domingo, 25 de fevereiro de 2018

«Inperialismoaren maskarak erori dira Sirian»

[De Asier Blas] Delegaturiko gerraren estrategia lehenengo aldiz Libian jarri zen martxan eta ondoren Sirian. Gaur froga asko ditugu jakiteko muturreko islamistak nagusiki AEBek, Turkiak eta Israelek babestu eta armatu zituztela. ISISek aldiz, Saudi Arabiaren eta Qatarren zuzeneko laguntza izan du, eta AEBen, Israelen eta Turkiaren kolaborazioa momentu batean edo bestean. Bestalde, nazioarteko legedia hautsiz, besteak beste, Frantzia, AEB, Israel, Turkia eta Australiak bonbardaketak egin dituzte Sirian. Damaskok akabatua zirudien, baina hor agertu ziren Iran eta batez ere, Errusia, biak nazioarteko legeak errespetatuz. Errusiaren esku-hartzeak gerraren norabidea aldatu zuen Damaskoren alde. Ondorioz, ezinbestean oinak lurrean (boots on the ground) jarri behar izan dituzte siriar gobernuko etsaiek. Une honetan hiru armada daude Siriako soberania hausten: AEB, Turkia eta Israelgoa. Hiru herrialdeek base militarrak dituzte herrialdean eta gerra operazioak egiten dituzte, argi geratuz hasieratik non dagoen Siriako gerraren iturburua: esku-hartze inperialista. (argia)

«El tablero venezolano: hipótesis sobre los asaltos que vendrán»

[De Marco Teruggi] Varios escenarios están en conformación. Cada fuerza mueve sus piezas en el tablero, da forma a los asaltos que vendrán, intenta anticipar. Resulta difícil un pronóstico seguro, aunque una cosa hemos aprendido en estos años, los EEUU contemplan todas las variables, trabajan en cada una de ellas en simultáneo. Su implementación depende de las necesidades y condiciones. Y lo que parecen preparar son justamente condiciones para sus próximas acciones.

Es necesario comenzar por el frente exterior porque allí reside la conducción del conflicto, el centro de gravedad del actual escenario. Esa situación se ha evidenciado desde agosto del año pasado, cuando la oposición venezolana comenzó a superponer derrotas sobre derrotas mezcladas con divisiones. La proporcionalidad no suele fallar: cuanto más golpeada está la derecha, más se desplaza la vocería hacia el frente internacional, es decir EEUU/Grupo de Lima/Unión Europea y agregados. [...]
Lo que está en juego son casi siete años más de Nicolás Maduro, es decir del chavismo -con todas sus miradas, contradicciones, errores y potencias- en el gobierno. (lahaine.org)

Ver tb.: «Direita internacional manipula fenômeno migratório para atacar Maduro» (Diário Liberdade)

«Maduro denuncia reclutamiento de venezolanos en Colombia» (Prensa Latina)

«Todo Guantánamo é nosso» [doc]

Documentário realizado por Hernando Calvo Ospina e produzido por Resumen Latinoamericano Data: Maio de 2016 / Duração: 37 min / Legendado em português (versão brasileira de Comitê Carioca de Solidariedade a Cuba e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

«Desde 2002 a palavra «Guantánamo» se popularizou mundialmente, quando o governo dos EUA abriu um centro de detenção e tortura em uma base militar que leva esse nome. O que poucos sabem é que esse território pertence a Cuba, que foi e está ocupado ilegalmente pelos estadunidenses desde 1933. Este documentário, dirigido pelo cineasta Hernando Calvo Ospina, mostra a vida dos guantanameros que tem que conviver com as dificuldades geradas pelo vizinho indesejado instalado em seu próprio 'quintal'.»

sábado, 24 de fevereiro de 2018

LAB denuncia precariedade e despedimentos na Foster's Hollywood de Bilbo

Delegados sindicais do LAB vão realizar amanhã, a partir das 14h30, uma acção de informação no restaurante da Foster's Hollywood localizado na Kale Nagusia [Gran Vía] bilbaína. O objectivo é alertar para a precariedade laboral existente na cadeia espanhola de restaurantes dedicada à culinária norte-americana e denunciar o despedimento de oito trabalhadores que laboravam no espaço da Rua Bidebarrieta, na Alde Zaharra [Parte Velha].

Numa nota de imprensa, o sindicato denuncia o despedimento, pela cadeia de restauração Foster's Hollywood, de oito funcionários que laboravam na Bidebarrieta kalea, acrescentando que estes foram notificados, em Janeiro, através de uma folha afixada na cozinha.

Os trabalhadores agora despedidos sentiram «na própria pele o lado mais cruel da precariedade», critica o LAB, referindo, entre outras situações, que os trabalhadores têm dinheiro a receber da cadeia de restauração; foram tratados de forma «humilhante e degradante»; foram contratados a tempo parcial, mas, na prática, laboravam mais de 40 horas semanais; tinham vínculos precários, embora as funções que exerciam cobrissem necessidades permanentes; estavam enquadrados numa categoria profissional que os colocava abaixo das funções que de facto desempenhavam.

«O LAB continuará a apostar na organização e na mobilização em defesa do emprego digno e na luta contra a precariedade», lê-se na nota. / Mais info aqui

«Dialéctica de la liberación nacional»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Darío Aranda se pregunta sobre porqué la nación mapuche es atacada tanta virulentamente, respondiendo que la razón es la propiedad de la tierra.

Cita a Diana Lenton, docente en Universidad de Buenos Aires, que sostiene que la violencia contra este pueblo tiene dos causas: la común que padecen otras naciones originarias, como el Pueblo Qom, que defienden los mismos derechos sobre la tierra, y el racismo exacerbado contra los mapuches porque los blancos no toleran su dignidad que mira de igual a igual a los blancos: «La mirada racista no tolera que un indígena se posicione de igual a igual», sostiene la antropóloga. Un racismo al alza en la burguesía argentina.

La dignidad forma parte de la cultura del pueblo. Para acabar con la resistencia que nace también de esta cultura, el invasor ha de destruirla encarcelando a quienes recrean la cultura espiritual. La resistencia mapuche también nace de la cultura porque interactúan tierra y cultura: «los grupos de resistencia mapuche tienen por objeto organizar acciones de autodefensa, resistencia, recuperación y ocupación de sus tierras ancestrales que les fueron robadas».

Según Llanca Marín tierra, cultura y mujer son una unidad: «El rol de la mujer ha sido fundamental y protagónico en la lucha por los derechos del pueblo Mapuche. No se puede negar e invisibilizar esto al interior del movimiento. Lo primero que debe erradicarse es la inequidad interna a través de la modificación de aquellos usos y costumbres (quizás adquiridos) que perjudican a las mujeres, entenderse que la mujer mapuche ha estado a la par con los hombres, gestando el movimiento, luchando por la consecución de los derechos como integrantes de la sociedad y sobre todo como mujeres. (...)» / Ver: lahaine.org

«Israel tem o direito de existir?»

[De António Santos] Imaginem que o Estado Israelita se estabelecia em Portugal, ocupava e colonizava o nosso território, expulsando a população portuguesa para gigantescos campos de concentração e terraplanando as suas vilas e aldeias centenárias.
[...]
Hoje Israel é um Estado aberrante que só se mantém pela perpétua continuação da violência contra a Palestina e contra outros países da região, que só sobrevive ligado à máquina da assistência financeira, política e militar dos EUA e que só aparenta ser aceitável aos olhos do mundo porque a comunidade internacional assim permite. A continuidade da existência do Estado de Israel dependerá sempre destes três factores e ainda de outros dois, não menos importantes: a resistência do heróico povo palestino e a solidariedade de todos os povos do mundo. (Abril)

«Intervenção militar na segurança do Rio atinge os mais pobres e não resolve violência»

[De Pedro Rafael Vilela] Decreto é uma tentativa de enfrentar a baixíssima popularidade de Temer e encobre o fracasso da votação da Previdência
[...]
Com a medida, a área de segurança pública do Rio, inclusive o controle sobre as polícias Militar e Civil, além do Corpo de Bombeiras, sai do comando do governador Luiz Fernando Pezão (MDB) para as mãos interventor escolhido, o general do Exército Walter Braga Netto, que responderá diretamente ao golpista Michel Temer, presidente com a pior avaliação de governo da história da República.

Já nos primeiros dias de intervenção, programada para durar até 31 de dezembro, a foto de uma menina observando um soldado do Exército enquanto bolsas e mochilas de outras crianças, todas com uniformes escolares, eram revistadas numa favela do Rio de Janeiro, ganhou repercussão internacional. A imagem é um reflexo cruel sobre a quem deve recair o peso da intervenção de caráter militar: a população negra, pobre e moradora da periferia da cidade. (Brasil de Fato)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

O preso Alfredo Remírez é afastado de EH depois de denunciar dispersão

De acordo com as informações até agora disponíveis e divulgadas pela plataforma Erreharria Libre, Alfredo Remírez foi levado da prisão de Basauri (Bizkaia) para a cadeia de Zaballa (Araba) para depois ser levado para a de Saragoça (Espanha).

O preso político de Amurrio (Araba) encontrava-se desde o início de Novembro na prisão de Basauri. Há 10 dias, juntou-se-lhe Julen Ibarrola, seu conterrâneo, também condenado no âmbito de um processo contra a liberdade de expressão.

Remírez, que ficou mais conhecido pelo seu perfil no Twitter - @erreharria -, entrou na cadeia de Basauri a 4 de Novembro último. Foi condenado pela AN espanhola por ter denunciado a dispersão (usando um boneco de cartão) e exercer o seu direito à liberdade de expressão nas redes sociais.

Tornou-se conhecido por ser a primeira pessoa de Euskal Herria, detida no âmbito das operações Aranha, a cumprir pena efectiva.

No dia 11 de Fevereiro, passou a ter a companhia de um jovem seu conterrâneo de Amurrio, Julen Ibarrola, que foi condenado a um ano de cadeia pela Audiência Nacional espanhola, acusado de ter realizado uma inscrição numa parede com um marcador. Estava na mesma cela que Remírez. / Ver: halabedi.eus

«El Movimiento Pro Amnistía a favor de los antifascistas»

[De MpA] Ante la criminalización contra Herri Norte Taldea que tras los graves incidentes acaecidos ayer en Bilbo están llevando a cabo los medios de cominucación del fascismo, el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Repressión quiere expresar lo siguiente:
[...]
Lo que se esconde detrás de esa lectura aséptica y equidistante sobre la violencia, es en realidad la permisividad que tienen hacia el fascismo y la agresividad que tienen hacia el antifascismo. El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Reprsesión quiere expresar con claridad que aplaude la actitud mantenida por los antifascistas en Bilbo y que defenderá siempre el derecho que tiene el pueblo a hacer frente al fascismo. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2 [Diz não ao fascismo! Diz não à russofobia!]

Coro do Exército Vermelho - «O Exército Vermelho é o mais forte»

Passam hoje 100 anos sobre a criação do Exército Vermelho.

Ver tb.: «Celebram em Cuba centenário da fundação do Exército Vermelho» (Prensa Latina)

Zeca Afonso - «Coro da Primavera»

Do álbum Cantigas do Maio (1971). José Afonso faleceu há 31 anos, a 23 de Fevereiro de 1987.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Milhares de pensionistas nas ruas de Bilbo por «pensões públicas e dignas»

Milhares de reformados, pensionistas e viúvos manifestaram-se esta quinta-feira nas ruas da capital biscainha contra «as pensões de miséria», o aumento de 0,25% aplicado pelo governo de Rajoy, no Estado espanhol, e em defesa de um Sistema Público de Pensões.
A manifestação, convocada pela Plataforma de Associações de Reformados da Bizkaia, percorreu a Kale Nagusia [Gran Vía] até chegar à Subdelegação do Governo espanhol, na Praça Moyua, entre palavras de ordem como «pensões dignas», «mãos ao ar, isto é um assalto» e «mais pensões e menos ladrões».
A manifestação de Bilbo foi uma das muitas que hoje se realizaram no Estado espanhol, de forma simultânea, ao meio-dia, em defesa de pensões dignas. Entre as dezenas de cidades onde ocorreram mobilizações contam-se Donostia, Gasteiz, Eibar, Irun, Madrid, Sevilha, Las Palmas, Barcelona, Girona e Lleida. / Ver: Ecuador Etxea

«Super-vascos y super-cooperativistas»

[De Borroka Garaia] He estado leyendo el comunicado del grupo directivo de la ikastola y no tiene desperdicio. Que buen ejemplo de «enseñanza» cual macarras de tres al cuarto. Tilda a Ikasle Abertzaleak de «supuestos estudiantes abertzales», de que ellos son super-cooperativistas (seguro que los y las estudiantes también deciden los presupuestos, la materias y todo lo que les afecta), lloran porque se les llame una herramienta del capitalismo (y un párrafo después ellos mismos afirman que continuarán en cooperación con las instituciones y el empresariado, que al parecer no deben ser capitalistas) y acaban con la traca final de acusar al sindicato de estudiantes abertzale de parecer «agentes de Madrid».
[...]
En un momento en el que se están riendo a la cara de la juventud vasca a todos los niveles existe una cooperación entre la burguesía y partes de la socialdemocracia vasca (sea abertzale o no) que intenta taponar y amortiguar rebeldías siguiendo unos intereses oscuros que no miran más allá de sus bolsillos, su estatus o sus propias agendas. (BorrokaGaraiaDa)

«Colheita de fome»

[De António Santos] Nos EUA, mais de 46 milhões de pessoas recorrem diariamente ao cartão do Programa de Assistência Nutritiva Suplementar (SNAP, na siga inglesa) para não passarem fome. A proposta de Trump, apresentada na semana passada, é que os beneficiários dos food stamps, como é conhecido o programa federal, não tenham mais a liberdade de escolher o que comem.
[...]
A proposta vem a coberto de uma campanha mediática que procura associar o SNAP à preguiça dos seus beneficiários, à compra de produtos indecorosos à pobreza honesta, como bifes de vaca, e à revenda dos alimentos comprados. Estatísticas do governo federal, porém, situam as situações de fraude no limiar dos três por cento e revelam que, entre os adultos em idade activa, 58 por cento trabalha e 82 por cento trabalhava até há um ano. (avante.pt)

O «Manifesto Comunista» [Escuela de Cuadros]

Na edição 191 do programa «Escuela de Cuadros», Eduardo Rothe aborda o estudo do «Manifesto do Partido Comunista» (1848), de Marx e Engels.

Eduardo Rothe, também conhecido como «Professor Lupa», é um filósofo marxista, militante chavista e jornalista venezuelano.

El «Manifiesto Comunista» [Escuela de Cuadros]O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Os programas podem ser vistos em www.youtube.com/escuelacuadros e www.escuelacuadros.blogspot.com.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ELA denuncia precariedade e vai passar à ofensiva na negociação colectiva

[«ELA está preparada para pasar a la ofensiva en la negociación colectiva»] Varios cientos de delegados y delegadas de ELA se han concentrado esta mañana ante la sede de Iberdrola en Bilbao para denunciar el aumento de la precariedad y la subcontratación en el sector de los servicios privados. Previamente habían participado en una asamblea en la que han reivindicado la subrogación para garantizar la estabilidad de los empleos. En su intervención, el secretario general del sindicato, Adolfo Muñoz, Txiki, ha señalado que «ELA está preparada para pasar a la ofensiva en la negociación colectiva». Junto a Muñoz, ha participado también en la asamblea la secretaria general de la federación de Zerbitzuak, Mari Cruz Elkoro.

Muñoz ha señalado que ELA está dispuesta a pelear contra la precariedad y la subcontratación, para lo que es necesario contar con instrumentos y organización. «No quieren huelgas. No quieren que se discutan las decisiones empresariales y de las administraciones que imponen condiciones de trabajo indignas. Molesta el sindicalismo reivindicativo, y, molesta mucho más, si dispone de instrumentos que facilitan que la gente luche. Por ejemplo, la caja de resistencia», ha subrayado. / Ver: ELA sindikatua

«Censuran y retiran una obra de ARCO momentos antes de que llegaran las autoridades porque aparecían presos políticos»

PSOE y PP apoyan la censura. Sus portavoces han sentenciado que en España no hay presos políticos y punto. artista Santiago Sierra decidió colgar en el estand de la galería Helga de Alvear en ARCO (Feria de Arte Contemporáneo que se celebra en Madrid), una obra compuesta por 24 retratos de «presos políticos». Los 24 retratados aparecen con la cara pixelada, un número identificativo y un texto explicativo. / Ver: insurgente.org

Ver tb: «Valtonyc, 'Fariña' y ARCO: 24 horas negras para la libertad de expresión en España» (publico.es)

«Ocidente é cúmplice nos ataques terroristas a Damasco»

O Ministério sírio dos Negócios Estrangeiros exigiu a condenação «imediata e firme» das Nações Unidas aos ataques de grupos terroristas radicados na região de Ghouta Oriental contra Damasco e seus arredores, que nas últimas semanas provocaram dezenas de mortos e feridos.
[...]
Agentes ocidentais insistem no guião de Alepo
No mesmo documento, o Ministério afirma que esta escalada ocorre num momento em que responsáveis ocidentais «levam a cabo campanhas que só podem ser classificadas como apoio directo aos terroristas», pelo que os considera «cúmplices dos crimes dos terroristas contra civis inocentes». Como em Alepo.
[…]
O governo sírio denunciou por diversas vezes o facto de os grupos terroristas localizados em Ghouta Oriental usarem a população local como escudo humano. Na segunda-feira, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, também responsabilizou a Frente al-Nusra pelas condições em que a população civil vive naquela região de Damasco, onde é mantida como um «escudo humano», disse, citado pela PressTV.

O ministro russo sublinhou o «enorme esforço» para alcançar acordos sobre a evacuação de pessoas a necessitarem de assistência médica. Já as tentativas para chegar a um acordo sobre uma evacuação em larga escala da população civil foram rejeitadas pelos terroristas da al-Nusra, que «os quer manter como escudos humanos», reforçou Lavrov. (Abril)

«Una democracia de mala calidad pero democracia al fin y al cabo»

[De Juan Manuel Olarieta] A veces ese mismo tipo de argumentos se venden con otro formato: hay libertad, pero está -más o menos- restringida, limitada... Los derechos son como los presupuestos públicos: también se pueden recortar.

Son diferentes maneras de marear la perdiz, buscar eufemismos... Justificar lo injustificable. Cualquier cosa antes que llamar a las cosas por su nombre. (MovimientoPolíticoDeResistencia)

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A 15 anos do encerramento do «Euskaldunon Egunkaria»

Dia 20 de Fevereiro de 2003. A Guarda Civil entra no Martin Ugalde Kultur Parkea, em Andoain (Gipuzkoa), e encerra o Egunkaria (durante 13 anos, o único jornal inteiramente publicado em língua basca). Faz hoje 15 anos.

No âmbito da operação, decretada pelo juiz da AN espanhola Juan del Olmo, foram presos e torturados alguns dos responsáveis do diário, entre os quais se incluíam os membros da direcção do periódico Martxelo Otamendi, Iñaki Uria, Joan Mari Torrealdai, Txema Auzmendi e Xabier Oleaga, por alegada integração na ETA.

Acabariam por ser absolvidos pela Audiência Nacional espanhola mais de sete anos passados, em Abril de 2010. Sobre o significado deste diário para os bascos, mais info aqui.
Declarações de Martxelo Otamendi à saída da prisão Primeiras declarações de Martxelo Otamendi, director do diário Euskaldunon Egunkaria até ao seu encerramento, em 2003, e do diário Berria desde então, à saída da prisão.

Os insultos de Acebes e de vários «jornalistas»O ministro espanhol Angel Acebes a explicar a operação policial: «é uma operação em defesa e protecção dos direitos e das liberdades dos bascos, da sua cultura, do seu pensamento e da expressão da sua língua em liberdade.» Seguem-se vários comentários de «lacaios» integrados em órgãos de comunicação social que servem o capital, o imperialismo, a exploração dos povos e dos trabalhadores.