quarta-feira, 13 de março de 2019

Ángel Berrueta na memória

Faz hoje 15 anos que Ángel Berrueta, padeiro no bairro de Donibane (Iruñea), foi assassinado por um vizinho agente da Polícia espanhola e pelo filho deste, quando estava a trabalhar, depois de se recusar a colar um cartaz contra a ETA responsabilizando-a pelos atentados em Madrid dois dias antes, tal como propalava o PP.

Ao longo dos anos, centenas de pessoas têm-se associado a familiares e amigos de Berrueta, para os apoiar e para evocar a memória de Ángel, na Rua Martin Azpilikueta.

Estas homenagens costumam também ser extensivas a Kontxi Sanchiz, moradora de Hernani (Gipuzkoa) que teve um enfarte durante uma carga da Ertzaintza contra uma manifestação de protesto em que se denunciava o que acontecera na véspera em Iruñea.

Ver tb.: «Donibane recordará a Angel Berrueta al cumplirse 15 años de su asesinato a manos de un policía» (lahaine.org)

Ver tb: «Ángel Berrueta, la otra víctima del 11-M» (el periodista canalla via lahaine.org)

Pese al mal tiempo varias decenas de personas se han movilizado en Bilbo contra la OTAN

Varias decenas de personas se han concentrado a ultima hora de esta tarde [ayer] en la plaza de la zona conocida como el Arenal, situada en el Casco Viejo de la ciudad de Bilbao, para mostrar su rechazo a la OTAN.

Habian sido convocadas por la Plataforma OTAN EZ, en la cual participa EH-Donbass Elkartasun Komitea, en el 33 aniversario del referendum sobre la entrada o no del Estado español en la OTAN. Aquella consulta se celebro en todo el Estado y en las provincias del sur de Euskal Herria votaron mayoritariamente en contra de la entrada en la OTAN.

Bajo una fina lluvia que caía sobre la capital de Bizkaia, las personas que han secundado el llamamiento de la Plataforma han coreado gritos en contra de la OTAN como «OTAN hiltzaile!» (OTAN asesina) y también de apoyo a Venezuela.

Algunxs de lxs asistentes portaban banderas de países que han sufrido los ataques de la organización militar atlántica como la de Yugoslavia o de países que hacen frente al imperialismo como Cuba, Siria o Venezuela. / Mais info: euskalherria-donbas.org

Ver tb.: «En el 33 aniversario de su referéndum. La Plataforma ANTI OTAN exige que se pare de financiar la guerra» (ecuadoretxea.org)

Parlamento francês aprova definitivamente a polémica lei «antidistúrbios»

Aprovada ontem no Senado francês com 210 votos a favor, 115 contra e 18 abstenções, a lei, também conhecida como «anti-vândalos», contempla a interdição administrativa e preventiva, por parte das prefeituras, do direito à manifestação; o direito da Polícia a revistar bagagens e viaturas dos manifestantes no local da manifestação; cria um ficheiro das pessoas proibidas de se manifestar; estabelece que «esconder voluntariamente o rosto, total ou parcialmente», passa a ser crime – punido com um ano de prisão e 15 mil euros de multa – e passa a impor o princípio do «vândalo-pagador», tal como o defendeu o ministro francês do Interior, Christophe Castaner.

Vários senadores afirmaram que a lei acabou por ser «endurecida» e alguns destacaram o seu carácter «arbitrário», uma vez que «os prefeitos e, desse modo, o governo podem escolher agora os seus manifestantes», refere o France 24.

A Confederação Central do Trabalho (CGT) exigiu «o abandono puro e simples» do texto. Por seu lado, o Solidaires apelou aos demais sindicatos e à sociedade para «se mobilizarem contra esta lei». (Abril)

«Fascistas, filhos da...»

[De Miguel Tiago] Essa elite, contudo, domina os meios de comunicação social, a produção de conteúdos, o próprio Estado e os seus instrumentos. Ao ver-se incapaz de manter o contentamento nas massas trabalhadoras e nas camadas mais empobrecidas da pequena-burguesia, essa elite aposta no plano B: o da violência como forma de manutenção da sua ordem.
[...]
Os primeiros a serem abatidos e perseguidos quando uma força fascista se posiciona no poder, são os comunistas. Por maioria de razão, esses são os primeiros e os últimos a fazer-lhe frente. Mas nunca sozinhos. (manifesto74)

terça-feira, 12 de março de 2019

«Gure duintasuna ez dago salgai / Nuestra dignidad no está en venta»

[De Vari@s familiares y allegad@s de represaliados y represaliadas políticas vascas] Hau esanda, argitasun osoz adierazi nahi dugu senide moduan guk ez diogula inolako barkamen eskaerarik zor inori, ez dugula onartzen ETAren biktimen mina areagotu izana, eta salatzen dugula ETAren biktimen hainbat erakundek gure egoera kaskartzeko egindako lobby lana. Ez dugu onartzen ez dagokigun ardurarik eta are gutxiago gure senideen eta gure bizitzak izorratzen dituzten horien nahi ase ezinak kontentatzeko. Era berean, maite ditugun pertsonen ondoan egoten jarraitzeko konpromisoan berresten gara xantaia eta mehatxu guztien gainetik. Gure duintasuna ez dago salgai!
-
Dicho esto, queremos expresar con claridad que, como familiares, no le debemos ninguna petición de perdón a nadie, que no aceptamos haber aumentado el dolor de las víctimas de ETA, y que denunciamos el trabajo de lobby realizado por algunas asociaciones de víctimas de ETA para empeorar nuestra situación. No aceptamos ninguna responsabilidad que no nos corresponda y menos para contentar los deseos insaciables de aquellos que destrozan las condiciones de vida de nuestros familiares y las nuestras. Asimismo, nos reafirmamos en el compromiso de seguir al lado de las personas a las que queremos por encima de todos los chantajes y todas las amenazas. ¡Nuestra dignidad no está en venta! (lahaine.org)

Trabalhadores do DIA em greve por tempo indeterminado contra despedimentos

Os trabalhadores dos supermercados DIA na Bizkaia e em Gipuzkoa iniciaram esta segunda-feira, dia 11, uma greve por tempo tempo indeterminado em defesa dos postos de trabalho e para denunciar o despedimento colectivo anunciado pela empresa, que envolve cerca de 2000 trabalhadores no Estado espanhol, 81 dos quais no País Basco Sul.

De acordo com o sindicato LAB e o diário Berria, a empresa poderá despedir 61 trabalhadores de lojas na Bizkaia, dez de lojas em Gipuzkoa e outros dez de lojas em Nafarroa. Em protesto contra o despedimento colectivo anunciado, os trabalhadores em greve realizaram ontem uma manifestação em Bilbo, entre o centro de formação do DIA em Sarriko e a loja da empresa na Poza Lizentziatuaren kalea.

No início da greve por tempo indeterminado, convocada pelos sindicatos ELA e LAB, os trabalhadores pediram aos clientes que «se solidarizem com eles» e «não façam compras nestes dias» na cadeia do DIA.

O LAB afirma que esta semana terá grande importância para o futuro dos trabalhadores. No dia 20 deste mês está prevista a realização de uma junta de accionistas, que deverá ser também a data limite para a negociação e para o próprio futuro da empresa.

Apesar da dureza do conflito, que se arrasta, o LAB destaca a firmeza e responsabilidade das trabalhadoras, que, depois do plenário realizado na manhã de ontem, orrg
anizaram piquetes de greve. / Ver: lab.eus e ecuadoretxea.org

Maduro destaca «civismo» do povo venezuelano perante ataques ao sistema eléctrico

O chefe de Estado destacou a importância de haver «justiça no país», tendo afirmado que foram cometidos crimes graves – de traição à Pátria e contra os direitos humanos – que visavam gerar um estado de desespero, de desestabilização geral e de confronto entre os venezuelanos.

Neste contexto, felicitou o povo pelo seu civismo e resistência, bem como os trabalhadores da Corpoelec, a quem agradeceu todo o empenho, e disse que o governo bolivariano está a trabalhar para resolver os problemas de alimentação, água, segurança e saúde das populações, enquanto procede ao restabelecimento e à estabilização do serviço eléctrico, refere a Alba Ciudad. (Abril)

Ver tb.: «Cuba condena "sabotagem terrorista" contra a Venezuela e mentiras de Bolton» (Abril)
«Ao contrário dos Estados Unidos, que têm cerca de 80 bases militares na América Latina e nas Caraíbas – incluindo a que usurpa o território cubano em Guantánamo – e cerca de 800 no planeta, com mais de 250 mil soldados, Cuba não tem nenhuma em nenhum país, nem especialistas em tortura e repressão policial, nem prisões secretas, nem forças navais ou aéreas a rondar as costas e o espaço aéreo imediato de estados soberanos, nem satélites a observar cada detalhe», declara o governo de Cuba.

«Imigrantes em Portugal: combater mitos e preconceitos»

[De João Pedro Ferreira] Para trabalhadores e explorados, defender o acesso dos imigrantes a melhores condições de trabalho, salários, direitos e apoios sociais é defender uma sociedade melhor para todos. Combater o preconceito é, e tem de ser cada vez mais, parte do nosso esforço diário perante oportunismos e ameaças concretas de criar divisões entre trabalhadores. Sem qualquer hesitação. Lutar contra as discriminações e por melhores condições de trabalho das minorias é lutar por melhores condições de trabalho para todos. (Abril)

segunda-feira, 11 de março de 2019

Plataforma anti-Nato mobiliza-se amanhã em Bilbo

Várias organizações, unidas numa plataforma anti-NATO, promovem uma concentração no arenal bilbaíno contra a Aliança Atlântica, as suas bases e a guerra. É amanhã, 12 de Março, dia em que passam 33 anos sobre o referendo em que Euskal Herria disse «não» à NATO.

Na consulta que teve lugar a 12 de Março de 1986, os quatro territórios do País Basco Sul votaram – tal como a Catalunha e as Canárias – maioritariamente contra a permanência do Estado espanhol na NATO: 59,5% votaram contra em Araba, 64,6% na Bizkaia, 68,3% em Gipuzkoa e 52,7% em Nafarroa.

Para assinalar este facto, voltar a dizer «não à NATO» e «não à guerra, hoje mais que nunca», quando se intensificam os ataques imperialistas contra a soberania dos povos, realiza-se uma concentração em Bilbo esta terça-feira, 12. É às 19h30, no Arenal.

Numa nota, os promotores afirmam que «a NATO é um dos principais obstáculos e barreiras à soberania e emancipação dos povos e à consecução das liberdades», pelo que «é absolutamente necessário proclamar alto e bom som: "Fora NATO", "NATO dissolução!"».

Integram a plataforma anti-NATO as organizações, sindicatos e partidos: Siriaren Alde, Biladi, Donbass Euskal Herria, Berri-Otxoak, Ikasle Abertzaleak, Kakitzat, Drina Zubia, Euskadi-Cuba, Resumen Latinoamericano, Marcha Patriótica, Colectivo Salvadoreño, Bachue, Argitan, Barakaldoko Gazte Asanblada, Txirbilenea Gaztetxea, La Kelo Gaztetxea, Herri Gorri, PCE-EPK, Ezker Anitza-IU, EKB-GKB e CGT. / Mais info: aseh

Ver tb.: «33 anos desde que se disse NÃO à permanência na NATO» (eus./cas.) (revistalacomuna.com)

«Venezuela bajo ataque: 7 apuntes sobre el shock eléctrico (informe especial)»

[De Misión Verdad] el apagón es una extensión del embargo contra Venezuela, de la política estadounidense de restringir importaciones, bloquear cuentas y obstaculizar el acceso a dinero líquido en el mercado financiero internacional y en su propio mercado petrolero, prohibiendo el pago de las exportaciones a Venezuela.
a nivel del teatro de operaciones de la guerra contra Venezuela, el apagón se traduce en la generación de un panorama difuso y de confusión que favorecería la ejecución de operaciones de bandera falsa, incursiones paramilitares y otras acciones violentas que precipiten un estado de conmoción generalizado, que pueda ser presentado como el hecho desencadenante de una intervención militar preventiva, sea para «estabilizar al país por la crisis humanitaria» o para «salvar a los venezolanos de una situación de Estado fallido» en «crisis humanitaria». (misionverdad.com)

Situação desastrosa em Rukban evidencia «hipocrisia humanitária» de Washington

Tendo por base a situação no campo de Rukban, a SANA sublinha que os EUA continuam a adoptar «a hipocrisia e métodos enganadores» na política internacional, sobretudo em «questões humanitárias».

O jornalista Gh. A. Hassoun afirma, numa peça hoje publicada, que os EUA, que atribuem a si mesmos o papel de «polícia do mundo» e de vigilante dos estados que violam os direitos humanos, deviam «estar no topo dessa lista», dado o seu «historial negro» no que respeita à «violação dos direitos dos povos», levando a tragédia a «milhares de pessoas no mundo».

A acusação é feita a propósito da situação dos refugiados e deslocados sírios «encurralados» há cerca de cinco anos no campo de Rukban, na região de al-Tanf, junto à fronteira entre a Síria e a Jordânia, que o jornalista caracteriza como uma «catástrofe humanitária pela qual os Estados Unidos são os únicos responsáveis». (Abril)

«Ataque à Previdência: a farsa que antecede a tragédia» [Brasil]

[De Henrique Júdice Magalhães] Daqui a 40 anos, quando os trabalhadores que começarem agora a descontar para esses fundos se aposentarem, a tendência demográfica, se mantida, quebrará esses fundos, se forem geridos satisfatoriamente: uma gestão inepta ou fraudulenta os quebra antes. Num caso ou noutro, quem tiver descontado para eles fica sem aposentadoria, e o Estado terá que reassumir a Previdência. Mas, até lá, os filhos dos gestores estarão riquíssimos. (PCB)

domingo, 10 de março de 2019

«En respuesta a Eneko Compains»

[De Burkidetxo] Tras leer con atención el artículo de Eneko Compains «Gaztetxes y lucha obrera. Sobre el naciente izquierdismo en la Euskal Herria de hoy» me dispongo a contestar con algunas de las reflexiones que se me han venido a la cabeza.
[…]
Muchas de nosotras saltamos del nido hace tiempo, y sí, fuera hacía un frío helador, pero poco a poco, la temperatura está subiendo. Estoy segura además, de que cuanto más calor tengamos, mas gente saltará sin miedo a pasar frío. No se puede aspirar a construir mayorías por la derecha y a mantener a la militancia más comprometida.
[…]
El tiempo pondrá a cada cual en su sitio. No perdamos de vista el enemigo y cuidémonos, pues cuanto más calor haga, con más dureza nos golpeará el enemigo. (BorrokaGaraiaDa)

«Sim-sim e nem-nem»

[De Jorge Cadima] Para o imperialismo, soberania, vontade dos povos ou Direito Internacional são meros entraves, a ignorar se a correlação de forças o permitir. Ao seu estilo, o governo Trump torna tudo descarado e oficial. Deixa cair o véu hipócrita, mostrando a verdadeira e eterna face do imperialismo.
[...]
O imperialismo pretende inculcar nos povos a ideia de que não pode haver nem alternativa, nem resistência, nem mesmo legalidade internacional. É o nem-nem do imperialismo. Aos povos resta a opção da luta, da resistência e da solidariedade com quem resiste. O resto são enganos. (avante.pt)

«Mulheres palestinianas prosseguem luta pela liberdade»

Habitantes nos territórios ocupados de Jerusalém Oriental, da Cisjordânia e de Gaza, nos campos de refugiados e na diáspora, ou sendo cidadãs de Israel, as mulheres palestinianas «prosseguem o combate pela liberdade e independência do seu povo, pelo retorno dos refugiados, pela criação de um Estado palestiniano», destaca o MPPM. Em simultâneo, mantêm a luta «pela igualdade de género e pelos seus direitos económicos, sociais e políticos», acrescenta. (Abril)

Su Ta Gar – «Jo Ta Ke»

Tema da banda de Eibar (Gipuzkoa) gravado em Dezembro de 2008 num concerto em Durango (Bizkaia) que serviria de base ao DVD e CD duplo Su Ta Gar: 20 urte.

sábado, 9 de março de 2019

«Si nos negamos no somos / Inor ez gara gure izaerari uko eginez gero»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] Etxerat no ha reivindicado nunca la amnistía precisamente porque no correspondía a lo que pensaban y piensan que es su ámbito de actuación. Y ahora resulta que desean un abrazo fraternal con el sistema que mantiene encarcelados a sus familiares y que continúa ocupando y explotando a Euskal Herria.
-
Etxeratek ez du inoiz amnistiaren aldeko aldarrikapenik egin, bere jardun-eremuarekin bat ez zetorrelakoan edo ez datorrelakoan. Baina orain anaitasunezko besarkada bat eman nahi dio sistemari, senitartekoak oraindik espetxeratuak dituen eta Euskal Herria okupatzen eta esplotatzen duen sistema izanik, hain zuzen ere. (lahaine.org)

Venezuela liga Rubio e Guaidó a sabotagem contra sistema eléctrico nacional

Numa conferência de imprensa a que Prensa Latina e TeleSur fazem referência, Rodríguez apontou como cúmplices do atentado o senador norte-americano Marco Rubio, o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o opositor golpista Juan Guaidó, fantoche de Washington e seus aliados, que o reconhecem como «presidente interino» da Venezuela.

Referindo-se a um tweet publicado por Marco Rubio menos de três minutos após a acção de sabotagem, Jorge Rodríguez disse que o senador da Florida «tem o dom da adivinhação» e que «devia explicar ao mundo como soube que o sistema de controlo automatizado de apoio da central hidroeléctrica de Guri tinha falhado», num momento em que «ninguém o sabia». Trata-se de uma «verdadeira confissão de um crime», sublinhou Rodríguez. (Abril)

«Não queremos que os professores voltem a viver abaixo do limiar da pobreza» [Argentina]

Para os sindicatos, os cortes salariais e a diminuição no investimento na Educação revelam a política de fundo da coligação Cambiemos, que visa «criar as condições para a privatização» no sector.

Os dirigentes do CTERA denunciam que está em curso a criação de um duplo circuito de «escolas públicas pobres para pobres e ricas para ricos», que tem subjacente um «modelo de Educação como bem de mercado, disponível, abundante e de qualidade, com a condição única de se pertencer ao mundo dos que podem pagar». (Abril)

«Argélia enfrenta grandes desafios»

[De Carlos Lopes Pereira] Um dirigente da Frente de Libertação Nacional (FLN), o partido que dirigiu a luta independentista e que, com outras forças políticas, integra a aliança presidencial, Walid ben Qarun, […] considera, no entanto, que estes protestos não são promovidos por nenhuma força política argelina, tratando-se antes de ataques manipulados do exterior. «É uma guerra de quinta geração. Forças estrangeiras atacam o país com a ajuda dos meios de comunicação e das redes sociais», declarou à agência Sputnik. (avante.pt)

sexta-feira, 8 de março de 2019

Conferências sobre o Donbass em Bilbo e Zestoa

Membros da associação Vostokerantz e do comité de solidariedade EH-Donbass Elkartasun Komitea darão, no próximo dia 14, uma conferência sobre a actualidade do conflito no Donbass, subordinada ao tema «A guerra continua, Donbass SOS».

A iniciativa, organizada pela Herri Norte Taldea (HNT), tem início às 19h00 no espaço Ipar Haizea, no bairro bilbaíno de Olabeaga.

Também no dia 14, às 18h30, o Gaztetxe de Zestoa (Gipuzkoa) acolhe outra conferência do EH-Donbass Elkartasun Komitea. Jon Kortazar irá falar sobre o «Imperialismo na Ucrânia e a resistência popular no Donbass». / Mais info: @EHDonbas

Satélites russos descobrem cemitério com 300 túmulos perto do campo de Rukban

«Um cemitério recente com 300 túmulos novos foi descoberto no lado sul da vedação do campo» de refugiados sírios de Rukban, revelou esta terça-feira, em comunicado, o Ministério russo da Defesa, citado pela PressTV.

De acordo com o Ministério, as imagens de satélite sugerem que a maior parte das estruturas no campo – localizado junto à fronteira com a Jordânia e numa zona controlada pelos EUA, próxima da sua base militar de al-Tanf – são precárias e inadequadas para o tempo de Inverno.

«Na verdade, o campo de Rukban perdeu há muito o seu estatuto, transformando-se numa reserva com reféns», denuncia o Ministério russo da Defesa, acrescentando que «as forças norte-americanas impedem os refugiados de sair do campo, enquanto os militantes os mantêm à força lá dentro e exigem grandes quantias de dinheiro, em dólares, para os deixar sair». (Abril)

«No es día de reinas y explotadoras»

[De Cecilia Zamudo] Las mujeres somos la parte más golpeada de la clase explotada. Somos víctimas de las guerras imperialistas, del saqueo capitalista que empobrece regiones y países enteros, de las privatizaciones y la precariedad, y además somos víctimas del machismo incesantemente promovido por los medios y toda la industria cultural del capitalismo. Porque el capitalismo se sustenta fragmentando y dividiendo a la clase explotada: por ello la industria cultural del capitalismo difunde incesantemente paradigmas de discriminación como el machismo y el racismo. (BorrokaGaraiaDa)

«As origens comunistas do 8 de Março» [vídeo]

De Maria Lygia Quartim de Moraes (TV Boitempo) A socióloga Maria Lygia Quartim de Moraes apresenta as origens comunistas e socialistas do Dia Internacional da Mulher. Recuperando as condições históricas, políticas e econômicas do surgimento do movimento de massas das mulheres, ela comenta a importância de figuras como Clara Zetkin e Aleksandra Kollontai na criação do Dia Internacional da Mulher, e como ele serviu de estopim para desencadear a Revolução Russa.

Refletindo sobre como a historiografia hegemônica buscou apagar e falsear o elo entre o feminismo e o socialismo nas origens do 8 de março, para produzir uma celebração mais domesticada e até comercializável do Dia Da Mulher, ela defende uma retomada radicalidade da data como um dia da luta. (TV Boitempo)

quinta-feira, 7 de março de 2019

«Altsasu como "pedagogía del miedo" contra la juventud y por el "miedo" a la juventud»

[De Borroka Garaia] Hoy la audiencia nacional española ha ratificado las condenas del montaje policial y mediático acontecido en Altsasu. La justicia española y francesa aplicada en Euskal Herria desde el primer juzgado hasta el último tribunal es la injusticia de la burguesía aplicada en territorio ocupado con el único objetivo de precisamente mantener forzada la hegemonía de esa burguesía y la ocupación.

Las detenciones en Altsasu vinieron precedidas de una amplia campaña criminalizadora contra uno de los pocos focos que perduran en Euskal Herria de denuncia permanente contra las fuerzas de ocupación y la represión gracias al impulso juvenil. De ahí que el montaje y las detenciones tuvieron como primer objetivo anularlo y que «sirva de ejemplo», y una vez dada la sentencia servir a la «normalización social» y la «convivencia» bajo los efectos de la pedagogía del miedo con un mensaje claro dirigido a la juventud trabajadora y por extensión secundaria a la clase trabajadora vasca en su conjunto. (BorrokaGaraiaDa)

Embaixador alemão na Venezuela recebe ordem de expulsão

A Venezuela declarou persona non grata o embaixador da Alemanha, Daniel Kriener, em virtude das «suas acções recorrentes de ingerência nos assuntos internos do país, numa clara violação das normas que regem as relações diplomáticas».

Já esta quinta-feira, a União Europeia (UE) lamentou a decisão do governo de Nicolás Maduro de expulsar o embaixador alemão do país e disse esperar que Caracas «reconsidere» essa atitude.

Recorrendo à sua conta de Twitter, o ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, disse esperar que a UE recupere o «equilíbrio» e reconsidere as suas atitudes face ao país sul-americano. (Abril)

«E, todavia, Lakeith ri-se»

[De António Santos] Antes de Lakeith Smith, com 15 anos, ser condenado a 65 anos de prisão por um crime que não cometeu, um jovem de 24 anos foi julgado por causar um morto ao fugir da polícia. A pena foi de 18 meses. Era branco.
[…]
«Isto é o Sul, sabes?», suspira Brontina e, repete, lentamente, após uma pausa, como se invocasse uma velha lei, «Isto é o Sul… Ainda a minha mãe não era nascida e já a minha avó andava em manifestações contra o racismo. Eu gostava de acreditar que o racismo é um assunto do passado, que toda a gente agora é tratada da mesma forma, mas não é verdade. O racismo está por todo o lado. Está em tudo.» (Abril)

«La jueza del caso Fraguas absolvió a los cargos del PSOE en el incendio de la Riba de Saelices»

[De Movimiento Político de Resistencia] Isabel Serrano Frías, actualmente presidenta de la Audiencia Provincial de Guadalajara y magistrada ponente de la Sentencia por la que ha confirmado el ingreso en prisión de los seis repobladores del antiguo municipio de Fraguas, así como la demolición y el pago del derribo, a instancias de la fiscalía y la acusación de la Junta de Castilla-La Mancha, fue precisamente quien firmó el auto por el que se dejaba sin efecto el procesamiento de varios cargos de la Junta imputados por el Juzgado de Instrucción de Sigüenza, por las negligencias, tanto en las operaciones de extinción del incendio que en 2005 costó la vida de 11 retenes forestales. (movimiento político de resistencia)

quarta-feira, 6 de março de 2019

«Para salvar la vida hace falta poder político y capacidad de autodefensa»

[Entrevista de Iñaki Gil de San Vicente à Agencia Bolivariana de Prensa] Resultado de la conversación exclusiva con Iñaki Gil de San Vicente, la Agencia Bolivariana de Prensa presenta esta vídeo conferencia estructurada en tres segmentos, en la cual se expone en el primero de éstos los elementos que caracterizan la nueva avanzada del imperialismo; en el segundo segmento el entrevistado plantea dos estrategias fundamentales
para la lucha y la defensa de los pueblos organizados ante la nueva avanzada del imperialismo y en el tercero y último segmento se trata la importancia geoestratégica que tienen Colombia y Venezuela dentro del contexto mundial. La video conferencia va acompañada de material visual y gráfico.

Vídeo Conferencia con Iñaki Gil de San Vicente (imágenes y gráficos)Ver: Agencia Bolivariana de Prensa via lahaine.org

«Mahaigaineratu nahi dugu nazio auzia ebazteko beste modu bat»

[Entrevista do Berria a Ane Ibarzabal (1994) eta Unai Martinez (1996), da Gazte Koordinadora Sozialista] Kapitalismoak nazio eredu moderno ezberdindu bat sortu du, eta hori burgesiaren gidaritza politikoaren menpe dago erabat. Kapitalismoak sortzen duen komunitate ereduaren elementu gehienak botere burgesaren dinamikari azpiratuta daude: errepide sareak, unibertsitateak, elementu kultural eta linguistikoak, ehun produktiboa… Guk langile klasearen nazioaren eraikuntza defendatzen dugu, non komunitate horren elementuak kontzienteki eta etikoki kontrolatu beharko liratekeen.
[…]
Horren aurrean, euskal kultura sozialista defendatzea beharrezkoa da. Euskal Herria, beraz, kontzeptu politikoa da guretzat, eta nazio eraikuntza, prozesu sozialistaren parte. (Berria via BorrokaGaraiaDa)

«Respuesta de un venezolano común y corriente al expresidente Pepe Mujica»

[De Eduardo Viloria Daboín] Lo que está en el fondo es la necesidad de EEUU de apoderarse del petróleo venezolano y de todas sus enormes riquezas. Pero, además de todos sus otros olvidos, en este caso también se olvida de que justamente por ese objetivo a Estados Unidos le importa un bledo la democracia en Venezuela y la libertad y bienestar de su pueblo. La única democracia que a EEUU le interesa es la que le permita colocar a un presidente servil a sus intereses, y en la que puedan manejar directamente las instituciones a favor de sí mismo. (albatv.org)

«Discurso de Abertura do I Congresso da III Internacional»

[De V. I. Lénine] A burguesia tem um medo extremo ao crescente movimento revolucionário do proletariado. Isso se compreenderá se temos presente que o curso dos acontecimentos, depois da guerra imperialista, conduz inevitavelmente ao movimento revolucionário do proletariado, que a revolução mundial começa e cobra forças em todos os países. (marxists.org)

Ver tb.: «Congresso da III Internacional» (avante.pt)
Nos primeiros dias de Março de 1919 realizou-se em Moscovo o Primeiro Congresso da III Internacional, a Internacional Comunista (IC), presidido por Lénine. A fundação da IC, as decisões assumidas no Congresso e o seu impacto internacional foram determinantes para a criação e desenvolvimento de partidos comunistas em todo o mundo.

terça-feira, 5 de março de 2019

Face às novas agressões imperialistas, EH volta a dizer «não» à NATO

Várias organizações anti-imperialistas unem-se para promover, no arenal bilbaíno, uma concentração contra a NATO, as suas bases e a guerra, a 12 de Março, dia em que passam 33 anos sobre o referendo em que Euskal Herria disse «não» à NATO.

Na consulta que teve lugar a 12 de Março de 1986, os quatro territórios do País Basco Sul votaram – tal como a Catalunha e as Canárias – maioritariamente contra a permanência do Estado espanhol na NATO: 59,5% votaram contra em Araba, 64,6% na Bizkaia, 68,3% em Gipuzkoa e 52,7% em Nafarroa.

Para assinalar este facto, voltar a dizer «não à NATO» e «não à guerra, hoje mais que nunca», quando se intensificam os ataques imperialistas contra a soberania dos povos, realiza-se uma concentração em Bilbo na próxima terça-feira, 12. É às 19h30, no Arenal.

Numa nota, os promototes afirmam que «a NATO é um dos principais obstáculos e barreiras à soberania e emancipação dos povos e à consecução das liberdades», pelo que «é absolutamente necessário proclamar alto e bom som: "Fora NATO", "NATO dissolução!"».

Entre os promotores da iniciativa contam-se organizações, sindicatos e partidos como Siriaren Alde, Biladi, Donbass Euskal Herria, Berri-Otxoak, Ikasle Abertzaleak, Kakitzat, Drina Zubia, Euskadi-Cuba, Resumen Latinoamericano, Marcha Patriótica, Colectivo Salvadoreño, Bachue, Argitan, Barakaldoko Gazte Asanblada, Txirbilenea Gaztetxea, Herri Gorri, PCE-EPK, Ezker Anitza-IU, EKB-GKB e CGT.

Ver tb.: «33 anos desde que se disse NÃO à permanência na NATO» (eus./cas.) (revistalacomuna.com)

«As 10 funções da USAID, a mega agência "humanitária" da CIA»

[De Nazanín Armanian] Depois da abortada operação «humanitária» contra a Venezuela a 23 de Fevereiro, é útil recapitular a natureza e o papel do braço da CIA conhecido por USAID. Uma agência que, a coberto da pretensão de «auxiliar» os povos, desempenha há muito um sinistro papel de cúmplice e participante activo na acção dos EUA contra esses mesmos povos. «Se a guerra e a pobreza não fossem tão lucrativas, seriam proibidas por lei.» (odiario.info via Diário Liberdade)

«O valor do trabalho em Portugal»

[De Eugénio Rosa] Neste estudo com o título «A subutilização do trabalho em Portugal, os baixos salários e as baixíssimas pensões, e a reduzida cobertura do subsídio de desemprego» analiso, utilizando dados divulgados pelo INE e pela Segurança Social, os ganhos e o que ainda ficou por fazer pelo actual governo com o apoio dos partidos da esquerda, na legislatura que este ano termina.

São também objecto de análise alguns aspectos sócio-económicos cujo número é reduzido mas que são importantes para todos os portugueses, como seja a evolução verificada naquilo que o INE designa por «subutilização do trabalho», a cobertura do subsídio de desemprego, os salários líquidos dos trabalhadores por conta de outrem, a percentagem de portugueses a viverem ainda no limiar da pobreza, e as pensões. (jornaltornado.pt)

Su Ta Gar – «Gau iluna amaitu da»

Ao vivo em Durango (Bizkaia), em Dezembro de 2008. [«Acabou a noite escura». Há-de acabar!]

segunda-feira, 4 de março de 2019

Centenas de pessoas deram as boas-vindas a German Urizar, depois de 28 anos preso

Centenas de pessoas participaram este domingo, na Alde Zaharra bilbaína, no ongi etorri a German Urizar, que esteve preso quase 28 anos.
O ex-preso político bilbaíno teve palavras de lembrança para os companheiros de luta que deixou na cadeia, exigiu a libertação dos presos políticos bascos, insistiu na necessidade de continuar a lutar pela independência e pelo socialismo. Teve ainda palavras solidárias para com a Venezuela bolivariana.
Antes de que os presentes cantassem o «Txoriak txori», de Laboa, German Urizar gritou «Gora Euskal Herria libre eta gorria» [viva o País Basco livre e vermelho]. [Com contributos de Agustin Goikoetxea e de mais gente presente no ongi etorri.]

«Ante la declaración de la asociación Etxerat»

[De MpA] Si lxs familares de lxs presxs políticxs nos generan algo, eso es un absoluto respeto, también en los casos en los que ni siquiera están de acuerdo con la militancia de sus familiares, ya que seguir durante años y de manera incondicional junto a la persona que optó por la lucha solo puede merecer nuestro aplauso, y más aún teniendo en cuenta los continuos ataques que los estados han llevado a cabo contra ellxs.

Precisamente por ello, por el respeto que les debemos a lxs familiares de lxs presxs políticxs, no podemos aceptar de ninguna manera que nadie les cargue la resposabilidad política de nada con la intención de obtener réditos en el juego del politiqueo. / VER: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Coligação internacional» acusada de utilizar fósforo branco em Deir ez-Zor

O ataque das forças da chamada «coligação internacional» provocou a morte a vários civis, incluindo mulheres e crianças, na aldeia de al-Baghuz, considerada o último bastião do Daesh no país árabe.

Fontes locais disseram à SANA que a aviação liderada pelos Estados Unidos utilizou bombas de fósforo branco no ataque, tal como o fizera no sábado contra as quintas de al-Baghuz, zonas agrícolas localizadas junto ao rio Eufrates, já perto da fronteira com o Iraque, no extremo Sudeste da província de Deir ez-Zor.

Os ataques sucessivos dos EUA na província de Deir ez-Zor, com elevado saldo de mortos entre a população civil, e a utilização de bombas de fósforo branco levaram a porta-voz do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova, a expressar a preocupação russa com «as acções dos Estados Unidos da América na Síria», no passado mês de Novembro. (Abril)

«Nenhum governo vai calar a voz das mulheres brasileiras»

A Jornada Nacional de Lutas das Mulheres começa no dia 8 e prolonga-se até 14, dia em que se assinala um ano do assassinato de Marielle Franco. A dirigente do MST Kelli Mafort fala sobre as mobilizações.

Kelli Mafort sublinhou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, avançada pelo governo de Jair Bolsonaro, constitui «uma afronta aos direitos sociais», na medida que põe fim «ao tripé da segurança social (previdência, saúde e assistência social) previsto na Constituição Federal de 88», sendo que as mulheres e as trabalhadoras rurais são as principais atingidas.

Ao definir os contornos da proposta, Mafort destacou a tendência privatizadora e que os bancos serão os únicos beneficiados com tais mudanças, que «tendem a levar contingentes no campo a níveis de miséria absoluta». (Abril)

domingo, 3 de março de 2019

«Gasteiz 1976: Pasan los años…»

[De Boltxe kolektiboa] Los rostros jóvenes de aquellos trabajadores nos reclaman y nos exigen. Sus miradas nos cuestionan si vamos a continuar la lucha en la que ellos cayeron y hasta ahora, solo otros rostros jóvenes les han dado respuesta afirmativa. Esa es la gran esperanza de nuestro pueblo. Frente a quienes imploran reuniones con la patronal o glosan a reaccionarios recientemente fallecidos, la grandeza y el compromiso de los jóvenes reanudará la lucha y retomará el testigo que dejaron estos obreros.

Pasan los años y el fascismo español, sigue tal y como era en 1976. Ahora, en este 2019, mostrando su perfil de una manera más nítida si cabe. Hablando sin tapujos de recortarnos derechos, oprimirnos incluso por opinar en las redes sociales o extendiendo su idea de «España: Una, Grande, Libre» que jamás abandonaron. (boltxe.eus)

«Ante este nuevo 3 de Marzo» (cas./eus.)
[De M1Egin] Los asesinados ese día no fueron víctimas inocentes de la brutalidad policial. Fueron protagonistas y sujetos de la lucha de la Clase Trabajadora contra la burguesía fascista. Por ello, no queremos recordarles como «víctimas» (una palabra ya vaciada de significado por la moral burguesa).

En M1Egin queremos recordarles como caídos en la guerra de clases, asesinados mientras luchaban por sus derechos y la dignidad de nuestra clase –los muertos de esa guerra pasada que nos guían cada día en la guerra presente. (lahaine.org)

«Cúcuta, um campo de concentração neoliberal»

[De Eder Peña / Misión Verdad] A operação contra a Venezuela do passado fim-de-semana teve por base a cidade colombiana de Cúcuta. Cidade paupérrima longamente abandonada pela oligarquia, tornou-se uma base operacional da guerra económica: contrabando de bens e de divisas, mecanismos criminosos de sabotagem e ruptura cambial.
E o departamento em que se situa tem uma das mais elevadas taxas de assassínios de líderes sociais. (odiario.info)

«Recuo dos direitos humanos em França. A República em marcha-atrás»

[De Rémy Herrera] A mãe de toda a violência, que deve cessar urgentemente e contra a qual o povo se vê obrigado a defender-se é a que gera a imposição de medidas neoliberais iníquas, implacáveis, anti-sociais e antidemocráticas; a que, no silêncio dos ajustamentos de preços dos mercados capitalistas, faz morrer de frio os sem-abrigo, leva ao suicídio os agricultores endividados, destrói indivíduos e as suas famílias, privando-os de empregos, cortando-lhes a eletricidade, expulsando-os das suas casas; a que obriga os reformados, por falta de meios, a deixarem de aquecer a sua habitação ou as crianças a saltar uma refeição [...]. (resistir.info)

Donbass: Homenagem a Givi e Motorola [vídeo]

Em homenagem aos comandantes Givi e Motorola e a todos os combatentes antifascistas. Legendado em português.

sábado, 2 de março de 2019

«Arzalluz, uno de los suyos»

[De Borroka Garaia] La ideología de Arzalluz era la ideología del dinero y tenía una base que bebía en gran parte del fundamentalismo religioso clásico anti-marxista (también común a la derecha española), pero debido a las especificaciones vascas y al interés de clase de las fracciones burguesas que el representaba vehiculizado de otra forma. Ya que esas fracciones pese a ser extensiones de la burguesía española, rivalizaban en interés económico en el reparto del pastel. Y Arzalluz siempre tuvo presente que la función del PNV ha sido vital para la estabilización española y para que no se abra paso una alternativa de ruptura independentista y socialista, lo cual le daba margen para nivelar negociaciones en beneficio propio. Algo de lo que también era consciente el Estado español.
[…]
Las palabras se las lleva el viento, lo que queda es la realidad material y las acciones.

Las de un estadista del Estado español. Y en la realidad material se quedaron (y aún continúan) el pacto de Ajuria Enea, la dispersión, la impunidad del terrorismo de Estado y las torturas, la ilegalidad de la autodeterminación vasca o la represión de la ertzaintza. Junto a desalojos en un país donde como ayer mismo un sin techo murió calcinado en Donostia mientras la burguesía se llena los bolsillos de lo que cada vez pierde más la clase trabajadora. (BorrokaGaraiaDa)

Venezuela alerta para «incursões de mercenários» no seu território

Em entrevista à TeleSur, Freddy Bernal, do PSUV, denunciou que os EUA preparam um «novo tipo de guerra» contra o seu país, com recurso a «paramilitares, mercenários e alguns traidores».

O dirigente do PSUV afirmou ainda que estão em curso os preparativos para atacar alvos civis e militares em território venezuelano, com o propósito de gerar o caos e a desestabilização, um tipo de agressão que inclui o assassinato selectivo de dirigentes políticos e funcionários castrenses.

Por seu lado, o diplomata venezuelano Samuel Moncada acusou os EUA de estar a armar opositores venezuelanos fugitivos com o intuito de formar um chamado «exército de libertação» para invadir o país e sublinhou que tais «esforços fazem parte dos planos dos EUA para levar a cabo uma operação clandestina contra a Venezuela». (Abril)

Apesar da repressão israelita, milhares de palestinianos manifestam-se em Gaza

Pela 49.ª semana consecutiva, milhares de palestinianos juntaram-se, esta sexta-feira, em zonas próxima da vedação com que Israel isola a Faixa de Gaza, para participar na Grande Marcha do Retorno. De acordo com a agência Ma'an, as forças israelitas dispostas ao longo da vedação dispararam contra os participantes na mobilização desta sexta-feira, provocando pelo menos 17 feridos.

Referindo-se aos dados divulgados pelo Ministério palestiniano da Saúde em Gaza, a Ma'an informa que nove manifestantes ficaram feridos ao serem atingidos com fogo real, enquanto outros sofreram efeitos de asfixia por inalação das bombas de gás lacrimogéneo também disparadas pelas forças israelitas. Para além disso, o Ministério referiu que um jornalista e dois paramédicos foram directamente atingidos por bombas de gás lacrimogéneo. (Abril)

Altsasuko inauteriak – 2011 – Carnaval de Altsasu

Gora momotxorroak!

sexta-feira, 1 de março de 2019

Foi libertado o preso basco German Urizar, depois de 28 anos na cadeia

O preso bilbaíno German Urizar de Paz saiu da cadeia de Algeciras (Andaluzia) ontem de manhã, revelou a associação Etxerat. Familiares e amigos fizeram mais de mil quilómetros para o receber e o acompanhar no regresso a casa: a Alde Zaharra bilbaína.

German de Urizar passou quase 28 anos na cadeia. Em Junho de 1991, foi preso em Barakaldo (Bizkaia), por ligação à ETA. Tinha então 24 anos.

Tomando Altsasu (Nafarroa) como referência, estava preso a 1045 quilómetros de Euskal Herria, numa cadeia assim distante, e em primeiro grau. Actualmente, há mais cinco presos políticos bascos assim: Mikel Arrieta, Gorka Loran, Jon Igor Solana, Eide Perez e Unai Fano – este último deve ser transferido para a cadeia de Sória na próxima semana.

Dos prisioneiros bascos nos cárceres do Estado espanhol, quase 80 estão na Andaluzia (um terço), a 750-1100 quilómetros de Euskal Herria. Urizar nunca esteve numa prisão a menos de 500 quilómetros. Antes, passou por Carabanchel, Valdemoro e Almeria. / Ver: Berria

Washington continua a impedir saída de refugiados do campo de Rukban

Rússia e Síria acusaram as forças norte-americanas que ocupam a área de al-Tanf, junto à fronteira com a Jordânia, de impedirem a saída livre dos refugiados sírios no campo de Rukban.

Num comunicado emitido esta quinta-feira pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, a Síria renovou o apelo aos refugiados e deslocados que residem actualmente no campo de Rukban para que regressem às suas aldeias e cidades.

«O Estado sírio proporcionará todas as facilidades necessárias para transportar os cidadãos desde o campo [de Rukban] até aos seus locais de residência», lê-se no texto, divulgado pela agência SANA, que denuncia as dificuldades que estão a ser colocadas a este processo pelos Estados Unidos e os seus mercenários. (Abril)

«Abjecta hipocrisia»

[De Filipe Diniz] [Rangel] Disse-se apreensivo face à ideologia de Bolsonaro mas esteve politicamente ao seu lado na fronteira venezuelana. Ao lado de outro personagem de extrema-direita que a UE reconheceu presidente da Venezuela.
Sabe que, se saísse vitorioso o golpe que apadrinha, a «democracia e prosperidade» que aí diz defender seriam de qualidade semelhante às da Ucrânia. Mas para esta gente os fins justificam tudo, incluindo a mais abjecta hipocrisia. (avante.pt)

«Cuba Internacionalista»

[De Jorge Cadima] A Revolução Cubana teve um profundo impacto mundial. A solidariedade internacionalista foi, desde a primeira hora, uma marca característica da Revolução, e uma das suas mais belas expressões. São bem conhecidas as brigadas médicas em muitos cantos do planeta.
Mas essa solidariedade expressou-se também nos campos de batalha e teve um papel fulcral na derrota dos planos imperialistas para impedir a independência de Angola e da Namíbia, e para derrotar o odioso regime racista do apartheid na África do Sul. (o militante)