segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Catalunha: «Protestos e repressão no aeroporto de El Prat [vídeos e fotos]»

Milhares de pessoas encheram El Prat e Espanha responde com repressão. / VER: lahaine.org
«Independentistas catalães condenados a penas de prisão» (Abril)

«El Tribunal Supremo condena a entre 9 y 13 años de prisión a los líderes independentistas» (lahaine.org)

«Pacto de censura y silencio internacional ante la represión en el norte de Irlanda»

[De Borroka Garaia] Lo que llama la atención de estos datos, a parte de lo abultada de la represión política en un territorio que es tomado por la UE y EEUU como zona pacificada y ejemplar, lo cual al mismo tiempo trae el silenciamiento internacional de los casos de represión tanto como la situación de los presos políticos, es que las declaraciones del jefe policial no parece que fueran fruto de un momento puntual de demencia al tratar a niños como moneda de cambio y presión política, sino que cada vez es más visible la represión contra los propios niños y menores de edad en el norte de Irlanda. (BorrokaGaraiaDa)

Exército sírio começou a posicionar-se em províncias fronteiriças com a Turquia

De acordo com várias fontes, este avanço das tropas de Damasco para uma região até agora sob controlo das milícias curdas das chamadas Forças Democráticas Sírias (FDS), em conjunto com os alidos norte-americanos, resulta de um acordo alcançado ontem, com mediação da Rússia, entre o governo sírio e as milícias curdas.

Entretanto, já esta tarde, Aritz Saidi Olaortua, especialista em questões do Médio Oriente e habitual comentador da TeleSur e da HispanTV, deu conta de embates entre o Exército Árabe Sírio e as tropas turcas, apoiadas pelos seus chamados «rebeldes moderados» (da Al-Qaeda), tanto na auto-estrada M4 como na cidade de Manbij (província de Alepo). Referiu ainda, na sua conta de Twitter, que tropas dos EUA estão a bloquear a entrada das forças de Damasco em Kobane/Ain al-Arab. (Abril)

Resistência popular ao neoliberalismo deu alguns frutos e equatorianos celebram

Depois de 11 dias de intensa mobilização, fortemente reprimida, e do anúncio de um acordo, este domingo, entre movimento indígena e governo, a festa soltou-se nas ruas. Mas não faltam razões para cautela.

Triunfalismo sem fundamento?
Na sua conta de Twitter, o sociólogo argentino Atilio Boron, cujas análises políticas se centram muito na América Latina, mostrou-se bastante céptico com a «desmobilização indígena e popular a troco de novas promessas de Moreno, referentes tão-só ao primeiro ponto da complexa agenda imposta pelo FMI».
 
Disse ainda opor-se ao «triunfalismo reinante», lembrando que há questões no «pacotazo» que vão muito para lá da questão da «gasolina» (ataques vários aos direitos dos trabalhadores) e que a Frente Unitária dos Trabalhadores (FUT), que teve papel central na mobilização dos trabalhadores, ficou de fora do diálogo. (Abril)

domingo, 13 de outubro de 2019

Centenas participaram num impressionante «Alarde Antifascista» em Bilbo

Numa mobilização que decorreu este sábado à tarde, Euskal Herria mostrou que conta com centenas de antifascistas. Gudaris e milicianos foram homenageados. A luta contra o fascismo de ontem e de hoje esteve bem presente.

«Alarde popular antifascista» em Bilbo (SareAntifaxista)Ver: COMUNICADO em lahaine.org

Terras ocupadas e destruição no quinto dia da agressão turca à Síria

Iniciada na passada quarta-feira, a operação a que os turcos chamaram «Fonte de Paz» entrou hoje no seu quinto dia, em que, segundo a agência SANA, se verificou a ocupação da cidade de Suluk, no Nordeste da província de Raqqa, da barragem de Mabrouka e de várias aldeias, como Dweira, Harobi e Raj'an, na região de Ras al-Ain, no Norte da província de Hasaka.

A operação militar turca, em que se integram grupos terroristas que participaram em várias batalhas decisivas na guerra de agressão à Síria (como Alepo, Ghouta Oriental e Daraa), segundo refere um correspondente da RT, provocou grande destruição ao longo destes cinco dias no Norte e Nordeste do país árabe, nomeadamente em bairros residenciais e infra-estruturas de diverso tipo. (Abril) 

[DESENVOLVIMENTO: Army units move north to confront Turkish aggression on Syrian territory (SANA)] 
 
Ver tb.: «Quiénes son los kurdos por los que Turquía ha lanzado una ofensiva en el norte de Siria», de Alberto Rodríguez García (RT)

«Quito se convirtió en un campo de batalla constante»

[De Marco Teruggi] La crisis abierta en Ecuador es entonces doble: de un presidente que traicionó su promesa de gobierno y enfrenta niveles muy bajos de legitimidad, y de un proyecto de reconquista neoliberal con el último paso consistente en subordinarse al FMI. Eso está impugnado en las carreteras del país y las calles de Quito que se han vuelto un campo de batalla en un país donde en el pasado reciente tres presidentes han sido destituidos por la movilización indígena y popular. (Página 12 via lahaine.org)

Após denúncias de tortura, Justiça proibiu advogados de entrar nas prisões do Pará

As denúncias contra a actuação da Força de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Pará são muitas. De acordo com os advogados da OAB, foram reunidos mais de 100 vídeos com relatos torturas. A FTIP intervém no estado desde o massacre ocorrido no Centro de Recuperação de Altamira, no Sudeste do Pará, no qual morreram 58 pessoas, no final de Julho. Então, houve presos que passaram uma semana usando apenas cuecas, sendo privados de higiene e comida, e sendo submetidos a espancamentos, refere a fonte. (Abril)

sábado, 12 de outubro de 2019

Centenas exigiram em Iruñea a saída de Euskal Herria das forças de ocupação espanholas

Em resposta à convocatória do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, várias centenas de pessoas manifestaram-se ao início desta tarde nas ruas do centro de Iruñea (Pamplona), capital histórica de Euskal Herria, para exigir a saída de território basco das diversas forças repressivas de ocupação.

Marchando sob o lema «Indar okupatzaileak kanpora» (Fora com as forças de ocupação), a reivindicação «Alde hemendik, utzi bakean!» (Vão-se embora, deixem-nos em paz!) fez-se ouvir com força nas ruas da Alde Zaharra iruindarra, no contexto de uma jornada de protesto que também visou denunciar o dia de exaltação espanholista que é o 12 de Outubro.

Ao longo da mobilização, os manifestantes gritaram palavras de ordem a favor da libertação dos presos políticos e o popular «Que se vayan» [de una puta vez]. Mesmo antes do fim da manifestação, foi lida uma carta do preso basco Jon Kepa Preciado e cantou-se o «Eusko Gudariak» (hino basco). / VER: lahaine.org (com vídeos)

Lenín Moreno ofreció diálogo y a los pocos minutos su policía arremetió brutalmente

Ecuador sigue desbordado de protestas en su noveno día de levantamiento popular contra el gobierno de Lenin Moreno y el paquetazo del FMI.

Ayer por la tarde una multitud fue cercando la Asamblea Nacional exigiendo que Moreno diera marcha atrás con el paquetazo y expresando que lo desconocían como su presidente. En ese interín, los manifestantes enfrentaron numerosas cargas policiales que lanzaron gases a mansalva y balas de goma al cuerpo de los hombres y mujeres que están movilizados. / Ver: Resumen Latinoamericano

«Acordai!»

[De Jorge Cadima] A vergonhosa resolução aprovada pela maioria do Parlamento Europeu sobre a II Guerra Mundial (19.9.19) não é apenas grave pela tentativa de reescrever e falsificar a História. É grave por aquilo que representa para a actualidade e o futuro. Pelo anticomunismo se ataca a democracia e se abre a porta ao fascismo.

«O crescente branqueamento do nazi-fascismo vai de braço dado com a perseguição e proibição dos comunistas, as primeiras e maiores vítimas dessa forma extrema de violência terrorista do capitalismo que é o fascismo. A resolução do PE (no seu considerando F e pontos 17 e 18) não só ‘legitima’ a proibição e perseguição dos comunistas e dos seus símbolos que há muitos anos ocorre em numerosos países da UE, como sugere alargá-la a toda a UE, juntamente com a endoutrinação escolar dos jovens. Só quem não quer é que não vê o que se está a passar.» (odiario.info)

«A disputa intraburguesa nos EUA»

[De Richard Becker] Para o movimento popular, o impeachment oferece um caminho para lugar nenhum

O aprofundamento do conflito sobre o impeachment do presidente Donald Trump é uma luta entre facções da classe dominante capitalista e seu aparato governamental. A luta é fundamentalmente sobre qual lado exercerá controle sobre o Estado e o governo com todo o poder e riqueza que confere. (Diário Liberdade)

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

«Del enemigo el consejo»

[De Borroka Garaia] De la misma manera que un estado es el monopolio de la violencia por una clase concreta en un territorio determinado, las leyes y el sistema judicial son una de las expresiones por las que se vehiculiza ese monopolio que solo sirve para precisamente salvaguardar los intereses de esa clase que domina cierto territorio.
[…]
Si metieron y aun siguen en la cárcel los jóvenes de Altsasu mediante un montaje no fue por lo que supuestamente pasaría en aquel bar sino porque querían mandar el mensaje del miedo frente a las dinámicas contra las fuerzas de ocupación y policiales para que cesen, que tenía que parar el movimiento juvenil de Nafarroa que de un tiempo a esta parte se estaba revigorizando frente a todo pronóstico, y que había que mantener el estatus quo de normalización y asimilación ya alcanzado. (BorrokaGaraiaDa)

Ver: «Espetxean preso jarraitu beharko dute Altsasuko gazteek» (gedar.eus)

Prisioneiros palestinianos correm risco de vida devido a negligência médica

Um relatório publicado esta quarta-feira acusa as autoridades israelitas de terem impedido os presos de aceder a cuidados médicos, potenciando o agravamento das suas doenças e colocando alguns à beira da morte.

Segundo o documento, publicado esta quarta-feira, alguns presos estão em condições físicas tão frágeis que necessitam do apoio de outros presos para tomar duche, mudar de roupa, comer, beber e realizar outras rotinas diárias.

A Comissão referiu no informe os nomes de três prisioneiros palestinianos cujo estado de saúde se agravou bastante devido a «negligência médica deliberada» por parte dos serviços prisionais israelitas. (Abril)

Milhares de soldados dos EUA em grandes exercícios militares na Europa

O Comando Europeu dos Estados Unidos (EUCOM) declarou esta segunda-feira que Washington irá enviar 20 mil soldados para a Europa na próxima Primavera, para participarem nos maiores exercícios militares dos últimos 25 anos em território europeu, informa o diário Stars and Stripes.

De acordo com o periódico centrado em questões das Forças Armadas norte-americanas, as manobras, lideradas pelos EUA, irão envolver, no total, 37 mil tropas, incluindo 20 mil provenientes dos Estados Unidos. (Abril)

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. A banda é de Eibar (Gipuzkoa).

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

«El revisionismo y el reformismo en la actualidad. Doce apuntes sobre marxismo (VII de XII)»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Hacemos la entrega VII de la serie de XII escrita para el colectivo internacionalista Pakito Arriaran. Como dijimos, estudiará el reformismo en todas sus expresiones: política, sociología, economía, relaciones internacionales, sindicalismo, etc., pero con una característica que explicaremos: analizar el reformismo actual. La VIII entrega desarrollará el período que va de la revolución bolchevique de 1917 al final de la II GM, 1945.
[…]
El revisionismo y el reformismo tranquilizan al capital también en estas tres grandes áreas que hemos expuestos de manera muy general. A resultas de ello, la humanidad explotada tiene muchas dificultades para desarrollar su estrategia revolucionaria, es muy crédula para con las mentiras del poder, cree que el capitalismo es el menos malo de los sistemas posibles, y por tanto asume ese refrán ultraconservador e individualista de que es mejor lo malo conocido que lo bueno por conocer, en un momento en el que se agrava hasta lo insospechado la crisis sistémica que golpea con especial dureza a las y los oprimidos desde 2007. (lahaine.org)

Protestos populares no Equador não abrandam, apesar da intensa repressão

Esta quarta-feira, sétimo dia consecutivo de mobilizações no país andino, milhares de manifestantes – indígenas, agricultores, estudantes, trabalhadores de diversos sectores – aderiram à greve geral e protestaram nas ruas de várias cidades equatorianas contra o Decreto 883 imposto por Lenín Moreno, que inclui o fim dos subsídios estatais à gasolina especial e ao gasóleo (provocando a subida dos preços dos transportes públicos e de bens de primeira necessidade), e o ataque aos direitos dos trabalhadores (sobretudo do sector público).

Em Quito, capital do país, os manifestantes dirigiram-se bem cedo para as imediações do Palácio de Carondelet (sede do governo, provisoriamente transferido para Guayaquil) e bem cedo começaram a enfrentar a repressão das forças policiais e militares, tendo sido agredidos a cacetete, a pontapé e com chuvas de gás lacrimogéneo por indivíduos fardados que, de motorizada, a cavalo ou em viaturas blindadas, montaram verdadeiras operações de caça ao manifestante. (Abril)

Agressão turca à Síria provoca grande destruição

Iniciada esta quarta-feira, a ofensiva aérea e terrestre da Turquia no Norte da Síria provocou dezena e meia de mortos civis e grande destruição ao nível das infra-estruturas.

Numa declaração emitida pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, o governo sírio condenou energicamente o «comportamento agressivo do regime de Erdogan», que «mostra claramente as suas ambições expansionistas no território da República Árabe da Síria».

Responsabilizou ainda pela actual situação algumas «organizações curdas», «devido à sua dependência do projecto norte-americano», e pediu-lhes que «deixem de ser instrumentos ao serviço da política hostil dos Estados Unidos na agressão contra a Síria». (Abril)

«El experimento de Honduras, la distopía autoritaria neoliberal» (vídeo)

Esta tertulia de TV es, a su vez, un fragmento del programa semanal de Cubainformación Radio: «Cuba y Venezuela: el derecho a la cooperación y a la defensa».[Com José Manzaneda, Ivana Belén Ruiz e Luismi Uharte.] / Ver: cubainformacion.tv

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

«La traición a Jarrai (KAS)»

[De Borroka Garaia] Y esa traición queda certificada con el viejo sello socialdemócrata de llamar para-policial o español a todo lo que no se puede contrarrestar desde el sectarismo inútil. La mentira o la sopa boba como único recurso para luego hacerse los suecos. Eso no lo cambian ni mil memes.

Este robo se ha producido por una única razón. Es una consecuencia directa del abandono de la forma de movimiento donde la estrategia institucionalista ocupa el centro. Al fin y al cabo, el mayor logro de la represión no es la represión en sí misma, sino que tras largos años de sufrirla, ésta sea considerada como imbatible, certera y exitosa. Tanto como para integrarla y reproducirla en tu propio accionar. (BorrokaGaraiaDa)

«Lenin contra Lenin»

[De Carlos Aznárez] En términos de la práctica política, significa también que la lucha de clases pasa a ocupar un lugar preponderante y por más que se la quiera ocultar, estalla con toda su fuerza y conmueve los cimientos de los «palacios de invierno». Eso es precisamente lo que hoy está ocurriendo en Ecuador. Se acabaron los paños fríos, las excusas y las mentiras con que el gobierno de Lenin Moreno intentó «hacer tiempo», mientras preparaba el paquete de medidas que le impuso el Fondo Monetario Internacional. (Resumen Latnoamericano)

«Assim é o Che»

[Texto publicado a 9 de Outubro de 2017] Passam hoje 50 anos sobre o assassinato de Che Guevara, na selva da Bolívia. Poucos dias depois de divulgada a execução, a 18 de Outubro teve lugar em Havana, na Praça da Revolução, uma velada solene, na qual Fidel Castro evocou e louvou a figura multifacetada do seu companheiro de luta, guerrilheiro, escritor, médico, estadista, diplomata, internacionalista. «Sejam como o Che», pediu Fidel à multidão. (Abril)

Meia centena de personalidades acusadas de sedição por alertarem Modi

Agentes da cultura indiana escreveram, em Julho, uma carta a Narendra Modi a alertar para o discurso de ódio crescente no país e exigindo o fim imediato dos linchamentos de muçulmanos e dalits [oprimidos, trabalhadores braçais, «impuros»]. De acordo com a acusação, os signatários «mancharam a imagem do país e minaram o desempenho impressionante do primeiro-ministro», além de terem «apoiado tendências secessionistas», refere o indiatoday.in.

Os comunistas indianos, que recordam o seu posicionamento contra a figura jurídica da sedição (usada com abundância nos tempos da Índia submetida à coroa britânica), sublinham que «escrever uma carta ao primeiro-ministro a expressar opiniões […] não pode ser definido como um crime ou designado como anti-nacional».

«Isto é o equivalente a castigar todos aqueles que têm uma opinião divergente sobre as políticas do actual governo», lê-se na nota, que sublinha que o caso constitui «a negação completa dos direitos democráticos e reflecte o autoritarismo crescente no país». (Abril)

terça-feira, 8 de outubro de 2019

«Movimiento feminista postmoderno: el modelo de militancia y la política del espectáculo»

[De Nahia Santander / eus: Mugimendu feminista postmodernoa: militantzia eredua eta ikuskizunaren politika] Al mismo tiempo, busca ser compatible con el resto de los aspectos de la forma de vida capitalista: el trabajo asalariado, las distintas instancias de socialización burguesas… Por eso, lejos de ser una militancia integral, que aspira a abarcar todos los ámbitos de nuestra vida y a subvertir el régimen social imperante, se convierte en una institución más que regula nuestra reproducción social: que nos socializa para que interioricemos una serie de preocupaciones, para que neguemos la voluntad colectiva… / Ver: lahaine.org

Mantêm-se os protestos no Equador e Moreno muda-se para Guayaquil

Em várias cidades do Equador – e com particular incidência na capital, Quito – vivem-se momentos de grande tensão, com os manifestantes a exigirem nas ruas o fim do chamado «paquetazo» neoliberal imposto pelo governo de Lenín Moreno, um conjunto de reformas tributárias e laborais que estão de acordo com as habituais «medidas austeritárias» receitadas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

Com as ruas de Quito num estado de caos – os manifestantes têm recorrido a pedras, garrafas, paus e pneus queimados –, as autoridades divulgaram, esta segunda-feira, que tinham efectuado 477 detenções, mas não publicaram dados sobre o número de feridos e falecidos nos protestos, nem dados concretos sobre a brutalidade policial – que tem sido possível constatar em vídeos publicados nas redes sociais. (Abril)

EUA largam «amigos» curdos e reabrem caminho à agressão turca no Norte da Síria

A agência estatal síria SANA lembra que a preparação da agressão militar turca ao Nordeste do país é feita em conluio com os EUA – que deixam de lado as promessas feitas às milícias das FDS, que instrumentalizaram na «guerra terrorista contra a Síria e o seu povo».

A agência síria afirma igualmente que Ancara e Washington são «patrocinadores do terrorismo» e «inimigos do povo sírio desde o início» da guerra de agressão, lembrando, a este propósito, que a Turquia é «um dos principais patrocinadores de organizações terroristas na Síria, tendo aberto as suas fronteiras à passagem de dezenas de milhares de mercenários de diversos pontos do mundo e permitido a sua entrada em território sírio para cometer massacres». (Abril)

«OIT, o antes e o depois – A esperança reside nas nossas lutas»

[De George Mavrikos, secretário-geral da Federação Sindical Mundial] Desde 1960, o bloqueio contra Cuba continua. O que fizeram as organizações internacionais?
Em Soma, na Turquia, em 13 de maio de 2014, 301 trabalhadores foram mortos. O que fizeram as organizações internacionais?
Na fábrica de Rana Plaza, no Bangladesh, em 24 de abril de 2013, 1132 meninas e mulheres foram assassinadas. O que fez a OIT?

Na Colômbia, nos últimos três anos, 600 militantes sindicais foram assassinados. Quem foi punido por esses crimes?
No Chile, o governo mina, com métodos antidemocráticos, o funcionamento independente do CAT. O que fez o gabinete responsável da OIT?
O que fizeram as organizações internacionais para proteger os trabalhadores da Palestina, da Síria, do Iraque e do Iémen dos imperialistas? Só palavras. É este o quadro. (resistir.info)

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Miguel Castells: «Hay que reivindicar la amnistía»

[Entrevista de Sin Permiso] Miguel Castells (Busturia, Bizkaia, 1931) es un histórico abogado de procesados políticos. Ejerció, entre otros juicios, en los consejos de guerra de diciembre de 1970 en Burgos contra activistas de ETA y en el de septiembre de 1975 contra militantes del Frente Revolucionario Antifascista y Patriota (FRAP). Senador por Guipúzcoa durante la primera legislatura del régimen constitucional de la monarquía reinstaurada (1979-1982), por la coalición Herri Batasuna (HB), es autor de numerosas obras sobre represión político-judicial

[En la Audiencia Nacional española (AN)] se utilizan como «pruebas periciales» informes de la Guardia Civil y de la policía española. La AN es el tribunal en que abundan más los jueces con ideología más derechista. Además, tiene un efecto llamada: los jueces más radicales de la derecha piden ir ahí, para actuar como jueces en lucha. Un juez no puede juzgar como juez en lucha, porque pierde la ponderación, el equilibrio, la serenidad y la ecuanimidad imprescindibles en la función judicial. / VER: BorrokaGaraiaDa

«El FMI gobierna hoy en el Ecuador»

[De Edgar Isch L] las medidas tienen el carácter de las recetas neoliberales: debilitar el Estado y fortalecer las grandes empresas; obligar a los pobres a pagar la crisis que causaron los poderosos y los benefició; hambrear a un pueblo entero para garantizar el pago de la deuda externa.

Ello se enmascara en discursos de transparentar las finanzas, de «poner la casa en orden» y, por supuesto, de sacrificarnos «todos» para lograr días mejores. Los gobiernos neoliberales en el momento de tomar medidas de este tipo dicen que hay que apretarse los cinturones por un tiempo, pero que a la vuelta está el paraíso. Este, pretende que no hay que apretarse los cinturones, que el incremento del precio de gasolinas y del transporte de alimentos y personas, no afectará a la población. (CubaDebate)

Manuel Loff: «O fascismo não morreu»

Entrevista de AbrilAbril ao historiador Manuel Loff sobre um tema que domina: o fascismo. Passa em revista temas da actualidade, nomeadamente o que respeita àquilo que, nos movimentos fascistas actuais, representa a continuidade com movimentos dos anos 1920 e 1930 e o que se formula de forma diferente, bem como a imigração ou a questão do «Museu Salazar».

«Sobre a imigração vale a pena dizer que um dos modismos que a extrema-direita portuguesa descobriu, e que podia ter saída em Portugal, é a discussão em torno do outro. No caso português é simultaneamente a imigração e os ciganos. Mas no caso da imigração existe um problema de fundo: o luso-tropicalismo mitifica a ideia de que os portugueses seriam uma excepção na história colonial à escala mundial e que teriam demonstrado uma capacidade de relacionamento pacífico com os povos coloniais.» (Abril)

Banda Bassotti – «Mockba 993»

A banda é romana. O tema é do álbum Avanzo de cantiere (1995). [Letra]

domingo, 6 de outubro de 2019

No Dia de Espanha e da Guarda Civil, manifestação em Iruñea contra as forças de ocupação

O Dia Nacional de Espanha – 12 de Outubro – é agora oficialmente designado como Festa Nacional de Espanha, ainda que continue a ser conhecido como Dia da Hispanidade ou Dia da Raça. Trata-se de um dia de afirmação do «espanholismo nacionalista», a que países latino-americanos – como a Venezuela ou a Nicarágua – responderam com a instituição do Dia da Resistência Indígena. No Estado espanhol, também há «resistência».

12 de Outubro é também o dia da padroeira da Guarda Civil, pelo que é hábito haver mobilizações em vários pontos do Estado espanhol para afirmar que, em tal data, «não há nada para celebrar», e exigir às forças ocupantes e repressivas do Regime de 78 que se vão embora da Galiza, da Catalunha e do País Basco (e não só).

No caso de Euskal Herria, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão agendou para esse dia uma mobilização para Iruñea (Pamplona), às 13h00, a partir da Errekoletako plaza, que tem como lema «Alde hemendik! Indar okupatzaileak kanpora!» (Vão-se embora! Forças de ocupação rua!).

«Chega de privatizações e de ataques ao povo trabalhador!»

[De Comitê Regional do PCB no Estado do Rio de Janeiro] O Brasil vive a conjuntura mais difícil e complexa desde o final da ditadura, com uma ofensiva contra os direitos e garantias dos trabalhadores, além de uma crise econômica e social que é responsável por mais de 26 milhões de trabalhadores desempregados.
E ainda temos um presidente que conta com o apoio da burguesia para promover a retirada de direitos da classe trabalhadora – reforma da previdência e flexibilização e fragilização das relações de trabalho. (PCB)

Pompeo go home: thousands demonstrated against the visit of U.S. Secretary of State in Greece

Thousands of workers (…) participated in today's demonstrations in Athens, Thessaloniki and other Greek cities against the visit of the U.S. Secretary of State Mike Pompeo (...) with slogans like «Neither soil nor water to the murderers of people» and «Close down the bases, noparticipation in NATO's wars».

Marching towards the U.S. Embassy, the demonstrators threw red paint at the statue of war criminal Harry Truman. (…) When the rally reached the Embassy, the protsters set U.S. And NATO's flags on fire. / Ver: idcommunism.com

«Elite UK military unit secretly trained by leftist regime-change advocate Gilbert Achcar and other academics»

[De Ben Norton] Among these UK military collaborators is the scholar Gilbert Achcar, a frequent contributor to Jacobin Magazine and Democracy Now who teaches international relations at the University of London’s School of Oriental and African Studies.
[...]
Borrowing rhetoric familiar to neoconservatives, Achcar was careful to point out that, «when I say ‘regime,’ I am actually referring to the Russia-Iran-Assad axis.» While attacking what he described as «campist ‘anti-imperialism’ (which by the way is exclusively anti-American, and often even pro-Russian),» Achcar has even defended US military intervention in Syria.

«There are in fact cases,» Achcar claimed in a 2018 interview with a Trotskyite publication, «where the United States supports, as in Syria today, a progressive force in its fight against a reactionary enemy.» That same year, Achcar joined a who’s who of regime-change activists in signing an open letter published in the New York Review of Books that demanded that the «The World Must Act Now on Syria.» (thegrayzone.com)

sábado, 5 de outubro de 2019

Joxe Migel Etxeandia preso-ohiaren gorpua aurkitu dute Gorbeian

Larrialdi zerbitzuak eta lagunak 59 urteko larrabetzuarraren bila zebiltzan azken egunetan. Ostegun goizean aurkitu dute haren hilotza, Gorbeiako Itxina inguruan. Etxeandia 2003tik 2015era izan zuten espetxean eta buruko eritasun larria jasan zuen.

Etxeandia 2003an atxilotu zuten Mexikon eta Espainiako Poliziari entregatua izan ondoren hamabi urtez izan zen espetxean. Denbora horretan gaixotasun psikiko larria jasan zuen, baina Espainiako espetxe arduradunek ez zuten isolamendutik atera 2011 arte. / Ver: argia.eus / Ver tb: «Agur eta ohore, Joxemi» (amnistiAskatasuna)

Fortes protestos no Equador contra o «paquetazo» neoliberal de Moreno

Este pacote ao gosto do FMI, que o executivo equatoriano caracteriza como «para bem da economia» e com o qual pretende «poupar» 1400 milhões de dólares por ano, teve como resposta uma onda de mobilizações.

Além de transportes parados e escolas encerradas, registaram-se inúmeros bloqueios de estradas com pneus queimados em vários pontos do país, houve cargas policiais em Quito e foram destacados militares para a sede do governo, o Palácio de Carondelet. (Abril)

Ver tb.: «Ecuador. El país paralizado» (Resumen Latinoamericano)

Al-Qusair acolhe mais famílias deslocadas, com o apoio das autoridades sírias

Entre o dia 2 e esta sexta-feira, milhares de civis regressaram à cidade que o Exército Árabe Sírio e o Hezbollah libertaram do terrorismo em Junho de 2013.

Ontem, as autoridades anunciaram a chegada de um quarto grupo de deslocados à cidade, localizada na província de Homs, perto da fronteira da Síria com o Líbano, sublinhando que tal é o resultado do esforço para pôr a funcionar os serviços essenciais ao regresso das pessoas, incluindo o fornecimento de electricidade, o abastecimento de água, as linhas telefónicas e o sistema de saneamento. (Abril)

Nova legislatura deve rejeitar o chamado «Museu Salazar»

Está em curso a recolha de assinaturas de uma nova petição, lançada pela URAP, para que o novo Parlamento tome medidas contra o revisionismo histórico e o saudosismo em torno da ditadura fascista.

Com esta nova petição pretende-se que os novos deputados e o novo presidente da Assembleia da República se venham a pronunciar contra esta iniciativa ou outras semelhantes e que «efectuem as diligências necessárias, no respeito pelos valores inscritos na Constituição da República, para que tal ofensa aos portugueses em geral, e em particular à memória dos milhares de vítimas do regime fascista do "Estado Novo", seja definitivamente travada e abandonada». (Abril)

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

«Es histórico lo que se está consiguiendo en el Metal de Bizkaia»

[De LAB / eus: «Historikoa da Bizkaiko Metalgintzako langileak egiten ari direna»] Por unas condiciones laborales dignas y un convenio de Bizkaia nuevo, hoy es un día muy grande, el quinto día de huelga de esta semana y la decima en total. En casi todos los centros de trabajo la producción ha estado parada como nadie nos lo podíamos haber imaginado (el seguimiento ha estado sobre el 80% todos los días); y FVEM, con el único objetivo de esconder el éxito de estas huelgas, ha tenido que mentir, amenazar, utilizar la represión y sacar a la palestra a sus políticos. / VER: lab.eus

«Informe sobre las afectaciones del Bloqueo a Cuba del año 2019»

El bloqueo económico, comercial y financiero impuesto contra Cuba continúa representando un freno para el desarrollo de todas las potencialidades de la economía cubana

Desde abril de 2018 hasta marzo de 2019, período que abarca el presente informe, el recrudecimiento del bloqueo continuó siendo el eje central de la política del gobierno de los Estados Unidos (EE.UU.) hacia Cuba, con efectos cada vez más notables en su aplicación extraterritorial. La estrategia estadounidense se enfocó en consolidar la confrontación y la hostilidad, tanto en el plano declarativo como en la ejecución de medidas de agresión económica contra el país. (Granma)

Agronegócio domina regiões desmatadas e queimadas na Amazónia

Segundo o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, o fogo é usado para limpar áreas previamente desflorestadas. Ali, impõe-se o modelo predatório do agronegócio e aumentam os «conflitos no campo».

Esta relação entre queimadas e desmatamento não é de agora, sublinha a reportagem, explicando que as queimadas «são uma prática primitiva de limpar terras desmatadas» para as tornar próprias para a prática da agropecuária. «Queimadas e desmatamento [são] práticas bem conhecidas na dinâmica da agricultura extensiva do agronegócio», lê-se no portal brasileiro. (Abril)

Etsaiak – «Etorkizuna»

Tema do álbum Presoak SOS (1994). A banda é de Lekeitio (Bizkaia). [Letra / tradução]

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

«Metal, Bizkaia, Por quién doblan las campanas»

[De Borroka Garaia] Fue en el Gran Bilbao donde nació el movimiento obrero vasco, el nacionalismo vasco, el PNV, el nacionalismo revolucionario vasco, EAE-ANV, la izquierda abertzale y ETA. Fue en el Gran Bilbao donde se asentó la oligarquía vasca, la burguesía vasca y el españolismo. A partir de ahí empezó a extender tentáculos. Nada de ninguna de estas cosas ha sido fruto de las «ideas», de que 1/3 del pueblo vasco viva ahí o de una casualidad sino de una realidad material concreta. De hecho, lo más probable es que solo puede iniciarse ahí el principio del fin de lo que nos tienen montado. (BorrokaGaraiaDa)

Entrevista a Pablo Hasél (cat./cas.)

[De Vilaweb] Cómo veis la situación política, después de las detenciones de los siete independentistas del 23-S?

Es muy triste como se va normalizando la represión, incluso entre personas que se oponen en el estado español. Se ha interiorizado que pueden encarcelar personas y que para responder, basta de salir media hora o una hora a la calle. Son cosas muy graves, mucho. Vemos como el estado español cada vez avanza más porque nadie lo pare, como en el caso escandaloso de estos encarcelamientos. Si ante estos casos no se opone una firme resistencia, continuará avanzando. No sé qué puede acabar pasando. Gran parte de la culpa que no haya una respuesta contundente contra la represión y la vulneración de derechos y libertades fundamentales es de los partidos políticos, que desmovilizan bastante ante esta represión fascista. El problema se va perpetuando y el estado avanza y nos chafa con una facilidad que es terrible. / Ler: lahaine.org

73 presos palestinianos morreram devido a torturas em cadeias israelitas

O número foi apontado num relatório do Clube dos Prisioneiros Palestinianos. Em Ramallah, manifestantes entraram na sede da Cruz Vermelha em protesto contra o estado de saúde de Samer Arbid, «devido à tortura».

As autoridades israelitas recorrem a vários métodos de tortura, tanto física como psicológica, contra os presos palestinianos, humilham a sua personalidade e, acima de tudo, pressionam-nos para que assinem confissões arrancadas durante os interrogatórios, diz o relatório do CPP, citado pela agência palestiniana Shehab e noticiado pela PressTV.

O grupo palestiniano de defesa dos direitos humanos sublinha que o conceito de tortura não se limita ao «uso da violência sobre os presos palestinianos durante a detenção e o interrogatório», mas se refere a «todos os tremendos procedimentos que eles enfrentam no interior dos centros de detenção», que passam pelo isolamento, a privação do sono durante interrogatórios que duram até 20 horas, o encarceramento em condições sem o mínimo de condições sanitárias, transferências em condições duras ou a política de negligência médica. (Abril)

Trabalhadores gregos protestam contra reformas laborais da direita

Em declarações à Euro News, Kostas Drakos, dirigente do Sindicato dos Contabilistas, sublinhou que o projecto de lei é uma afronta aos sindicatos, na sequência dos golpes que já lhes tinham sido desferidos pelo governo do Syriza. «Os sindicatos não podem decidir, não podem convocar um plenário, os trabalhadores não podem participar e decidir lutar pelos seus direitos, pelos acordos colectivos de trabalho», denunciou.

Para os sindicatos, o projecto, que deve ser votado ainda este mês, «é um fato à medida das empresas». Neste sentido, Dina Gogaki, do Sindicato dos Estudantes, afirmou que «o governo está a dar praticamente tudo às empresas e desferindo um golpe às acções colectivas dos trabalhadores e aos sindicatos», limitando o direito à greve. (Abril)

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Continua a greve da Metalomecâmica na Bizkaia: «pela dignidade, contra a precariedade»

Terceiro de cinco dias de greve consecutivos convocados no sector da Metalomecânica da Bizkaia, com adesão total e nova grande manifestação em Bilbo.
Numa nota, o sindicato LAB afirma que os trabalhadores estão firmes na luta por condições de trabalho dignas e sublinha que o apoio que recebem é cada vez maior: dos pensionistas, da Harro plataforma, da Eragin, dos movimentos estudantis e juvenis, do movimento feminista, entre outros.

À associação patronal (FVEM) e ao lehendakari Urkullu, o sindicato diz que as ameaças constantes nos locais de trabalho e a «cruel repressão» não conseguirão fazer parar esta luta. / Ver: lab.eus

Imanol Salinas, sindicalista do LAB, não cumprirá pena de prisão

A Audiência Provincial de Nafarroa deu provimento parcial ao recurso interposto pelo LAB contra uma sentença que condenava Salinas a 21 meses de cadeia. Agora, os factos são classificados como coacções «leves» [pesadas eram as do patronato!] e o sindicalista terá de pagar uma multa de 450 euros, anunciou ontem o LAB numa conferência de imprensa na capital navarra.

O sindicato assumirá o pagamento da multa imposta a Imanol. A sentença de La Sangiovesa desmonta a tese de outro juiz, de acordo com a qual a utilização simultânea de um megafone, uma faixa, cartazes e autocolantes constituía um acto de violência. [O que seria uma «marretada nos cornos» na tomada do poder pelo proletariado!?...]

Esta sentença encerra um capítulo da campanha «Borroka sindikala aurrera» (Avante com a luta sindical) contra as numerosas multas e os quatro processos judiciais contra sindicalistas, na sequência das lutas, com êxito, no La Sangiovesa e na Huerta de Peralta. / Mais info: ahotsa.info

Cuba celebra los 70 años de la fundación de la hermana República Popular China

Han transcurrido 70 años de un momento que cambió la historia de China y del mundo para siempre. Desde la fundación de la República Popular, su pueblo, bajo la dirección del Partido Comunista de China (PCCH), ha construido exitosamente el socialismo con peculiaridades propias de esa latitud y ha impulsado el desarrollo de ese país hacia una nueva era.
[...]
A pesar de la gran distancia geográfica entre esa nación y Cuba, la amistad entre ambos pueblos y gobiernos tiene una larga data. La Mayor de las Antillas fue el primer país del hemisferio occidental en establecer relaciones diplomáticas con la China socialista. (Granma)

Sete presos palestinianos em greve de fome contra a detenção administrativa

Sete palestinianos estão em greve de fome por tempo indeterminado, protestando pelo facto de serem submetidos ao regime de detenção administrativa nas cadeias israelitas, sem acusações ou julgamento.

A Comissão de Assuntos dos Presos e ex-Presos palestinianos informou esta segunda-feira que, no mês de Setembro, as autoridades de ocupação israelitas emitiram ou renovaram ordens de detenção administrativa contra 101 palestinianos encarcerados nas cadeias de Israel, revelam a agência WAFA e o MPPM.

Cada ordem de detenção administrativa pode ir até até seis meses, sendo indefinidamente renovável. Ao abrigo deste regime de detenção, os presos palestinianos podem passar anos encarcerados, e o seu fim é uma importante reivindicação do movimento dos presos. (Abril)

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Judimendi gana la batalla al salón de juegos

La dinámica que comenzó hace dos años la Gazte Asanblada de Judimendi contra el Salón de Juegos del barrio gasteiztarra ha llegado a su fin con forma de victoria: el local se ve obligado a cerrar sus puertas tras una fuerte dinámica contra él.

Gasteiz tiene a día de hoy un salón de juegos o apuestas por cada 8.000 habitantes. Dicho de otra manera, de media, hay dos salones de juego o apuestas por cada barrio. Uno de estos barrios es el de Judimendi, donde entre los números 55 y 57 de la calle Olaguibel hace tres años un nuevo negocio abrió sus puertas.

Pues bien, ese negocio, de momento, ha sido cerrado fruto de las protestas emprendidas hace dos años por la Gazte Asanblada de Judimendi y más tarde por todo el vecindario. El movimiento popular de Judimendi ha ganado la batalla a uno de los salones que cada vez son más frecuentes en las calles de la capital alavesa. / Ler mais: halabedi.eus

Concentració a Madrid en solidaritat amb els detinguts del 23-S [cat./cas.]

Un centenar de personas se han concentrado hoy a mediodía en la Puerta del Sol de Madrid en solidaridad con los nuevo independentistas detenidos el lunes –siete de los cuales son encarcelados en Soto del Real– después de la ràtzia de la Guardia Civil en unos cuántos municipios.

Varios colectivos de Madrid –entre los cuales Madrileños por el Derecho de Decidir y el Movimiento Antirepresión de Madrid– han organizado la convocatoria, que pide la libertad de los detenidos y el fin de los montajes policíales. «Ante el estado y su violencia, solidaridad y respuesta», decía el cartel de la concentración. / Ver: lahaine.org