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terça-feira, 19 de março de 2019

«Ante la muerte del ex preso político Juan José Rego»

[De MpA] No podemos olvidar que todavía hay 21 presxs políticxs vascxs gravemente enfermxs, y que la única salida que les ofrecen los estados español y francés es la de renunciar a su militancia política. Utilizando la receta del «arrepiéntete o muere», los Estados han puesto precio político a la salud y las vidas de estxs presxs.

Juan José Rego es el tercer militante político, tras Juan Mari Mariezkurrena y Oier Gómez, que fallece en lo que va de año tras haber enfermado en prisión. En este punto debemos subrayar que, mientras no se lleve a cabo una amnistía total, serán más lxs presxs que sigan enfermando y que como consecuencia de la falta de asistencia no puedan darle la vuelta a la situación. Porque tenemos todo por conseguir, ¡es tiempo de lucha! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

domingo, 17 de março de 2019

Mais de 100 mil manifestaram-se em Madrid pelo direito à autodeterminação

Dezenas de milhares de pessoas manifestaram-se este sábado, em Madrid, em defesa do direito à autodeterminação e para denunciar o julgamento dos dirigentes independentistas catalães. Sob o lema «A autodeterminação não é um crime. Democracia é decidir», a mobilização foi convocada e promovida por organizações e partidos catalães, por mais de meia centena de organizações madrilenas e por muitas outras em todo o Estado espanhol.

De acordo com a organização, a mobilização de ontem contou com mais de 120 mil manifestantes (a Delegação do Governo espanhol diz que foram 18 mil – mas o número não é nada plausível). Ainda segundo os organizadores, chegaram a Madrid, provenientes de todo o Estado espanhol, cerca de 600 autocarros com gente para participar na manifestação, na sua grande maioria procedentes da Catalunha. Mas também houve autocarros organizados no País Basco, na Galiza, em Castela e na Andaluzia, entre outros pontos.

Ao longo do trajecto, entre a Estação de Atocha e a Praça Cibeles, destacaram-se as esteladas (bandeiras nacionais da Catalunha) e viram-se também ikurriñas, bandeiras espanholas republicanas, bandeiras galegas com a estrela vermelha, bandeiras da Izquierda Castellana, bandeiras da URSS e muito amarelo (a cor que simboliza a exigência de liberdade dos líderes independentistas catalães). [Na foto ao lado: presença solidária de Euskal Herria na manifestação.]

Ouviram-se palavras de ordem a favor da liberdade «destes» presos políticos catalães (sem referência às também presas catalãs Lola e Marina, segundo foi afirmado por quem esteve presente), a denunciar o actual julgamento como «uma farsa» e a lembrar a repressão durante o referendo celebrado a 1 de Outubro de 2017 na Catalunha.

No final, na Praça Cibeles, houve várias intervenções, antes de os manifestantes cantarem, em coro, a conhecida canção antifascista «L'Estaca». (Várias fontes: lahaine.org, vilaweb.cat, etc.)

terça-feira, 12 de março de 2019

«Gure duintasuna ez dago salgai / Nuestra dignidad no está en venta»

[De Vari@s familiares y allegad@s de represaliados y represaliadas políticas vascas] Hau esanda, argitasun osoz adierazi nahi dugu senide moduan guk ez diogula inolako barkamen eskaerarik zor inori, ez dugula onartzen ETAren biktimen mina areagotu izana, eta salatzen dugula ETAren biktimen hainbat erakundek gure egoera kaskartzeko egindako lobby lana. Ez dugu onartzen ez dagokigun ardurarik eta are gutxiago gure senideen eta gure bizitzak izorratzen dituzten horien nahi ase ezinak kontentatzeko. Era berean, maite ditugun pertsonen ondoan egoten jarraitzeko konpromisoan berresten gara xantaia eta mehatxu guztien gainetik. Gure duintasuna ez dago salgai!
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Dicho esto, queremos expresar con claridad que, como familiares, no le debemos ninguna petición de perdón a nadie, que no aceptamos haber aumentado el dolor de las víctimas de ETA, y que denunciamos el trabajo de lobby realizado por algunas asociaciones de víctimas de ETA para empeorar nuestra situación. No aceptamos ninguna responsabilidad que no nos corresponda y menos para contentar los deseos insaciables de aquellos que destrozan las condiciones de vida de nuestros familiares y las nuestras. Asimismo, nos reafirmamos en el compromiso de seguir al lado de las personas a las que queremos por encima de todos los chantajes y todas las amenazas. ¡Nuestra dignidad no está en venta! (lahaine.org)

sábado, 9 de março de 2019

«Si nos negamos no somos / Inor ez gara gure izaerari uko eginez gero»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] Etxerat no ha reivindicado nunca la amnistía precisamente porque no correspondía a lo que pensaban y piensan que es su ámbito de actuación. Y ahora resulta que desean un abrazo fraternal con el sistema que mantiene encarcelados a sus familiares y que continúa ocupando y explotando a Euskal Herria.
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Etxeratek ez du inoiz amnistiaren aldeko aldarrikapenik egin, bere jardun-eremuarekin bat ez zetorrelakoan edo ez datorrelakoan. Baina orain anaitasunezko besarkada bat eman nahi dio sistemari, senitartekoak oraindik espetxeratuak dituen eta Euskal Herria okupatzen eta esplotatzen duen sistema izanik, hain zuzen ere. (lahaine.org)

segunda-feira, 4 de março de 2019

Centenas de pessoas deram as boas-vindas a German Urizar, depois de 28 anos preso

Centenas de pessoas participaram este domingo, na Alde Zaharra bilbaína, no ongi etorri a German Urizar, que esteve preso quase 28 anos.
O ex-preso político bilbaíno teve palavras de lembrança para os companheiros de luta que deixou na cadeia, exigiu a libertação dos presos políticos bascos, insistiu na necessidade de continuar a lutar pela independência e pelo socialismo. Teve ainda palavras solidárias para com a Venezuela bolivariana.
Antes de que os presentes cantassem o «Txoriak txori», de Laboa, German Urizar gritou «Gora Euskal Herria libre eta gorria» [viva o País Basco livre e vermelho]. [Com contributos de Agustin Goikoetxea e de mais gente presente no ongi etorri.]

«Ante la declaración de la asociación Etxerat»

[De MpA] Si lxs familares de lxs presxs políticxs nos generan algo, eso es un absoluto respeto, también en los casos en los que ni siquiera están de acuerdo con la militancia de sus familiares, ya que seguir durante años y de manera incondicional junto a la persona que optó por la lucha solo puede merecer nuestro aplauso, y más aún teniendo en cuenta los continuos ataques que los estados han llevado a cabo contra ellxs.

Precisamente por ello, por el respeto que les debemos a lxs familiares de lxs presxs políticxs, no podemos aceptar de ninguna manera que nadie les cargue la resposabilidad política de nada con la intención de obtener réditos en el juego del politiqueo. / VER: amnistiAskatasuna 1 e 2

sábado, 2 de março de 2019

«Arzalluz, uno de los suyos»

[De Borroka Garaia] La ideología de Arzalluz era la ideología del dinero y tenía una base que bebía en gran parte del fundamentalismo religioso clásico anti-marxista (también común a la derecha española), pero debido a las especificaciones vascas y al interés de clase de las fracciones burguesas que el representaba vehiculizado de otra forma. Ya que esas fracciones pese a ser extensiones de la burguesía española, rivalizaban en interés económico en el reparto del pastel. Y Arzalluz siempre tuvo presente que la función del PNV ha sido vital para la estabilización española y para que no se abra paso una alternativa de ruptura independentista y socialista, lo cual le daba margen para nivelar negociaciones en beneficio propio. Algo de lo que también era consciente el Estado español.
[…]
Las palabras se las lleva el viento, lo que queda es la realidad material y las acciones.

Las de un estadista del Estado español. Y en la realidad material se quedaron (y aún continúan) el pacto de Ajuria Enea, la dispersión, la impunidad del terrorismo de Estado y las torturas, la ilegalidad de la autodeterminación vasca o la represión de la ertzaintza. Junto a desalojos en un país donde como ayer mismo un sin techo murió calcinado en Donostia mientras la burguesía se llena los bolsillos de lo que cada vez pierde más la clase trabajadora. (BorrokaGaraiaDa)

sexta-feira, 1 de março de 2019

Foi libertado o preso basco German Urizar, depois de 28 anos na cadeia

O preso bilbaíno German Urizar de Paz saiu da cadeia de Algeciras (Andaluzia) ontem de manhã, revelou a associação Etxerat. Familiares e amigos fizeram mais de mil quilómetros para o receber e o acompanhar no regresso a casa: a Alde Zaharra bilbaína.

German de Urizar passou quase 28 anos na cadeia. Em Junho de 1991, foi preso em Barakaldo (Bizkaia), por ligação à ETA. Tinha então 24 anos.

Tomando Altsasu (Nafarroa) como referência, estava preso a 1045 quilómetros de Euskal Herria, numa cadeia assim distante, e em primeiro grau. Actualmente, há mais cinco presos políticos bascos assim: Mikel Arrieta, Gorka Loran, Jon Igor Solana, Eide Perez e Unai Fano – este último deve ser transferido para a cadeia de Sória na próxima semana.

Dos prisioneiros bascos nos cárceres do Estado espanhol, quase 80 estão na Andaluzia (um terço), a 750-1100 quilómetros de Euskal Herria. Urizar nunca esteve numa prisão a menos de 500 quilómetros. Antes, passou por Carabanchel, Valdemoro e Almeria. / Ver: Berria

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Israel libertou Khalida Jarrar, dirigente da FPLP quase 2 anos presa sem julgamento

Khalida Jarrar, de 56 anos, deputada ao Conselho Legislativo Palestiniano (parlamento), foi libertada junto ao posto de controlo militar israelita de Salem, no distrito de Jenin (Norte da Margem Ocidental ocupada), informou a agência Ma'an. A mesma fonte acrescentou que a libertação ocorreu às primeiras horas da manhã «para evitar que familiares e activistas organizassem uma cerimónia de boas-vindas».

Quando, em Junho do ano passado, os tribunais israelitas prolongaram pela terceira vez a detenção administrativa de Jarrar, a FPLP, sublinhou, em comunicado, que a «detenção continuada de Khalida Jarrar não irá vergar a sua vontade», fazendo «apenas aumentar a sua determinação e o seu compromisso com a libertação nacional da Palestina» (Abril)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Há 13 anos, o preso santurtziarra Igor Angulo aparecia morto na cadeia de Cuenca

Ler mais / irakurri gehiago @Barakaoss: «Egunkaria ireki eta Igor Anguloren eskela ikusi. 13 urte pasa dira iada bizitza lapurtu ziotenetik ziega ilun batean. Egun bat geroago Roberto Saiz galtzen zuen bizitza Aranjuezeko espetxean. Berri hauek Euskal Herri osoa astindu zuten. Bereziki Ezkerraldea.»

Ver tb.: «La Ertzaintza acosó alos familiares y amigos hasta el cementerio» (elperiodistacanalla.net)
En 2006 sucedió en Portugalete y Santurtzi… Cuatro días después de que Igor Angulo apareciera muerto en la cárcel de Cuenca (27.2.2006), el preso de Portugalete Roberto Sáiz falleció de un infarto en Aranjuez (3.3.2006), semanas más tarde de alertar a los médicos de que sentía dolor en el pecho.

El fallecimiento del preso politico se produjo cuando participaba en una encartelada en el patio en denuncia de la defunción del preso santurtziarra. Según informó Askatasuna, Sáiz se sintió mal en el transcurso de la protesta, avisó de ello a los demás presos vascos y se dirigió al baño, donde, al parecer, perdió el conocimiento.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Herrera de la Mancha lleva tres meses reteniendo los informes de salud del preso político comunista Manuel Arango

Las pruebas médicas realizadas, que no han sido trasladadas a la defensa, se han podido conocer por las comunicaciones de Arango, han evidenciado que padece de hepatología crónica, úlcera duodenal, escoliosis y artrosis, entre otras dolencias.

Manuel Arango, además de preso político, es viudo de Isabel Aparicio, otra presa política comunista que falleció en 2014 víctima de la desatención sanitaria y que Arango lleva denunciando desde entonces. Parece evidente que el Estado quiere obtener un resultado parecido. (movimiento político de resistencia)

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Julen Ibarrola foi libertado, depois de um ano na cadeia por uma pintada

O jovem de Amurrio (Araba) foi libertado esta manhã, tendo saído da cadeia de Basauri depois de cumprir na íntegra o ano de pena a que foi condenado por «enaltecimento do terrorismo», alegadamente, por ter desenhado uma inscrição numa parede com um marcador. Dezenas de pessoas receberam-no de forma calorosa à entrada de Amurrio.

Julen Ibarrola foi condenado pela Audiência Nacional espanhola a um ano de prisão por, alegadamente, ter realizado uma pintada com um marcador, que o tribunal de excepção entendeu ser «enaltecimento do terrorismo». Apesar de as penas inferiores a dois anos não serem, por norma, de cumprimento efectivo no Estado espanhol, Julen teve de a cumprir porque, segundo o tribunal, era «reincindente», revela o portal halabedi.eus.

O caso de Ibarrola provocou grande revolta no País Basco – e também noutros pontos Estado espanhol –, tendo-se sucedido as manifestações de solidariedade e apoio para com o jovem de Amurrio.

Hoje, Julen Ibarrola foi recebido por amigos e familiares à entrada da cadeia de Basauri, por volta das 8h00 da manhã. À entrada de Amurrio, dezenas de pessoas juntaram-se num viaduto e receberam-no de forma calorosa, exibindo faixas e bandeirolas, fazendo estourar foguetes e queimar bengalas. Para o início da tarde estava agendado um ongi etorri na localidade alavesa, refere o aiaraldea.eus.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

«Oier» (eus./cas.)

[De Jon Iurrebaso Atutxa] Inork ez dezala esan gure askatasuna amets gaizto bat dela. Ahalegindu beharko gara, baita sufritu ere baina Euskal Herriko Langileriaren biziraupena bermatuko dugu. Bai ala bai. Etsaiaren aurrean, tinko mantendu behar dugu geure burua. Ez dago besterik.

Oierren eta beste hainbeste borrokalari, gudari eta munduko gehiengo zapalduaren izenean borrokan jarraituko dugu Euskal Herria askatu arte. Independentzia eta Sozialismoaren bidean JO TA KE!!
-
Que nadie diga que nuestra libertad no es más que un mal sueño. Tendremos que esforzarnos y sufrir en buena medida, pero, sí o sí, aseguraremos la supervivencia de la clase obrera vasca. Debemos mantenernos firmes ante el enemigo. No hay otra.

Seguiremos luchando en nombre de Oier y de otros tantos luchadores, gudaris y esa mayoría oprimida del mundo hasta liberar a Euskal Herria. Hacia la Independencia y el Socialismo, JO TA KE!! (lahaine.org)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

«Ante los tres accidentes provocados por la dispersión la última semana»

Son tres los accidentes de tráfico provocados durante la última semana por la política de dispersión del Estado español: los sufridos por familiares de Jesús Mari Etxeberria (Puerto III), Jon Mirena San Pedro (Herrera de la Mancha) y Luis Mariñelarena (Curtis).

Estos accidentes, sin embargo, no son consecuencia de la casualidad, sino del cruel chantaje al que los Estados español y francés someten a los presos y presas políticas. Los Estados utilizan a estos familiares con la intención de obtener las declaraciones de arrepentimiento de estos militantes políticos. Del mismo modo que a los presos enfermos les dicen «arrepiéntete o muere», al resto de presos y presas políticas les dicen «arrepiéntete o tus familiares lo pagarán con sangre». / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Iheskide – «Izenez eta izanez» [a 5 anos da morte de Arkaitz Bellon na cadeia de Puerto I]

Faz hoje cinco anos, Arkaitz Bellon, preso político basco natural de Elorrio (Bizkaia), apareceu morto na cela, na cadeia de Puerto I, na Andaluzia. Tinha 36 anos.
Os Iheskide, banda de punk de Elorrio, homenagearam-no com este tema, incluído no álbum Borrokak darrai.  
Ver: Familiares y amigos de Arkaitz Bellon: «La muerte de Arkaitz es consecuencia de lo ocurrido en los últimos trece años» (pakitoarriaran.org)

domingo, 3 de fevereiro de 2019

Em Gasteiz destacou-se a militância política de Oier Gómez e exigiu-se a libertação dos presos doentes

[Texto lido no final da manifestação convocada pelo Movimento pró-Amnistia e fotos da mesma] Oier nunca se rindió. A pesar de los chantajes, se mantuvo digno en sus convicciones y se ha ido con la cabeza alta y orgulloso de su militancia política. Gracias a la presión popular, en 2017 le suspendieron la condena que tenía impuesta en Francia y pudo vivir en Baiona para ser tratado en mejores condiciones de su enfermedad. Pero aun padeciendo una enfermedad grave e incurable no pudo regresar a Gasteiz para pasar sus últimos días cerca de su familia y amigos. Tanto el Estado Francés como el Español y el Portugués lo vigilaban de cerca por si mejoraba, para volver a encerrarlo. Por ello, queremos recordar que Oier ha fallecido como un represaliado político y no en libertad.
[...]
Y no puede haber medias tintas en la resolución de las consecuencias de un conflicto político. O se solucionan las razones por las que esos militantes políticos se unieron a la lucha o el conflicto será eterno, la lucha seguirá y las consecuencias también. Amnistiarik Gabe bakerik ez! / VER: amnistiAskatasuna

Ver tb.: «Dos manifestaciones y un grito unánime por la libertad de los y las represaliadas políticas gravemente enfermas» (halabedi.eus)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Manifestação em Gasteiz em protesto pela morte de Oier Gómez

A mobilização, convocada pelo Movimento pró-Amnistia com o lema «Liberdade para os presos doentes! Amnistia geral!», tinha sido anunciada para o próximo sábado, dia 2 de Fevereiro, às 18h30, a partir da Praça Bilbo.

No entanto, o Departamento de Segurança do Governo de Lakua obrigou os organizadores a alterar a hora e o percurso da manifestação, que parte agora da Andra Mari Zuria [Virgem Branca], às 19h30. / Mais info aqui.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Oier Gómez: manifestação em Gasteiz no próximo sábado

É convocada pelo Movimento pró-Amnistia, com o lema «Liberdade para os presos doentes! Amnistia geral!», e parte às 18h30 da Praça Bilbo.

«Oier Gomez Mielgo Gasteizko militantearen heriotza dela eta, Amnistiaren Aldeko eta Errepresioaren Aurkako Mugimenduak manifestazioa deitzen du Gasteizen datorren larunbatean, otsailak 2, 18:30ean Bilbo plazatik abiatuta. Leloa «Preso gaixoak askatu! Amnistia osoa!» izango da.

Frantziako Estatuak Oierren zigorra eten zuen, baina Espainiakoak bere aurkako estradizio eskaerak mantendu zituen. Horren ondorioz, Oierrek Euskal Herrian eman du azken arnasa, baina ezin izan da Gasteiz bere jaioterrira itzuli. Euskal Herriari manifestazio honetan parte hartzeko deia luzatzen diogu. Hauxe da Oierren heriotzaren aurrean egin genuen irakurketa: sakatu irakurtzeko.» (amnistiAskatasuna)

domingo, 27 de janeiro de 2019

«Últimas palavras de Oier Gómez ao Povo Trabalhador Basco» (cas./eus.)

«Solo soy un vasco humilde que siempre ha estado dispuesto a dar la vida por una Euskal Herria independiente y socialista.

Cuando era muy joven, en este pueblo la revolución estaba en ebullición, lo cual hizo mover algo en mi interior y eso me empujó a iniciar mi formación política. Siempre he tenido muy claro que tenía que ser parte de esa revolución.

Que quede claro que siempre he vivido con la cabeza alta debido a toda mi militancia, y especialmente estoy plenamente orgulloso de haber sido militante de ETA.

A mi entender, hoy en día, todos los problemas que me impulsaron a darlo todo cuando era joven permanecen y los objetivos de la lucha siguen sin lograrse, por lo que tenemos que continuar con ella. Además, no podemos olvidar a los y las revolucionarias que lo han dado todo y lo siguen dando, porque para nosotros son gudaris.» / Ver: BorrokaGaraiaDa

Oier Gómez recordado em Basauri e Baiona
O gudari gasteiztarra Oier Gómez, que faleceu na madrugada de sexta para sábado, em Baiona, depois de ter passado vários anos encarcerado, no Estado francês, com uma doença grave, foi evocado na concentração que o Movimento pró-Amnistia realizou, este sábado, frente à cadeia de Basauri (Bizkaia), para exigir a libertação dos presos doentes. [Ver fotos e vídeo aqui]
Hoje, em Baiona, 120 pessoas manifestaram-se em homenagem ao gasteiztarra e exigiram que os presos doentes sejam libertados.

sábado, 26 de janeiro de 2019

«Agur eta ohore, Oier!» [Faleceu esta madrugada Oier Gómez]

[De MpA] Oier ha pasado toda su vida ligado a la lucha, y es ejemplo de solidaridad y generosidad. En 2016 participó en la huelga de hambre rotativa iniciada por varixs presxs políticxs en demanda de la libertad de lxs presxs enfermxs, negándose a comer durante una semana. En esa protesta denunció, precisamente, que los Estados Español y Francés asesinaban a los presos políticos por medio de la desasistencia médica.«Siempre he tenido muy claro que debía formar parte de esa revolución», es lo que declaró en la entrevista concedida al Movimiento Pro Amnistía hace escasos dos meses.
[...]
El chantaje que llevan a cabo con lxs presxs enfermxs es otra forma más del terrorismo de estado, una tortura crónica que persigue quebrar la voluntad de estxs militantes. Los métodos que nuestros enemigos utilizan para fracturar psicológicamente y físicamente a lxs presxs políticxs son variados, pero el más cruel de todos es el que utilizan con lxs presxs enfermxs, que son el eslabón más débil de la cadena, con la intención de atacar a la lucha por la independencia y el socialismo logrando el arrepentimiento de lxs militantes más generosxs.

Para terminar, debemos volver a hacer una autocrítica en el tema de lxs presxs enfermxs, ya que como pueblo es un claro fracaso la incapacidad que estamos mostrando para conseguir que estas personas vuelvan a casa vivas y libres. Solo mediante la lucha será posible conseguir victorias en esta materia, como se conseguían antaño. Reavivemos la lucha, porque eso es lo mínimo que debemos a estxs militantes. Agur eta ohore, Oier! / LER comunicado na íntegra: amnistiAskatasuna 1 e 2