Mostrar mensagens com a etiqueta Tortura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tortura. Mostrar todas as mensagens

sábado, 2 de março de 2019

«Arzalluz, uno de los suyos»

[De Borroka Garaia] La ideología de Arzalluz era la ideología del dinero y tenía una base que bebía en gran parte del fundamentalismo religioso clásico anti-marxista (también común a la derecha española), pero debido a las especificaciones vascas y al interés de clase de las fracciones burguesas que el representaba vehiculizado de otra forma. Ya que esas fracciones pese a ser extensiones de la burguesía española, rivalizaban en interés económico en el reparto del pastel. Y Arzalluz siempre tuvo presente que la función del PNV ha sido vital para la estabilización española y para que no se abra paso una alternativa de ruptura independentista y socialista, lo cual le daba margen para nivelar negociaciones en beneficio propio. Algo de lo que también era consciente el Estado español.
[…]
Las palabras se las lleva el viento, lo que queda es la realidad material y las acciones.

Las de un estadista del Estado español. Y en la realidad material se quedaron (y aún continúan) el pacto de Ajuria Enea, la dispersión, la impunidad del terrorismo de Estado y las torturas, la ilegalidad de la autodeterminación vasca o la represión de la ertzaintza. Junto a desalojos en un país donde como ayer mismo un sin techo murió calcinado en Donostia mientras la burguesía se llena los bolsillos de lo que cada vez pierde más la clase trabajadora. (BorrokaGaraiaDa)

sábado, 16 de fevereiro de 2019

«Aplastado físicamente», el documento que reveló la muerte de Joxe Arregi hace 38 años

[De Ramón Sola] Son cuatro folios escritos a mano y con manchas de sangre. En ellos tres presos políticos cuentan cómo llegó Joxe Arregi al Hospital Penitenciario de Carabanchel tras pasar por la Dirección General de Seguridad: «Aplastado físicamente». Moriría un día como hoy de hace 38 años. Desde entonces el 13 de febrero es día emblemático contra la tortura en Euskal Herria.

El documento adjunto, facilitado a NAIZ por Euskal Memoria, es dramático en su contenido e histórico en su trascendencia.

La impunidad se impuso una vez más. Hasta 73 policías habían estado con Arregi, un joven robusto de 30 años, en los calabozos de la Dirección General de Seguridad de Madrid. Solo cinco fueron detenidos y apenas dos resultaron condenados, a penas de cuatro meses y después de una absolución inicial. / VER: lahaine.org

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Dia contra a tortura em EH: a 38 anos da morte por torturas de Joxe Arregi

Hoje, 13 de Fevereiro, passam 38 anos sobre a morte por torturas de Joxe Arregi Izagirrre e assinala-se o Dia Internacional contra a Tortura em Euskal Herria. Neste contexto, foram agendadas para hoje iniciativas em vários pontos do território basco para denunciar a tortura, exigir o fim desta prática e condenar a impunidade que a rodeia - caso de Joxe Arregi, em 1981, é um de muitos exemplos. O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão marcou concentrações para Gasteiz, Bilbo, Iruñea e Donostia. [comunicado aqui.]


13 de Fevereiro é, no País Basco, o Dia Internacional contra a Tortura. A data passou a ser assinalada após a morte por torturas de Joxe Arregi (Zizurkil, Gipuzkoa), em 1981. O militante da ETA foi capturado a 4 de Fevereiro daquele ano e, incomunicável, foi sujeito a torturas brutais durante nove dias, vindo a falecer no Hospital Prisional de Carabanchel, em Madrid, a 13 de Fevereiro.

«Oso latza izan da» [foi muito duro], disse, pouco antes de morrer, a companheiros revolucionários que se encontravam no hospital.

Ao seu assassinato seguiu-se, em Euskal Herria, uma greve geral com ampla adesão, bem como manifestações, fortemente reprimidas pela Polícia espanhola. Estima-se que umas 10 mil pessoas tenham participado no funeral de Arregi, em Zizurkil.

Milhares de bascos foram torturados – durante o franquismo, a mal chamada «transição» e a dita «democracia espanhola».

Uma investigação coordenada pelo médico forense Paco Etxeberria, publicada em Novembro de 2017, documentou 4113 casos de tortura entre 1960 e 2014.

Os casos dizem todos respeito a pessoas nascidas ou residentes na Comunidade Autónoma Basca (ficando de fora Nafarroa e Iparralde). / Ver: aseh

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

«13 de Fevereiro: dia contra a tortura» (cas.)

[De MpA / Concentrações, às 19h30, em Gasteiz (Virgem Branca) e Bilbo (frente ao Governo Civil)] El 13 de febrero se cumplen 38 años desde que que Joxe Arregi muriera en la cárcel de Carabanchel como consecuencia de las heridas causadas por las torturas que la Policía Española le infligió durante el periodo de detención. Desde entonces, esta fecha a adquirido una referencialidad absoluta en Euskal Herria en la lucha contra la tortura.

La tortura en las comisarías no es una actividad casual llevada a cabo por algunos funcionarios que se encontraban fuera de sí, sino el resultado de toda una maquinaria creada por el Estado español para castigar a la disidencia. Son parte de esa maquinaria los policías, pero también lo son los jueces, los fiscales, los médicos forenses de los juzgados, los abogados de oficio que se amilanan ante los policías, los políticos que garantizan toda esta maquinaria y, cómo no, esos medios de comunicación de grandes empresarios que crean corrientes de opinión favorables a la tortura. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Migrantes e refugiados passam por «horrores inimagináveis» ao atravessar a Líbia

Entre os «horrores referidos», contam-se casos de execução extrajudicial, torturas, detenções arbitrárias, violações em grupo, escravidão e trabalho forçado, denunciam ambos os organismos das Nações Unidas, sublinhando que «o clima de anarquia» que se vive actualmente no país africano é «terreno fértil para as actividades ilícitas, como o tráfico de pessoas e o contrabando».

«Aqueles que conseguem chegar à costa e, no final, tentam empreender a perigosa travessia do Mediterrâneo são interceptados de forma crescente pela Guarda Costeira da Líbia (GCL), que os leva de volta para a Líbia, onde muitos são novamente submetidos ao esquema de abusos de que acabaram de escapar», alerta o relatório. (Abril)

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

«Meio século do Acto Institucional nº 5»

[De Edmilson Costa] Entre 13 de dezembro de 1968 e 13 de outubro de 1978, quando foi revogado o ato discricionário, o país viveu os anos de chumbo com uma ditadura militar fascista aberta, supressão das liberdades, prisões, tortura e mortes de opositores, cassação dos direitos políticos de todos aqueles que a ditadura considerava inconveniente ao regime, revogação das eleições diretas para presidente, governadores e prefeitos das capitais, censura generalizada e construção de uma rede de espionagem que se estendia por todos os setores da administração pública, escolas, universidades e locais públicos. (resistir.info)

sábado, 15 de dezembro de 2018

Há 33 anos, aparecia o corpo de Mikel Zabalza e o povo basco veio para as ruas

A 15 de Dezembro de 1985, o corpo de Mikel Zabalza Garate apareceu no rio Bidasoa, junto a Endarlatsa (Nafarroa). Algumas semanas antes, a 26 de Novembro, o natural de Orbaizeta (Aezkoa ibarra, Nafarroa) tinha sido preso pela Guarda Civil em Donostia.

Para os familiares e a maioria da sociedade basca, Mikel faleceu quando estava a ser torturado pela Guarda Civil. Hoje, continua a reclamar-se o esclarecimento do seu assassinato.

Depois do «aparecimento» do cadáver de Mikel Zabalza, o povo basco veio para as ruas manifestar a sua revolta. No vídeo, imagens da manifestação em Iruñea, que juntou milhares de pessoas.Ver tb.: «Mikel Zabalza voltou a ser homenageado em Orbaizeta, a 33 anos do seu assassinato» (aseh)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Eneko Compains: «Os tribunais espanhóis continuam a garantir impunidade aos torturadores»

Depois de a Audência de Nafarroa ter voltado a arquivar a sua denúncia de torturas, Eneko Compains dá por concluída uma batalha judicial de oito anos. Convencido de que nos tribunais espanhóis não conseguirá justiça, Compains aposta no trabalho ao nível de Euskal Herria «para alcançar o reconhecimento que merecem todas as vítimas da tortura».

Na sequência da última decisão judicial, o habitante de Iruñea [Pamplona] afirma que «não há investigações reais e eficazes para esclarecer os crimes de tortura».

«A tortura foi um instrumento fundamental do regime de 78 para tentar manter o status quo em Euskal Herria», defende Compains, acrescentando que «estiveram envolvidos os principais partidos políticos do regime, os juízes, o poder judicial em geral, médicos forenses e também a maioria dos órgãos de comunicação». / Ouvir declarações em ahotsa.info

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Mikel Zabalza voltou a ser homenageado em Orbaizeta, a 33 anos do seu assassinato

O jovem navarro foi preso pela Guarda Civil, em Donostia, a 26 de Novembro de 1985. Apareceu morto no rio Bidasoa 20 dias depois. Hoje, continua-se a exigir «verdade, justiça e reparação».

Dezenas de pessoas voltaram a juntar-se, ontem, para homenagear Mikel Zabalza frente à casa onde nasceu, na Fábrica de Armas de Orbaizeta (Aezkoa ibarra, Nafarroa), 33 anos depois da sua detenção pela Guarda Civil. Na mesma operação, foram detidas mais cinco pessoas, incluindo o oreretarra Ion Arretxe, preso e torturado juntamente com Mikel, e que faleceu o ano passado.

A Guarda Civil prendeu o natural de Orbaizeta em Donostia, a 26 de Novembro de 1985. Vinte dias depois, a 15 de Dezembro, o jovem navarro apareceu morto no rio Bidasoa. A versão oficial – a dos torturadores, condecorados – tentou fazer crer que Mikel Zabalza se afogou quando fugia.

Para os familiares e a maioria da sociedade basca, Mikel faleceu quando estava a ser torturado pela Guarda Civil no infame quartel de Intxaurrondo. Sabendo que «este não é um caso isolado», familiares, amigos e conterrâneos de Mikel Zabalza continuam a reclamar o esclarecimento do seu assassinato e o fim da impunidade, denunciando também o facto de os pikolos envolvidos no caso terem sido condecorados. / Ver: eitb.eus

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Israel prendeu mais de 900 menores palestinianos em 2018

Num comunicado emitido hoje, por ocasião do Dia Universal da Criança, a Sociedade de Prisioneiros Palestinianos revelou que, dos 908 menores palestinianos presos pelas forças israelitas entre o início de Janeiro e o final de Outubro de 2018, 270 ainda permanecem detidos em várias prisões israelitas.

O organismo de defesa dos presos sublinhou que os menores costumam ser detidos de madrugada nas suas próprias casas e que, muitas vezes, são severamente espancados e ameaçados, de modo a assinarem documentos de confissão auto-inculpatória.

Uma vez presos, é habitual verem ser-lhes negado o direito à educação, bem como as visitas dos familiares e os cuidados médicos, quando deles necessitam, refere o documento, citado pela agência Ma'an. (Abril)

sábado, 3 de novembro de 2018

«Torturadores condecorados»

[De Xabier Makazaga] La gran mayoría de quienes se han mostrado escandalizados por la medalla pensionada que recibió en 1977 el torturador franquista Antonio González Pacheco «Billy el Niño» no han dicho absolutamente nada porque muchos otros torturadores hayan recibido medallas similares que suponen un incremento de la pensión, del 15% la de plata, y del 10% la de distintivo rojo.

Según el diario El País, «Billy el Niño» recibió cuatro de esas medallas, que le han supuesto un incremento de la pensión del 50%, y de quitarle alguna, tan solo le quitarán la de 1977. Así, seguirá embolsándose una excelente pensión gracias a las otras tres medallas, mientras que las personas que torturó no reciben reparación alguna. Hasta ahora no la han recibido y ninguna autoridad ha hecho gesto alguno de que algún día puedan recibirla.
[…]
Tras el señuelo de la retirada de la condecoración a «Billy el Niño» se esconde la realidad de la tortura. (lahaine.org)

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

«25 años de la muerte de Anuk, el primer caso de guerra sucia que implicó a la Ertzaintza»

La versión oficial habló de suicidio. En una carta escrita por él mismo aseguraba que en agosto había sido detenido, drogado y, posteriormente, liberado por la Ertzaintza para ser utilizado como «señuelo». El 26 de septiembre de 1993, fallecía en Bilbo Xabier Kalparsoro, tras caer por una ventana desde la comisaría de Indautxu, en manos de la policía española. Días antes fue visto en Gasteiz, en una situación desesperada y bajo un intenso cerco policial que consiguió burlar. ¿Qué ocurrió durante aquellos días previos a su muerte?

La muerte del militante abertzale coincidió con el homenaje a Gurutze Iantzi, que había fallecido dos días antes en manos de la Guardía Civil. ¿Pero qué sucedió durante ese mes? Hala Bedi desvela, 25 años después, más información sobre el caso: lo acontecido en Gasteiz entre finales de agosto y comienzos de septiembre, gracias a vecinos anónimos que estuvieron con Anuk durante aquellos días y han querido contar lo sucedido.

Tras 25 años sin la verdad ni el reconocimiento oficial en torno a la muerte de Anuk, estas personas han querido realizar un ejercicio de memoria histórica, para arrojar más luz sobre este episodio de la guerra sucia que implicó por primera vez a la Ertzaintza y a responsables políticos del PNV y el Gobierno Vasco.

Sobre el caso de Anuk planea la sombra de algunos altos cargos de la época, como Juan María Atutxa, entonces Consejero de Interior, o Joseba Goikoetxea, sargento mayor de la Ertzaintza y fallecido meses después en el primer atentado de ETA contra un miembro de la policía autonómica vasca.

La muerte de Anuk fue una herida abierta que, a pesar de haber sido ignorada por la historia y silenciada por la prensa durante más de dos décadas, marcó un antes y un después en la historia del conflicto, agudizando el enfrentamiento de la izquierda abertzale y ETA contra el PNV y la Ertzaintza. / VER: halabedi.eus [com o documentário Anuken Egia]

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

«Tortura con eusko label»

[De Justo Arriola] Con la ley de abusos policiales los gobiernos de Madrid y Gasteiz preparan una ley de punto final. Lo anunció Erkoreka: «nada de entrar a identificar responsables y a definir culpas». Y eso que los 4.113 casos recogidos en el informe del equipo del médico forense Paco Etxeberria, que muestra una práctica a gran escala y sistemática, son la punta del iceberg. Por eso quiero hacer una reflexión sobre la tortura con eusko label. Algo de lo que se ha hablado, y mentido, mucho.
[...]
PNV y PSOE, responsables políticos de miles de torturas, algunas llevadas hasta la muerte, quieren autoamnistiar sus delitos. Pretenden que estos crímenes «democráticos» queden impunes como la mayor parte de los actos de terrorismo de Estado y construir su supuesta democracia con el ocultamiento y la impunidad. En esta batalla por la historia y la justicia: ¿torturar seguirá saliendo gratis? ¿exigiremos responsabilidades al poder ahora? ¿o tendrá que investigar un juzgado argentino dentro de unos años? (BorrokaGaraiaDa)

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

«Meliton Manzanas?»

[De Mikel Erro / artigo publicado por ocasião dos 50 anos, que hoje se cumprem, da «Operação Sagarra», em que a Euskadi Ta Askatasuna (ETA) matou Melitón Manzanas, chefe da Brigada Político-Social em Gipuzkoa, conhecido pelos seus métodos brutais de tortura e pela sua colaboração com a Gestapo; em 2001, foi condecorado pelo governo de Aznar.] Duela 50 urte, egunez egun, E.T.A.k Meliton Manzanas izeneko polizia faxista torturatzailea exekutatu zuen Irunen. 1968ko abuztuaren 2an egin zuten euskal militante iraultzaileek ekintza armatu gogoangarri hura, eta bere oihartzun eta ondorio politikoak gaur arte iritsi zaizkigu.

Meliton Manzanas ez zen nornahi. Frankista porrokatua, antikomunista eta antieuskalduna, nazional-sozialista ere bazen, hots, nazia, eta Gestaporen kolaboratzaile fidela II. Mundu Gerran, Hitlerren genozidiotik ihes egiten zuten juduen ehizan eta harrapaketan. Paul Winzer, Heinrich Himmler SS Reichsführer-ek Miranda de Ebroko kontzentrazio esparruan zuen ordezkariaren laguna. Aingerutxo bat... Francisco Franco. Adolf Hitler.

Oligarkia espainolistak 1936tik aurrera bereziki (lehendik ere, jakina...) Euskal Herri Langilearen aurka ezarri zuen terrorismo sistematikoaren morroi eta zerbitzaria izan zen Meliton Manzanas. Koherentzia handiz, eta bertze behin ere frogatuz 1978ko erregimen monarkikoa neofrankismo gordina bertzerik ez dela, Espainiako merezimendu zibilaren domina eman zitzaion, 2001ean, José María Aznar Espainiako gobernuburu zela, «terrorismoaren biktima» izateagatik. Nazi-faxista terrorista torturatzaile profesional bat, biktima. Zer gehiago erraten ahal da Monarkia espainolaren II. Berrezarkuntza honi buruz? Hona hemen demokrazia burges neofaxista honen genealogia: Francisco Franco. Adolf Hitler. Jose María Aznar...

Baina Meliton Manzanas ez zen salbuespen isolatua, araua baizik. Burgesiak, bere klase diktadura aurrera eramateko terrorea hedatu behar du zapalduen artean. Eta hori egiten du faxismoaz baliatuz, baita demokrazia liberalen bidez ere. (herritarbatasuna.eus)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Manifestação a favor da amnistia na Aste Nagusia de Bilbo

Em plena Semana Grande das festas de Bilbo, no dia 25 de Agosto, às 19h30, terá lugar uma manifestação com o lema «Gudariak direlako, amnistia!». A mobilização, organizada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, parte da Praça da Praça Zabalburu.

-Porque están en la cárcel, en la deportación o en el exilio por luchar a favor de la independencia de Euskal Herria y el socialismo, amnistía. / -Porque hicieron frente a los Estados español y francés que nos ocupan, amnistía. / -Porque se levantaron contra los mercenarios armados que apalean a manifestantes, huelguistas y, en general, al movimiento popular, amnistía. / -Porque han sido imprescindibles para impulsar la lucha a favor del euskera, amnistía. / -Porque son ejemplo de solidaridad y compromiso, amnistía. / -Porque se enfrascaron en la lucha para terminar con la impunidad de los torturadores, amnistía. / -Porque el terrorismo de estado no les ha hecho claudicar, amnistía. / -Porque han dejado el descubierto el carácter fascista de la Audiencia Nacional española, amnistía. / -Porque han gritado alto a las fuerzas de ocupación «que se vayan», amnistía. / -Por demostrar que el único camino para la supervivencia de la cultura vasca es la lucha, amnistía. / -Por apoyar las reivindicaciones de la lucha obrera, amnistía. / -Por mostrarse contra los proyectos devastadores que destruyen la madre tierra, amnistía. / -Porque estamos orgullosxs de su lucha, amnistía.

-PORQUE SON GUDARIS, ¡AMNISTÍA! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

sábado, 28 de julho de 2018

«Ayer juez, hoy ministro. Siempre torturador»

[De Movimiento Antirrepresivo de Madrid] La represión en el Estado español no es un fenómeno fortuito; tiene objetivos concretos, sirve a intereses determinados y sus culpables tienen nombres y apellidos.

Hoy, el Movimiento Antirrepresivo de Madrid, un espacio formado por decenas de colectivos, organizaciones y activistas madrileñas en lucha contra la represión del Estado español, queremos señalar a uno de los máximos representantes del aparato represivo: el juez de la Audiencia Nacional (hoy Ministro de Interior), Fernando Grande-Marlaska.

Su nombre ya era conocido antes de ocupar la cartera de Interior. Fue su participación en las torturas a jóvenes vascas y comunistas lo que le hizo tristemente conocido tanto en el Estado español como fuera del mismo. (Movimiento Político de Resistencia)

sábado, 21 de julho de 2018

Saioa Sánchez foi transferida de Soto del Real para Rennes

A presa política basca Saioa Sánchez, de Berango (Uribe Kosta, Bizkaia), foi transferida esta quinta-feira da cadeia espanhola de Soto del Real (a 382 km de casa) para a de Rennes, no Estado francês (a 801 km de casa), revelou ontem o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA).

Numa nota, o MpA lembra que, em 18 de Abril último, o Estado francês entregou Saioa ao Estado espanhol de modo temporário para que fosse julgada juntamente com Iñigo Zapirain e Beatriz Etxebarria na Audiência Nacional espanhola.

Agora, o Estado espanhol voltou a deixá-la nas mãos dos franceses para que continue a cumprir a pena de 28 anos a que foi condenada por um tribunal parisiense. O MpA acrescenta, que, nos últimos três meses, esteve encarcerada nas cadeias de Brieva e de Soto.

No dia 6 de Junho, decorreu o julgamento, com base nos depoimentos arrancados por meio das torturas a Iñigo e Beatriz, e, a 25 de Junho, foi revelada a sentença: 15 anos de prisão para cada um, «desprezando o relatório sobre a tortura do Protocolo de Istambul, reconhecido a nível internacional, e abrindo a porta à impunidade da tortura e seus responsáveis», denuncia o MpA.

Saioa Sánchez está presa desde Dezembro de 2007, tendo passado pelas cadeias de Versailles, Fleury, Poitiers-Vivonne, Nantes, Roanne, Estremera, Rennes, Brieva e Soto del Real. Em baixo, o endereço da prisão de Rennes.

Saioa Sánchez Iturregi
Centre Pénitentiaire Pour Femmes
18 bis Rue de Châtillon
35.031 Rennes-Cédex

Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

terça-feira, 17 de julho de 2018

A 20 anos do encerramento do diário «Egin»

Jabier Salutregi, último director do diário basco Egin, saiu da da prisão (de Burgos) a 29 de Outubro de 2015, depois de ter passado sete anos e meio na cadeia e ter cumprido pena em três fases diferentes. Foi libertado em Outubro de 2015, apesar de em Maio de 2009, mais de seis anos antes!, o Supremo espanhol ter deixado sem efeito a declaração de ilicitude das actividades e a dissolução da Orain SA e das demais empresas dedicadas à edição do Egin e da Egin Irratia.

O ataque ao projecto jornalístico – que foi um ataque aos seus trabalhadores, à liberdade de expressão e ao País Basco – foi concretizado a 15 de Julho de 1998, no âmbito de uma operação policial decretada pelo fascista Baltasar Garzón, hoje envernizado por aqui e por aí, e contou com o apoio dos lacaios do PNV. Outros, no País Basco, «abertzales de esquerda» de gema e gente da paz autonómica, se encarregaram de enterrar o projecto definitivamente.

Em Dezembro de 2007, Jabier Salutregi foi condenado a 12 anos de prisão, no âmbito do processo 18/98. As penas mais altas foram para alguns dos que haviam sido incriminados na parte relativa às empresas do grupo Orain, que era a editora do diário.

1998, 2009, 2015
Em Junho de 2008, à beira de se cumprir o décimo aniversário do encerramento do Egin, Salutregi foi libertado sob fiança. No entanto, quando o Supremo Tribunal espanhol reduziu as penas e deixou sem efeito a declaração de ilicitude das actividades e a dissolução da Orain SA e das demais empresas que editavam o diário, em Maio de 2009, Salutregi e os seus colegas já estavam outra vez na cadeia, tendo sido presos antes mesmo de ser conhecida a sentença definitiva do Alto Tribunal.

Depois de o Supremo declarar que «não havia motivos» para mandar fechar o diário basco, Salutregi ainda teve de passar seis anos na cadeia.

Desde 1998, a inquisição espanhola ferrou o dente em vários meios de comunicação social bascos, mandando encerrá-los e prender alguns dos seus dirigentes e trabalhadores – que, nalguns casos, foram torturados. Egin, Egin Irratia, Ardi Beltza, Egunkaria, Kale Gorria, Apurtu, Gaztesarea, Ateak Ireki são exemplo dessas tentativas de silenciamento, de ataques contra o euskara e os trabalhadores. / Sobre o Egin, mais info: @IgorMeltxor e @jonathanmartinz

terça-feira, 10 de julho de 2018

Former Spanish Police defends torture: «Basques are weak, they sing as soon as you touch them»

«I wouldn't offer somebody who's been arrested a coffee», former Spanish Civil Guard Manuel Pastrana said ironically during an interview on Catalan TV3 station, making an open case for the use of torture.

Former Civil Guard (Spanish special armed forces) Manuel Pastrana appeared on TV3's «Preguntes freqüents» ('Frequent Questions') programme and talked about torturing people believed to be members of ETA.

«I wouldn't offer somebody who's been arrested a coffee. You have to get [the information] out of them any way you can», he answered when asked if the use of torture is usual. He also underlined that «Basques are very weak». «They sing as soon as you touch them», he said.

It is the first time that a former policeman admits torturing Basque activists. «In Spain we're softer than some other countries», he stated. When the interviewer asked him if he regretted anything which he had done, he said that he did not: «I would do everything exactly the same way again.» / Ler mais: argia.eus


Euskaraz albistea irakurri nahi baduzue: «Manuel Pastrana guardia zibil ohia torturaren apologia eginez: "Euskaldunak ahulak dira. Guztia kontatzen dute ukituz gero"» (argia.eus)

SOBRE A DECLARAÇÃO «Os bascos são fracos; cantam mal se lhes toca», o muito que se pode já ver AQUI.

NA IMAGEM inferior: o corpo sem vida de Joxe Arregi, militante da ETA. Faleceu no Hospital Penitenciário de Carabanchel, em Madrid, no dia 13 de Fevereiro de 1981, depois de permanecer incomunicável nove dias e ser torturado por elementos da Polícia Nacional espanhola, durante esse período, na Direcção-Geral de Segurança, em Madrid.

terça-feira, 26 de junho de 2018

«La Audiencia Nacional española vuelve a condenar Saioa Sanchez, Beatriz Exeberria e Iñigo Zapirain»

[De MpA] La Audiencia Nacional española ha condenado a 15 años de cárcel a lxs presxs políticxs vascxs Saioa Sánchez, Beatriz Etxeberria e Iñigo Zapirain. En la sentencia publicada hoy, además de imponerles dicha condena, los jueces han dado un nuevo paso para garantizar la impunidad y el blanqueo de la tortura.

El juicio fue celebrado el 6 de junio, y en él quedó al descubierto que la tortura, la cual se ha aplicado a lxs militantes políticxs de forma sistemática, lejos de ser algo llevado a a cabo por funcionarios fuera de sí, requiere de la complicidad de todo un sistema.

La sentencia da por buenos los testimonios de los guardias civiles responsables del operativo en el que se detuvo a Beatriz e Iñigo, es decir, de los responsables de los torturadores, y también da por bueno el testimonio de los abogados de oficio. Estos no fueron capaces de explicar por qué no le aconsejaron a Iñigo que no hiciera declaraciones contra sí mismo y contra terceras personas.

La sentencia da por bueno, igualmente, el testimonio del médico forense de la Audiencia nacional, que en respuesta a las preguntas de la abogada de la defensa, reconoce que no tomó medidas especiales después de que Beatriz le contara que había sido violada en el cuartel. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2