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sábado, 23 de fevereiro de 2019

«Crise no Haiti: culpa de muitos e benefício de poucos»

[De Anelí Ruiz García] Enquanto isso, o Haiti vive uma de suas piores crises econômicas, com um déficit orçamentário que supera os 86 milhões de dólares no primeiro trimestre fiscal, uma inflação de mais de 15% e a perda de mais de 68% do valor da moeda nacional frente ao dólar nos últimos três anos.

Na ordem social, a pobreza extrema atinge um quarto da população e mais de 80% vive com menos de dois dólares por dia. Este cenário resultou nas diversas manifestações que, nos últimos quatro meses, sacodem o governo de Moise e ameaçam desestabilizar ainda mais a empobrecida nação. (Prensa Latina via PCB)

Ver tb.: «Operacionais americanos presos no Haiti estão de regresso a casa» (Abril)

«Milhares de pessoas protestaram contra a corrupção no Haiti» (Abril)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

«Cinco "intervenciones humanitarias" de EEUU que terminaron en desgracia»

[De Misión Verdad] Desde los primeros meses del año pasado, esta tribuna realizaba un paneo sobre las graves consecuencias que han traído consigo las intervenciones militares con fines supuestamente humanitarios. Ahora que la oposición venezolana, articulada bajo la tutela absoluta de Washington, dibuja un nuevo «Día D» (el 23 de febrero) para ingresar la «ayuda humanitaria», conviene refrescar la memoria y buscar en ejemplos históricos recientes las tragedias sociales que ha dejado a su paso este método de cambio de régimen. Pero sobre todo, y de ahí la vigencia e interés de republicar esta investigación, se hace necesario insistir en los personajes y agendas que han promovido, desde hace algún tiempo, que sobre Venezuela se cierne una amenaza creíble de intervención militar. Sin más preámbulo, recordemos. (misionverdad.com)

domingo, 17 de fevereiro de 2019

«Crónica desde un Haití al rojo vivo»

[De Lautaro Rivara] Pero las festividades no fueron más que un interludio breve. Pronto se reanudarían las batallas contra la carestía de la vida, la corrupción endémica, la crisis social y económica y la ausencia de un modelo de nación para la primera República independiente surgida a la historia de este lado del Río Bravo.
[…]
Así es que a casi nadie conviene hoy señalar que si se trata de urgencias humanitarias, éxodos migratorios, inseguridad alimentaria, represión estatal y ausencia de democracia, el foco de las preocupaciones debería recaer sobre el devastado Haití y las miradas admonitorias sobre su clase política y sus puntales internacionales. (BorrokaGaraiaDa)

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Milhares de pessoas protestaram contra a corrupção no Haiti

«Esses fundos deviam ser utilizados para desenvolver projectos sociais e de melhoria das condições de vida do povo haitiano. Estamos a falar de quase 3000 milhões de dólares que foram gastos por diversos governos entre 2008 e 2016», explica Pierre Negaud Dupenor, jornalista e professor da Universidade Estatal do Haiti.

«Conhecendo a realidade haitiana, a miséria e a pobreza que existem neste país caribenho, os jovens perguntam onde está esse dinheiro, o que fizeram com ele», disse Dupenor à Sputnik, acrescentando que «a população continua a ter escasso acesso a serviços básicos». (Abril)

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

«O Haiti no marxismo latino-americano» [entrevista]

Entrevista de Néstor Kohan a Yves Dorestal - professor haitiano, grande erudito do marxismo mundial - em Havana, Cuba.Entrevista sobre «Haití y el marxismo latinoamericano» a Yves Dorestal (professor haitiano, grande erudito do marxismo mundial, doutor em Filosofia pela Universidade de Frankfurt [Alemanha], cuja tese foi orientada por Alfred Schmidt). Dorestal é biógrafo de Jacques Roumain (1907-1944), fundador do comunismo haitiano.

A entrevista da Brancaleone Films foi realizada por Néstor Kohan na Casa de las Américas [Cuba, 2018], numa Escola de pós-graduação do CLACSO e do Instituto de Filosofia de Havana.

Colaboraram Carla Valdés León e Claudia Ruiz Lorenzo, do Colectivo Micromundo (Cuba). / Ver: lahaine.org

sábado, 4 de novembro de 2017

«A ignorada revolta haitiana»

[De António Santos] Entretanto, por todo o Haiti, o povo desafia nas ruas a proibição de manifestações contra o regime cleptocrata de Jovenel Moïse. O movimento que começou, em Setembro, quando foi apresentado o Orçamento do Estado, como um protesto contra o aumento dos impostos e taxas sobre o trabalho, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, clamor pela soberania e exigência de demissão do governo de Moïse.

No poder há um ano, Jovenel Moïse, partido Tèt Kale, é apenas o último nome na longa lista de serventuários do imperialismo dos EUA que, desde o golpe de Estado com o selo CIA contra o governo democraticamente eleito de Jean-Bertrand Aristide, em 2011, se sucedem num caótico turbilhão de violência, miséria e privatizações. (avante.pt)