segunda-feira, 22 de maio de 2017

Cadeia de Puerto III aplica a «primeira fase» ao preso político Iñaki Bilbao

Numa nota, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) informa que a cadeia de Puerto III impôs a «primeira fase do primeiro grau» ao preso político Iñaki Bilbao Goikoetxea, Txikito, natural da localidade biscainha de Lezama. Ou seja, o preso é submetido às condições de vida mais duras e restritivas que uma cadeia pode impor. Trata-se do único preso político basco nesta situação.

O MpA informa que Iñaki está há 10 anos na cadeia de Puerto III e sempre na zona de isolamento. Recentemente, a única presa política que esteve no isolamento em Puerto III foi Arantza Zulueta, até ser libertada.

Com a aplicação do artigo 91.3 do Regime Prisional, Iñaki passa 21 horas fechado na cela, saindo durante três horas a um pátio de dimensões reduzidas; só mantém contacto com um preso; cada vez que vai para o pátio, pode ser revistado; não pode actividades como desporto, oficinas ou cultura.

Para além disto, nos últimos meses foram-lhe proibidas todas as comunicações (visitas, chamadas e cartas) com as três pessoas que constituem o seu núcleo de relações. A prisão argumentou que «eram uma má influência para ele», procurando deixá-lo isolado do mundo.

É também de sublinhar que Txikito é o preso político basco que mais anos de cadeia tem cumpridos, juntando 18 e meio de uma primeira etapa aos 15 que já cumpriu numa segunda fase: mais de 33 no total.

O MpA, que denuncia a situação de Iñaki Bilbao e a atitude mantida pela cadeia, recorda Puerto III foi «uma verdadeira prisão de extermínio desde a sua abertura», tendo sido utilizada desde o início «para realizar experiências com os presos políticos bascos».

«O regime agora imposto é bastante conhecido pela sua dureza, e os carcereiros são-no pela sua atitude militante fascista», acrescenta o MpA, lembrando que «em Maio de 2010 deram uma tareia ao elorriarra Arkaitz Bellon, que posteriormente apareceria morto em Puerto I». / Ver amnistiAskatasuna (euskaraz)

«Del todos contra Franco al todos contra ETA»

[De Josemari Lorenzo Espinosa] Se declara así, primero, una guerra fría entre vascos. Y luego, ya con la policia armada vasca de por medio, una caliente mini-guerra. La fecha inaugural de esta ruptura es Octubre de 1978. La primera manifestación contra ETA, en la calle Jose Antonio Primo de Rivera (hoy Sabino Arana). En la que los jelkides y los sociatas de Suresnes, reclamaron su sitio y la desaparición de ETA. Aquella manifestación, ante la que se horrorizaba Monzón en un artículo de EGIN, y que fue contestada por la Izquierda Abertzale con una paralela en la plaza Etxebarrieta, de Bilbao, se llamó de las palomas. El PNV soltó un par de palomas y dijo que eso y la derrota de ETA, era la paz. Y aquel día se escenificó el nuevo teatro vasco. Entre otras cosas, porque mientras los sotitas y sus amigos del P.S.O.Español, caminaban al son alegre de la paz, entre banderas victoriosas, los demás éramos apaleados en las siete calles por sus colegas de uniforme gris.
[...]
El PNV ha tenido siempre bien claro que su enemigo principal era ETA. No era la España de Franco o sus continuadores monárquicos, ni la acogedora Francia. No eran los partidos españoles de la Conjunción republicano-socialista de 1930. Ni los del contubernio de Munich, del 62. Ni siquiera el PCE antifranquista, o sus escisiones de resistentes contra Franco. Ninguno de ellos podía disputarle las lentejas autonómicas. Si había alguien que podía desenmascararles en su propia casa e impedir, que las falacias del 77 y las renuncias posteriores pudiesen gobernar la CAV, no era otro que ETA. (BorrokaGaraiaDa)

«Si Eva levantara la cabeza»

[De Carlo Frabetti / Carta aberta a Alfonso Sastre no 10.º aniversário da morte da sua companheira, Eva Forest] Si Eva levantara la cabeza tendría muchos y muy buenos motivos para preocuparse, tal como están las cosas; pero ver que en todos estos años no has dado ni un paso atrás, como dicen nuestros compañeros cubanos, la habría llenado de alegría y de orgullo. Como me llena a mí de alegría y de orgullo poder llamarte camarada y amigo.

Hasta siempre, querido Alfonso, hasta la victoria siempre. Esa victoria que, gracias a personas como Eva y como tú, está un poco más cerca. (lahaine.org)

«1917 - Quatro notas no centenário da Revolução Bolchevique»

[De Higinio Polo] Recordar a revolução bolchevique não é um exercício de nostalgia do passado mas um tempo de aposta no futuro, no socialismo e no carácter social que devem ter as forças produtivas. A revolução de 1917 foi o ponto de partida das novas lutas revolucionárias no mundo, e a sua contribuição para a construção do socialismo não desapareceu, porque o capitalismo não pode resolver os problemas da humanidade. Aqui reside o valor da revolução bolchevique e da visão de Lénine. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

sábado, 20 de maio de 2017

Milhares manifestaram-se em defesa da Educação pública de qualidade

Milhares de trabalhadores, alunos e encarregados de educação ligados ao Ensino público não universitário manifestaram-se hoje nas três capitais da Comunidade Autónoma Basca. As mobilizações foram convocadas pelos sindicatos ELA, LAB e Steilas, para exigir o fim dos cortes e a melhoria das condições de trabalho, que têm consequências directas na qualidade do ensino.

Em Bilbo, Ana Pérez, do Steilas, sublinhou a «falta de estabilidade» a que os professores são submetidos – em Setembro, metade dos professores é diferente do ano anterior; o aumento do número de alunos por turma; e a falta de investimento no sector (a percentagem do PIB que se investe na Educação é mais baixa que em 2009 e está muito abaixo da média europeia).

Também em Bilbo, Ainhoa Etxaide (LAB) sublinhou que as greves e as manifestações não têm que ver apenas com «um conflito laboral», mas que está em causa o futuro dos seus filhos. Exigiu ainda ao Governo de Gasteiz que não roube aos estudantes a possibilidade de se formar.

Por seu lado, o responsável pela área da Educação na Bizkaia do ELA, Xabier Castellanos, lembrou que o orçamento actual para a Educação é inferior em 62 milhões de euros ao de 2009; que as baixas só cobrem os primeiros cinco dias, durante os quais os alunos não têm professor; e que há mais 27 mil alunos no ensino público. / Ver: eitb.eus

«Sueños húmedos»

[De Borroka Garaia] Ayer me fui a la cama tras leer y oír las macarradas del alcalde de Gasteiz en relación a la violenta irrupción de la policía autonómica en el barrio de Errekaleor para quitar la luz a los pobres y dársela a los ricos. O sea, a los amiguitos del PNV de urtaran. «Actuación correcta y adecuada para garantizar la seguridad». «Tenemos claro que debemos intervenir». «Nuestro proyecto es derribar Errekaleor». Desde luego lo que no se puede negar es que tenga las cosas claras este acalde que lo es gracias a los votos regalados y por la cara de lo que se hace llamar la izquierda en las instituciones y que para mas inri doblan en votos al PNV, pero pensaron que sería buena idea dárselos a ellos ya que un Maroto con txapela queda mejor.
[…]
De momento, los sueños, sueños son, pero por algo se empieza. Frente a los iluminados del PNV, Errekaleor debe ser iluminado. Hacen falta generadores. Así que todos los que estén disponibles son en estos momentos necesarios. Si nos volcamos con el barrio desde toda Euskal Herria y desde todos los corazones que reclaman justicia en este país, les va a costar tanto que igual no van a poder. (BorrokaGaraiaDa)

Errekaleor argindarrik gabe utzi du Eusko Jaurlaritzak [Hala Bideo]Intervenção da Ertza no bairro de Errekaleor no passado dia 18 + declaração.

«A luta de classes em França, século XXI»

[De Daniel Vaz de Carvalho] Macron quer agora «unir a França» – por alguma razão todos querem! – a questão é à volta de que projeto. Macron, à volta das teses que falharam rotundamente, procurando ir mais longe no neoliberalismo de Hollande. Macron foi também o álibi para os que abandonaram a mobilização das massas populares para verdadeiras transformações sociais. Macron ao contrário de M le P não lhes vai exigir que se posicionem.
[…]
Transformar a diferenciação entre Macron e M le P num debate sobre democracia ou falta dela é passar ao lado da agudização das contradições entre as diversas classes e camadas sociais no capitalismo atual. É enfim, ter perdido a capacidade de ter uma voz autónoma à esquerda neste conflito de direitas. (resistir.info)

«Fortes protestos em Atenas contra novas medidas de austeridade» (Abril)
Desde 2010, a Grécia recebeu dos credores cerca de 260 mil milhões euros em troca da realização de grandes reformas económicas e cortes na despesa pública, que mergulharam o país numa profunda recessão económica.

Presente na manifestação na Praça Syntagma, Maria, uma professora de 60 anos, falou à agência Efe da frustração que sente com Alexis Tsipras, líder do Syriza, que, em seu entender, «enganou duas vezes o povo, a primeira com o programa de Salónica e a segunda com o referendo».

Ho Chi Minh: «A questão colonial» [Escuela de Cuadros]

Ho Chi Minh, comunista, líder da revolução vietnamita e da luta de libertação nacional do Vietname contra o colonialismo e o imperialismo francês, japonês e norte-americano, nasceu há 127 anos (19 de Maio de 1890). Na edição n.º 131 do programa «Escuela de Cuadros», o professor cubano Rubén Zardoya aborda o seu pensamento, tendo por base o texto «A Questão Colonial», de 1924.

Ho Chi Minh: «La cuestión colonial»Texto em castelhano acessível aqui.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

«La mentalidad criminal detrás del ataque a Errekaleor»

[De Borroka Garaia] Ni el estado español ni las autoridades autonómicas y municipales dependientes de éste tienen jurisdicción. Es la legitimidad popular alcanzada a través de la ocupación y el modelo colectivista y asambleario de funcionamiento del barrio basado en la ayuda mutua lo que rige. Debido a ello, este barrio de Gasteiz se ha convertido en uno de los iconos para todos y todas aquellas que acertadamente piensan que para ser felices no nos hace falta el capitalismo ni sus instituciones. Eso al mismo tiempo convierte a Errekaleor en objetivo a derribar para aquellos que mediante el capitalismo y sus instituciones hacen negocio de la vida ajena. Se autodenominen Iberdrola, PNV o ertzaintza. Aunque su verdadero nombre sea el mismo, independientemente de su papel: Burguesía vasca.

Esta mañana, esa burguesía ha decidido que era un buen día para invadir policialmente, llenar de uniformados armados un barrio pacífico y soberano, dar unas cuantas ostias, impedir a los medios de comunicación populares realizar su trabajo, reventar caras y arrastrar como perros a los vecinos y vecinas, detener a algún joven e intentar quitar la luz de todo un barrio libre. (BorrokaGaraiaDa)

«Errekaleor aurrera!»

[De Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão] El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere denunciar el ataque que a lo largo del día de hoy están llevando a cabo los cipayos del PNV contra el barrio okupado de Errekaleor, así como exigir la inmediata libertad sin cargos de los tres jóvenes detenidos.

Errekaleor es un barrio libre recuperado por el pueblo para el pueblo, es decir, que es un espacio autogestionado en el que escapar de ese capitalismo que hace negocio con nuestros derechos y pretende controlar nuestro ocio, nuestra cultura, nuestra forma de vida y la manera en la que nos organizamos.

Hoy hemos podido ver, una vez más, a favor de los intereses de quién actúa la policía, también ésta llamada Ertzaintza y de la que decían sería la policía del pueblo. La policía es una institución armada creada para defender los intereses de los poderosos que, bajo la excusa de la seguridad, vulnera constantemente los derechos del pueblo. / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Grande adesão à greve no Ensino público não universitário da CAB

Num comunicado conjunto, os sindicatos ELA, LAB e Steilas afirmam que, dando continuidade à greve de 22 de Março, milhares de trabalhadores aderiram à greve convocada para ontem na Comunidade Autónoma Basca (CAB) e vieram para as ruas reivindicar o fim das políticas de cortes, a melhoria das condições de trabalho e a defesa da Educação pública.

De acordo com os sindicatos, fizeram greve 80% dos 28 mil trabalhadores do Ensino público não universitário (docentes, funcionários da Educação Especial, pessoal das cozinhas e da limpeza), bem como mais de 1200 trabalhadores do Consórcio Haurreskolak (creches). A adesão foi bastante elevada em todos os territórios - Araba, Bizkaia e Gipuzkoa - e nas suas diversas comarcas.

Os trabalhadores exigem: maior investimento no sector; a diminuição dos níveis de precariedade; menor número de alunos por aula; o fim dos cortes impostos, nomeadamente ao nível dos salários, das baixas, das substituições e reformas; o fim da aplicação de reformas como a LOMCE e a Heziberri, e a afirmação de da educação como instrumento fundamental à justiça social, à integração e à coesão; o desenvolvimento de um modelo linguístico de imersão no euskara que permita a existência de estudantes euskalduns e plurilingues.

Por último, LAB, ELA e Steilas pedem ao Governo de Gasteiz que abandone a atitude mantida até agora e apresente propostas concretas que permitam encontrar saídas para o actual cenário. / Ver: ELA e argia

«Amnistiaren aldeko astearen 40. urtemuga eta amnistia politikoaren aldarria bizirik»

[De Marisol Elustondo e Alberto Muñoz Zufia (membros da Eusko Lurra Fundazioa)] 40 urte bete dira egun hauetan Amnistiaren Aldeko Bigarren Astea Euskal Herri osoan burutu zenetik. 1977ko maiatzean antolatu zen aste hau, eta aldez aurretik egindako mobilizazioak baina zorigaiztoko ospe handiagoa hartu zuen, estatu terrorismoaren ondorioz 7 pertsona hil zirelako eta baita pertsona ugari zauritu ere. Polizia, hiri eta herrietan gogorki oldartu zen manifestarien kontra. Jendearen aldarri garbia Amnistia Osoa zen. Amnistia politikoa, alegia. Horretarako borrokatu zuten milaka euskaldunek, eta ez, besterik gabe, presoak etxera itzultzeko edo deportatuak izateko. Ez eta beraien kondenak era bigunago batean betetzeko.
[...]
Gure ustez, duela 40 urte amnistiaren aldeko astean hildako militanteei omenaldirik hoberena, Amnistia Osoaren aldarria bete arte borrokan jarraitzea da. Ezina ekinez egina. Ezker abertzaleak, 1930ean sortu zenetik beti egin duen legez. (BorrokaGaraiaDa)

«A Revolução de Outubro e os direitos das mulheres»

[De Margarida Botelho] «Foi a União Soviética o primeiro país do mundo a pôr em prática ou a desenvolver como nenhum outro direitos sociais fundamentais, como (…) a igualdade de direitos de homens e mulheres na família, na vida e no trabalho, os direitos e protecção da maternidade (…)»1. A Revolução de Outubro deu um impulso extraordinário à consagração dos direitos das mulheres, alcançando em poucos dias direitos que no nosso país levámos décadas a conquistar, e servindo de exemplo e estímulo à luta das mulheres de todo o mundo. O processo de construção do socialismo na URSS manteve sempre no centro das suas preocupações a emancipação feminina. O desaparecimento da URSS levou a recuos brutais nas condições de vida das mulheres, não só nos antigos territórios soviéticos, como no plano internacional. (O Militante)

«Aumenta a pirataria nos mares africanos» (odiario.info)
[De Carlos Lopes Pereira] A pirataria está a aumentar no Golfo da Guiné, no Atlântico, e no Corno de África, no Índico, em regiões flageladas por guerras e fomes. A ironia é que hoje sejam os EUA, a grande potência imperialista, quem pretende «ajudar» os africanos na luta contra a pirataria. A mesma potência que, sobretudo desde a II Guerra Mundial, é responsável pelos maiores actos de pirataria em África e em todo o mundo.

Centenas recebem Antom Santos após cinco anos preso em cárceres espanhóis [vídeo]

O sábado dia 13 de maio decorreu o ato público de homenagem a Antom Santos, militante independentista que dias antes ficava livre após cinco anos de dispersom em cadeias espanholas.

Apesar do mau tempo, centenas de pessoas participárom no ato público de recebimento de mais um preso galego dos que nas últimas décadas passárom polas prisons de Espanha pola sua condiçom de militantes independentistas.

Coletivos do movimento antirrepressivo galego (Ceivar e Que voltem à casa) organizárom o acolhimento público, que decorreu no Centro Social do Pichel, na capital galega. No ato tomou a palavra Antom Santos, que lembrou os presos e presa que ainda estám no interior dos muros e sublinhou o valor da luita histórica que o Povo Galego vem protagonizando há séculos polo direito à existência.

Outros e outras ativistas de diversos movimentos, um ex-companheiro basco de prisom, assi como a música popular, estivérom presentes no ato, que incluiu o canto coletivo dos hinos patrióticos 'Casta dos Celtas' e 'Os Pinheiros', entre outras músicas. Como é habitual nestes atos, Galiza Contrainfo filmou e fotografou o ato. Pode ver-se aqui a galeria fotográfica. / Ver: Diário Liberdade

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Milhares de pessoas exigiram a libertação dos jovens de Altsasu

Mais de 4000 pessoas manifestaram-se ontem, 14, em Altsasu (Nafarroa) para exigir a libertação de Adur, Jokin e Oihan, três dos jovens incriminados na sequência de uma zaragata com dois guardas civis, em redor da qual se armou um alvoroço político-mediático de vastas proporções. Estão encarcerados há seis meses.

O caso deu-se na madrugada de 15 de Outubro, em Altsasu - localidade do Vale de Sakana conhecida pelos mimos que costuma receber da parte dos pikolos - e chegou a tal ponto que uma juíza do tribunal de excepção espanhol, Carmen Lamela, classificou os factos como «terrorismo».

Desde que a palhaçada político-mediática começou a tomar forma e os jovens foram detidos, não cessaram as mobilizações de denúncia e solidariedade - em Altsasu, em Nafarroa, em Euskal Herria, no Estado espanhol.

Os familiares dos jovens, que agradeceram o apoio de todos, sublinharam que, nestes seis meses de encarceramento, já fizeram 90 mil quilómetros e gastaram 37 mil euros. / Ver: ekinklik.org e ahotsa.info

«Mozal legea: Nafarroan 3052 aldiz aplikatu da | Ley mordaza: 3052 veces se ha aplicado en Nafarroa»

[De Eleak-LIBRE] Gaurkoan, Eleak-Libre Mugimenduak herritarron eskubideak urratzen dituen Mozal Legea salatu eta honen aurrean martxan jarri ditugun hainbat ekimenen berri emateko bildu gara. Honekin batera, berriki jaso ditugun Nafarroako aplikazio datuak aurkeztuko ditugu. Gurekin batera, Euskal Herrian Euskarazeko kideak ditugu, berriki Mozal Legearekin zigortuak izan direnak.
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Hoy, desde el movimiento ELEAK-Libre queremos denunciar la Ley Mordaza, ley que inculca derechos de las ciudadanas. Tambien queremos dar a conocer diferentes iniciativas que hemos puesto en marcha para responder y denunciar la Ley Mordaza. Para ello, tenemos con nosotras mienbros de Euskal Herrian Euskaraz, recientemente multados con dicha ley. (BorrokaGaraiaDa)

Ver tb.: «Nafarroan 3.000 aldiz aplikatu dute Mozal Legea Foruzaingoak eta udaltzainek» (argia)

«¡Chico Alejo presente! Se fue uno de los imprescindibles»

[Comunicado del Movimiento Ukamau de Chile, ante el asesinato del revolucionario chileno José Muñoz Alcoholado. José fue sicariado en la ciudad de Caracas esta semana]. Guerrillero, revolucionario, militante, padre, amigo, hermano, compañero. Estas semanas se encontraba en las tierras de Bolívar luchando por la unidad de los revolucionarios venezolanos para hacer frente a la intentona golpista del imperialismo. Además, se aprontaba a regresar a Chile, donde no dudamos habría sido un aporte en este nuevo escenario político que requiere de un sector de izquierda fuerte para salir del neoliberalismo y evitar la repetición de las mismas prácticas de la Concertación, que han permitido que nuestro país se encuentre en la profunda crisis actual. 
En medio de estas labores, la tarde del jueves recién pasado fue cobardemente asesinado por sicarios armados, dejando a muchas y muchos de sus amigos y compañeros en Nuestra América con una profunda tristeza y un recuerdo imborrable desde la Patagonia al Mar Caribe. (antinperialistak)

Nakba, 69 anos: «limpeza étnica na Palestina»

[De MPPM / texto de 2015] A independência do Estado de Israel, proclamada unilateralmente em 14 de Maio de 1948, significou para os palestinos o início da devastação da sua sociedade, a eclosão de um drama individual e colectivo que perdura até aos nossos dias.
[...]
A Nakba constitui um marco no calendário palestino e sem ela não teriam ocorrido outros acontecimentos posteriores como o Setembro Negro (Jordânia, 1970), o Dia da Terra (Israel, 1976), o massacre de Sabra e Chatila (Líbano, 1982), ou a primeira e a segunda Intifada (1987 e 2000). (mppm-palestina.org)

«Al Nakba 2017: Euskal Herria Sionismorik gabeko lurraldea izan arte!» (askapena.org)
[De Askapena] Hasteko, gure elkartasun internazionalista bidali nahi diegu Israeleko ziega ilunetan borrokan ari diren milaka preso politikoei. Batez ere, azken egunotan gose greba burutzen ari diren milatik gora preso politikoei. Zuen borroka gure eredu delako!

domingo, 14 de maio de 2017

Comunistas e antifascistas bascos assinalaram Dia da Vitória em Donostia

Diversas organizações fizeram questão de se associar, no passado dia 9, às celebrações que, na capital guipuscoana, marcaram o 72.º aniversário da Vitória da União Soviética sobre o nazi-fascismo. Na faixa principal lia-se «Derrotámos o fascismo. Derrotá-lo-emos!».
Concentrando-se no Boulevard e manifestando-se pelas ruas da cidade donostiarra, membros de organizações e forças políticas como a Askapena, o Euskal Herria-Donbass Elkartasun Komitea, a K17 (comissão de celebração do centenário da Revolução Socialista de 1917), o Boltxe Kolektiboa, a Sare Antifaxista e o PCE expressaram «eterna gratidão» ao povo soviético e ao Exército Vermelho pela sua contribuição decisiva para a derrota da Alemanha nazi. / Ver: SareAntifaxista

24 de Junho, Bilbo: manifestação nacional pró-amnistia [vídeo]

Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! AMNISTIA OSOA!
Jamais submetido! Entre todos conseguiremos! Amnistia total!

[castelhano] [euskara]Ver: amnistiAskatasuna

«Venezuela: Radiografía de la violencia»

[De Marco Teruggi] La construcción mediática sobre Venezuela está conformada por el primero y el segundo nivel, presentados de manera falsa. El resultado es eficaz: gran parte del continente piensa que existe un «gobierno autoritario o dictadura que reprime a un pueblo». Una idea que permeó en el sentido de común de muchos, incluso de sectores de la intelectualidad que se reivindican de izquierda. Es la operación de superficie, de masas. El tercer nivel, subterráneo, alejado de las cámaras, es el que intenta llevar al país al punto del enfrentamiento civil. (lahaine.org)

«Armando Cañizales na Puente Llaguno»

[De Rui Silva] A peça citada do jornal catalão tem cinco dias, quase uma semana, e no entanto ninguém lhe deu em Portugal voz ou letra escrita, pelo menos que me tenha apercebido. Acontece muito: notícia inicial – quase sempre falsa, ou mal explicada – para sedimentar percepções (neste caso sobre a Venezuela e a «crueldade» do seu governo) com posterior silêncio sobre notícias que desmentem a versão inicialmente divulgada.
[…]
O que relativamente à Venezuela vamos vendo e ouvindo já não é bem pós-verdade, é mentira pura e simples. Informação descontextualizada, informações não verificadas, propaganda com origem num único centro dispensador. (manifesto74)

terça-feira, 18 de abril de 2017

Aitor Olaizola recebido calorosamente em Donostia

Acusado de pertencer à Segi, o jovem donostiarra foi detido no «Donostiako Askegunea», em 2013. Ontem foi libertado, depois de cumprir na íntegra a pena a que foi condenado, tendo saído da prisão espanhola de Daroca. Ao final da tarde, foi recebido por centenas de pessoas na Parte Antiga da capital guipuscoana.

Dos detidos no âmbito do mesmo processo, continuam na cadeia Egoi Alberdi, Mikel Arretxe, Oier Lorente, Nahikari Otaegi, Adur Fernandez, Imanol Vicente e Ekaitz Ezkerra. Espera-se que Adur Fernandez e Oier Lorente saiam em breve, a 23 e 26 de Abril, respectivamente.

O Supremo Tribunal condenou os oito jovens com base nos depoimentos que lhes foram arrancados sob tortura. Para além destes «depoimentos», a sua pertença à Segi - organização juvenil que, a dada altura, foi declarada terrorista - foi provada com lenços, T-Shirts, CD e outras coisas do género.

O Askegunea de Donostia foi formado por pessoas que procuraram dificultar a sua detenção e contra as quais a Ertzaintza investiu de forma violenta.

Aitor Olaizolaren ongi etorria [Argia]Ver: Argia

Entrevista ao Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão

[O Movimento pró-Amnistia (MpA) foi entrevistado pela Plataforma Laboral e Popular, de Portugal. A entrevista original foi feita em castelhano.]

Nuestro movimiento ha denunciado en múltiples ocasiones que el trato que los Estados español y francés dan a los presos enfermos, el hecho de mantenerles en prisión prácticamente hasta su muerte, no responde únicamente a un deseo de venganza, sino que se lleva a cabo para conseguir un rédito a político a costa de la salud y la vida de estas personas. Los Estados se ceban con el eslabón más débil de la cadena y les dan a elegir entre coherencia o muerte. Los Estados, principalmente el español, les ponen delante a los presos enfermos un papel para que firmen que se arrepienten de su militancia, y les dicen que firmarlo es la única manera de no salir de la cárcel en un ataúd.

Los Estados buscan que quienes son símbolos de lucha y dignidad aparezcan ante el pueblo como personas arrepentidas de su pasado, para poder presentarles ante la juventud como perdedores de una batalla que califican sin sentido. Les quieren arrepentidos para hacer creer a la juventud actual y a la juventud del futuro que fuera de lo marcado por los Estados no hay alternativa, para hacerles creer que los estados son invencibles. Pretenden perpetuar su imperialismo mediante la tortura a los presos. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Líbia: a seis anos da destruição de um Estado»

Foi a 19 de Março de 2011 que forças militares francesas, britânicas e norte-americanas, à frente de uma ampla coligação internacional, iniciaram uma intervenção militar na Líbia. Poucos dias depois, a NATO passou a assumir o comando das operações, que se prolongaram até 31 de Outubro desse ano, consumado que estava o assassinato do chefe de Estado, Muammar Khadafi.

A intervenção, para a qual foram invocados motivos de ordem humanitária – a defesa dos civis cujos protestos pacíficos estavam alegadamente a ser reprimidos na cidade de Benghazi pelo regime de Khadafi –, provocou a morte a dezenas de milhares de civis e mergulhou o país numa situação de caos, violência e guerra, que se arrasta até hoje. (Abril)

«Greve de fome massiva nos cárceres israelitas» (Abril)
Mais de 1500 prisioneiros palestinianos entraram ontem em greve de fome e já estão a sofrer represálias da parte do Serviço Prisional de Israel. Nos territórios ocupados, milhares de pessoas assinalaram o Dia dos Presos Palestinianos.
[...]
Por ocasião do Dia dos Presos Palestinianos, o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e a CCTP-IN emitiram comunicados em que reafirmam a sua solidariedade para com o povo e os prisioneiros palestinianos, e assinalam a greve de fome a que estes ontem deram início.

«Securitarismo e Jornalismo»

[De Alfredo Maia] Nos últimos dias, a Imprensa portuguesa tem publicado uma série de notícias sobre uma iniciativa legislativa do Governo, prevista «para breve», com vista a garantir ao Serviço de Informações de Segurança (SIS) e ao Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED) o acesso àquilo a que alguém convencionou chamar «metadados» das comunicações.

De que falam os media quando escrevem «metadados»? De uma ampla gama de dados de comunicações que vai da identificação do titular de um telefone (fixo ou móvel) à localização, data, hora e duração de uma comunicação, passando pelas identidades internacionais do subscritor (IMSI) e do equipamento (IMEI), o endereço de correio electrónico, o endereço do protocolo IP, entre vários outros elementos.
[...]
De facto, como então alertou o Sindicato dos Jornalistas (SJ), apesar de a transmissão dos dados conservadores pelos operadores de comunicações às autoridades só poder ser ordenada ou autorizada por despacho fundamentado de um juiz, é evidente o risco de dados de comunicações de jornalistas com fontes confidenciais de informação virem a ser do conhecimento das autoridades, devassando-se assim o sigilo profissional. (Abril)

Mikel Laboa - «Gure bazterrak»

Tema incluído no álbum Bat-hiru (1974), do conhecido cantor donostiarra (1934-2008). [Letra / tradução]

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Companheira de preso político gasteiztarra ameaçada em León

No sábado, 15, a companheira do preso político de Gasteiz Juan Carlos Subijana, Txanpi, foi ameaçada através de uma nota metida no pára-brisas do seu carro, enquanto esperava pela hora da visita na cadeia de La Mansilla (León, Espanha).

De acordo com a informação que a própria fez chegar ao Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA), ao longo do dia, apercebeu-se de movimentos estranhos, e depois de comer, no intervalo entre a visita da manhã e a da tarde, deparou com a nota no pára-brisas do seu carro, na qual aparecia o desenho de uma caveira e de uma bala em direcção a ela.

O MpA, que expressa todo o seu apoio a Txanpi e à sua companheira, sublinha que, como se não bastasse os familiares dos presos políticos terem de fazer centenas de quilómetros para os visitar, ainda se sujeitam a todo o tipo de ataques.

«Os ataques aos familiares não são mais que uma outra forma de pressionar os presos políticos», afirma o MpA, acrescentando que os estados, «sabendo das dificuldades para derrotar a firmeza dos militantes políticos, impuseram inúmeras medidas mesquinhas nas últimas décadas», como a dispersão, as atitudes agressivas e humilhantes dos funcionários nas cadeias, as ordens de revistar os familiares com apalpamento, os ataques da extrema-direita contra viaturas dos familiares, entre tantas coisas mais.

O MpA salienta a necessidade de continuar a defender o carácter político destes presos como forma «de construir um muro de defesa contra ataques deste tipo». A capacidade de criar enormes redes sociais, ao longo de tantos anos, em torno dos presos, refugiados e deportados políticos e dos seus familiares «deve-se precisamente à defesa do carácter político destes militantes», afirma. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«A guerra contra a Síria» analisada em Donostia

Por iniciativa do Movimento de Apoio à Síria, o Txoko Internazionalista, no bairro donostiarra de Egia, acolhe na próxima sexta-feira, 21, uma conferência sobre a situação na Síria, país do Médio Oriente que há mais de seis anos é devastado por uma guerra de agressão e de ingerência promovida pelas potências ocidentais, com o apoio dos seus aliados regionais: petro-ditaduras do Golfo, Israel, Turquia, entre outros.

José Antono Egido, sociólogo, conhecido autor de Siria es el Centro del Mundo e analista de temas internacionais na RT, HispanTV e TeleSur, irá estar esta sexta-feira na capital guipuscoana, onde falará sobre a «Guerra contra a Síria».

O encontro é às 19h00, no Txoko Internazionalista, no bairro de Egia (Plaza Berri).

Askapena: «Munduko preso politikoak kalera!»

Apirilaren 17a, preso politikoen nazioarteko eguna hain zuzen, egun esanguratsua da askatasunaren alde borrokan ari garen herri guztiontzat, baina baita elkartasun internazionalistaren baitan justizia eta askatasunaren alde dihardugunontzat ere. Azken batean, han eta hemen, errepresioak jo puntuan ezarri eta kartzelaratzen gaituen etsai beraren aurka indarrak batu eta aldarrikapen kolektibo gisa irudikatzeko eguna dugu berau, milaka etxeetako ohe eta bihotz hutsak saretu eta elkarren beroa sentitzerainoko oihartzun ozen bakar bat osatuz.

Izan ere, ez ote da agian, preso politikoak egote hutsa adierazle argiena, gordinena, sistema bidegabe eta kriminal batean bizitzera kondenatzen gaituztela ohartzeko? Estatu kapitalistetan gainerako zapalkuntza bide leunagoek huts egin edo zeharkako bideak aski ez eta, zuzeneko eraso bortitzari ekin behar izan dutenaren ispilua da haiekiko errepresioa. Baina ez dezagun ahaztu aldi berean eta txanponaren bestaldean, adierazle ere badela berau, preso politikoak egote hutsa alegia, herri langile borrokalariak ez garela kikiltzen eta ez direla falta han eta hemen askatasunaren alde borrokatu eta dena emateko prest dauden emakume eta gizonak. Eta esan gabe doa inork ez ditzan hitzok bestelako aldarrikapenez mozorrotu, oligarkia eta inperialismoaren alde borrokan diharduten mertzenarioak ez ditugula ez preso politiko gisan kontsideratzen ezta haien amnistiarik eskatzen ere. (askapena.org)

«Historia de la Nación Latinoamericana» [Escuela de Cuadros]

Na edição 199 do programa «Escuela de Cuadros», analisa-se um texto do marxista argentino Jorge Abelardo Ramos que examina a relação entre o resgate da Nação Latino-americana e o projecto socialista. Fernando Bossi orienta a discussão.

A obra Historia de la Nación Latinoamericana (1968) propõe, nas palavras do próprio Ramos, «averiguar se a América Latina é um simples campo geográfico... ou se na realidade estamos na presença de uma Nação mutilada, com vinte províncias à deriva, constituídas em estados mais ou menos soberanos».

«Historia de la Nación Latinoamericana» [Escuela de Cuadros]O programa Escuela de Cuadros é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

domingo, 16 de abril de 2017

Milhares reivindicam a República basca em Gernika

Milhares de pessoas manifestaram-se hoje, Aberri Eguna [Dia da Pátria], em Gernika (Bizkaia) para reivindicar a «república basca». O acto foi organizado pela rede Independentistak, com o apoio da associação Gernika Batzordea, tendo em conta que as celebrações eram em Gernika e que este ano se assinala o 80.º aniversário do bombardeamento da vila biscainha.

À frente da manifestação que percorreu a localidade seguia uma faixa com o lema deste Aberri Eguna: «Askatasuna eta bakea. Euskal Herriak erabaki!» [Libertade e paz. Euskal Herria decide].

No final da marcha, em que se viram muitas ikurriñas e esteladas catalãs, e se ouviram muitos gritos a favor da «independentzia», teve lugar o acto político, sob o lema «Gernikatik independentziara» [De Gernika à independência]. Nele, o porta-voz da Independentistak, Txutxi Ariznabarreta, disse que se «inicia um novo ciclo, o do processo soberanista», com vista a lograr «a primeira república independente basca».

As celebrações do Aberri Eguna em Gernika contaram com o apoio do sindicato LAB e dos partidos da coligação abertzale EH Bildu. No Twitter, representantes da coligação deram sinal da sua presença na localidade biscainha, afirmando que estão a «construir uma república basca «livre e digna», «independente, democrática, diversa e acolhedora».

De «socialismo»... ná de ná. Os comunistas e outros que assumem o socialismo como única via para a libertação do povo e dos trabalhadores bascos, num futuro país independente, promoveram outro ajuntamento, em Durango, também na Bizkaia. Ainda assim, eram visíveis algumas faixas suas espalhadas por Gernika. / Ver: eitb.eus e independentistak.eus

«Aberri Eguna, Primero de Mayo una misma lucha»

[De Aurrerantz / Eus: «Aberri Eguna, Maiatzaren lehena, borroka bakarra»] Tras más de sesenta años de resistencia contra la desaparición de Euskal Herria a manos de los Estados español y francés, herramientas de sus respectivas burguesías y del capitalismo internacional en la lucha contra los pueblos que oprimen y explotan, que ha posibilitado la supervivencia del euskera, de la conciencia del Pueblo Trabajador, que evitó la nuclearización del país y luchó por mejorar las condiciones de vida de las y los trabajadores, el capitalismo se nos presenta más feroz y cruel.
[…]
Animamos a debatir en torno a estas reflexiones como una aportación dentro del proceso de construcción de una Organización Revolucionaria Vasca de Liberación Nacional y de Clase. (lahaine.org)

KFA EH: «Los coreanos no se despiertan cada día pensando si van a ser desahuciados»

[Voltamos a chamar a atenção para a entrevista realizada, em Junho de 2016, pelo portal basco Ikusle à Korean Friendship Association no País Basco ou KFA Euskal Herria]

¿Cuáles son los objetivos de KFA Euskal Herria?
La KFA tiene 4 objetivos principales. El primero es el de dar a conocer la realidad de la RPD de Corea al mundo. Si bien éste punto no necesita explicación por ser obvio, sí es interesante añadir que conociendo la realidad del país muchas de las mentiras que se cuentan habitualmente en los medios tendrían un recorrido muy corto, pues suelen ser absolutos sinsentidos que caen por su propio peso.

El segundo es el de defender la independencia y la construcción del socialismo en Corea. Sin extendernos en la historia coreana o en la ocupación japonesa que duró hasta la liberación en 1945, que la soberanía coreana está hoy amenazada es indiscutible cuando los EE.UU. ocupan y controlan la mitad sur desde hace más de 70 años y al mismo tiempo amenazan al norte. La KFA defiende el derecho del pueblo coreano a ser independente y no depender absolutamente de ninguna potencia extranjera. Pero el pueblo tiene otro derecho además: el de vivir dignamente, y por eso defendemos la construcción socialista coreana, para que los jóvenes sigan pudiendo estudiar hasta que quieran, para que a nadie le falte la sanidad, para que siga sin existir el paro, para que todas las familias tengan una vivienda, etc… en definitiva, para que el pueblo conquiste su felicidad siendo el dueño de su destino.

El tercer principio es el de aprender de la cultura y la historia del pueblo coreano, esto es, acercar también Corea al mundo desde un punto de vista meramente cultural. Así tenemos miembros y amigos que se acercan a la KFA por interés cultural en Corea, y es en el norte donde la cultura coreana más se mantiene, ya que en el sur la influencia estadounidense llega incluso a afectar parte del idioma con los anglicismos.

El cuarto es el de trabajar por la reunificación pacífica de la Península de Corea. Corea es una nación dividida y enfrentada por intereses ajenos, y eso es una herida que los coreanos de ambos lados de la frontera llevan en el corazón. Desde ambas partes se anhela la paz y la reunificación, y la KFA hará todo lo que esté en su mano para facilitar que esa situación sea una realidad. / LER: ikusle.com

Txomin Artola – «Aberriaren mugak»

Aberri Egunean.

sábado, 15 de abril de 2017

III Jornadas Anticapitalistas, em Laudio, com um grande cartaz

Os encontros, promovidos pela Laudioko Gazte Asanblada [Assembleia Juvenil de Laudio], decorrem de 25 de Abril a 14 de Maio, no Gaztetxe da localidade alavesa e incluem, entre outras actividades, conferências, debates, teatro e concertos.

A maior parte das iniciativas irá desenrolar-se em euskara. A título de exemplo, no dia 26 de Abril, Jesús Valencia e a Askapena vão centrar-se na questão do BDS; dois dias depois, Aitor Aspuru, Justo Arriola e um membro da Izarbeltz vão falar sobre as drogas no sistema capitalista. Ainda em Abril, no dia 29, Sendoa Jurado e Julen Larrinaga vão responder à questão «Como libertaremos os presos políticos?».

No dia 5 de Maio, a Rede de Autodefesa dos Trabalhadores de Iruñerria [Comarca de Pamplona] vai abordar a «construção da autodefesa dos trabalhadores». No dia seguinte, o bairro madrileno de Vallecas estará em destaque, com um membro do seu movimento popular a falar sobre a «Vallekas: a luta de um povo»; mais tarde, nesse mesmo dia, será abordado o processo de paz na Colômbia.

No dia 8, o sindicato Ikasle Abertzaleak irá falar sobre a «situação das universidades e as escolas colectivas». A 11 de Maio, será a vez de Asier Blas responder à questão «Quem é George Soros?» e, no dia seguinte, Nines Maestro centrar-se-á no «feminismo e na luta de classes». Os almoços custam cinco euros e são pagos na altura.

«Txabi Etxebarrieta, James Connolly y Juana Azurduy»

«El nuestro no es un nacionalismo cualquiera, al contrario, es algo específico. Al decir nacionalismo queremos expresar patriotismo, libertad, independencia (…)

Nuestros amos y señores son los estados español y francés. Todos sabemos que son capitalistas y que para ayudar a sus intereses encadenan a Euskal Herria. En la lucha por instaurar el socialismo en nuestro territorio, nos referimos a algo concreto: acabar con las fuerzas capitalistas del estado español y francés, incluidos algunos capitalistas con apellidos vascos que colaboran con ellos.

Por esa razón, para ETA, el Aberri Eguna y el 1 de Mayo son idénticos. Precisamente porque denunciamos la realidad actual, no nos está permitido diferenciar esos hechos diciendo que uno es el día de la patria y otro el de los trabajadores. No. Nuestra lucha es única, como es única la opresión que sufre el pueblo. Nuestro objetivo es la libertad y el desarrollo de los vascos, del pueblo trabajador vasco.» Txabi Etxebarrieta (BorrokaGaraiaDa)

«K17, en el Aberri Eguna de 2017»

En este Aberri Eguna del año 2017, la iniciativa K17 quiere transmitir su aportación propia a Euskal Herria.

En este 100 aniversario de la Revolución de Octubre hay que recordar la enorme importancia que tuvo este acontecimiento histórico para las muchas naciones y pueblos oprimidas por el imperio ruso, pues esto puso en primer plano el derecho a la autodeterminación.

Por ello subrayamos que para conseguir la liberación de Euskal Herria esta tiene que venir de la mano del Socialismo, para dirigir a todo el pueblo trabajador y explotado, con el proletariado al frente, a la sociedad comunista libre de explotación. Porque la nación vasca no es solo su tierra y sus paisajes, sino ante todo lo formamos los trabajadores vascos y por lo tanto no puede entenderse la liberación de Euskal Herria sin la liberación su clase social mayoritaria.

Desde la iniciativa K17 os hacemos un llamamiento a participar en los actos y debates que organizaremos este año para poder avanzar en este camino.

VIVA LA REVOLUCIÓN DE OCTUBRE! GORA EUSKAL HERRIA ASKATUTA! GORA EUSKAL HERRIA SOZIALISTA! / Ver: k17.eus

Bruno Carvalho: «A paz na mira do paramilitarismo»

Quem escreva Medellín no Google encontrará «Medellín, ciudad segura», «Medellín, ciudad inteligente», «Medellín, ciudad innovadora», entre outras coisas. De facto, Medellín está na moda. A modernização da capital do departamento de Antioquia tem impulsionado o turismo na cidade. Mas também as séries que exaltam a figura daquele que foi o mais importante narcotraficante do mundo.
[…]
«Todos os cuidados são poucos para evitar que nos identifiquem e nos assassinem», conta enquanto toma uma cerveja Águila. «Nesta cidade todavia há cerca de 6 mil colaboradores paramilitares que controlam o comércio e as movimentações políticas», assegura enquanto olha para a porta. Recorda os tempos em que o principal opositor ao processo de paz, o antigo presidente Álvaro Uribe, foi primeiro alcalde da cidade e depois governador da região. «Dantes mandavam-te uma carta a ameaçar-te, uma coroa de flores ou deixavam-te o crânio de um animal morto à porta. Agora é diferente. Não avisam».

Pedro descreve a barbárie dos métodos paramilitares numa agoniante narrativa que envolve serras eléctricas, massacres em carniçarias, funerais cujos caixões não levavam mais do que o único pedaço de carne que sobrou do cadáver e incineradoras improvisadas para fazer desaparecer os corpos. Conta também como a gangrena do paramilitarismo se espalhou pelo país ao ritmo da produção cocalera com o beneplácito dos partidos ao serviço da oligarquia. (manifesto74) [3.ª de 3 crónicas de quem esteve no terreno]

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Familiares do preso Ander Mujika sofrem acidente a caminho da cadeia

Familiares do preso político donostiarra sofreram um acidente quando viajavam com destino à cadeia francesa de Saint Martin de Ré, a 550 km de casa. Os pais, um irmão e um sobrinho de cinco anos de Mujika não ficaram feridos, mas não puderam continuar a viagem. É o quinto acidente provocado pela política de dispersão em 2017, denuncia a Etxerat.

O acidente rodoviário ocorreu ontem, nos arredores de Bordéus. A viatura em que seguiam os familiares de Mujika teve de travar para não bater no carro da frente, mas foi atingida por dois carros que vinham atrás, lê-se na nota da Etxerat.

Quatro viaturas estiveram envolvidas no acidente e, apesar de os familiares do preso donostiarra não terem ficados feridos, não puderam realizar a visita, devido ao estado em que o seu carro ficou.

A Etxerat lembra que neste período, de férias para muitos, os familiares não têm hipótese de fazer férias, tendo em conta que os seus familiares e amigos presos se encontram a centenas e milhares de quilómetros de casa – e a prioridade é, naturalmente, visitá-los.

Com este acidente, sobre para 14 o número de familiares e amigos de presos políticos bascos que sofreram acidentes quando iam para as visitas ou delas regressavam. Dezasseis perderam a vida desde que a política de dispersão dos presos foi implementada, há 28 anos. / Ver: etxerat.eus

«Honor a Venezuela»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Las fuerzas reaccionarias están sacando estrategias de la manga. La OEA dirige la actual estrategia que no es sino una más en la agresión permanente que sufre nuestra Venezuela, que sufrimos todas y todos aunque estemos a un océano de distancia. En contexto mundial abierto por la llega de Donald Trump al gobierno estadounidense, dentro de una situación mundial de estancamiento, crisis y caos controlable e incontrolable, hacen que la existencia de la Venezuela bolivariana, la vida de Venezuela, sea una de las cuestiones prioritarias para la humanidad. (BorrokaGaraiaDa)

«Compreensão assustadora»

[De José Goulão] De Berlim a Bruxelas e Paris, de Atenas a Estocolmo, de Varsóvia a Lisboa perpassa uma comovente vaga de compreensão para com o até agora proscrito presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, por ter feito desabar mísseis sobre o território da Síria independente, ter destruído uns quantos adereços de uma base aérea e, sobretudo, ter assassinado um número indeterminado de civis, entre eles várias crianças.
[...]
Agora que Trump se acomodou à sábia mensagem do ministro português Santos Silva proferida em 22 de Março, em nome de todos os seus colegas da União Europeia, segundo a qual o exército sírio é pior que o Daesh, assiste-se ao regresso à normalidade. Isto é, os dirigentes políticos dos países da aliança repetem que não há solução militar para o problema sírio e, ao mesmo tempo, manifestam compreensão – se fosse com Obama ou com a senhora Clinton aplaudiriam sem reservas – pelos actos de guerra contra a Síria, mesmo que aqueçam ainda mais as costas dos mercenários assassinos do Daesh. (Abril)

«Na terceirização selvagem, retrato de um projeto»

[De José Álvaro de Lima Cardoso] Todas as pesquisas mostram que a taxa de rotatividade é duas vezes maior nas atividades tipicamente terceirizadas. A jornada de trabalho entre os terceirizados é superior, em média, à jornada dos trabalhadores contratados diretamente. O percentual de afastamentos por acidentes de trabalho típicos nas atividades terceirizadas é muito superior ao verificado nas atividades tipicamente contratantes. Além disso os salários nas atividades terceirizadas são em média, segundo o DIEESE, 23% menores do que nas atividades tipicamente contratantes. (PCB)

quinta-feira, 13 de abril de 2017

ELA, LAB e Steilas convocam dois dias de greve na Educação

Os sindicatos ELA, LAB e Steilas anunciaram ontem, em Bilbo, que convocaram greves no Ensino público não universitário na Comunidade Autónoma Basca (CAB) para os dias 16 e 23 de Maio.

Numa conferência de imprensa na capital biscainha, representantes dos três sindicatos bascos explicaram as razões que os levam a convocar os dois dias de greve. «É imprescindível mudar de raiz a política educativa e os cortes que o Governo de Gasteiz», afirmaram, tendo apelado à mobilização dos trabalhadores, bem como à sua participação nas manifestações agendadas para 20 de Maio em Bilbo, Donostia e Gasteiz.

Os sindicatos salientaram a «grande adesão e apoio» à greve anterior (realizada a 22 de Março) e, recordando as exigências que fizeram ao Governo, no sentido de alterar a situação, afirmaram que este «não deu mostras de querer negociar.

Entre outras coisas, ELA, LAB e Steilas exigem o fim do programa Heziberri e dos exames enquadrados na LOMCE, o aumento do investimento na Educação até 6% e a redução do número de alunos por sala. No caso de o Departamento da Educação continuar a não atender às suas reivindicações dos trabalhadores, seguir-se-ão novas mobilizações e greves. / Ver: eitb.eus

Askapena: «Eraso inperialistarik ez! Ez Sirian ez inon!»

Hori guztia kontuan hartuta, kalera atera eta AEB eta Europar Batasunaren inperialismoa salatzeko deia egiten dugu. Onartezina da yankiei aitortzen zaien legitimitatea herrialde burujabeei nahieran eraso egiteko, bakearen eta demokraziaren izenean. Ez dago bakerik, ez demokraziarik, AEBk inposatu nahi duen ordena baizik. Askapenatik irmoki arbuiatzen dugu AEBen eta EBren jarrera. Mundu mailako botere kapitalista hegemonikoari eusteko, milaka hildako, errefuxiatu eta hondamendia eragiten ari dira, zilegitasun osoa balute bezala. Horregatik guztiagatik, Euskal Internazionalistei dei egiten diegu publikoki Siriaren aurkako eraso inperialista salatzera. (askapena.org)

«Sempe o mesmo filme»

[De Filipe Diniz] Se há enredo que se repete na história dos EUA é este. Do «remember the Maine» ao «incidente do Golfo de Tonquim», das armas químicas de Clinton às armas químicas de Trump passando pelas armas de destruição massiva de Bush/Blair/Aznar e seu lacaio Barroso, a engrenagem evolui segundo um padrão espantosamente repetitivo. E se é espantoso que continue a agir com eficácia junto da opinião pública indiferenciada, ainda mais espantoso é que aja com eficácia semelhante junto de gente que se presume de esquerda e, quem sabe, talvez mesmo anti-imperialista. (avante.pt)

«Milhares protestam contra reforma do Ensino Superior no Chile» (Abril)
Para o movimento estudantil, o projecto de lei do governo, que visa alargar de forma gradual a gratuitidade no Ensino Superior, é insuficiente, pois deixa de fora mais de um milhão de estudantes e está a ser discutido «nas suas costas».

O movimento estudantil chileno foi determinante para promover a reforma do sistema educativo herdado da ditadura de Pinochet (1973-1990), que fomentou a criação de universidades privadas e desmantelou a Educação pública nos seus vários níveis. No entanto, o projecto de reforma do Ensino Superior, que deu entrada no Congresso em Julho do ano passado, tem sido criticado como «insuficiente».

Venezuela, há 15 anos: «Todo 11 tiene su 13»

«Todo 11 tiene su 13: El secuestro de un presidente» [VTV]

A culminar uma intensa campanha de desestabilização iniciada meses antes, no dia 11 de Abril de 2002, representantes dos sectores mais conservadores da oligarquia económica venezuelana, apoiados por alguns altos oficiais do Exército, sequestraram o Hugo Chávez e assumiram o poder na Venezuela.

Mas o golpe durou pouco. Ao aperceber-se do sequestro do mandatário, o povo protagonizou uma verdadeira rebelião, que pôs em fuga os golpistas, e no dia 13 de Abril conseguiu a libertação do Presidente e o seu regresso triunfal ao Palácio de Miraflores.

Ver tb: «12-A: El día que el fascismo mostró su verdadero rostro con un Golpe fugaz» (albatv.org)

quarta-feira, 12 de abril de 2017

LAB acusa Osakidetza de colocar entraves à actividade sindical

O sindicato LAB, que tem participado na dinâmica unitária de protesto contra o «negócio das privatizações» no sistema de saúde público da Comunidade Autónoma Basca - Osakidetza, acusa a sua administração de estar a colocar entraves à divulgação da informação sindical aos trabalhadores, condicionando a actividade sindical e não respeitando os direitos de representação sindical e dos trabalhadores.

Numa nota de imprensa, o sindicato afirma que passou uma semana inteira sem poder enviar e-mails no âmbito do Osakidetza. Um deles dizia respeito ao «trabalho incrível realizado pelos funcionários do Osakidetza a favor do euskara e da Korrika».

Inicialmente, parecia tratar-se de um «problema técnico», mas, depois de informar todos os responsáveis que o podiam resolver, tudo ficou na mesma, pelo que se afigura mais correcto «falar em entraves à actividade sindical», sublinha o LAB, acrescentando que não é a primeira vez que tal acontece: umas vezes com e-mails, outras com cartazes afixados nos centros de saúde.

«Ao que parece, a administração do Osakidetza não gosta que os seus trabalhadores estejam informados. Por alguma coisa será», afirma o LAB, que não vai «aceitar este tipo de ingerências». Se o problema não se resolver rapidamente, com os responsáveis a assumirem as suas responsabilidades, o sindicato tomará as medidas que considerar oportunas. / Ver: LAB

Médicos dão 6 meses de vida ao preso gasteiztarra Oier Gómez

De acordo com um relatório médico, o preso político Oier Gómez, natural de Gasteiz e que sofre de sarcoma de Ewing, com metástases no pélvis e na cabeça, terá seis meses de vida se se mantiverem as actuais condições, refere a plataforma solidária Oiertxo SOS, que exige a sua libertação imediata e apela à participação nas mobilizações que forem convocadas.

Oier está actualmente encarcerado na cadeia francesa de Meaux. A Oiertxo SOS informa que, no dia 19, um tribunal parisiense irá deliberar sobre a suspensão de pena, e, nesse sentido, exige não só a suspensão da pena, como a libertação incondicional do preso, para que possa ser tratado pelos seus médicos de confiança, junto dos seus, numa fase terminal.

A Oiertxo SOS convocou para dia 22 deste mês, em Gasteiz, um Elkartasun Eguna (Dia Solidário) com o preso político, no âmbito do qual haverá uma mesa-redonda (11h30), uma concentração (14h00), um almoço popular (15h00) e uma manifestação (19h30).

Por seu lado, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão agendou uma concentração em defesa da amnistia e da liberdade dos presos bascos doentes para esta sexta-feira, 14, às 19h30, na localidade biscainha de Igorre.

Outra plataforma de apoio aos presos – Sare – marcou para 6 de Maio, em Gasteiz, uma mobilização pela liberdade dos presos doentes. / Ver: OiertxoSOS

«O Pentágono treinou "rebeldes" da Al Qaeda na Síria na utilização de armas químicas»

[De Michel Chossudovsky] Os media ocidentais refutam as suas próprias mentiras. Eles não só confirmam que o Pentágono tem estado a treinar os terroristas na utilização de armas químicas como também reconhecem a existência de um não muito secreto «plano apoiado pelos EUA para lançar um ataque com armas químicas na Síria e culpar o regime de Assad».

O Daily Mail de Londres, num artigo de 2013, confirmou a existência de um projecto anglo-americano endossado pela Casa Branca (com a assistência do Qatar) para efectuar um ataque com armas químicas na Síria e atribuir a culpa a Bashar Al Assad.

O artigo seguinte no Mail Online foi publicado e a seguir removido. Note-se o discurso contraditório: «Obama emitiu advertência ao presidente sírio Bashar al Assad», «Casa Branca dá sinal verde a ataque com armas químicas». (odiario.info)

«"Follow the money" – a quem interessa a regulamentação da prostituição?» (manifesto74)
[De Lúcia Gomes] basta seguir o dinheiro. Quem paga, quanto quer pagar e para quê – homens, por sexo, nas suas condições e termos. Quem lucra – os proxenetas que deixam de ser criminosos e passam a ser parceiros económicos do estado, que também lucra, ao passo que se escancaram as portas ao tráfico de pessoas que passa a ser indetectável – afinal, as pessoas prostituídas passam a ter um contrato, estão legais, não há como provar que foram traficadas até porque os seus traficantes deixam de ser chulos e passam a ser empresários.