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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Comunistas denunciam exclusão das comemorações oficiais da resistência eslovaca

«Quer se goste hoje, quer não, foram sobretudo os comunistas e os seus familiares que pagaram cruelmente pelas suas acções e atitudes, e pagaram o preço mais alto – com as suas vidas. Este facto deve ser claro para vocês e para os funcionários do Museu da Revolta Nacional Eslovaca em Banská Bystrica», sublinha a missiva.

«As comemorações da Revolta Nacional Eslovaca nunca foram e jamais serão apolíticas», frisam os comunistas, que consideram «ridículo» que se afirme que as celebrações de um levantamento antifascista «não têm nada a ver com política». (Abril)

sábado, 6 de junho de 2020

«O regime dos EUA reata as suas grandes manobras militares na Europa»

[De Manlio Dinucci] Os EUA e a NATO tinham «anulado» as manobras Defender Europe 2020 por causa da Covid-19. A verdade é que não só não as anularam como as alargaram. Uma enorme provocação e mais um avanço no cerco operacional contra a Rússia. Designar estas manobras como «Defesa da Europa» é de um extremo cinismo: o que os EUA preparam colocaria a Europa como primeira vítima do conflito. Pode suceder todavia que, como os últimos dias têm indiciado, o imperialismo dos EUA venha até a colocar o seu monstruoso aparelho militar em guerra contra o seu próprio povo. (odiario.info)

domingo, 12 de abril de 2020

«Trabajadores agrícolas: en toda Europa "puertos cerrados", pero explotación abierta»

Desde Italia hasta Gran Bretaña, desde Francia hasta Alemania, en todos los países europeos «ricos» ha habido una carrera hacia la mano de obra barata para la inminente campaña de recolección en el campo. Y así la política de «puertos cerrados» encuentra otra excepción para atraer a masas de desempleados de Europa del este: ¡la temporada de explotación está más abierta que nunca! (izquierdadiario.es)

«Alemania: comienzan a llegar miles de trabajadores como mano de obra barata para las cosechas»
Al igual que Gran Bretaña, Alemania depende de la importación estacional de mano de obra extranjera para recoger muchos de sus cultivos, lo que permite a los productores pagar salarios más bajos e imponer a los trabajadores peores condiciones de las que tolerarían los ciudadanos. (insurgente.org)

quinta-feira, 9 de abril de 2020

No Vietname, já recuperaram mais de metade dos infectados com o novo coronavírus

Com mais de metade das 255 pessoas contagiadas recuperadas e sem registar qualquer morte relacionada com a pandemia de Covid-19, o Vietname está a mostrar, tal como a sua vizinha China, que é possível vencer a batalha contra esta doença respiratória.

Ainda assim, as autoridades sanitárias vietnamitas não abrandam o ritmo, tendo determinado intensificar as medidas preventivas e preparar o país para enfrentar uma eventual segunda vaga do novo coronavírus. (Abril)

terça-feira, 17 de março de 2020

«Abaixo a pandemia, viva a guerra!»

[De José Goulão] Enquanto a Europa se vai imobilizando, minada pelo novo coronavírus, quase 40 mil efectivos da NATO estão a ser distribuídos através do continente para os jogos de guerra Defender Europe 2020.
Como sempre a reboque dos EUA a UE participa empenhadamente, enquanto a OMS aponta a Europa como o actual centro da pandemia e aconselha medidas radicais de contenção. Mas o que move a NATO não é preservar vidas, é expandir a ameaça da guerra. (odiario.info)

sábado, 14 de março de 2020

«Outro vírus»

[De Jorge Cadima] Muito maior do que qualquer pandemia, por grave que esta seja, é a ameaça belicista de um imperialismo senil comandado pelos EUA e a NATO.
Os seus porta-vozes proclamam cada vez mais abertamente a disposição, já não apenas para as guerras locais ou regionais que fomentam em todo o lado, mas para um confronto nuclear global. O imperialismo EUA é hoje uma ameaça global contra a vida humana e o planeta. E o governo PS é um seu fiel serventuário. (odiario.info)

domingo, 8 de março de 2020

Entrevista de Bashar al-Assad à TV Russia 24 (ing.)

[Mesmo antes do cessar-fogo alcançado em Moscovo entre Putin e Erdogan] The core of the issue is American policy. At a point in time, the United States decided that secular governments in the region were no longer able to implement the plans and roles designated to them; of course, I am referring to the countries which were allies of the United States and not those like Syria which are not. They decided to replace these regimes with Muslim Brotherhood regimes that use religion to lead the public.

In doing this, things would become easier for American plans and Western plans in general. This process of «replacement» started with the so-called Arab Spring. Of course, at the time, the only Muslim Brotherhood-led country in the region was Turkey, through Erdogan himself and his Brotherhood affiliation. / Ver: SANA

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

The interview to Al-Assad that the Italian Rai News 24 refrained from broadcasting

Al-Assad: «Europe was the main player in creating chaos in Syria»
The interview, given to Italian Rai News 24 TV on November 26, 2019, was expected to be broadcast on December 2nd, but the Italian TV refrained from broadcasting it for non-understandable reasons.Ver: SANA [texto da entrevista na íntegra] e SANA [vídeo]

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Milhares de soldados dos EUA em grandes exercícios militares na Europa

O Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) declarou esta segunda-feira que Washington irá enviar 20 mil soldados para a Europa na próxima Primavera, para participarem nos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos em território europeu, informa o diário Stars and Stripes.

De acordo com o periódico centrado em questões das Forças Armadas norte-americanas, as manobras, lideradas pelos EUA, irão envolver, no total, 37 mil tropas, incluindo 20 mil provenientes dos Estados Unidos. (Abril)

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Manuel Loff: «O fascismo não morreu»

Entrevista de AbrilAbril ao historiador Manuel Loff sobre um tema que domina: o fascismo. Passa em revista temas da actualidade, nomeadamente o que respeita àquilo que, nos movimentos fascistas actuais, representa a continuidade com movimentos dos anos 1920 e 1930 e o que se formula de forma diferente, bem como a imigração ou a questão do «Museu Salazar».

«Sobre a imigração vale a pena dizer que um dos modismos que a extrema-direita portuguesa descobriu, e que podia ter saída em Portugal, é a discussão em torno do outro. No caso português é simultaneamente a imigração e os ciganos. Mas no caso da imigração existe um problema de fundo: o luso-tropicalismo mitifica a ideia de que os portugueses seriam uma excepção na história colonial à escala mundial e que teriam demonstrado uma capacidade de relacionamento pacífico com os povos coloniais.» (Abril)

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

«Under the “Shield”, US Nuclear Weapons in Europe»

[De Manlio Dinucci] In the fiscal year of 2020, 1.8 billion dollars were allocated to the enhancement of this system, including the sites in Romania and Poland. Other land-based and sea-based installations of the Aegis system will be deployed not only in Europe against Russia, but also in Asia and the Pacific against China. According to the plans, Japan will install, on its own territory, two missile sites furnished by the USA, and South Korea and Australia will also buy warships of the same system from the USA.

Furthermore, during the three months in which the Deveselu equipment was taken to the USA in order to be «updated», a battery of mobile THAAD missiles from the US land army was deployed in the Romanian site, with the capacity to «shoot down an extra-atmospheric ballistic missile», but also to launch long-range nuclear missiles. (globalresearch.ca)

segunda-feira, 18 de março de 2019

Neonazis e veteranos da Waffen-SS voltaram a marchar em Riga

A Embaixada da Rússia no país do Báltico condenou a marcha de homenagem aos legionários da Waffen-SS, que classificou como «uma vergonha». Na sua conta oficial de Twitter, a Embaixada afirmou, no sábado: «Que vergonha! Veteranos da Waffen-SS e apoiantes estão novamente a marchar com honra no centro de uma capital europeia. E isto acontece na véspera do aniversário dos 75 anos da libertação de Riga dos invasores nazis!»
[…]
A Legião da Waffen-SS da Letónia foi fundada em 1943. Muitos dos seus membros viriam a integrar depois, juntamente com combatentes da Lituânia e da Estónia, os chamados Irmãos da Floresta, que até 1953 lutaram contra as tropas soviéticas nos países bálticos.

Em Julho de 2017, a NATO publicou um vídeo que apresenta, com visível dose de heroísmo, essa guerrilha anti-soviética, sem mostrar grande preocupação pelo facto de, nessas forças, estarem integrados muitos legionários das SS nazis ou os que, nos países bálticos, haviam colaborado com as forças invasoras nazi-fascistas. (Abril)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Manifestação contra o fascismo, amanhã, em Lisboa

Manifestação, dia 1 de Fevereiro, às 18h30, a partir do Rossio, em direcção ao Largo Camões. Concertos e convívio, a partir das 20h30, no Largo Camões.

Pela plataforma promotora: «O capitalismo alimenta o racismo e o fascismo para nos dividir, não deixemos que alastrem pelos nossos bairros e entrem nas nossas vidas.

O fascismo sempre espreita, a sua essência nasce com um sistema de domínio que nos reprime desde o início das nossas vidas. As elites financeiras fomentam o permanente aumento das desigualdades sociais e, consequentemente, da repressão a todas as pessoas que contra elas resistem. Neste contexto, facilmente germinam ideias racistas e xenófobas, tentando encontrar o bode expiatório nas minorias que mais sofrem com este sistema.

Em países como Brasil, Estados Unidos, Itália, Hungria, Polónia, Suécia, a extrema-direita, pelo voto, já subiu ao poder, ou cada vez começa a ganhar mais aceitação social e presença parlamentar como em Espanha, França, Áustria, etc. Também sabemos que o fascismo já está presente em cada despejo, em cada trabalho precário, em cada rusga policial em bairros populares, em cada migrante assassinado às portas do «primeiro mundo», em cada mulher morta pela violência machista, e em tantos outros casos no nosso dia a dia.

Por tudo isto, no dia 1 de Fevereiro, saímos à rua para gritar bem alto que não toleramos a normalização de discursos fascistas e grupos/partidos de extrema-direita. Apelamos à vossa participação porque o fascismo também se combate na rua!»

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

«Tanto el poli bueno como el poli malo son polis»

[De Borroka Garaia] Diversas estructuras de la UE o de tribunales europeos como el de Estrasburgo son paradigmáticos de todo ello. Por ejemplo, el mismo tribunal de Estrasburgo que recientemente declaraba la falta de imparcialidad de una jueza española en un juicio político en Euskal Herria, fue el mismo tribunal que afirmó hace años que la ilegalización de Batasuna «no sólo fue legal, sino necesaria». y que vino dada por una «necesidad social imperiosa», afirmando que la ilegalización de Batasuna fue «necesaria en una sociedad democrática» para el «mantenimiento de la seguridad, la defensa del orden y la protección y los derechos del otro».

Por lo que finalmente ese tribunal avalaba las ilegalizaciones y daba carta de protección a la represión española. Cosa que sigue haciendo ahora porque no vamos a ver nunca que el propio tribunal de Estrasburgo se desdiga y reconozca que actuó parcialmente para dar la aprobación a las ilegalizaciones como así fue. Es decir, que a caballo pasado y con hechos ya consumados ese tribunal critica la parcialidad de una jueza de algo que el propio tribunal de Estrasburgo ya se encargó en su día de avalar y nunca ha cambiado de opinión. (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

«Operação Condor, Parte II»

[De José Goulão] A situação no Brasil marca a consolidação do processo sistemático de conspiração e estabelece uma viragem. O recuo latino-americano, conjugado com o que se passa na Europa, confirma que o neoliberalismo admite cada vez mais ostensivamente a sua incapacidade para sobreviver em democracia, mesmo onde esta já foi expurgada de muitos dos seus princípios essenciais, como na União Europeia.

Como rezava a propaganda saudando o «milagre económico» no tempo do Chile de Pinochet: «a prosperidade nasce da dor».

Ou, como declarou Friedrich van Hayek, o mestre da senhora Thatcher, ao jornal El Mercurio, órgão oficioso da ditadura chilena: «se a opção totalitária é a única oportunidade que existe num determinado momento, então pode ser a melhor solução». (Abril)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

«Khashoggi vs. 50.000 crianças iemenitas massacradas»

[De Peter Koenig] Voltando à questão concreta: foi necessário o horrendo assassínio de um famoso jornalista, de nacionalidade saudita e crítico dos sauditas para que os Europeus reagissem – e, não se esqueçam, a contragosto. Prefeririam seguir a linha de Donald Trump: porquê perder a venda de armas aos sauditas no valor de 110 milhares de milhões de dólares por causa do assassínio de um jornalista? Afinal de contas, negócios são negócios. Tudo o resto é uma farsa. (odiario.info)

sábado, 20 de outubro de 2018

«O fascismo e os "homens bons"»

[De Mauro Luis Iasi] Na Alemanha de Weimar também haviam pessoas boas que só queriam um país grande e forte. Estavam descontentes com a crise, a inflação e o desemprego. Tinham críticas aos governos democráticos, muitas delas bastante pertinentes. Queriam defender a família, queriam uma raça pura, bonita e forte. Por isso votaram em massa pelos nazistas e os elegeram em 1932.
[…]
Podemos ver esse processo mesmo nos clássicos casos do nazi-fascismo europeu, quando a retórica nacionalista e a crítica ao grande capital se transformou na aliança prática do capital financeiro e monopolista com o nazismo e o fascismo. É ridículo mas necessário lembrar que o fascismo e o nazismo foram projetos da extrema direita. Se seguirem o «raciocínio» que se tem feito esses dias, é capaz dos reacionários do futuro afirmarem que o Bolsonaro era de centro, pois eu partido se autodenomina «social e liberal».

A extrema direita é um instrumento do grande capital que lança mão da barbárie para salvar sua civilização diante do risco da democracia. Seu método, como já discutíamos em outra oportunidade, é a estigmatização do inimigo, a manipulação dos valores da Nação, da família, da moral, do perigo comunista, deslocando a responsabilidade pela crise e seus efeitos para os ombros de seus adversários. Por isso, não nos espanta que a mentira seja a principal arma política daqueles que defendem os interesses de uma minoria e precisam do apoio das massas para suas aventuras. Não foi o Facebook nem o WhatsApp que criou o fenômeno. Ainda que esses dispositivos sejam veículos eficientes da mentira e das falsificações, a «propaganda» é reconhecidamente um instrumento do fascismo, pois a verdade os destrói como a luz aos vampiros. (PCB)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

«Brasil: existe ameaça fascista?»

[De Anita Leocadia Prestes] A experiência histórica mundial revela que as classes dominantes têm sempre preocupação com a possibilidade de uma insurgência popular e tratam de adoptar medidas preventivas para salvar o regime capitalista, mesmo quando não existe a ameaça iminente da revolução.
O fascismo é uma arma à qual os sectores mais reacionários do capital financeiro recorrem para assegurar os seus interesses. O panorama europeu actual é revelador nesse sentido. (odiario.info)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

«A criminalização dos adeptos»

[De RVS] Comecemos pelo óbvio: os adeptos são uma chatice para o futebol moderno. Os adeptos, sublinho. O futebol moderno alimenta-se de espectadores de sofá e de bancada, engorda à conta de bilhetes a preços proibitivos e parece gozar com o associativismo quando disponibiliza camisolas de jogo com um custo miserável a preços de venda exorbitantes. No contexto do futebol moderno, adeptos que lutam pelos seus interesses e direitos – associativos, desde logo, mas também «comerciais» – são um obstáculo ao negócio e à sua rentabilidade. É por isso sem espanto, sem ponta de surpresa, que leio sobre a proposta de lei do governo «contra a violência no desporto» (ruivascosilva.wordpress.com) [Gora HNT!]

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

«Fascistas»

[De Jorge Cadima] O Presidente do Parlamento ucraniano, Andrei Parubi, declarou no canal de televisão ICTV que «o maior homem que praticou a democracia directa foi Adolf [Hitler], nos anos 30» (RT, 6.9.18). Milhões de ucranianos ouviram a declaração. Mas ‘o Ocidente’ censurou a notícia. Esconde que o golpe de Estado de 2014 em Kiev, abertamente promovido pelo ‘liberal-democrático Ocidente’ e peça central da campanha anti-russa que coloca o planeta à beira duma catástrofe, levou fascistas aos mais altos cargos do poder de Estado ucraniano. Fascistas que glorificam quem colaborou com Hitler e massacrou milhões de pessoas. Fascistas que, logo após o golpe de 2014, massacraram (até queimando vivos) dezenas de indefesos manifestantes na Casa dos Sindicatos de Odessa. Fascistas que responderam à resistência da população do Donbass pela guerra. Fascistas que hoje perseguem e tentam ilegalizar o Partido Comunista da Ucrânia. (avante.pt)