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terça-feira, 4 de agosto de 2020

«TPIJ, braço "judicial" da destruição da Jugoslávia»

[De Gustavo Carneiro] Em rigor, sustenta o especialista nos assuntos balcânicos, «a única situação em que se pode falar de eliminação ou expulsão de todo um grupo étnico é o assalto e a limpeza étnica da Krajina sérvia pelo exército croata em Agosto de 1995». Também o general Carlos Branco, que esteve na Bósnia como observador da ONU, concorda que «o grande genocídio» aconteceu na Krajina, contra a população sérvia, e não em Srebrenica.


Voltando a Carlos Santos Pereira, o jornalista lembra serem muitos os documentos e testemunhos que apontam para as responsabilidades directas do presidente croata Franjo Tudjman nos acontecimentos da Krajina. Apesar disso, Tudjman não foi acusado de qualquer crime e um dos principais operacionais croatas envolvidos, Ante Govina, foi absolvido. Nem podia ser de outra maneira ou não fosse o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia um mero braço da NATO e dos seus objectivos. (avante.pt)

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Jugoslávia: o dia em que uma televisão se tornou um alvo militar

[A 21 anos do ataque da NATO à Rádio Televisão da Sérvia, em Belgrado] «Dentro de algumas horas, a Rádio Televisão da Sérvia será bombardeada para calar a agressão da NATO à Jugoslávia. Estamos em 1999 e este é um dos muitos ataques contra alvos civis, ao longo de 78 dias.» (Abril)

terça-feira, 24 de março de 2020

A 21 anos do início dos bombardeamentos da Jugoslávia pela NATO

«No Kosovo, só se enganou "quem quis ser enganado"» (Abril)
Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.

«Bombas sobre Belgrado» (Abril)

«Jugoslávia: o dia em que uma televisão se tornou um alvo militar» (Abril)

«A NATO bombardeou a Jugoslávia para "proteger os civis"» (Abril)

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Montenegro: orígenes, historia y conflicto nacional hasta la actualidad [áudio]

[GeopolitikaZ] Desde la aprobación de la Ley de Libertad Religiosa la confrontación entre el nacionalismo montenegrino y el serbio se ha acentuado. Para poder entender este conflicto el podcast hace un repaso de la historia de Montenegro incidiendo en los aspectos políticos y culturales (especialmente religioso y lingüístico), para finalmente analizar la política montenegrina desde la década de 1990 hasta la actualidad.

Intervienen: Jon Kortazar Billelabeitia (doctor en historia y profesor de la UPV/EHU [Universidade do País Basco]) y Asier Blas Mendoza (doctor en Ciencia Política y profesor de la UPV/EHU). / Ouvir aqui

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

No Kosovo, só se enganou «quem quis ser enganado»

Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.

Quando é analisado tudo o que se propalou nos OCS [órgãos de comunicação social] do Ocidente (houve raras, mas honrosas, excepções em Portugal), facilmente se chega à conclusão de que se tratou de uma campanha perfeitamente orquestrada para a manipulação da opinião pública. Mais ainda, no caso do Kosovo, os OCS não só acompanharam com especial parcialidade o que ia ocorrendo, como foram mesmo um dos catalisadores do conflito, pressionando os seus governos para a intervenção, facto que alguns jornalistas acabaram mesmo por reconhecer. (Abril)

domingo, 22 de dezembro de 2019

«No Kosovo, só se enganou "quem quis ser enganado"» [entrevista]

Vinte anos volvidos sobre os bombardeamentos da NATO na Jugoslávia, o AbrilAbril colocou algumas questões ao major-general Raul Cunha, que recentemente publicou o livro Kosovo, a Incoerência de Uma Independência Inédita, sem passar ao lado de «alegações fabricadas» e «pretextos humanitários», manipulação mediática, «demonização dos sérvios» ou o papel do TPIJ.

A perspectiva dominante sobre os acontecimentos é crítica. «Por isso» – afirma-se num dos prefácios da obra – «as conclusões a que [o autor] chegou são significativamente diferentes daquelas que prevaleceram no mainstream». Ao AbrilAbril, Raul Cunha disse sentir-se «imune a quaisquer pressões ou sugestões para escamotear aquilo que consider[a] corresponder à realidade». (Abril)

sábado, 16 de junho de 2018

«Serbofobia»

[De Asier Blas Mendoza] Katalunian serbofobia modan dago unionisten eta independentisten artean. [...] Independentismo katalan hegemonikoak Serbia Espainiarekin parekatzen du, unionismoak, berriz, Herrialde Katalanak «Serbia Handia» proiektuarekin. Erkaketa horiek egitea ez da justua, baina, norbaitek asmatzen badu, horiek unionistak dira. Izan ere, Serbia ezjakintasunetik soilik erkatu daiteke Espainiarekin.
[...]
Kroaziako eta Bosniako ehunka milaka serbiar erail zituzten naziek eta beraien kolaboratzaile kroaziarrek eta musulman eslaviarrek. Hain zuzen ere, nazien kolaboratzailea eta 1970eko hamarkadan xaria gida bezala izango zuen estatu islamista proposatu zuen Alija Izetbegović izan zen Bosnia-Herzegovinako lehen presidentea. Honek hil aurretik esan zion bere semeari, egungo Bosniako hiruko presidentzian musulmanak ordezkatzen dituenari, Erdogani esateko Bosnia-Herzegovina uzten ziola ondare bezala.
Semea oraindik urrunago joan da eta 2018ko martxoan Sarajevon Erdoganekin izandako bilera ostean esan zuen jaungoikoak Erdogan bidali duela Turkiara misio berezi batekin. Ordu batzuk beranduago Bosniako hiriburuan Erdonaganek mitin batean parte hartu zuen Europatik etorritako milaka turkiarrekin eta bosniar musulmanekin. Legatu eta misioa Otomandar neoinperio bat sortzea da. Hobe luke Delgadok Tabarniako eredua musulman bosniarretan bilatzea eta ez Bosniako serbiarretan. (argia.eus)