sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Em Gasteiz, cargas da Polícia Municipal no despejo do «Korre 127»

Em Agosto deste ano, um grupo de jovens ocupou um prédio localizado na Korreria kalea (Parte Antiga de Gasteiz) e que se encontrava vazio há dez anos. Ao cabo de vários meses de trabalho, decidiram inaugurar o espaço ocupado e renovado ontem, 14. Mas tal não veio a acontecer.

A Ensanche 21, sociedade urbanística municipal, quando soube da abertura de portas, interpôs uma acção em tribunal, que deu ordem de despejo ao «Korre 127». A Udaltzaingoa [Polícia Municipal] apareceu, carregou e feriu vários jovens. O edifício foi despejado. Assim funciona o capitalismo.

«'Korre 127' blokea desalojatu dute, Udaltzaingoaren kargekin lagunduta»Irakurri gehiago [mais info]: halabedi.eus

Há 32 anos, aparecia o corpo de Mikel Zabalza e o povo basco veio para as ruas

Faz hoje [gaur duela] 32 anos que o corpo de Mikel Zabalza Garate apareceu no rio Bidasoa, junto a Endarlatsa (Nafarroa). Algumas semanas antes, a 26 de Novembro de 1985, o natural de Orbaizeta (Aezkoa ibarra, Nafarroa) tinha sido preso pela Guarda Civil em Donostia.

Para os familiares e a maioria da sociedade basca, Mikel faleceu quando estava a ser torturado pela Guarda Civil. Hoje, continua a reclamar-se o esclarecimento do seu assassinato.

Depois do «aparecimento» do cadáver de Mikel Zabalza, o povo basco veio para as ruas manifestar a sua revolta. No vídeo, imagens da manifestação em Iruñea, que juntou milhares de pessoas.Ver também: «A 32 anos do seu assassinato, Mikel Zabalza foi homenageado em Orbaizeta» (aseh)

«Macri blindou o Congresso, mas a reforma das pensões ainda não passou»

Tal não impediu que, mobilizados por vários sindicatos, partidos políticos e organizações sociais, milhares de trabalhadores se voltassem a manifestar no Centro da capital argentina, dirigindo-se para a Praça do Congresso.

Em ocasiões recentes, reformados e pensionistas já tinham deixado clara a sua oposição a uma política assente na diminuição dos direitos, a um projecto que «economiza» milhares de milhões nas pensões a que têm direito e em prestações sociais.

A manifestação de ontem, em que participaram muitos reformados e pensionistas, começou de forma pacífica, mas terminou com fortes confrontos nas ruas próximas do Congresso e com grande repressão policial – cada vez mais comum nos «tempos macristas». (Abril)

«CTT: o privado sai caro ao País»

Desde a privatização, o serviço piorou mas os preços subiram todos os anos. Na média de todos os produtos dos CTT, a subida é de cerca de 27% em cinco anos. Ficou muito mais caro mandar uma carta e esta demora muito mais a chegar ao destino.

Ao fim destes anos, o Estado já perdeu centenas de milhões de euros em dividendos e o País deixou de ter um serviço de correios público, fiável e seguro.

Em contrapartida, entre 2013 e 2016, foram distribuídos mais de 270 milhões de euros em dividendos, cerca de um terço da receita total da privatização.

Actualmente, a empresa tem como principal accionista um dos herdeiros de duas das famílias que dominaram a economia portuguesa sob o regime fascista e que mais lucraram com as privatizações: Manuel de Mello Champalimaud, com 10% do capital. (Abril)

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

«Petachitos»

[De Alizia Stürtze (texto publicado no diário EGIN, em 1997)] La gran mayoría de nuestros intelectuales y demás representantes que se proclaman de izquierda han tirado a la basura todo su bagaje analítico marxista anterior y se han apuntado a ese lenguaje posmodernista superficial y liberal que no es sino un batiburrillo de «derechos» (humanitarios, de la mujer, de las minorías, de libertad sexual, de los pueblos o de los gorilas de montaña, que todo se coloca a parecido nivel), un aggiornamento de ese humanismo cristiano reflejado en sindicatos, misiones y demás instituciones cristianas de la primera mitad del siglo, empeñados en poner petachitos pero nunca en ir a la raíz de las cosas.
[…]
Yo desde luego no tengo ningún complejo de «dinosaurio» por seguir analizando la historia en términos marxistas y por reclamar a nuestros intelectuales y políticos «de izquierda» una interpretación marxista de la coyuntura social como único modo previo de buscar nuevas vías no sólo en el camino de la liberación futura sino para hacer frente solidariamente hoy a la frustrante situación del trabajo y a la peligrosa marcha emprendida por el imperialismo (el agresivo imperialismo alemán, por ejemplo, desde nuestra situación europea). Ni pienso cejar en el empeño de pedir a los jóvenes y a los trabajadores que exijan ser formados y equipados con herramientas marxistas que les permitan conocer e investigar la realidad (por dura que sea) como único modo de poder avanzar críticamente hacia un futuro más justo y mejor y, desde luego, de convertirnos en protagonistas de nuestro propio devenir. (BorrokaGaraiaDa)

«Trump e os cúmplices»

[De José Goulão] O reconhecimento ilegal da «unificação» de Jerusalém pelo presidente dos Estados Unidos da América é uma consequência lógica, e previsível, do desprezo internacional com que são encarados os direitos dos palestinianos – uma constante vergonhosa da história dos últimos 70 anos.
[…]
Não tardará que Washington e o fascismo sionista revelem o empenhamento noutras tarefas guerreiras e desestabilizadoras do Médio Oriente, agora que não conseguiram extrair da agressão à Síria todos os proveitos que pretendiam. Quiçá desviando a mira para o Irão, o eterno sonho de Benjamin Netanyahu. Solidariamente activos com eles veremos então os parceiros de sempre, engolidas as discórdias passageiras, e não mais que verbais, sobre Jerusalém.

Em boa verdade, o passo dado por Trump não foi tão ousado e isolado como possa parecer aos incautos. Uma corte de cúmplices, inebriados com aventuras guerreiras, insensíveis ao desprezo que vitima os palestinianos e, através deles, a dignidade humana, ajudou a erguer o sangrento edifício de arbitrariedade e selvajaria internacional à medida de foras-de-lei como Trump e Netanyahu. (Abril)

«A ALBA marca uma etapa de "dignidade para a América Latina"»

As palavras são do presidente da Bolívia, Evo Morales, na saudação aos países-membros da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América, que hoje cumpre 13 anos. O XVI Conselho Político deste organismo, fundado por Fidel Castro e Hugo Chávez, reúne-se esta quinta-feira em Havana.
[...]
Numa mensagem dirigida aos países-membros da ALBA-TCP no dia em que este organismo cumpre 13 anos de existência, o presidente boliviano, Evo Morales, qualificou a Aliança como um «mecanismo de dignidade para o continente».

Na sua conta de Twitter, Evo Morales sublinhou que a ALBA – que em 2009 se passou a designar ALBA-TCP – constituiu um marco na libertação da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), criada pelos Estados Unidos da América, e deu início a uma «etapa de dignidade para a América Latina».

Salientou ainda o papel fundamental de Hugo Chávez e Fidel Castro, «líderes históricos que nos guiaram na luta contra o imperialismo», para a criação da ALBA, «uma aliança política, económica e social [criada] em defesa da independência e da autodeterminação dos nossos povos», disse. (Abril)

«A mais mortífera campanha de bombardeamento da história»

[De Ted Nace] No momento em que o mundo observa com preocupação o crescimento de tensões e a retórica belicosa entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, um dos aspectos mais notáveis da situação é a ausência de qualquer reconhecimento público da razão subjacente para os temores norte-coreanos – ou, como foi chamado pela embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, o «estado de paranóia» – nomeadamente a horrenda campanha de bombardeamento incendiário efectuada pela US Air Force durante a Guerra da Coreia e a mortandade sem precedentes que dela resultou.

Os fatos totais nunca serão conhecidos, mas a evidência disponível aponta para a conclusão de que o bombardeamento incendiário de cidades e aldeias da Coreia do Norte provocaram mais mortes civis do que qualquer outra campanha de bombardeamento da história.

O historiador Bruce Cumings descreve a campanha de bombardeamento como «provavelmente um dos piores episódios de desenfreada violência americana contra outro povo, mas certamente poucos americanos sabem disso». (PCB)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

«Errepresioaren aurrean antolatu gaitezen! / ¡Organicémonos ante la represión!»

[De Leioako 6ak] Y la represión no cesa, desde que nos detuvieran, hemos conocido otros muchos casos, el otro detenido en Leioa, Altsasu, el 11 de marzo en Iruñea, las imputadas de Herrira, el 1 de octubre en Catalunya, Kepa del Hoyo y Belen Gonzalez… No parece que el estado tenga intención de cesar con la represión. Y podría decirse que estos pensamientos tienen base real, pues la represión es un instrumento esencial de los estados, que define su propia esencia. El estado utiliza la represión para asegurar el sistema actual, para asegurar la hegemonía política de los sectores en el poder. Si alguien pone en cuestión el statu-quo tendrá como vuelta la represión.
[...]
Así que, cara a construir mecanismos para protegernos de la represión, vemos imprescindible que desde todos los rincones de Euskal Herria se empiece/continúe reflexionando sobre la represión. Para que desde todos los rincones de Euskal Herria tengamos la capacidad de responder unitariamente. (BorrokaGaraiaDa)

Conferência sobre a Revolução de Outubro em Munitibar

Por iniciativa do município biscainho de Munitibar e da K17, comissão surgida no País Basco para promover as comemorações do centenário da Revolução Socialista de Outubro, realiza-se na próxima sexta-feira, 15, uma sessão dedicada aos «100 anos da Revolução Soviética».

No salão municipal de Munitibar, Gabirel Ezkurdia, politólogo e especialista em questões internacionais, vai dar uma conferência sobre o tema intitulada «1917-2017. 100 anos da Revolução Soviética. Actualidade e legado na nossa sociedade».

A sessão realiza-se na próxima sexta-feira, dia 15, e tem início previsto para as 19h30. / Ver: k17.eus e lea-artibai hitza

«Cuba continua a investir e a liderar na Educação»

Pese embora as limitações decorrentes do bloqueio económico, financeiro e comercial imposto pelos Estados Unidos, a Ilha cumpre grande parte das metas propostas no ponto 2 (referente à Educação) dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, estabelecidos pelas Nações Unidas, salienta a agência Prensa Latina.

De acordo com diversos relatórios da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), Cuba é o país da América Latina com o maior índice de desenvolvimento na Educação e o único que cumpre os objectivos globais do programa Educação para Todos (EPT), estabelecido por este organismo no ano 2000.
[...]
A Educação surge na Constituição cubana como um direito inalienável de todos os cidadãos, constituindo uma das prioridades do Estado.

O ensino universitário, os programas de prevenção da delinquência, a educação sexual responsável, a formação de valores e a questão do género assumem um lugar de destaque no programa de ensino cubano.

A Prensa Latina salienta ainda a importância dada à educação especial, de forma «a potenciar o desenvolvimento integral de pessoas com necessidades específicas», bem como o papel que assumem as escolas de arte, educação física e desporto: «encarados como um direito do povo (…), estes centros estimulam a formação de profissionais e instrutores nas respectivas áreas, e contribuem para potenciar o futuro das artes e do desporto em Cuba». (Abril)

KOP - «Antinazis»

Da Catalunha, KOP.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Grande adesão à greve no Ensino público não universitário da CAB

Dando sequência às mobilizações e greves realizadas no ano lectivo anterior e no actual, milhares de trabalhadores do ensino público da Comunidade Autónoma Basca (CAB) aderiram à greve e às mobilizações de hoje, «para reivindicar o fim das políticas de cortes, a melhoria das condições de trabalho e uma Educação pública que tenha como meta o desenvolvimento integral das pessoas e da sociedade», informam os sindicatos numa nota.

De acordo com Steilas, LAB e ELA, a grande adesão às greves e mobilizações realizadas entre Setembro e Novembro (entre os 65% e os 90%) voltou a confirmar-se esta terça-feira, com uma adesão global de 75% (90% nas haurreskolak (creches), 85% na educação especial, 80% nas limpezas e cozinha, e acima dos 75% entre os docentes).

Milhares participaram nas manifestações convocadas para as três capitais: Bilbo, Donostia e Gasteiz. Entre outras coisas, exigiram maior investimento na Educação e contratação de mais docentes; a diminuição do actual nível de precariedade e a redução do número de alunos por sala; a recuperação do poder de compra dos trabalhadores e a melhoria das suas condições laborais.

Reivindicam ainda o fomento de um modelo de imersão linguística, de modo a criar estudantes euskalduns plurilingues, bem como a retirada da LOMCE das salas de aula bascas e o fim das políticas de mercantilização.

Os sindicatos acusam o Governo de Gasteiz de, até agora, não ter dado resposta a estas reivindicações, nem ter mostrado vontade de negociar. Afirmam ainda que a proposta de orçamento divulgada com pompa e circunstância não contempla nenhuma medida que dê saída ao actual cenário. / Ver: ela.eus

«A fraude eleitoral nas Honduras é clara, acusa a oposição»

[Enquanto alguns meios propagam a intoxicação do costume sobre a Venezuela...] Para o candidato da oposição, que afirma que ganhou as eleições de 26 de Novembro e que lhe estão a roubar essa vitória, «a única solução para a actual crise política que o país vive passa por dar ao povo o presidente que escolheu».
[...]
Na sua edição de ontem, o periódico hondurenho El Libertador dava conta da «grande violência do Exército sobre a população que protesta nas ruas em permanência contra a fraude eleitoral» e referia a existência de «pelo menos 20 mortos durante a crise eleitoral», de acordo com os dados divulgados pelo Comité de Familiares de Detidos e Desaparecidos nas Honduras (Cofadeh) e outras organizações de defesa dos direitos civis.

As mesmas fontes indicam que, desde 27 de Novembro, foram presas mais de cem pessoas, sobretudo pela Polícia Militar e o Exército, e registaram mais de 500 violações graves dos direitos humanos. (Abril)

«Em Alepo Oriental "não havia activistas dos direitos humanos, oposição ou ONG"»

[Publicada a 13 de Dezembro de 2016, quando os mercenários da imprensa nem queriam acreditar. Engulam bem...] Em resultado da grande ofensiva das últimas três semanas, o Exército sírio e seus aliados têm sob controlo mais de 99% do território de Alepo Oriental que estava em poder dos terroristas desde 2012, tendo libertado cerca de 100 mil residentes.

Numa conferência de imprensa realizada esta terça-feira, o major-general Igor Konashenkov, do Ministério da Defesa russo, afirmou que «em Alepo Oriental não foi encontrada nenhuma "oposição", "conselhos locais" ou ONG (organizações não governamentais) defensoras dos "valores ocidentais", tão apreciadas por Londres e outras capitais, como os "capacetes brancos", "associações de médicos" ou "defensores dos direitos humanos"», informa a agência Sputnik.

Konashenkov acrescentou que, de acordo com os testemunhos dos residentes libertados, «havia apenas a fome e o terror total, como castigo dos militantes por quaisquer tentativas de expressão de descontentamento ou de abandono do enclave».

Os sapadores russos «não encontraram um único hospital ou escola que tivessem sido usados para os respectivos fins nas áreas controladas pelos militantes», disse, precisando que foram antes utilizados como tribunais islâmicos, depósitos de munições e fábricas de mísseis artesanais. (Abril)

«Crítica à social-democracia» [Escuela de Cuadros]

Na edição 193 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros, o professor Rubén Zardoya orienta a discussão sobre o texto de Lénine A Revolução Proletária e o Renegado Kautsky (1918).

Neste ensaio, o dirigente bolchevique critica Kautsky e a sua tendência para romper com o que considera a essência do marxismo.

«Crítica a la socialdemocracia» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Tribunal de Bergara investigará violação de menina de 14 anos e outros crimes franquistas

O Tribunal de Bergara (Gipuzkoa, EH) investigará os crimes do franquismo denunciados pela Câmara Municipal de Elgeta (Gipuzkoa). Trata-se de uma decisão histórica, que rompe com o padrão até agora ocorrido nos tribunais do Estado espanhol, onde este tipo de queixas era sistematicamente rejeitado.

Mais info: «Un juzgado de Gipuzkoa investigará la violación de una niña de 14 años y otros crímenes franquistas» (Movimiento Político de Resistencia)

Su Ta Gar - «Gau iluna amaitu da»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em 2009. Gaurko borroka biharko garaipena! Gora EH askatatuta!

«Bashar al-Assad agradeceu à Rússia o apoio na luta contra o terrorismo»

Os dois chefes de Estado estiveram hoje reunidos no âmbito da curta visita que Vladimir Putin efectuou à base aérea russa de Khmeimim, na província síria de Latakia, antes de seguir viagem para o Cairo.

Depois de afirmar que os soldados russos e sírios lutaram lado a lado e deram as suas vidas juntos nos combates contra os terroristas, Al-Assad sublinhou que «o sangue derramado no solo da Síria é mais forte que o terrorismo e os seus mercenários», informa a HispanTV.

«Em nome do povo sírio, expresso a minha profunda gratidão pelo papel que as Forças Armadas da Rússia desempenharam na luta contra o terrorismo no território sírio. A cooperação russa trouxe vitórias que beneficiaram não apenas a Síria, mas todos os países vizinhos», salientou. (Abril)

A FPLP nasceu há 50 anos

A Frente Popular para a Libertação da Palestina nasceu a 11 de Dezembro de 1967, para que a Palestina seja livre do rio até ao mar.

«PFLP announces cancellation of its anniversary rally and its transformation into a march of anger»
The Front invited the Palestinian masses in all of their national and popular sectors to participate in these actions and noted that it considers December 11 to be a day of confrontation of the Zionist forces. It also emphasizes that the Palestinian people are entering a new stage of struggle to establish a national strategy in which all Palestinian movements are united to serve the objectives of our people through resistance and confrontation of the occupation in all locations.

The PFLP also emphasized that its march of anger and revolution will raise its voice against U.S. imperialism, Zionist colonialism and Arab reactionary collusion. It demanded the Palestinian Authority end its continued reliance on negotiations and end security coordination with the occupier.

It called on the Arab and Islamic nations and peoples and all supporters of justice in the world to take to the streets and squares to reject Trump’s declaration and to confront all forms of attack against the Palestinian and Arab people.

For its part, the Abu Ali Mustafa Brigades emphasized that it is open to targeting U.S. interests, especially on Palestinian land, in response to this action. «We confirm that the U.S. imperialist enemy is not welcome on Palestinian land,» said a spokesperson for AAMB. (pflp.ps)

domingo, 10 de dezembro de 2017

Em Durango, reivindicou-se a amnistia, sem submissões

Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão da Bizkaia, realizou-se ontem, em Durango (Bizkaia), uma manifestação a favor da amnistia, sob o lema «Gaurko borroka biharko garaipena» [A luta de hoje é a vitória de amanhã]. Foi dada especial ênfase à necessidade de encarar o conflito abordando as suas causas e alertou-se para os custos daquilo a que alguns chamam «processo de paz» no País Basco.

Excerto do comunicado lido na ocasião:
«Argala ya advirtió del riesgo de que la amnistía fuera usada por nuestros enemigos para desactivar la lucha de liberación del pueblo vasco, y planteó la posibilidad de que tras aplicarla, ese Estado español que había estado asesinando a quienes la demandaban dijera aquello de: “ya tenéis la amnistía, ¿qué más queréis? Habéis conseguido todo lo que queríais”. Centrarse en resolver las consecuencias del conflicto desligándolo de las causas que lo originan es la mejor forma de perpetuar el actual estado de las cosas y, por lo tanto, la opresión que sufrimos como pueblo y como clase.

Hoy ni siquiera hablamos de amnistía, sino de flexibilizar las duras condiciones de las cárceles a cambio de nuestra sumisión, y buen ejemplo de la utilización política que se le quiere dar a esto son las declaraciones del pasado sábado de Jean-René Etchegaray, alcalde de Baiona, llamando a participar en la manifestación de hoy en París: “Pediremos al Gobierno que acerque a los presos y libere a los enfermos, no para olvidar, sino para que sean considerados como presos comunes”.

Garai zail hauetan, bake prozesua deitzen diogu borroka ez egiteari eta normalizazioa etsaiaren terminologia geurea egiteari. Estatuei biolentziaren erabilpenaren monopolioa onartzearekin batera askatasun grina sentitzen duten etorkizuneko belaunaldien kateak astuntzen ari gara. Gure urratsekin Euskal Herria zapalduta mantentzen dutenen legediari zilegitasuna ematen diogun bakoitzean gaurko eta batez ere biharko preso politikoen kartzelero bihurtzen ari gara. Hori ez da gure seme-alabei utzi nahi diegun legatua. Orain arte ezin izan diegu askatasun egoera bat utzi, behintzat ez diezaiegun borroka egiteko eskubidea lapurtu.» / LER comunicado na íntegra aqui

Em Paris, reclamou-se a paz e mais direitos para os presos bascos

Sob o lema «Bakea Euskal Herrian: Orain presoak» [Paz no País Basco: agora os presos], cerca de 11 mil pessoas (na sua maioria provenientes de Euskal Herria) manifestaram-se este sábado na capital francesa.

A mobilização contou com uma ampla representação da Etxerat (associação de familiares e amigos dos presos bascos). Também estiveram presentes representantes dos sindicatos ELA e LAB, e das forças partidárias PNV, EH Bildu (bascas) e PS (francesa).

De acordo com a eitb, ao logo da manifestação viram-se ikurriñas, cartazes a reivindicar a amnistia e o regresso dos presos «a casa». Os familiares dos presos levaram uma faixa gigante em que se lia «Etxean nahi ditugu» (Queremo-los em casa).

Os promotores desta mobilização em Paris quiseram «ajudar a concretizar a paz, exigindo o fim "das medidas de excepção" para os presos», afirma a mesma fonte. Ao Governo francês, reclamaram várias medidas, nomeadamente a transferência dos presos para cadeias próximas do País Basco, a libertação dos presos doentes e a possibilidade de liberdade condicional para aqueles que cumpram as condições segundo o regime comum. / Ver: eitb.eus

«Provocações»

[De Jorge Cadima] As revelações de provocações passadas legitimam a descrença generalizada nas teses oficiais sobre acontecimentos históricos mal explicados, entre os quais os assassinatos dos Kennedy, M.L. King, ou o 11 de Setembro. Ajudam a compreender o passado, o presente, o futuro e a natureza do monstro imperialista, que se alimenta da guerra, da mentira e da provocação. (avante.pt)

PFLP - «Under the Red Banner»

Canção da resistência palestiniana, da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP).

sábado, 9 de dezembro de 2017

«Escobas y belladona»

[De Borroka Garaia] El bien y el mal son dos conceptos que han existido siempre durante toda la historia de la humanidad y en cualquier cultura. Fueron las religiones que aún hoy son actuales (las que lograron hegemonizar y asimilar a las religiones anteriores que ahora son tildadas de mitologías) las que sirviéndose de ello incluso personificaron tales conceptos. De esta manera por ejemplo la religión cristiana se inventó a Dios y al Diablo con la intención de que rija un código moral determinado que sirva a los intereses políticos de quien ostente la capacidad de determinar tales valores. Es decir, un sistema judicial y de control basado en la falsa inspiración divina determinado por la construcción de un enemigo, en este caso el Diablo. Y una vez determinado tal enemigo, basta con extrapolar una relación con el Diablo para ser merecedor de castigo.

Si algo ha habido en la historia de Euskal Herria, eso son juicios, algunos muy conocidos internacionalmente, como el juicio de Burgos contra la resistencia vasca en los 70, la caza de brujas de 1609 en Lapurdi o el famoso juicio al año siguiente en Logroño de la inquisición española contra el supuesto akelarre de Zugarramurdi. (BorrokaGaraiaDa)

«Represión fascista: cuando los jueces reconvierten los derechos en delitos»

[De Juan Manuel Olarieta] En un Estado fascista lo más típico es que los derechos se reconviertan en delitos. Por eso España nunca ha reconocido la existencia de presos políticos, ni detenidos políticos, ni juicios políticos. El franquismo tampoco lo reconoció. En esto el régimen del 78 es igual al régimen del 39.

Vivimos en un país tradicionalmente lleno de delincuentes comunes, de huelguistas, de terroristas, de manifestantes, de raperos, de soberanistas, de humoristas...

La reconversión de los derechos en delitos requiere de una auténtica ingeniería jurídica que, aquí y ahora, es doble y concierne a todos los tribunales de este país, marcados por el mismo sesgo político, o sea, el fascista (no me cansaré de remarcarlo). (Movimiento Político de Resistencia)

«Na barriga da miséria extrema»

[De José Martins] Um importante estudo sobre as desigualdades, a pobreza e a evolução da situação económica brasileira. «Se em 2013 ainda se podia falar de “um Produto Interno Bruto (PIB) muito grande e uma pobreza maior ainda”, agora tem que se actualizar também a primeira perna da equação.
Coloque no lugar “um PIB insignificante que insiste em ficar estagnado e uma pobreza muito maior do que antes”». (odiario.info)

«O Sionismo revigorado sob o Governo Trump»

[Nota Política do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro] Deve-se compreender que tal medida é uma aposta na política beligerante no Oriente Médio, alimentando mais conflitos que só interessam à indústria bélica dos EUA e de Israel por um lado e as justificativas de intervenções políticas e militares, por outro, assim como ocorreu recentemente na Síria e no Iraque.
[…]
Solidarizamo-nos com a causa palestina e seu heroico povo em sua saga pela emancipação política contra o jugo do Estado sionista de Israel, evidenciando que a descabida provocação anunciada pelo Governo de Donald Trump apenas aprofundará os conflitos na região e ampliará o apartheid social e a espoliação política sobre milhões de palestinos. (PCB)

Mais info: «Al menos cuatro muertos y cientos de heridos deja represión israelí en Palestina» (lahaine.org)

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Berri Txarrak - «Betiko leloaren betiko leloa»

A banda é de Lekunberri (Nafarroa). O tema é do álbum Ikasten (1999). [Letra / tradução]

«A roda do povo»

[De Bruno Carvalho] Para este mundo agreste, os transmontanos descobriram, à sua escala e com as devidas diferenças, o que a tanta gente custa entender. Se todas as praças e avenidas deste país fossem rodas do povo jamais governariam os que nos abrem feridas.

Quem nos afundou as pescas, quem nos enterrou os campos, quem nos desmantelou as fábricas, quem nos encheu as aldeias de silêncios de cemitério fê-lo porque um rico faz-se sobre as sombras divididas de muitos pobres.

Talvez devamos aprender mais com os que sujam as mãos de terra e menos com os que enchem os bolsos de dinheiro. A união dos que trabalham é o que ilumina um dos maiores valores universais da humanidade: a justiça social. (Abril)

«General Strike on December 14th in Greece: Workers to give a powerful response to SYRIZA government»

[De PAME] Last week in Greece, the working class witnessed a series of incidents that showed a strong escalation of state oppression and employers' intimidations against workers
[...]
Intimidation in the workplace with threats, blackmails, repression and arrests, the planned attack against the right to go on strike and trade union action, as well as the public prosecution of the anti-auction mobilizations, are key aspects of the doctrine of «law and order» and are an indispensable ingredient to the so-called «fair development» that the government is promoting to support the business groups with money and privileges. (In defense of communism)

PFLP: «Our struggle – not Trump – will decide the fate of Jerusalem»

The Popular Front for the Liberation of Palestine described the declaration of US President Donald Trump as a declaration of war against the Palestinian people and their rights that makes the U.S. position clear as a hostile entity toward our people and a partner of the Zionist state in its crimes against the Palestinian people and land, and it must be addressed on this basis.

Further, the Front considered that Trump also launched a «bullet of mercy» on the so-called two-state solution, the settlement project and the delusions of the peace process. It called upon the Palestinian leadership to learn the necessary lessons from the devastating experience of reliance on negotiations and U.S. domination and announce the immediate withdrawal from the Oslo agreement and all subsequent and attendant obligations.

The PFLP called on the Palestinian masses and their organizations to unite their efforts and respond collectively, practically and forcefully to this decision through action and escalation of the momentum of the popular movement.

The battle for Jerusalem is one for all of Palestine. For us, Jerusalem is Haifa, Safad, Yafa, Gaza, Ramallah and every village and city in Palestine. (pflp.ps)

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

«Alfredo Remírez, preso político vasco, desde la prisión de Basauri»

Tal cual, pura prosa. La verdad, llevaba 3 semanas asustado, temiendo el contenido de esas cartas que sabia que estaban de camino pero que no llegaban. Esas cartas que dan mas vueltas que Willy Fog con una Barik hasta llegar a su destinatario, que soy yo. Esas cartas que pueden hacer tambalear el estado que me tiene preso, por el gran delito de expresar libremente mi opinión y sacar un muñeco de cartón en fiestas de mi pueblo para denunciar la dispersión.

Ahora que estoy cerca de cumplir mi primer mes en prisión, comienzan a llegarme las cartas con mensajes subversivos. Aquí algunos ejemplos: (halabedi.eus)

«La Ley Fascista de Partidos»

[De Juan Manuel Olarieta] Algunos pasaron por la ventanilla, es decir, pasaron por el aro que los fascistas les pusieron delante: cambiaron los estatutos, cambiaron los nombres, cambiaron las banderas… hicieron todo lo que el gobierno de turno les exigió. Pero nadie exigió nada a ningún gobierno fascista, nadie exigió responsabilidades ni a la monarquía, ni a la banca, ni a la Iglesia, ni a la policía, ni a los jueces. Ésa es la esencia de la transición: no fueron los fascistas los que incorporaron a la democracia sino los demócratas los que se incoporaron al fascismo. (opiniondeclase)

«Hutis continuam a frustrar movimentações sauditas»

Abdul-Malik al-Hhouti, líder do movimento Ansarullah, disse que as suas forças tinham conseguido dominar a ameaça colocada à segurança do país pela conspiração lançada por Saleh e as suas milícias, que, para surpresa dos hutis, «se alinharam abertamente com os inimigos do Iémen», refere a Al-Manar.

Tendo conseguido pôr fim à intentona no seio das forças da resistência, que se centrou sobretudo em Saná, Al-Houthi sublinhou a coordenação existente entre as forças de Ali Abdullah Saleh e a coligação liderada pela Arábia Saudita, que lhes deu apoio aéreo. (Abril)

Indarrap - «Viva la Revolución»

A banda é de Gasteiz (Araba, EH). Tema do álbum Sin perder el Norte (2010).

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Mobilizações em defesa da amnistia e pela liberdade dos presos doentes

A Durangoko Azoka, Feira do Livro e do Disco Basco de Durango, começa amanhã, dia 6, e prolonga-se até ao próximo domingo, 10. Para sábado, 9, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão da Bizkaia agendou uma manifestação em defesa da amnistia, com o lema «Gaurko borroka biharko garaipena» [a luta de hoje é a vitória de amanhã]. Tem início às 18h00, junto ao Landako Gunea.

Para reclamar a libertação dos presos doentes, nos próximos dias terão lugar duas concentrações. A primeira, organizada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Arratia, realiza-se na sexta-feira, 8, às 19h30, em Igorre (Bizkaia).

A outra concentração em prol da liberdade dos presos doentes, agendada para dia 12 pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Basauri, tem lugar junto à cadeia de Basauri (Bizkaia), às 19h30.

A AN condenou os 12 «rappers» de La Insurgencia a dois anos e um dia de prisão

A Audiência Nacional espanhola condenou a dois anos e um dia de prisão os 12 rappers do grupo La Insurgencia, acusados de crimes de «enaltecimento do terrorismo». Deste modo, é-lhes retirada a possibilidade de solicitar a suspensão da pena efectiva. O tribunal de excepção condena-os ainda a pagar uma multa de 4800 euros e a nove anos de inabilitação absoluta.

Os 12 rappers de La Insurgencia são os primeiros a ser condenados a mais de dois anos de cadeia, pelo que, se o Supremo Tribunal não aceitar o seu recurso, terão de cumprir a pena.

Alfredo Remírez, preso numa das operações Araña, foi condenado a um ano e meio de cadeia por «enaltecimento», depois de chegar a acordo com o Ministério Público. Posteriormente, a AN espanhola decidiu que tinha de cumprir a pena, tendo em conta os antecedentes relacionados com um processo anterior de «enaltecimento», em que denunciou a política de dispersão dos presos políticos bascos com bonecos de cartão, numa das festas de Amurrio (Araba, EH). / Ler notícia na íntegra, em castelhano: Movimiento Político de Resistencia

«Militarização da UE representa "intervencionismo e ameaça de guerra"»

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta grande preocupação com o aprofundamento do processo de militarização da União Europeia (UE), cujo passo mais recente foi a assinatura, por 23 estados-membros, de uma notificação sobre a chamada cooperação estruturada permanente.
[…]
As declarações de Stoltenberg no próprio dia da assinatura da notificação sobre a CEP deixam em evidência «quão falsa é a tese de que a militarização da UE serviria de contraponto ao poder unipolar dos Estados Unidos da América e do seu instrumento militar, a NATO», afirma-se no texto, que lembra que esta organização «é uma das principais ameaças à paz no mundo» e que, nas últimas décadas, a UE tem apoiado as suas «agressões militares e operações de desestabilização contra a soberania e independência de diferentes estados», ou sido conivente com elas. (Abril)

«Chefe da CIA confirma cooperação entre sauditas e israelitas»

As declarações que o director da CIA proferiu este sábado no Fórum Reagan de Defesa Nacional, na Califórnia, não constituem uma revelação per se, mas vêm confirmar aquilo que diversos altos cargos da administração israelita têm vindo a público dizer: que há contactos – e mais que isso – entre a Arábia Saudita e Israel.
[...]
Também em Novembro, Yaacov Nagel, um antigo conselheiro de segurança interna do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que a Arábia Saudita estava preparada para sacrificar os palestinianos e as suas reivindicações em troca de um acordo com Israel contra o Irão. (Abril)

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

O Boltxe volta a estar na «azoka» de Durango

A 52.ª edição da Feira do Livro e do Disco Basco de Durango, conhecida como Durangoko Azoka, decorre de 6 a 10 de Dezembro. O Boltxe volta a estar presente na «azoka» e, como nos últimos anos, em frente à Herriko Taberna da localidade biscainha. Das 10h00 às 20h00.

Numa nota, este colectivo comunista basco explica que, para apresentar na feira, publicou a obra ¿Para qué sirve «El Capital»?, que integra as conferências dadas por Vladimir Acosta, Carlos Fernández Liria, Iñaki Gil de San Vicente, Néstor Kohan e Rubén Zardoya Loureda no encontro organizado na Venezuela sob o título «¿Para qué sirve "El Capital"?».

Foram três dias dedicados ao estudo de O Capital, obra de Karl Marx cuja importância se está novamente a perceber. O Boltxe Kolektiboa entendeu que era importante publicar esta obra em Euskal Herria, «para que fosse um instrumento para a formação da militância revolucionária».

Este ano, o Boltxe publicou também El factor Fidel (El pensamiento político del comandante), de Katrien Demuynch e Marc Vandepitte, e 117 días, de Ruth First (as memórias da prisão desta militante comunista sul-africana).

Publicou ainda uma edição actualizada (com mais textos) de Lenin, Txabi, Argala: sobre la actualidad del V Biltzar e a segunda edição de Terrorismo y civilización, de Carlos Tupac. / Ver: lahaine.org

«El fin de Aralar»

[De Borroka Garaia] Aralar fue un elemento acelerador de este proceso que venía ya de antes y pese a que su oposición frontal a la lucha armada fuera su banderín de enganche y la cara más visible, lo fundamental estaba detrás y era todo un planteamiento que se ha ido forjando prácticamente desde los años 60 hasta hoy en Euskal Herria. Unos planteamientos que ponían a la lucha institucional en vanguardia del proceso político, un modelo de partido presidencialista, un movimiento popular secundario y dependiente de la política institucional y un rechazo a la lucha de clases y al socialismo revolucionario en favor de la teoría del capitalismo amable y el reformismo pacifista con especial importancia de abrir puertas al interclasismo nacional de cara a una estrategia que está basada, diseñada y conformada con el objetivo exclusivo de que el PNV sea aliado del independentismo.

Aralar se disuelve en el 2017 porque siente que la socialdemocracia abertzale ha hegemonizado todo planteamiento en la izquierda abertzale institucional y las ideas que defendieron hace ya años hoy son los paradigmas que rigen en ella por lo que no ven necesaria su aportación organizativa contando ya con instrumentos, partidos, medio de comunicación e influencia suficiente para no necesitar su trabajo. (BorrokaGaraiaDa)

«Del "jobsharing" al "nesting": 10 engaños del capitalismo cool»

[De Roberto Jara] Repasamos 10 de los términos más infames para encubrir la precariedad en este ranking de la vergüenza. Te lo traducimos del lenguaje neoliberal al precario para desvelar las mentiras de los empresarios.

El lenguaje es también un campo de batalla y en plena ofensiva burguesa los think tanks de la patronal echan humo produciendo nuevos y creativos términos para endulzar y promover las situaciones de precariedad que se multiplican al calor de la crisis capitalista.

Así como la identificación del trabajador con la figura del emprendedor como culpable individual de todas sus circunstancias es uno de los pilares del credo neoliberal, el capitalismo muestra su enorme capacidad para «vestirse de seda» y tratar de encubrir la explotación con tintes «progresistas». Vamos con el ranking. (izquierdadiario.es)

«Lenine, sobre o imperialismo e o capital como sistema mundial»

[De Maurício Castro] Recuperamos o texto publicado no n.º 1 da revista Kallaikia, editada pola AEG, como recensom da ediçom galega do 1.º centenário d'O imperialismo, fase superior do capitalismo, publicada polo Diário Liberdade no passado ano 2016.

«Essa caraterizaçom do fenómeno imperialista tem servido de quadro de discussom sobre a sua correçom, revisom ou contestaçom, mas parece clara a sua utilidade na hora de compreendermos nom só a situaçom do mundo em 1916, mas a atual. Nom que nom tenham acontecido importantes mudanças no desenvolvimento capitalista nestes 100 anos transcorridos, mas a natureza da "fase superior capitalista" tem indubitáveis traços comuns que permitem afirmar que continuamos nessa mesma fase do desenvolvimento histórico capitalista.» (Diário Liberdade)

domingo, 3 de dezembro de 2017

«Ahora retuitear también te puede llevar a la cárcel»

[Reposição da entrevista a Andeka Jurado (Barakaldo, Bizkaia), detido no âmbito da Operação Aranha em Maio de 2015 e que foi a primeira pessoa condenada – a 18 meses de cadeia – por «retweetar» // trabalho de Axier Lopez, originalmente publicado em euskara] Al barakaldes de 33 años Andeka Jurado le detuvieron en 2015. En 2016 la Audiencia Nacional le impuso una condena de 18 meses de prisión, sanción ahora confirmada por el Tribunal Supremo. Es la primera persona que puede ir a la cárcel por difundir un mensaje que él no ha creado.

El debate sobre la libertad de expresión es más viejo que el hambre. Hay un sinfín de opiniones que llevan el debate incluso al terreno filosófico. Sin embargo, en el Régimen español no hay margen para la duda. De la mano del PP, la autocensura ideológica se ha expandido mediante varias leyes –Mordaza– y sentencias judiciales. La victima de la última vuelta de esta rueda represiva es Andeka Jurado: el primer condenado por retuitear. (El Salto)

Gaztetxe da Parte Velha de Iruñea homenageia Maravillas Lamberto

O Gaztetxe da Alde Zaharra da capital navarra foi inaugurado este sábado, 2, ao início da tarde. Chama-se «Maravillas», em homenagem a Mavarillas Lamberto, jovem de Larraga (Nafarroa) que, com 14 anos, foi violada e assassinada pelos fascistas a 15 de Agosto de 1936.

Um grande número de pessoas juntou-se nas imediações do espaço juvenil e autogerido para assistir à sua apresentação oficial, que ontem teve lugar, «depois de meses de intenso trabalho», segundo revelaram membros do gaztetxe.

Do programa fez parte uma visita guiada ao espaço recuperado, onde os jovens deram a conhecer os projectos que têm em curso, como o «Paradisu Zinema» [cinema paraíso], e a actuação de Fermín Valencia.

O espaço chama-se «Maravillas», em homenagem a Maravillas Lamberto, a «florzita de Larraga», que foi violada e assassinada pelos fascistas há 81 anos. A sua irmã, Josefina, esteve presente no acto de inaguração e, emocionada, recebeu um ramo de flores.

Com o nome de «Maravillas», inaugurado gaztetxe da AlZa de IruñeaVer: ahotsa.info / Mais info: BorrokaGaraiaDa

«Criminalização de trabalhadores rurais e militantes do MST aumenta após o golpe»

«A gente que é pobre está acostumado a ser esfolado a vida toda, mas ser condenado sem dever nada, é para terminar de nos arrasar». É assim que o trabalhador rural João*, militante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da região do Pontal do Paranapanema, no Oeste de São Paulo, define a dura realidade que tem enfrentado. O agricultor, de 50 anos, que teve sua identidade preservada pela reportagem do Brasil de Fato, foi condenado a cumprir quatro anos de prisão no último mês em um processo judicial que se arrastava nos tribunais por mais de 17 anos.

O processo é fruto de uma denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, em 2000, que acusou ele e outros militantes de crime ambiental, após a ocupação da Fazenda Guaná Mirim, localizada no município de Euclides da Cunha Paulista. Desde que foi condenado, o trabalhador rural resiste à prisão, que é considerada por ele e pelo MST como mais uma ação arbitrária de perseguição política. (Brasil de Fato)

«A criminalização do BDS em França»

[De Pierre Stambul] A campanha internacional BDS (Boicote, Desinvestimento, Sanções) visa pressionar não apenas a condenação política do regime de apartheid israelita, mas acções concretas que defendam os direitos do povo palestino à liberdade, à justiça e à igualdade. Que o sionismo goza de escandalosa impunidade e de um flagrante colaboracionismo internacional está há muito registado. A perseguição ao BDS em França é uma das expressões desse facto. (odiario.info)

sábado, 2 de dezembro de 2017

«Juicio a Boro, periodista acusado por opinar en redes sociales: "Estamos viviendo una locura"»

[De Josefina L. Martínez] ¿Recuerdas todo lo que publicaste en Facebook hace cinco años? La Audiencia Nacional podría enviarte a prisión por haberle dado «compartir» a una publicación de otra persona, o una foto de terceras personas, por considerarlo «enaltecimiento del terrorismo». Aunque suene increíble, esto ocurría este miércoles en la Audiencia Nacional de Madrid, sala en lo Penal número 4.
[...]
Pero, como denunciaba Boro en su juicio, la justicia actúa con una doble vara de medir. El ejemplo más escandaloso está por ocurrir esta misma semana. El 1 de diciembre la Fundación Francisco Franco va a «honrar» al dictador con una cena pública.
[...]
Pero esto, claro está, no solo no es considerado «enaltecimiento del terrorismo» por la Audiencia Nacional. Por el contrario, el Estado español financia con fondos públicos a dicha organización, que exalta públicamente la obra de un asesino serial en masa, un genocida que utilizó el poder del Estado para aniquilar a todo un sector de la población. (La Izquierda Diario via lahaine.org)

«La proporción de la represión»

[De Borroka Garaia] Cuando se producen saltos represivos, o sea, cuando ante un similar contexto se endurece la represión concreta aplicada, las fuerzas represivas no lo hacen en función de una supuesta proporcionalidad o desproporcionalidad dada sino en función de un interés político que no está relacionado con ajustarse a ningún criterio de proporcionalidad sino de rendimiento y jerarquización inducida de enemigos. Es por ello que los supuestos «hechos» siempre pasan a ser algo secundario mientras que lo que prevalece son los resultados. De ahí que frente a hechos tomados como «no relevantes» pueda existir extrema dureza represiva si los resultados para los represores generan rendimiento.

Si ante la lógica de un estado de excepción, o hechos represivos de enorme dureza, los represores logran jerarquizarlos frente actuaciones de menor escala consiguiendo centralizar el debate en su proporcionalidad, ya tienen la mitad del camino hecho, ya que la raíz de su esencia represiva está a salvo. A los represores no les importa ser más o menos contundentes (para ellos somos abono para sus campos de golf), sino legitimar su monopolio de la violencia hasta hacer el menor uso posible de ella, lo cual les puede llevar a normalizarla en la escala pertinente ya que el objetivo de la represión por muy paradójico que sea es que no haya represión, y sin haberla se produzcan por sí solos los resultados políticos requeridos. Por eso reprimen, su objetivo es la auto-represión. (BorrokaGaraiaDa)

«A educação como contrato de servidão»

[De António Santos] Os empréstimos contraídos para pagar os estudos superiores representam, logo após o crédito à habitação, a maior fatia da dívida dos estado-unidenses.
[...]
E assim continua a crescer, insaciável, insustentável, descontrolado, como cresce sempre o capitalismo, apesar de, todos os dias, três mil estado-unidenses entrarem em incumprimento por não conseguirem pagar a dívida académica.

Recordemos que o custo de uma licenciatura nos EUA ronda os 80 000 dólares e que, em média, os antigos estudantes demoram 20 anos a liquidar este crédito. Simultaneamente incapaz de deter o crescimento das dívidas dos trabalhadores e o emagrecimento dos salários que permitem pagar essas dívidas, o capitalismo viu-se impotente para resolver o que, mais do que uma crise, é a essência da sua própria natureza. (avante.pt)

Mikel Laboa - «Ama»

Tema do álbum Lau-Bost (1980). [Letra]

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Sara Fernández voltou a ser lembrada em Iruñea

No dia 29 de Novembro, fez 14 anos que a iruindarra Sara Fernández Esparza, amiga de um preso político basco, perdeu a vida num acidente rodoviário, em Aranda de Duero, quando o ia visitar.

Sara Fernández, habitante da Alde Zaharra de Iruñea [Parte Velha de Pamplona], faleceu a 29 de Novembro de 2003, quando viajava para a cadeia de Valdemoro (Madrid), para visitar o seu amigo Iñaki Etxeberria, preso político basco do bairro pamplonês de Donibane. Sara tinha 34 anos.

Desde então os seus conterrâneos não se esquecem de a homenagear nesta data, denunciando a política de dispersão.

Na passada quarta-feira, houve uma manifestação em sua memória, que percorreu várias ruas da Alde Zaharra e terminou na Rua Aldapa, com um acto evocativo.

14 anos sem Sara, vítima da política de dispersãoVer: ahotsa.info

«La vitalidad del pensamiento radical latinoamericano»

[De Néstor Kohan] A propósito de Armando Hart Dávalos y su relectura del marxismo / Falleció un amigo y compañero entrañable: Armando Hart //

El presente texto constituye el prólogo a Marx y Engels: Dimensión ética y contemporaneidad. Una visión desde Cuba, de Armando Hart Dávalos, a publicarse próximamente por editorial Ocean press. Artículo publicado el 10 de septiembre de 2004 (lahaine.org)

«A ficção mais cruel dos nossos dias»

[De José Goulão] A mensagem propagandística dizendo-nos que os Estados Unidos da América e seus mais sonantes aliados combatem o chamado «Estado Islâmico» ou Daesh é, nas suas múltiplas consequências e nos desmultiplicados efeitos, a ficção político-militar mais cruel dos nossos dias.

Em primeiro lugar porque é uma mentira; depois, porque essa aldrabice, assumida e propagada conscientemente, ilude expectativas e esperanças alimentadas nas vastas comunidades que vivem directa ou indirectamente aterrorizadas; além disso, porque mistifica a realidade da situação internacional, fazendo com que prevaleçam e surtam efeito as teses disseminadas a propósito de supostas ameaças que, de facto, não o são; e também porque é uma mentira que distorce o verdadeiro significado do terrorismo, tenta esconder as suas cumplicidades e permite que se escondam na floresta dos enganos e da desfaçatez assassina os que tiram mais proveitos do crime.

Porém, a cortina censória que deixa amplo espaço à mistificação não é opaca. Há muito que se conhecem cumplicidades entre os cruzados da guerra contra o terrorismo e os seus supostos alvos, cultivadas em terrenos férteis que se alongam do Afeganistão à Líbia. (Abril)