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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

«Israel, licença para matar»

[De Manlio Dinucci] O poder sionista em Israel prossegue e alarga a agressão militar contra a Síria e a política genocida contra o povo palestiniano. Esta escalada integra a preparação por parte dos EUA e da NATO de uma guerra de grande escala contra o Irão.
Em Itália, governo de extrema-direita está, como seria de esperar, inteiramente solidário. O fascismo é um aliado preferencial do imperialismo e do sionismo. (odiario.info)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

«Vox y la Oposición iraní»

[De Aritz Saidi Olaortua] Me he tomado la libertad y molestia de explicar lo de VOX/MEK. Se habla mucho del financiamiento iraní de los reaccionarios de VOX y no tanto de su ilegalidad/anti-constitucionalidad. La inquebrantable (para algunas cosas, claro). Tampoco cuentan que dicha oposición iraní es mantenida por saudíes, sionistas y yanquis.

Son variados los nombres inventados para la misma órbita y ramal opositor iraní. Los muyahedin del pueblo, amigos de Irán, MEK o el CNRI. También algún cuñado/a los llama marxistas islamistas. Ellos mismos se hicieron pasar así para captar simpatías, aunque fuese una cuña del Sha. (revistalacomuna.com)

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Nasrallah: «Resistência libanesa é hoje mais forte»

No discurso a propósito do 12.º aniversário do fim da guerra dos 33 dias no Líbano, Hassan Nasrallah sublinhou o «fracasso» das políticas levadas a cabo pelos EUA na Palestina, na Síria e no Irão.
[…]
Estas declarações foram proferidas no contexto do 12.º aniversário da retirada das tropas israelitas do Líbano, no final da guerra dos 33 dias. A este propósito, Nasrallah agradeceu o apoio que a o Irão e a Síria deram à resistência libanesa.

Sobre o actual contexto, disse que o Hezbollah não receia uma eventual guerra com Israel e que ninguém deve «usar a ameaça» ou «tentar assustar» a resistência libanesa com a guerra.

Justificou esta asserção dizendo que o Hezbollah é hoje mais forte do que alguma vez foi, possuindo melhor equipamento militar, mais capacidade e melhores quadros do que quando expulsou Israel do Líbano, em 2006. (Abril)

terça-feira, 22 de maio de 2018

Rouhani: acabou-se o tempo em que os EUA «decidiam pelo mundo»

Hassan Rouhani, presidente iraniano, disse esta segunda-feira que os Estados Unidos da América não podem tomar decisões pelo Irão e por outros «países independentes», apesar de, nalguns casos, «conseguirem avanços na sua agenda por via das pressões».

«Quem são vocês para tomarem decisões pelo Irão e pelo mundo? Hoje, o mundo não aceita que a América decida por todos [...]. Esse tempo acabou», disse o presidente iraniano, citado pela PressTV e a RT. (Abril)

domingo, 13 de maio de 2018

«Os heróis e as notícias»

[De Jorge Seabra] Voam mísseis para dar mais democracia à Síria, porque o gás passou a ser a alma mater da propaganda, a chave da guerra, o medo aproveitado pelo «Ocidente» para justificar as piores agressões a países soberanos. Mas, nos nossos media, não há perguntas, não há interrogações, não há leis internacionais. Tudo pode ser violado em silêncio. Há um lápis azul de censura que paira no monolitismo da «narrativa». Ouvir um noticiário da rádio ou da TV é ouvir todos. Nenhum abalo na confiança na versão «oficial», fechando os olhos às suas debilidades, como se o passado fosse limpo. (Abril)

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

«Syria condemns stances of US administration and Zionist entity towards current situation in Iran»

[An official source at Foreign and Expatriates Ministry] said that Syria expresses full solidarity with the Islamic Republic of Iran, emphasizing the importance of respecting Iran’s sovereignty and not interfering in its internal affairs.

Syria also voiced full confidence that the Iranian leadership, government and people will be able to thwart this conspiracy, go ahead in the process of development and construction and to continue backing the just causes of peoples. (Sana)