quinta-feira, 8 de junho de 2017

«Receita para o golpe na Venezuela»

[De Bruno Carvalho] Enquanto em Portugal, ao ritmo do processo contra-revolucionário, a realidade mediática se afastou dos trabalhadores e do povo concentrando-se nas mãos dos grandes grupos económicos e financeiros, na pátria de Simón Bolívar e Hugo Chávez o Estado tratou de democratizar os meios de comunicação.
[...]
Hoje é certo que a imprensa é o principal meio para descredibilizar a revolução bolivariana e criar as condições para uma alteração estrutural na realidade política e económica daquele país. As grandes agências de notícias trabalham incessantemente para transformar a mentira em verdade, a democracia em ditadura e a claridade em sombra. (Abril)

«A ascensão das torcidas antifascistas no futebol» (PCB)
[De Matheus Medeiros] Nos estádios — um território visto muitas vezes como violento, machista e conservador — multiplicam-se os grupos libertários e críticos ao capitalismo. Conheça alguns deles.

«Leitura política de "O Capital"» [Escuela de Cuadros]

Na edição 201 do programa de formação marxista Escuela de Cuadros, o intelectual marxista basco Iñaki Gil de San Vicente propõe uma leitura política de O Capital, situando o sujeito-leitor e a luta de classes em primeiro lugar.

«Lectura política de El Capital»O programa Escuela de Cuadros transmite-se semanalmente na Alba TV (segundas-feiras, 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Pode-se aceder aos programas em www.youtube.com/escuelacuadros e em @escuela_cuadros.

terça-feira, 6 de junho de 2017

O deportado basco Emilio Marigorta apela à participação na manifestação pró-amnistia

[Texto enviado de Cabo Verde] Una vez más os toca movilizaros en pos de las libertades de nuestra querida Euskal Herria, de nuestros presos, de nuestros exiliados, de nuestros deportados.

En pos de la amnístia, independentzia eta sozialismoa, y una vez más me toca hacer una pequeña aportación desde mi punto de dispersión, desde mi deportación.

Euskalerria no abandona a sus hijos, lucha por ellos, no se rinde, no claudica. Desde mi punto de dispersión, quisiera pediros humildemente que participéis en masa en la movilización del 24. Empujando entre todos acabaremos por conseguir la salida de nuestros presos y la vuelta de los exiliados y deportados. Empujando entre todos conseguiremos Amnistia eta Askatasuna. / Ler: amnistiAskatasuna

Sábado, 10, conferência de imprensa em Bilbo
Duas semanas antes da manifestação que, no dia 24, terá lugar na capital biscainha, sob o lema «Inoiz ez markuturik! Denon artean lortuku dugu! Amnistia osoa!», o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) realiza, na Praça do Arriaga, também em Bilbo, uma conferência de imprensa, com início às 11h00. Os apoios e adesões à mobilização podem ser expressos até à próxima quinta-feira, 8. Ekainak 24, denok Bilbora!

Gabiria e Igorre vão integrar a UEMA, este sábado

A Mancomunidade de Municípios de Língua Basca [Udalerri Euskaldunen Mankomunitatea (UEMA)] é composta por municípios onde mais de 70% dos habitantes sabem euskara. Com a integração de Gabiria (Goierri, Gipuzkoa) e Igorre (Arratia, Bizkaia) a UEMA passa a ter 84 membros e 245 mil habitantes.

A segunda assembleia-geral da UEMA este ano - a primeira decorreu em Larrabetzu (Bizkaia), em Janeiro - realiza-se no próximo sábado, 10, em Zestoa (Gipuzkoa), e nela deverão ser aprovados os pedidos de adesão de dois novos municípios: Gabiria (Gipuzkoa) e Igorre (Bizkaia).

O primeiro já tinha anunciado em Fevereiro a sua intenção de integrar a UEMA; o segundo fê-lo ontem mesmo, depois de a decisão ser aprovada em sessão de Câmara. Igorre é o município mais habitado da comarca biscainha de Arratia (o ano passado tinha 4108 habitantes) e, de acordo com o último inquérito sociolinguístico, publicado em 2013, 75,28% dos seus habitantes são euskalduns.

Defender o direito a viver em euskara
Com a integração de Gabiria e Igorre, a UEMA passa a ser constituída por 84 municípios, onde residem 245 mil pessoas. No mandato da actual direcção, já são 11 os municípios que decidiram integrar a instituição: Dima, Ea, Ziortza-Bolibar, Areatza, Larrabetzu e Igorre (na Bizkaia), e Legorreta, Ataun, Mendaro, Errezil e Gabiria (em Gipuzkoa). Destes 84 municípios, a grande maioria é biscainha e guipuscoana; 13 são navarros e um é alavês (Aramaio).

Composta por municípios onde mais de 70% dos habitantes sabem euskara, esta comunidade surgiu em 1991, depois de 17 municípios se terem decidido juntar para a criar e, assim, defender o direito a viver plenamente em euskara. Desde então, a organização não parou de crescer e de dar força à língua basca, apesar de todas as dificuldades a que teve e tem de fazer frente. / Ver: uema.eus

«Terror na Grã-Bretanha: que sabia a primeira-ministra?»

[De John Pilger] Uma fuga de informação norte-americana após o atentado terrorista de Manchester revelou que o MI5 britânico sabia o suficiente sobre o terrorista e o grupo a que pertencia para que esse ataque pudesse ter sido evitado. As grandes potências imperialistas fomentam e apoiam o terrorismo islâmico contra os países árabes, e dão guarida a terroristas nos seus próprios países. A destruição e morte que fomentam contra alvos distantes reaparecem-lhes em casa. Curiosamente, como sucedeu também em França, no decurso de campanhas eleitorais. (odiario.info) [em castelhano: lahaine.org]

«"Gentrificación", de barrio popular a distrito burgués» [entrevista]

[Entrevista de Enric Llopis a Daniel Sorando e Álvaro Ardura, autores de First We Take Manhattan. La destrucción creativa de las ciudades] En 1964 el sociólogo Ruth Glass empleó por primera vez el término «gentrificación» (de «gentry», pequeña nobleza rural británica). Hacía referencia a las familias británicas de clase media que se trasladaban al centro de Londres, tradicionalmente de clase obrera. En los procesos señalados por Glass, los recién llegados al centro londinense –con mayor poder adquisitivo que los autóctonos- rehabilitaron edificios y viviendas, lo que incrementaba su valor inmobiliario y el «estatus» de los distritos. Con apuros cada vez mayores para afrontar los alquileres, el vecindario más humilde fue poco a poco abandonado estas barriadas, que mutaron de fisonomía. Después de las transformaciones estarían habitadas en buena medida por clases medias, altas y profesionales, sobre todo de piel blanca.

«Gentrificación es la apropiación de un barrio por una ‘gentry’ urbana que no lo habitaba previamente», resumen el sociólogo Daniel Sorando y el arquitecto Álvaro Ardura, autores del libro First We Take Manhattan. La destrucción creativa de las ciudades, publicado en 2016 por Catarata. El título procede de la canción que Leonard Cohen dedicó al célebre distrito neoyorkino. Los autores proponen un modelo con las siguientes fases: abandono, estigma, regeneración, mercantilización y, en muchas ocasiones, resistencias. El libro de 175 páginas también puede leerse como un paseo sociológico por los barrios de Soho (Nueva York), Beleville (París), Southwark (Londres) y Kreuzberg (Berlín); pero también por zonas urbanas más cercanas, como Malasaña (Madrid), La Magdalena (Zaragoza), El Raval (Barcelona) y el Cabanyal (Valencia). «El proceso de gentrificación no es neutral, sino que contrapone los intereses de diferentes grupos sociales», afirman los autores en el prólogo. / LER: lahaine.org

domingo, 4 de junho de 2017

Amigos do preso Asier Ormazabal sofrem acidente grave no regresso de Teruel

O acidente, grave, ocorreu ontem no regresso de uma visita à cadeia de Teruel (Saragoça, Espanha). A associação Etxerat convocou mobilizações para denunciar o sexto acidente rodoviário deste ano relacionado com a política de dispersão imposta aos presos e seus familiares pelas autoridades espanholas e capachos bascos.

Numa nota, a Etxerat denuncia a gravidade do acidente que envolveu dois amigos do preso político basco Asier Ormazabal, na sequência do qual ambos tiveram de ser hospitalizados, gravemente feridos. Ormazabal está encarcerado na cadeia de Teruel e o acidente deu-se nas imediações de Saragoça.

A Etxerat agendou mobilizações para os próximos dias nas quatro capitais do Sul, bem como uma conferência de imprensa para quarta-feira, 7, em que irá denunciar a política de dispersão e abordar as suas consequências. O acidente de ontem é o sexto relacionado com esta política que visa punir os presos e todo o seu meio social e afectivo. / Ver: Berria

A ecologista Gladys del Estal, morta há 38 anos, foi homenageada em Egia

A donostiarra Gladys del Estal foi assassinada por um guarda civil, a 3 de Junho de 1979, num protesto antinuclear e contra o Campo de Tiro das Bardenas, em Tutera (Nafarroa). O colectivo Eguzki voltou a homenageá-la.

Apesar da chuva, dezenas de pessoas participaram, esta manhã, na iniciativa que o colectivo ecologista Eguzki organizou, no Parque Kristina Enea, no bairro donostiarra de Egia, em memória de Gladys del Estal. A jovem, de 23 anos, foi assassinada por um guarda civil, à queima-roupa, no decorrer de uma manifestação anti-militarista e antinuclear, há 38 anos.

Tal como em anos anteriores, a cerimónia contou como uma deposição de flores junto ao monumento que evoca Gladys del Estal no parque donostiarra. Também se dançou um «aurresku» de honra e cantaram-se temas em sua memória. / Imagens da iniciativa / Ver: eguzki.org

«La utilización política del miedo y de la ignorancia: el terrorismo islamista»

[De Mikel Itulain] El miedo, la creación del miedo hacia ese enemigo artificial creado, es un gran negocio para los gobernantes, pues se anula la crítica y deja las manos libres a la impunidad y a la codicia.

Este miedo, este miedo en realidad imaginario y fomentado precisamente por quienes dicen que lo van a combatir, es una lacra social. Pero es una lacra que ha perdurado durante generaciones en nuestras propias sociedades, hoy en día también.

La aparente paradoja de esto se ve en que el creador del terror, del miedo, es el que se ofrece como salvador, y lo trágico es que la población le pide protección al causante del problema, en vez de pedirle su dimisión o expulsarle del poder. (EsPosibleLaPaz?)

«Uma farsa assassina» (Abril)
[De José Goulão] Em pouco mais de duas palavras: os familiares dos inocentes de Manchester, Londres, Paris e Nice deveriam antes pedir responsabilidades aos governos dos seus países por fomentarem o terrorismo que os vitimou.

«Vale a pena lutar!»

[De Ângelo Alves] O primeiro apontamento, relativo aos imensos desafios da luta dos povos, reporta-se ao grau de manipulação política e mediática. Na Venezuela o legítimo governo venezuelano e as forças progressistas combatem as ondas de violência das forças reaccionárias a soldo do imperialismo que estão na origem da situação naquele país. Para os media detidos pelos grandes grupos económicos as acções de boicote, crime e violência dos grupos de extrema direita e de mercenários são acções «pela democracia».
[…]
Por todo o lado os «direitos humanos» continuam a ser manipulados para justificar as guerras e ingerências do imperialismo. No entanto, esses direitos humanos já não são importantes quando falamos da luta do povo palestiniano. É por isso que a vitória dos 1500 presos políticos palestinianos, alcançada após 40 dias de greve da fome e silenciada massivamente pela «imprensa livre», é tão importante! (avante.pt)

sábado, 3 de junho de 2017

Grande manifestação de apoio a Errekaleor: «Não nos vão parar nem derrubar»

«Se nos queriam desmotivar ou baixar o moral, temos de lhes dizer que conseguiram exactamente o contrário», disse Jon Hidalgo, a poucas horas da manifestação que esta tarde juntou mais de 7000 pessoas em Gasteiz para defender o bairro de Errekaleor.
Havia raiva, mas também satisfação. Duas semanas depois de a Ertzaintza ter entrado em Errekaleor para deixar sem luz as 150 pessoas que vivem neste antigo bairro operário e autogerido de Gasteiz – o maior destas características em Euskal Herria e no Estado espanhol –, uma grande manifestação inundou as ruas da capital alavesa, mostrando que Hidalgo tem razão: apesar das ameaças que sobre ele pendem, este projecto ainda tem vida pela frente. / Ler crónica da manifestação: publico.es / Mais info: crónica de Boro LH (lahaine.org) e #ResistErrekaleor

Iñaki Bilbao está há uma semana em greve de fome

O preso político Iñaki Bilbao, Txikito, iniciou, no dia 28 de Maio, uma greve de fome por tempo indeterminado. Para além da greve de fome, o natural de Lezama (Bizkaia) também deu início a um «txapeo» (recusa-se a ir ao pátio).

No passado dia 22, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) dava conta da aplicação da «primeira fase do primeiro grau» a Iñaki (notícia) e cinco dias depois soube-se que lhe tinham proibido a comunicação com uma pessoa da sua confiança – já é a quarta proibição (notícia).

No entanto, Txikito fez saber aos seus familiares que não iniciou a greve de fome e o «txapeo» por causa destas medidas, mas, sim, como forma de luta «a favor da independência e do socialismo». Como estes objectivos ainda não foram alcançados, o preso político pretende expressar, com esta dura forma de protesto, que «a única alternativa possível é continuar a lutar».

Hoje, mais de meia centena de pessoas participaram, em Lezama (Bizkaia), numa concentração de apoio ao preso biscainho. / Ver: aseh e amnistiAskatasuna

«Nota sobre la presentación de "Breve historia del comunismo", de Iñaki Gil de San Vicente»

[De Amílcar Salazar Figueroa] Justo en un momento, como el actual, de altísima confrontación social y política, se presenta en Venezuela Iñaki Gil de San Vicente para colocar en el debate un texto cargado de heterodoxia y radicalidad, 'Breve historia del Comunismo', cuya puesta en circulación coincidía con su llegada a nuestras tierras.
[...]
La obra 'Breve historia del Comunismo' se inscribe en la búsqueda enriquecedora de la teoría revolucionaria, del pensamiento crítico, que afanosamente trata de proveer de herramientas conceptuales al sujeto hacedor de la historia, a ese ser colectivo llamado a dar al traste con el sistema de explotación capitalista. (lahaine.org)

«Omisiones y silencios de la fiscal Luisa Ortega Díaz» (Misión Verdad)
Este miércoles la Fiscal General de la República, Luisa Ortega Díaz, dio declaraciones a la prensa sobre los últimos hechos de violencia registrados en el país. Se refirió con especial énfasis al proceder de los cuerpos de seguridad del Estado, evitando nombrar importantes hechos de violencia registrados en los últimos días relacionados a la actuación de la oposición venezolana.

«O cerco de Leninegrado, Chostakovich, e a reescrita da história»

[De Jenny Farrell] Sobe de tom a agressividade da NATO, que avança em direcção ao Leste da Europa e instala no terreno um dispositivo militar com condições para desencadear uma acção de guerra de grande escala. Este texto recorda o horror da agressão nazi à URSS e o papel que não apenas o povo em armas mas também a cultura e a arte desempenharam na derrota do nazi-fascismo. A memória histórica dos povos é uma arma em defesa da paz.

A guerra-fria contra a Rússia – e anteriormente contra a União Soviética – continua. Inclui o apagamento da memória pública das muitas atrocidades cometidas pela Alemanha nazi sobre a população soviética e o heróico papel assumido por esta na derrota do fascismo. (odiario.info)

sexta-feira, 2 de junho de 2017

«Crónica de una infección anunciada»

[Texto de Gotzon Iparragirre Burgoa, irmão de Ibon Iparragirre Burgoa, preso político basco gravemente doente] Dice el ministro que no les van a soltar hasta que no les queden menos de dos meses de vida. Y digo yo: menos de dos meses, Sr. ministro, ¿puede ser un mes? ¿puede ser una semana? Y por qué no, ¿un día?

Ya está pasando, lo que decíamos que iba a pasar. Ibon está ingresado en el hospital Gregorio Marañón, en principio, por neumonía, la misma infección pulmonar por la que fue ingresado en octubre de 2011 en el hospital de Basurto. Durante ese ingreso también le fue diagnosticada la leucoencefalopatía multifocal progresiva que padece, entre otras afecciones. Días después le fue concedido el régimen de prisión atenuada por la Dirección General de Instituciones Penitenciarias, dirigida a la sazón por Mercedes Gallizo. Con pulsera telemática y 20 horas al día en casa estuvo hasta que en marzo de 2014 la magistrada Concepción Espejel ordenó su busca y captura, para cumplir otra condena de ¡299 años! En zapatillas de casa encontraron al supuesto fugado. (lahaine.org)

«Errekaleor, un barrio en lucha por no volver a la oscuridad» [reportagem]

[De David Bou para Directa.cat] Ubicada en la ciudad de Vitoria-Gasteiz, la histórica barriada obrera de Errekaleor ha sido recuperada por más de un centenar de personas, que han okupado y rehabilitado los edificios de viviendas y espacios comunes abandonados, pese a la amenaza constante de derribo

Errekaleor (arroyo seco en euskera ) no ha sido nunca un barrio normal y corriente, ni por su historia, ni por su estructura urbanística, más parecido a un pequeño pueblo que en el barrio periférico de una ciudad con 250.000 habitantes. Muchas lo han comparado ya con el mítico Bogside de la ciudad norirlandesa de Derry, o con la llamada Ciudad Libre de Christiania, en la capital de Dinamarca. Sin embargo, tras la típica y tópica etiqueta alternativo y dentro y fuera de los pequeños edificios de hormigón decorados con murales políticos, germina desde hace casi cuatro años un proyecto comunitario en construcción y proceso de consolidación, y eso parece ser lo que algunos, bajo el mando del ahora alcalde del Partido Nacionalista Vasco (PNV), Gorka Urtaran, se empeñan en intentar evitar.

El conflicto ha subido de tono a raíz de la irrupción en la barriada de un numeroso dispositivo de la Ertzaintza, el 18 de mayo, para custodiar un grupo de operarios de Iberdrola que cortaron la luz de todo el barrio / LER: lahaine.org

«Desde abajo y a la izquierda, hay mucho pueblo dispuesto a defender a Venezuela»

[De Carlos Aznárez] Leyendo la lista de firmantes de algunos de estos manifiestos opositores «de izquierda» duele encontrar a algunos nombres que supieron estar a la altura de las circunstancias en diferentes patriadas anticapitalistas. Solo a ellos, no a otros que nunca entendieron ni a Cuba ni a Venezuela, vale la pena pedirles que recapaciten y no sigan acercando más gasolina al fuego de la destrucción de la gesta bolivariana. No es cuestión de desentenderse del pensamiento crítico, ni mucho menos, hay diversos temas que quienes nos sentimos chavistas también debatimos sobre errores cometidos, pero con la responsabilidad de saber sobre que terreno pantanoso el Imperio ha ido instalando al proceso bolivariano. (resumenlatinoamericano.org)

«Quebeque ilegaliza greve» (avante.pt via odiario.info)
[De António Santos] Para quem tenda a esquecer-se de que mesmo a mais democrática das democracias burguesas será sempre uma ditadura da burguesia, a classe dominante encarrega-se de recordar esse facto. O que se passa no Quebeque com a ilegalização do direito à greve é quase uma rotina: desde 2010 pelo menos 11 greves foram proibidas no Canadá.

Eskorbuto - «Historia triste»

De Santurtzi (Ezkerraldea, Bizkaia), a mítica banda de punk basco, surgida em 1980 e ligada ao que ficou conhecido como Rock Radikal Basco.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

O preso Ibon Iparragirre foi internado de urgência

Os familiares do preso político ondarrutarra informaram que este foi levado da prisão de Alcalá-Meco (Madrid) para o Hospital Príncipe das Astúrias. Ibon, que tem Sida (estádio C-3), estava com tosse forte há três dias e, depois lhe fazerem umas radiografias, foram-lhe detectados indícios de pneumonia.

Os familiares também explicaram que Ibon tinha feito análises ao sangue há duas semanas e estava à espera dos resultados. As últimas, de Dezembro de 2016, mostraram resultados «preocupantes». «Não pensamos que estes sejam melhores que os de Dezembro», disseram os familiares, referindo-se ao agravamento do seu estado de saúde.

Ibon está na cadeia desde 2014, apesar de a prisão e a sua condição clínica serem incompatíveis. Nestes três anos, a sua doença agravou-se e foi espancado diversas vezes por funcionários prisionais e por reclusos, que também o roubaram.

Para exigir a sua libertação foi marcada uma concentração para amanhã, 1 de Junho, às 20h00, em Ondarroa (Bizkaia), com o lema «Ibon etxea!». / Ver: lahaine.org, Berria e Lea-Artibai Hitza

Dois operários mortos em acidentes de trabalho no País Basco

Esta manhã, um trabalhador de 22 anos morreu electrocutado na subestação de Murga (Aiara, Araba); outro, de 46 anos, faleceu em Urretxu (Gipuzkoa), depois de cair de um andaime.

Numa nota, o sindicato LAB sublinha que, com estes dois falecimentos, sobe para 26 o número de operários mortos no seu posto de trabalho, este ano, em Euskal Herria.

A maioria dos sindicatos bascos agendou concentrações de protesto para amanhã em Urretxu (11h30) e em Amurrio (meio-dia). / Ver: argia, aiaraldea.eus e LAB