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segunda-feira, 18 de março de 2019

Neonazis e veteranos da Waffen-SS voltaram a marchar em Riga

A Embaixada da Rússia no país do Báltico condenou a marcha de homenagem aos legionários da Waffen-SS, que classificou como «uma vergonha». Na sua conta oficial de Twitter, a Embaixada afirmou, no sábado: «Que vergonha! Veteranos da Waffen-SS e apoiantes estão novamente a marchar com honra no centro de uma capital europeia. E isto acontece na véspera do aniversário dos 75 anos da libertação de Riga dos invasores nazis!»
[…]
A Legião da Waffen-SS da Letónia foi fundada em 1943. Muitos dos seus membros viriam a integrar depois, juntamente com combatentes da Lituânia e da Estónia, os chamados Irmãos da Floresta, que até 1953 lutaram contra as tropas soviéticas nos países bálticos.

Em Julho de 2017, a NATO publicou um vídeo que apresenta, com visível dose de heroísmo, essa guerrilha anti-soviética, sem mostrar grande preocupação pelo facto de, nessas forças, estarem integrados muitos legionários das SS nazis ou os que, nos países bálticos, haviam colaborado com as forças invasoras nazi-fascistas. (Abril)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Manifestação contra o fascismo, amanhã, em Lisboa

Manifestação, dia 1 de Fevereiro, às 18h30, a partir do Rossio, em direcção ao Largo Camões. Concertos e convívio, a partir das 20h30, no Largo Camões.

Pela plataforma promotora: «O capitalismo alimenta o racismo e o fascismo para nos dividir, não deixemos que alastrem pelos nossos bairros e entrem nas nossas vidas.

O fascismo sempre espreita, a sua essência nasce com um sistema de domínio que nos reprime desde o início das nossas vidas. As elites financeiras fomentam o permanente aumento das desigualdades sociais e, consequentemente, da repressão a todas as pessoas que contra elas resistem. Neste contexto, facilmente germinam ideias racistas e xenófobas, tentando encontrar o bode expiatório nas minorias que mais sofrem com este sistema.

Em países como Brasil, Estados Unidos, Itália, Hungria, Polónia, Suécia, a extrema-direita, pelo voto, já subiu ao poder, ou cada vez começa a ganhar mais aceitação social e presença parlamentar como em Espanha, França, Áustria, etc. Também sabemos que o fascismo já está presente em cada despejo, em cada trabalho precário, em cada rusga policial em bairros populares, em cada migrante assassinado às portas do «primeiro mundo», em cada mulher morta pela violência machista, e em tantos outros casos no nosso dia a dia.

Por tudo isto, no dia 1 de Fevereiro, saímos à rua para gritar bem alto que não toleramos a normalização de discursos fascistas e grupos/partidos de extrema-direita. Apelamos à vossa participação porque o fascismo também se combate na rua!»

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

«Tanto el poli bueno como el poli malo son polis»

[De Borroka Garaia] Diversas estructuras de la UE o de tribunales europeos como el de Estrasburgo son paradigmáticos de todo ello. Por ejemplo, el mismo tribunal de Estrasburgo que recientemente declaraba la falta de imparcialidad de una jueza española en un juicio político en Euskal Herria, fue el mismo tribunal que afirmó hace años que la ilegalización de Batasuna «no sólo fue legal, sino necesaria». y que vino dada por una «necesidad social imperiosa», afirmando que la ilegalización de Batasuna fue «necesaria en una sociedad democrática» para el «mantenimiento de la seguridad, la defensa del orden y la protección y los derechos del otro».

Por lo que finalmente ese tribunal avalaba las ilegalizaciones y daba carta de protección a la represión española. Cosa que sigue haciendo ahora porque no vamos a ver nunca que el propio tribunal de Estrasburgo se desdiga y reconozca que actuó parcialmente para dar la aprobación a las ilegalizaciones como así fue. Es decir, que a caballo pasado y con hechos ya consumados ese tribunal critica la parcialidad de una jueza de algo que el propio tribunal de Estrasburgo ya se encargó en su día de avalar y nunca ha cambiado de opinión. (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

«Operação Condor, Parte II»

[De José Goulão] A situação no Brasil marca a consolidação do processo sistemático de conspiração e estabelece uma viragem. O recuo latino-americano, conjugado com o que se passa na Europa, confirma que o neoliberalismo admite cada vez mais ostensivamente a sua incapacidade para sobreviver em democracia, mesmo onde esta já foi expurgada de muitos dos seus princípios essenciais, como na União Europeia.

Como rezava a propaganda saudando o «milagre económico» no tempo do Chile de Pinochet: «a prosperidade nasce da dor».

Ou, como declarou Friedrich van Hayek, o mestre da senhora Thatcher, ao jornal El Mercurio, órgão oficioso da ditadura chilena: «se a opção totalitária é a única oportunidade que existe num determinado momento, então pode ser a melhor solução». (Abril)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

«Khashoggi vs. 50.000 crianças iemenitas massacradas»

[De Peter Koenig] Voltando à questão concreta: foi necessário o horrendo assassínio de um famoso jornalista, de nacionalidade saudita e crítico dos sauditas para que os Europeus reagissem – e, não se esqueçam, a contragosto. Prefeririam seguir a linha de Donald Trump: porquê perder a venda de armas aos sauditas no valor de 110 milhares de milhões de dólares por causa do assassínio de um jornalista? Afinal de contas, negócios são negócios. Tudo o resto é uma farsa. (odiario.info)

sábado, 20 de outubro de 2018

«O fascismo e os "homens bons"»

[De Mauro Luis Iasi] Na Alemanha de Weimar também haviam pessoas boas que só queriam um país grande e forte. Estavam descontentes com a crise, a inflação e o desemprego. Tinham críticas aos governos democráticos, muitas delas bastante pertinentes. Queriam defender a família, queriam uma raça pura, bonita e forte. Por isso votaram em massa pelos nazistas e os elegeram em 1932.
[…]
Podemos ver esse processo mesmo nos clássicos casos do nazi-fascismo europeu, quando a retórica nacionalista e a crítica ao grande capital se transformou na aliança prática do capital financeiro e monopolista com o nazismo e o fascismo. É ridículo mas necessário lembrar que o fascismo e o nazismo foram projetos da extrema direita. Se seguirem o «raciocínio» que se tem feito esses dias, é capaz dos reacionários do futuro afirmarem que o Bolsonaro era de centro, pois eu partido se autodenomina «social e liberal».

A extrema direita é um instrumento do grande capital que lança mão da barbárie para salvar sua civilização diante do risco da democracia. Seu método, como já discutíamos em outra oportunidade, é a estigmatização do inimigo, a manipulação dos valores da Nação, da família, da moral, do perigo comunista, deslocando a responsabilidade pela crise e seus efeitos para os ombros de seus adversários. Por isso, não nos espanta que a mentira seja a principal arma política daqueles que defendem os interesses de uma minoria e precisam do apoio das massas para suas aventuras. Não foi o Facebook nem o WhatsApp que criou o fenômeno. Ainda que esses dispositivos sejam veículos eficientes da mentira e das falsificações, a «propaganda» é reconhecidamente um instrumento do fascismo, pois a verdade os destrói como a luz aos vampiros. (PCB)

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

«Brasil: existe ameaça fascista?»

[De Anita Leocadia Prestes] A experiência histórica mundial revela que as classes dominantes têm sempre preocupação com a possibilidade de uma insurgência popular e tratam de adoptar medidas preventivas para salvar o regime capitalista, mesmo quando não existe a ameaça iminente da revolução.
O fascismo é uma arma à qual os sectores mais reacionários do capital financeiro recorrem para assegurar os seus interesses. O panorama europeu actual é revelador nesse sentido. (odiario.info)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

«A criminalização dos adeptos»

[De RVS] Comecemos pelo óbvio: os adeptos são uma chatice para o futebol moderno. Os adeptos, sublinho. O futebol moderno alimenta-se de espectadores de sofá e de bancada, engorda à conta de bilhetes a preços proibitivos e parece gozar com o associativismo quando disponibiliza camisolas de jogo com um custo miserável a preços de venda exorbitantes. No contexto do futebol moderno, adeptos que lutam pelos seus interesses e direitos – associativos, desde logo, mas também «comerciais» – são um obstáculo ao negócio e à sua rentabilidade. É por isso sem espanto, sem ponta de surpresa, que leio sobre a proposta de lei do governo «contra a violência no desporto» (ruivascosilva.wordpress.com) [Gora HNT!]

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

«Fascistas»

[De Jorge Cadima] O Presidente do Parlamento ucraniano, Andrei Parubi, declarou no canal de televisão ICTV que «o maior homem que praticou a democracia directa foi Adolf [Hitler], nos anos 30» (RT, 6.9.18). Milhões de ucranianos ouviram a declaração. Mas ‘o Ocidente’ censurou a notícia. Esconde que o golpe de Estado de 2014 em Kiev, abertamente promovido pelo ‘liberal-democrático Ocidente’ e peça central da campanha anti-russa que coloca o planeta à beira duma catástrofe, levou fascistas aos mais altos cargos do poder de Estado ucraniano. Fascistas que glorificam quem colaborou com Hitler e massacrou milhões de pessoas. Fascistas que, logo após o golpe de 2014, massacraram (até queimando vivos) dezenas de indefesos manifestantes na Casa dos Sindicatos de Odessa. Fascistas que responderam à resistência da população do Donbass pela guerra. Fascistas que hoje perseguem e tentam ilegalizar o Partido Comunista da Ucrânia. (avante.pt)

quarta-feira, 9 de maio de 2018

«Las mil caras del fascismo»

[De Ester Muñoz e Shaila Fernández, da Askapena] Sin embargo, desde sus comienzos, la UE se configura como una institución para apartar las decisiones sobre la política económica del control de los pueblos que la componen. Esta tendencia se ha agudizado a partir de la crisis capitalista del 2007 con la imposición, por parte de la Troika (Comisión Europea, Banco Central Europeo y Fondo Monetario Internacional), de planes de ajuste estructural (privatizaciones, recortes, etc) a las clases trabajadoras de los Estados que se endeudaron para salvaguardar los intereses de las empresas privadas. Un caso paradigmático es el de Grecia que, en la actualidad, ha perdido totalmente su soberanía y se ha convertido en una colonia de las élites capitalistas europeas.
[...]
No nos dejemos engañar por su juego del poli bueno y poli malo. Ni fascismo liberal disfrazado de democracia ni fascismo nacional socialista bien vestido y disfrazado de solidaridad obrera. Ante eso, recuperemos la mejor tradición de lucha por nuestros derechos, por los derechos de la clase obrera, de los pueblos que luchan por su liberación, de las mujeres. La mejor tradición de apoyo mutuo y solidaridad internacionalista. Con propuestas claras, que defiendan hoy y ahora a las capas de la población más afectada por este sistema capitalista neoliberal, desde las trincheras de las necesidades de la vida cotidiana, y contra una UE profundamente antidemocrática y represiva. Una UE, que, sin embargo, se sigue defendiendo, por aquellos quienes la respaldan, como el muro de contención de la extrema derecha mientras aplica, institucionaliza y legitima su mismo programa, por un lado, y persigue y criminaliza la resistencia de corte progresista. No sabemos si la Unión Europea quiere blanquear el fascismo, pero lo que está claro es que quiere imponernos un fascismo blanqueado, de mil caras, irreconocible, casi hasta con pinta de demócrata. (BorrokaGaraiaDa)

sábado, 7 de abril de 2018

«Europa abre-se à livre circulação da máquina de guerra»

[De José Goulão] Talvez porque seja de uma gravidade ultrajante para os cidadãos nestes tempos de austeridade persistente e degradação galopante dos direitos cívicos e sociais de cada um, o escabroso assunto anda como que envergonhado, meio-escondido, ausente mesmo de telejornais e observadores de referência. Isso não invalida a sua existência e a danosa ameaça que traz nas linhas e entrelinhas, apenas denuncia a má consciência de quem finge que nada se passa. E o que se passa é que vamos ser obrigados a cumprir, custe o que custar, as ordens dadas pelo Pentágono, lá longe, em Washington, para financiar as obras públicas que permitam aos exércitos da NATO circularem livremente, sem quaisquer estorvos, através do continente europeu. (Abril)