quarta-feira, 22 de abril de 2020

Preso palestiniano de 23 anos morre numa cadeia israelita

Barghouti, natural da aldeia de Aboud (Margem Ocidental ocupada) e que cumpria uma pena de oito anos por «resistência à ocupação israelita», caiu inconsciente, esta quarta-feira, numa casa de banho da prisão israelita de Naqab, informou a Sociedade dos Presos Palestinianos (SPP).

Quando os outros prisioneiros se aperceberam de que Barghouti estava inanimado, começaram a gritar por ajuda, mas a «administração prisional demorou mais de meia hora a prestar assistência médica» ao preso. (Abril)

terça-feira, 21 de abril de 2020

«Retroceso de libertades y derechos políticos en prisión»

Sendoa Jurado, porta-voz do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, fala das medidas impostas pelos estados e da situação nas prisões nestes tempos de pandemia de coronavírus.Ver: Moviment ProAmnistia (Catalunha) via lahaine.org

«Leitura #6 – Fevereiro de 1917» [150 anos de Lénine]

Lénine está no exílio quando «em 8 dias se desmorona a Monarquia» na Revolução de Fevereiro de 1917. Ao mesmo tempo que atravessa uma Europa em Guerra para regressar a Petrogado, escreve aos seus camaradas que lutavam na Rússia «As Cartas de Longe», destaca a «Dualidade de Poderes» surgida com a Revolução, com o Governo Provisório e os Sovietes, e aponta as «Tarefas do Proletariado na Presente Revolução», que passaram para a História pelas Teses de Abril, e onde se aponta a necessidade da palavra de ordem que iria mudar o mundo: «Todo o poder aos Sovietes!» (manifesto74)

Forças israelitas lançam novo ataque contra território sírio, perto de Palmira

As baterias anti-aéreas do Exército Árabe Sírio (EAS) enfrentaram uma agressão israelita sobre Palmira e derrubaram vários mísseis hostis antes que pudessem atingir os seus alvos, informou a agência SANA.

Este é o segundo ataque israelita contra território sírio em menos de um mês. No passado dia 31 de Março, a defesa anti-aérea do EAS respondeu a um ataque semelhante, na mesma província, depois de a aviação israelita ter violado o espaço aéreo libanês – outro facto comum nas agressões de Telavive e que o governo do Líbano denunciou junto das Nações Unidas.

Apesar do silêncio como norma, em Setembro de 2018 Israel assumiu pela primeira vez a agressão sistemática contra a Síria. Um militar admitiu então que as forças israelitas realizaram mais de 200 ataques em território sírio no espaço de um ano e meio. (Abril)

Governo golpista na Bolívia «disfarça erros» com ataques ao MAS

Neste contexto, a Polícia prendeu, no último sábado, quatro pessoas do Trópico de Cochabamba – uma região localizada no Centro do país, entre os Andes e as planícies amazónicas, onde o MAS tem forte apoio. Entregavam frutas que tinham sido recolhidas pelos camponeses dessa região para serem distribuídas a famílias que enfrentam dificuldades, no contexto da pandemia, no município de Tomina, no departamento de Chuquisaca.

O jornalista Ollie Vargas informou na sua conta de Twitter que, entre os detidos, se encontrava um colega seu, Landert Marca, da rádio Kawsachun Coca e deu conta da sua libertação, bem como da dos demais detidos – dois dos quais, funcionários da autarquia de Villa Tunari, saíram com acusações.

De acordo com o jornalista, o governo golpista está a tentar vergar os sindicatos agrícolas da região de Chapare, no departamento de Cochabamba, onde o apoio a Morales é grande. (Abril)

segunda-feira, 20 de abril de 2020

«Apostamos por la República Socialista Vasca para Euskal Herria»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri à organização ERAIKI] Ahora es aún más evidente que los parlamentos y administraciones públicas de Madrid y Paris, lejos de representar a la clase obrera, han asumido la capacidad de legislar en beneficio de los bancos centrales y grandes empresas. Verdaderos tenedores del poder político y económico. La disyuntiva se encuentra pues, entre la ruptura o el empobrecimiento, precarización y explotación masiva de la clase obrera de Euskal Herria.
[…]
Ninguna reforma o nuevo estatus nos va a conducir a la independencia. Solo la lucha organizada y el sacrificio de la clase obrera vasca puede construir el poder popular suficiente, para plantear una ruptura también en términos nacionales. / Ler: lahaine.org

«Aqui não há lugar para fascistas»

#AbrilNaVossaTromba (manifesto74)

Vietname: quarto dia consecutivo sem novas infecções pelo novo coronavírus

«As medidas adoptadas pelo governo vietnamita e a disciplina com que a população as cumpre estão a dar resultado», destaca a agência cubana Prensa Latina.

No entanto, ao país do Sudeste Asiático ainda falta vencer uma «grande batalha» para derrotar a pandemia: quase 63 mil pessoas estão em quarentena ou sob observação em instituições especializadas ou nas suas casas.

Na sexta-feira, o primeiro-ministro recebeu a embaixadora de Cuba em Hanói, pouco depois de o Partido Comunista do Vietname, o Estado e o povo vietnamitas terem doado à Ilha 5000 toneladas de arroz, para a ajudar a resolver as suas dificuldades alimentares em plena luta contra a Covid-19. (Abril)

Incumprimento da quarentena provoca novo foco de contágio na Venezuela

Nicolás Maduro decretou o recolher obrigatório no estado de Nova Esparta, para conter um novo foco de propagação do novo coronavírus, depois de uma academia de beisebol ter violado a quarentena.

Foi a Missão Médica Cubana que, ao realizar testes à população no município de Gómez, descobriu que a academia se encontrava aberta e a funcionar, no passado dia 15 de Abril, não respeitando as medidas decretadas pelo governo venezuelano para evitar a disseminação da pandemia.

Os moradores denunciaram ao governo de Nova Esparta o incumprimento da quarentena por parte da academia, mas «esta manteve-se aberta, pois tinha chamado os olheiros para uma captação de futuros jogadores venezuelanos», criticou o ministro, que acusou o governador deste estado insular (de direita) de «ainda estar a tentar sabotar as medidas e investigações levadas a cabo pelo Estado». Dirigindo-se a ele, disse: «Se não vai cooperar, não incomode.» (Abril)

domingo, 19 de abril de 2020

«Zer da zaintza-krisia emakume proletarioarentzat?»

[De Nahia Santander / CAS: «¿Qué significa para las mujeres proletarias la crisis de cuidados?»] Izan ere, bizi dugun salbuespen-egoerak erakutsi diguna bestelakoa da. Labur esanda, baiezta dezakegu Gobernuaren partetik hartutako neurriek bi norabide izan dituztela. Alde batetik, jabeen interes ekonomikoak bermatzea, ahalik eta langile gehienak euren lanpostuetan mantenduz eta enpresei inproduktibo bilakatu zaizkien langileak kanporatzeko mekanismoak ipiniz. Bestetik, ordena soziala bermatuko duten asistentzia sozialeko ogi apurrak eskaintzea, biharko gosearen truke. 
[…]
Zentzu horretan, milaka emakume proletariok soldatapeko lanaren beharrari eta unitate familiarreko kideen zaintzari aurre egin behar diete, lehen baino era nabarmenagoan. (gedar.eus)

[lo que nos ha mostrado este estado de excepción es bien diferente. Dicho brevemente, podemos confirmar que las medidas tomadas por el Gobierno se dividen en dos direcciones. Por una parte, asegurar los intereses económicos de las empresas, manteniendo en sus puestos de trabajo a la mayor cantidad de trabajadores posible y ofreciendo a las empresas mecanismos para expulsar a los trabajadores que ahora les resultan improductivos. Por otra parte, ofrecer migajas de pan de asistencia social que garanticen el orden social a cambio del hambre de mañana.
[…]
En este sentido, miles de mujeres proletarias se ven obligadas a enfrentarse a la necesidad del trabajo asalariado y el cuidado de los miembros de la unidad familiar demanera más evidente que antes.]

Comunicado da plataforma basca Siriaren Alde a propósito da censura do Twitter

Siriaren Alde plataformaren komunikatua, Twitterren zentsura dela eta.
Comunicado de la plataforma Siriaren Alde debido a la censura de Twitter.

«A Idade do confinamento»

[De António Santos] A requisição geral — começou por fim — depois de meses em casa, fomos obrigados a ir trabalhar. Essa parte é verdade. Na fábrica todos os dias adoeciam trabalhadores. Eram substituídos automaticamente pelos funcionários das empresas que já não conseguiam laborar por problemas de logística, abastecimento ou falta de mão-de-obra. Os números de mortos também eram verdadeiros. Diziam que morrer a economia era pior do que morrermos alguns de nós. Só eles é que não morriam.
[…]
Nessa noite sonhou com o mar. Quando acordou, preparou um pão com queijo e um copo de leite, tocou três vezes à porta, colocou o pequeno-almoço no prato giratório do microondas e foi ver televisão. O presidente anunciava a 50.ª renovação do Estado de Emergência, que expandia a iniciativa privada dentro das prisões e autorizava a polícia a fazer buscas sem mandato nas casas suspeitas de ocultaram trabalhadores em idade activa fugidos ao trabalho. Já não se lembrava de quase nada do sonho dessa noite, nem como ali tinha chegado nem por que razão estava sozinho, a nadar na imensidão nocturna de um oceano tranquilo, mas, de alguma forma, o sonho parecia-lhe fazer sentido. (manifesto74)

«Lições»

[De Jorge Cadima] A pandemia terá um impacto tremendo. Põe a nu, e agrava qualitativamente, realidades sociais, económicas e políticas. A marca de classe é evidente.
[…]
A entrega da nossa soberania e da nossa economia é um crime. (avante.pt)

sábado, 18 de abril de 2020

«Una Iniciativa al servicio de las mayorías sociales de nuestro país frente a la pandemia del Covid-19 y sus consecuencias»

[De Osasuna, lana, herria] Así las cosas, patronal, banca y gobierno no han tenido problema en presentar como los únicos realmente existentes los mismos mecanismos con los que gestionaron la última crisis y todas las anteriores: recortes y sobre todo endeudamiento. Losa beneficios en cualquier caso, fuera de la fórmula. Algunos sectores van más allá y no esconden su ansia de hacer negocio a costa de la calamidad que sufre y que va a seguir sufriendo una mayoría social que se encuentra entre la espada y la pared: entre el riesgo manifiesto a enfermar y la necesidad de trabajar. Consideramos semejantes actitudes y pretensiones socialmente rastreras y políticamente inaceptables.

Osasuna, lana, herria [saúde, trabalho, povo]Manifesto na íntegra: CAS / EUS

«De explotar costureras gallegas a niños en Bangladesh, el secreto de Inditex y Amancio Ortega»

[De Jacobo A. García e Roi López] Mientras en una parte del mundo explota incesantemente a todo miembro de las familias más pobres, apropiándose del fruto de su trabajo por salarios de miseria, en otras se muestra como un generoso empresario, otorgando cuantiosas donaciones a entidades públicas. Una muestra de los pocos escrúpulos y falsa honradez que caracteriza a Ortega.
Tal y como lo expresaba Friedrich Engels en referencia a la burguesía del siglo XIX: «¡Como si fuese ayudar al proletario el comenzar por explotarlo hasta sangrar para luego poder desagraviarlo con complacencia y farisaísmo con vuestro prurito de caridad y presentaros ante el mundo como grandes benefactores de la humanidad, mientras devolvéis a ese desdichado que habéis exprimido hasta la médula, la centésima parte de lo que le corresponde!» (izquierdadiario.es)

Mais vozes se juntam à campanha popular «Levantem o cerco à Síria»

Sedqi al-Maqt, natural dos Montes Golã ocupados, conhecido como o «decano dos prisioneiros sírios e árabes» pelos mais de 30 anos passados nas cadeias israelitas, também pede o fim do embargo ao seu país.

A campanha popular contra as sanções impostas pelo Ocidente, pela qual já deram o nome – e alguns a cara – operários, intelectuais, artistas e religiosos sírios, foi lançada esta semana, tendo como objectivo chamar a atenção para o «cerco» e denunciá-lo, dando particular ênfase ao impacto que as medidas coercitivas unilaterais têm na área da saúde, mais ainda em plena pandemia de Covid-19. (Abril)

«O Observador está com medo de que o mercado "funcione"»

[De Ivo Rafael Silva] Pois bem, é como diz o povo, aquela entidade abstracta que sempre desprezaram e da qual têm uma pálida ideia: «pimenta no cu dos outros é refresco». E nem sequer nos sobra pena nenhuma daquilo que ficará por dizer ou por
escrever por aquelas bandas.
Os que lá estão, acabarão por aterrar nalguma entidade ou «partido amigo», seleccionado por evidente «meritocracia» de opinião. Os seus editores, responsáveis, esses terão sempre os «grupos», os «amigos», as piedosas agências do sistema, que aliás serviram, ainda que quanto ao meio de forma nitidamente incompetente. (manifesto74)

sexta-feira, 17 de abril de 2020

«Día Internacional del Preso Político»

[De MpA] Hoy nos toca hacer la definición de amnistía, porque desde hace tiempo, los siervos de la burguesía, con la ayuda de la organización imperialista llamada Amnistía Internacional, están intentando vaciar de contenido el concepto de preso político. Por medio de esta artimaña, la burguesía internacional busca la impunidad de los estados capitalistas para que sigan pisoteando a los pueblos y a la clase trabajadora sin ninguna oposición. Al tiempo que le quitan el carácter político a toda lucha que se rebele contra el orden establecido, abren así las puertas a la justificación de la represión.

Por ello, queremos decir claramente que lo que dota de carácter político al preso o a la presa no es, de ninguna de las maneras, el hecho de haber rechazado el uso de la violencia revolucionaria ni el haber actuado dentro de la legalidad. Todo preso político es delincuente según la legalidad del estado que le encarcela, porque las dictaduras y las falsas democracias corruptas también tienen leyes. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Intervenção de Pablo Hasél nas Jornadas pela Amnistia 2019, em Madrid

Resumo da intervenção de Pablo Hasél nas Jornadas pela Amnistia celebradas em 2019 em Madrid Mais info: Movimiento Antirrepresivo de Madrid

MPPM reclama a libertação dos presos palestinianos

O Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) reitera a sua solidariedade com os presos palestinianos, sublinhando a luta que travam pelo respeito pelos seus direitos e dignidade, e «contra as degradantes condições a que são submetidos nas prisões israelitas».

Numa nota emitida a propósito do Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Palestinianos, que hoje se assinala, o organismo solidário português lembra que «as condições de detenção dos palestinianos nas prisões israelitas não cumprem as normas internacionais mínimas estabelecidas pelo direito humanitário internacional», e denuncia «o quadro institucionalizado de negligência médica por parte das autoridades de Israel». (Abril)