
A rejeição de políticas agrícolas que «beneficiam os terratenentes e as transnacionais», a defesa dos recursos naturais, a denúncia do «avanço do extractivismo mineiro e petrolífero», o repúdio pela «entrega das Ilhas Galápagos aos interesses do imperialismo norte-americano» e o protesto contra a retirada do asilo concedido desde 2012 ao informático australiano Julian Assange na Embaixada de Quito em Londres também fazem parte do elenco de preocupações e condenações dos promotores das mobilizações. (Abril)