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terça-feira, 23 de junho de 2020

Pescador morre em acidente laboral num atuneiro de Bermeo

O barco encontrava-se no Oceano Índico quando se deu o acidente que vitimou um trabalhador de 27 anos e deixou outro ferido com gravidade, segundo referem os sindicatos.

O acidente laboral ocorreu no sábado passado, dia 20, no atuneiro Txori Gorri, de Bermeo (Bizkaia). O barco, pertencente à empresa Inpesca, encontrava-se no Oceano Índico e o acidente terá ocorrido em mar agitado. O Txori Gorri está agora atracado no porto de Victoria, nas Seychelles.

A propósito do acidente, o sindicato LAB denunciou «as violações de direitos» que são dão no sector da pesca, «a falta de acordos colectivos», «a ausência de medidas de segurança» ou «as jornadas laborais sem fim».

Desde o início do ano, pelo menos 30 trabalhadores morreram no trabalho em Euskal Herria. De acordo com os sindicatos, esse número sobe para 36. / Ver: gedar.eus

sábado, 20 de junho de 2020

«Escravaturas»

[De Correia da Fonseca] E é possível, quase inevitável, que ao falar-se das escravaturas do passado, as que são lembradas por estátuas de pretéritos escravizadores ou escravizados, pelo menos em certos meios sejam recordadas as escravizações do presente, que não são poucas nem sempre de ligeiro peso, ainda que tenham passado de moda as grilhetas nos pés.

[…] Percorra-se com olhos de ver e cabeça de entender esta nossa sociedade civilizada e democrática e não demorará que encontremos formas específicas e peculiares de escravatura, a mais óbvia das quais é a remuneração do trabalho prestado com pagamentos muito aquém não apenas do esforço desenvolvido mas também da riqueza por ele produzida. (avante.pt)

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Bizkaiko metalgintzako enpresen %30ek langile kopurua txikituko dute

Bizkaiko metalgintza sektoreko enpresen %41ek behar baino langile gehiago dituztela adierazi ondoan, %30ek beharginen murrizte bat aurreikusi dute urte honetarako, lan-erregulazio txostenak urte amaierara arte luzatuz.

Koronabirusak utzi dituen ondorioen berri izateko, barne inkesta bat eraman du aurrera Bizkaiko Metalgintzako Enpresen Federazioak. Erantzunetan azaldu dutenez, enpresen artean %41ek uste dute behar baino langile gehiago dituztela soldatapean, eta kaleratzeak aurreikusten dituzte %30ek.

Autogintzaren arloa kolpatuena izan den arren, orokorragoa da joera, enpresen %90 baitaude geldirik edo «atzeraldi ekonomikoan». Egoerari aurre egiteko, Enpresen Federazioak beharrezkotzat jo du lan-erregulazio txostenek oinarri dituzten neurriak abendura arte luzatzea, gutxienez. (gedar.eus)

domingo, 14 de junho de 2020

«Sociologia e geografia da pandemia»

[De Filipe Diniz] A pandemia não «toca a todos» por igual. Essa informação mostrará quão desigual ela é, e porquê. E dirá que lições há a retirar, nomeadamente das condições sociais e urbanas em que se verificaram focos excepcionalmente agressivos.

Porque a pandemia ampliou realidades intoleráveis: a invasão dos direitos sociais pelos «mercados», a extrema desigualdade no acesso à saúde, à habitação, à mobilidade (e concretamente nos transportes públicos), nas condições de trabalho e de vida, na irracional desorganização do território. Sem se identificar e dar nome a essas condições e a essa gente concreta – e ser esse o centro da questão – o «novo normal» será em tudo semelhante, para pior, ao «velho anormal». (avante.pt)

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Araban, Bizkaian eta Gipuzkoan aurten 68.000 langilek galduko dute beren lanpostua, Eusko Jaurlaritzaren arabera

Eusko Jaurlaritzako Ogasun eta Ekonomia Sailaren arabera, 68.000 langilek galduko dute aurten beren lanpostua Araba, Bizkaia eta Gipuzkoan; Barne Produktu Gordina %8,7 jaitsiko omen da. Egoera honen aurrean, administrazio publikoaren zorpetzearen alde lerratu dira, zorpetzearen inguruko datu zehatzik eman gabe; «diskrezioaren» argudioa erabili dute horretarako.
Zorrari aurre egiteko bideak aipatu ez badituzte ere, 2021eko gorakada ekonomikoa izan dute aipagai; era berean, dena den, «sakrifizioa denen artean banatzeaz» eta langileek izan beharko duten «elkartasunaz» aritu dira. (gedar.eus)

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Trabalhadores das lojas da Inditex protestam contra alteração dos horários

Trabalhadores de lojas das várias marcas do grupo têxtil Inditex na Galiza deram sequência, na sexta-feira passada, à campanha de protestos lançada pela Confederação Intersindical Galega (CIG) contra a alteração de horários promovida, de forma unilateral, pela administração do grupo em meados de Maio.

Aquilo que o patronato pretende, acusa a CIG, é «poupar dinheiro», evitando contratar trabalhadores para fazer frente a situações como baixas e férias, e não respeitando os dias de descanso dos trabalhadores, durante a semana e aos sábados. (Abril)

sábado, 6 de junho de 2020

Uruguaios mobilizam-se em defesa da saúde, do trabalho e dos salários

A propósito dos propalados «ajustes salariais», o secretário-geral do PIT-CNT sublinhou que «é fundamental proteger os rendimentos e os salários» dos trabalhadores, os pequenos empresários – «cujos interesses estão objectivamente muito mais perto da enorme classe trabalhadora do que da enorme riqueza acumulada» – e, sobretudo, os sectores mais desfavorecidos, num momento em que inflação atinge os 11%.

«Habituarmo-nos ao desamparo não pode ser o caminho. O Estado tem de dar a resposta», frisou. (Abril)

terça-feira, 2 de junho de 2020

«Datozen lan erreformak» [Las reformas laborales que vienen]

[De Adam Radomski] Zinismo hutsa da PSOEk lan-erreforma indargabetzeaz hitz egitea, gainerako erreforma guztietatik independentea balitz bezala, are gehiago aurreko erreforma berea denean. […] Beraz, Ongizate Estatua likidatzea ez da «kolore» kontua; kapitalismoaren egiturazko beharrei erantzuten die, desagerpen hori alderdi batek ala besteak kudeatu. PSOE proletalgoari eraso egiteko bide sozialdemokrata da, baina azken finean, ez dio eraso izateari uzten. (gedar.eus)

[CAS.: Que el PSOE hable de derogar la reforma laboral, como si fuera algo independiente del conjunto de reformas, es puro cinismo, más cuando la anterior es suya. […] Por tanto, liquidar el Estado de Bienestar no es cuestión de «colores» sino que responde a necesidades estructurales del capitalismo, independientemente de quién gestione su desaparición. El PSOE es la vía socialdemócrata de ataque al proletariado, pero ataque, al fin y al cabo.]

sábado, 30 de maio de 2020

«O desemprego real é muito superior ao desemprego oficial e ao desemprego registado»

[De Eugénio Rosa] Entre 15/3/2020 e 20/5/2020, o total acumulado de pedidos de emprego aumentou em 814,8%, ou seja, nove vezes mais. E isto apenas em 2 meses. É um indicador da destruição maciça de emprego que se está a verificar, lançando milhares e milhares de trabalhadores no desemprego, deixando-os sem trabalho, que é a sua única fonte de rendimentos para viver (eles e suas famílias). E nesse número não estão incluídos 1 325 635 trabalhadores inscritos para lay-off, mais de meio milhão dos quais o governo não prevê apoiar. António Costa já afirmou que «vamos ter dois anos muito duros». Se, como já se verifica agora, o peso das dificuldades é para cair em cima dos que já pouco ou nada têm, espera-se que a lição da «austeridade» tenha ficado aprendida, e que a resposta dos trabalhadores e do povo esteja à altura. (odiario.info)

sábado, 23 de maio de 2020

«A los sectores populares y a la clase obrera solo le queda la opción de organizarse y luchar»

[Conversación de Andoni Baserrigorri con Quim Boix, dirigente sindical de la Federación Sindical Mundial, sobre las consecuencias del Coronavirus en las condiciones de la clase obrera] Hablar de Quim Boix es hablar de una referencia, tanto humana, como sindical como comunista. Ahora que tanto se habla de honradez, honestidad y otros valores que forjan a un comunista, sin duda esos valores los atesora Quim, comunista inclaudicable desde los años 60 y a este hombre a buen seguro no le regala esos calificativos ni la derecha ni el estado capitalista español.

Consecuente con su fidelidad a la clase obrera es miembro y dirigente de la FSM, Federación Sindical Mundial. Pienso que la FSM tendrá mucho que decir de lo que acontece en los últimos meses a cuenta del coronavirus y que consecuencias tendrá para la clase obrera. (lahaine.org)

terça-feira, 12 de maio de 2020

Índia: turnos de 12 horas e abolição da legislação laboral são receita contra o vírus

Para «salvar a economia» e «aumentar a produção», em diversos estados indianos a semana de trabalho passou a ser de 72 horas. Uttar Pradesh e Madhya Pradesh suspenderam as leis laborais por três anos.

«Os trabalhadores na Índia enfrentam uma crise que promete fazer recuar as suas vidas um século, tornando-os escravos dos tempos modernos», denuncia o portal indiano Newsclick, destacando que «este ataque selvagem aos trabalhadores», por via de alterações efectuadas na legislação que os protege, «tem o patrocínio e o apoio do governo central, liderado por Narendra Modi». (Abril)

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Larrialdi egoera amaitzean, lan-erregulazio txostenak mantentzea edota enpleguak mantentzeko baldintza kentzea eskatu du CEOEk

Antonio Garamendi CEOEko (Confederación Española de Organizaciones Empresariales) presidenteak hainbat eskakizun egin ditu larrialdi egoera amaitzen denerako, ustez, «langabezia, enpresen itxiera masiboa eta krisi masiboa» ekiditeko bide-orri modura.

Argia-k jakinarazi duenez, hiru neurri nagusi galdegin ditu. Batetik, eskatu du asteotan martxan jarri diren aldi baterako lan-erregulazio txostenak gerora ere mantentzea, luzatuz. Bestetik, izatez, lan-erregulazio espedienteak ezarri nahi dituzten enpresak derrigortuta daude langileen enplegu guztiak mantentzera, baina baldintza hori bertan behera geratzea exijitu du Garamendik. Horretaz gain, uneotan, lan-erregulazio dosierren kotizazioak ez dituzte enpresek ordaintzen, eta hala izaten jarraitu behar duela dio enpresarien elkarteko presidenteak, kotizazio horiek diru publikoaren bidez ordaindu daitezen. (gedar.eus)

quinta-feira, 30 de abril de 2020

«¡Con pandemia o sin ella, organicemos la lucha, organicémonos!» [vídeo]

Pandemiarekin ala gabe... ANTOLATU DEZAGUN BORROKA! ANTOLATU GAITEZEN![De Maiatzak 1 Egin] Debemos prepararnos para asistir a una reestructuración del mundo del trabajo, con el aumento simultáneo de la opresión, la vigilancia y la represión. Pero como venimos diciendo, la historia no está escrita y por ello debemos seguir reivindicando como única salida, la lucha, articulando así la organización de la clase trabajadora para lograr nuestra liberación y destruir este sistema. / Ver: lahaine.org (cas./eus.)

quarta-feira, 29 de abril de 2020

EUA: trabalhadores da saúde denunciam resposta à pandemia de Covid-19

Trabalhadores da saúde, sobretudo enfermeiros, dos EUA apresentaram 40 queixas, esta terça-feira, em que afirmam ter sido obrigados a trabalhar com equipamentos defeituosos e a racionar máscaras e batas.

As queixas foram formuladas por membros da secção de Saúde da Federação Americana de Professores (AFT, na sigla em inglês), que representa cerca de 112 mil profissionais da Saúde, mais de metade dos quais enfermeiros, e foram apresentadas junto da Administração de Segurança e Saúde Ocupacional (OSHA, na sigla em inglês) para denunciar que as entidades patronais foram incapazes de proteger os trabalhadores «na linha da frente» da luta contra a pandemia de Covid-19. (Abril)

terça-feira, 28 de abril de 2020

Concentración de sindicalistas en el vertedero de Zaldibar

Pertenecientes a los sindicatos LAB, ELA, ESK, STEILAS, Etxalde e HIRU, los concentrados portaban una pancarta en la que se podía leer «Alberto eta Joaquin gogoan».

Con su permanencia en la entrada del vertedero, que ha sido silenciosa en todo momento, han querido recordar y denunciar el caso de los dos mencionados trabajadores. Como recordarán, ambos están sepultados por la basura del vertedero desde el pasado 6 de febrero, hace ya 82 días.

Cabe subrayar que, desde el primer momento de este caso, el Gobierno de la CAV (PNV) ha llevado una gestión nefasta que ha sido repetidas veces denunciada por amplios sectores de la sociedad vasca. Y es que lo del partido de Íñigo Urkullu y Andoni Ortutzar siempre ha sido favorecer a la oligarquía de ese territorio en detrimento de la clase obrera. / Ver: insurgente.org via lahaine.org

domingo, 26 de abril de 2020

«Coronavírus e crise de emprego»

[De Catarina Morais e Fernando Sequeira] Em Fevereiro houve 1629 trabalhadores «beneficiários» de suspensões de contratos de trabalho ou de reduções do período normal de trabalho (vulgo lay-off); a 22 de Abril (data a que se reportam os dados aqui referidos) esse número terá saltado para mais de 1 100 000.

Esta mudança foi a mais dramática mas não foi a única. Entre aquele mês e esta data muitos trabalhadores perderam os seus empregos, sobretudo os que constituem os elos mais fracos nas relações laborais (como, entre outros, os contratados a termo e os trabalhadores das empresas de trabalho temporário) (Abril)

«Não acabou»

[De Anabela Fino] Pela primeira vez desde há dez (!) anos, os trabalhadores da função pública viram os seus salários acrescidos de um valor a que se chamou «aumento». O valor que demorou uma década a germinar é um acréscimo de 0,3% para a generalidade dos trabalhadores e de 10 euros para os vencimentos inferiores a 700 euros, com retroactivos a Janeiro.
[…]
Fingindo-se preocupado com o desemprego e com a pressão das finanças públicas, Rio tem a particularidade de se afligir com o zero à esquerda para os trabalhadores, mas nem pestaneja com os zeros à direita para o capital que apresenta ao erário.
[…]
Em vésperas de mais um 25 de Abril, lembremos José Gomes Ferreira – Não. A nossa revolução ainda não acabou nem tão cedo acaba. (avante.pt)

sexta-feira, 24 de abril de 2020

«Na cidade dos anjos as crianças dormem na rua»

[De António Santos] Da saúde à habitação, a pandemia deixou a descoberto a natureza predatória do capitalismo. Em Los Angeles, o condado dos EUA onde mais sem-abrigo dormem fisicamente nas ruas, o número de pessoas sem tecto explodiu, em menos de um mês, de 58 mil para 80 mil. Na infame Skid Row de LA, uma pequena cidade de tendas insalubres, a maioria dos moradores são mulheres e crianças. Se Fidel se podia orgulhar de recordar ao mundo que dos 100 milhões de crianças que esta noite dormirão nas ruas, nenhuma é cubana, era só justo que Trump morresse fulminado de vergonha, se tal coisa tivesse ou se ela matasse, porque desse exército mundial de meninos e meninas, quase dois milhões são estado-unidenses. (avante.pt)

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Centenas de trabalhadores da Amazon nos EUA exigem medidas de protecção

«Estamos a protestar porque a Amazon está a pôr os seus lucros à frente da nossa segurança», disse Jaylen Camp, trabalhador num armazém da Amazon em Romulus (Michigan) e membro do United for Respect, ao The Guardian. «Nós não somos fundamentais para eles – eles apenas pensam em nós como números e quotas. Não estão a proteger a nossa saúde», frisou.

Os trabalhadores exigem ainda que a Amazon deixe de exercer represálias sobre os funcionários que denunciam situações e defendem os direitos dos seus colegas, sendo que a empresa detida pelo milionário Jeff Bezos é acusada de repressão sobre os trabalhadores que se organizam. (Abril)

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Pandemia, despedimentos e «exploração perfeita» no Peru

A CGTP convocou um protesto ruidoso contra a medida aprovada pelo governo peruano que permite ao patronato não pagar salários durante 3 meses. Estima-se que 80 mil trabalhadores fiquem sem receber.

Os dirigentes sindicais afirmam que se trata de um prelúdio para despedimentos massivos e classificam o decreto como a «exploração perfeita», informa a Prensa Latina. Em comunicado, a CGTP denuncia que a medida «favorece apenas os grandes capitalistas da Confederação Nacional de Instituições Empresariais Privadas (Confiep). (Abril)