quinta-feira, 8 de março de 2018

«Puerto Rico: un país en bancarrota y colonizado»

[De Luismi Huarte, do Parte Hartuz ikerketa taldea] El último país del continente americano de habla castellana pendiente de independizarse, se encuentra sumergido en una crisis económica descomunal.

Donde se combinan bancarrota, deuda impagable y una absoluta falta de soberanía económica. El presente análisis pretende desentrañar las razones históricas y contemporáneas de la catastrófica situación actual.

La presente crisis no se puede entender sin tener en cuenta el legado de más de 500 años de colonialismo español y estadounidense, como nos señalan diferentes economistas del país. Los 4 siglos de colonia española, hasta 1898, no van a culminar con la independencia, como sí sucedió en Cuba, ya que EE.UU. se apropiará del país e impondrá un modelo de latifundios de caña de azúcar por toda la isla. (lahaine.org)

«Israel exige "lealdade" a palestinianos para viverem em Jerusalém»

A lei agora aprovada no Knesset aplica-se a todos os residentes permanentes – imigrantes recentes ou residentes de longa data – em Jerusalém Oriental e permite ao Estado israelita expulsar do país qualquer pessoa cujo direito de residência seja revogado, informa o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM).

De acordo com o novo quadro legal, o ministro do Interior de Israel, Aryeh Deri (dirigente do partido ultra-ortodoxo Shas), pode revogar o estatuto de residência aos palestinianos residentes em Jerusalém com base em três premissas: «violação de lealdade», obtenção do estatuto de residência «com base em informações falsas» ou quando «um indivíduo cometeu um acto criminoso». Neste contexto, o ministro poderá retirar a documentação de residência a qualquer palestiniano que considere uma ameaça. (Abril)

8 de Março - Dia Internacional da Mulher Trabalhadora

Cartaz soviético, via @pechosboys

quarta-feira, 7 de março de 2018

«Ante la muerte de Xabier Rey Urmeneta»

[De MpA] Asimismo, debemos denunciar que la muerte de Xabier ha sido impulsada por el Estado español y que, por lo tanto, la consideramos un asesinato político. Si las condiciones de vida que imponen a lxs presxs políticxs en todas las cárceles españolas no son en absoluto fáciles, las que imponen en Puerto III son las más duras entre las duras. Tenemos que recordar que la cárcel de Puerto III ha sido un verdadero centro de exterminio desde el mismo momento de su apertura, y que desde el principio ha sido utilizada para hacer experimentos con lxs presxs políticxs vascxs. Su régimen carcelario es sobradamente conocido por su dureza, y sus carceleros lo son por su actitud de fascistas militantes. En mayo del 2010 apalearon al preso de Elorrio Arkaitz Bellón (posteriormente apareció muerto en Puerto I).

Es conocido el aislamiento total al que sometieron a Arantxa Zulueta y la primera fase del primer grado, que es el régimen penitenciario más restrictivo, que impusieron a Iñaki Bilbao 'Txikito' (la cual ya le han quitado). Actualmente siguen manteniendo a Iñaki en el módulo de aislamiento (donde permanece desde 2007), al igual que al recientemente extraditado desde Francia Jon Bienzobas. También a este último le han aplicado la primera fase del primer grado tan pronto como ha pisado Puerto III.
[...]
No debería ser época de frases fáciles ni tampoco de relatos románticos de revoluciones lejanas. En estos tiempos en los que el aparentar ha tomado la delantera al accionar, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere destacar que hoy, igual que ayer y que mañana, es época de lucha. Queremos alcanzar una Euskal Herria libre y sin represaliadxs políticxs, y por ello queremos hacer un nuevo llamamiento a la lucha, porque solo luchando alcanzaremos los objetivos a los que aspiramos. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

Sessão sobre liberdade de expressão em Busturia

O movimento popular Laia, de Busturia (Bizkaia), promove a realização de uma sessão sobre liberdade de expressão e contra o fascismo na próxima sexta-feira, dia 9, às 19h30, no Gaztetxe Otxozulo, de Axpe (Busturia). Será possível conhecer a situação do rapper catalão Pablo Hasél, que participará na iniciativa.

Recorde-se que Hasél foi condenado recentemente pela AN espanhola a dois anos e um dia de cadeia e ao pagamento de uma multa de 24 300 euros, acusando-o de enaltecimento do terrorismo e de injúrias à coroa espanhola.

Hasél denunciou o processo, afirmando que era condenado pelas opiniões que expressava no Twitter e nas suas canções, e considerando o julgamento como um ataque à liberdade de expressão.

À mesa-redonda segue-se a música (22h00), com concertos de Pablo Hasél, Gatom e Kakaniko zaitez DJ. A entrada para os concertos custa três euros. / Ver: busturialdea.hitza.eus

Debate em Lisboa pelo «fim da agressão à Síria»

O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) promove na próxima quarta-feira, 14 de Março, às 18h30, na Casa do Alentejo, em Lisboa, o debate «Pela salvaguarda dos direitos do povo sírio, da paz e da soberania. Fim à agressão à Síria!». São oradores os jornalistas José Goulão e Ribeiro Cardoso, e o vice-presidente da direcção nacional do CPPC, Filipe Ferreira.

A premência desta iniciativa prende-se com a intensificação das ameaças à Síria e com a violenta campanha mediática promovida em torno da situação em Ghouta. Numa recente tomada de posição pública, o CPPC denunciava o «conjunto de falsidades fomentadas por responsáveis da Administração norte-americana e de outros governos, amplamente propaladas em órgãos de comunicação social, sobre a situação na Síria, tentando fazer passar as vítimas por “algozes” e os algozes por “vítimas”, os agredidos por “agressores” e os agressores por “agredidos”».

Responsabilizando os EUA e seus aliados pelo desencadear do conflito, ao terem criado e apoiado «as diversas ramificações da Al-Qaeda e o auto-denominado Estado Islâmico», na tentativa de derrubar o governo sírio, o CPPC reclama o fim da agressão externa à Síria e a retirada das forças militares estrangeiras que ocupam ilegalmente o país. O fim da ingerência e o respeito pela soberania da Síria são objectivos centrais para estabelecer a paz. / Ver: CPPC

«Cinco anos sem Hugo Chávez»

[De Bruno Carvalho] Quando morreu, neste dia, há cinco anos, o mundo pôde observar, atónito, como um povo inteiro se acotovelava para despedir-se do comandante da revolução bolivariana. A imprensa ocidental tratava de ridicularizar os milhões que durante dias fizeram filas para ter os seus últimos segundos junto de Hugo Chávez. Essa imagem chocava com o funeral de Margaret Thatcher ou de outros representantes políticos dos grandes grupos políticos e económicos. As únicas ruas que se encheram no Reino Unido foram as que viram os trabalhadores celebrar a morte da bruxa que promoveu o vampirismo neoliberal.

O herdeiro de Maisanta foi celebrado pelas massas que queriam agradecer que um dos seus tivesse resgatado o seu povo das garras de Washington, que, finalmente, todas as crianças pudessem comer mais do que uma refeição, que a saúde fosse acessível a todos, que se tivesse erradicado o analfabetismo e que a Venezuela tivesse passado para a vanguarda dos países com mais alunos a frequentar de forma gratuita o ensino superior. (Abril)

terça-feira, 6 de março de 2018

O preso basco Xabier Rey foi encontrado morto na cela em Puerto III

O preso político basco Xabier Rey Urmeneta, do bairro pamplonês de Donibane, tinha 38 anos e foi encontrado morto esta terça-feira na prisão de Puerto III (Cádis), a mais de 1000 km de casa, revelou a Etxerat, associação de familiares e amigos dos presos bascos.

Numa nota, a Etxerat denunciou que o preso Xabier Rey Urmeneta, Antxo, se encontrava «numa cadeia a mais 1000 quilómetros de Euskal Herria», tendo acrescentado que permanecer em primeiro grau dez anos «prejudica as condições de vida dos presos bascos».

A Etxerat, que expressou o seu «apoio e solidariedade» à família do preso iruindarra, exigiu o fim da política de dispersão e «restantes medidas cruéis de excepção que são mantidas contra os presos bascos e fazem aumentar a dureza da pena imposta».

A associação anunciou que amanhã, às 11h30, irá dar uma conferência de imprensa num hotel de Iruñea relacionada com a morte de Xabier Rey.

Detido em Outubro de 2008 na capital navarra, Urmeneta esteve incomunicável e denunciou ter sido torturado enquanto permaneceu nessa condição. Foi condenado em 2011 pela Audiência Nacional espanhola por integrar o Comando Nafarroa da Euskadi Ta Askatasuna. / Ver: eitb.eus

«La lucha de las mujeres (trabajadoras) por su emancipación»

[De Red Roja] Dos hechos marcan a fuego este 8 de marzo de 2018: por un lado la intensificación de la explotación laboral, el deterioro de las condiciones de vida y la opresión de las mujeres trabajadoras, y por otro, la ofensiva ideológica destinada a escamotear la naturaleza de clase de los mismos.
[...]
En este 8 de marzo, en el que multitud de datos demoledores dan cuenta de la intolerable situación de las trabajadoras, que empeora cada vez más, lo que aparece en primer plano son las denuncias de opresión de sectores de mujeres privilegiadas que llegan a preconizar revoluciones estéticas y que en absoluto cuestionan la dominación de clase ejercida por mujeres y hombres de la burguesía.
[...]
A todo ello se suma la intolerable violencia machista que, en forma de asesinatos, violaciones y malos tratos, se desata con fuerza y atrapa especialmente a las mujeres socialmente más desprotegidas, las de la clase obrera. Como respuesta, las mujeres trabajadoras organizadas deben estar en la primera línea de la denuncia y la resistencia más intransigente, y deben contar con la plena implicación de sus compañeros de clase en el ineludible combate contra el machismo. (redroja.net)

«A mulher e o trabalho no capitalismo»

[De Fernanda Mateus] O sistema capitalista não dá resposta às seculares aspirações das mulheres à igualdade e emancipação. Recorrendo a uma gigantesca ofensiva política e ideológica à escala mundial, o grande capital exige para si todas as liberdades, impondo retrocessos e liquidando conquistas civilizacionais, arduamente conquistadas pela prolongada luta do movimento operário e comunista, com importante contributo da luta das mulheres, designadamente no século XIX e XX.

Animado de tais objectivos, o sistema capitalista procura extinguir as liberdades e os direitos de quem vive do rendimento do trabalho – pela violência da exploração laboral, pela agudização das escandalosas injustiças na distribuição do rendimento entre capital e trabalho, por graves limitações ao direito de organização e participação dos trabalhadores, perseguindo quem se opõe, branqueando o fascismo e o nazismo, lançando campanhas de deturpação dos ideias comunistas, fomentando focos de conflito e de guerra, atacando a soberania de Estados e povos.

Por mais que o tentem ocultar, no sistema capitalista o processo progressista da integração da mulher na vida profissional não conduz ao fim das discriminações no trabalho, nem tão pouco as que penalizam as trabalhadoras na família, na maternidade e na sociedade em geral, porque o trabalho das mulheres, e elas próprias, foi e é convertido em objecto de exploração. E sendo verdade que os mecanismos de dominação e opressão das mulheres são anteriores ao capitalismo, não é menos verdade que este sistema manteve e mantém a perpetuação destes mecanismos como parte integrante da sua natureza exploradora e opressora. (Diário Liberdade)

«Exército sírio continua a avançar em Ghouta Oriental»

Entretanto, os morteiros continuam a cair sobre os bairros de Damasco, e já hoje a agência Sana deu conta de que 18 civis ficaram feridos ou foram mortos na sequência de mais uma vaga de morteiros lançada a partir de Ghouta Oriental. Mas, tal como ocorreu em operações de libertação de outras cidades, por parte do EAS, na comunicação social dominante a «culpa» do que se passa em Ghouta Oriental é governo sírio e dos aliados russos.

Tal como ocorreu quando da libertação de Alepo, em qualquer TV, jornal ou revista familiar se vê a imagem lavada da Al-Qaeda ou dos «sucedâneos» do Daesh financiados por estes e por aqueles – entenda-se: a Arábia Saudita, os EUA, as potências ocidentais.

A estratégia já não espanta quando o Exército sírio e os seus aliados estão na mó de cima sobre o terrorismo: a culpa é «regime de Damasco», os Capacetes Brancos estão em Hollywood, o Observatório Sírio é a fonte.

A mesma «imprensa» é acusada há muito de dois pesos e duas medidas na cobertura que faz das operações anti-terroristas e de libertação de cidades na Síria e no Iraque, sendo que do registo das «atrocidades» e da condenação (no caso de Alepo ou de Ghouta) se passa facilmente para a enfática celebração das «operações libertadoras» de Raqqa, na Síria, ou Mossul, no Iraque – estas últimas foram lideradas por Washington e amigos seus, e não pelo «terrível» Assad, em companhia do «ditador» Putin – que agora, ainda para mais, «ameaça» o Ocidente com uma corrida às armas... (Abril)

segunda-feira, 5 de março de 2018

Solidariedade basca com a Venezuela em Ziortza-Bolibar

Centenas de pessoas responderam este domingo, 4 de Março, ao apelo da Plataforma Basca de Solidariedade com a Revolução Bolivariana «Venezuela Aurrera», integrada por 28 organizações, partidos e sindicatos, para participar numa jornada solidária internacionalista com a Revolução bolivariana, quando passam cinco anos sobre a morte do Comandante Hugo Chávez (faleceu a 5 de Março de 2013).

Sob o lema «Denok gara Venezuela» (Somos todos Venezuela), a iniciativa teve lugar em Ziortza-Bolibar (localidade biscainha de onde são os ancestrais de Simón Bolivar).

Solidariedade basca com a Venezuela em Ziortza-BolibarO País Basco tributa uma homenagem à figura de Hugo ChávezMais info: cubainformacion.tv

«Hugo Chávez y su afinidad con la República Árabe Siria»

En muchos de sus discursos el Comandante Chávez siempre nombró con respeto y amor a la República Árabe Siria, defendió la causa árabe Siria como suya en todos los escenarios internacionales, y, tuvo muy buenas relaciones de amistad con el Presidente Bashar Al Assad.

El Comandante Hugo Chávez, como Presidente de la República Bolivariana de Venezuela realizó tres visitas de trabajo a la República Árabe Siria. (siriarenalde.org)

«Venezuela recebeu mais migrantes brasileiros do que o contrário»

[De Diário Liberdade / «Venezuela recebeu mais migrantes brasileiros do que Brasil recebeu venezuelanos em 2017, diz ONU»] Relatório divulgado em dezembro de 2017 pela Organização das Nações Unidas (ONU) revela que, ao contrário do que é difundido diariamente pelos principais meios de comunicação, a Venezuela não vive uma crise migratória.

Na verdade, mais brasileiros migraram para a Venezuela (6119) do que venezuelanos migraram para o Brasil (3515) na primeira metade de 2017, de acordo com o relatório sobre a divisão da população (2017) produzido pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas. (PCB)

Josef Stalin (5 de Março de 1953)

Gaurko egunez, duela 65 urte, zendu zen Iosif Stalin iraultzaile boltxebikea.
Irakurri gehiago hemen

domingo, 4 de março de 2018

Trabalhadores mortos em Gasteiz homenageados no gaztetxe Maravillas

«Um povo que esquece a sua história está condenado a repeti-la.» Com este lema, dezenas de jovens evocaram ontem, em Iruñea, os cinco trabalhadores mortos em Gasteiz pela Polícia espanhola há 42 anos. A homenagem decorreu durante as comemorações do sexto mês de existência do Gaztetxe Maravillas, na Alde Zaharra [Parte Velha] de Iruñea [Pamplona].

Na homenagem, os presentes afirmaram que a chamada «Matança de Gasteiz» foi «uma emboscada sangrenta cujo objectivo não foi apenas matar a sangue frio alguns trabalhadores que lutavam pela melhoria das suas condições laborais».

O ataque visou «destruir um projecto revolucionário que almejava com todas as suas forças devolver a dignidade aos desfavorecidos deste mundo», disseram. (ahotsa.info)

Sobre o 3 de Março de 1976, mais info aqui

«Del 3 de marzo al 1 de mayo, organicémonos»

[De Maiatzak 1 egin (eus./cas.)] Han pasado 40 años largos de la masacre que cometió la policía el 3 de marzo de 1976 en Gasteiz. Aquel día cargó contra las miles de trabajadoras que estaban reunidas en la iglesia de San Francisco del barrio de Zaramaga y mató a cinco de ellas: Romualdo, Pedro, Francisco, José y Bienvenido. La represión buscaba parar la intensificación de la lucha de clases de aquellos años, ya que la solidaridad, la unidad y lucha de la clase trabajadora era, y sigue siendo un peligroso ejemplo. (BorrokaGaraiaDa)

«O Ocidente reforça ingerência no Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] A neocolonização da África subsariana é acompanhada de uma crescente presença militar dos novos colonizadores. A justificação já vai estando um pouco gasta: a «luta contra o terrorismo».
E essa justificação não pode esconder que o «terrorismo», em vez de recuar, progrediu. A acção dos grupos jihadistas aumentou e os seus ataques tornaram-se cada vez mais mortíferos. (odiario.info)

Grup Yorum - «Potpuri»

Ao vivo em Istambul, em Junho de 2010.Os membros do grupo, alvo de constante repressão na Turquia, emitiram um comunicado a propósito da condenação recente do rapper catalão Pablo Hasél pelo tribunal de excepção espanhol. Pode ler-se aqui.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Pablo Hasél: da Inquisição à Audiência Nacional passando pelo TOP

[Título original: «Pablo Hasel: de la Inquisición a la Audiencia Nacional pasando por el TOP»] Esta mañana la Audiencia Nacional ha condenado por segunda vez a dos años y un día de cárcel al rapero Pablo Hasel por expresar su opinión en Twitter y llamar a las cosas por su nombre.

Su condena se añade a la reciente de Valtonyc, al secuestro del libro Fariña (cocaína), de Nacho Carretero, sobre las relaciones del PP con el narcotráfico gallego y a la retirada de una serie de 24 fotografías de Santiago Sierra titulada «Presos Políticos en la España Contemporánea».

Hasel no se arrepiente de los tuits por los que la Inquisición le ha condenado. Tampoco de la anterior, confirmada por el Tribunal Supremo, que criminalizó algunas de sus canciones.

Ha querido manifestar que volvería a escribir lo que le va a llevar a la cárcel de la manera más clara: volviendo a publicar algunos de esos tuits en su cuenta: / Ver: Movimiento Político de Resistencia