
Mas estes radicais – como teriam sido chamados não muito tempo atrás – não estão a deparar-se com os cassetetes, o gás lacrimogéneos e as balas de borracha que o Estado utiliza habitualmente para reprimir dissidentes. Os meios de comunicação não estão a difamar aqueles que participam das suas fileiras classificando-os como racistas e minimizando o número de participantes. Tão pouco, estas multidões que ocupam as ruas de cidades arriscam-se a sofrer ferimentos e mutilações. (RT via resistir.info)