Mostrar mensagens com a etiqueta luta laboral. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta luta laboral. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

«Da sanha e do medo»

[De Manuel Gouveia] Ora para que a superação do capitalismo se dê é preciso que muitos daqueles a quem ela interessa em primeiro lugar – aos trabalhadores – se apercebam da necessidade e possibilidade dessa superação, e se organizem politicamente para poderem almejar concretizar esse objectivo político. Pelo que enfraquecer e afastar os trabalhadores dessa organização política (em Portugal, no PCP) é condição necessária de sobrevivência da pequena percentagem da população que vive de se apropriar, no quadro do modo de produção capitalista, da riqueza produzida por esses trabalhadores.

E quanto mais medo eles tiverem, maior será a sanha. (avante.pt)

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Martín Villa, exministro franquista, recibe el apoyo de Aznar, Zapatero, Felipe González, ex líderes de CC.OO y UGT

El que fuera ministro de Interior con UCD en el primer gobierno posterior a la muerte de Francisco Franco, Rodolfo Martín Villa, declarará ante la jueza argentina María Servini en el marco de la querella argentina que investiga los crímenes de lesa humanidad durante el franquismo. La justicia argentina ha podido llegar a donde la española, evidentemente, no quiso.

El ministro franquista Martín Villa, ante el comienzo del juicio por sus presuntos crímenes, ha recibido el apoyo de los expresidentes Felipe González, José María Aznar, José Luis Rodríguez Zapatero y Mariano Rajoy, de los ex secretarios generales de UGT y CCOO Nicolás Redondo, Cándido Méndez, Antonio Gutiérrez y José María Fidalgo, de dos «padres de la Constitución» -Miguel Herrero y Rodríguez de Miñón y Miquel Roca-, del exministro y presidente de la Fundación España Constitucional Eduardo Serra, del exministro y presidente de la Fundación Transición Española Rafael Arias-Salgado, del senador Jaime Ignacio del Burgo, del exministro Marcelino Oreja, del exministro en Chile Enrique Krauss y del exministro portugués Jaime Gama.

También destaca el apoyo explícito del exministro y hoy vicepresidente de la Comisión Europea como Alto Representante para Asuntos Exteriores y Política de Seguridad Josep Borrell. Lo mejor de cada casa. El régimen sale en su defensa, faltaría más. / Ver: insurgente.org

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Em tempo de ofensiva, exige-se o reforço efectivo da ACT

Entre os principais problemas detectados pela União dos Sindicatos do Distrito de Santarém, contam-se centenas de despedimentos ilegais, violação do direito a férias, salários em atraso, utilização abusiva e injustificada do lay-off, empresas que não salvaguardam a saúde dos trabalhadores, assédio moral, alteração unilateral de horários, incumprimentos na retribuição de trabalho extraordinário ou em dia feriado e violação da aplicabilidade da contratação colectiva.

A estrutura sindical afirma que tem vindo a intervir sobre eles nos locais de trabalho, mas destacando que essa acção «seria muito mais eficaz» se complementada com «uma intervenção reforçada da ACT». (Abril)

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

«Siete días sembrando en los tornos: esa es la victoria»

[De Chema Sánchez] No todo se aprende en los libros. Una escuela de alto nivel es sin duda el fragor de la batalla. De aquí es de donde se sacan las mejores lecciones y de donde surgen nuevos dirigentes obreros, e incluso se forjan, aunque sea en menor número, futuros cuadros revolucionarios que nos empujen hacia las más altas cumbres de la justicia, del pensamiento y de la igualdad.
[…]
Por esto, creo que, más allá de coyunturales «subidones» y «bajones» de ánimo, ya es hora de enumerar las diferentes victorias que el colectivo de la CTM, con la fuerza de los obreros y obreras de la industria auxiliar naval del sector del metal de la Bahía de Cádiz, han cosechado hasta ahora en su lucha por el presente y futuro de todos los gaditanos. (insurgente.org)

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Precariedade na Arquitectura exige organização do sector

[Entrevista a representantes do Movimento de Trabalhadores em Arquitectura]
[...] essa ilusão da prática liberal, onde se recebe bem e que se traduz em óptimas condições de vida, é negada pela realidade, que nos mostra exactamente o contrário, que o trabalho em arquitectura é altamente precarizado, com uma falta de vínculos brutal, com salários abaixo da média nacional. (Abril)

sábado, 22 de agosto de 2020

Trabalhadores dos Correios no Brasil em greve pelos direitos e contra a privatização

No contexto da pandemia, os trabalhadores perderam direitos e salários. Com o apoio da Justiça, a administração revogou ou retirou parcialmente 70 das 79 cláusulas vigentes no Acordo Colectivo de Trabalho.

A administração da empresa estatal alega que a situação se impõe em função da «crise financeira ocasionada pela pandemia», mas a Federação sindical lembra outras contas, referindo que os Correios registam um maior volume de rendimentos devido ao crescimento das entregas durante a quarentena, e estimando que, até ao fim do ano, os Correios tenham um lucro de 800 milhões de reais (mais de 121 milhões de euros). (Abril)

Ver tb.: «STF vota contra apelo dos trabalhadores e greve dos Correios continua» (Brasil de Fato)

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Estafetas da Swiggy protestam na Índia contra a enorme exploração

Os estafetas da Swiggy, uma das maiores plataformas de entrega de comida ao domicílio, denunciam cortes brutais nos rendimentos. A greve desta semana teve maior impacto em Chennai, Hyderabad e Déli.

Os trabalhadores da plataforma indiana têm estado a fazer greve e a realizar protestos em várias cidades do país subcontinental, acusando a Swiggy de ter aumentado aquilo que cobra aos clientes e reduzido drasticamente aquilo que paga a cada estafeta por entrega realizada: de 35 rupias (0,39 euros) para 15 rupias (0,17 euros).

Outros incentivos e bónus pagos aos estafetas, que, segundo o portal newsclick.in, variam de cidade para cidade, também foram reduzidos de forma substancial. Quando os estafetas deduzem as despesas com combustível e a manutenção dos veículos, fica muito pouco de rendimento. (Abril)

terça-feira, 18 de agosto de 2020

Entrevista ao jornalista Juanjo Basterra, recentemente despedido do Gara [vídeo]

Entrevista de Andoni Baserrigorri (Boltxe) a Juanjo Basterra (cas.).Ver: boltxe.eus via lahaine.org

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

«Se vos incomoda ter vindo a público o que se passa na empresa, têm de estar com os trabalhadores, não com a administração»

Realizou-se esta quinta-feira, em frente à sede do Gara/naiz, em Bilbo, mais uma concentração de apoio a Juanjo Basterra e a outros trabalhadores despedidos pela administração do Gara/naiz. Para amanhã está convocada nova concentração, desta feita na capital navarra, Iruñea, ao meio-dia.

Numa nota de imprensa, Juanjo Basterra, com 21 anos de casa (mais dez de Egin), não aceita o «despedimento objectivo com causas económicas», afirma que a empresa anda desde 2003 a despedir trabalhadores com vínculo fixo e acusa o sindicato LAB de, sendo conhecedor desta realidade, «olhar para outro lado». / Mais info: ecuadoretxea.org

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

«Fascismo: passado e presente»

[De Jorge Cadima] Tal como no Século XX, o actual ascenso da extrema-direita é expressão da profunda crise do sistema capitalista, que procura afirmar o seu poder e garantir a sua sobrevivência. O combate ao perigo do fascismo, com velhas e novas características, exige a compreensão da sua essência. Exige que não se ignorem as lições da História, ao mesmo tempo que se identificam características novas que o fascismo assume nos nossos dias.
[…]
Não se trava o fascismo ignorando a natureza de classe do poder capitalista, que é a mesma do fascismo. Trava-se o avanço da extrema-direita organizando a luta dos trabalhadores e povos pelos seus interesses, expondo a real natureza dessas forças e do sistema que as gera, as alimenta e – em casos extremos – as coloca no poder para afirmar da forma mais brutal o seu poder de classe. (O Militante)

domingo, 9 de agosto de 2020

«LAB cierra filas con la dirección de Gara/Naiz»

[De Juanjo Basterra] Si os molesta que haya visto la luz lo que ocurre en esa empresa, lo que tenéis que hacer es estar con los trabajadores no con la dirección. Llevamos desde 2007, más o menos, con procesos de salida de trabajadores y trabajadoras fijas de la empresa, en donde la temporalidad está al orden del día, pero LAB mira a otro lado. Entonces, también nos bajamos un 10% el sueldo, que se mantiene, y además llevamos bastantes años con el sueldo congelado.
[…]
Tampoco ha habido ninguna crítica a la dirección durante este tiempo que ha situado a Gara/Naiz en una situación difícil de cara a su futuro y que, como siempre, pagan las y los trabajadores, no sus directivos. Aunque de esos planes que lo diga la dirección, que los tiene. (lahaine.org)

«Media, política, ideologia»

[De Fernando Correia] A situação de excepcionalidade criada pela pandemia veio dar oportunidade a que, indo para além das adequadas medidas impostas pela ciência médica, pelo bom senso e pela salvaguarda da saúde das pessoas, alguns tentassem – passando por cima de realidade tão óbvia como as profundas desigualdades sociais expostas pela situação – avançar para objectivos mais profundos e duradouros, promovendo o medo, o alarmismo, o individualismo, o conformismo, a criminalização da luta, o ataque aos direitos dos trabalhadores, as limitações às liberdades democráticas e constitucionais.

A integração dos grupos de comunicação social – através de «noticias», «análises», «comentários», «conselhos», «advertências», etc. – nessa campanha mais ou menos disfarçadamente favorável ao confinamento político e ideológico, para hoje e para amanhã, se possível para sempre, é um bom pretexto, se bem que outros nunca vão faltando, para sistematizar algumas reflexões genéricas sobre os media e a sua actual situação. (O Militante)

domingo, 2 de agosto de 2020

Gamesa, crónica de uma deslocalização programada

O anúncio do encerramento da Siemens Gamesa em Agoitz representa o culminar de um processo de deslocalização da produção desta fábrica, que nasceu com a aposta da administração pública navarra no sector eólico da energia renovável.A Gamesa deixa na rua quase 240 trabalhadores, mas o impacto é muito maior: o encerramento implica o aprofundamento do desmantelamento industrial de Nafarroa e, acima de tudo, afecta uma comarca, Agoitzaldea, com uma taxa de desemprego acima da meia do herrialde.

O Ahotsa.info recolheu opiniões dos representantes da fábrica da Gamesa e dos habitantes de Agoitz, que exigem soluções às administrações públicas para evitar o encerramento e uma nova afronta a toda a sociedade navarra. / Ver: ahotsa.info via lahaine.org

sábado, 1 de agosto de 2020

«Sorgin-ehiza Gara/Naiz(e)n? / Caza de brujas en Gara/Naiz?»

[De Behargile Asanblearioen Taldea (BAT)] Se ha dado un caso en el que el despedido (Juanjo Basterra) es una persona que llevaba más de 21 años en Gara tras haber estado 10 años en Egin. Este trabajador era discordante con la política que esta llevando Gara y la Izquierda Abertzale Oficial. A nuestro entender, creemos, que se le despide por no comulgar con ruedas de molino y no aceptar el camino elegido por la línea oficial.
[…]
Como siempre que ocurre una decisión de este tipo, la misma se adereza con mentiras, hechas para sustentar las tesis de los peores y más retrógrados empresarios. «Quiero dejar claro que no me voy de forma voluntaria, como algunos miembros de la dirección de la empresa han querido hacer ver al resto de compañeros y compañeras», declara Juanjo Basterra. (lahaine.org)

segunda-feira, 27 de julho de 2020

«Proletario izaera» [«La condición proletaria»]

[De Ainhoa Vidal] Mugimendu sozialista indartsurik gabe, ordea, proletalgoa subjektu ekonomiko bezala existitzen bada ere, ez da bloke politiko eta kultural gisa errealitate sozialean ageri. Bere egoera iraultzeko gai den indar sozial gisa ager dadin, ulermen eta ekinbide marko propioa dituen subjektu politiko gisa eraiki beharko da. Bestela, bere egoeraren aurrean erreakzionatzen ez duen bitartean edo erreakzioa erantzun espontaneoetara mugatzen duen bitartean, proletalgoa baldintza miserableetan bizitzera ohitzea beste aukerarik ez duten pertsonen multzoa izango da, kapitalismoaren harreman forma lehiakor eta erasokorrak bere artean erreproduzitzen jarraituko duena eta ez duena bere interes komunen jakitun izan gabe gizartearen etorkizuna bere eskuetan hartzeko hauturik egingo. (gedar.eus)

[CAS: sin contar con un movimiento socialista fuerte, el proletariado no aparece como bloque político y cultural en esta realidad social, aunque exista como sujeto económico. Para que aparezca como fuerza social capaz de revertir su situación, habrá que construirlo como sujeto político dotado de su propio marco de comprensión y de acción. En caso contrario, mientras no reaccione ante su situación o se limite a respuestas espontaneas, el proletariado será el conjunto de personas que no tienen otro remedio que acostumbrarse a vivir en condiciones miserables, y que continuarán reproduciendo entre ellas los modos de relación competitivos y agresivos propios del capitalismo. Y sin ser conscientes de sus intereses comunes no optarán por tomar las riendas del futuro de la sociedad en sus manos.]

sábado, 25 de julho de 2020

Trabalhadores da Siemens-Gamesa em Agoitz marcharam pelo emprego até Iruñea

Pelas três da madrugada, partiu da fábrica da Siemens-Gamesa em Agoitz (Nafarroa) uma marcha de trabalhadores com destino à capital navarra, contra o encerramento da fábrica e pela manutenção dos postos de trabalho. Às dez da manhã, chegaram ao Parlamento de Nafarroa, coincidindo com a presença ali de Manu Ayerdi, conselheiro do Desenvolvimento Económico do governo de Iruñea.Ver: ahotsa.info via lahaine.org

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Tubacex quer despedir 150 trabalhadores nas fábricas de Laudio e Amurrio

A administração da empresa metalomecânica Tubacex expôs aos comités de empresa das fábricas alavesas de Laudio e Amurrio a necessidade de poupar 10 milhões de euros anuais a partir de 2021, o que equivale a 150 postos de trabalho entre ambas as fábricas.

A Tubacex, que tem fábricas no Estado espanhol, na Áustria, na Itália, nos EUA, na Índia, na Tailândia, na Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos e na Noruega, alega que a «crise» não veio com o coronavírus, mas vinha de antes, com a queda do preço do petróleo.

O sindicato ELA lembrou que a Tubacex teve nos últimos anos «lucros milionários» e acusa a empresa de se estar a aproveitar da crise sanitária para «levar a cabo todo o tipo de cortes», pelo que exigiu ao Governo de Gasteiz que impeça qualquer tipo de cortes nesta empresa.

Por seu lado, o sindicato LAB denunciou que os despedimentos não têm razões económicas, mas respondem a uma «estratégia empresarial» que pretende implementar um modelo de «trabalhadores baratos», tendo igualmente solicitado ao Governo de Lakua que garanta os postos de trabalho.

terça-feira, 21 de julho de 2020

Nos campos de Lleida, migrantes apanham fruta entre precariedade e estigma

Nogay Ndiaye lembra que a situação de «desamparo habitacional» dos trabalhadores sazonais não é nova, e que foi no contexto da pandemia, em 2020, que começou a sair à luz e a ser debatida: «Ninguém queria saber da situação dos migrantes até isso os afectar directamente, porque se aperceberam de que o facto de estes trabalhadores não estarem em boas condições também podia afectar a população em geral, a podia infectar. As pessoas reclamam uma solução mas por razões meramente egoístas, pelo seu próprio interesse. E, pior ainda, estão a criminalizar e a culpar» os trabalhadores, denuncia Ndiaye. (Abril)

«Não há neutralidade no espaço público»

[De Ricardo M Santos] as redes sociais não são um espaço público, são um espaço privado. E, sendo um espaço privado, quem está nele sujeita-se às regras que são ditadas pelos seus proprietários. Não é difícil verificar que temos aqui um conflito entre interesses: os proprietários das plataformas, que representam os seus accionistas, e a esmagadora maioria dos utilizadores. Os proprietários, que recolhem e comercializam os nossos dados sem percebermos bem quais e como, mas acedemos a tudo; e nós, que temos a ilusão de que as redes são um espaço democrático; melhor ainda, um espaço neutro no meio da luta de classes. Um largo no meio da cidade. Uma espécie de chão de uma qualquer praça sobre o qual estão explorados e exploradores frente a frente. Nada mais falso e enganador. (manifesto74)

domingo, 19 de julho de 2020

«Gazteak kriminalizatuz langileria makurrarazten»

[De Ane Ibarzabal / CAS: «Doblegando al proletariado criminalizando a la juventud»] Azken urteotan, Europar Batasunaren baitako erakunde ezberdinak buru-belarri ari dira gizartearen masa zabalari ohartarazi nahian gazteriaren erradikalizazioa igotzen ari dela eta horren aurrean interbenitzeko beharrean inziditzen ari dira[1]. Interbentzio lerro horrek bat egiten du Europar Batasunaren gainbehera ekonomikoarekin, eta hortaz bloke geopolitiko gisa izandako dekadentziarekin. Zentzu horretan, PSOE-Podemosen Gobernuak proposatutako lege-proiektu honek badu funtzio bat eta badu izateko arrazoi bat ere. (gedar.eus)

[En los últimos años, diferentes instituciones dentro de la Unión Europea están tratando de concienciar a la amplia masa de la sociedad de que la radicalización de la juventud va en aumento y se está incidiendo concienzudamente en la necesidad de intervenir ante ella[1]. La aparición de esta línea de intervención coincide con la decadencia económica y pérdida del poder del bloque geopolítico europeo. En este sentido, este Proyecto de Ley, propuesto por el Gobierno del PSOE-Podemos, tiene una función y una razón de ser.]