sexta-feira, 17 de abril de 2020

«O Modelo»

[De Anabela Fino] Dito assim, até parece que o «nosso modelo de sociedade» é um bem para se guardar e pelo qual vale a pena arriscar a vida. Ora, tanto quanto vimos da última vez, em Portugal os 10% mais ricos têm rendimentos quase nove (!) vezes superiores aos dos 10% mais pobres. No ano passado, Portugal ocupava o sexto lugar do topo da lista dos estados-membros da UE com maiores desigualdades nos rendimentos, atrás da Bulgária, Roménia, Letónia, Espanha e Grécia. Mais, no País permanecem em situação de pobreza mais de 1,7 milhões de pessoas, sendo uma parte significativa destes crianças e jovens. (avante.pt)

quinta-feira, 16 de abril de 2020

Entrevista ao Movimiento Antirrepresivo de Madrid

[De Semando Escontra la Represión] La organización madrileña habla de su creación, la represión en el Estado Español, su programa y la importancia de la lucha unitaria.Entrevista realizada en Febrero de 2020. El Movimiento Antirrepresivo de Madrid nace en 2018, como un conjunto de organizaciones, colectivos y activistas que deciden organizarse para dar una respuesta firme y unitaria contra la represión. En esta entrevista nos hablan de su creación, sus puntos básicos sobre los que trabajan y sus luchas, además de realizar una radiografía actual sobre la represión en el Estado español. (lahaine.org)

Distribuição de alimentos porta a porta adoptada na Venezuela durante a pandemia

Cada comunidade organizada é composta por cerca de sete ruas, e cada rua tem um líder comunitário ou coordenador do Comité de Abastecimento. O Município entrega uma lista de produtos disponíveis aos líderes de rua, que deverão receber os pedidos dos moradores e encaminhá-los para a equipa do governo municipal. Camiões dos programas sociais ligados ao projecto e transportadores da comunidade (como mototáxis) ajudam a entregar as compras.

«Nós não estamos a fazer isto porque temos medo de morrer. Estamos a fazer isto porque temos muita vontade de viver. Temos de realizar os nossos sonhos particulares, familiares, os sonhos da nossa comunidade e o projecto que nos deixou o nosso comandante [Hugo] Chávez e o nosso libertador Simón Bolívar. E aí a vida está acima de tudo», disse Erika Farías, presidente do Município Libertador (Caracas). (Abril)

Caças sauditas atacam cidades no Iémen apesar do «cessar-fogo»

Estes ataques ocorrem depois de, na quarta-feira da semana passada, as forças agressoras terem afirmado que iriam calar as armas no Iémen, alegadamente para apoiar os esforços das Nações Unidas com vista a pôr fim à guerra, que se prolonga há cinco anos, e impedir a disseminação da Covid-19.
[…]
O movimento Huti Ansarullah, aliado do Exército, não deu grande importância ao anúncio de cessar-fogo, que classificou como uma «manobra» dos sauditas, tendo ainda lembrado, em declarações à al-Mayadeen TV, que estes «anunciaram diversos cessar-fogos no Iémen mas violaram-nos sempre». (Abril)

«Aos jornalistas que não são cães-polícia»

[De Bruno Carvalho] O jornalismo afastou-se tanto da realidade e dedicou-se tanto a defender quem nos lixa a vida que as pessoas acreditam mais nas redes sociais do que nas notícias. Desde que a maioria dos jornalistas passou a ser um mero editor de comunicados de imprensa das agências de comunicação que o sector se afunda. O problema é que não se combate a mentira e as fake news com este jornalismo. Combate-se levando às pessoas a realidade que elas vivem e sentem.

Como na vida em geral, precisamos de mais gatos do que cães-polícia. Precisamos de quem escarafunche a dura capa de merda seca que cresce todos os dias para que não vejamos o que outros já quiseram mostrar. Porque o primeiro objectivo de um jornalista deve ser mudar o mundo e questionar o poder. (manifesto74)

quarta-feira, 15 de abril de 2020

«La mejor forma de hacer frente a la represión es la lucha ideológica en todos sus planos»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri a SENDOA JURADO, porta-voz do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão] La situación en las cárceles en estos momentos es aún peor de lo que es habitualmente, y ya es decir. A la desasitencia médica de siempre se le suma un virus desconocido hasta ahora
[…]
En más de una ocasión hemos explicado que las cárceles son el cubo de la basura de este sistema. La cárcel no se creó como herramienta para dar respuesta a la delincuencia, sino como medida para sacar de la calle a grupos de populación considerados contrarios al orden social, ligados directamente a la pobreza. Y evidentemente, también para borrar de la faz de la tierra a los militantes políticos que se revelan contra las injusticias y luchan por cambiar el orden establecido.

Es fácil de entender, por tanto, que si para el sistema capitalista la cárcel es el cubo de la basura, tratará a los presos y las presas como basura. / Ver: lahaine.org

EUA suspendem financiamento à Organização Mundial da Saúde

O presidente norte-americano, que tem sido acusado de não agir a tempo e de ignorar avisos das suas próprias agências internas sobre a gravidade da pandemia, que esteve na origem de cerca de 26 mil mortes nos EUA, disse que «os atrasos da OMS em declarar uma situação de emergência sanitária pública custaram tempo precioso».

Nos EUA, a decisão de Donald Trump causou mal-estar imediato no seio do sector da saúde, nomeadamente da Associação Médica Americana (AMA), que emitiu uma declaração a qualificar a medida como um «passo perigoso na direcção errada» e a defender a necessidade de «cooperação internacional», da «ciência e dos dados» para combater a pandemia. (Abril)

Inter afirma «solidariedade aos trabalhadores e aos povos» face ao surto epidémico

Tendo em conta a pandemia de Covid-19, a CGTP-IN sublinha que a solidariedade assume um «carácter redobrado», porque, «além de prevenir e combater o vírus e defender a saúde e a vida», os trabalhadores e os povos enfrentam, no actual contexto, «o brutal agravamento da exploração, o ataque aos seus direitos, rendimentos e condições de vida».

«A evolução da situação demonstra como o combate ao vírus é indissociável da luta dos trabalhadores e dos povos em defesa dos seus direitos», afirma a central sindical numa nota de imprensa, na qual vinca a ideia de que esta luta terá «forçosamente de continuar e aprofundar-se no futuro», nela se incluindo «o reforço da solidariedade internacionalista». (Abril)

«Leitura #5 – Sobre o direito das nações à autodeterminação» [150 anos de Lénine]

Uma das questões a que Lénine dedicou especial atenção foi ao direito das nações à autodeterminação e à relação entre as tarefas do proletariado na luta pela autodeterminação nacional e na luta pela superação do capitalismo. Uma questão nuclear do que é ser Internacionalista. (manifesto74)

terça-feira, 14 de abril de 2020

«Doce apuntes sobre marxismo (XI de XII)»

[De Iñaki Gil de San Vicente] La derrota proletaria en Occidente no fue causada tanto por la «traición» de este grupo especial de asalariados, como por la conjunción de varios factores: la fuerza irracional del fetichismo de la mercancía en auge desde la década de los ’50; el nacionalismo imperialista azuzado por la prensa contra las guerras de liberación antiimperialista que debilitaban el poder occidental; la nueva estrategia represiva del capitalismo; la presión desmovilizadora y frecuentemente reaccionaria del eurocomunismo, entre otras más. Un papel clave en la derrota lo tuvieron los aparatos de poder imperialista, el FMI, sobre todo, cuya salvaje inhumanidad es silenciada en todo momento por la prensa.

El ataque a la teoría marxista del Estado, del poder y de la violencia, facilitó la ocultación del papel criminal del FMI y otras instituciones del capital –por ejemplo, la mitificación reaccionaria de la Unión Europea y su euro imperialismo–, desviando la atención hacia nebulosas inasibles convertidas en mantras que lo justifican todo: el neoliberalismo, la globalización, el mercado financiero, el «terrorismo»…, o hacia conceptos entonces de moda como «biopolítica» y «necropolítica»: pocas veces en la historia del pensamiento, tantas palabras han tenido tan poca riqueza conceptual han creado tanta confusión. / Ver: lahaine.org

Defender a libertação dos presos palestinianos é uma «necessidade humanitária»

A defesa dos prisioneiros palestinianos e a exigência da sua imediata libertação são não apenas «uma necesidade humanitária, num momento em que as suas vidas estão grande em risco devido à Covid-19, mas também um imperativo político para todos os que se preocupam com a Justiça para a Palestina», destaca o texto.

A libertação dos presos – afirma a Samidoun – é fundamental para «a vitória do povo palestiniano e a libertação da Palestina».

«Liberdade para Khalida Jarrar e todos os prisioneiros palestinianos!»Ver: Abril

Cuba refuta acusação de tráfico de drogas por parte dos EUA

Sobre esta questão, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou na sua conta de Twitter, na semana passada, que são «novas calúnias para pretextos de agressão e ingerência» e que «o perverso império não engana ninguém, apenas os seus lacaios. Cuba é livre e soberana».

O diário Granma sublinha que a Newsweek «não apresentou nem um só documento que sustente a acusação», salientando que «a calúnia fabricada pela Casa Branca visa justificar as medidas de cerco económico contra Cuba e a Venezuela, em plena pandemia de Covid-19, bem como promover uma eventual agressão» contra o país sul-americano. (Abril)

As Nicaragua confronts Covid, its US-backed opposition exploits the pandemic to create chaos

Nicaragua’s right-wing opposition is waging an information warfare campaign to undermine the elected Sandinista government, spreading fake news on coronavirus, while the state takes a balanced approach with close attention to the working class and poor.

As soon as the Covid-19 crisis hit, the Donald Trump administration took the opportunity to escalate its economic war on Nicaragua, imposing a new round of US sanctions on the Sandinista government on March 5. (thegrayzone.com)

segunda-feira, 13 de abril de 2020

«Jazarpenari bidea itxi!» dinamika sortu dute hainbat eragilek Bilbon

«Covid-19 birusaren desenkusan goi-burgesiak langileriaren kontrako ofentsiba politikoa azkartu eta gogortu» duen honetan, «ardura politikoz jokatzea» beharrezkotzat jo dute Bilboko (Bizkaia) hainbat eragilek. Ardura politikoz jardutea, hain zuzen, «burgesiak eta haren klase kolaboratzaileek ezkutatu nahi diguten osasun-krisiaren egiazko izaera agerian uztea eta gaurdanik sektore kolpatuenen babesa antolatzen hastea» dela azaldu dute.

Norabide horretan, Bizkaiko hiriburuan elkarlanari ekin eta «Jazarpenari bidea itxi!» dinamika jarri dute martxan Gazte Koordinadora Sozialistak, Boltxek, Bilbiko Gazte Asanbladak, Bultza Herri Ekimenak, Bilboko Ikasle Abertzaleakek, Bilboko Amnistiaren Aldeko Mugimenduak eta Etxarri gaztetxeak. / Ver: gedar.eus / Nota de apresentação aqui (CAS.)

«¡Patria vasca o muerte!»

[De Ibai Trebiño] Un James Connolly que hoy quiero reivindicar frente a la negación de su legado histórico por parte también de los marxistas españoles y españolistas, algunos de ellos disfrazados de «abertzales». Decía Connolly -en uno de sus muchísimos aportes teóricos al movimiento de liberación nacional irlandés-: «la causa obrera es la causa de Irlanda y la causa de Irlanda es la causa obrera», acuñando aquello de que la opresión nacional y la social eran las dos caras de la misma moneda, una ciencia de la que también hoy reniegan sectores de disidentes apátridas que dicen ser parte de nuestro movimiento popular. Y reniegan, para colmo, en nombre del marxismo.

Con este panorama político y a pesar del Aberri Eguna tan extraño que nos ha tocado vivir en este 2020, puedo decir con certeza que nos encontramos hoy ante un momento histórico que debemos aprovechar para construir y consolidar la Patria vasca; Una patria al servicio del pueblo, una patria donde los intereses populares estén por encima de los intereses de la oligarquía y el gran capital. La patria que soñó Gallastegi y la que soñó Connolly. ¡Luchemos por ella! (pakitoarriaran.org)

Bérgamo ou a mortandade que o patronato não quis evitar

A região de Itália mais atingida pela Covid-19 é um grande pólo industrial. O patronato – com interesses no sector da saúde privada – fez pressão para manter as fábricas a funcionar, e o custo humano foi catastrófico.

A jornalista pergunta então por que motivo «não se fez o mesmo em Val Seriana» e encontra resposta no facto de, neste vale do rio Serio, entre os Alpes e Bérgamo, estar localizado um dos pólos industriais mais importantes de Itália, e de a associação patronal da indústria ter pressionado todas as instituições para evitar fechar as suas fábricas e perder dinheiro. (Abril)

«Pelo fim imediato do bloqueio a Cuba»

As 28 entidades brasileiras de solidariedade a Cuba que assinam este documento vêm EXIGIR publicamente o fim do bloqueio que o governo de Estados Unidos impõe a Cuba por quase sessenta anos.
[…]
É nesse contexto atual de início do corrente ano que se evidencia mais claramente o caráter genocida e criminoso da disposição de seu governo em insistir com uma medida que um presidente de seu próprio país nomeou como inócua e inútil e esta é uma conclusão irrefutável. (PCB)

domingo, 12 de abril de 2020

Aberri Eguna – Dia da Pátria Basca: três comunicados

«Euskal Estatu sozialista gaurdanik eraiki» (Gazte Koordinadora Sozialista)
Gaurko egunean Euskal Estatu Sozialistaren eraikuntzan berresten gara eta euskal lurraldean perspektiba sozialista hegemoniko bihurtu dadin borrokatzen jarraituko dugu. / Ler comunicado aqui

«Aberri Eguna 2020 – Comunicado» (MpA)
para lograr una verdadera independencia no es suficiente con disponer de un estado propio si dicho estado está al servicio del imperialismo. No queremos un estado dominado por las decisiones dirigidas por la oligarquía mundial. No queremos un estado que oprima a otros pueblos. No queremos un estado que condena al pueblo a la miseria en favor del interés de unos pocos, sino una Euskal Herria independiente y socialista. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Aberri Eguna en tiempos de coronavirus» (Boltxe kolektiboa)
El pueblo trabajador vasco necesita urgentemente organizarse, si no lo hace será derrotado y aplastado por las terribles medidas tanto económicas como políticas que el Estado español tomará con la excusa de salir de la pandemia y salvar sus intereses, como hizo hace cuarenta años con los Pactos de la Moncloa.
Ya es una urgencia que lo hagamos. El tiempo juega a favor de nuestros enemigos nacionales y de clase. O nos organizamos o nos derrotarán. (lahaine.org)

«Trabajadores agrícolas: en toda Europa "puertos cerrados", pero explotación abierta»

Desde Italia hasta Gran Bretaña, desde Francia hasta Alemania, en todos los países europeos «ricos» ha habido una carrera hacia la mano de obra barata para la inminente campaña de recolección en el campo. Y así la política de «puertos cerrados» encuentra otra excepción para atraer a masas de desempleados de Europa del este: ¡la temporada de explotación está más abierta que nunca! (izquierdadiario.es)

«Alemania: comienzan a llegar miles de trabajadores como mano de obra barata para las cosechas»
Al igual que Gran Bretaña, Alemania depende de la importación estacional de mano de obra extranjera para recoger muchos de sus cultivos, lo que permite a los productores pagar salarios más bajos e imponer a los trabajadores peores condiciones de las que tolerarían los ciudadanos. (insurgente.org)

«Rapid test kits from China meant for Tamil Nadu diverted to US»

A batch of 50,000 rapid test kits that Tamil Nadu had ordered from China, has been diverted to the United States, Chief Secretary K Shanmugam revealed on Saturday.

As only a few Chinese companies are producing these test kits, there’s massive demand in the global market. The consignment that left for the US was actually supposed to reach Tamil Nadu on Thursday. (newindianexpress.com)