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sábado, 25 de julho de 2020

«La Segunda Marquetalia. La lucha sigue» (livro)

[De Iván Márquez] El libro es una crónica de la marcha llena de vicisitudes que hicieron varios de los comandantes y guerrilleros que sufrieron en carne propia la traición de los Acuerdos de La Habana, hacia las selvas del sur de nuestro país, para reemprender la lucha armada. Y al mismo tiempo es una síntesis de nuestro historial de lucha y lo que nos proponemos en el presente, lo cual se escribe desde la pluma de Iván Márquez fundamentalmente, con las voces de los fundadores del nuevo proyecto. Explica el texto aspectos desconocidos de la época de las conversaciones, del inicio del proceso de reincorporación, de la realización de la Décima Conferencia Nacional de Guerrilleros, del Congreso Constitutivo del Partido de La Rosa.
Y los aspectos que configuraron las traiciones que obligaron al rearme y a la creación del proyecto político-militar que hoy encarnamos cumpliendo con el deber decoroso de no dejar morir la esperanza en la Colombia Nueva, pese a tantas adversidades que son precisadas, en síntesis pero con suficiencia, en esta pintura de la selva y de los hechos políticos que rodearon la más deplorable y vulgar perfidia de lo que han sido los tratados de paz en el mundo. (lahaine.org)

sábado, 27 de junho de 2020

«Colômbia: a farsa da guerra contra o narcotráfico»

[De Iván Márquez] A vinculação dos negociadores de paz das FARC-EP, Iván Márquez e Jesús Santrich, a uma organização nebulosa, utilizada para justificar a injusta agressão dos Estados Unidos à Venezuela, deve ser classificada como infame. Rememora a injustiça contra Simón Trinidad.
[…]
A guerra contra as drogas é um fracasso e uma fraude. Jesse Ventura, ex-governador de Minnesota, denunciou há anos que a DEA e a CIA financiam a desestabilização de governos democráticos e soberanos com dinheiros do narcotráfico. (PCB)

quarta-feira, 17 de junho de 2020

167 líderes indígenas assassinados durante a presidência de Iván Duque

No documento, o organismo reporta-se ao período que vai desde 2016, o ano da assinatura dos acordos de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP), e a actualidade (até dia 8 deste mês), verificando que o número de assassinatos de dirigentes indígenas aumenta de ano para ano.

Assim, segundo os dados recolhidos pelo Indepaz, registaram-se «31 assassinatos em 2016, 45 em 2017, 62 em 2018, 84 em 2019 e 47 em 2020». O organismo revela ainda que 262 líderes indígenas foram mortos depois dos acordos de paz (24 de Novembro de 2016) e 167 durante a governação do actual presidente colombiano, Iván Duque. (Abril)

quinta-feira, 11 de junho de 2020

«A traição aos Acordos de Paz»

[Entrevista a Jesús Santrich, comandante das FARC-EP, por Cira Pascual Marquina, professora de Ciências Políticas, jornalista e apresentadora do «Escuela de Cuadros»] O processo de paz entre a guerrilha das FARC-EP e o governo colombiano teve um impacto profundo na região, especialmente sobre a Venezuela. Esta – ligada à Colômbia por mais de 200 anos de história, cultura e política – promoveu e patrocinou o processo de paz nas suas primeiras etapas. A situação pós acordo, na qual numerosos líderes sociais foram assassinados e as causas do conflito permanecem por resolver, conduziu um grupo de dissidentes a romper com o Partido FARC no ano passado.

Aqui falamos com Seuxis Pausias Hernández Solarte, mais conhecido como Jesús Santrich. Santrich é um comandante importante das FARC-EP: juntamente com Iván Marquez, é um líder fundamental dentro do grupo «dissidente». Esta entrevista data de 4 de Fevereiro de 2020. (PCB)

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Pelo menos nove dirigentes sociais assassinados na Colômbia em dez dias

De acordo com os dados divulgados pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz (Indepaz), desde o início do ano foram assassinados na Colômbia mais de 110 dirigentes sociais.

Por seu lado, o partido FARC exigiu medidas de protecção para os ex-combatentes, explicando que os ex-guerrilheiros que avançam no processo de reintegração são vítimas da «política de extermínio» levada a cabo pelo governo colombiano. (Abril)

quinta-feira, 19 de março de 2020

Jesús Santrich: «Si muero lo haré combatiendo, no acribillado miserablemente por la guerra sucia»

[Entrevista de Ibai Trebiño para o Argia] Tras 5 años como delegado de la guerrilla colombiana en las negociaciones de paz de La Habana, el comandante de las nuevas FARC-EP «Jesus Santrich» (Toluviejo, 1966) es hoy el reflejo de la fallida implementación del proceso de paz en el pais andino.

Tras la firma del acuerdo, Santrich pasó más de un año encarcelado bajo la acusación de narcotráfico -un proceso judicial que diferentes organizaciones políticas y sociales colombianas tacharon de «escandaloso montaje»- y cuyo objetivo final era la extradición a EEUU del ex-guerrillero y miembro de la cámara. Tras su liberación, las «escasas garantias» para ejercer la vida politica -explica Santrich-, le empujaron a refugiarse en las montañas del Oriente del país para reorganizar, juntos a otros importantes comandantes farianos como Iván Márquez o «El Paisa», una nueva fase de lucha insurgente guerrillera en el pais cafetero. (Resumen Latinoamericano)

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Colômbia: 20 dirigentes sociais assassinados em duas semanas

A morte do indígena Quitumbo Ascue, esta terça-feira, no Cauca eleva para 20 o número de assassinatos de dirigentes sociais e ex-combatentes colombianos em 2020, segundo divulgou o organismo Indepaz.

Num comunicado, o Conselho Regional Indígena do Cauca (CRIC) explicou que os factos ocorreram quando o dirigente se encontrava na sua zona de trabalho agrícola, a 50 metros de casa, local onde teriam acorrido homens armados, que dispararam vários tiros contra ele.

«Preocupa o nível de assassinatos em territórios indígenas no Norte do Cauca», alerta o CRIC. «Em comparação com os registados em Janeiro de 2019, há um aumento de sete casos, o que é sem dúvida um nível alarmante para as comunidades», afirma o organismo. (Abril)

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

«¿La paz o la paz de los cementerios?»

[De Darío Herchhoren] No me gusta la guerra. Pero en Colombia, todos los cauces políticos se cerraron por virtud de la oligarquía colombiana, y la paz no fue posible. La paz solo es posible con justicia social, y eso nunca hubo en Colombia desde la propia fundación de la nación colombiana, y ello ha dado lugar a una violencia infinita con miles de muertos y desplazados.

Pero de lo que se trata es de desentrañar las causas de las enormes desigualdades que han sido el combustible de la violencia. (insurgente.org)

sábado, 31 de agosto de 2019

«Enquanto houver vontade de luta haverá esperança de vencer»

[Manifesto das FARC-EP] Aqui no [rio] Inírida que acaricia com a ternura das suas águas frescas a selva amazônica e no [rio] Orinoco, sitiados pela fragrância do Vaupés, que é ananás maduro, anunciamos ao mundo que começou a Segunda Marquetalia (lugar de nascimento das FARC há mais de meio século) sob o amparo do direito universal que assiste a todos os povos do mundo de se levantar em armas contra a opressão. É a continuação da luta guerrilheira em resposta à traição do Estado ao Acordo de Paz de Havana. É a marcha da Colômbia humilde, ignorada e desprezada rumo à justiça que cintilam as colinas do futuro. Será a da paz certa, não traída, a desdobrar suas asas de anseios populares sobre a perfídia do estabelecimento.

A rebelião não é uma bandeira derrotada nem vencida; por isso continuamos com o legado de Manuel e de Bolívar, trabalhando a partir de baixo e com os de baixos pela mudança política e social. / VER: Diário Liberdade

Ver tb.: «Mientras haya voluntad de lucha habrá esperanza de vencer» (lahaine.org)

quinta-feira, 11 de julho de 2019

FARC alerta para «plano de extermínio» de ex-guerrilheiros na Colômbia

Lozada afirmou que o paramilitarismo não só não foi desmantelado pelo governo colombiano, como, pelo contrário, a sua presença aumentou. O dirigente do FARC disse também que entregou à Procuradoria uma «série de mensagens» que «andaram a circular» e que provam a existência de um plano para assassinar os ex-combatentes e dirigentes farianos, esperando que, com esse material, a instituição dê início a um processo de investigação.

«Nesses textos, há nomes muito concretos de dirigentes e, num contexto em que foram assassinados mais de 140 militantes do partido – dois deles na terça-feira –, consideramos que podemos estar a entrar numa nova etapa desta série de assassinatos», sublinhou. (Abril)

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Assassinados mais dois ex-combatentes das FARC-EP

No espaço de duas semanas, foram assassinados cinco ex-combatentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP). Além de Esterilla Grueso e Pérez Osorio, Rafael Polindara foi morto, no departamento do Cauca, no passado dia 13; Alexander Saya Palacios foi assassinado, no dia anterior, em Nariño, e Jorge Enrique Sepúlveda foi abatido no departamento de Córdoba no dia 6 deste mês. Desde a assinatura dos acordos de paz, em Novembro de 2016, foram assassinados 136 ex-combatentes. (Abril)

terça-feira, 28 de maio de 2019

«La doble crisis de Colombia»

[De Alberto Pinzón] Uncida con fuertes cadenas de dominación y sometimiento a la Embajada de los EEUU y a su apoyo el obispado Vaticano, hoy empiezan a comprobar que no es así. Que la sociedad colombiana también se mueve, y lo peor, en sentido señalado por la tradición marxista hacia su concientización y hacia su emancipación y que, ese movimiento va sacando a flote las profundas e insalvables contradicciones internas que durante tantos años permanecieron tapadas o maquilladas por el trabajo asiduo de la falsimedia del régimen. Que hay una doble crisis en la sociedad colombiana tanto en las alturas del Estado, de las instituciones y del gobierno, como entre los de abajo, en las clases subalternas y explotadas. (lahaine.org)

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Assassinado na Colômbia Wilson Saavedra, ex-comandante das FARC-EP

Wilson Saavedra, antigo comandante da Frente 21 e da coluna Víctor Saavedra Ramos, das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP), foi atacado a tiro, esta terça-feira, quando se encontrava num restaurante em Tuluá, no departamento de Vale do Cauca (Ocidente da Colômbia).

Saavedra, de 49 anos, trabalhava actualmente em projectos agrícolas com outros ex-combatentes farianos, depois de ter abandonado as armas no espaço de reintegração de Marquetalia (departamento de Tolima), pelo qual foi responsável durante algum tempo. De acordo com a Contagio Radio, foi um promotor activo dos processo de paz e da reintegração de ex-combatentes da guerrilha na vida civil. (Abril)

quarta-feira, 24 de abril de 2019

Ex-guerrilheiro das FARC-EP assassinado por militares colombianos

Apesar de o caso se encontrar sob investigação, tudo aponta para que o crime tenha sido cometido por uma patrulha do Exército colombiano, pois, quando os residentes de Carrizal foram à procura de Torres, depararam com «militares que se preparavam para enterrar o seu corpo numa vala comum».

A Ascamcat questionou a «elevada militarização da região do Catatumbo» e lembrou as ameaças recentes a diversos camponeses da região por parte de militares. Por seu lado, dirigentes do partido FARC condenaram o assassinato, que qualificaram como um facto «extremamente grave», e exigiram garantias de segurança para os antigos guerrilheiros. (Abril)

domingo, 24 de fevereiro de 2019

«Réquiem por las FARC-EP»

[De Isauro Yosa] Jesús Santrich ha mantenido una posición limpia, honesta frente a lo que hoy son unos acuerdos fallidos, tuvo el carácter para denunciar el incumplimiento deliberado y prevenir al ELN, fue el único capaz de observar con verdadero criterio objetivo los «errores» del proceso de paz y por eso está preso.
[…]
Irónicamente, después de 50 años, no fue la oligarquía colombiana ni fueron los gringos los que acabaron con las FARC-EP, sino gente de «adentro». Pero las mareas cambian y no se echa por tierra la dignidad de un pueblo y su legado tan impunemente. (rebelion.org)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

O Boltxe entrevista Alberto Pinzón, intelectual e marxista colombiano

Entrevista de Andoni Baserrigorri, para o portal boltxe.info, a Alberto Pinzón, marxista colombiano e observador nas conversações entre as FARC-EP e o Estado, no período de Pastrana.

«Hay que crear las condiciones para desestructurar al bloque de poder… combinando todas las posibilidades de lucha que existan»Ver: lahaine.or

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

«Lecciones farianas»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Las últimas frases de este parágrafo citado explican el presente en Colombia, el que Santrich este prisionero con la intención de que muera en vida en las cárceles yanquis; el que centenas de personas hayan sido asesinadas y otras muchas más hayan tenido que esconderse; el que el Estado haya incumplido con frialdad y premeditación todos los acuerdos refrendados bajo garantías oficiales e internacionales que ahora callan o que endurecen aún más sus ataques a una ex guerrilla desarmada, indefensa, dividida y en proceso de vaciamiento; el que la burguesía esté recuperando con la ayuda del envalentonado narcoparamilitarismo las tierras antaño liberadas con sangre popular y hoy otra vez en manos del capital; el que EEUU ocupe militarmente Colombia y prepare la invasión de Venezuela desde esa colonia…

Sin embargo, los dos volúmenes que hemos resumido tan rápidamente también aportan otra lección que es el contrario dialéctico de la rosa socialdemócrata del nuevo emblema de las Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común: en el corazón del pueblo trabajador se reorganiza la revolución. La razón es fácil de explicar: la disolución oficial de las FARC-EP en su misma identidad histórica no ha supuesto la total disolución práctica de su militancia, de su proyecto, pese a la demolición de sus valores referenciales realizada desde dentro. (lahaine.org)

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Professor indígena e defensor da terra assassinado no Cauca

José Domingo Ulcué Collazos era docente das disciplinas de Agropecuária e de Ética e Valores na escola Benjamín Dindicué, localizada na comunidade de La Esperanza da reserva indígena de Munchique de Los Tigres, no município de Santander de Quilichao.

A Organização Nacional Indígena da Colômbia (ONIC) afirmou esta terça-feira que o docente seguia de motorizada neste município do departamento do Cauca quando foi atacado a tiro por estranhos. O Cauca é, juntamente com o departamento de Antioquia, um dos mais visados pelo assassinato selectivo de dirigentes sociais, de indígenas e de defensores dos direitos humanos.

No passado dia 6, o dirigente social Jaime Rivera e dois dos seus filhos foram torturados e assassinados no município de Bolívar, depois de homens armados terem entrado em sua casa. Numa nota emitida pela Coordenadora Nacional de Cultivadores de Coca, Papoila e Marijuana (Coccam), sublinha-se que tanto Jaime como um dos seus filhos, Reinel, tinham assumido um papel de destaque na comunidade em defesa da implementação dos acordos de paz firmados entre as FARC-EP e o governo colombiano. (Abril)

sábado, 18 de agosto de 2018

Santrich: «Lo que querían era desarmarnos al menor costo posible y lo lograron»

Hace cuatro meses Seuxis Hernández, conocido por el seudónimo Jesús Santrich, fue detenido por la Fiscalía General de la Nación para responder al reclamo de un juzgado de EEUU que lo acusa de conspiración con fines de narcotráfico. La Fiscalía no ha mostrado pruebas para condenarlo hasta el momento.

Colombia Informa entrevistó a Hernández para conocer su opinión acerca de la implementación de los Acuerdos firmados con el Estado, la participación del partido político FARC -Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común- en el Congreso, y la posibilidad de un retorno al ejercicio político a través de las armas de sus compañeros y compañeras insurgentes. / Ler: BorrokaGaraiaDa

sexta-feira, 25 de maio de 2018

«Traición a la apertura democrática»

[De Jesús Santrich] La ausencia de garantías democráticas para hacer política, el hermetismo del régimen y su compulsión represora, la baja participación de las amplias mayorías, corrupción y clientelismo como piedras angulares de los partidos tradicionales, la crisis de legitimidad y de representación política territorial, étnica y de clase, han sido causalidades históricas del conflicto social político armado. Si se mantienen inalteradas estas condiciones, a favor de ambiciones de los que siempre han usufructuado la política, no habrá verdadera paz. (insurgente.org)