[De MpA] Aún así, esos comportamientos se han endurecido en los últimos días y por eso venimos a decir públicamente que no nos van a amedrentar con ese tipo de amenazas y que seguiremos desempeñando nuestra labor como hasta ahora. Nos quieren callar, nos quieren en la cárcel y están creando las condiciones mediáticas para ello. La represión es parte de la esencia de los estados capitalistas, no necesitan la excusa de la violencia revolucionaria para seguir dando leña, porque lo que buscan no es la paz, sino la sumisión. Seguirán deteniendo y encarcelando a militantes hasta que hagan desaparecer hasta la última semilla de libertad... o hasta que le demos la vuelta a la situación y ganemos por medio de la lucha. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2
domingo, 6 de maio de 2018
«Ante la criminalización del Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión»
[De MpA] Aún así, esos comportamientos se han endurecido en los últimos días y por eso venimos a decir públicamente que no nos van a amedrentar con ese tipo de amenazas y que seguiremos desempeñando nuestra labor como hasta ahora. Nos quieren callar, nos quieren en la cárcel y están creando las condiciones mediáticas para ello. La represión es parte de la esencia de los estados capitalistas, no necesitan la excusa de la violencia revolucionaria para seguir dando leña, porque lo que buscan no es la paz, sino la sumisión. Seguirán deteniendo y encarcelando a militantes hasta que hagan desaparecer hasta la última semilla de libertad... o hasta que le demos la vuelta a la situación y ganemos por medio de la lucha. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2
Milhares mobilizaram-se em Bilbo em defesa de pensões públicas dignas
Muitos milhares de reformados, pensionistas e viúvos voltaram a encher as ruas da capital biscainha, este sábado, dia 5, para exigir pensões públicas e dignas, e combater o projecto de transformação do actual sistema num «negócio de bancos».A mobilização, convocada a nível do Estado espanhol pela Coordenadora Estatal pela Defesa do Sistema Público de Pensões, foi apoiada, no País Basco, por diversas plataformas e associações de reformados, pelo movimento feminista e por organizações estudantis.
Estas organizações criticam como «insuficiente» o acordo alcançado entre o PP e o PNV e, por isso, afirmam que vão continuar a mobilizar-se. / Ver comunicado: Ecuador Etxea
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«Trabalho americano, do desconto à liquidação total»
[De António Santos] A guerra contra os pobres nos EUA sobe de tom. A administração Trump pretende triplicar o valor das chamadas «rendas mínimas» pagas por 4,7 milhões de pessoas que vivem em habitações sociais ou que têm acesso ao arrendamento subsidiado pelo governo federal. Além disso a nova lei abre caminho para que os organismos públicos de habitação possam impor a obrigação de trabalhar como condição de acesso à habitação social e ao programa de rendas subsidiadas. Na prática, os inquilinos não podem recusar trabalho, por mais longe, mais mal remunerado e humilhante que seja o trabalho disponível e mesmo que os referidos inquilinos já trabalhem a tempo inteiro, tenham deficiências incapacitantes ou sejam idosos. (odiario.info)
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«A luta de classes é o motor da história»
No bicentenário do nascimento de Karl Marx (5 de Maio de 1818), o programa de formação marxista venezuelano «Escuela de Cuadros» apresenta uma breve selecção de programas sobre o seu pensamento.
/ Mais info: escuelacuadros.blogspot.com
«Maio com Marx»
Ao longo deste mês, o canal venezuelano Vive Televisión transmite um ciclo de programas do «Escuela de Cuadros» sobre o pensamento de Karl Marx. Sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00.
«Maio com Marx»
Ao longo deste mês, o canal venezuelano Vive Televisión transmite um ciclo de programas do «Escuela de Cuadros» sobre o pensamento de Karl Marx. Sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00.
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sexta-feira, 4 de maio de 2018
«El significado político del final de ETA»
[De Borroka Garaia] Cambiando de tercio, el proceso de liberación ha sido decisivo para la supervivencia y para la (re)construcción de la nación trabajadora vasca en los peores momentos de su historia. Esta es una de las realidades objetivas que la burguesía vasca y los estados no pueden admitir en modo alguno. Y en cierta manera es la otra verdad. Solo que no existe una leyenda de fantasía que pueda alimentarla. Es por ello que hoy por hoy, no nos encontramos en proceso de paz, ni de resolución, ni existe ninguna base para ello, pues ETA nunca causó en su origen el conflicto político ni el violento (los dos permanecen hoy), no hay un ciclo nuevo abierto fruto de la acumulación de logros pasados, y los generadores de nuevas condiciones están casi extintos, los viejos apagados.La fase actual es de crisis del proyecto de liberación nacional y social, y de ausencia de oportunidades decisivas. Lo cual remite a la transición del proyecto revolucionario en Euskal Herria de cara a la nueva generación de condiciones, que solo puede operarse lejos ya de los cantos de sirena de la comunidad internacional del capital, de estrategias «maltzaga» existencialistas, o de reconciliaciones nacionales a la vasca ya inventadas por el PCE o PSOE en la reforma franquista española. Conceptos, lenguajes, mensajes, proyectos de vacíos teóricos y conceptuales están plenamente agotados, no así las ansias de libertad. (BorrokaGaraiaDa)
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Entrevista a Josemari Lorenzo Espinosa, autor de «ETA. La historia no se rinde»
Entrevista de Andoni, do Boltxe, a Josemari Lorenzo Espinosa, autor da obra «ETA. La historia no se rinde», publicada pela Boltxe liburuak.Ver: lahaine.org
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Encontradas em Douma centenas de minas fabricadas em países da NATO
De acordo com a informação divulgada ontem pelo Centro Russo para a Reconciliação na Síria, o Exército sírio deparou-se em Douma, cidade da região damascena de Ghouta Oriental recentemente evacuada, com um verdadeiro arsenal de armas, algumas das quais fabricadas em países-membros da NATO.O trabalho levado a cabo pelas equipas de sapadores do Exército sírio é diário. O Centro russo estima que a operação de limpeza de minas terrestres, em Douma, demore pelo menos mais três meses. Até ao momento, foram encontradas mais de 1200, segundo referem a RT e a Prensa Latina.
Do arsenal que o Jaish al-Islam deixou para trás em Douma, as equipas de sapadores conseguiram encontrar uma tonelada e meia de material explosivo e 4 mil artefactos explosivos caseiros, informou ainda o organismo russo. (Abril)
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Christy Moore - «Back Home in Derry»
Canção escrita por BOBBY SANDS, membro do IRA falecido a 5 de Maio de 1981, ao cabo de 66 dias em greve de fome na prisão de Long Kesh.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
«Altsasu: as chaves da montaxe policial e a solidaria resposta popular»
[De Boro LH] Nestes días, a Audiencia Nacional española está xulgando a causa contra os oito xoves da vila navarra de Altsasu, acusados de «terrorismo» por unha agresión a dous Guardias Civiles fóra de servizo e ás súas parellas ocorrida en outubro do 2016. Un dos casos máis soados mediaticamente nos últimos tempos, pola magnificación dos feitos por parte dos medios de comunicación, as esaxeradísimas penas de cadea solicitadas, mais tamén pola onda de solidariedade cos xoves que se desatou tanto en Euskal Herria como noutros pobos do Estado. (adiante.gal)
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«La organización revolucionaria socialista vasca para la liberación nacional vasca, ETA, ya no existe»
[De Boltxe / em euskara: «ETAk, nazio askapenerako euskal erakunde sozialista iraultzailea, jada ez da existitzen»]
En sendos comunicados enviados a los agentes y los ciudadanos ha anunciado su disolución:
Atzo eta gaur argitaratu diren bi agirietan bere disoluzioa iragarri die erakunde eta herritarreei: / Ver: lahaine.org
Atzo eta gaur argitaratu diren bi agirietan bere disoluzioa iragarri die erakunde eta herritarreei: / Ver: lahaine.org
«O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» [Escuela de Cuadros]
Com a ajuda do filósofo marxista Néstor Kohan, no programa n.º 166 da Escuela de Cuadros estuda-se «O fetichismo da mercadoria e o seu segredo» (secção 4 do cap. I de O Capital, de Karl Marx).
«El fetichismo de la mercancía y su secreto» [Néstor Kohan]As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).
«El fetichismo de la mercancía y su secreto» [Néstor Kohan]As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).
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quarta-feira, 2 de maio de 2018
«Gaztetxeen defentsan | En defensa de los Gaztetxes»
[Arrotxapeako gaztetxea, Alde Zaharreko gaztetxea (Maravillas) – Iruñea] Hace escasos días el Gaztetxe de la Rotxapea y el Gaztetxe Maravillas de Alde Zaharra hemos sufrido un ataque que bajo el pretexto y con la excusa del cumplimiento de la ordenanza municipal, pretenden cerrar nuestros espacios para que vuelvan a quedarse muertos y vacíos de vida. Abandonados. Además, el sábado sufrimos un constante hostigamiento policial, produciéndose una identificación por parte de Policía Municipal y el robo de una pancarta feminista por parte de la Policía Foral.Estamos hartas. Hoy, las personas que estamos reunidas aquí, que tan solo somos la punta del iceberg de toda nuestra red de apoyo, queremos trasladar un mensaje alto y claro: no vamos a tolerar ninguna agresión más ni a nuestros espacios ni a nuestros proyectos autogestionados. No vamos a permitir que bajo ningún pretexto se pretenda cortar de raíz las ganas de luchar y organizar nuestra comunidad en auzolan.
Es por eso, que desde hoy, hacemos un llamamiento a la desobediencia popular contra unas leyes injustas fabricadas para destruir y asimilar el tejido social. Decimos alto y claro que vamos a seguir creando y construyendo comunidad, a seguir realizando actividades desde el Movimiento Popular, a seguir recuperando espacios al capital, a seguir organizando colectivamente nuestros barrios. Porque solos a través de la autogestión, la organización popular y la desobediencia tumbaremos los muros de la injusticia. (BorrokaGaraiaDa)
Ver tb.: «Los gaztetxes de Arrotxapea y Alde Zaharra se reafirman en su labor tras unos informes técnicos que prohíben espectáculos públicos en su interior» (ahotsa.info)
«Odessa não esquece»
[De Luís Carapinha / texto publicado em Maio de 2015] Entre os que caíram em Odessa a 2 de Maio há homens e mulheres, gente de todas as idades (o mais velho com 70 anos e o mais novo com apenas 17 era militante da juventude comunista, de seu nome, Vadim Papura). Entre os mortos há um deputado da Assembleia Distrital de Odessa, eleito pelo Partido das Regiões.[...]
Indubitavelmente a matança por muitos apelidada de Khatyn de Odessa, em referência à aldeia bielorrussa incendiada em 1943 pelos nazis, exibe as marcas do regime antidemocrático e terrorista no poder em Kiev, graças ao apoio dos EUA e UE. (avante.pt)
VER: Euskal Herria - Donbass Elkartasun Komitea
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«Trabalhadores argentinos nas ruas contra as políticas de Macri»
No Dia do Trabalhador, realizam-se pelo menos cinco mobilizações diversas na capital da Argentina, convocadas por diferentes organizações sindicais e sociais. A maior, em que terão participado cerca de 150 mil trabalhadores, foi promovida pela Corrente Classista e Combativa (CCC), a Bairros de Pé e a Confederação dos Trabalhadores da Economia Popular (CTEP).No acto final, que decorreu junto ao Monumento aos Trabalhadores, representantes destas organizações vincaram a importância da unidade, «para fazer frente ao que aí vem», e sublinharam que o 1.º Maio é «um dia de luta para denunciar a política de Macri, que cada vez mais desemprego e mais fome gera, por mais que nos tentem fazer crer que estamos no caminho da felicidade», indica o Resumen Latinoamericano. (Abril)
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terça-feira, 1 de maio de 2018
«Maiatzaren Lehena | Iraultza ala sumisioa» [vídeo]
Ikasle Abertzaleak: «Maiatzaren Lehena | Ez dago hirugarren aukera posiblerik: Iraultza ala sumisioa»
Hemen kokatzen dugu ikasle mugimenduaren ekarpen nagusia iraultza prozesuan, euskal langile klasearen emantzipazio soziala helburu duen jakintza edo ezagutza sortu eta berau sozializatzea. Klase borrokaren garapenaren fase bakoitzean langile klaseak behar duen ezagutza sortzea dagokigu, zapalduok gero eta gaitasun gehiago eduki ditzagun politikoki burgesiarekin konfrontatu eta garaitzeko. Jakintza ekoizpen propio honen helburua beraz, Euskal Herri sozialista eta feministaren hezkuntza sistema diseinatu eta ahal den neurrian praktikan jartzea da. Hots, Euskal Eskola Nazionalaren eraikitzea.
Horra hor gure ekarpen eremu nagusia. Horregatik, inoiz baino gehiago iraultza ala sumisioa diogu: egungo Euskal Herriaren antolamendu, funtzionamendu eta zapalkuntzen oinarrian dauden ekoizpen harremanak aldatzeko iraultza prozesua ala langile klasearen sumisioa, dominazioa eta zapalkuntza. Ez dagoelako hirugarren aukera posiblerik. / Texto completo de Ikasle Abertzaleak: BorrokaGaraiaDa
Hemen kokatzen dugu ikasle mugimenduaren ekarpen nagusia iraultza prozesuan, euskal langile klasearen emantzipazio soziala helburu duen jakintza edo ezagutza sortu eta berau sozializatzea. Klase borrokaren garapenaren fase bakoitzean langile klaseak behar duen ezagutza sortzea dagokigu, zapalduok gero eta gaitasun gehiago eduki ditzagun politikoki burgesiarekin konfrontatu eta garaitzeko. Jakintza ekoizpen propio honen helburua beraz, Euskal Herri sozialista eta feministaren hezkuntza sistema diseinatu eta ahal den neurrian praktikan jartzea da. Hots, Euskal Eskola Nazionalaren eraikitzea.Horra hor gure ekarpen eremu nagusia. Horregatik, inoiz baino gehiago iraultza ala sumisioa diogu: egungo Euskal Herriaren antolamendu, funtzionamendu eta zapalkuntzen oinarrian dauden ekoizpen harremanak aldatzeko iraultza prozesua ala langile klasearen sumisioa, dominazioa eta zapalkuntza. Ez dagoelako hirugarren aukera posiblerik. / Texto completo de Ikasle Abertzaleak: BorrokaGaraiaDa
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«Maio é um país que quer ser gente»
[De António Santos] É Maio, maduro Maio, dia primeiro de todas as lutas que nos tornam gente: por salários de gente, porque neste país uma pessoa não tem direitos de pessoa com menos de 800 euros; por contratos de gente, daqueles que vêm com direitos de pessoas, como um futuro, uma família e, já agora, sonhos próprios; e horários de gente, e não de bestas mudas de carga alheia que só prestam para albardar. (manifesto74)
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«Primero de Mayo: Cuba desfiló en millones por el Día Internacional de los Trabajadores»
Hoy toda Cuba celebra el Primero de Mayo. Unas 900 mil personas marcharon en La Habana y, en total, alrededor de seis millones de trabajadores y estudiantes fueron protagonistas en la Mayor de las Antillas en el Día Internacional de los Trabajadores, que en Cuba es una fiesta de apoyo mayoritario a la Revolución.
En la Plaza de la Revolución José Martí estuvieron presentes Raúl Castro Ruz, primer secretario del Partido Comunista de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente de los Consejos de Estado y de Ministros, Ulises Guilarte de Nacimiento, secretario general de la CTC, entre otros líderes cubanos.
«Unidad, compromiso y victoria» fue el lema que guió a los trabajadores en su marcha. / Ver fotos e vídeo: CubaDebate
Ver tb.: «Raúl y Díaz-Canel, junto al pueblo el Primero de Mayo» (CubaDebate)
«Primero de Mayo en Cuba: Fiesta del proletariado (+ Fotos)» (CubaDebate)
En la Plaza de la Revolución José Martí estuvieron presentes Raúl Castro Ruz, primer secretario del Partido Comunista de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente de los Consejos de Estado y de Ministros, Ulises Guilarte de Nacimiento, secretario general de la CTC, entre otros líderes cubanos.
«Unidad, compromiso y victoria» fue el lema que guió a los trabajadores en su marcha. / Ver fotos e vídeo: CubaDebate
Ver tb.: «Raúl y Díaz-Canel, junto al pueblo el Primero de Mayo» (CubaDebate)
«Primero de Mayo en Cuba: Fiesta del proletariado (+ Fotos)» (CubaDebate)
«Nos 70 anos da Nakba: "liberdade para a Palestina" e "paz no Médio Oriente"»
Lisboa e Porto vão acolher actos de solidariedade com a Palestina, condenando a política israelita de colonização, ocupação e repressão, e o reconhecimento pelos EUA de Jerusalém como capital de Israel.[...]
A Nakba refere-se à «campanha premeditada que acompanhou o processo de criação de Israel em 1948», em que as milícias sionistas destruíram mais de 500 aldeias, cometeram inúmeros massacres e expulsaram das suas casas cerca de 750 mil palestinianos», afirma-se no texto.
Contudo, a Nakba não terminou e uma «prova eloquente» disso são «os massacres cometidos pelas forças armadas de Israel desde o dia 30 de Março», na Faixa de Gaza cercada, no contexto das manifestações pacíficas da Grande Marcha do Retorno. (Abril)
segunda-feira, 30 de abril de 2018
«1 de Mayo, Euskal Herria. La guerra no ha terminado»
[De Borroka Garaia] En cualquier caso, la clase trabajadora vasca no necesita un estado, pues ningún estado ni república va a solucionar sus problemas. Solo el estado socialista vasco independiente puede poner la base mínima para que la clase trabajadora vasca solucione sus propios problemas frente a los estados español, francés y la UE, con los que no hay ni autodeterminación, ni independencia ni socialismo ni nada que se le parezca, y como no, frente a la burguesía local. Por eso es necesaria la conciencia nacional de clase y por eso el pueblo trabajador vasco es la única madre a reconocer, el 1 de Mayo o cualquier otro día.Se supone que nadie espera ya la revolución vasca pero las condiciones objetivas para una reactivación del proceso revolucionario vasco están dadas. Y aun durante esta fase de repliegue transitorio se pueden empezar a apreciar en el movimiento popular, estudiantil, juvenil, internacionalista y feminista e incluso hasta en los viejos y viejas los primeros trazos de las semillas que pueden provocar un vuelco a la situación y que estos no van a correr por ningún carril actual existente fruto de la fase de repliegue reformista ni por viejos trazados, sino por una articulación del poder nacional, popular y obrero, por una articulación de la ayuda mutua del pueblo trabajador vasco, por una nueva articulación de la confrontación contra los estados y el capital. En la medida que se sepan leer los viejos y nuevos bloqueos y se de rienda suelta al pueblo trabajador vasco de cara a la ruptura con los estados y a la ruptura con la burguesía vasca, los diferentes procesos de normalización del autonomismo, el capital y los estados se pueden ver truncados. La guerra no ha terminado. (BorrokaGaraiaDa)
V Asamblea - «Juanito tiragomas»Tema da banda de Santurtzi (Bizkaia) sobre a luta dos estaleiros Euskalduna.
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«Maiatzak 1… Sozialismotik Independentziara. Independentziatik Sozialismora» [cas.]
[De Boltxe] En este 1 de mayo, día de lucha de la clase obrera, del internacionalismo proletario, nos gustaría recalcar que la liberación de las trabajadoras vascas, del proletariado vasco, solo será posible en una sociedad socialista, en una patria liberada e independiente. Y esa liberación, esa construcción del Estado socialista vasco, de la República popular vasca, solo la va a poder llevar adelante el pueblo trabajador vasco.Como decía un viejo eslogan de la desaparecida Herri Batasuna, «Euskadi independiente, clase obrera al frente». O como planteaba Argala, el socialismo y la independencia, son las mismas caras de una misma moneda. Y el feminismo, añadiríamos. (boltxe.eus)
«Bases militares sírias novamente atacadas com mísseis»
Diversas bases militares do Exército sírio, localizadas nas províncias de Hama e Alepo, foram atacadas com mísseis no domingo à noite. Israel não confirma, nem nega estar envolvido na agressão.[...]
A autoria dos ataques ainda não foi revelada, mas a hipótese de Israel foi de imediato levantada por diversas fontes, tendo em conta que, no início deste mês, dois caças israelitas invadiram o espaço aéreo libanês e dispararam oito mísseis contra a base T-4, na província de Homs. No ataque terão morrido diversos militares iranianos.
Para além disso, nos últimos anos, as forças militares israelitas atacaram diversos alvos em território sírio – acções que as autoridades sírias denunciaram como tentativas de «levantar o moral» dos grupos terroristas, quando estes sofrem pesadas derrotas no terreno nos confrontos com o Exército Árabe Sírio e os seus aliados. (Abril)
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«Oito mentiras de Theresa May sobre o "Caso Skripal"»
[De Alexander Shulgin] Nesta notável intervenção, o embaixador Shulgin desmonta uma por uma as mentiras, falsificações e fraudes que o governo britânico desenvolve em torno do chamado «caso Skripal».Que um tal conjunto de falsidades flagrantes tenha dado origem a uma ofensiva diplomática de grande escala contra a Federação Russa é mais um sinal dos perigosos tempos que vivemos. (odiario.info)
domingo, 29 de abril de 2018
«¿Esta justicia es una mierda?»
[De Alberto Frías (presunto abogado)] No sirve con la indignación que se agota en sí misma, con el eco mediático de las plañideras televisivas, con las que acaban en proposiciones no de ley vacías como buñuelos envenenados,… la indignación de mujer, de joven en Altsasu, de independentista en Cataluña, de jubilada, son la misma indignación. El reto por tanto está en cambiar la correlación de fuerzas, y no estoy hablando de lógica parlamentaria, sino de poder popular.[…]
Frente al desánimo, frente a la extensión del mensaje del pensamiento único que cae rendido en los brazos del sistema, de su lógica, de su laberinto del Dédalo institucional, recordar de nuevo a Bertolt Brecht: «Cuando los que luchan contra la injusticia están vencidos, no por eso tiene razón la injusticia. Nuestras derrotas lo único que demuestran es que somos pocos los que luchan contra la infamia. Y de los espectadores, esperamos que al menos se sientan avergonzados».
Que cada cual dé respuesta al interrogante que figura en el título, y sobre todo, que actuemos en consecuencia. (BorrokaGaraiaDa)
Discussão sobre «repressão, cadeia e antifascismo» em Igorre
O Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) propõe a realização de um debate, no dia 25 de Maio, sobre «repressão, cadeia e antifascismo». A iniciativa será acolhida pelo Kiñu Gaztetxea, em Igorre (Arratia, Bizkaia), e tem início às 20h30.De acordo com a informação divulgada, participam na discussão Ion Iurrebaso Atutxa (ex-preso político basco), Pablo Hasél (rapper comunista catalão) e Carlos Fernández, Pote, da Salhaketa.
Ao debate segue-se um concerto de Pablo Hasél, com início previsto para as 22h30. A entrada custa 4 euros. Ez gelditu etxean partidua ikusten! Etorri!
«World Press Photo premia la violencia fascista» [vídeo]
[De Ivana Belén Ruiz e José Manzaneda] La foto ganadora del concurso World Press Photo 2018 retrata a un joven venezolano de ultraderecha envuelto en llamas. ¡Qué casualidad que, de 73.000 fotos enviadas por 4.500 profesionales de 125 países, la ganadora sea una llamada «Crisis en Venezuela»!Medios de todo el mundo han tenido, así, una nueva ocasión para hablar de «las protestas» de hace un año contra el Gobierno de Nicolás Maduro.
«World Press Photo: ¿premiar la violencia fascista?»Ver: Cubainformacion.tv via lahaine.org
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sábado, 28 de abril de 2018
A indignação com a sentença de La Manada enche as ruas de Iruñea
[Título original: «La indignación por la sentencia a La Manada llena las calles de Pamplona y las redes sociales»] Miles de personas han salido hoy, 28 de abril, a las calles de Pamplona para mostrar de nuevo su rechazo a la sentencia en el caso de los cinco violadores de San Fermín, conocidos como la Manada. Con el lema «No es abuso, es violación. Ez dago gure hitza epaituko duenik», la manifestación ha partido de la Audiencia Provincial, donde el pasado jueves se leyó la sentencia y se vivieron momentos de tensión ante un fallo que el feminismo ha denunciado por injusto, al condenar a los acusados por abusos pero no por violación.El Movimiento Feminista de Iruñerria (Pamplona) ha querido hacer de la marcha de hoy una reivindicación contra la violencia que las mujeres sufren cada día. Uxue Alvarez, portavoz del Movimiento Feminista, ha incidido en que «no es un caso aislado sino que forma parte de un sistema patriarcal». / Ver: elsaltodiario.com
Ver tb.: «"Esto sí es terrorismo" grita Iruñea a "la justicia patriarcal"» (ahotsa.info)
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«Epaiketa politikoen gainetik, gazteri borrokalaria!»
[De Oreretako 4ak Askatu] 2017. urtearen hasieran Errepresioari Autodefentsa jardunaldiak antolatu ziren Euskal Herrian, errepresio politikoaren aurrean antolatzeko sortu zen beharretik. Martxoaren 11 ean Iruñean egin zen manifestazio batekin eman zitzaien amaiera. Polizia eta manifestarien artean liskarrak izanaren aitzakiarekin Polizia Nazionalaren atzaparrek Oreretako 4 gazte eraman zituzten. Adin nagusiekoei terrorismoa leporatu zitzaien eta espetxera sartu ziren.Hortik aurrera, asko izan ziren gure kideak kriminalizatu zituztenak, errepresioa justifikatu nahi izan zutenak edo honen aurrean bakarrik utzi gintuztenak. Orduan altxatu ginen gu, kapitalismoaren aurkako borrokaren zuzentasunak eta espetxeratutako kideen hitzak ematen zigun legitimotasunarekin. Oztopo guztien gainetik antolatzen jarraitu ginen, klase borrokak jarraitu bitartean, langileriak esplotazioa, miseria, gosea, langabezia… sufritu bitartean borrokan jarraituko dugula eta zapalduak izaten jarraituko dugula aldarrikatuz.
8 hilabeteko borrokaren ostean, azaroan oreretako 3 gazteen askatasuna lortu genuen eta gure artean izan genituen berriro ere. Momentu hartan, inoiz baino ozenago oihukatu genuen: Borrokak ez du etenik, absoluzioa! 2018ko urtarrilean eskaera fiskala iritsi zen: 7 urte. Orain izan dezakegun borroka garrantzitsuenari ekiteko momentua heldu zaigu: epaiketa, Maiatzak 21-23 izango da, Madrilgo Auzitegi Nazionalean.
Honen aurrean, elkartasunera deia egiten dugu, epaiketa politikoen gainetik gazteri borrakalari izango garela aldarrikatu eta Oreretako hiru gazteen eta Beasaingo laugarren gaztearen absoluzioagatik borrokatzeko. Denbora luzez berriro ere gugandik hurrundu eta borrokatzeagatik zigortuak izateko arriskuan daude.
Horregatik, kalea kanpaña honetarako egin ditugun kartel eta muralez bete behar dugu, honek suposatuko duen gastu ekonomikoa txikitzeko ekintzak antolatu, epaiketaren aurreko astean txoko guztietan elkarrateratzeak deituko ditugu eta bukatzeko mobilizazio handi batez terroristak ez direla eta kalean nahi ditugula ohikutako dugu. Azkenik, epaiketa egunean bakarrik ez daudela erakutsiko diegu eta gu ere Auzitegi Nazionalean izango gara, gure borroka epaitzeko nahikoa epaile ez dituztela erakutsiz. / Ver: @OAskatu
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«Ovos de ouro e omeletes»
[De Manuel Gouveia] Para a burguesia nacional, a actual galinha dos ovos de ouro é o Turismo. Novidade velha, sempre presente na visão colonial da União Europeia para o nosso País, e redescoberta recentemente, muito fruto do medo de visitar outros destinos turísticos pela instabilidade aí criada pelo imperialismo.É pelos aeroportos que chega a Portugal a maioria dos turistas. Só que os últimos anos transformaram-nos num caos, particularmente o maior deles, o Aeroporto de Lisboa.
[...]
Faltam investimentos e sobram os lucros, cada vez maiores, que vão amealhando os donos do Aeroporto, das companhias aéreas, das empresas que exploram o Aeroporto.
Sem ovos não se faz omeletes. No Aeroporto, como em toda a nossa economia, são o trabalho e os trabalhadores o elemento estruturante da capacidade nacional de produzir riqueza. Esses é que são os verdadeiros ovos de ouro. Ou o País rapidamente redescobre esta realidade, ou a cegueira do capital correndo atrás dos lucros destruirá tudo, e depois, nem turistas, nem omeletes, só mais uma crise. (avante.pt)
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«O Pensamento de Karl Marx» [Escuela de Cuadros]
Na edição n.º 214 do programa «Escuela de Cuadros», o intelectual venezuelano Luis Britto García reflecte sobre o legado de Karl Marx, no contexto do bicentenário do seu nascimento.
«El Pensamiento de Karl Marx (con Luis Britto García)» As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).
«El Pensamiento de Karl Marx (con Luis Britto García)» As várias edições do programa «Escuela de Cuadros» podem ser vistas em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com. Na Venezuela, o «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na ViVe Televisión (sábados, 22h00, e domingos, 23h00) e na Alba TV (segundas-feiras, 20h30).
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sexta-feira, 27 de abril de 2018
Contra os bombardeamentos da NATO, solidariedade com a Síria em Bilbo
Ontem, em Bilbo, muitos sectores do povo basco deixaram claro que não querem mais bombardeamentos da NATO e de Israel na Síria, nem mais grupos proxy que servem as dinâmicas assassinas do imperialismo.
Ver: @SiriarenAlde
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«Piztu Bilbo, Itzali MTV» [eus./cas.]
[Piztu Bilbo, Itzali MTV] Euskal Herriari enpresa izaera ematen ari zaion «Basque Country Euskadi» markaren dinamikaren baitan, Euskal Autonomi Erkidegoko instituzioak gure bizi esparrua eskaparate gisan erabiltzen ari dira, euskal kultura eta nortasun anitzak folklore huts bezala salduz. Hau, jabetu ahal izan garen bezala, gure hirietan eraldaketa bortitzak eragiten ari da. Bilbora etorrita, begi bistakoa da azken urteotan eman den turismoaren gorakada; eta honen eskutik instituzioak erakartzen ari diren makro-festibal eta ebentoak; merkataritza jarduerak, ekintza kulturalen gainetik lehenesten dituztenak: hala nola, BBK Live festibala, Red Bull jauzi txapelketa, Europako Errugbi finalak, Eurocopa 2 020, eta sektore herrikoi eta anitzen marginazioa dakarten adibide argiak direnak.
[...]
Azkenik Apriliaren 28an, larunbata, eguerdiko 12 etan, plaza Eliptikatik, «Otro Bilbao es posible, kalea ez da isilduko» lemapean abiatuko den manifestazioari gure atxikimendu osoa adierazi eta bilbotar orori garrantzi handikoa den ekimen honetan parte hartzeko deialdia egin nahi diogu.
-
Mediante la marca «Basque Country-Euskadi» consistente en imprimir un carácter empresaria la Euskal Herria, las instituciones de la Comunidad Autónoma Vasca llevan tiempo utilizando nuestro espacio urbano a modo de escaparate y vendiendo las múltiples identidades y la cultura vasca como simple folclore vacío. Como nos hemos podido percatar, esta marca está provocando intensos cambios en nuestras ciudades. En el caso de Bilbao, es patente la creciente invasión del turismo de los últimos años; fenómeno unido a la insaciable ansia de las instituciones vascas de atraer macro festivales y eventos como el BBK Live, el concurso de saltos de Red Bull, las finales europeas de rugby, la Eurocopa 2020, etc., dando prioridad a las actividades comerciales y relegando a las culturales; marginando así a diversos sectores populares en su propia ciudad.
[...]
Por último queremos mostrar nuestra adhesión a la manifestación convocada por la Federación de Asociaciones Vecinales de Bilbao, junto con muchos otros colectivos de la ciudad, que partirá desde la Plaza Elíptica el 28 de Abril, sábado, a las 12 del mediodía bajo el lema «Otro Bilbao es poible, Kalea ez da isilduko». (BorrokaGaraiaDa)
[...]
Azkenik Apriliaren 28an, larunbata, eguerdiko 12 etan, plaza Eliptikatik, «Otro Bilbao es posible, kalea ez da isilduko» lemapean abiatuko den manifestazioari gure atxikimendu osoa adierazi eta bilbotar orori garrantzi handikoa den ekimen honetan parte hartzeko deialdia egin nahi diogu.
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Mediante la marca «Basque Country-Euskadi» consistente en imprimir un carácter empresaria la Euskal Herria, las instituciones de la Comunidad Autónoma Vasca llevan tiempo utilizando nuestro espacio urbano a modo de escaparate y vendiendo las múltiples identidades y la cultura vasca como simple folclore vacío. Como nos hemos podido percatar, esta marca está provocando intensos cambios en nuestras ciudades. En el caso de Bilbao, es patente la creciente invasión del turismo de los últimos años; fenómeno unido a la insaciable ansia de las instituciones vascas de atraer macro festivales y eventos como el BBK Live, el concurso de saltos de Red Bull, las finales europeas de rugby, la Eurocopa 2020, etc., dando prioridad a las actividades comerciales y relegando a las culturales; marginando así a diversos sectores populares en su propia ciudad.
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Por último queremos mostrar nuestra adhesión a la manifestación convocada por la Federación de Asociaciones Vecinales de Bilbao, junto con muchos otros colectivos de la ciudad, que partirá desde la Plaza Elíptica el 28 de Abril, sábado, a las 12 del mediodía bajo el lema «Otro Bilbao es poible, Kalea ez da isilduko». (BorrokaGaraiaDa)
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«Testemunhas evidenciam "falso ataque químico" em Douma»
A representação russa na OPAQ juntou esta quinta-feira, em Haia, 17 testemunhas sírias que afirmam não ter havido um ataque com armas químicas em Douma a 7 de Abril. Tratou-se de uma «encenação».[...]
O médico Khalil al-Jaish referiu que nenhum dos pacientes que deram entrada no hospital no dia do alegado incidente mostrou sintomas neurológicos ou cutâneos, mas apenas problemas respiratórios, causados pela poeira densa no exterior. Disse ainda que, de repente, membros dos chamados Capacetes Brancos começaram a deitar água sobre as pessoas, provocando o pânico generalizado e o caos.
No dia do alegado ataque, deram entrada no hospital pessoas que apresentavam sintomas de inalação de fumo e de asfixia com poeira, disse Muwaffaq al-Nasrim, um paramédico que estava a trabalhar nas urgências. O pânico que se vê nas imagens divulgadas pelos Capacetes Brancos foi provocado sobretudo por pessoas que gritavam sobre um alegado ataque com armas químicas, afirmou Al-Nasrim, que assistiu às cenas de caos. No entanto, afirmou, nenhum dos pacientes mostrava sintomas de exposição a armas químicas. (Abril)
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quinta-feira, 26 de abril de 2018
Um novo vídeo desmonta a versão dos pikolos no «Caso Altsasu»
No vídeo, pode ver-se que o sargento da Guarda Civil alegadamente agredido atira para o chão o telemóvel de um dos réus no actual processo e que a sua camisa branca – «rasgada e cheia de marcas de pontapés», na versão das suas testemunhas abonatórias e do próprio – está impecavelmente limpa.Altsasu, 15-10-2016. Vídeo que desmente a versão da Guarda Civil [eitb]VER mais info: ahotsa.info
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Gernika, 81 anos
Gernika, símbolo das liberdades bascas, foi bombardeada e arrasada pela Legião Condor alemã e a Aviação Legionária italiana a 26 de Abril de 1937. Fascismo nunca mais!
«Gernika» – Joseba TapiaDo álbum Agur Intxorta Maite (2001). [Hitzak]
«Gernika» – Joseba TapiaDo álbum Agur Intxorta Maite (2001). [Hitzak]
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«Israel usa armas químicas com bênção global»
[De José Goulão] A tropa israelita recorre a armas químicas reais e o mundo não dá por isso, entretido com divagações e mistificações em torno de falsas armas químicas.[…]
Ao Estado de Israel é permitido assumir, com toda a discricionariedade e sem risco de sanção, comportamentos e atitudes agressivas, difamatórias e ameaçadoras para com os outros Estados, povos e cidadãos do mundo. As organizações, interesses e potências que usam o poder da força para fiscalizar abusivamente a «ordem mundial» são de uma tolerância cúmplice e sem limites para com estes procedimentos. (Abril)
quarta-feira, 25 de abril de 2018
«¡Recuperemos el 1º de mayo para las trabajadoras y trabajadores!»
[De M1 Langileontzat! (Ezkerraldeko ekimena) / em euskara: «Berreskura dezagun maiatzaren lehena langileontzat!»] Sin embargo, estas dinámicas de protesta pueden quedarse en simples fuegos de artificio si no somos capaces de golpear todos y todas juntas al enemigo común: el sistema capitalista. Tanto el saqueo de la caja de las pensiones, como la privatización de lo público, así como la opresión de género a las mujeres trabajadoras se inscriben en un contexto de lucha de clases.[…]
Por todas estas razones, y ante este 1º de Mayo con más claridad que nunca, hacemos un llamamiento a la clase trabajadora a recuperar el protagonismo social y político, a organizarse más allá del legalismo burgués, a perder el miedo a la represión… y a imaginar un futuro sin explotación de ninguna persona por otra. El camino será largo pero merece la pena. Te invitamos finalmente al acto que se celebrará el 1 de Mayo a las 12:00 en el Parque Gernika de Santurtzi. (BorrokaGaraiaDa)
[Altsasu] «El relato lo han construído los grandes medios, no se corresponde con la realidad»
[A Plataforma Antirrepresiva de Guadalajara entrevista Edurne, mãe de Ainara, uma das denunciadas no caso de Altsasu] En el inicio de la segunda semana de juicio y con la atención mediática puesta en dicho proceso, entrevistamos en la puerta de la Audiencia Nacional, en San Fernando de Henares, a Edurne, madre de Ainara, una de las encausadas del caso Altsasu.
[...]
La verdad es que, para todo este relato, han contado con los grandes medios, lo han construído con los grandes medios... Ha habido algunos que, la verdad, han estado preguntando, y han estado dispuestos a escucharnos... pero los grandes se han dedicado a hacer un relato de un pueblo que no se corresponde con la realidad.
Se han dedicado a hacer un relato de unos jóvenes que no se corresponden con la realidad. A ponerles unos apellidos de todo lo que se les ha ocurrido... desde terroristas, radicales, agresores... se les ha puesto el título que se ha querido, ha valido absolutamente todo. Entonces, pues... Esto es todo un conjunto, el que tenemos que conseguir que agriete y que se vea vea la realidad. (lahaine.org)
[...]
La verdad es que, para todo este relato, han contado con los grandes medios, lo han construído con los grandes medios... Ha habido algunos que, la verdad, han estado preguntando, y han estado dispuestos a escucharnos... pero los grandes se han dedicado a hacer un relato de un pueblo que no se corresponde con la realidad.
Se han dedicado a hacer un relato de unos jóvenes que no se corresponden con la realidad. A ponerles unos apellidos de todo lo que se les ha ocurrido... desde terroristas, radicales, agresores... se les ha puesto el título que se ha querido, ha valido absolutamente todo. Entonces, pues... Esto es todo un conjunto, el que tenemos que conseguir que agriete y que se vea vea la realidad. (lahaine.org)
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«O capitalismo é violência»
[De Bruno Carvalho] Palestina, Donbass, Catalunha, Colômbia. A comunicação social dá voz ao agressor e absolve a violência exercida pelos Estados implicados. Contra a opressão, os povos conservam o direito à insurreição.[...]
Por todo o mundo, e crescentemente na Europa, a fascização dos Estados, a que alguns preferem chamar autoritarismo ou populismo, cresce a passos largos para defender um sistema cada vez mais incapaz de suster a crise em que se encontra e de esconder o seu carácter violento.
Foi em Abril que os militares e o povo derrotaram o império da lei e da violência fascistas para encetar um período que todavia é uma espinha encravada na garganta de alguns. Num dos mais bonitos textos escritos em português, a nossa Constituição «reconhece o direito dos povos à autodeterminação e independência e ao desenvolvimento, bem como o direito à insurreição contra todas as formas de opressão». (Abril)
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terça-feira, 24 de abril de 2018
Concentração em Bilbo: «Não à agressão imperialista à Síria!»
Diversas organizações promovem a realização de uma concentração em Bilbo «contra a agressão imperialista a Síria». É esta quinta-feira, dia 26, às 19h00, frente ao Teatro Arriaga.
Entre as organizações promotoras contam-se a Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, a Askapena, a associação Euskadi-Cuba, a Ernai de Bilbo, a Ezkerraldea Antifaxista, o Euskal Herria-Donbass Elkartasun Komitea, a Herri Norte Taldea, o Ikasle Abertzaleak, o PCE-EPK, a Barakaldoko Gazte Asanblada, o La Kelo Gaztetxea, o Círculo Bolivariano La Puebla, a Berri Otxoak e o sindicato LAB.
Entre as organizações promotoras contam-se a Siriaren Alde, plataforma basca de apoio à Síria, a Askapena, a associação Euskadi-Cuba, a Ernai de Bilbo, a Ezkerraldea Antifaxista, o Euskal Herria-Donbass Elkartasun Komitea, a Herri Norte Taldea, o Ikasle Abertzaleak, o PCE-EPK, a Barakaldoko Gazte Asanblada, o La Kelo Gaztetxea, o Círculo Bolivariano La Puebla, a Berri Otxoak e o sindicato LAB.
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«La historia absuelve a ETA»
[De Josemari Lorenzo Espinosa] Pero lo que de verdad absuelve a ETA es la Historia. Porque ETA ha sido, y es, una criatura histórica. Y desde este punto de vista, desde la Historia, se puede suscribir sin ningún reparo que ETA no engendró la violencia. Sino que la violencia histórica ejercida por España, contra el pueblo vasco, engendró a ETA. Es también lo que escribió T. Monzón, en 1980.[…]
De este modo, ETA ha sido responsable de su propia violencia. Pero sobre todo, la Historia es responsable de ETA. Una Historia que es inseparable de la malformación imperial de España. Una Historia de ocupación y violencia de las tierras peninsulares e insulares. De la explotación y exclavización de todo un subcontinente americano y varios pueblos africanos. Con la que las dinastías (Austrias y Borbones) crearon un imperio. Que nadie denuncia oficialmente en España. A quien nadie exige peticiones de perdón. Seguramente porque es «historia» de España.
Naturalmente que nadie del actual régimen, que cuenta con muchos aliviaderos, en sus campañas contra ETA, va a aceptar esto. Porque para toda la caverna mediática, que es mucha, fuerte y bien engrasada, la violencia vasca empieza con Txabi Etxebarrieta hace 50 años. Y el conflicto político es una invención de la izquierda abertzale. Que desaparecerá cuando desaparezca ETA. En su categoría de banda de delincuentes armados, sin mas justificación que robar y cometer crímenes. Pero nadie sabe decir ¿por qué una «cosa» así, ha podido durar 50 años?. Algo que tendría que haber sido liquidado por la policía, como cualquier banda de malhechores, ha suscitado tanto interés, no sólo policial o judicial, sino también político y social. (lahaine.org)
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«A un mes de las presidenciales: los votos en tiempos de guerra»
[De Marco Teruggi] Venezuela es una necesidad continental. Lo que acá pasa impacta sobre el horizonte americano, su retroceso, empate o avance. Los EEUU lo tienen claro.Votar a Maduro es una lealtad necesaria con nuestra propia historia, nuestras posibilidades por venir. (lahaine.org)
segunda-feira, 23 de abril de 2018
«Cada día, no solo cada 17 de Abril»
[De Jon Kepa Preciado, preso político basco] La etiqueta de pres@ polític@ no es gratuita, implica muchas cosas, la principal es que somos militantes políticos comprometid@s a l@s que se nos reprime por ello, y también por ello debemos mostrar nuestra implicación y responsabilidad en la lucha contra esa opresión y a favor de nuestros derechos como pres@s y militantes en la lucha por la consecución de unos objetivos, lo que nos trajo aquí y nos hace vivir diariamente lo que vivimos.La esencia del preso político tiene que ser revolucionaria, por lo tanto solidaria y combativa, tenemos que enfrentarnos a los problemas de forma colectiva, esta es nuestra gran fuerza y el temor del enemigo, y solo de esta manera se resiste y se avanza, lo contrario, el camino individual, no es el efectivo, no es el adecuado para que l@s militantes polític@s lo transiten. (BorrokaGaraiaDa)
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«A falsa fachada dos capacetes brancos»
[De Manuel Augusto Araújo] Eles estão em Portugal. É boa altura para desmascarar esta organização terrorista de capa humanitária cuja missão é branquear, junto da opinião pública, as acções militares do Daesh e da Al-Qaeda.Já chegaram a Portugal os Capacetes Brancos, com ecos fortes na comunicação social, como seria expectável. São suportados por uma poderosa máquina de propaganda financiada pelo sólido apoio dos wahabitas da Arábia Saudita, de que um dos mais activos é o bilionário Hani Farsi, financiador de um documentário sobre a ONG inventada e organizada em 2013 por James Le Mesurier, especialista em segurança e «ex»-agente secreto militar britânico com um largo historial em alguns dos mais controversos teatros de intervenção da NATO, Bósnia, Kosovo, Iraque, Líbano e Palestina. (Abril)
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«Jugoslávia: o dia em que uma televisão se tornou um alvo militar»
Durante 78 dias, aviões e navios de guerra da NATO realizaram 3800 «operações de combate», lançando 22 milhões de quilos de bombas, cerca de 2300 mísseis e 14 mil bombas sobre um milhar de alvos, entre os quais a Rádio Televisão Sérvia, onde morreram 16 pessoas.Para a NATO, a sede da TV Sérvia, em Belgrado, era um alvo militar a abater pelo facto de ser «porta-voz da propaganda» de Milosevic. Por outras palavras, pelo facto de revelar uma realidade não conforme com a que foi fabricada pelo Ocidente, evidenciando as consequências dos ataques da Aliança Atlântica, liderada pelos EUA.
Os ataques a pontes, comboios, colunas de refugiados, mercados e fábricas foram alguns dos crimes cometidos pela NATO, e que a televisão estatal cobriu. (Abril)
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Karl Marx 200 anos depois do seu nascimento. Entrevista a Néstor Kohan
Entrevista de Luis Hernández Navarro (escritor, investigador, militante e jornalista de La Jornada, do México) a Néstor Kohan (da Universidade de Buenos Aires) sobre os problemas e a vigência de Karl Marx a 200 anos do seu nascimento. Programa «Cruce de palabras», da Telesur.
[Gracias a Luis por asumir el incómodo papel de «abogado del diablo» para permitir contestarle a la derecha.]
«"Cruce de palabras": conversamos com Néstor Kohan»Ver: Telesur via cipec.nuevaradio.org
[Gracias a Luis por asumir el incómodo papel de «abogado del diablo» para permitir contestarle a la derecha.]
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