sexta-feira, 3 de julho de 2020

Marcha a la cárcel de Murcia II, el 11 de julio

[De MpA] Pero cuando hablamos de la cárcel, a menudo quedan ocultas las responsabilidades, como si con la existencia y utilización de estas y de su violencia nadie sacara provecho económico y político.

En el caso de Euskal Herria, son los Estados de España y Francia los responsables de mantener secuestrada y bajo una presión psicológica y física constante a la clase trabajadora en general, y especialmente a militantes políticos como Patxi Ruiz. Para ello el sistema necesita de periodistas que amparan y justifican la tortura, de políticos que gestionan la política penitenciaria, de jueces que garantizan la impunidad de los torturadores, de médicos como los de Murcia II y de psicópatas como su Director Jesús Hernández.

Precisamente para señalar a los responsables hemos organizado una marcha a la cárcel de Murcia II. El 11 de julio llevaremos la reivindicación de la amnistía hasta allí. La lucha no cesa, ¡amnistía total! / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Do concerto da banda de Eibar (Gipuzkoa) gravado no Plateruena Antzokia de Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. Jo ta ke!

EUA tentam impedir entrega de mais combustível iraniano à Venezuela

Procuradores federais norte-americanos apresentaram, num tribunal do Distrito de Columbia, um processo civil de confisco da gasolina que segue em quatro navios iranianos com destino ao país sul-americano. A acção visa igualmente impedir futuras entregas de combustível iraniano à Venezuela, bem como travar o fluxo de receitas que o Irão obtém com a venda de petróleo.

Este conjunto de quatro navios segue-se a outra frota iraniana de cinco, carregada com 1,53 milhões de barris de gasolina e aditivos para processar combustível, que esta semana tem estado a chegar à Venezuela. (Abril)

«A pandemia não pára a luta mas a luta pára a pandemia»

[De António Santos] Mas, enquanto para o presidente dos EUA, é preciso atingir «o ponto de equilíbrio perfeito» entre o número de mortos e os danos causados à economia, os trabalhadores prosseguem a luta em defesa da vida humana e do trabalho com direitos e segurança.

Em dezenas de fábricas por todo o país, milhares de trabalhadores têm promovido greves contra o trabalho sem condições de segurança. (avante.pt)

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Trabalhadores em luta contra encerramento da fábrica da Siemens Gamesa em Agoitz

Os operários vão mobilizar-se contra a decisão da multinacional Siemens Gamesa de encerrar a fábrica em Aoitz (Nafarroa) e de proceder ao despedimento colectivo dos trabalhadores.

Esta semana, a administração da Siemens Gamesa anunciou que vai encerrar a fábrica de Agoitz, alegando «questões económicas», bem como o despedimento colectivo de 239 operários. Estes denunciam que a decisão não tem fundamento e que as encomendas estavam garantidas até Setembro de 2021, revela o sindicato ELA numa nota.

Os trabalhadores, que acusam a empresa de «falta de escrúpulos» e de pôr em causa o futuro de toda uma comarca, mostraram-se dispostos a reverter a decisão e a defender os seus postos de trabalho. Além de dias de greve, convocaram uma manifestação para dia 11 de Julho em Iruñea. / Ver: gedar.eus

Milhares de palestinianos assinalaram o «Dia de Raiva» contra os planos anexionistas

Milhares de manifestantes de várias facções palestinianas, alguns dos quais exibindo bandeiras nacionais e cartazes contra o presidente norte-americano, Donald Trump, juntaram-se ontem na Faixa de Gaza ocupada para dizer «não» aos planos expansionistas de Israel, que implicam a perda de cerca de um terço do território ocupado da Cisjordânia.

Um manifestante disse à agência AFP que «é preciso reactivar a resistência» e outros pronunciaram-se em sentido semelhante, chamando a atenção para a possibilidade de uma terceira intifada, refere a Prensa Latina. Protestos semelhantes, enquadrados no «Dia de Raiva» convocado para esta quarta-feira, tiveram lugar em Ramallah e Jericó, na Margem Ocidental ocupada. (Abril)

«Anexação»

[De Jorge Cadima] Todos os estados e forças que, ao longo de décadas de crimes, massacres e guerras de Israel (a lista é enorme, mas refiram-se Sabra e Chatila, Qana, a mártir Faixa de Gaza) sempre foram tolerantes para com o agressor, ao mesmo tempo que exigiam da vítima concessões sem fim, em nome da miragem dum Estado Palestiniano, têm que fazer hoje uma opção clara. Ou cortam de vez a sua conivência com Israel e apoiam claramente os direitos inalienáveis do povo palestiniano, ou tornam-se cúmplices duma traição histórica e perdem qualquer credibilidade para criticar as formas de resistência que o povo palestiniano vier a decidir. Nem o regresso ao torpor do estado de coisas anterior é aceitável. O silêncio do Governo Português e do seu cada vez mais inqualificável MNE envergonha Portugal. (avante.pt)

«A "nova normalidade" é mais miséria e exploração»

[De Giovanni Frizzo] É preciso, cada vez mais, compreendermos que o desmonte do serviço público significa a destruição de direitos sociais do povo trabalhador. Cada privatização realizada pelos governos subordinados aos grandes ricos, representa perda de direitos e condições de vida da imensa maioria da população. […] A vida do povo trabalhador nunca é prioridade para quem está à serviço do mercado capitalista.
[…]
No máximo, talvez, nos acostumaremos a usar máscaras ao sair à ruas. De resto, a nova normalidade é mais miséria e exploração. (PCB)

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Solidariedade internacionalista em Legutio e Santurtzi: Pablo Hasél livre!

No próximo sábado, dia 4, a localidade biscainha de Santurtzi vai acolher uma série de iniciativas em solidariedade com o rapper comunista catalão Pablo Hasél, acossado pela «justiça espanhola». Em Legutio (Araba) realiza-se uma concentração.

Em Ezkerraldea – outrora uma grande comarca industrial da Grande Bilbau/Bilbo Handia, na Margem Esquerda do Nerbioi –, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) promove a realização de um debate no Mamarigako gaztetxea (18h30); de uma concentração no Vallejo (20h00); e de um concerto no Mamarigako gaztetxea (21h00).

Em Legutio, haverá uma concentração às 19h30 na Legutioko plaza. É necessário levar máscara e as medidas sanitárias serão mantidas, informa o MpA.

Quem agride os sírios «não pode esconder o crime com uma falsa máscara humanitária»

A Conferência de Bruxelas e os posicionamentos nela assumidos confirmam a insistência de EUA, UE e «regimes subordinados» nas políticas hostis contra a Síria, denunciou a diplomacia do país árabe.

Na nota de hoje, a diplomacia do país árabe destaca que «o futuro da Síria é um direito exclusivo dos sírios» e que as «pressões políticas e económicas não conseguirão minar a livre vontade dos sírios». Indica, além disso, que «o conceito de mendicidade, que muitos praticam, não tem lugar no comportamento político e diplomático» do país árabe. (Abril)

Trabalhadores da Saúde em França nas ruas por melhores salários e condições

Com a crise sanitária associada ao severo impacto do coronavírus SARS-CoV-2 em França, aumentaram as denúncias relativas aos danos causados pela privatização do sector, à diminuição do número de camas e à falta de recursos nos hospitais públicos.

No entanto, quando o «cenário da pandemia» começou a causar estragos, em Março, os professionais da Saúde já andavam há meses a lutar por melhores condições de trabalho, contra a falta de pessoal e a estagnação salarial – que levou muitos a deixarem o sector público.

O muito neoliberal Emmanuel Macron, sempre empenhado no ataque aos direitos dos trabalhadores, viu como estes profissionais do sector público gozaram de ampla simpatia na fase aguda da pandemia e chegou a chamar-lhes «heróis de bata branca», refere a France 24. (Abril)

Inaugurado em Rzhev o Memorial ao Soldado Soviético

Foi inaugurado a 30 de Junho, com uma cerimónia em que participaram os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Bielo-rússia, Alexandr Lukachenko, e vários veteranos da Grande Guerra Patriótica, o Memorial ao Soldado Soviético em Rzhev.

O monumento foi construído a partir de um movimento de angariação de fundos, no qual se integrou o concerto solidário, realizado pela Associação Chance+ e a Associação Iúri Gagárin em Oeiras.

Ver: Notícia na RT (em castelhano) / Notícia na agência BelTA (em castelhano)

Vídeo oficial da inauguração (em russo)Mais info: associacaogagarin.pt

terça-feira, 30 de junho de 2020

«Cómo nos ha engañado el capitalismo»

[De Urko Apaolaza Avila / trad. de «Nola engainatu gaituen kapitalismoak» por A. Bas] Este mundo redondo se nos ha puesto patas arriba y buscamos respuestas en todas partes, no podemos tomar la medida de la emergencia sanitaria, del insostenible estado ecológico y del colapso de la economía global. ¿Cómo hemos llegado hasta aquí? Mirando atrás, nos hemos dado cuenta de que la quema del sistema actual tiene su origen en un profundo engaño historiográfico: el capitalismo es incompatible con la democracia. Se basa en la desigualdad y la violencia, en la esclavitud, en definitiva.

En la forma de una serpiente, la esclavitud es un fenómeno cambiante que ha cambiado la piel a lo largo del tiempo, que ha adoptado muchas formas y colores, y no siempre con ese nombre. Olvida las imágenes clásicas; antes estaba ahí y ahora también está aquí. Es multinacional. Apenas se menciona en los libros de historia de Euskal Herria, pero estudios recientes han demostrado que hemos avanzado con la expropiación de cuerpos a través de los mares, gracias a los cuales hemos recogido los antiguos escudos y las industrias actuales. ¿Está usted dispuesto a conocer esta incómoda historia capitalista vasca? (lahaine.org)

Maduro anuncia expulsão da embaixadora da UE na Venezuela

«Nós, na Venezuela, falamos-lhes de forma clara e dura. Já basta de colonialismo europeu contra o nosso país», afirmou Nicolás Maduro, sublinhando que UE fracassou na tentativa de manter uma ingerência permanente nos assuntos internos do país sul-americano, informa a VTV.

Anunciou ainda que irá adoptar acções diplomáticas contra o embaixador espanhol em Caracas pela sua participação na incursão terrorista contra o país caribenho. «A Embaixada de Espanha na Venezuela foi cúmplice do terrorista Leopoldo López na organização do plano de uma incursão armada para me assassinar», denunciou. (Abril)

Super-explorados na pandemia, estafetas vão fazer greve no Brasil

«A alimentação é a coisa que mais dói, ter de trabalhar com fome carregando comida nas costas», afirma um dos distribuidores de comida ao domicílio. Exigem apoios, melhores condições, menos precariedade.

Um estafeta que se identifica como Mineiro e é um dos organizadores da greve esclarece que, além da interrupção imediata dos bloqueios sem justificações, os trabalhadores reivindicam ainda o aumento do pagamento das corridas, o aumento da taxa mínima de dois reais (32 cêntimos) por quilómetro percorrido, medidas de protecção contra roubos e acidentes, e apoios ao nível dos materiais e da alimentação.

«Nem todos os dias temos o que comer. […] Nem todos os dias temos dinheiro para sair de casa. Por vezes deixamos de comer para abastecer», declara ao Brasil de Fato o distribuidor da zona Sul de São Paulo, que há três anos trabalha com aplicações electrónicas de empresas. (Abril)

«Colômbia. A guerrilha fundada por padres não desiste das armas»

[De Bruno Amaral de Carvalho] Em entrevista exclusiva ao Contacto, um dos principais líderes do Exército de Libertação Nacional fala sobre um dos mais antigos conflitos armados no mundo. O processo de paz com as FARC, a cobrança de impostos aos narcotraficantes e a relação com a Venezuela são alguns dos temas abordados.

A região do Chocó é uma das zonas mais pobres da Colômbia e também uma das mais violentas. É a partir daqui que o comandante Uriel fala em exclusivo ao Contacto sobre a guerra que aquele país vive há mais de meio século. Com cerca de 40 anos, dirige centenas de combatentes do Exército de Libertação Nacional (ELN), uma das mais antigas guerrilhas do mundo, que é considerada organização terrorista pela União Europeia. Apesar de ter crescido no seio de uma família católica da classe média alta, há duas décadas, decidiu trocar a certeza de uma vida confortável pela luta na selva. (wort.lu)

segunda-feira, 29 de junho de 2020

«Kontzientziaz eta unibertsaltasunaz» [Sobre la conciencia y la universalidad]

[De Alain Arruti] Gaur landuko dudan ikuspuntua langile kontrolpeko espazioen izaeraren inguruko zirriborro eskematikoa da. Eskematismoa erabiliz, egungo alienazio instantzia garrantzitsua den unibertsalismoaren aferaz ere zenbait puntu ekartzea ebatzi dut.

Lehenengo: jabetza eta haren gaineko kontrola ez da, inondik ere, pribatutasun, publikotasun eta komunizazio abstraktuetara mugatzen. Jabegoak, berez, esperientzia-harreman baten berri ematen du. Leku oro toki material bat da, eta lekukotze oro, era berean, bizipen eta konkrezioa. (gedar.eus)

[CAS: El artículo de esta vez es una presentación, una suerte de borrador esquemático que trata de la modalidad de ser de los espacios de control proletario, así como del concepto de «universalidad», noción, esta última, caudal, no solo para la clarificación de la cuestión de la edificación del espacio comunista, sino para el entendimiento de la raíz de la alienación política que todavía a tantos desvía.

Dicho sea como punto primero: la propiedad y el control sobre ella no se limitan a cualidades abstractas tales como lo público, lo privado o lo común. El concepto de «propiedad» da noticia de un acto de «apropiación experiencial». Todo lugar presupone materialidad, y todo asentamiento presupone de alguien que es vida y es concreción.]

Solidariedade internacionalista em Ondarru: Pablo Hasél livre!

Esta quinta-feira, a localidade costeira biscainha vai acolher uma série de iniciativas em solidariedade com o rapper comunista catalão Pablo Hasél, acossado pela «justiça espanhola».

O Movimento pró-Amnistia promove a realização, às 18h00, de um debate no gaztetxe; às 20h30, de uma concentração na Alameda; às 22h00, de um concerto no gaztetxe.

Elkartasun internazionalista: Pablo Hasél Ondarroan egongo da ostegunean.
-Hitzaldia -Kontzentrazioa -Kontzertua.

Contra a anexação da Cisjordânia e os crimes de Israel

Face à ameaça de anexação de um terço da Cisjordânia por Israel, o MPPM instou o Governo português a reconhecer o Estado da Palestina. Para dia 6 de Julho foi marcado um acto público solidário em Lisboa.

O documento – subscrito por personalidades da vida pública, cultural e académica, e para o qual o MPPM convida o leitor a dar a sua adesão – afirma que o actual governo de Israel, com o apoio da administração de Donald Trump, foi constituído com o propósito fundamental de «promover a anexação de jure de cerca de 30% dos territórios palestinianos ocupados em 1967, incluindo todo o vale do Rio Jordão e os colonatos instalados contra o direito internacional na Cisjordânia». (Abril)

«O racismo não é um papão»

[De André Solha] Recentemente tenho visto alardeada a tese de que o excesso de discussão sobre o racismo na esfera pública potencia o crescimento do racismo. Ora, o racismo não é um monstro que se auto-alimenta, e também não é um papão que desaparece se deixarmos de falar dele. Ele tem uma origem definida e serve interesses claros, os interesses da classe dominante.

ele cresce graças à crescente massa de deserdados do sistema, nossos companheiros e companheiras de classe, a quem o regime democrático burguês, não sendo capaz de responder aos seus anseios, aliena por acção da sua ideologia, fazendo-os crer que a culpa do seu baixo salário não é do patrão que os explora, mas do emigrante que aceita fazer o mesmo trabalho por menor salário. (manifesto74)

domingo, 28 de junho de 2020

Também Sestao e Irun não querem fascistas nas suas ruas

Os fascistas espanhóis do Boks continuam a realizar acções de provocação em localidades bascas, «em defesa da unidade de Espanha». Como não gozam de apoio popular, tanto em Sestao (na sexta-feira) como em Irun (ontem) gozaram foi de ampla protecção da Ertzaintza, a Polícia Autonómica ao serviço do capital.

Sestao é uma das localidades mais castigadas da comarca biscainha de Ezkerraldea, que apresenta elevados níveis de desemprego e precariedade. Na sexta-feira, foi ali que os fascistas do V0xx tentaram fazer a foto para os jornais espanhóis, à procura do estatuto de «vítimas» às mãos dos trabalhadores que eles sabem de sobra que não toleram o seu discurso de ódio, racista e fascista.

Em Sestao, centenas de antifascistas deixaram claro que eles não são bem-vindos a Ezkerraldea e a Euskal Herria. No dia seguinte, em Irun (Gipuzkoa), a manifestação de repúdio convocada por diversos organismos locais foi proibida pela Ertzaintza. Assim, um dirigente do P0ks pôde falar para meia-dúzia mais «à vontade».

Mesmo assim, houve tensão e muito barulho, pois, apesar das proibições, o povo de Irun conseguiu gritar e assobiar de modo a dificultar o decorrer da iniciativa dos fascistas espanhóis.

«Fascistas, fora da Galiza»
 Este fim-de-semana ficou também marcado pela forte resposta popular contra a presença dos fascistas espanhóis em várias localidades galegas, como Corunha, Vigo, Pontevedra, Ferrol, en Xinzo da Limia e Monforte.

«Cerdocracia: Entrevista Pablo Hasél»

[De Beeableproject] Pablo Hasél está à altura: firme e consequente, como é hábito. Hoy tenemos con nosotros a Pablo Hasel. Militante Comunista, rapero y poeta.
Su mensaje de lucha contra la monarquía, el fascismo y la oligarquía provocaron que la justicia española ordenase el registro de su domicilio y su posterior detención en 2011. Tras varios juicios por diferentes causas Pablo Hasel ha sido condenado en firme a más de 4 años de prisión en lo que la justicia ha denominado enaltecimiento del terrorismo, injurias a la corona y a las fuerzas de seguridad del Estado. A la espera de resolución de otras dos causas pendientes que se podrían sumar a la condena actual. Pablo Hasel ingresará en prisión en los próximos días. / Ver: lahaine.org

Trabalhadores organizados recuperam empresas em dificuldades na Venezuela

O Exército Produtivo Operário (EPO) é um movimento com 2270 membros a nível nacional e conta no seu currículo com a reactivação de 14 grandes empresas, num contexto marcado pelo cerco económico dos EUA.

Uma reportagem da RT, da autoria da jornalista Jessica Dos Santos, revela que o grupo, com 2270 membros em todos os estados do país, se define como «um exército não convencional para vencer uma guerra não convencional».

De acordo com os seus membros, o EPO opõe-se a qualquer política económica que procure atribuir um papel preponderante ao sector privado ou estrangeiro, e defende que os trabalhadores «são capazes de resgatar a produção para manter o horizonte socialista na Venezuela». (Abril)

«Não há dinheiro?» Taxem-se os paraísos fiscais, os dividendos e a especulação

No final de uma semana de luta para defender «a saúde e os direitos» dos trabalhadores, a secretária-geral da CGTP-IN, Isabel Camarinha, destacou a realização de centenas de acções, em todos os sectores e regiões. A central sindical exige o lay-off pago a 100%, a proibição dos despedimentos e o aumento geral dos salários e sugere três novas taxas sobre a riqueza, as empresas e a bolsa.

Na intervenção que rematou o desfile de quinta-feira em Lisboa, a dirigente denunciou os ataques que têm sido dirigidos contra os trabalhadores, afirmando que estes três meses e meio de surto epidémico do novo coronavírus vieram revelar «de forma mais clara a necessidade de alterações profundas» deste sistema económico. (Abril)

sábado, 27 de junho de 2020

«Por encima de las prohibiciones, se manifiestan en Iruñea a favor de la amnistía»

[De MpA] A pesar de que la Delegación del Gobierno Español la había prohibido y de que los alrededores del lugar donde iba a dar comienzo la manifestación estaban repletos de policías, hemos efectuado una importante acción de desobediencia.
[…]
En ese sentido tenemos que destacar que también esta vez, como siempre que la situación lo ha requerido, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión ha hecho un esfuerzo por mantener la sintonía entre lo que dice y lo que hace, tratando de conciliar teoría y práctica. Esa ha sido hasta ahora nuestra praxis y lo será de aquí en adelante también, y en esa línea política se encuadra la manifestación llevada a cabo hoy. La legitimidad que nos otorga el Pueblo es nuestro permiso para manifestarnos.

Debekuen gainetik amnistiaren aldeko manifestazioa egin dute IruñeanVer: amnistiAskatasuna 1 e 2

«La colonización según Marx. Más allá de algunos malentanedidos…»

[De Rémy Herrera] La destrucción de la sociedad colonizada opera en realidad en lo más profundo de su razón de ser. En esto, la crítica del colonialismo por parte de Marx, va in crescendo, constituye una transición entre las primeras actitudes, ambivalentes, que terminan por desvanecerse, y las acusaciones más radicales que vendrán con Lenin y otros.
La actualidad de esta reflexión – a comprender en toda su amplitud y en todas sus evoluciones – es pues clamorosa: nos viene a decir en suma que el sistema capitalista, a pesar de los avances de que pudo ser por un tiempo portador, no es humanizable, que está en guerra contra toda la humanidad, y que será superado. (redroja.net)

«Contra a anexação da Cisjordânia. Pelo reconhecimento do Estado da Palestina»

Ante a ameaça anunciada pelo Governo de Israel de avançar para a anexação de territórios palestinos na Margem Ocidental do rio Jordão, o MPPM tomou a iniciativa de promover uma carta-aberta dirigida ao Governo português e subscrita por personalidades da vida pública, cultural e académica reclamando o reconhecimento por Portugal do Estado da Palestina e uma posição firme face à ameaça de anexação por parte de Israel.

O MPPM convida-o/-a a dar a sua adesão a esta carta aberta. / Ver: mppm-palestina.org

«Colômbia: a farsa da guerra contra o narcotráfico»

[De Iván Márquez] A vinculação dos negociadores de paz das FARC-EP, Iván Márquez e Jesús Santrich, a uma organização nebulosa, utilizada para justificar a injusta agressão dos Estados Unidos à Venezuela, deve ser classificada como infame. Rememora a injustiça contra Simón Trinidad.
[…]
A guerra contra as drogas é um fracasso e uma fraude. Jesse Ventura, ex-governador de Minnesota, denunciou há anos que a DEA e a CIA financiam a desestabilização de governos democráticos e soberanos com dinheiros do narcotráfico. (PCB)

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Más de 2000 sanitarias contagiadas en la CAV por la desprotección de Osakidetza ante el Covid-19

La crisis del coronavirus ha puesto en manifiesto la importancia de la sanidad pública como un instrumento de bienestar colectivo. Asimismo, nos ha servido para ser testigos del debilitamiento de la sanidad pública, cuyas consecuencias han sido patentes a la hora de hacer frente a esta crisis sanitaria.
[…]
Los sindicatos SATSE, ELA, LAB, SME, CCOO, UGT y ESK exigimos al Gobierno Vasco que, de manera urgente y sin más dilación, cambie de raíz sus políticas públicas en materia de salud, adoptando una partida presupuestaria para la sanidad pública que se equipare a la media de la UE, cambiando las condiciones de estos empleos, y garantizando la salud y seguridad de cada una/o de nosotras/os. (lahaine.org)

A CIG reclama a Alcoa que retire o ERE e continúe na mesa multilateral

[«como marco onde esixir ao Goberno concreción e certezas nas propostas»] Traballadores e traballadoras concetráronse diante da Subdelegación do Goberno de Lugo / «Estamos na conta atrás», resumía o secretario xeral da CIG, Paulo Carril, a primeira reunión do período de consultas do expediente de extinción presentado pola multinacional que, de efectivizarse, suporá o despedimento de 534 traballadores/as do seu cadro de persoal e doutros 400 operarios/as da industria auxiliar. Neste contexto, a CIG volveu demandar da empresa que retire o expediente e recoñeza a mesa multilateral como o marco onde conseguir que o Goberno español concrete e dea certeza no tempo as súas propostas. / Ver: CIG

Unesco reconhece avanços de Cuba na área da Educação

O documento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), mais conhecido pela sigla em inglês GEM, destaca a liderança de Cuba no sector, tendo por base avanços como a escolarização a 100% na etapa pré-escolar e valorizando iniciativas como o programa «Educa o teu filho», que proporciona alternativas a crianças de zonas rurais e montanhosas ou com necessidades especiais.

Implementado há quase 30 anos, o programa permite à família preparar as crianças em casa para a posterior integração no sistema educativo sem problemas de aprendizagem, informa o portal cubadebate.cu. (Abril)

«Na Grande Guerra Pátria, a música – guerreira da paz»

[De Manuel Pires da Rocha] Em 22 de Junho de 1941 a Alemanha nazi invadiu a União Soviética, sem aviso e em força, dando início à Operação Barbarrossa. Logo a 26 de Junho, as tropas soviéticas que partiram da Estação Bielorusskaya para a frente de batalha, despediram-se de Moscovo ao som de Svyashennaya Voiná (Guerra Sagrada), de Vasily Lebedev-Kumatch (texto) e Aleksandr Aleksandrov (música). A canção foi ali estreada pelo grupo musical militar que viria a dar origem ao mundialmente famoso Ensemble Aleksandrov. Enquadradas na música de combate, as palavras «ergue-te, País imenso / ergue-te para a batalha mortal» eram, simultaneamente, mobilizadoras e esclarecidas: «que a fúria nobre / ferva como uma onda! / Esta é a guerra do povo, / esta é a guerra sagrada». (avante.pt)

quinta-feira, 25 de junho de 2020

«Prohiben la manifestación a favor de la amnistía de este sábado»

[De MpA] Por medio de esta nota queremos informar de que la Delegación que el Gobierno Español tiene en Nafarroa ha prohibido la manifestación que estaba convocada para este sábado, 27 de junio, bajo el lema «Borrokak ez du etenik, amnistia osoa!» («La lucha no cesa. ¡Amnistía total!»). La excusa de la prohibición, esta vez, ha sido que la comunicación se ha hecho fuera de plazo y que no hay motivación para convocarla de urgencia.

Decimos excusa porque las prohibiciones de manifestaciones son constantes en Nafarroa cuando estas no están convocadas por los fascistas. […]

El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión ha decidido recoger el testigo y quiere anunciar que continúa adelante con la manifestación, por encima de todas las prohibiciones, contra el fascismo. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Cinco años de la partida de Periko Solabarria, el último líder de la clase trabajadora vasca»

[El presente y emotivo texto fue publicado por Borroka Garaia el 24 de junio de 2015. Cumplidos cinco años, ayer, de la desaparición física de Periko Solabarria, le recordamos con esas palabras. Agur eta ohore!] Dicen que Bertold Brecht era alemán y que murió en Berlín en 1956. No estoy muy seguro de ello pues cuando dijo que hay personas que luchan un día y son buenas, hay otras que luchan un año y son mejores, hay quienes luchan muchos años, y son muy buenas, pero las hay que luchan toda la vida y esas son los imprescindibles creo que lo decía porque conocía personalmente a Periko Solabarria, así que igual era de la margen izquierda del Nerbion. / Ver: insurgente.org

Estreia documentário sobre tortura a mulher na ditadura de Pinochet

Haydee y el pez volador [Haydee e o Peixe Voador], realizado por Pachi Bustos e produzido por Paola Castillo, conta a história de Haydee Oberreuter, uma mulher que na ditadura de Pinochet foi torturada estando grávida. Depois de 40 anos de luta, e graças à ajuda de figuras-chave como Alejandra Matus, conseguiu algo inédito: a condenação, pela Justiça chilena, de quatro antigos militares da Armada.

Haydee y el pez volador aborda a primeira condenação por torturas contra uma mulher grávida no Chile, «algo que foi alcançado graças a uma série de favores anónimos». Haydee tinha 21 anos e estava grávida de quatro meses quando foi detida, em 1975, juntamente com a sua mãe e a sua filha de um ano. (Abril)

Pobreza pode atingir um quarto da população em Espanha

O relatório mais recente da ONG Oxfam Intermón, publicado na terça-feira com o título «Uma reconstrução justa é possível e necessária», prevê um aumento severo da desigualdade em Espanha e estima que, na sequência da crise associada à pandemia, haja mais 700 mil pessoas em situação de pobreza.

A Extremadura é, segundo as estimativas da Oxfam, uma das comunidades mais afectadas pelos impactos económicos e sociais da crise sanitária. Assim, o estudo situa a comunidade autónoma extremenha como a mais desigual em termos de rendimentos num cenário pós-Covid-19, com uma variação percentual de 7,43 e à frente das Canárias, da Andaluzia e de Castela-Mancha, onde se regista também um grande aumento da desigualdade. (Abril)

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Jovem de Gasteiz condenado a pagar multa de 3120 euros por escrever no Twitter

Iker Gomez, julgado na semana passada pelo alegada prática do crime de «injúrias» por escrever no Twitter, foi condenado a pagar uma multa de mais de 3000 euros. Anunciou que vai recorrer da sentença. A Lei da Mordaça, apesar dos anúncios do «governo espanhol ultra-progressista», continua em vigor.

O jovem gasteiztarra foi julgado na Audiência Provincial de Araba por escrever mensagens da rede social Twitter relacionados com o movimento «Alde Hemendik», que defende que as forças de ocupação espanholas devem sair de Euskal Herria, em apoio aos jovens de Altsasu e contra as brutais cargas policiais na sequência do referendo de 1 de Outubro.

A sentença foi conhecida ontem: multa de 3120 euros, defendendo que, entre os tweets do jovem gasteiztarra, «há mensagens que ultrapassam a liberdade de expressão». Iker Gomez anunciou que vai recorrer da sentença e garante que, se tiver de pagar a multa, «porá toda o maquinismo em marcha» para recolher dinheiro e denunciar o caso. / Ver: halabedi.eus e gedar.eus

«Udaminean negua. 1936ko gerra Ordizian» [documentário]

Documentário sobre a Guerra de 36 ou Guerra Civil e a repressão na localidade basca de Ordizia (Gipuzkoa). Com grande número de testemunhos, resgata a memória popular. (Eskerrik asko, Draza.)

«Udaminean negua. 1936ko gerra Ordizian»Com legendas em castelhano.

Trabalhadores organizados recuperam empresas em dificuldades na Venezuela

O Exército Produtivo Operário (EPO) é um movimento com 2270 membros a nível nacional e conta no seu currículo com a reactivação de 14 grandes empresas, num contexto marcado pelo cerco económico dos EUA.

Uma reportagem da RT, da autoria da jornalista Jessica Dos Santos, revela que o grupo, com 2270 membros em todos os estados do país, se define como «um exército não convencional para vencer uma guerra não convencional».

De acordo com os seus membros, o EPO opõe-se a qualquer política económica que procure atribuir um papel preponderante ao sector privado ou estrangeiro, e defende que os trabalhadores «são capazes de resgatar a produção para manter o horizonte socialista na Venezuela». (Abril)

«Como se trama a uberização total»

[De Ricardo Antunes] […] começamos a desvendar, nos laboratórios do capital, os múltiplos experimentos que pretendem implantar depois da pandemia, que se pode assim resumir: exploração e espoliação acentuadas e nenhum direito do trabalho.

Se a desmedida empresarial continuar ditando o tom, teremos mais informalização com informatização, «justificada» pela necessidade de recuperação da economia pós-Covid-19. E sabemos que a existência de uma monumental força sobrante de trabalho favorece sobremaneira essa tendência destrutiva do capital pós-pandêmico. (PCB)

terça-feira, 23 de junho de 2020

Pescador morre em acidente laboral num atuneiro de Bermeo

O barco encontrava-se no Oceano Índico quando se deu o acidente que vitimou um trabalhador de 27 anos e deixou outro ferido com gravidade, segundo referem os sindicatos.

O acidente laboral ocorreu no sábado passado, dia 20, no atuneiro Txori Gorri, de Bermeo (Bizkaia). O barco, pertencente à empresa Inpesca, encontrava-se no Oceano Índico e o acidente terá ocorrido em mar agitado. O Txori Gorri está agora atracado no porto de Victoria, nas Seychelles.

A propósito do acidente, o sindicato LAB denunciou «as violações de direitos» que são dão no sector da pesca, «a falta de acordos colectivos», «a ausência de medidas de segurança» ou «as jornadas laborais sem fim».

Desde o início do ano, pelo menos 30 trabalhadores morreram no trabalho em Euskal Herria. De acordo com os sindicatos, esse número sobe para 36. / Ver: gedar.eus

«Necesitamos un cambio de Estado en el que el poder no sea de una minoría de ricos explotadores»

[Entrevista a Pablo Hasél] Está en nuestra mano vencer el derrotismo que el sistema nos inculca desde pequeños, vienen tiempos muy duros en todos los aspectos pero que son una gran oportunidad para la organización revolucionaria que no podemos dejar escapar. Si damos a conocer las fechorías del régimen por todos los medios posibles, cada vez perderá más apoyo popular y su crisis se agudizará. Eso lo saben muy bien y de ahí la inquina contra tantos y contra mí por ser un altavoz. Es el momento de hacer ver que un cambio no soluciona absolutamente nada, que necesitamos un cambio de Estado en el que el poder sea nuestro, y no de una minoría de ricos explotadores. ¡Vivan quienes luchan!

Pablo Hasél – «Canciones para la revuelta»Ver: insurgente.org

Comunistas indianos exigem medidas urgentes para defender o povo da miséria

O PCI(M) estima que 150 milhões de pessoas tenham perdido o seu posto de trabalho durante a fase de quarentena, juntando-se ao já elevado número de desempregados no país asiático. «Uma parte importante do nosso povo perdeu todos os meios de subsistência», destaca o PCI(M) numa nota a propósito da jornada de mobilização.

Os comunistas acusam o governo nacionalista hindu liderado pelo Partido Janata Bharatiya (BJP) de ter metido a população mais desfavorecida numa armadilha ao decretar a quarentena sem anunciar medidas que compensassem as perdas dos trabalhadores.

Milhões foram obrigados a abandonar as grandes cidades e tiveram de percorrer centenas de quilómetros na tentativa de chegar às suas aldeias. Dezenas morreram pelo caminho, sem transportes e qualquer apoio das autoridades. (Abril)

Síria reafirma que os EUA promovem o terrorismo

Numa conferência de imprensa em Damasco, Al-Moallem sublinhou que as declarações de responsáveis políticos norte-americanos sobre a chamada Lei César «mostram que são um coro de mentirosos, pois quem quer o bem do povo sírio não conspira contra o seu sustento».

De forma irónica, Al-Moallem perguntou se a presença de tropas norte-americanas nas proximidades de poços de petróleo no Leste do país, a queima de campos de trigo e as ameaças a países amigos da Síria que querem contribuir para o seu processo de reconstrução é tudo no interesse do povo sírio, informa a agência SANA. (Abril)

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Manifestação nacional dia 27 em Iruñea (comunicado)

La Dirección de la cárcel, el Secretario General de Instituciones Penitenciarias y el Gobierno del PSOE y Podemos no podían ni imaginar que en el año 2020 los abusos impunes contra un preso político y su consiguiente respuesta podrían servir para despertar al pueblo. Pero la realidad y la lucha de Patxi han hecho aflorar la existencia de varios sectores populares luchadores que están organizados. La unión entre la cárcel y la calle se ha vuelto a dar.
[…]
Prometimos que íbamos a tomar el relevo de la lucha de Patxi, y en ese camino hacemos llamamiento a una manifestación nacional. Convocamos a Euskal Herria a participar en la manifestación que bajo el lema «Borrokak ez du etenik. Amnistia osoa» partirá a las 18:00 del 27 de junio desde Errekoleta Plaza de Iruñea. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Sindicato da Habitação de Gasteiz realizou nova assembleia

Este domingo, o Etxebizitza Sindikatua (Gasteiz) retomou a sua assembleia, um «espaço para organizar o apoio mútuo» face à evidente gravidade do problema da habitação.

AQUI, podes rever a actividade levada a cabo pela sindicato em defesa dos trabalhadores, sendo que, desde o início do estado de excepção, o Etxebizitza Sindikatua deixou claro que iria continuar organizado, não tendo sido poucas as ferramentas de defesa e organização política que aperfeiçoou e pôs em marcha desde então.

Orçamento suplementar para 2020 não promove crescimento económico e emprego nem reforça SNS

[De Eugénio Rosa] Diz o governo que este Orçamento suplementar é um orçamento de fortalecimento do SNS e de recuperação da economia, e que não é um orçamento de austeridade. A realidade desmente essa afirmação. A redução de receitas é à conta da quebra do IRC. Para os trabalhadores a austeridade fiscal continua apesar de uma quebra brutal nos rendimentos do trabalho. O acréscimo no investimento público é insignificante, e uma parcela dele será cativado (João Leão é especialista nisso). A despesa prevista para um SNS extremamente enfraquecido não permite a recuperação do enorme número de cirurgias, consultas, exames que se deixaram de se fazer porque os meios (profissionais e equipamentos) de que dispunha o SNS já eram insuficientes, tendo sido mobilizados para enfrentar a crise de saúde pública causada pela Covid-19, e parte deles ainda se encontram mobilizados para esse fim. (odiario.info)

Navio iraniano com alimentos já entrou em águas venezuelanas

O navio Golsan, com uma carga destinada a abrir o primeiro supermercado iraniano na Venezuela, entrou esta madrugada em águas venezuelanas, desafiando as sanções de Washington impostas a ambos os países.

Apesar de possuir as maiores reservas petrolíferas do mundo, a Venezuela vê-se incapaz de levar a cabo as operações de refinaria, e a escassez de gasolina no país é notória, em função do bloqueio e do endurecimento das sanções por parte de Washington.

Tal como a Venezuela, o Irão também está sujeito à política norte-americana de «máxima pressão», que visa asfixiar o país economicamente com medidas que se intensificaram após a saída dos EUA, em 2018, do acordo nuclear entre o Irão e seis potências mundiais. (Abril)

domingo, 21 de junho de 2020

Una marcha denuncia el aumento de la precariedad y la pobreza en Ezkerraldea

Convocada por organizaciones sindicales y sociales de la comarca, la marcha ha estado encabezada por una pancarta con el lema «Ezkerraldea Martxan. No es COVID, es capitalismo» y ha contado con «cerca de medio millar» de participantes, según los organizadores.

Varios cientos de personas han participado en la vigésimo séptima edición de la Marcha por Ezkerraldea para denunciar el aumento de la precariedad y la pobreza en la comarca, que ha partido de Sestao y ha concluido en Santurtzi (Bizkaia).

Las organizaciones convocantes han reclamado «medidas urgentes, inmediatas y concretas que den respuesta a las elevadas tasas de paro, precariedad y pobreza que padece la comarca, en el actual contexto de la pandemia del COVID-19».

Han destacado que la Ezkerraldea cuenta con 20.626 personas desempleadas y otras 7.874 que están afectadas por un Expediente de Regulación Temporal de Empleo (ERTE), y han denunciado «el derroche» de recursos económicos públicos que suponen los gastos militares. / Ver: eitb.eus

Pablo Hasél anuncia que ni se exilia ni pedirá indulto

Pablo Hasél ha ofrecido en Lleida una rueda de prensa rodeado de personas que lo apoyan para denunciar que las condenas que acumula demuestran que el Estado quiere «castigar de manera ejemplar por tantos años de lucha desde la música y las calles». Según explicó, su abogado ha pedido la suspensión del ingreso en prisión por la segunda condena en firme de la Audiencia Nacional (AN) ratificada por el Supremo. Pablo Hasél dijo que no se arrepiente de los tuits que escribió de «haber denunciado y combatido injusticias».

Su abogado dijo que no huirá pero tampoco se presentará a prisión a decir «buenos días», y que tendrán que ser los cuerpos de seguridad del Estado los que el vayan a buscar y llevarlo a la cárcel. No se exiliará, dijo, al considerar que la cárcel «es otro frente de lucha desde el que mis aportaciones pueden salirle más caras al Estado que desde el exilio». Si finalmente, sin embargo, «se conquista mi libertad, será por la solidaridad». «Lo hice, lo hago y lo volveré a hacer», concluyó. / Ver: insurgente.org

Forças israelitas cometeram 56 «violações» contra jornalistas palestinianos

As ocorrências registadas e denunciadas por uma organização não governamental dizem respeito apenas a Jerusalém Oriental ocupada e ao ano corrente.

Entre as «violações» perpetradas pelas forças militares israelitas contra jornalistas palestinianos e documentadas pelo Journalists Support Committee (JSC), contam-se a expulsão de quatro jornalistas de Jerusalém em 2020. Outros sete foram detidos e 14 foram intimados a comparecer em esquadras.

Num relatório publicado esta semana, o JSC afirma que verificou, ao longo deste ano, «uma escalada nas agressões israelitas contra jornalistas palestinianos e trabalhadores dos media em Jerusalém ocupada e arredores». (Abril)

Willkommen Lenin! Statue of Vladimir Lenin was unveiled in Germany's Gelsenkirchen

Great news from Germany as the much-awaited statue of Vladimir Lenin was unveiled today, Saturday, during an event held in the city of Gelsenkirchen. The initiative for the installation of the 2-meter (6.5-foot) statue, which was originally made in the Soviet Union in the 1930s, belongs to the Marxist-Leninist Party of Germany (MLPD), which had to overcome multiple obstacles before the installation of the statue, as the local council attempted to block the process.

In a previous article, published on March 7, we were writing that the local council of the West Gelsenkirchen district had «resorted to blatant anti-communism and slanders against Lenin» characterizing the great revolutionary an «inappropriate figure to be commemorated in the city». However, the persistence of German communists and especially of the MLPD led to the overcoming of restrictions and the subsequent court’s decision to allow the erection of the statue. / Ver: in defense of communism

sábado, 20 de junho de 2020

«Ante el ataque de Vox y los cipayos»

[De MpA] Muchos de los responsables de Vox tienen largos apellidos de familias aristócratas, justamente apellidos de fascistas que durante el franquismo asesinaban a trabajadorxs y les robaban sus pocas tierras y sus viviendas. Sus antepasados actuaban contra la gente pobre, se enriquecieron gracias a derramar la sangre de estas personas, y también hoy en día actúan contra lxs más pobres para seguir viviendo a costa de lxs trabajadorxs, cual parásitos. Ayer vinieron a uno de los barrios más humildes de Euskal Herria y la emprendieron contra lxs migrantes, atacando mediante la defensa de la españolidad a las personas trabajadoras más precarizadas.

Euskal Herria ha vuelto a demostrar que está viva. De nuevo ha hecho frente al fascismo, y lo ha hecho por medio de la firme defensa de la clase trabajadora de San Francisco, contra esa despreciable expresión del fascismo que es el españolismo. Al lado de los fascistas han estado los cipayos, como siempre a favor de los opresores, a favor de los intereses de la burguesía, contra la clase trabajadora y la nación vasca. La policía servil del PNV le hizo el trabajo sucio a la oligarquía española, una vez más.

El fascismo no es solo Vox, el fascismo es todo el sistema, que queriendo perpetuar esta situación que les es favorable, reparte distintos papeles en este teatro. Las élites económicas dan a los partidos la posibilidad de gestionar el sistema a cambio de un trocito del pastel, siempre y cuando no intenten superar ese mismo sistema. Esa es la mejor manera de mantener la falsa paz, esa de los cementerios que persigue que el oprimido permanezca dócil y el opresor arrogante. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Etsaiak – «Kataia»

Tema da banda de Lekeitio (Bizkaia) incluído no álbum Presoak SOS (1994).

Pobreza extrema pode atingir 83 milhões na América Latina e Caraíbas

Entre a população mais vulnerável na América Latina e Caraíbas, 83,4 milhões de pessoas poderão passar para a situação de pobreza extrema ainda em 2020, em resultado dos impactos da pandemia do novo coronavírus. A estimativa é apresentada num relatório conjunto da Comissão Económica para a América Latina e as Caraíbas (Cepal) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), publicado esta semana.

A situação no Brasil: A propósito da publicação do relatório, o portal Brasil de Fato afirma que «com alto índice de desemprego, redução drástica de renda e registando números recorde de mortes e infecções pela Covid-19 semana após semana, o contexto brasileiro é grave», acrescentando que a fome deixou de ser uma «ameaça apenas para as periferias», para se tornar, a cada dia, «uma realidade nacional». (Abril)