Mostrar mensagens com a etiqueta guerra de agressão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guerra de agressão. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Grupo apoiado pelos EUA leva civis do campo de al-Hol, na Síria

De acordo com a informação chegada à SANA, militantes das FDS, na sua maioria curdos, «sequestraram vários civis» do campo, esta quinta-feira, e impediram o acesso de ajuda humanitária ao local, onde se encontram mais de 20 mil deslocados.

Também esta quinta-feira, as posições dos militantes apoiados pelos EUA foram atacadas por indivíduos não identificados. Nas últimas semanas, vários membros da milícia apoiada pelos EUA no Norte e Nordeste da Síria foram ali mortos ou feridos, num contexto de instabilidade e frustração crescentes no seio da população local, saturada do controlo que lhe é imposto, dos sequestros constantes de civis e da falta de condições de vida. (Abril)

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

«Ho Chi Minh: "El que ilumina"»

[De María Victoria Valdés Rodda] Ganó la Batalla de Dien Bien Phu contra Francia, en 1954, y aunque no consiguió presenciar la estrepitosa salida yanqui de Saigón, en 1975, hoy esa ciudad lleva su nombre. A pesar de haber muerto el 2 de septiembre de 1969, hace 50 años, el Tío Ho es el guía, el símbolo y la bandera de la resistencia nacional en Vietnam.

[...] el Tío Ho y sus ideas fueron bandera y meta. Organizó el Ejército Popular de Vietnam y el Frente de Liberación Nacional (Vietcong). Nada pudo frenar la influencia que ese dirigente sencillo le infundía al pueblo. Ni los superbombarderos B52 con su millón 600 mil toneladas de bombas, ni los 540 mil efectivos enemigos, ni el millón de soldados títeres armados por Estados Unidos. (CubaDebate)

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Corte de água a Hasaka é um «crime de guerra e contra a humanidade»

A diplomacia síria condenou esta segunda-feira o «crime» perpetrado pelas forças de ocupação turcas no Nordeste do país, ao cortar o abastecimento de água potável a mais de um milhão de pessoas.

O documento sublinha que as forças militares turcas e norte-americanas, os terroristas do Daesh e do Hayat Tahrir al-Sham, e os militantes das chamadas Forças Democráticas Sírias (na sua maioria curdas) continuam a minar a soberania e a independência da Síria, numa violação clara da Carta das Nações Unidas. «É tempo de a ocupação acabar», frisa o Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros. (Abril)

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Iémen ameaça responder em força a escalada de bombardeamentos sauditas

O major-general Mohammad Nasser al-Atifi afirmou este sábado que as forças aliadas de defesa do Iémen estão preparadas para lançar o contra-ataque e dar uma resposta «dolorosa» aos países que agridem o mais pobre dos países árabes, revelou a cadeia de TV al-Masirah.

Também no sábado, a al-Masirah noticiou que a coligação liderada pelos sauditas tinha levado a cabo pelo menos 42 ataques aéreos nas províncias nortenhas de al-Jawf e Marib num espaço de 24 horas. Foram ainda registados dois ataques na província de Sa'ada no mesmo período. (Abril)

domingo, 23 de agosto de 2020

Syria calls on UN to end Hasakah water supply cut by Turkish forces

During a telephone conversation with Guterres on Friday, Syria's permanent representative to the UN, Bashar al-Jaafari, warned about the catastrophic living conditions in the city of Hasakah and other neighborhoods, emphasizing that the water supply cut constitutes a war crime and a crime against humanity.
[…]
The Syrian diplomat then expressed serious concerns over the «unbearable» situation in Hasakah amid scorching weather conditions and the coronavirus pandemic, hoping that the world body would intervene and stop the ongoing tragedy in Hasakah. (presstv.com) / Mais info: sana.sy

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

A Síria não esquece Khaled al-Asaad, o «guardião de Palmira»

Arqueólogo, antropólogo, investigador, tradutor, Khaled al-Asaad nasceu em Palmira em 1932 e foi decapitado publicamente pelo Daesh a 18 de Agosto de 2015, com 83 anos, depois de se ter recusado a abandonar a sua cidade natal, ter conseguido salvar o conteúdo do Museu de Palmira e se ter negado a revelar aos terroristas, sob tortura, onde se encontravam os «tesouros e antiguidades».

O conhecido arqueólogo, a quem foram dados os epítetos de «Guardião de Palmira» e «Sentinela de Palmira», teve um papel decisivo nas escavações e nos trabalhos de restauro da cidade antiga localizada no deserto sírio, trabalhando em coordenação com equipas sírias e missões arqueológicas estrangeiras de diversas proveniências. (Abril)

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

How the US helped push Lebanon to the brink of collapse, and now threatens more sanctions

While the media blames the crisis in Lebanon solely on corruption, the US government unleashed a «maximum pressure» campaign to push regime change and crush Lebanese resistance with sanctions and aggressive hybrid warfare.

The crisis in Lebanon cannot be understood outside of the wider context of the overarching, obsessive US strategy aimed at crushing what is known as the «Resistance Axis,» in which Hezbollah serves as a key actor. (thegrayzone.com)

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Aumenta resistência a milícias curdas e tropas dos EUA no Nordeste da Síria

Também a agência SANA noticia que, em diversas aldeias e cidades do Nordeste do país, tem estado a ocorrer um levantamento popular «contra as práticas» das chamadas Forças Democráticas Curdas (FDS; maioritariamente curdas e apoiadas pelos EUA), num contexto de apelos crescentes à unidade, por parte de clãs e tribos árabes, de modo a enfrentar e expulsar as milícias das FDS, bem como as forças de ocupação norte-americanas e turcas em território sírio.

Os Estados Unidos têm tropas e pelo menos uma dezena de bases militares no Norte das províncias de Deir ez-Zor, Raqqa e Hasaka, onde fazem chegar constantemente diverso material proveniente do Iraque. (Abril)

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

«Da Líbia ao Mali, as mesmas guerras»

[De Carlos Lopes Pereira] É de notar que a destruição da Líbia pelos EUA e NATO provocou também a instabilidade no Sahel, onde alastrou a vários países a guerra de rapina pelos recursos naturais dos povos da região.

A crise maliana está rodeada de incertezas. Mas é certo que, tal como o povo da Líbia, o povo do Mali alcançará, com a sua luta, o fim da guerra, a paz e o direito a construir soberanamente o desenvolvimento. (avante.pt)

Ataques aéreos sauditas continuam a matar civis no Iémen

A cadeia de TV em língua árabe al-Masirah, citando fontes locais, informou que os aviões de combate atacaram três viaturas que seguiam numa estrada da área desértica de Sha’ab al-Haradh, no distrito de Khabb wa ash Sha'af, provocando a morte a pelo menos 20 pessoas.

De acordo com o governador da província de al-Jawf, as vítimas mortais são na sua maioria mulheres e crianças, refere a PressTV. Nas últimas semanas, a província de al-Jawf tem sido alvo de vários ataques aéreos, por parte da coligação liderada pelos sauditas, em que foram mortos civis. O mais grave ocorreu em meados de Julho, quando caças sauditas atacaram um casamento da tribo iemenita Bani Nouf, no distrito de al-Hazm, matando pelo menos 25 pessoas. (Abril)

terça-feira, 4 de agosto de 2020

«TPIJ, braço "judicial" da destruição da Jugoslávia»

[De Gustavo Carneiro] Em rigor, sustenta o especialista nos assuntos balcânicos, «a única situação em que se pode falar de eliminação ou expulsão de todo um grupo étnico é o assalto e a limpeza étnica da Krajina sérvia pelo exército croata em Agosto de 1995». Também o general Carlos Branco, que esteve na Bósnia como observador da ONU, concorda que «o grande genocídio» aconteceu na Krajina, contra a população sérvia, e não em Srebrenica.


Voltando a Carlos Santos Pereira, o jornalista lembra serem muitos os documentos e testemunhos que apontam para as responsabilidades directas do presidente croata Franjo Tudjman nos acontecimentos da Krajina. Apesar disso, Tudjman não foi acusado de qualquer crime e um dos principais operacionais croatas envolvidos, Ante Govina, foi absolvido. Nem podia ser de outra maneira ou não fosse o Tribunal Penal Internacional para a ex-Jugoslávia um mero braço da NATO e dos seus objectivos. (avante.pt)

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Acordo entre milícia curda e empresa dos EUA para roubar petróleo da Síria

Num comunicado emitido este domingo, o Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros condenou de forma veemente o acordo alcançado entre uma empresa petrolífera norte-americana e as chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS, maioritariamente curdas), tendo afirmado que o «roubo» é perpetrado com o patrocínio e o apoio de Washington.

No documento, o governo sírio descreve o acordo como um contrato entre «ladrões que roubam e ladrões que compram», e adverte que as «forças mercenárias devem perceber que a brutal ocupação dos Estados Unidos terminará inevitavelmente e será derrotada como o foram os grupos terroristas às mãos do Estado sírio». (Abril)

domingo, 2 de agosto de 2020

US oil company signs deal with Syrian Kurds

Sources told Al-Monitor the agreement to market oil in territory controlled by the US-backed Syrian Democratic Forces was signed «with the knowledge and encouragement of the White House.»

The sources briefing Al-Monitor confirmed that Lindsay Graham, the Republican senator from South Carolina who is close to President Donald Trump, had spoken to Mazloum Kobani, the commander in chief of the Syrian Democratic Forces (SDF) yesterday and that Kobani had informed Graham of the deal and asked him to relay details of it to the US president. (al-monitor.com)

sábado, 1 de agosto de 2020

Autoridades sírias encontram armas, órgãos e prendem espiões treinados pelos EUA

Em operações antiterroristas na província de Homs, as autoridades conseguiram capturar dois espiões treinados na base de al-Tanf e apreender grande quantidade de armamento que ia ser enviado para Idlib.

Por seu lado, unidades do Exército Árabe Sírio encontraram esta semana órgãos humanos num esconderijo de grupos terroristas, na aldeia de al-Ghadaf, nas proximidades da cidade de Maarat an-Numan (Sul da província de Idlib). Segundo fontes militares, um médico, ainda não identificado, transformou uma casa da aldeia numa espécie de laboratório primitivo, onde conservava rins, partes de cérebros humanos e intestinos, entre outros órgãos, em recipientes com clorofórmio. (Abril)

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Exército sírio envia tropas de elite para a linha da frente em Idlib

As posições do EAS foram reforçadas com tropas da 25.ª Divisão (a tropa de elite, antigas Forças Tigre) e com armamento pesado, depois de as autoridades sírias terem obtido informações sobre preparativos dos grupos jihadistas para um ataque com centenas de suicidas no Sul de Idlib, disse um oficial de operações ao diário Al-Watan, citado pela Prensa Latina.

Por seu lado, o portal Al-Masdar News indica que, ontem, estas forças lançaram ataques de artilharia e com mísseis contra as posições dos terroristas ao longo da linha da frente no Jabal al-Zawiya, incluindo as aldeias de al-Baraa e de al-Fatirah. (Abril)

sábado, 18 de julho de 2020

Sacos de areia protegem mosaicos inestimáveis no museu de Maarat an-Numan

Antes da guerra, o museu da cidade era um dos pontos incontornáveis para qualquer viajante, até porque o edifício que ocupa é também uma estrutura histórica, uma antiga pousada – caravançarai – para viajantes, construída no século XVI.

O museu foi bastante atingido. Hoje, ao entrar no edifício, as grandes paredes estão cheias de sacos de areia empilhados, refere a agência Xinhua. Por trás, estão os tesouros históricos dos mosaicos, que datam de um período que vai do século II ao século VII d.C.

Alguns estão quase completamente tapados pela densa barreira de sacos; outros ficaram meio à mostra. Para as autoridades, os elementos mais importantes do museu são os mosaicos, uma vez que, se forem danificados, o dano é irreparável. (Abril)

sexta-feira, 17 de julho de 2020

Tribos iemenitas rejeitam «oferta» saudita, após massacre de quarta-feira

Tribos iemenitas da província nortenha de al-Jawf rejeitaram a «oferta financeira» dos sauditas como compensação pelos ataques aéreos que, na quarta-feira, provocaram mais de duas dezenas de mortos.

Este novo massacre contra civis e que voltou a atingir várias crianças ocorre um mês depois de o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ter anunciado que a coligação liderada pela Arábia Saudita seria retirada da «lista negra» por matar e ferir crianças no decurso das suas operações militares de agressão ao Iémen. Uma decisão que foi muito criticada pelo movimento Huti Ansarullah e por diversos organismos internacionais. (Abril)

domingo, 12 de julho de 2020

«A verdadeira vitória dos povos do Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] No caso líbio, outra consequência da agressão imperialista foi a desestabilização do Mali e de toda a faixa do Sahel.
[…]
é certo que a verdadeira vitória dos povos sahelianos e saarianos será o fim das guerras e a retirada das tropas estrangeiras, o estabelecimento duradouro da paz e a criação de condições para o desenvolvimento dos seus países, com o reforço da soberania e o fim das dependências neo-coloniais. (avante.pt)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Quem agride os sírios «não pode esconder o crime com uma falsa máscara humanitária»

A Conferência de Bruxelas e os posicionamentos nela assumidos confirmam a insistência de EUA, UE e «regimes subordinados» nas políticas hostis contra a Síria, denunciou a diplomacia do país árabe.

Na nota de hoje, a diplomacia do país árabe destaca que «o futuro da Síria é um direito exclusivo dos sírios» e que as «pressões políticas e económicas não conseguirão minar a livre vontade dos sírios». Indica, além disso, que «o conceito de mendicidade, que muitos praticam, não tem lugar no comportamento político e diplomático» do país árabe. (Abril)

terça-feira, 16 de junho de 2020

«É crime retirar a Arábia Saudita de uma lista negra sobre direitos humanos»

Mohammed Ali al-Houthi, presidente do Supremo Conselho Revolucionário do Iémen, criticou fortemente a medida da ONU, esta terça-feira, caracterizando-a como «um crime indelével» e sublinhando que a decisão «confirma o caos no organismo mundial», revela a PressTV.

Na sua conta de Twitter, al-Houthi afirmou ainda que a decisão da ONU ocorre na mesma altura em que a Arábia Saudita, apoiada pelos Estados Unidos, perpetrou «um novo massacre» no país árabe. (Abril)