sionismo como del fascismo y conduce a las mismas conclusiones: a la limpieza étnica y a la creación de un Estado confesional. Cada cual debe ubicarse en su propio país porque todos los pueblos tienen un territorio adscrito y si no lo tienen, hay que crearlo, como en el caso de Israel. (movimiento político de resistencia)

domingo, 10 de março de 2019

«Mulheres palestinianas prosseguem luta pela liberdade»

Habitantes nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental, da Cisjordânia e de Gaza, nos campos de refugiados e na diáspora, ou sendo cidadãs de Israel, as mulheres palestinianas «prosseguem o combate pela liberdade e independência do seu povo, pelo retorno dos refugiados, pela criação de um Estado palestiniano», destaca o MPPM. Em simultâneo, mantêm a luta «pela igualdade de género e pelos seus direitos económicos, sociais e políticos», acrescenta. (Abril)

sábado, 2 de março de 2019

Apesar da repressão israelita, milhares de palestinianos manifestam-se em Gaza

Pela 49.ª semana consecutiva, milhares de palestinianos juntaram-se, esta sexta-feira, em zonas próxima da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza, para participar na Grande Marcha do Retorno. De acordo com a agência Ma'an, as forças israelitas dispostas ao longo da vedação dispararam contra os participantes na mobilização desta sexta-feira, provocando pelo menos 17 feridos.

Referindo-se aos dados divulgados pelo Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, a Ma'an informa que nove manifestantes ficaram feridos ao serem atingidos com fogo real, enquanto outros sofreram efeitos de asfixia por inalação das bombas de gás lacrimogéneo também disparadas pelas forças israelitas. Para além disso, o Ministério referiu que um jornalista e dois paramédicos foram directamente atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Colonos israelitas voltam a atacar a escola de Urif, em Nablus

Cerca de 50 colonos israelitas atacaram à pedrada a escola palestiniana de Urif, na região de Nablus. Também esta quinta-feira, colonos e forças israelitas atacaram uma escola primária em Hebron.

A escola da aldeia palestiniana de Urif, no Norte da Margem Ocidental ocupada, tem sido repeditamente atacada, nos últimos meses, por israelitas residentes no colonato ilegal de Yitzhar, muitas vezes com a «ajuda» das forças militares.

Também esta quinta-feira, soldados israelitas dispararam granadas de gás lacrimogéneo contra um grupo de crianças quando estas se encontravam no pátio de uma escola primária ou nas suas imediações, na Cidade Velha de Hebron, no Sul da Margem Ocidental ocupada. (Abril)

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Israel avança com o projecto de colonização de Jerusalém

Em Jerusalém Oriental, habitam mais de 250 mil palestinianos e cerca de 200 mil israelitas, que vivem em colonatos ilegais, uma vez que Jerusalém Oriental é considerada território palestiniano ocupado.

De acordo com dados divulgados pelo MPPM, neste momento vivem em colonatos cerca de 650 mil israelitas na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental ocupadas. (Abril)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

EUA e Israel lançam novos ataques contra território sírio

Os ataques da aviação da chamada «coligação internacional», liderada pelos Estados Unidos, provocaram pelo menos 90 mortos no Sudeste da província de Deir ez-Zor, segundo indica a Prensa Latina.

A estação de TV Ikhbariya revelou que as forças militares israelitas lançaram, esta segunda-feira à tarde, um ataque contra vários pontos na província de Quneitra, no extremo Sudoeste da Síria, tendo destruído o hospital da cidade de Quneitra, que não se encontrava a funcionar. (Abril)

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Julia Boutros canta em louvor do Hezbollah

Concerto de 2013. Viva a resistência anti-imperialista e anti-sionista!

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Forte repressão das forças israelitas em Gaza e na Cisjordânia

As forças israelitas atingiram a tiro mais de 50 palestinianos, esta sexta-feira, quando participavam na Grande Marcha do Retorno, em Gaza, e num protesto contra a violência dos colonos, na Cisjordânia.

Em al-Mughayyir, no Centro da Cisjordânia, pelo menos 19 palestinianos ficaram feridos na sequência dos disparos efectuados pelas forças militares israelitas contra um grupo de manifestantes que protestavam contra os ataques violentos dos colonos judeus extremistas na Margem Ocidental Ocupada. Em Gaza, pelo menos 32 manifestantes foram feridos com balas reais disparadas pelo Exército israelita, segundo revelou Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério palestiniano da Saúde. (Abril)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

«Si consideramos que la solidaridad internacionalista es innegociable, hay que ejercerla»

Nines Maestro habla de su citación para declarar como investigada por financiación del terrorismo ante la Audiencia Nacional. Pero también de la centralidad de la lucha del pueblo palestino, del desconcierto de la izquierda, y de los caminos que podría tomar la revolución.

El hecho de que la Unión Europea en un momento determinado hiciera un listado, ¿quiere decir que Leila Khaled es una terrorista y quienes nos vinculamos con ella estamos contaminados por el delito de terrorismo? Yo creo que ese es uno de los retrocesos más grandes que se han dado en la seguridad jurídica de la legislación de los países. La falta de concreción de ese delito de terrorismo que efectivamente es un arma arrojadiza en función de quién tiene el poder.

El poder considera terrorista a quien le intenta resistir, pero claro, eso es una legitimidad que en derecho es muy discutible, sobre todo en cuanto a la extensión del terrorismo a quien se solidariza con una causa justa enviando dinero para proyectos humanitarios y para situaciones límite que se están viviendo, como es una guerra. (El Salto via lahaine.org)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Trabalhadores da CAF Beasain não querem que empresa construa eléctrico de Jerusalém

De forma unânime, todas as organizações que integram a comissão sindical sublinham que não têm de participar num trabalho que viola «os direitos humanos e o direito internacional».

A empresa de construção ferroviária CAF, em Beasain (Gipuzkoa), está incluída num processo de licitação para a construção de uma nova linha de eléctrico em Jerusalém. O projecto implica a expropriação de terras palestinianas, o que gerou grande polémica a nível internacional. Neste contexto, a comissão de sindicatos que representam os trabalhadores da CAF Beasain defendeu que os trabalhadores não têm de participar em trabalhos que vão contra a «legalidade internacional».

«Existe um consenso generalizado sobre o carácter ilegal do projecto, tanto pelo seu traçado como pelo facto de ser discriminatório, na medida em que é para uso exclusivo de colonos em terra palestiniana», declarou o sindicato LAB.

«Consideramos que qualquer projecto de eléctrico, de qualquer cidade do mundo, incluindo Jerusalém, deve ser realizado no respeito pelos direitos humanos e o direito internacional. Tanto o plenário como o Conselho de Segurança da ONU, bem como o Tribunal Internacional de Justiça, se manifestaram, através de diferentes resoluções, contra a ocupação dos territórios onde o eléctrico referido irá passar», acrescenta o sindicato.

Tendo em conta que o projecto foi totalmente rejeitado pelos palestinanos, os trabalhadores não entendem o que pode trazer de bom para a CAF, pelo que instaram a administração a renunciar à licitação. / Ver: eitb.eus

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Coligação liderada pelos EUA prossegue campanha de bombardeamentos na Síria

Dois ataques numa semana provocaram 30 mortos na província de Deir ez-Zor. Em operações de limpeza, o Exército sírio encontrou esconderijos com abundante material de guerra em Damasco, Daraa e Homs.

Este equipamento, encontrado sobretudo em armazéns e esconderijos debaixo do solo, é na sua maioria de fabrico norte-americano, britânico e israelita. (Abril)

domingo, 27 de janeiro de 2019

A dirigente comunista Nines Maestro acusada de financiamento do «terrorismo» (cas.)

Red Roja promovió a mediados de 2014 y finales de 2015 la recogida de ayuda económica solidaria para enviar al pueblo palestino. Ángeles era la titular de la cuenta bancaria – María y Beatriz eran adjuntas – en la que se recibió la ayuda.

En las dos ocasiones se estaban produciendo ataques desde el estado de Israel que tuvieron como consecuencia centenares de muertes, miles de personas heridas y la destrucción masiva de viviendas y edificios palestinos.

Las compañeras están citadas a declarar el próximo 5 de febrero. / Mais info: insurgente.org  

[Entrevista] «Pretenden atacar a la solidaridad con el pueblo palestino, no lo van a conseguir»
 Entrevista de Boro LH a Ángeles Maestro, dirigente da Red Roja. / Ver: lahaine.org

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

«Israel, licença para matar»

[De Manlio Dinucci] O poder sionista em Israel prossegue e alarga a agressão militar contra a Síria e a política genocida contra o povo palestiniano. Esta escalada integra a preparação por parte dos EUA e da NATO de uma guerra de grande escala contra o Irão.
Em Itália, governo de extrema-direita está, como seria de esperar, inteiramente solidário. O fascismo é um aliado preferencial do imperialismo e do sionismo. (odiario.info)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Soberania da Síria sobre Montes Golã é um «direito inegociável»

O representante da Síria junto das Nações Unidas instou o seu Conselho de Segurança a tomar medidas para travar «as agressões repetidas de Israel» e reafirmou a soberania do seu país sobre os Montes Golã.
[…]
«Não chegou a hora de o CSNU parar as agressões repetidas de Israel contra os territórios da República Árabe da Síria?», perguntou. «Ou será que temos de chamar a atenção dos senhores da guerra neste organismo exercendo o nosso legítimo direito à autodefesa e responder à agressão israelita ao Aeroporto Internacional de Damasco da mesma forma, atacando o aeroporto de Telavive?», prosseguiu. (Abril)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Defesa anti-aérea síria destruiu mais de 30 mísseis em novo ataque israelita

O Ministério russo da Defesa afirma que os sistemas da defesa anti-aérea da Síria abateram pelo menos 30 mísseis de cruzeiro e bombas guiadas ao repelirem o ataque lançado esta madrugada por Israel.

Tendo por base fontes militares, a Al-Masdar News e a Prensa Latina referem que o ataque israelita foi lançado a partir do espaço aéreo libanês (Jabal al-Sheikh ou Monte Hermon, na fronteira sírio-libanesa) e do Norte de Israel, tendo atingido, em território sírio, áreas a sul de Damasco, as localidades de al-Jamraya e al-Kisweh e o Norte da província de Sweida, onde foi atacada uma base aérea. (Abril)

domingo, 20 de janeiro de 2019

Pelo menos 30 palestinianos feridos por soldados israelitas em Gaza

Milhares de palestinianos aderiram à 43.ª sexta-feira consecutiva de manifestações da Grande Marcha do Retorno, junto à vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza. De acordo com Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, pelo menos 30 manifestantes foram feridos a tiro pelo Exército israelita.

Só a leste da Cidade de Gaza 14 civis foram atingidos com fogo real, disse Ashraf al-Qidra, porta-voz do Ministério, acrescentando que as forças israelitas atingiram directamente três ambulâncias, duas das quais pertencem ao Crescente Vermelho palestiniano.

Al-Qidra disse ainda que também ficaram feridos dois jornalistas e três paramédicos, que foram atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

«Vox y la Oposición iraní»

[De Aritz Saidi Olaortua] Me he tomado la libertad y molestia de explicar lo de VOX/MEK. Se habla mucho del financiamiento iraní de los reaccionarios de VOX y no tanto de su ilegalidad/anti-constitucionalidad. La inquebrantable (para algunas cosas, claro). Tampoco cuentan que dicha oposición iraní es mantenida por saudíes, sionistas y yanquis.

Son variados los nombres inventados para la misma órbita y ramal opositor iraní. Los muyahedin del pueblo, amigos de Irán, MEK o el CNRI. También algún cuñado/a los llama marxistas islamistas. Ellos mismos se hicieron pasar así para captar simpatías, aunque fuese una cuña del Sha. (revistalacomuna.com)