quinta-feira, 22 de junho de 2017

No sábado, todos a Bilbau!

Larunbatean, denok Bilbora!
18h30, Sagrado Coração: manifestação nacional a favor da amnistia
Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! AMNISTIA OSOA!
Jamais nos vergamos! Jo Ta Ke amnistia lortu arte!

Mais info: «24 de Junho: manifestação nacional pró-amnistia em Bilbo» (aseh)

Operário basco morre em Sukarrieta

Um trabalhador de 45 anos morreu, ontem, em Sukarrieta (Bizkaia). Num dia de elevadas temperaturas, o operário realizava trabalhos de limpeza, em plena tarde, em obras adjudicadas pela URA - Agência Basca da Água. Só em 2017, 30 trabalhadores morreram nos seus postos de trabalho ou como consequência das tarefas que desempenhavam, em Euskal Herria.

O trabalhador sentiu-se indisposto por volta das 15h30 e veio a falecer, na sequência de um golpe de calor, segundo revelou, esta manhã, o Osalan - Instituto Basco de Segurança e Saúde no Trabalho. Numa nota anterior a esta confirmação, o sindicato LAB já considerava que essa fosse a causa mais provável, sendo que ontem as temperaturas foram extremamente elevadas.

O LAB critica o facto de o operário ter de andar a executar tarefas de limpeza às 15h30, quando o País Basco está há vários dias em situação de alerta amarelo ou laranja devido às altas temperaturas, e sublinha que este factor devia ter sido levado em conta como um dos que contribuem para os acidentes de trabalho.

Tendo em conta que a URA é uma empresa pública, devia estar garantido o cumprimento das «medidas básicas de prevenção», mas, critica o LAB, o caminho que está a ser feito «nas administrações públicas (e também pelo PNV)» é o inverso. Por isso, 30 trabalhadores já morreram este ano, em Euskal Herria, nos seus postos de trabalho ou como consequência das tarefas que desempenhavam. Três em Araba, 10 na Bizkaia, 12 em Gipuzkoa e cinco em Nafarroa.

Perante esta situação, a maioria dos sindicatos bascos - ELA, LAB, ESK, STEILAS, EHNE e HIRU - concentram-se amanhã, 23, às 11h00, frente à sede do Governo de Lakua em Bilbo. / Ver: LAB

«NATO Beloved White Helmets Mass Behead Syrian Soldiers»

A ghastly video of beloved White Helmets with severed heads of Syrian Arab Army soldiers in Daraa was released on 20 June. The headless corpses of the martyred soldiers were seen being brutally dragged from a flat bed truck to be tossed into a dump.

The falsely named «humanitarian» death squads have a long history of savagery against Syrian soldiers, ignored by the lying MSM that continues to glorify them, despite all proof they are funded by the CIA, MI6, EU. (SyriaNews)

«Uma morte é sempre uma tragédia»

[De José Goulão] O que as tropas da NATO fazem no Mali, ao serviço «da União Europeia» e defendendo interesses específicos do neocolonialismo francês, é supostamente estabilizar um regime político que garante a exploração, a exportação e o contrabando de ouro do terceiro maior produtor africano deste metal precioso. Tal como acontece em relação aos diamantes da República Centro-Africana.

Basta consultar as estatísticas para se apurar que a produção, a exportação e o contrabando de ouro do Mali cresceram exponencialmente com a intervenção militar «da União Europeia». Principalmente o contrabando, funcionando com base na mais cruel e insensível exploração infantil, e cuja envergadura se pode avaliar por este facto: só o ouro maliano que entra anualmente nos Emirados Árabes Unidos excede em muito a produção oficial reconhecida pelo governo do Mali, o que leva a supor que este país funciona também como placa giratória do contrabando aurífero realizado em nações adjacentes. (Abril)

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O Mugitu! faz uma pintada gigante contra o TGV [vídeo]

O movimento Mugitu! de desobediência contra o TGV fez uma pintada gigante - 80 metros de comprimento por 10 metros de largura - na plataforma de 14 km já construída entre Villafranca e Castejón. Com a inscrição «AHT-TAV STOP!!», o Mugitu! denuncia a intenção de recomeçar as obras, na sequência das últimas negociações entre o Governo foral navarro e o Governo espanhol.

Em comunicado, o Mugitu! afirma que, após dois anos e meio de paralisação, «o monstro do TGV ameaça acordar de novo, em virtude dos interesses económicos e políticos do regime (UPN-PP-PSOE), partilhados plenamente pelo Geroa Bai, marca navarra do Partido do Negócio Basco (PNV), que teima em acabar o "Y basco» custe o que custar».

Em simultâneo, apela à participação na concentração-conferência de imprensa em defesa do comboio e contra o TGV que terá lugar amanhã, 22, às 19h30, frente à Deputação Foral, em Iruñea.

Pintada gigante contra o TGV em Nafarroa [ahotsa]Ver: ahotsa.info via lahaine.org [com comunicado na íntegra]

«Contra la Unión Europea ¡Por fin!»

[De Borroka Garaia] Hace mucho, mucho tiempo, que desde el soberanismo de izquierda pero sobre todo desde la izquierda abertzale en su sentido amplio que ninguna estructura habla claro sobre lo que supone la UE. Y lo más importante de todo, ninguna ha sido capaz de hacer un análisis en cuanto a ella que lleve a determinar lineas de actuación y objetivos estratégicos. La razón es simple. La lucha de clases no solo se da en el exterior y ha habido intereses demasiado fuertes y no muy contados sobre todo en el ámbito institucional para que por encima de todo prevalezca el no debate y que las aguas sigan el rumbo del interés de clase que quizás no sea el de la clase trabajadora mientras se alecciona a ésta contra «las consecuencias» de la UE pero no contra la propia UE.

Es por ello que después de tanto tiempo, que una organización como Askapena ponga los puntos sobre las íes en referencia a la UE es un punto de inflexión importante. En el documento Unión europea ¡Ni se te quiere, ni se te necesita! se afirma que «tenemos que quitarnos los complejos y tenemos que posicionar a la clase trabajadora vasca en contra de la Unión Europea». Que «Hoy en día plantear un Estado miembro de la Unión Europea significa seguir manteniendo la misma lógica de explotación y saqueo con el que se ha vivido hasta el momento de la secesión» y que «la Unión Europea no se puede cambiar por dentro, ya que desde su inicio es una herramienta para la acumulación de capital y para ello se crearon todas las instituciones y herramientas a su cargo. Y seguirá siendo así, defendiendo los intereses capitalistas e imperialistas de la burguesía europea. No se puede cambiar por dentro, no se puede democratizar. Solo se creó para defender los intereses de la clase dominante y así va ha seguir siendo hasta su muerte». (BorrokaGaraiaDa)

«Leioako akelarrea»: mitologia basca, solstício de Verão e fogueiras de São João

[Akelarre de Leioa] Curto documentário sobre o «Akelarre de Leioa», em que «personagens da mitologia basca» celebram o solstício de Verão e o Donibane Sua (as fogueiras de São João). Em Leioa (Uribe Kosta, Bizkaia, EH).
Leioako akelarrea (erdarazko azpitituloak) from KaLaBaZaN! on Vimeo.
Com legendas em castelhano. / Câmaras: Antxon Unzaga e Jone Ibarretxe; edição: Irati Astobieta e Jone Ibarretxe. (aseh)

Três independentistas detidos na Galiza, sob acusaçom de «enaltecimento»

O Ministério espanhol do Interior pisa o acelerador da repressom contra o movimento popular na Galiza. Presos por receberem um preso político em Compostela. As três pessoas detidas hoje ficárom em liberdade a primeira hora da tarde desta quarta-feira.

Ontem fôrom 9 pessoas acusadas de participarem em manifestaçons solidárias com o CSOA Escárnio e Maldizer. Hoje som três independentistas de Compostela, Vila Boa e Ourense, sob acusaçom de «enaltecimento do terrorismo» (sic) por participarem num ato público de recebimento de Antom Santos, independentista galego preso mais de cinco anos e sujeito a umha cruel política penitenciária até a sua libertaçom no passado dia 14 de maio.


Ceivar a mira das forças repressivas
Iria C., Ugío C. e Afonso L. fôrom detidos hoje em Compostela, Vial Boa e Ourense. Integrantes do movimento de solidariedade com os e as independentistas galegas, participárom num ato público junto a centenas de pessoas no dia 14 de maio, para receber Antom Santos, preso galego durante 5 anos em diferentes prisons do Estado espanhol.

...Ou isso se declarou inicialmente, porque novas informaçom situam as detençons na chamada «Operaçom Jaro», dirigida contra Causa Galiza, ameaçando com novas detençons nas próximas horas ou dias. Como é habitual, os meios burgueses ajudam a baralhar todo o relativo ao operativo policial, servindo de complemento ideológico-informativo à atuaçom repressiva.

Resposta solidária Por seu turno, o coletivo Ceivar já convocou para hoje mesmo concentraçons em várias localidades da Galiza. / Ver: Diário Liberdade

Recebimento ao ex-preso independentista Antom SantosCompostela, 13.05.2017 [Galiza Contrainfo]

terça-feira, 20 de junho de 2017

Iñaki Bilbao já perdeu 13 quilos na greve de fome

Iñaki Bilbao, Txikito, foi visitado, no sábado, 17, por um familiar na cadeia de Puerto III, e, dessa forma, foi possível saber informações sobre a sua situação. Nesse dia, cumpria o 21.º dia de uma greve de fome a favor da independência e do socialismo (notícia). Já perdeu 13 quilos de peso.

Apesar de estar há três semanas sem comer, Txikito afirmou que se encontra com forças e disposto a prosseguir tanto com a greve de fome como com o enclausuramento na cela.

Disse ainda que cabe a todos e todas lutar, pois esse é o único caminho. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Carta al Movimiento Pro Amnistía»

[De Dani Pastor, preso político basco] El enclaustramiento de «lo político y lo social» a las élites en pugna por las sillas en esos lugares distanciados de las mayorías, del más mortal de los humanos, de sus intereses, no creo que sea el futuro. La exclusión del conjunto de la sociedad, de sus masas explotadas, de los centros de debate y decisión (centros liberados) creados por ellas en el camino para configurarse como agentes políticos y sociales, en la consecución de cambios sustanciales reflejados en nuestros fines estratégicos como nación oprimida (INDEPENDENCIA y SOCIALISMO) no es manera, ni digna ni coherente para objetivizar dichas demandas históricas.

Casi se me olvida la maní… La AMNISTíA para los presos y presas políticas vascas (y que hago extensible al resto de militantes políticos de otras organizaciones). En esa mani del 24 de junio estaré junto a vosotros marchando por las calles de Bilbo ¡como para no! ¿Qué mejor manera de negar la reificación de las estructuras de la dominación actual? (Reificación: convencimiento de las personas de que las estructuras sociales están fuera de su control y son inalterables). / Ver: lahaine.org

«Entrevista con el Comandante principal del ELN, Nicolás Rodríguez Bautista»

[De William Parra] Paz y resistencia, dos palabras que definen el entorno de los máximos comandantes del Ejército de Liberación Nacional, ELN, que permanecen en Cuba, tras reunirse con sus compañeros de las FARC-EP y hacer un repaso de los acuerdos de paz firmados entre esa guerrilla y el gobierno de Juan Manuel Santos. Para Nicolás Rodríguez Bautista, conocido como Gabino, y para Antonio García, líderes del comando central, la paz es una necesidad urgente para Colombia, pero una paz que incluya cambios y que no se pacte, según ellos, a cualquier precio. Por ello tienen claro que mientras un acuerdo de paz se pueda firmar con el Estado colombiano su camino es la resistencia. (Resumen Latinoamericano)

9 pessoas detidas em diferentes pontos da Galiza

A Delegaçom do Governo espanhol na Galiza advertiu no dia seguinte à última manifestaçom em apoio ao CSOA Escárnio e Maldizer, agora temos confirmaçom de razzia repressiva da polícia espanhola.

Ao todo, 9 pessoas fôrom detidas em três cidades galegas: 5 em Compostela, 2 na Corunha, 1 em Ourense e mais umha ainda sem confirmar o lugar de detençom, segundo Briga tem informado ao longo da manhá nas redes sociais.

Umha das pessoas detidas é militante dessa organizaçom juvenil da esquerda independentista, tendo em comum com as restantes fazerem parte do movimento social que nas últimas semanas tem manifestado por diversas vias solidariedade ao coletivo violentamente desocupado polas forças policiais espanholas na capital galega, no Centro Social Escárnio e Maldizer.

Enquanto os meios burgueses mantenhem silêncio sobre os acontecimentos repressivos de hoje, som os coletivos e pessoas ligadas ao movimento popular galego que, através de redes sociais e telefones, espalham a notícia. Tendo em conta as ameaças do delegado do Governo espanhol, arejadas em diversos meios a seguir à última manifestaçom, é fácil concluir que as detençons som conseqüência da dinámica repressiva lançada em Compostela e, agora, no resto do País, polas instituiçons espanholas, nomeadamente a Polícia, com ajuda dos meios (des)informativos.

Fontes do movimento solidário consultadas polo Diário Liberdade confirmárom umha inusual «pressom policial» nas ruas de Compostela, com retençons arbitrárias a ativistas sociais e detençons sucessivas sem fundamento conhecido.

A negativa da polícia a explicar o motivo das detençons complementa-se com informaçons limitadíssimas nos meios, o que torna mais inquietante a atuaçom das instituiçons espanholas, em perfeito conluio com os meios de comunicaçom ao seu serviço.

Lembremos que a manifestaçom que terá servido de escusa para as detençons de hoje foi totalmente pacífica, se excetuarmos a violência policial, que causou numerosos ferimentos a pessoas participantes na mesma. Também há que recordar o anúncio de «multas de até 30 mil euros contra 400 manifestantes pacíficos», por participarem na manifestaçom solidária com o Escárnio e Maldizer, e que já noticiamos nestas páginas. / Ver: Diário Liberdade

segunda-feira, 19 de junho de 2017

«Herritar Batasuna ante la manifestación nacional del 24 de junio»

[De Herritar Batasuna] Tanto los unionistas españoles, así como los colaboracionistas «locales», en su afán por deformar la naturaleza del conflicto político-armado, coinciden en su relato acerca de lo sucedido en las últimas décadas: esto es, que desde que se aprobó la Constitución española del 78 vivimos en democracia. Y que, todos los y las militantes vascas encarceladas desde entonces hasta el día de hoy, no son más que terroristas que han pretendido acabar con aquélla para imponer sus ideas totalitarias.

En su opinión, la cuestión de la violencia se reduciría únicamente a tratar las consecuencias derivadas de la ejercida por éstos últimos: de un lado, mediante la adopción de todo tipo de medidas legales, sociales y económicas en solidaridad con las víctimas. Y, de otro, en lo que respecta a la situación de los y las militantes encarceladas, obligarles a que reconozcan el daño causado, muestren arrepentimiento por ello y presten su colaboración con la justicia española. Lo que, en definitiva, no es sino el mero cumplimiento de las vigentes leyes penales y penitenciarias.

Ante ello, la posición de las personas que participamos en la Unidad Popular es muy clara: en todo momento reivindicaremos que los y las presas políticas vascas son militantes políticas encarceladas por su lucha contra la imposición de España y Francia, y a favor de la libertad de nuestra nación. De manera que no aceptaremos que las consecuencias de la lucha ejercida por ellas recaiga individualmente sobre sus espaldas.

Por consiguiente, además de subrayar y reivindicar su condición de presos y presas políticas, exigimos una solución política a su situación, tal y como recoge la propia reivindicación de la Amnistía. / Ver: lahaine.org

Milicianos e gudaris homenageados nos 80 anos da queda de Bilbo

Partidos políticos, sindicatos e várias fundações juntaram-se, este domingo, em Artxanda (Bilbo), para homenagear os 40 mil milicianos e gudaris que lutaram contra o fascismo.

Faz hoje 80 anos que Bilbo caiu em poder dos fascistas. Para homenagear aqueles que lutaram contra o fascismo, ontem juntou-se muita gente em Artxanda. Aderiram à iniciativa partidos como a ANV, o PCE, o PNV e o PSE, os sindicatos ELA, CNT e UGT, várias fundações e a Sare Antifaxista.

A cerimónia decorreu junto à escultura «Hatz marka-Aterpe 1936», inaugurada há 12 anos para homenagear todos os bascos que perderam a vida na luta contra o fascismo e os que sofreram as consequências da ditadura fascista.

Estima-se que mais de 40 mil milicianos e gudaris tenham participado na Batalha de Bilbo, para fazer frente aos fascistas. O Botxo caiu a 19 de Junho de 1937. / Ver: SareAntifaxista [com informação da EFE]

«Uso y abuso del duelo familiar: la necropolítica de la MUD»

[De Maryu Alejandra] Cada familiar utilizado por algún vocero de la MUD, inmediata y posteriormente a la muerte de su ser querido, expone una especie de crueldad que pasa colada porque está siendo muy bien manejada por esos voceros y por los medios que proyectan el suceso, la maquillan con solidaridad y empatía, no es por nada que el necroperiodismo dejó de contar muertos en la morque de Bello Monte y ahora lo hacen en cada protesta opositora: hay más acción y muchas más formas de moldear las reacciones, de causar impacto, es la conversión de la muerte en un performance. (Misión Verdad)

«80 anos» (avante.pt)
[De Filipe Diniz] Há 80 anos, em Junho de 1937, as tropas franquistas desenvolviam uma brutal ofensiva no País Basco. Tomam Bilbau no dia 19. Segue-se o bárbaro massacre dos sitiados.
[...]
Tal como os «neutralistas» de há 80 anos assumiam um «embargo moral» e em vista disso embargavam a venda de armas à Espanha republicana, alguns intelectuais «de esquerda» pairam equidistantes acima de agredidos e agressores, de oprimidos e opressores.

Alfon: 2 anos secuestrado polo Estado [vídeo]

Vídeo-reportagem do Galiza Contrainfo, realizado este sábado, em Vallecas (Madrid), na mobilização para exigir a liberdade de Alfon, jovem madrileno preso há dois anos no Estado espanhol.Mais info aqui.

domingo, 18 de junho de 2017

Nas ruas de Bilbo, Euskal Herria abraçou a Revolução Bolivariana

Esta tarde, uma grande manifestação percorreu as ruas Bilbo sob o lema «Venezuela aurrera. No pasarán». Convocada pela Plataforma Basca de Solidariedade com a Revolução Bolivariana «Venezuela aurrera», teve como propósito «levar para as ruas de Euskal Herria a voz que os meios de informação do imperialismo procuram silenciar».

No decorrer da mobilização, denunciou-se também a grave situação por que passa o povo mapuche no seu território ocupado pelo Chile.

No final, ouviu-se o toque da ancestral da txalaparta e recitaram-se versos lembrando a figura de Hugo Chávez, bem como o compromisso com o seu legado e o seu povo. Foi ainda lida uma carta de ex-refugiados bascos e do colectivo basco-venezuelano Pakito Arriarán, enviada de Caracas.

O Resumen Latinoamericano fez-se representar por Fakun Aznárez.

Euskal Herria com a Revolução Bolivariana [Cubainformación TV]Ver: cubainformacion.tv // FOTOS: Ecuador Etxea

Programa «La Memoria»: «1937-1938: Memoria de aquellos niños»

Uno de los episodios más dramáticos y emotivos de la confrontación bélica antifascista en el Estado español (1936-1939) fue la evacuación de niños de todo el estado a diversos países extranjeros para alejarlos de los bombardeos de la aviación nazi-fascista.
[...]
En este mes de Junio se cumple el 80 aniversario de aque mes de 1937 en el que más de 1.500 niños vascos fueron evacuados a la URSS desde el puerto de Santurtzi, a los que se añadieron otros desde Santander y Asturias. Para la mayoría se trataría de un viaje sin retorno del que por el ciclo vital ya solo unos pocos sobreviven. De ellos, de esa memoria, hemos hablado con Dolores Cabra, miembro de AGE (Agrupación Guerra y Exilio) que este año organiza diferentes actos tanto en el estado español como en los territorios de la extinta URSS para que aquel exilio dramático no quede en el olvido. / Ouvir: Info7 Irratia

«Kontatzen ez dena ez da | ¿Y si no se cuenta?»

[De Sendoa Jurado] Estos dos diarios daban la noticia sobre la huelga de hambre contra la incineradora, mientras no decían lo más mínimo sobre la iniciada por Herri Norte en solidaridad con Iñaki Bilbao. ¿Sabéis cuándo ha conseguido la huelga de hambre de Txikito más notoriedad? Cuando han pintado las sedes de los partidos políticos. Es así, tan triste como eso, y grave al mismo tiempo, porque el mensaje implícito que difunden los medios de comunicación es que determinadas iniciativas quedarán ocultas si no se recurre a la acción directa.
[...]
Es el momento de reconocer que los mayores medios de comunicación de Euskal Herria no son del pueblo, ni cuando nos hablan en euskera. (BorrokaGaraiaDa)

«A poesia que arde»

[De Bruno Carvalho] Mas se a poesia não é mais do que gatafunhar meia dúzia de palavras por que foi objecto da mais violenta das perseguições? Quando a poesia era apenas outro nome para coragem, houve mulheres e homens que deram voz aos que semeavam o futuro. Viver tempos em que é fácil opinar sobre o passado sem se ter a coragem de estar do lado certo no presente deve fazer-nos odiar os muros em que outros se sentam à espera de saltar para o lado do vencedor. (manifesto74)

sexta-feira, 16 de junho de 2017

24 de Junho: manifestação nacional pró-amnistia em Bilbo

Ekainak 24: amnistiaren aldeko manifestazio nazionala Bilbon 
[em castelhano]
[euskaraz]Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! AMNISTIA OSOA!
Jamais nos vergamos! Jo Ta Ke amnistia lortu arte!

«2 años secuestrado por el Estado. Toda una vida de lucha: ¡Alfon Libertad!»

[De Plataforma por la libertad de Alfon] Hará 2 años desde que encarcelaron al joven de Vallekas, Alfon, por acudir a una huelga general de trabajadores.
Por tal motivo, convocamos este 17 de junio a una manifestación para denunciar públicamente que en este país se encarcela a las personas por luchar por los derechos y libertades de la clase trabajadora. (lahaine.org)

«O meu Adeus ao Miguel. O meu abraço à Catarina»

[De Ana Saldanha] O Miguel que nos fez a nós, comunistas e revolucionários, Maiores. O Miguel que se ria de tantos absurdos escritos e ditos. O Miguel que, ao reconhecer erros na análise científica da realidade, e ao constatar o afastamento de uma perspetiva revolucionária por parte de quem nunca a deveria abandonar, alertava para o perigo de, assim, o Homem abandonar o único mundo possível de superar a barbárie capitalista. O Miguel que escrevia História com a Vida, que nos transportava do Alentejo para a Colômbia, do Irão para a Turquia, da França para o Brasil, do Afeganistão para o México. O Miguel que não caberá nunca numa tímida nota biográfica 4 parágrafos. (Prensa Rural)

Su Ta Gar - «Zure aurrean makurtzen naiz»

Do álbum Jaiotze Basatia (1991).

quinta-feira, 15 de junho de 2017

«Instituciones Penitenciarias hace una política de acoso y derribo hacia 'Txikito'»

[Entrevista do La Haine a Jon Iurrebaso, ex-preso político basco e amigo pessoal de Iñaki Bilbao, Txikito] Desde La Haine hablamos vía telefónica con Jon Iurrebaso, ex -preso político vasco y amigo personal de Iñaki Bilbao «Txikito», el cuál cumple hoy jueves 18 días en huelga de hambre en la prisión de Puerto III. Iñaki es el que más años acumula en prisión de l@s pres@s polític@s vasc@s, lleva 33 años encerrado, en dos etapas. Jon es una de las cuatro personas con las que Instituciones Penitenciarias le ha cortado recientemente las comunicaciones a Iñaki, el cual está sufriendo el régimen penal más duro que existe en el Estado español.

El movimiento popular lo que tiene que hacer es levantar la bandera de los derechos políticos, que son los que Txikito reivindica. A Txikito lo tienen como un perro en una celda, y eso hay que denunciarlo, pero también hay que reivindicar porque está luchando Txikito. Nosotros decimos que en el estado español hay presos políticos y esa es una cuestión que hay que dejar clara. Independientemente del trato que está recibiendo (que también hay que denunciarlo), lo que Txikito quiere señalar es su lucha política. Si el está llevando a cabo esta protesta es por una reivindicación política.

Hay que empujar mucho, estamos en momentos difíciles, de mucha lucha ideológica, de mucho reformismo y es muy difícil mantener una posición abertzale revolucionaria justa y coherente, pero en eso seguimos. / LER: lahaine.org

«El socialismo revolucionario abertzale: Kas y Ekin (III)»

[De Borroka Garaia] A finales de los 80 se produjeron una serie de acontecimientos que marcarían parte del devenir en Euskal Herria. El fracaso de las negociaciones de Argel, la firma del acuerdo para la normalización y pacificación de Euskadi, más conocido como pacto de Ajuria Enea, y la caída del muro de Berlín.

En el ámbito del socialismo revolucionario abertzale se lleva a cabo el proceso de disolución de HASI. Partes de la dirección de HASI apostaban por una remodelación de KAS. Concretamente quebrar con la trayectoria de KAS como bloque y que HASI como partido dirigente y centralizado tomara la dirección del proceso revolucionario. Un modelo similar al de EIA salvando las distancias ideológicas. Lo que unido a una apuesta por flexibilizar la amnistía dando paso a posibles indultos individuales, diversos posicionamientos en cuanto a la territorialidad, y desacuerdos en parte del enfrentamiento contra el estado generó un conflicto al interior de KAS que se saldaron con diversas expulsiones y posteriormente la disolución del partido. (BorrokaGaraiaDa)

«A ditadura "En Marche"»

[De José Goulão] Sabe-se que Emmanuel Macron foi ministro da Economia da desastrosa administração de François Hollande; mas desconhece-se quase tudo sobre a sua responsabilidade primeira na elaboração do pacote laboral patronal e anti-trabalhadores contestado nas ruas por centenas de milhares de pessoas e cujas consequências nefastas milhões de cidadãos sofrem já.
[...]
Sabe-se que Emmanuel Macron foi eleito presidente e conquistou a gigantesca maioria absoluta com apoio dos principais bancos nacionais, e alguns internacionais, e também da esmagadora maioria dos presidentes das principais empresas do CAC 40, o índice da Bolsa de Paris; desconhece-se quase tudo sobre a participação na sua campanha, como «conselheiros», de enviados da National Endowment for Democracy (NED) e de ex-membros das campanhas de Barack Obama e Hillary Clinton.
[...]
Sabe-se que um dos primeiros momentos da vertiginosa carreira de Emmanuel Macron foi a presidência dos jovens da Fundação Franco-Americana; mas desconhece-se quase tudo sobre a sua presença em 2014, como convidado, na conspiração anual do Grupo de Bilderberg.

Porém, o mais importante do que se sabe sobre Emmanuel Macron, e que raramente se esmiuça nas análises perspectivando as suas actuações, é a defesa, sem piedade, das soluções políticas, económicas, financeiras e militares indispensáveis para a vigência plena do capitalismo selvagem. (Abril)

«Fernando Martínez Heredia (Cuba, 1939-2017): "Cuba y el pensamiento crítico"»

[De Néstor Kohan] A continuación reproducimos esta entrevista realizada en enero de 1993, en La Habana, Cuba, en medio de un apagón. La mitad de la entrevista se hizo en una oscuridad total, ni nos veíamos las caras. Salió publicada por primera en la revista argentina DIALEKTICA Nº 3/4, 1993. Luego, uno o dos años después, la reprodujo la revista AMÉRICA LIBRE, también de Argentina. Finalmente fue incorporada como apéndice al libro DE INGENIEROS AL CHE. ENSAYOS SOBRE EL MARXISMO ARGENTINO Y LATINOAMERICANO (2000. Buenos Aires, Biblos. Prólogo de Michael Löwy).

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE, QUERIDO FERNANDO, hermano entrañable y admirado. Gracias por todo lo que nos enseñaste y transmitiste, incluyendo nuestras acaloradas y encendidas discusiones, siempre fraternas y absolutamente leales, a veces duras, nuestros debates, nuestras eternas charlas, las infinitas anécdotas, nuestras lecturas compartidas y todos los materiales que nos regalaste, los públicos y los no públicos. / Ver: tatuytv.org // Entrevista completa aqui

terça-feira, 13 de junho de 2017

Pela Revolução Bolivariana e contra a manipulação mediática, manifestação nacional em Bilbo

Organizada pela plataforma Venezuela Aurrera [Venezuela Avante], que integra partidos políticos, sindicatos e organismos de diferente tipo da sociedade basca, a mobilização nacional basca em defesa da Revolução Bolivariana e contra os ataques da «direita golpista» tem lugar este domingo, dia 18, na capital biscainha, com o lema «Venezuela aurrera. No pasarán». Parte ao meio-dia do Sagrado Coração.

Num comunicado, divulgado pela Euskadi-Cuba, associação basca de amizade e solidariedade com Cuba, a plataforma Venezuela Aurrera pede a todos que, no dia 18, «levem para as ruas de Euskal Herria a voz que os órgãos de comunicação social do imperialismo procuram silenciar».

A Venezuela Aurrera sublinha que a «oposição golpista anda há anos a tentar alcançar um cenário propício para repetir o golpe de Estado que tentou dar pela primeira vez em 2002 e ao qual nunca renunciou». «A oposição fascista quer derrubar o Governo venezuelano e, para tal, não se importa de matar gente, tudo pela tão desejada gestão do lucro do petróleo», lê-se no texto.

Denunciando «qualquer ataque ao povo trabalhador venezuelano e ao seu Governo, mais ainda quando os ataques são tão obscenamente violentos e silenciados pela imprensa internacional», a plataforma Venezuela Aurrera faz saber que a Revolução Bolivariana conta com o seu total apoio e reafirma o seu «carácter internacionalista e antifascista» face ao fascismo da oposição venezuelana.

No dia 18, em Bilbo, a solidariedade com a Venezuela Bolivariana trará para as ruas aquilo que o imperialismo silencia e manipula. A presença de todos é fundamental. / Ver: Euskadi-Cuba

Ver tb: «Solidaridad con Venezuela ante el asedio fascista», de Fundación Pakito Arriaran (aseh)

Alastra a solidariedade com «Txikito», há 16 dias em greve de fome

Submetido «a duras e restritivas condições de vida» na cadeia de Puerto III, o preso político basco de Lezama (Bizkaia) entrou em greve de fome «para reivindicar a independência de Euskal Herria e o socialismo». Sucedem-se as mobilizações e mostras de apoio.

No sábado de manhã, 10, ao apelar à participação na manifestação agendada para dia 24 em Bilbo, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão considerou a atitude de Iñaki Bilbao, Txikito, «um exemplo de dignidade». Nesse mesmo dia, ao final da tarde, cerca de 300 pessoas manifestaram-se pela Alde Zaharra bilbaína em solidariedade com o preso biscainho, defendendo a amnistia, a independência e o socialismo.

No dia seguinte, 11, uma dezena de pessoas participaram numa concentração solidária com «Txikito, em greve de fome», exibindo pancartas a favor da amnistia e uma faixa em que se lia «Independência e Socialismo». Para amanhã, às 19h30, está marcada uma outra concentração, no Boulevard donostiarra, para lembrar a greve de fome do biscainho e que «é a luta que nos liberta» [borrokak askatuko gaitu].

Ontem, 12, membros da Herri Norte Taldea, conhecida torcida do Athletic Club, iniciaram uma greve de fome por turnos em solidariedade com Txikito. / Ver: amnistiAskatasuna 1, 2 e 3

«Do anti-semitismo e do anti-sionismo»

[De João Pimenta Lopes] Duas semanas após a aprovação de uma resolução sobre a questão palestiniana, que confunde agressor e agredido e branqueia a histórica agressão de Israel ao povo palestino que prossegue criminosa e violentamente até aos dias de hoje, chegaria ao Parlamento Europeu, muito «oportunamente», uma resolução sobre a luta contra o anti-semitismo.
[…]
Esta formulação integra o conceito de «novo anti-semitismo», que deliberadamente se confunde com o conceito de «anti-sionismo», e decorre de uma estratégia de Israel, que vem já dos anos 70, como resposta à resolução 3379 da ONU, aprovada em 1975 que equiparava sionismo a racismo, entretanto revogada em 1991. O objectivo é claro, alargar o âmbito do conceito para que qualquer comentário, crítica ou acusação, nomeadamente às políticas do Estado de Israel, caiam nesse âmbito impondo a censura, o silenciamento, o medo. (avante.pt)

«A relevância contemporânea de Marx»

[De Claudio Katz] Este texto que o odiario.info hoje publica exige a mais ampla divulgação. Texto profundamente pedagógico, é em si uma notável expressão do valor e da actualidade do marxismo. Marx e Engels identificaram os aspectos essenciais do capitalismo do seu tempo e, ao mesmo tempo, construíram o método de análise que permite compreender as suas tendências de evolução – que em muitos aspectos anteciparam –, os seus limites, as suas cíclicas e inevitáveis crises. «A grande crise que rebentou em 2008 recolocou O Capital num lugar preponderante da literatura económica.» (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

domingo, 11 de junho de 2017

Ezkerraldea saiu à rua contra o desemprego, a pobreza e as despesas militares

Debaixo de intenso sol e com temperaturas que chegaram aos 35 graus, a 24.ª «Marcha por Ezkerraldea contra o desemprego, a pobreza e as despesas militares» realizou-se este sábado, 10, ligando Santurtzi a Sestao, na Margem Esquerda do Nerbioi.
A marcha arrancou, pelo meio-dia, do Parque de Santurtzi e, depois de percorrer algumas das principais vias de Santurtzi, Portugalete e Sestao, na comarca biscainha de Ezkerraldea, terminou na Praça do Casco, em Sestao.

Este ano, os promotores da iniciativa, entre os quais se encontravam sindicatos e organizações sociais da comarca, sublinharam que «a pobreza e a precariedade têm nome de mulher», querendo com isso significar que as mulheres são dos grupos mais duramente atingidos pela precariedade laboral, as políticas de austeridade e a pobreza. / Ver: herrikolore.org e berri-otxoak

«Sobre la convocatoria de referéndum de independencia en Cataluña»

[De Endavant (OSAN) // «Reflexiones y propuestas en torno a la convocatoria del referéndum sobre la independencia en Cataluña»] El objetivo de la izquierda independentista es el ejercicio del derecho a la autodeterminación en los Países Catalanes. En la perspectiva actual en el Principado de Cataluña, esto ocurre no sólo para convocar el referendo sino sobre todo para realizarlo, ganarlo y aplicar los resultados . Cualquier otro escenario que no contemple estos tres elementos supone o bien una puerta a reeditar un pacto con el estado o bien vía libre a una ofensiva recentralizadora.

La autodeterminación sólo la podemos ejercer desde la desobediencia y la ruptura con el ordenamiento constitucional. La autodeterminación es un derecho que no puede estar sujeto a la voluntad de la otra parte. (BorrokaGaraiaDa)

«Mais tropas no Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] A presença militar das antigas potências coloniais e dos EUA em África vem sendo complementada com forças africanas que integram o mesmo dispositivo genérico. A UE informou que «ajudará» uma força conjunta integrada por tropas da Mauritânia, Mali, Chade, Burkina Faso e Níger, mas não esclareceu qual o papel da monarquia saudita – a par de Israel, a grande aliada no Médio Oriente do imperialismo norte-americano – no treino e armamento dessa nova força militar. (avante.pt via odiario.info)

«Contra a transformação da Grécia num centro de operações da NATO» (resistir.info)
[De KKE] O governo SYRIZA-ANEL, seguindo o caminho dos governos anteriores e em nome da chamada doutrina geoestratégica reforçada, arca com sérias responsabilidades porque proporciona território grego, as bases militares do nosso país e assistência multifacética ao aparelho assassino da NATO. [em castelhano: redroja.net]

Ver tb: «Syrian Army raises flag over Iraqi border for first time in years» (Al-Masdar News)

Galiza: «Escárnio e Maldizer: dignidade coletiva frente à violência policial» [com vídeo]

A polícia espanhola convertiu Compostela num verdadeira couto de caça, perseguindo manifestantes por toda a cidade e perpetrando numerosas agressons.

Para além dum sucesso numérico, a manifestaçom em apoio ao Escárnio e Maldizer conseguiu apoio e simpatia da vizinhança e deu umha demonstraçom de dignidade. / Ver: Diário Liberdade / FOTOS do Diário Liberdade e Novas da Galiza: aqui.

«Violencia policial na mobilización solidaria co CSO Escárnio e Maldizer»Video-reportagem de: GalizaContrainfo

sábado, 10 de junho de 2017

MpA sublinha valor da resistência e apela à participação na mobilização de dia 24

Numa conferência de imprensa que hoje deram na capital biscainha, representantes do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) lembraram, de forma especial, a situação do preso político Iñaki Bilbao, Txikito, há 14 dias em greve de fome, e, valorizando a resistência dos «militantes políticos» face à violência e repressão dos estados, apelaram à participação na mobilização que, dia 24, terá lugar em Bilbo. «Porque queremos continuar a lutar», na senda da «independência e do socialismo, que nos aproxime da liberdade», «defenderemos a dignidade dos presos políticos. Não os abandonaremos!», afirmaram.

Lembrando que Txikito decidiu entrar em greve de fome «para reivindicar a independência de Euskal Herria e o socialismo», precisamente quando a cadeia de Puerto III «lhe impôs as condições de vida mais duras e restritivas», o MpA considera que a sua atitude é «um exemplo de dignidade», pelo que insta a população a dar-lhe eco, participando em todas as mobilizações relacionadas com a sua luta.

No comunicado relativo à manifestação nacional de dia 24 em Bilbo, lido na ocasião, salienta-se que as prisões foram, nos últimos 60 anos, juntamente com a deportação, o exílio, a guerra suja e a tortura, um dos «principais instrumentos usados pelos estados» para condicionar a luta pela «liberdade de Euskal Herria».

No contexto de toda a violência exercida pelos estados, o MpA afirma que a «atitude exemplar mantida pelos presos e presas políticas bascas durante largas décadas - sinónimo de dignidade, coragem e solidariedade - tornou-se o reflexo da força de todo um povo».

Para o MpA, «os militantes políticos que os estados mantêm como reféns sempre entenderam que o melhor contributo que podiam dar [...] foi mostrar que a repressão não bastava para vergar a sua vontade ou condicionar a luta do nosso povo». Esta atitude dos presos, exilados e deportados foi «o principal combustível para manter aceso o fogo do povo, enquanto o povo foi o fole dos perseguidos políticos», acrescenta.

Reafirmando o seu «compromisso em não deixar sem apoio político e humano nenhum preso político pelo facto de continuar a manter uma atitude de luta», o MpA apela ao povo basco que se manifeste, dia 24 de Junho, em Bilbo, participando na mobilização que terá como lema «Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! Amnistia osoa!». / Ler comunicado na íntegra: eus. / cas. / fra. // APOIOS à mobilização (já vai em 38 pp.)

Jovem altsasuarra Adur Ramírez na solitária por agradecer solidariedade

Há uma semana, vários organismos juvenis organizaram uma marcha até à cadeia de Soto del Real (Madrid), para apoiar os três jovens de Altsasu (Nafarroa) ali presos e que vão ser julgados por «terrorismo» no tribunal de excepção espanhol, na sequência de uma zaragata com agentes da Guarda Civil, em Outubro do ano passado. Adur Ramírez gritou «eskerrik asko» [muito obrigado] da janela da sua cela, e foi castigado com 11 dias na solitária.

Soube-se isto na quinta-feira, dia 7. Entretanto, o Entzun Altsasu, grupo de apoio aos oito jovens da localidade navarra incriminados neste processo - facto para o qual contribuiu o empolamento dos chamados órgãos de comunicação social e o seu olvidamento das palhaçadas que se dão no Vale de Sakana -, revelou que, ontem, os três jovens encarcerados continuam a ser castigados, tendo sido separados: Jokin Unamuno ficou em Soto, Oihan Arnanz foi enviado para a cadeia de Aranjuez e Adur Ramírez foi transferido para a de Navalcarnero.

No dia 8, Edurne Goikoetxea e Koldo Arnanz, pais de dois dos oito jovens de Altsasu incriminados - Ainara Urkijo e Oihan Arnanz -, foram entrevistados no programa «Kalegorrian», da Info7 irratia. Oihan Arnanz está preso há quase sete meses, como Jokin e Adur, enquanto Ainara faz parte dos incriminados que aguardam o julgamento em liberdade.

Tanto Edurne Goikoetxea como Koldo Arnanz afirmaram sentir-se desamparados e indefesos face a uma situação de injustiça que pode ter consequências ainda mais graves, depois de o caso ter ficado nas mãos da Audiência Nacional espanhola. / Ver: lahaine.org e info7

«Van a por nuestros hijos por ser las cabezas visibles de un movimiento juvenil muy activo»

[Entrevista de Boro a Manu, membro da plataforma Garden Guraso Elkartea, criada por mães e pais de perseguidos políticos da comarca de Tolosaldea (Gipuzkoa). Nas próximas semanas serão julgados cinco jovens, dois deles pela ocupação simbólica de um edifício e três pelos incidentes ocorridos no Carnaval de Tolosa de 2015 nas imediações da Taberna Intxurre. Manu é pai de Ibai, um dos chamados «3 de Intxurre».

Para este sábado, 10, foi convocada uma manifestação em Tolosa em solidariedade com os jovens incriminados e para denunciar as montagens policiais.] LER: lahaine.org

«El orsai intelectual ante Venezuela»

[De Marco Teruggi] No existe hoy otro bloque por fuera del chavismo o de esta derecha. Querer situarse por en un más allá -reivindicando la «complejidad» en contraposición al supuesto «simplismo» que tendríamos todos los demás- es en los hechos, como dice Enrique Dussel, quedar atrapado del lado del bloque de la derecha. Esto significa acompañar la estrategia diseñada y financiada por los Estados Unidos y las clases dominantes venezolanas -esto es, aun con sus contradicciones, una brutal lucha de clases, algo que sí tienen claro los empresarios y terratenientes. No existe un lugar por encima del conflicto, en nombre del pueblo que no estaría representado en las dos fuerzas políticas. (Resumen Latinoamericano)

«Jovem venezuelano morreu ao manipular explosivo» (Abril)
O vice-presidente do executivo bolivariano, Tareck El Aissami, apresentou provas de que Neomar Lander, de 17 anos, morreu ao manipular um artefacto explosivo numa manifestação violenta da oposição, desmontando dessa forma a campanha lançada pela direita e pela imprensa de que fora morto pela Guarda Nacional Bolivariana.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

«Solidaridad con Venezuela ante el asedio fascista»

[De Fundación de solidaridad internacionalista Pakito Arriaran (Venezuela)] En este contexto vemos con profunda preocupación el despliegue de un movimiento fascista, impulsado por la derecha nacional e internacional, de asedio al proyecto emancipador impulsado por el chavismo revolucionario durante más de una década en la República Bolivariana de Venezuela. Con expresiones activas de odio, racismo, fascismo y xenofobia que incluso han comenzado a darse en Euskal Herria.
[...]
Por otro lado la canalla mediática, aquella que siempre asumió la vocería del establishment para debilitar el Proceso Bolivariano tergiversando lo que ocurre en Venezuela, arrecia su arremetida comunicacional, ocultando que la batalla que hoy se libra en algunas calles de Caracas y otras ciudades venezolanas es expresión de un proyecto antipopular que mostró por primera vez sus objetivos de reorganización despótica de la sociedad en 2002, con el golpe de Estado del 11 de abril y la imposición de una dictadura que se propuso revertir el camino hacia la construcción de una sociedad más justa.
[...]
Es en este contexto que vemos de suma importancia la convocatoria de la manifestación nacional bajo el lema «Venezuela Aurrera». ¡No pasarán! Y por ello animamos a tod@s a acudir el domingo 18 de junio a Bilbo y hacer que ese río humano sea el comienzo de una campaña de información y solidaridad con Venezuela, un país que ha dado amparo a tantos hermanos y hermanas vascos y de todo el mundo, y que se convirtió de manos del Comandante Hugo Chávez en un faro y una esperanza por su proyecto emancipador e internacionalista. / Ler: lahaine.org

«El socialismo revolucionario abertzale: Kas y Ekin (II)»

[De Borroka Garaia] En el anterior post se comentaba que es necesario hacer un análisis político de la trayectoria del socialismo revolucionario abertzale para dar respuesta a la pregunta de porqué el socialismo revolucionario abertzale está desaparecido actualmente en todas sus formas y que ésto es clave para entender la coyuntura política actual y para el futuro del propio socialismo revolucionario abertzale. Pero antes de responder a esa pregunta, y sacar las conclusiones requeridas se hace necesario dar cuenta del recorrido político que yo lo voy a dividir en tres partes 1975-1992 (surgimiento de KAS, ciclo tormentoso, división, bloque), 1993-2000 (ciclo de la hormiga), 2001 -2011 (la hormiga sin hormiguero, la muerte de la hormiga roja, división, disolución de Ekin).

Hoy se tratará la primera parte (1975-1992) y se hará al estar alejado en el tiempo y a diferencia del resto de los futuros análisis desde una perspectiva más historicista. En cualquier caso, en esta primera fase temporal se encuentran gran parte de problemas cíclicos en la izquierda revolucionaria de cualquier lugar y también elementos que de una forma u otra nacen en ese contexto pero perviven en sus variantes actuales a día de hoy tras el resultado de un desarrollo concreto. (BorrokaGaraiaDa)

«Receita para o golpe na Venezuela»

[De Bruno Carvalho] Enquanto em Portugal, ao ritmo do processo contra-revolucionário, a realidade mediática se afastou dos trabalhadores e do povo concentrando-se nas mãos dos grandes grupos económicos e financeiros, na pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez o Estado tratou de democratizar os meios de comunicação.
[...]
Hoje é certo que a imprensa é o principal meio para descredibilizar a revolução bolivariana e criar as condições para uma alteração estrutural na realidade política e económica daquele país. As grandes agências de notícias trabalham incessantemente para transformar a mentira em verdade, a democracia em ditadura e a claridade em sombra. (Abril)

«A ascensão das torcidas antifascistas no futebol» (PCB)
[De Matheus Medeiros] Nos estádios — um território visto muitas vezes como violento, machista e conservador — multiplicam-se os grupos libertários e críticos ao capitalismo. Conheça alguns deles.

«Leitura política de "O Capital"» [Escuela de Cuadros]

Na edição 201 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros, o intelectual marxista basco Iñaki Gil de San Vicente propõe uma leitura política de O Capital, situando o sujeito-leitor e a luta de classes em primeiro lugar.

«Lectura política de El Capital»O programa Escuela de Cuadros transmite-se semanalmente na Alba TV (segundas-feiras, 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Pode-se aceder aos programas em www.youtube.com/escuelacuadros e em @escuela_cuadros.

terça-feira, 6 de junho de 2017

O deportado basco Emilio Marigorta apela à participação na manifestação pró-amnistia

[Texto enviado de Cabo Verde] Una vez más os toca movilizaros en pos de las libertades de nuestra querida Euskal Herria, de nuestros presos, de nuestros exiliados, de nuestros deportados.

En pos de la amnístia, independentzia eta sozialismoa, y una vez más me toca hacer una pequeña aportación desde mi punto de dispersión, desde mi deportación.

Euskalerria no abandona a sus hijos, lucha por ellos, no se rinde, no claudica. Desde mi punto de dispersión, quisiera pediros humildemente que participéis en masa en la movilización del 24. Empujando entre todos acabaremos por conseguir la salida de nuestros presos y la vuelta de los exiliados y deportados. Empujando entre todos conseguiremos Amnistia eta Askatasuna. / Ler: amnistiAskatasuna

Sábado, 10, conferência de imprensa em Bilbo
Duas semanas antes da manifestação que, no dia 24, terá lugar na capital biscainha, sob o lema «Inoiz ez markuturik! Denon artean lortuku dugu! Amnistia osoa!», o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) realiza, na Praça do Arriaga, também em Bilbo, uma conferência de imprensa, com início às 11h00. Os apoios e adesões à mobilização podem ser expressos até à próxima quinta-feira, 8. Ekainak 24, denok Bilbora!

Gabiria e Igorre vão integrar a UEMA, este sábado

A Mancomunidade de Municípios de Língua Basca [Udalerri Euskaldunen Mankomunitatea (UEMA)] é composta por municípios onde mais de 70% dos habitantes sabem euskara. Com a integração de Gabiria (Goierri, Gipuzkoa) e Igorre (Arratia, Bizkaia) a UEMA passa a ter 84 membros e 245 mil habitantes.

A segunda assembleia-geral da UEMA este ano - a primeira decorreu em Larrabetzu (Bizkaia), em Janeiro - realiza-se no próximo sábado, 10, em Zestoa (Gipuzkoa), e nela deverão ser aprovados os pedidos de adesão de dois novos municípios: Gabiria (Gipuzkoa) e Igorre (Bizkaia).

O primeiro já tinha anunciado em Fevereiro a sua intenção de integrar a UEMA; o segundo fê-lo ontem mesmo, depois de a decisão ser aprovada em sessão de Câmara. Igorre é o município mais habitado da comarca biscainha de Arratia (o ano passado tinha 4108 habitantes) e, de acordo com o último inquérito sociolinguístico, publicado em 2013, 75,28% dos seus habitantes são euskalduns.

Defender o direito a viver em euskara
Com a integração de Gabiria e Igorre, a UEMA passa a ser constituída por 84 municípios, onde residem 245 mil pessoas. No mandato da actual direcção, já são 11 os municípios que decidiram integrar a instituição: Dima, Ea, Ziortza-Bolibar, Areatza, Larrabetzu e Igorre (na Bizkaia), e Legorreta, Ataun, Mendaro, Errezil e Gabiria (em Gipuzkoa). Destes 84 municípios, a grande maioria é biscainha e guipuscoana; 13 são navarros e um é alavês (Aramaio).

Composta por municípios onde mais de 70% dos habitantes sabem euskara, esta comunidade surgiu em 1991, depois de 17 municípios se terem decidido juntar para a criar e, assim, defender o direito a viver plenamente em euskara. Desde então, a organização não parou de crescer e de dar força à língua basca, apesar de todas as dificuldades a que teve e tem de fazer frente. / Ver: uema.eus

«Terror na Grã-Bretanha: que sabia a primeira-ministra?»

[De John Pilger] Uma fuga de informação norte-americana após o atentado terrorista de Manchester revelou que o MI5 britânico sabia o suficiente sobre o terrorista e o grupo a que pertencia para que esse ataque pudesse ter sido evitado. As grandes potências imperialistas fomentam e apoiam o terrorismo islâmico contra os países árabes, e dão guarida a terroristas nos seus próprios países. A destruição e morte que fomentam contra alvos distantes reaparecem-lhes em casa. Curiosamente, como sucedeu também em França, no decurso de campanhas eleitorais. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

«"Gentrificación", de barrio popular a distrito burgués» [entrevista]

[Entrevista de Enric Llopis a Daniel Sorando e Álvaro Ardura, autores de First We Take Manhattan. La destrucción creativa de las ciudades] En 1964 el sociólogo Ruth Glass empleó por primera vez el término «gentrificación» (de «gentry», pequeña nobleza rural británica). Hacía referencia a las familias británicas de clase media que se trasladaban al centro de Londres, tradicionalmente de clase obrera. En los procesos señalados por Glass, los recién llegados al centro londinense –con mayor poder adquisitivo que los autóctonos- rehabilitaron edificios y viviendas, lo que incrementaba su valor inmobiliario y el «estatus» de los distritos. Con apuros cada vez mayores para afrontar los alquileres, el vecindario más humilde fue poco a poco abandonado estas barriadas, que mutaron de fisonomía. Después de las transformaciones estarían habitadas en buena medida por clases medias, altas y profesionales, sobre todo de piel blanca.

«Gentrificación es la apropiación de un barrio por una ‘gentry’ urbana que no lo habitaba previamente», resumen el sociólogo Daniel Sorando y el arquitecto Álvaro Ardura, autores del libro First We Take Manhattan. La destrucción creativa de las ciudades, publicado en 2016 por Catarata. El título procede de la canción que Leonard Cohen dedicó al célebre distrito neoyorkino. Los autores proponen un modelo con las siguientes fases: abandono, estigma, regeneración, mercantilización y, en muchas ocasiones, resistencias. El libro de 175 páginas también puede leerse como un paseo sociológico por los barrios de Soho (Nueva York), Beleville (París), Southwark (Londres) y Kreuzberg (Berlín); pero también por zonas urbanas más cercanas, como Malasaña (Madrid), La Magdalena (Zaragoza), El Raval (Barcelona) y el Cabanyal (Valencia). «El proceso de gentrificación no es neutral, sino que contrapone los intereses de diferentes grupos sociales», afirman los autores en el prólogo. / LER: lahaine.org

domingo, 4 de junho de 2017

Amigos do preso Asier Ormazabal sofrem acidente grave no regresso de Teruel

O acidente, grave, ocorreu ontem no regresso de uma visita à cadeia de Teruel (Saragoça, Espanha). A associação Etxerat convocou mobilizações para denunciar o sexto acidente rodoviário deste ano relacionado com a política de dispersão imposta aos presos e seus familiares pelas autoridades espanholas e capachos bascos.

Numa nota, a Etxerat denuncia a gravidade do acidente que envolveu dois amigos do preso político basco Asier Ormazabal, na sequência do qual ambos tiveram de ser hospitalizados, gravemente feridos. Ormazabal está encarcerado na cadeia de Teruel e o acidente deu-se nas imediações de Saragoça.

A Etxerat agendou mobilizações para os próximos dias nas quatro capitais do Sul, bem como uma conferência de imprensa para quarta-feira, 7, em que irá denunciar a política de dispersão e abordar as suas consequências. O acidente de ontem é o sexto relacionado com esta política que visa punir os presos e todo o seu meio social e afectivo. / Ver: Berria

A ecologista Gladys del Estal, morta há 38 anos, foi homenageada em Egia

A donostiarra Gladys del Estal foi assassinada por um guarda civil, a 3 de Junho de 1979, num protesto antinuclear e contra o Campo de Tiro das Bardenas, em Tutera (Nafarroa). O colectivo Eguzki voltou a homenageá-la.

Apesar da chuva, dezenas de pessoas participaram, esta manhã, na iniciativa que o colectivo ecologista Eguzki organizou, no Parque Kristina Enea, no bairro donostiarra de Egia, em memória de Gladys del Estal. A jovem, de 23 anos, foi assassinada por um guarda civil, à queima-roupa, no decorrer de uma manifestação anti-militarista e antinuclear, há 38 anos.

Tal como em anos anteriores, a cerimónia contou como uma deposição de flores junto ao monumento que evoca Gladys del Estal no parque donostiarra. Também se dançou um «aurresku» de honra e cantaram-se temas em sua memória. / Imagens da iniciativa / Ver: eguzki.org

«La utilización política del miedo y de la ignorancia: el terrorismo islamista»

[De Mikel Itulain] El miedo, la creación del miedo hacia ese enemigo artificial creado, es un gran negocio para los gobernantes, pues se anula la crítica y deja las manos libres a la impunidad y a la codicia.

Este miedo, este miedo en realidad imaginario y fomentado precisamente por quienes dicen que lo van a combatir, es una lacra social. Pero es una lacra que ha perdurado durante generaciones en nuestras propias sociedades, hoy en día también.

La aparente paradoja de esto se ve en que el creador del terror, del miedo, es el que se ofrece como salvador, y lo trágico es que la población le pide protección al causante del problema, en vez de pedirle su dimisión o expulsarle del poder. (EsPosibleLaPaz?)

«Uma farsa assassina» (Abril)
[De José Goulão] Em pouco mais de duas palavras: os familiares dos inocentes de Manchester, Londres, Paris e Nice deveriam antes pedir responsabilidades aos governos dos seus países por fomentarem o terrorismo que os vitimou.