sexta-feira, 16 de junho de 2017

«O meu Adeus ao Miguel. O meu abraço à Catarina»

[De Ana Saldanha] O Miguel que nos fez a nós, comunistas e revolucionários, Maiores. O Miguel que se ria de tantos absurdos escritos e ditos. O Miguel que, ao reconhecer erros na análise científica da realidade, e ao constatar o afastamento de uma perspetiva revolucionária por parte de quem nunca a deveria abandonar, alertava para o perigo de, assim, o Homem abandonar o único mundo possível de superar a barbárie capitalista. O Miguel que escrevia História com a Vida, que nos transportava do Alentejo para a Colômbia, do Irão para a Turquia, da França para o Brasil, do Afeganistão para o México. O Miguel que não caberá nunca numa tímida nota biográfica 4 parágrafos. (Prensa Rural)

Su Ta Gar - «Zure aurrean makurtzen naiz»

Do álbum Jaiotze Basatia (1991).

quinta-feira, 15 de junho de 2017

«Instituciones Penitenciarias hace una política de acoso y derribo hacia 'Txikito'»

[Entrevista do La Haine a Jon Iurrebaso, ex-preso político basco e amigo pessoal de Iñaki Bilbao, Txikito] Desde La Haine hablamos vía telefónica con Jon Iurrebaso, ex -preso político vasco y amigo personal de Iñaki Bilbao «Txikito», el cuál cumple hoy jueves 18 días en huelga de hambre en la prisión de Puerto III. Iñaki es el que más años acumula en prisión de l@s pres@s polític@s vasc@s, lleva 33 años encerrado, en dos etapas. Jon es una de las cuatro personas con las que Instituciones Penitenciarias le ha cortado recientemente las comunicaciones a Iñaki, el cual está sufriendo el régimen penal más duro que existe en el Estado español.

El movimiento popular lo que tiene que hacer es levantar la bandera de los derechos políticos, que son los que Txikito reivindica. A Txikito lo tienen como un perro en una celda, y eso hay que denunciarlo, pero también hay que reivindicar porque está luchando Txikito. Nosotros decimos que en el estado español hay presos políticos y esa es una cuestión que hay que dejar clara. Independientemente del trato que está recibiendo (que también hay que denunciarlo), lo que Txikito quiere señalar es su lucha política. Si el está llevando a cabo esta protesta es por una reivindicación política.

Hay que empujar mucho, estamos en momentos difíciles, de mucha lucha ideológica, de mucho reformismo y es muy difícil mantener una posición abertzale revolucionaria justa y coherente, pero en eso seguimos. / LER: lahaine.org

«El socialismo revolucionario abertzale: Kas y Ekin (III)»

[De Borroka Garaia] A finales de los 80 se produjeron una serie de acontecimientos que marcarían parte del devenir en Euskal Herria. El fracaso de las negociaciones de Argel, la firma del acuerdo para la normalización y pacificación de Euskadi, más conocido como pacto de Ajuria Enea, y la caída del muro de Berlín.

En el ámbito del socialismo revolucionario abertzale se lleva a cabo el proceso de disolución de HASI. Partes de la dirección de HASI apostaban por una remodelación de KAS. Concretamente quebrar con la trayectoria de KAS como bloque y que HASI como partido dirigente y centralizado tomara la dirección del proceso revolucionario. Un modelo similar al de EIA salvando las distancias ideológicas. Lo que unido a una apuesta por flexibilizar la amnistía dando paso a posibles indultos individuales, diversos posicionamientos en cuanto a la territorialidad, y desacuerdos en parte del enfrentamiento contra el estado generó un conflicto al interior de KAS que se saldaron con diversas expulsiones y posteriormente la disolución del partido. (BorrokaGaraiaDa)

«A ditadura "En Marche"»

[De José Goulão] Sabe-se que Emmanuel Macron foi ministro da Economia da desastrosa administração de François Hollande; mas desconhece-se quase tudo sobre a sua responsabilidade primeira na elaboração do pacote laboral patronal e anti-trabalhadores contestado nas ruas por centenas de milhares de pessoas e cujas consequências nefastas milhões de cidadãos sofrem já.
[...]
Sabe-se que Emmanuel Macron foi eleito presidente e conquistou a gigantesca maioria absoluta com apoio dos principais bancos nacionais, e alguns internacionais, e também da esmagadora maioria dos presidentes das principais empresas do CAC 40, o índice da Bolsa de Paris; desconhece-se quase tudo sobre a participação na sua campanha, como «conselheiros», de enviados da National Endowment for Democracy (NED) e de ex-membros das campanhas de Barack Obama e Hillary Clinton.
[...]
Sabe-se que um dos primeiros momentos da vertiginosa carreira de Emmanuel Macron foi a presidência dos jovens da Fundação Franco-Americana; mas desconhece-se quase tudo sobre a sua presença em 2014, como convidado, na conspiração anual do Grupo de Bilderberg.

Porém, o mais importante do que se sabe sobre Emmanuel Macron, e que raramente se esmiuça nas análises perspectivando as suas actuações, é a defesa, sem piedade, das soluções políticas, económicas, financeiras e militares indispensáveis para a vigência plena do capitalismo selvagem. (Abril)

«Fernando Martínez Heredia (Cuba, 1939-2017): "Cuba y el pensamiento crítico"»

[De Néstor Kohan] A continuación reproducimos esta entrevista realizada en enero de 1993, en La Habana, Cuba, en medio de un apagón. La mitad de la entrevista se hizo en una oscuridad total, ni nos veíamos las caras. Salió publicada por primera en la revista argentina DIALEKTICA Nº 3/4, 1993. Luego, uno o dos años después, la reprodujo la revista AMÉRICA LIBRE, también de Argentina. Finalmente fue incorporada como apéndice al libro DE INGENIEROS AL CHE. ENSAYOS SOBRE EL MARXISMO ARGENTINO Y LATINOAMERICANO (2000. Buenos Aires, Biblos. Prólogo de Michael Löwy).

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE, QUERIDO FERNANDO, hermano entrañable y admirado. Gracias por todo lo que nos enseñaste y transmitiste, incluyendo nuestras acaloradas y encendidas discusiones, siempre fraternas y absolutamente leales, a veces duras, nuestros debates, nuestras eternas charlas, las infinitas anécdotas, nuestras lecturas compartidas y todos los materiales que nos regalaste, los públicos y los no públicos. / Ver: tatuytv.org // Entrevista completa aqui

terça-feira, 13 de junho de 2017

Pela Revolução Bolivariana e contra a manipulação mediática, manifestação nacional em Bilbo

Organizada pela plataforma Venezuela Aurrera [Venezuela Avante], que integra partidos políticos, sindicatos e organismos de diferente tipo da sociedade basca, a mobilização nacional basca em defesa da Revolução Bolivariana e contra os ataques da «direita golpista» tem lugar este domingo, dia 18, na capital biscainha, com o lema «Venezuela aurrera. No pasarán». Parte ao meio-dia do Sagrado Coração.

Num comunicado, divulgado pela Euskadi-Cuba, associação basca de amizade e solidariedade com Cuba, a plataforma Venezuela Aurrera pede a todos que, no dia 18, «levem para as ruas de Euskal Herria a voz que os órgãos de comunicação social do imperialismo procuram silenciar».

A Venezuela Aurrera sublinha que a «oposição golpista anda há anos a tentar alcançar um cenário propício para repetir o golpe de Estado que tentou dar pela primeira vez em 2002 e ao qual nunca renunciou». «A oposição fascista quer derrubar o Governo venezuelano e, para tal, não se importa de matar gente, tudo pela tão desejada gestão do lucro do petróleo», lê-se no texto.

Denunciando «qualquer ataque ao povo trabalhador venezuelano e ao seu Governo, mais ainda quando os ataques são tão obscenamente violentos e silenciados pela imprensa internacional», a plataforma Venezuela Aurrera faz saber que a Revolução Bolivariana conta com o seu total apoio e reafirma o seu «carácter internacionalista e antifascista» face ao fascismo da oposição venezuelana.

No dia 18, em Bilbo, a solidariedade com a Venezuela Bolivariana trará para as ruas aquilo que o imperialismo silencia e manipula. A presença de todos é fundamental. / Ver: Euskadi-Cuba

Ver tb: «Solidaridad con Venezuela ante el asedio fascista», de Fundación Pakito Arriaran (aseh)

Alastra a solidariedade com «Txikito», há 16 dias em greve de fome

Submetido «a duras e restritivas condições de vida» na cadeia de Puerto III, o preso político basco de Lezama (Bizkaia) entrou em greve de fome «para reivindicar a independência de Euskal Herria e o socialismo». Sucedem-se as mobilizações e mostras de apoio.

No sábado de manhã, 10, ao apelar à participação na manifestação agendada para dia 24 em Bilbo, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão considerou a atitude de Iñaki Bilbao, Txikito, «um exemplo de dignidade». Nesse mesmo dia, ao final da tarde, cerca de 300 pessoas manifestaram-se pela Alde Zaharra bilbaína em solidariedade com o preso biscainho, defendendo a amnistia, a independência e o socialismo.

No dia seguinte, 11, uma dezena de pessoas participaram numa concentração solidária com «Txikito, em greve de fome», exibindo pancartas a favor da amnistia e uma faixa em que se lia «Independência e Socialismo». Para amanhã, às 19h30, está marcada uma outra concentração, no Boulevard donostiarra, para lembrar a greve de fome do biscainho e que «é a luta que nos liberta» [borrokak askatuko gaitu].

Ontem, 12, membros da Herri Norte Taldea, conhecida torcida do Athletic Club, iniciaram uma greve de fome por turnos em solidariedade com Txikito. / Ver: amnistiAskatasuna 1, 2 e 3

«Do anti-semitismo e do anti-sionismo»

[De João Pimenta Lopes] Duas semanas após a aprovação de uma resolução sobre a questão palestiniana, que confunde agressor e agredido e branqueia a histórica agressão de Israel ao povo palestino que prossegue criminosa e violentamente até aos dias de hoje, chegaria ao Parlamento Europeu, muito «oportunamente», uma resolução sobre a luta contra o anti-semitismo.
[…]
Esta formulação integra o conceito de «novo anti-semitismo», que deliberadamente se confunde com o conceito de «anti-sionismo», e decorre de uma estratégia de Israel, que vem já dos anos 70, como resposta à resolução 3379 da ONU, aprovada em 1975 que equiparava sionismo a racismo, entretanto revogada em 1991. O objectivo é claro, alargar o âmbito do conceito para que qualquer comentário, crítica ou acusação, nomeadamente às políticas do Estado de Israel, caiam nesse âmbito impondo a censura, o silenciamento, o medo. (avante.pt)

«A relevância contemporânea de Marx»

[De Claudio Katz] Este texto que o odiario.info hoje publica exige a mais ampla divulgação. Texto profundamente pedagógico, é em si uma notável expressão do valor e da actualidade do marxismo. Marx e Engels identificaram os aspectos essenciais do capitalismo do seu tempo e, ao mesmo tempo, construíram o método de análise que permite compreender as suas tendências de evolução – que em muitos aspectos anteciparam –, os seus limites, as suas cíclicas e inevitáveis crises. «A grande crise que rebentou em 2008 recolocou O Capital num lugar preponderante da literatura económica.» (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

domingo, 11 de junho de 2017

Ezkerraldea saiu à rua contra o desemprego, a pobreza e as despesas militares

Debaixo de intenso sol e com temperaturas que chegaram aos 35 graus, a 24.ª «Marcha por Ezkerraldea contra o desemprego, a pobreza e as despesas militares» realizou-se este sábado, 10, ligando Santurtzi a Sestao, na Margem Esquerda do Nerbioi.
A marcha arrancou, pelo meio-dia, do Parque de Santurtzi e, depois de percorrer algumas das principais vias de Santurtzi, Portugalete e Sestao, na comarca biscainha de Ezkerraldea, terminou na Praça do Casco, em Sestao.

Este ano, os promotores da iniciativa, entre os quais se encontravam sindicatos e organizações sociais da comarca, sublinharam que «a pobreza e a precariedade têm nome de mulher», querendo com isso significar que as mulheres são dos grupos mais duramente atingidos pela precariedade laboral, as políticas de austeridade e a pobreza. / Ver: herrikolore.org e berri-otxoak

«Sobre la convocatoria de referéndum de independencia en Cataluña»

[De Endavant (OSAN) // «Reflexiones y propuestas en torno a la convocatoria del referéndum sobre la independencia en Cataluña»] El objetivo de la izquierda independentista es el ejercicio del derecho a la autodeterminación en los Países Catalanes. En la perspectiva actual en el Principado de Cataluña, esto ocurre no sólo para convocar el referendo sino sobre todo para realizarlo, ganarlo y aplicar los resultados . Cualquier otro escenario que no contemple estos tres elementos supone o bien una puerta a reeditar un pacto con el estado o bien vía libre a una ofensiva recentralizadora.

La autodeterminación sólo la podemos ejercer desde la desobediencia y la ruptura con el ordenamiento constitucional. La autodeterminación es un derecho que no puede estar sujeto a la voluntad de la otra parte. (BorrokaGaraiaDa)

«Mais tropas no Sahel»

[De Carlos Lopes Pereira] A presença militar das antigas potências coloniais e dos EUA em África vem sendo complementada com forças africanas que integram o mesmo dispositivo genérico. A UE informou que «ajudará» uma força conjunta integrada por tropas da Mauritânia, Mali, Chade, Burkina Faso e Níger, mas não esclareceu qual o papel da monarquia saudita – a par de Israel, a grande aliada no Médio Oriente do imperialismo norte-americano – no treino e armamento dessa nova força militar. (avante.pt via odiario.info)

«Contra a transformação da Grécia num centro de operações da NATO» (resistir.info)
[De KKE] O governo SYRIZA-ANEL, seguindo o caminho dos governos anteriores e em nome da chamada doutrina geoestratégica reforçada, arca com sérias responsabilidades porque proporciona território grego, as bases militares do nosso país e assistência multifacética ao aparelho assassino da NATO. [em castelhano: redroja.net]

Ver tb: «Syrian Army raises flag over Iraqi border for first time in years» (Al-Masdar News)

Galiza: «Escárnio e Maldizer: dignidade coletiva frente à violência policial» [com vídeo]

A polícia espanhola convertiu Compostela num verdadeira couto de caça, perseguindo manifestantes por toda a cidade e perpetrando numerosas agressons.

Para além dum sucesso numérico, a manifestaçom em apoio ao Escárnio e Maldizer conseguiu apoio e simpatia da vizinhança e deu umha demonstraçom de dignidade. / Ver: Diário Liberdade / FOTOS do Diário Liberdade e Novas da Galiza: aqui.

«Violencia policial na mobilización solidaria co CSO Escárnio e Maldizer»Video-reportagem de: GalizaContrainfo

sábado, 10 de junho de 2017

MpA sublinha valor da resistência e apela à participação na mobilização de dia 24

Numa conferência de imprensa que hoje deram na capital biscainha, representantes do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) lembraram, de forma especial, a situação do preso político Iñaki Bilbao, Txikito, há 14 dias em greve de fome, e, valorizando a resistência dos «militantes políticos» face à violência e repressão dos estados, apelaram à participação na mobilização que, dia 24, terá lugar em Bilbo. «Porque queremos continuar a lutar», na senda da «independência e do socialismo, que nos aproxime da liberdade», «defenderemos a dignidade dos presos políticos. Não os abandonaremos!», afirmaram.

Lembrando que Txikito decidiu entrar em greve de fome «para reivindicar a independência de Euskal Herria e o socialismo», precisamente quando a cadeia de Puerto III «lhe impôs as condições de vida mais duras e restritivas», o MpA considera que a sua atitude é «um exemplo de dignidade», pelo que insta a população a dar-lhe eco, participando em todas as mobilizações relacionadas com a sua luta.

No comunicado relativo à manifestação nacional de dia 24 em Bilbo, lido na ocasião, salienta-se que as prisões foram, nos últimos 60 anos, juntamente com a deportação, o exílio, a guerra suja e a tortura, um dos «principais instrumentos usados pelos estados» para condicionar a luta pela «liberdade de Euskal Herria».

No contexto de toda a violência exercida pelos estados, o MpA afirma que a «atitude exemplar mantida pelos presos e presas políticas bascas durante largas décadas - sinónimo de dignidade, coragem e solidariedade - tornou-se o reflexo da força de todo um povo».

Para o MpA, «os militantes políticos que os estados mantêm como reféns sempre entenderam que o melhor contributo que podiam dar [...] foi mostrar que a repressão não bastava para vergar a sua vontade ou condicionar a luta do nosso povo». Esta atitude dos presos, exilados e deportados foi «o principal combustível para manter aceso o fogo do povo, enquanto o povo foi o fole dos perseguidos políticos», acrescenta.

Reafirmando o seu «compromisso em não deixar sem apoio político e humano nenhum preso político pelo facto de continuar a manter uma atitude de luta», o MpA apela ao povo basco que se manifeste, dia 24 de Junho, em Bilbo, participando na mobilização que terá como lema «Inoiz ez makurturik! Denon artean lortuko dugu! Amnistia osoa!». / Ler comunicado na íntegra: eus. / cas. / fra. // APOIOS à mobilização (já vai em 38 pp.)

Jovem altsasuarra Adur Ramírez na solitária por agradecer solidariedade

Há uma semana, vários organismos juvenis organizaram uma marcha até à cadeia de Soto del Real (Madrid), para apoiar os três jovens de Altsasu (Nafarroa) ali presos e que vão ser julgados por «terrorismo» no tribunal de excepção espanhol, na sequência de uma zaragata com agentes da Guarda Civil, em Outubro do ano passado. Adur Ramírez gritou «eskerrik asko» [muito obrigado] da janela da sua cela, e foi castigado com 11 dias na solitária.

Soube-se isto na quinta-feira, dia 7. Entretanto, o Entzun Altsasu, grupo de apoio aos oito jovens da localidade navarra incriminados neste processo - facto para o qual contribuiu o empolamento dos chamados órgãos de comunicação social e o seu olvidamento das palhaçadas que se dão no Vale de Sakana -, revelou que, ontem, os três jovens encarcerados continuam a ser castigados, tendo sido separados: Jokin Unamuno ficou em Soto, Oihan Arnanz foi enviado para a cadeia de Aranjuez e Adur Ramírez foi transferido para a de Navalcarnero.

No dia 8, Edurne Goikoetxea e Koldo Arnanz, pais de dois dos oito jovens de Altsasu incriminados - Ainara Urkijo e Oihan Arnanz -, foram entrevistados no programa «Kalegorrian», da Info7 irratia. Oihan Arnanz está preso há quase sete meses, como Jokin e Adur, enquanto Ainara faz parte dos incriminados que aguardam o julgamento em liberdade.

Tanto Edurne Goikoetxea como Koldo Arnanz afirmaram sentir-se desamparados e indefesos face a uma situação de injustiça que pode ter consequências ainda mais graves, depois de o caso ter ficado nas mãos da Audiência Nacional espanhola. / Ver: lahaine.org e info7

«Van a por nuestros hijos por ser las cabezas visibles de un movimiento juvenil muy activo»

[Entrevista de Boro a Manu, membro da plataforma Garden Guraso Elkartea, criada por mães e pais de perseguidos políticos da comarca de Tolosaldea (Gipuzkoa). Nas próximas semanas serão julgados cinco jovens, dois deles pela ocupação simbólica de um edifício e três pelos incidentes ocorridos no Carnaval de Tolosa de 2015 nas imediações da Taberna Intxurre. Manu é pai de Ibai, um dos chamados «3 de Intxurre».

Para este sábado, 10, foi convocada uma manifestação em Tolosa em solidariedade com os jovens incriminados e para denunciar as montagens policiais.] LER: lahaine.org

«El orsai intelectual ante Venezuela»

[De Marco Teruggi] No existe hoy otro bloque por fuera del chavismo o de esta derecha. Querer situarse por en un más allá -reivindicando la «complejidad» en contraposición al supuesto «simplismo» que tendríamos todos los demás- es en los hechos, como dice Enrique Dussel, quedar atrapado del lado del bloque de la derecha. Esto significa acompañar la estrategia diseñada y financiada por los Estados Unidos y las clases dominantes venezolanas -esto es, aun con sus contradicciones, una brutal lucha de clases, algo que sí tienen claro los empresarios y terratenientes. No existe un lugar por encima del conflicto, en nombre del pueblo que no estaría representado en las dos fuerzas políticas. (Resumen Latinoamericano)

«Jovem venezuelano morreu ao manipular explosivo» (Abril)
O vice-presidente do executivo bolivariano, Tareck El Aissami, apresentou provas de que Neomar Lander, de 17 anos, morreu ao manipular um artefacto explosivo numa manifestação violenta da oposição, desmontando dessa forma a campanha lançada pela direita e pela imprensa de que fora morto pela Guarda Nacional Bolivariana.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

«Solidaridad con Venezuela ante el asedio fascista»

[De Fundación de solidaridad internacionalista Pakito Arriaran (Venezuela)] En este contexto vemos con profunda preocupación el despliegue de un movimiento fascista, impulsado por la derecha nacional e internacional, de asedio al proyecto emancipador impulsado por el chavismo revolucionario durante más de una década en la República Bolivariana de Venezuela. Con expresiones activas de odio, racismo, fascismo y xenofobia que incluso han comenzado a darse en Euskal Herria.
[...]
Por otro lado la canalla mediática, aquella que siempre asumió la vocería del establishment para debilitar el Proceso Bolivariano tergiversando lo que ocurre en Venezuela, arrecia su arremetida comunicacional, ocultando que la batalla que hoy se libra en algunas calles de Caracas y otras ciudades venezolanas es expresión de un proyecto antipopular que mostró por primera vez sus objetivos de reorganización despótica de la sociedad en 2002, con el golpe de Estado del 11 de abril y la imposición de una dictadura que se propuso revertir el camino hacia la construcción de una sociedad más justa.
[...]
Es en este contexto que vemos de suma importancia la convocatoria de la manifestación nacional bajo el lema «Venezuela Aurrera». ¡No pasarán! Y por ello animamos a tod@s a acudir el domingo 18 de junio a Bilbo y hacer que ese río humano sea el comienzo de una campaña de información y solidaridad con Venezuela, un país que ha dado amparo a tantos hermanos y hermanas vascos y de todo el mundo, y que se convirtió de manos del Comandante Hugo Chávez en un faro y una esperanza por su proyecto emancipador e internacionalista. / Ler: lahaine.org

«El socialismo revolucionario abertzale: Kas y Ekin (II)»

[De Borroka Garaia] En el anterior post se comentaba que es necesario hacer un análisis político de la trayectoria del socialismo revolucionario abertzale para dar respuesta a la pregunta de porqué el socialismo revolucionario abertzale está desaparecido actualmente en todas sus formas y que ésto es clave para entender la coyuntura política actual y para el futuro del propio socialismo revolucionario abertzale. Pero antes de responder a esa pregunta, y sacar las conclusiones requeridas se hace necesario dar cuenta del recorrido político que yo lo voy a dividir en tres partes 1975-1992 (surgimiento de KAS, ciclo tormentoso, división, bloque), 1993-2000 (ciclo de la hormiga), 2001 -2011 (la hormiga sin hormiguero, la muerte de la hormiga roja, división, disolución de Ekin).

Hoy se tratará la primera parte (1975-1992) y se hará al estar alejado en el tiempo y a diferencia del resto de los futuros análisis desde una perspectiva más historicista. En cualquier caso, en esta primera fase temporal se encuentran gran parte de problemas cíclicos en la izquierda revolucionaria de cualquier lugar y también elementos que de una forma u otra nacen en ese contexto pero perviven en sus variantes actuales a día de hoy tras el resultado de un desarrollo concreto. (BorrokaGaraiaDa)