sexta-feira, 30 de junho de 2017

«Plaza de toros de Badajoz: la sangre republicana subía un palmo del suelo»

Campesinos que habían osado enfrentarse al feudalismo de los señoritos dando vida al sueño de la reforma agraria. José Herrera Petere: «La carne y la sangre viva, el trabajo, el sudor, las lágrimas y el hambre, salían al encuentro de la bisutería, las barras de carmín, los polvos, el colorete, las rentas artificiales, las trampas, la hipocresía». República y al fin la tierra para quien la trabaja. Pacíficos jornaleros, a lomos de burros y pertrechados de azadas, dispararon a la tierra con sus arados en 280 pueblos, comenzando a labrar más de 3.000 fincas. Los terratenientes y sus caciques jamás les perdonaron aquella insolencia, el propósito de vivir dignamente, sin servidumbre ni amos.

El Ejército de África, el general Yagüe, las columnas de Asensio y Castejón se dirigieron a Badajoz, importante porque representaba el faro de la reforma agraria republicana. Pero Badajoz no se rendía, yunteros, lavanderas, ferroviarios, costureras, albañiles, maestras, mecánicos, criadas, médicos... decidieron resistir, defender la República. Durante días Badajoz padeció el bombardeo aéreo incesante y los obuses sembrando el terror, las columnas sublevadas habían puesto el cerco. Las milicias populares defendían la ciudad pero no llegaba artillería ni aviación de Madrid. La ciudad tenía sus horas contadas. A los republicanos les sobraba corazón, pero les faltaban municiones. La defensa heroica sucumbió. Badajoz cayó, empezó la escabechina, la carnicería más monstruosa que se pueda imaginar. (Movimiento Político de Resistencia)

«EUA criam tensão no Corno de África»

[De Carlos Lopes Pereira] Ainda recentemente, o presidente da Eritreia, Isaías Afwerki, responsabilizou os EUA por arquitectarem um clima de tensão ao logo da fronteira etíope-eritreia. Numa carta a alguns chefes de Estado africanos, apelou a que pressionassem o Conselho de Segurança a abordar «as injustiças cometidas contra a Eritreia».

Afwerki sugere que Washington fomenta a tensão regional para mais facilmente intervir no Nordeste da África. Ali, na Somália, em guerra há um quarto de século, tropas norte-americanas e da União Africana, financiadas por potências ocidentais, combatem a guerrilha do al-Shebab. Os EUA acusam Asmara de apoiar os rebeldes. (avante.pt)

«Tropas israelitas matam palestiniano numa incursão nocturna em Hebron» (Abril)
As incursões nocturnas das forças militares israelitas em cidades, aldeias e campos de refugiados na Margem Ocidental ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, ocorrem quase diariamente.
[…]
Desde Outubro de 2015, quando teve início aquilo que ficou conhecido como a «Intifada de Jerusalém», os israelitas mataram mais de 320 palestinianos, segundo indica o Palestinian Information Center.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Desobediência contra a Lei da Mordaça à beira do segundo aniversário

No sábado, 1 de Julho, faz dois anos que a Lei de Segurança dos Cidadãos - Lei da Mordaça - entrou em vigor. Para esse dia, o Eleak, em conjunto com o movimento popular, agendou uma manifestação em Gasteiz, com o lema «Mozal Legeari ez. Herriak desobedientzia!». E deu início a uma «dinâmica de desobediência».

A primeira paragem teve lugar no passado dia 14 no Parlamento de Lakua. Entre 2015 e 2016, «a Lei da Mordaça foi aplicada 8087 vezes na Comunidade Autónoma Basca», explicaram os participantes na acção. Sublinharam ainda que, apesar de a 22 de Junho de 2016 a maioria dos deputados no Parlamento ter defendido a não aplicação dessa lei, desde então - e até ao fim do ano - ela foi aplicada «2857 vezes».

Dando sequência a esta dinâmica, foi pintado recentemente um mural na Kutxi kalea - rua da Alde Zaharra de Gasteiz - a apelar à participação na manifestação deste sábado, que parte da Praça de Bilbo, às 18h30.

Acção contra a Lei da Mordaça no Parlamento de GasteizVer: halabedi.eus

«A NATO e o neonazismo na Europa»

[De Manlio Dinucci] O poder fascista instalado em Kiev quer entrar oficialmente na NATO. A sua condição de membro daria à NATO o direito de declarar guerra à Rússia. Com as forças paramilitares nazis transformadas em unidades militares regulares e com neonazis no poder, a Ucrânia tornou-se uma meca do fascismo internacional. Os EUA/NATO são hoje os principais aliados e mentores do terrorismo e do fascismo. (odiario.info)

«Governo venezuelano condena "ataques terroristas" em Caracas» (Abril)
Ernesto Villegas, ministro venezuelano da Comunicação e Informação, revelou detalhes sobre os ataques contra o Ministério do Interior, Justiça e Paz, e, depois, contra o Supremo Tribunal de Justiça, ocorridos na terça-feira à tarde, pediu ao povo venezuelano que «esteja alerta face à escalada golpista», que visa subverter a ordem constitucional no país, e deixou claro que «nenhum destes ataques vai deter a activação do processo popular constituinte».

«Nunca o inimigo do ser humano esteve tão definido»

[De José Goulão] A assimilação, cultivada pela propaganda oficial, entre a esquerda consequente e a extrema-direita como correntes marginais, é uma réplica nada inovadora da recorrente teoria manipuladora que considera o fascismo igual ao comunismo, definido como social-fascismo, de cuja divulgação até à exaustão os estrategos ultramontanos da CIA encarregaram os agentes «maoístas» de modo a iludirem, arrastarem e desviarem massas de jovens motivados pelos ideais revolucionários. O tempo acalmou a clarificou as águas, mas nem assim os novos ideólogos abandonam as velhas receitas.
[…]
A direita devorou a sua «esquerda» oficial, o partido único com duas faces de uma moeda tende a unificar-se mesmo. A extrema-direita, que resiste a ser assimilada pela grande direita, torna-se maldita, como exemplificou a campanha mediática contra a senhora Le Pen, e vai fazer companhia no índex à «extrema-esquerda», prova de que o novo-velho autoritarismo é tolerante, pois permite a sobrevivência de marginais, desde que silenciados e inoperantes. (Abril)

Oliba Gorriak - «Bake faltsuari gerra»

De Markina-Xemein (Lea-Artibai, Bizkaia) para o mundo! Tema do segundo álbum da banda biscainha, Bake faltsuari gerra (2006).

terça-feira, 27 de junho de 2017

Iker Araguas libertado depois de 9 anos na cadeia

O preso político basco deixou ontem para trás a cadeia de Ocaña II, onde foi recebido por dezenas de conterrâneos que se deslocaram de Iruñea até à prisão espanhola para o acompanhar no regresso a casa.

Iker Araguas passou nove anos na cadeia. Foi preso em 2008, acusado de militar na Segi e de participar em acções de kale borroka, e passou por várias prisões no Estado espanhol. Ontem, regressou ao seu bairro – Iturrama – e, pelas 20h30, foi recebido pelos seus conterrâneos.

Ongi-etorri Iker Araguasi Hoje, era libertado Iñaki Lerin, de Berriozar (Nafarroa), depois de ter passado cinco anos na cadeia. Foi preso em 2012, em Londres, e extraditado no ano seguinte para o Estado espanhol.

No final da semana, será libertado Iñaki Marin, morador do bairro de Azpilagaiña (Iruñea) que foi preso juntamente com Iker Araguas, em 2008. Condenado pela militância no movimento juvenil, encontra-se neste momento na cadeia de A Lama. / Ver: ahotsa.info

Política de dispersão: sétimo acidente do ano
Um amigo do preso político basco Iker Lima (Galdakao, Bizkaia) sofreu, este domingo, um acidente rodoviário nas imediações de Salamanca, quando regressava da visita na prisão de Huelva, informa a Etxerat. O sinistrado não ficou ferido com gravidade e conseguiu sair da viatura arrastando-se.

Trata-se do sétimo acidente rodoviário sofrido, este ano, por amigos e familiares de presos políticos bascos, como consequência das longas deslocações que são obrigados a fazer para visitar os presos. Para denunciar esta situação e mostrar solidariedade com o amigo de Iker Lima, a Etxerat agendou concentrações nas quatro capitais do País Basco Sul, para ontem e hoje. / Ver: etxerat.eus

«A nossa solidariedade é imparável!»

[De Askapena] Conocemos bien a los y las compañeras de Ceivar y el trabajo solidario que día a día han llevado adelante en todos estos años apoyando y solidarizándose con todas las personas golpeadas por la represión a causa de su trabajo político, la ayuda a los y las presas politicas galegas y a sus familiares.
[...]
Sabemos bien que esta última operación se produce por la solidaridad que lleva adelante Ceivar. Por lo tanto, como Askapena rechazamos la criminalización de esta práctica política y nos solidarizamos con los y las compañeras golpeadas. Este es un intento más por parte del Estado para parar la lucha del pueblo galego, pero, sabemos que ni estas detenciones ni las que vendrán podrán con la determinación de el pueblo galego hacia su liberación nacional y social. (askapena.org)

«Braudel, Foucault, Lévi Strauss e a CIA»

[De Pablo Pozzi] Foi desclassificado um documento de trabalho da CIA que fala do processo visando influenciar a intelectualidade francesa. Designa-o, justamente, como «guerra cultural» anti-marxista, e já vem estando muito amplamente documentado. Essa guerra prossegue até aos nossos dias, e é muito interessante comparar o perfil dos intelectuais que a CIA considera mais eficazes para os seus objectivos com certas figuras «de esquerda» com lugar cativo na nossa comunicação social. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

O que ocorre na Venezuela é uma jogada antiga do capitalismo [vídeo]

De QuatroV - 4V

«¿Dónde recomponer fuerzas en medio del asedio?» (lahaine.org)
[De Marco Teruggi] Estamos enfrentados a la decisión del imperio norteamericano de terminar con el chavismo en el gobierno, su intención de borrar un país para construir uno a su medida. Borrar, de manera literal. Estas semanas son claves, lo dice la lectura de los movimientos de sus dirigentes, los discursos, los apoyos, sus fuerzas en territorios. Están en el desarrollo de su plan, en escalada de violencia, con sus mismas limitaciones que no logran superar -la falta de apoyo activo de las barriadas populares y la lealtad de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana- pero que no quita la capacidad de daño de sus acciones.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Iñaki Bilbao abandonou a greve de fome

O biscainho tinha iniciado a 28 de Maio a greve de fome e de enclausuramento. «O seu corpo não assimilava a água há dias, pelo que não se hidratava», explicou o MpA.

No 30.º dia de luta, Iñaki Bilbao, Txikito, comunicou aos seus, por telefone, o fim do protesto. Disse-lhes também que, «embora esteja fraco fisicamente, se sente com forças a nível psicológico», revelou o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA).

O preso de Lezama está na cadeia de Puerto III (Cádis), que há um mês lhe impôs «as condições de vida mais duras e restritivas possíveis». «Txikito passa 22 horas por dia na cela e as outras duas num pequeno pátio, sozinho, ou, quando muito, com mais um preso». Neste período, denuncia o MpA, proibiram-lhe «todo o tipo de comunicações - telefónicas, por carta, em visitas - com uma familiar e três amigos.

Txikito está há 33 anos na cadeia, «a maior parte dos quais em galerias de isolamento, e, nos últimos 10 anos, nas de Puerto III».

«Estão a castigá-lo por não renegar a sua militância, ou seja, por continuar a apostar na independência e no socialismo», explica o MpA, que destaca a atitude do biscainho como um «exemplo de humildade e generosidade para a nossa militância». «A luta continua nas ruas», conclui. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Irunberri, 1990» [documentário]

A 25 de Junho de 1990, ocorreu um tiroteio entre militantes da ETA e agentes da Guarda Civil na Foz de Irunberri (Nafarroa). Jon Lizarralde, Susana Arregi e um sargento da Benemérita morreram. German Rubenach foi preso gravemente ferido. A versão oficial procurou fazer acreditar à opinião pública que a morte dos militantes da ETA foi um suicídio colectivo. Contudo, 27 anos passaram, muito se escreveu e as dúvidas persistem sobre o que realmente aconteceu. Só a Guarda Civil sabe o que ali se passou.

Em 2010, por ocasião do 20.º aniversário de Irunberri, foi editada uma revista de 52 páginas. Inclui uma introdução, a crónica oficial dos factos, uma secção de dúvidas, falsidades e incógnitas, a biografia de Jon e Susana, uma entrevista a Germán Rubenach e recortes de imprensa da época. Também em 2010 foi realizado o documentário «Irunberri 1990».

«Irunberri, 1990»
27 anos depois, que se passou na Foz de Irunberri?
O portal Irunberri Gorria reuniu parte dos arquivos que documentam, informam e procuram fazer luz sobre a grande escuridão que persiste sobre aquele 25 de Junho de 1990 e dias seguintes em Irunberri.

A editorial Txalaparta fez duas edições da obra Foz de Lumbier. Antecedentes y crónica de unas ejecuciones, escrito por Ricardo Zabalza, no qual se aborda acontecimentos anteriores importantes em Euskal Herria e aquilo que se passou na Foz nessa perspectiva.

Em 2010, por ocasião do 20.º aniversário de Irunberri, foi editada uma revista de 52 páginas. Inclui uma introdução, a crónica oficial dos factos, uma secção de dúvidas, falsidades e incógnitas, a biografia de Jon e Susana, uma entrevista a Germán Rubenach e recortes de imprensa da época. Também em 2010 foi realizado o documentário «Irunberri 1990». / LER mais em: ahotsa.info

«El socialismo revolucionario abertzale: Kas y Ekin (IV)»

[De Borroka Garaia] Esta década de los 2000 arranca con el fracaso de Lizarra-Garazi que no solo supuso el intento fallido por alcanzar un escenario de autodeterminación y solución al conflicto sino que al mismo tiempo había dejado un poso de institucionalismo, electoralismo y pactismo, y de no readecuación de una estrategia revolucionaria que en esos momentos necesitaba de una ofensiva político-social, que se empezaba a dejar en manos de políticos y acuerdos alejados de las masas populares.

Para principios del 2000 todas las organizaciones revolucionarias ya habían sido ilegalizadas y también empieza a negarse la participación electoral.

Aquí se produce la ruptura del acuerdo histórico de unidad popular con el socialismo revolucionario abertzale por parte de un sector de la socialdemocracia abertzale. Así nació Aralar. La primera oleada de la nueva socialdemocracia abertzale. (BorrokaGaraiaDa)

«Grande manifestação anti-imperialista e anti-NATO em Salónica» (cas.)

EL 24 de junio de 2017, el Frente Militante de Todos los Trabajadores (PAME) organizó en Tesalónica una gran manifestación nacional contra las intervenciones y las guerras imperialistas y contra la participación de Grecia en ellas.

El orador principal, G.Perros, miembro del Secretariado Ejecutivo del PAME, destacó en su discurso: «Protestamos y exigimos: Ninguna participación en las intervenciones y las guerras imperialistas fuera de nuestras fronteras. Ninguna implicación en las masacres de la OTAN y de la UE. Que regresen las naves, los aviones y las tropas militares. Ningún soldado fuera de las fronteras. Que se cierren todas las instalaciones militares extranjeras. Fuera la OTAN del mar Egeo y de los Balcanes. Hay que luchar contra el cambio de fronteras. Luchar contra la restricción de libertades sindicales y otras. No a los gastos militares para la OTAN; fondos para las necesidades de las familias obreras y populares. Fuera la OTAN del Egeo. Hay que luchar contra el nacionalismo, el racismo, el chovinismo. Solidaridad con los refugiados, los inmigrantes, solidaridad con todos los pueblos».

Manifestação anti-imperialista e anti-NATO na GréciaMais info e fotos: lahaine.org

domingo, 25 de junho de 2017

Milhares manifestaram-se em Bilbo em defesa da amnistia

Uma multidão participou este sábado, em Bilbo, na manifestação convocada pelo Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, reivindicando a amnistia para os presos bascos. No final, salientaram que Txikito - preso há 28 dias em greve de fome - «está há dez anos no inferno de Puerto III e nesses dez anos não o conseguiram humilhar». «Também não nos vão conseguir vergar! Não nos vamos submeter a quem espolia o nosso povo e explora a sua classe trabalhadora!», afirmaram.
Ao longo da mobilização, que começou no Sagrado Coração, ouviram-se palavras de ordem pela libertação dos presos e pela amnistia, e a reivindicar «Independência e Socialismo» para Euskal Herria.
No final, realizou-se um acto, junto ao Arriaga, no qual as primeiras palavras foram dirigidas ao prisioneiro político Iñaki Bilbao, Txikito, que cumpre uma greve de fome há 28 dias na cadeia de Puerto de Santa María (Cádis).
«Juntamo-nos aqui para lhe agradecer a sua dignidade, o seu compromisso e por ser um exemplo de luta. Sem descanso até à independência e ao socialismo! Gora Txikito!», afirmaram.
Sobre a amnistia, a organização e a luta, mais info em: Resumen Latinoamericano e amnistiAskatasuna

Comunicado e fotos / agiria eta argazkiak (amnistiAskatasuna)
[documento com umas partes em euskara, outras castelhano e outras em francês]

Sobre Iñaki Bilbao, há 28 dias em greve de fome

Iñaki Bilbao, Txikito, preso político de Lezama (Bizkaia), que ontem cumpria 27 dias de greve de fome e de enclausuramento, foi visitado ontem, 24, por uma amiga, na cadeia de Puerto III, informou o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão.

Assim, soube-se que Txikito já perdeu 16 quilos e que o seu corpo está a ter dificuldades para assimilar a água que bebe. Está fraco e precisa de fazer pausas quando fala.

Apesar disto, o preso biscainho sente-se com força, do ponto de vista psicológico, e comunicou que vai continuar com o seu protesto, que está a realizar em prol da independência e do socialismo para Euskal Herria, numa das cadeias mais duras do Estado espanhol.

Em solidariedade com Txikito, Ibai Aginaga e Jon Kepa Preciado não vão ao pátio desde quarta-feira, respectivamente, nas cadeias de Sevilha II e Córdova. Saioa Sanchez, presa de Berango (Bizkaia), começou a recusar as saídas ao pátio neste domingo, na cadeia de Rennes. / Ver: lahaine.org

«La expropiación del tiempo en el capitalismo actual»

[De Renán Vega Cantor] En este texto se analiza un asunto crucial de la expropiación de los bienes comunes en el mundo de hoy por parte del sistema del capital, pero sobre el cual poco se reflexiona. Nos referimos a la expropiación del tiempo de la mayor parte de los seres humanos. La exposición parte de recordar en forma breve la manera como la expropiación inicial del tiempo, cuando surge el capitalismo industrial, estaba relacionada con la conversión de campesinos y artesanos en obreros asalariados y se limitaba al ámbito fabril. Luego se consideran los rasgos generales de la expropiación del tiempo en nuestra época, recalcando el papel que desempeñan las tecnologías de la información y la comunicación. Por último, a partir de este análisis general se presenta el recuento de algunos aspectos emblemáticos de expropiación del tiempo, tal como los supermercados, la siesta, la noche, la comida rápida y la memoria y la historia. (BorrokaGaraiaDa)

«Frota russa lança mísseis Kalibr contra terroristas na Síria»

As forças militares russas mantêm o intenso apoio prestado ao governo sírio na luta contra o terrorismo. Na quinta-feira, a Frota Naval no Mediterrâneo lançou seis mísseis Kalibr contra posições do Daesh na província de Hama.
[...]
Em declarações à Prensa Latina, ontem, a porta-voz do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova, perguntou como era possível que, no meio dos esforços realizados e dos resultados alcançados por Moscovo na Síria, os Estados Unidos atacassem aqueles que lutam contra o terrorismo. (Abril)

«Somos muito mais fortes. A cimeira de Riad não terá qualquer efeito» (odiario.info)
[Sayyed Nasrallah] O secretário-geral do Hezbollah traça um panorama da situação no Médio Oriente e avalia o impacto que a recente cimeira de Riad, com a participação de Trump, aí poderá ter. A resistência dos povos árabes, apesar dos imensos sofrimentos que lhes são impostos, tem defrontado com sucesso a ofensiva imperialista EUA/NATO e seus aliados regionais.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

No sábado, todos a Bilbau!

Larunbatean, denok Bilbora!
18h30, Sagrado Coração: manifestação nacional a favor da amnistia
Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! AMNISTIA OSOA!
Jamais nos vergamos! Jo Ta Ke amnistia lortu arte!

Mais info: «24 de Junho: manifestação nacional pró-amnistia em Bilbo» (aseh)

Operário basco morre em Sukarrieta

Um trabalhador de 45 anos morreu, ontem, em Sukarrieta (Bizkaia). Num dia de elevadas temperaturas, o operário realizava trabalhos de limpeza, em plena tarde, em obras adjudicadas pela URA - Agência Basca da Água. Só em 2017, 30 trabalhadores morreram nos seus postos de trabalho ou como consequência das tarefas que desempenhavam, em Euskal Herria.

O trabalhador sentiu-se indisposto por volta das 15h30 e veio a falecer, na sequência de um golpe de calor, segundo revelou, esta manhã, o Osalan - Instituto Basco de Segurança e Saúde no Trabalho. Numa nota anterior a esta confirmação, o sindicato LAB já considerava que essa fosse a causa mais provável, sendo que ontem as temperaturas foram extremamente elevadas.

O LAB critica o facto de o operário ter de andar a executar tarefas de limpeza às 15h30, quando o País Basco está há vários dias em situação de alerta amarelo ou laranja devido às altas temperaturas, e sublinha que este factor devia ter sido levado em conta como um dos que contribuem para os acidentes de trabalho.

Tendo em conta que a URA é uma empresa pública, devia estar garantido o cumprimento das «medidas básicas de prevenção», mas, critica o LAB, o caminho que está a ser feito «nas administrações públicas (e também pelo PNV)» é o inverso. Por isso, 30 trabalhadores já morreram este ano, em Euskal Herria, nos seus postos de trabalho ou como consequência das tarefas que desempenhavam. Três em Araba, 10 na Bizkaia, 12 em Gipuzkoa e cinco em Nafarroa.

Perante esta situação, a maioria dos sindicatos bascos - ELA, LAB, ESK, STEILAS, EHNE e HIRU - concentram-se amanhã, 23, às 11h00, frente à sede do Governo de Lakua em Bilbo. / Ver: LAB