segunda-feira, 15 de julho de 2019

Colaboradores de Guaidó presos ao tentar vender armas roubadas das Forças Armadas

O ministro venezuelano da Comunicação, Jorge Rodríguez, anunciou este sábado que Erick Sánchez e Jason Parisi, membros da segurança do deputado da oposição Juan Guaidó, foram presos juntamente com Eduardo Javier García, primo de Sánchez, quando tentavam vender armas roubadas do parque da Guarda Nacional Bolivariana no Palácio Federal Legislativo, em Caracas, e que haviam sido utilizadas na tentativa de golpe de Estado a 30 de Abril último.

Recorde-se que, no passado dia 30 de Abril, Juan Guaidó, o autoproclamado «presidente interino» da Venezuela, apareceu ao lado de Leopoldo López – uma figura-chave da extrema-direita venezuelana, que se encontrava a cumprir pena em regime de prisão domiciliária (e está agora na Embaixada de Espanha em Caracas) –, acompanhado por um grupo de militares, a anunciar por vídeo que estava em curso um golpe contra o presidente eleito do país caribenho. No entanto, o golpe não passou de uma tentativa frustrada, dada a falta de apoio militar e a pronta resposta das autoridades venezuelanas e do povo chavista nas ruas. (Abril)

domingo, 14 de julho de 2019

Os jovens presos de Altsasu não foram esquecidos nas festas de San Fermin

Por iniciativa dos Altsasu Gurasoak, realizou-se ontem, ao meio-dia, na Praça das Recoletas, em Iruñea, uma mobilização para reivindicar a libertação dos jovens de Altsasu. (ahotsa.info)
Ver tb.: «Sanfermines ha acogido una multitudinaria manifestación para pedir la libertad de los presos de Altsasu» (insurgente.org)

Entrevista com Edmilson Costa, secretário-geral do PCB

Em entrevista ao Jornal O Poder Popular, o camarada Edmilson Costa, secretário-geral do PCB (Partido Comunista Brasileiro), aborda vários temas ligados à conjuntura atual, entendendo que este é momento de reorganização do movimento operário, sindical e de juventude, para que possamos seguir firmes no combate ao Governo Bolsonaro e aos ataques do capital aos direitos da classe trabalhadora, cruelmente atingida, neste dia 10/07, com a aprovação da Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. (Jornal O Poder Popular via PCB)

«Terrorismo de Estado e impunidad en Colombia»

[De Luis Jairo Ramírez] Es claro que el paramilitarismo en Colombia, lejos de ser una espontánea reacción de las élites nacionales contra la insurgencia armada, como se afirmó en su momento, fue en realidad y sigue siendo una estrategia implementada por el Estado para mantener el sistema semi-feudal de acumulación de tierras y la defensa de sus intereses. (Semanario Voz via Movimiento Político de Resistencia)

600 mil «criadas» trabalham em Espanha com um salário mensal médio de 350 euros

De acordo com os dados do Inquérito da População Activa, 637 mil pessoas, 96% das quais mulheres, trabalham como domésticas em Espanha. Destas, pelo menos 70% são mulheres migrantes, informa o lavozdelsur.es.

Passam a ferro, cuidam de crianças e de idosos, são cozinheiras, fazem limpeza e acompanham pessoas com grau elevado de dependência. Por vezes, fazem de tudo um pouco. De acordo com o jornal andaluz, 35% delas (aproximadamente 220 mil) fazem-no sem estar inscritas na Segurança Social e, dessa forma, sem direitos assegurados e descontar para futuras pensões. Muitas destas trabalhadoras são imigrantes e, como não têm autorização de residência, a situação é aproveitada por muitos empregadores para as explorar. (Abril)

sábado, 13 de julho de 2019

Eragin denuncia jornadas laborales de hasta 15 horas diarias en el BBK Live

La organización juvenil asegura que, durante estas dos semanas le han llegado «bastantes testimonios», describiendo una situación laboral que se repite este año y los anteriores, y que supone salarios bajos, algunos de 3,5 euros por hora, falta de contrato y «jornadas maratonianas» de hasta doce horas trabajando sin descanso, «incitando a los trabajadores a mentir si hay una inspección», aseguran.

Eragin [associação de pessoas em situação de precariedade] ha decidido hacer públicos algunos de los mensajes después de que la empresa Last Tour, encargada de organizar desde hace años el festival BBK Live, les presionara para que no difundieran información, arguyendo entre otras cosas que se trata de «mensajes nocivos e improcedentes contra el festival y la organización del mismo». / Ver: El Salto via lahaine.org

O pós-modernismo sem máscara: chaves de uma ideologia para a dominação [vídeo]

Após a queda da União Soviética, o desenvolvimento da fase capitalista neoliberal sustentou-se, no terreno das ideias, na imposição de uma nova concepção do mundo que seria conhecida como pós-modernidade. Tomando as suas ideias fundamentais da filosofia pós-estruturalista francesa, mas também do pensamento irracionalista anterior, as diversas correntes do pós-modernismo têm em comum a negação da possibilidade de alcançar um conhecimento objectivo da realidade, da qual se aproxima através de «pequenos relatos» cuja verdade é sempre relativa e depende sempre do «ponto de vista de cada grupo social».

Actualmente, as concepções pós-modernas são absolutamente hegemónicas tanto na Academia como entre os movimentos sociais, inclusive entre activistas ou militantes que ignoram a origem das mesmas. Mas é possível articular algum projecto transformador inspirando a acção colectiva nestas ideias? O historiador e professor da Universidade de Oviedo Francisco Erice responde a esta e outras questões, numa entrevista concedida ao canarias-semanal.org.

«El postmodernismo sin careta, claves de una ideología de la dominación»Ver: redroja.net

«Refugees Welcome: Miles de sirios siguen retornando a casa»

[De Carmen Parejo] Según datos oficiales cinco millones de personas habrían huido de Siria desde 2011. La mayoría se concentraron en Turquía, Líbano, Jordania, Irak e Egipto, por este orden. Según datos de Naciones Unidas cerca de 1 millón de refugiados se concentraron en Líbano. Tanto desde el gobierno legítimo sirio como desde los países de acogida se está trabajando por el derecho al retorno de los desplazados. (revistalacomuna.com)

Banda Bassotti – «Sam Song»

Tema do álbum da banda romana, Así es mi vida (2003).

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Trabalhadores da DHL de Agurain manifestaram-se em Gasteiz

Os trabalhadores do centro logístico da DHL em Agurain (Araba) iniciaram, a 23 de Maio, uma greve por tempo indeterminado, em defesa do acordo colectivo de trabalho e para denunciar a tentativa de «esvaziamento» do seu conteúdo por parte da administração. Ontem, manifestaram-se na capital alavesa, para dar maior visibilidade às suas reivindicações.

O sindicato ELA revela, que o centro de Agurain conta com 110 trabalhadores, dos quais cerca de 80 estão abrangidos pelo acordo colectivo, que caducou a 31 de Dezembro de 2017.

Os trabalhadores partiram para a greve ao cabo de oito meses de negociações e de uma dezena de reuniões com vista à renegociação do acordo, cujas condições a empresa pretende agravar, explica o sindicato numa nota, em que acusa a administração de pretender impor a discriminação salarial e a precariedade, levando a que trabalhadores a exercer as mesmas funções possam auferir salários com diferenças substanciais.

As reivindicações fundamentais dos trabalhadores neste centro logístico passam pela redução do horário de trabalho, o aumento dos salários (ligado ao índice de preço ao consumidor), a eliminação da discriminação salarial e a celebração de contratos de trabalho efectivos.

O ELA acusa a administração da empresa de continuar a recorrer de modo «fraudulento» à precariedade e às empresas de trabalho temporário (ETT), situação que mereceu uma intervenção e uma multa da Inspecção do Trabalho. No passado dia 2 de Julho, a empresa comunicou aos representantes dos trabalhadores a intenção de contratar mais 17 trabalhadores através de uma ETT. / Ver: ela.eus e gedar.eus

Os presos Garikoitz Aspiazu e Ainhoa Gartzia foram transferidos nos últimos dias

A Etxerat, associação de familiares e amigos de presos políticos bascos, informou que Aspiazu foi transferido da cadeia de Arles para a de Lannemezan, no Estado francês. Gartzia, por seu lado, foi levada de Múrcia para Salamanca. Mais perto de casa, ambos continuam a cumprir pena.

O preso político Garikoitz Aspiazu (Santutxu, Bilbo) foi transferido na passada segunda-feira, dia 8, da cadeia de Arles (a 700 quilómetros de Euskal Herria) para a de Lannemezan que fica a 290 quilómetros. Por seu lado, a presa política Ainhoa Gartzia (Hernani, Gipuzkoa) foi levada, ontem, da prisão de Múrcia II (Múrcia) para a de Topas (Salamanca), estando agora a 410 quilómetros de Euskal Herria.

A Etxerat, que anunciou as transferências de ambos os presos políticos – que ficam mais próximos de casa –, voltou a pedir o fim da política de dispersão. Na semana passada, o preso Ekaitz Samaniego (Gasteiz) foi levado da cadeia de Múrcia para a de Zuera (Saragoça). / Ver: gedar.eus

«Ainda ouço essa voz que o tempo não vai levar»

[De Mauro Iasi] No coração destes tempos sombrios somos acometidos por um fenômeno arrasador: alguns artistas que nos são muito caros fazem declarações desconcertantes a favor do fascista bufão que se encontra alojado na presidência somando-se assim à lama fétida da barbárie. O caráter desconcertante de tais atos se dá, em parte, pela importância que este ou aquele artista teve na construção de nossa consciência e nossa sensibilidade, que nos leva exatamente no sentido oposto. Daí o estranhamento e a sensação de traição.

Ocorre que a identificação pela arte vem com uma boa dose de idealização que sempre acoberta e aplaina a contraditoriedade da pessoa por trás do artista. Como pode quem cantou «Sentinela» com Milton Nascimento apoiar o obscurantismo e a violência das classes dominantes? (blogdaboitempo.com.br)

O sangue de Cuba na independência de Angola e a gratidão eterna

Como parte de sua visita oficial ao nosso país, o presidente de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, teve um encontro com combatentes internacionalistas cubanos, durante o qual lembraram aqueles tempos de luta pela independência deste país africano

A operação Carlota em Angola, de agosto de 1975 a maio de 1991, quando o último grupo de combatentes retornou, foi a resposta do governo cubano ao pedido de ajuda do líder histórico do Movimento pela Libertação de Angola (MPLA), Agostinho Neto, antes da agressão perpetrada pelo regime do apartheid sul-africano e seus aliados internos e externos, para impedir a independência da nação africana, derrotar o MPLA e ocupar o país. (pt.granma.cu)

A propósito da «Carlota», não perder o filme Mais um Dia de Vida (trailer aqui).

quinta-feira, 11 de julho de 2019

«Sábado 13, Iruñea, Altsasukoak aske!»

[De Altsasu Gurasoak] Una vez más alzamos nuestra voz para señalar la situación de injusticia que persiste con el «caso Altsasu».

En realidad puede que sí, que ya esté dicho casi todo, ¡pero no nos resignamos! No podemos caer en la aceptación sin más ni más de este castigo a unos jóvenes, sus familias y su pueblo. Necesitamos recordar y denunciar esta injusticia mayúscula.

Así pues, os invitamos a participar en la concentración que ha convocado la plataforma Altsasukoak Aske! para este sábado 13 a las 13.00 en la Plaza Recoletas de Iruñea, donde mostraremos nuevamente la fotografía de la dignidad. ¡Os esperamos! / Ver: lahaine.org

França e Reino Unido aceitam mandar mais tropas para a Síria

O anúncio surge um dia depois de a Alemanha ter dito «não» a um pedido semelhante por parte da Casa Branca. Uma outra fonte com conhecimento das negociações entre Washington e os aliados disse à Foreign Policy que Itália «está perto de tomar uma decisão» e que vários outros países – dos Balcãs e do Báltico – «irão enviar [para a Síria] quase de certeza um punhado de soldados cada um» – mas, em troca, os EUA terão de lhes pagar.

Ao tentar trocar as tropas norte-americanas por tropas estrangeiras aliadas, Trump «pode acalmar os Boltons e Pompeos», bem como «os deputados pró-intervenção» dos partidos Democrata e Republicano no Congresso, defende a Fars. Em simultâneo, isso permite ao presidente «encarar a sua base de apoio e dizer: "Vejam, trouxe os nossos rapazes para casa"». É que a campanha para a reeleição – a sério – está aí ao virar da esquina. (Abril)

FARC alerta para «plano de extermínio» de ex-guerrilheiros na Colômbia

Lozada afirmou que o paramilitarismo não só não foi desmantelado pelo governo colombiano, como, pelo contrário, a sua presença aumentou. O dirigente do FARC disse também que entregou à Procuradoria uma «série de mensagens» que «andaram a circular» e que provam a existência de um plano para assassinar os ex-combatentes e dirigentes farianos, esperando que, com esse material, a instituição dê início a um processo de investigação.

«Nesses textos, há nomes muito concretos de dirigentes e, num contexto em que foram assassinados mais de 140 militantes do partido – dois deles na terça-feira –, consideramos que podemos estar a entrar numa nova etapa desta série de assassinatos», sublinhou. (Abril)

Milhares de trabalhadores, de todo o país, na Manifestação da CGTP-IN

Milhares de trabalhadores, de todo o país, estiveram [ontem] presentes na Manifestação convocada pela CGTP-IN. Partindo da Praça da Figueira em direcção à Assembleia da República, os trabalhadores desafiaram o calor que se fazia sentir, gritando a viva voz «piorar as leis laborais, não! valorizar os trabalhadores, sim!».

O objectivo do protesto foi mostrar ao Governo e aos deputados que os trabalhadores não aceitam as alterações para pior das normas gravosas da legislação laboral, e ao mesmo tempo exigem a valorização do trabalho e dos trabalhadores. / LER «Resolução» em cgtp.pt

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Há novo gaztetxe em Eskuernaga, na Errioxa alavesa

A região de Arabako Errioxa tem em curso o projecto para um novo gaztetxe, depois de um grupo de jovens ter ocupado um edifício do La Caixa. Para a próxima semana estão agendadas jornadas de trabalho para melhorar o espaço. Trata-se do quinto espaço a ser recuperado como um gaztetxe nas últimas semanas em Euskal Herria.

O edifício, que chegou a ser uma adega, pertence agora ao La Caixa e está há cinco anos vazio e sem ser utilizado. Para o recuperar, os jovens agendaram jornadas de auzolan [trabalho comunal] para os dias 17 e 18 deste mês. No dia 19 é a abertura – e já programa de festas, das 10h30 (assembleia) até às 21h30 (início dos concertos, com as bandas Igitaia, Piztupunk, Azken Hatsa, Perlata, Türbot e RDT).  

Espaços ocupados e novos gaztetxes a pipocarem
Este ano, novos projectos de gaztetxes – espaços juvenis com características muito próprias – surgiram em vários pontos de Euskal Herria. Nas últimas semanas, foram recuperados espaços em Larraun (Nafarroa), Atarrabia (Nafarroa), Ormaiztegi (Gipuzkoa) e Zeberio (Bizkaia).

No entanto, nos casos de Ormaiztegi e Atarrabia, neste momento os gaztetxes não têm um espaço fixo. Em Ormaiztegi, a Ertzaintza despejou o espaço, mesmo sem autorização judicial. No que respeita a Atarrabia, os membros do gaztetxe decidiram abandonar o edifício ocupado, face a uma ameaça de despejo imediato. / Ver: gedar.eus e halabedi.eus

Irão: «Não haverá acordo melhor do que o alcançado em 2015»

O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Mohammad Javad Zarif, escreveu na sua conta de Twitter que cada vez fica mais claro que «não haverá acordo melhor» que o Plano de Acção Conjunto Global (JCPOA, na sigla em inglês), sobre as actividades nucleares pacíficas do país persa.

Javad Zarif acusou a «Equipa B» de ter convencido o presidente norte-americano, Donald Trump, a optar pela «loucura de matar o JCPOA com o terrorismo económico» para assim «obter um acordo melhor», refere a HispanTV.

A «Equipa B» a que o diplomata iraniano se referiu esta segunda-feira e cuja actividades «anti-iranianas» tem denuciado de forma reiterada é composta pelo conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton; o príncipe herdeiro saudita, Muhamad bin Salman Al Saud; o seu homólogo dos Emirados Árabes Unidos, Muhamad bin Zayed Al Nahyan; e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. (Abril)

Liga Árabe condena inaguração da «Praça de Jerusalém» em Paris

O responsável da Liga Árabe reafirmou a rejeição da decisão de Paris, sublinhando que contradiz as resoluções internacionais, bem como a política francesa de reconhecimento de Jerusalém Oriental como parte integral da Palestina ocupada.

Em declarações à imprensa, Olivia Zemor, presidente de uma associação francesa solidária com a Palestina, destacou ainda a gravidade de convidar o autarca israelita de Jerusalém, Moshe Leon, «um racista que deseja desfazer-se de todos os palestinianos». (Abril)

«KKE lutará contra governo antipovo, defendendo os trabalhadores»

[De KKE] No novo parlamento também entrou o KINAL, que é a continuação da antiga social democracia da Grécia, com 8,1%, o partido nacionalista-racista «Solução Grega», com 3,7% e o partido social democrata MeRA25, com 3,4% dos votos. Em contrapartida, os outros 16 partidos que participaram das eleições, incluindo a organização criminosa fascista «Aurora Dourada», que regrediu significativamente em votos, acumulando 2,9%, não superaram o mínimo eleitoral obrigatório de 3%.
[…]
Nas eleições se marcou uma legítima insatisfação popular com o governo do SYRIZA, que nos últimos anos implementou uma política antipopular, continuando o trabalho dos governos do Nova Democracia e do PASOK. Contudo, é negativo que uma parte do povo tenha escolhido as opções antipopulares mais antigas já comprovadas, como o Nova Democracia. A covardia e a calúnia dos valores socialistas do SYRIZA desmobilizaram as pessoas radicais de esquerda, afetando negativamente o movimento operário e popular. (PCB)

terça-feira, 9 de julho de 2019

Trabalhadores da Domino's Pizza na Bizkaia continuam em luta

No início de Junho, os trabalhadores da Domino's Pizza na Bizkaia realizaram várias greves, em defesa de «condições trabalho dignas». A empresa despediu pelo menos dois trabalhadores que participaram nas greves, situação que teve como resposta mais luta dos trabalhadores – que entrou por Julho adentro.

Entre as «condições dignas», os trabalhadores exigiam aumentos salariais e o fim da precariedade. Aos quatro dias de greve, convocados pelo sindicato ELA, no início de Junho, seguiram-se mais seis ao longo do mês – também em protesto contra despedimentos como forma de intimidação.

Entretanto, os trabalhadores da Domino's Pizza na Bizkaia continuam em luta: pela reintegração dos trabalhadores despedidos, pela melhoria das condições laborais e em defesa de um acordo melhor a nível estatal.

De acordo com o sindicato ELA, neste sector os salários são baixos – raramente, os trabalhadores auferem o salário mínimo – e a maior parte dos contratos são temporários. Por isso, os trabalhadores vão continuar em luta. / Ver: gedar.eus

Causa Galiza: «Apostamos por una Galiza autoorganizada en tránsito al socialismo»

[Entrevista de Andoni Baserrigorri a Cris Rodrigues, porta-voz nacional da Causa Galiza] Estuve hace ya varios años en la primera aparición pública de Causa Galiza. Algunos años ya han trascurrido desde entonces y ha ido cambiando y transformándose. Fuera de Galiza, realmente desconocemos bastante, yo el primero, lo que es Causa Galiza. He tenido una conversación con ellos y ellas para aclarar estos puntos y que Causa Galiza sea algo más conocida fuera de la nación gallega. / Ver: lahaine.org

Justiça italiana condena 24 envolvidos na Operação Condor

A Justiça italiana condenou, esta segunda-feira, a prisão perpétua 24 envolvidos na Operação Condor. Entre os condenados estão ex-chefes de Estado, ministros e figuras destacadas dos serviços militares e de segurança de Bolívia, Chile, Peru e Uruguai, acusados de sequestrar e assassinar 23 cidadãos de origem italiana que viviam em países sul-americanos nas décadas de 1970 e 1980, informa a Agência Brasil.

Um dos condenados é o ex-militar uruguaio Jorge Néstor Troccoli, que foi o único a comparecer ao julgamento, uma vez que também tem nacionalidade italiana e reside no país transalpino desde 2007, quando fugiu do Uruguai, depois de ter confessado o seu envolvimento em torturas. (Abril)

«Os EUA jamais conseguirão vergar Cuba com a Lei Helms-Burton»

«A administração de Donald Trump quer sufocar ainda mais os cubanos e este ano activou o Título III da Lei Helms-Burton», afirmou o secretário-geral do Partido Comunista da Índia (Marxista), Sitaram Yechury, numa entrevista que concedeu à Prensa Latina, esta quinta-feira, em Nova Déli.

Considerou, no entanto, que os «Estados Unidos jamais conseguirão destruir a Revolução cubana» com esse passo. A este propósito, Sitaram Yechury lembrou que Washington tem vindo a perseguir a destruição da Revolução «desde 1960, sem êxito». «E não vão atingir os seus objectivos, embora continuem a aumentar a pressão económica sobre o corajoso povo cubano», declarou. (Abril)

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Homenagem a Germán Rodríguez, em Iruñea

Às 13h00 tinha início a homenagem a Germán Rodríguez, morto a tiro pela Polícia espanhola em 1978. O acto, que contou com presença institucional do Governo de Nafarroa, terminou junto ao monumento evocativo, onde foram colocados cravos vermelhos. (ahotsa.info)A 8 de Julho de 1978, faz hoje 41 anos, a Polícia Armada Espanhola atacou centenas de pessoas em plenas festas de San Fermin, em Iruñea, com a desculpa de uma faixa em que se pedia «amnistia» para os presos, provocando mais de 150 feridos – alguns dos quais a tiro – e matando Germán Rodríguez, jovem militante da Liga Comunista Revolucionária.

Desde então, o dia 8 de Julho serve para homenagear Germán e todas as pessoas afectadas pela intervenção policial de há 41 anos, insistir na exigência da «verdade, justiça e reparação», e reclamar o «fim da impunidade». / Ver: aseh e aseh

«¿Es creíble el informe Bachelet sobre Venezuela?»

[De Marcos Roitman Rosenmann] Resulta inexplicable que la Alta Comisionada redactase un cuestionario ad hoc para las autoridades venezolanas recabando datos de las denuncias por violación de los derechos humanos realizadas por los partidos de oposición y las desestimase como información para elaborar su informe. En él no se mencionan las guarimbas, pero si la violencia de las fuerzas de seguridad del Estado. ¡Cómo olvidar que se trata de un informe apolítico, neutral y equilibrado! Y lo más grave: manipula y distorsiona los hechos al no explicar sus causas. (lahaine.org)

Centenas de famílias deslocadas regressam a al-Qusair, na Síria

Localizada na província de Homs, perto da fronteira com o Líbano, a cidade foi libertada em 2013 pelo Exército sírio e o Hezbollah. Estão agora criadas as condições para o regresso dos habitantes.

«Num só dia, 435 famílias voltaram para as suas casas [em al-Qusair], depois de sete anos de afastamento forçado, como consequência do terrorismo», declarou este domingo à imprensa o governador da província de Homs, Talal al-Barazi, citado pela Prensa Latina.

Acrescentou que as autoridades provinciais, em coordenação com o Município de al-Qusair, trabalharam durante três anos para pôr a funcionar novamente serviços básicos como a água e a electricidade, além de infra-estruturas ligadas à Saúde e à Educação, de modo a garantir todas as condições de vida necessárias aos civis regressados. (Abril)

Nova Democracia vence eleições na Grécia

Na rede social Twitter, esta manhã não faltavam comentários sobre o regresso da «direita de sempre» ao governo na Grécia, a lembrar a «estrondosa derrota» de Alexis Tsipras ou as ilusões que a vitória do seu partido, em 2015, gerou – na Grécia e fora dela.

O engano, para alguns, durou pouco. Às vitórias de tal «esquerda» em Janeiro e Setembro de 2015, seguiram-se greves gerais sucessivas e manifestações com dezenas de milhares nas ruas de Atenas e Salónica. É que as infra-estruturas (portos, aeroportos) estavam a ser privatizadas e as reformas legislativas que afectaram, trabalhadores, pensionistas e a população grega em geral seguiam-se ao ritmo das exigências da troika do capital.

Desemprego elevado, recessão económica, situação de ruptura social – tudo para agradar aos credores e em nome do «alívio da dívida». Afinal aquela «esquerda» – que enganara o povo grego com o chamado programa de Salónica (não aplicado) e com o referendo sobre o terceiro resgate – era outra coisa, ao serviço do capital. No entanto, Tsipras disse ontem que sai do governo com a «cabeça erguida» e que, enquanto líder da oposição, irá continuar a batalhar pelos valores da «esquerda». (Abril)

domingo, 7 de julho de 2019

Centenas de trabalhadores protestaram em Laudio contra morte de colega na Tubacex

Um trabalhador de 25 anos, contratado pela empresa Tubacex, em Laudio (Araba), faleceu na passada quinta-feira, depois de uma peça de uma máquina lhe ter caído em cima. Em protesto, os seus colegas decidiram parar a produção de imediato e convocar um dia de greve para sexta-feira, no decorrer do qual se manifestaram pelas ruas da localidade alavesa.

A mobilização partiu do local de trabalho, com os colegas do jovem falecido a levarem uma faixa em que denunciavam as consequências nefastas da precariedade. Centenas de pessoas seguiram em desfile até à Herriko Plaza, onde se denunciou a morte do trabalhador e as más condições de trabalho na empresa – que incluem falta de operários e de formação.

A Tubacex, na sua busca incessante de aumento dos lucros, foi apontada como a principal responsável, pelo que os trabalhadores irão promover as investigações necessárias, «para esclarecer o caso».

Nos últimos dez anos, quatro trabalhadores perderam a vida a laborar na Tubacex. Os sindicatos ELA e LAB informaram que o jovem era um antigo aluno de formação e que tinha sido contratado há pouco tempo. Quando se deu o acidente, estava sozinho, algo que não devia acontecer no trabalho que estava a realizar, tendo em conta a sua pouca experiência. / Ver: gedar.eus

Venezuela denuncia «parcialidade» e «erros de facto» no relatório de Bachelet

Entre as inconsistências apontadas ao relatório, disse que, das 558 entrevistas realizadas, 460 foram feitas fora da Venezuela (82% do material investigado). Castillo criticou ainda Bachelet por «não fazer qualquer menção aos avanços da Venezuela em matéria de direitos humanos e ignorar os graves impactos que o ilegal, criminoso e imoral bloqueio económico está a ter sobre o nosso povo».

Recorde-se que, no âmbito do bloqueio imposto à Venezuela, o país caribenho não pode refinanciar a sua dívida, foram-lhe ilegalmente confiscados 30 mil milhões de dólares em activos da empresa estatal petrolífera PDVSA e tem retidos, de forma ilegal, 5400 milhões de dólares em diversos bancos internacionais. (Abril)

Israel tiene una unidad secreta para robar documentos sobre las masacres cometidas contra los palestinos

El Ministerio de Defensa israelí tiene una unidad secreta que durante años ha buscado y destruido documentos que vinculan a los sionistas con las masacres cometidas contra los palestinos cuando se estableció el Estado de Israel en 1948, según publicó ayer el diario Haaretz.

El reportaje aporta una gran cantidad de testimonios sobre las matanzas y la expulsión de cientos de miles de palestinos de sus casas en una amplia operación de limpieza étnica.

También revela la existencia de una unidad secreta del Ministerio de Defensa que se dedica a recorrer los archivos de todo el país para sacar y destruir sistemáticamente todo tipo de documentos históricos, e incluso copias de otros documentos, que tienen que ver con la Nakba, la «Catástrofe» que causaron los paramilitares sionistas en 1948. (Movimiento Político de Resistencia)

«Operador de Telemarketing: nada a comemorar, muito a conquistar»

[De Lucas Prestes] Chama atenção que o teleatendimento serve tanto para o primeiro emprego da juventude, quanto para aqueles trabalhadores com mais de 40 anos que não conseguem mais espaço no mercado de trabalho.

O call center tem uma organização e realidade bem parecidas com as fábricas e espelha o capitalismo: alta tecnologia e desenvolvimento com salários miseráveis e terríveis condições de trabalho. (PCB)

sábado, 6 de julho de 2019

«Terrorismo de estado franco-español»

[De Xabier Makazaga] Siendo Presidente del Gobierno, Felipe González aseguró que jamás habría pruebas de la implicación de las autoridades españolas en la guerra sucia. Se equivocó por completo y entonces dichas autoridades pasaron de negar toda implicación en la guerra sucia a justificarla, aduciendo que la colaboración francesa contra ETA se consiguió gracias a dicha guerra sucia.

En concreto, argumentaron que las autoridades francesas empezaron a colaborar en la lucha contra ETA a cambio de que cesaran los atentados de los GAL. Algo completamente falso, porque el acuerdo de colaboración franco-española fue anterior a que se iniciaran los asesinatos de exiliados vascos reivindicados usando las siglas GAL.
[…]
Ahora bien, no tiene ninguna lógica que el PSOE lanzara aquella campaña de guerra sucia en Iparralde sin el acuerdo de Mitterrand y otros dirigentes del PS. En ese caso, tenían mucho que perder y poco que ganar, como explicaron Felipe González y Pierre Guidoni. Sin embargo, con el beneplácito francés sí que tenían mucho que ganar y muy poco que perder… si no hubiesen actuado con tanta prepotencia y cometido tantas chapuzas. (lahaine.org)

«Honduras la "democracia" de la pobreza»

[De Hedelberto López Blanch] Datos oficiales del Instituto Nacional de Estadística de Honduras publicados por el diario La Prensa, informa que casi seis millones (71%) de los 8,5 millones de habitantes del país son pobres. De esa cifra, 4,2 millones están en situación de extrema pobreza que tratan de sobrevivir con solo un dólar al día.

Se estima que después del golpe de 2009, otras 500 000 personas pasaron a integrar esa categoría, sobre todo en las zonas urbanas con un 77,8% de pobreza e indigencia.

La desigualdad también ha ido creciendo en espiral debido a las políticas neoliberales impulsadas por los últimos regímenes lo que han ayudado a que 15 familias controlen el 80% de las riquezas, mientras que el 80 % de la población recibe menos del 10%. (Resumen Latinoamericano)

Solidariedade com o Saara Ocidental no Porto

A iniciativa integra-se no programa da visita que uma delegação da União de Juventude da Frente Polisário (UJSARIO) está a realizar a Portugal, a convite do Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC).

Com início previsto para as 16h30, a sessão pública de solidariedade do próximo dia 9 tem o apoio da Unicepe – Cooperativa Livreira de Estudantes do Porto e do Sindicato dos Professores do Norte (SPN/CGTP-IN), e é organizada pelo CPPC, organismo português que, de forma sistemática, tem expressado o seu apoio à Frente Polisário – como legítima representante do povo saarauí – e exigido o fim da ocupação ilegal do Saara Ocidental pelo Reino de Marrocos. (Abril)

KOP – «Sols el poble salva el poble»

Ao vivo na Sala Apolo, em Barcelona (CAT), em Janeiro de 2009.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Ikasle Abertzaleetako kide ohi bat atxilotu dute, 2016an Leioan izandako istiluen harira

Sei gazte identifikatu zituzten EHUko Leioako campusean 2016an izaniko istiluen harira, eta haietako beste bat atxilotu dute gaur. Leioako seiak esaten dietenek ez deklaratzeko hautua egin zuten, eta, Poliziak ordutik denak atzeman ostean, epaiketa fasea hasiko da orain.

«Hemendik aurrera, denek deklaratu ostean, epaiketa fase berri batean sartuko da. Errepresioak kolpatzen jarraitzen gaituen honetan, Leioako 6en absoluzioa eskatzen jarrituko dugu!», idatzi du IAk, txio batean.

Ertzaintzak sei gazte atzeman zituen 2016ko apirilaren 26an izandako istiluetan. Ikasle Abertzaleek deitutako protesta hartan, manifestariak errektoretza okupatzen saiatu ziren. Errektoretza eraikinera «indarrez sartzea» egotzi zieten, eta desordena publikoa, desobedientzia, agintearen kontrako atentatua, kalteak, lesioak eta irainak egin izana.

Ikasle Abertzaleek EHUren «errepresio sistematikoa» salatu zuten. Azaldu zutenez, errektoretzara sartzen saiatu zirenean, segurtasun zaindariak oldartu egin zitzaizkien. / Ver: berria.eus / Ver: aseh

«Sobre la entrevista al coordinador de la socialdemocracia vasca»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] ¿Qué podemos decir de quienes no plantean las contradicciones principales que enfrentan a España y Francia contra Euskal Herria? ¿Por qué no se plantea la cuestión nacional y social de Euskal Herria ante una oportunidad mediática tan importante? ¿Por qué no plantear abiertamente que el Pueblo Trabajador es el único dueño de su destino?

[…] Es evidente que los que nos hemos situado en el MLNV [Movimento de Libertação Nacional Basco] durante 60 años con X grado de implicación, en sus diferentes dinámicas de intervención, hemos luchado y defendido los mismos objetivos que ETA. Negar eso es negar la historia y a nosotros mismos.

Quienes públicamente reniegan de todo esto es evidente que mienten o se han pasado en una u otra medida precisamente al lado de los que nos oprimen y explotan. El tiempo dirá qué lugar ocupan en ese vasto entramado. (lahaine.org)

Mais de 22 mil refugiados sírios na Jordânia regressaram ao seu país

A reabertura do posto fronteiriço de Nassib permitiu o regresso de mais 20 mil refugiados no país vizinho. Já no campo de Rukban, controlado pelos EUA, continuam retidos 28 mil civis, denunciam as autoridades.

Estima-se que mais de 14 mil deslocados tenham conseguido sair do campo de Rukban, mas, de acordo com os comités de coordenação da Síria e da Rússia para o regresso dos refugiados, permanecem ainda no campo, em «condições catastróficas», cerca de 28 mil civis, que são mantidos como «reféns» por grupos terroristas controlados pelos EUA. «Cada família tem de pagar 1500 dólares [aos terroristas] para poder sair do campo», denuncia o comunicado. (Abril)

«A não ser a guerra»

[De António Santos] O Senado dos EUA aprovou, na quinta-feira passada, o maior orçamento militar de sempre: 750 mil milhões de dólares para 2020. Mas este não é só o maior orçamento para a guerra da história estado-unidense, que absorve já 60% de toda a despesa federal. É, de longe, o maior do mundo: no envelope bélico de Trump cabem cinco orçamentos de Defesa da China, 12 da Rússia e 326 de Portugal.

A guerra continua a ser, entre democratas e republicanos, a principal fonte do proverbial «consenso bipartidário» que delicia os eternos pânditas da democracia americana: os republicanos pediam 750 mil milhões para a guerra, enquanto os democratas «só» queriam dar 733 mil milhões. Eis a pluralidade democrática em todo o seu esplendor. (avante.pt)

quinta-feira, 4 de julho de 2019

«Danitxuren Eguna» em Errekalde, esta sexta

O bairro bilbaíno de Errekalde acolhe amanhã, 5 de Julho, o «Danitxuren Eguna», um dia para lembrar o preso político basco do bairro – Danitxu – e exigir a amnistia.

A jornada solidária, reivindicativa e festiva – promovida pela Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão de Errekalde – começa às 15h00 com um almoço e termina com uma concentração às 20h30.

Pelo meio, haverá música revolucionária (16h30), um trikipoteo, animado pelos Garalaitz (18h00), e sessão de bertsos (19h30) com os bertsolaris Aitor Bizkarra e Alex Ondarru.

Evo Morales: «Trump pensa que todos os países são colónias dos EUA»

Questionado sobre as medidas que possibilitaram a enorme redução da pobreza extrema na Bolívia, Morales destacou as reformas políticas e económicas realizadas no país, nomeadamente por via da «nacionalização ou recuperação dos recursos naturais».

A transformação de serviços como o abastecimento de água e de energia, e as telecomunicações no «direito humano que são e não num negócio privado», a redistribuição da riqueza e uma maior presença do Estado, com apoios sociais a famílias mais humildes, foram também factores determinantes. (Abril)

A «viagem ao inferno» dos jovens palestinianos detidos por Israel

O nível de brutalidade varia. Khaled Mahmoud Selvi, preso quando tinha 15 anos, foi levado para a prisão e despido (o que, de acordo com o jornal, ocorre em 55% dos casos), tendo sido obrigado a permanecer dez minutos nu, em pé, durante o Inverno.

De acordo com os dados recolhidos pela organização não governamental (ONG) British-Palestinian Military Court Watch, 97% dos jovens palestinianos detidos pelas forças militares israelitas (FDI) vivem em pequenas localidades a menos de dois quilómetros de um colonato. (Abril)

«A Europa na estratégia nuclear do Pentágono»

[De Manlio Dinucci] Em 11 de Junho o Estado-Maior Conjunto dos EUA aprovou um documento sobre operações nucleares. Em 26 e 27 de Junho os ministros da defesa da NATO foram a Bruxelas assinar de cruz a nova estratégia. No fundamental, trata-se de incrementar o enorme arsenal já instalado, agora na base de uma tese ainda mais demencial: a do seu uso táctico, admitindo-se que uma guerra nuclear pode ser vencida. Os EUA, que nunca viveram uma agressão militar externa, estariam dispostos a desencadear uma catástrofe global, imaginando talvez que não lhes chegaria a casa. (odiario.info)

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Manifestación en Iruñea en contra de la persecución policial y judicial contra sindicalistas

Hay tres procesos penales abiertos por participar en las protestas que se organizaron para denunciar la precariedad y explotación que había en Huerta de Peralta. En el primer proceso la Fiscalía ha solicitado una multa de 2.880 euros contra un miembro de LAB. En el segundo un año de cárcel para dos miembros de LAB. Y en el tercero ha hecho peticiones contra un trabajador de Huerta de Peralta: 2 años y 6 meses de cárcel, multa de 2.500 euros y expulsión del Estado español por 5 años. Ver: ahotsa.info

A «viagem ao inferno» dos jovens palestinianos detidos por Israel

O nível de brutalidade varia. Khaled Mahmoud Selvi, preso quando tinha 15 anos, foi levado para a prisão e despido (o que, de acordo com o jornal, ocorre em 55% dos casos), tendo sido obrigado a permanecer dez minutos nu, em pé, durante o Inverno.

De acordo com os dados recolhidos pela organização não governamental (ONG) British-Palestinian Military Court Watch, 97% dos jovens palestinianos detidos pelas forças militares israelitas (IDF) vivem em pequenas localidades a menos de dois quilómetros de um colonato. (Abril)

Agentes em El Paso temiam motins de migrantes devido a «condições extremas»

Inspectores de controlo do Departamento norte-americano de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) que visitaram as instalações do centro de detenção de El Paso no passado dia 7 de Maio depararam com condições extremas, como o facto de mais de metade dos 756 migrantes ali detidos serem mantidos no exterior, enquanto os que estavam no interior eram retidos em celas com cinco vezes mais ocupantes que os indicados para aquele espaço.

As celas estavam tão cheias – 155 homens adultos numa área destinada a 35 pessoas – que os homens não se conseguiam deitar. Além disso, os inspectores encontraram apenas quatro duches disponíveis nas instalações. «Com o acesso limitado a duches e a vestuário limpo, os detidos usavam roupas sujas durante dias ou semanas», informou a NBC com base no relatório preparado pelo inspector-geral do DHS. (Abril)

Kortatu – «La línea del frente»

Tema do álbum El estado de las cosas (1986). A banda é de Irun (Gipuzkoa).

terça-feira, 2 de julho de 2019

Sindicatos acusam Adegi de «irresponsabilidade» e Artes Gráficas voltam à greve

Depois das greves realizadas dias 26 e 27 de Junho, com enorme adesão, os trabalhadores do sector das Artes Gráficas voltam a parar amanhã e dia 4. Para hoje estava agendada nova ronda negocial, solicitada pela Adegi – associação patronal de Gipuzkoa –, mas os patrões não apresentaram nada de novo.

ELA e LAB afirmam que não faz sentido o patronato convocar uma reunião na qual mantém a mesma atitude imobilista e apresenta uma proposta que os trabalhadores já rejeitaram de forma unânime. Neste sentido, classificam o que hoje se passou como uma «irresponsabilidade», pois a Adegi «perdeu uma oportunidade para negociar».

Os trabalhadores vão continuar a lutar até terem um novo acordo, que reflicta a boa situação que se vive actualmente no sector, garanta a distribuição da riqueza por eles gerada e torne compatível o trabalho e a vida pessoal.

Amanhã, os trabalhadores de Artes Gráficas vão manifestar-se em Tolosa (Triangulo plaza, 11h00). / Ver: lab.eus e ela.eus

Trabalhadores denunciam privatização das refinarias da Petrobras

A Federação Única de Petroleiros (FUP) afirma que a direcção da Petrobras já deu início ao processo de venda de oito das 13 refinarias que possui de norte a sul do Brasil, uma «privatização» que «vai colocar em risco a soberania energética do país e aumentar ainda mais os preços dos derivados de petróleo», alerta num comunicado emitido esta sexta-feira.

Para a FUP, a gestão da Petrobras está a favorecer as empresas estrangeiras, «abrindo mão de activos que são economicamente estratégicos para a companhia e essenciais para a população, já que a missão principal da estatal é garantir o abastecimento nacional». (Abril)

«Fim de qual ciclo?»

[De Atilio Boron] O imperialismo e a reacção doméstica sul-americana conseguiram sucessos a partir de meados da década. Houve que falasse do «fim de um ciclo». Mas não só esses sucessos não foram generalizados como vários dos governos assim instalados passam por grandes dificuldades e vêm desmoronar-se o apoio que terão tido.

Em poucas palavras: o que supostamente viria uma vez consumado o esgotamento do «ciclo progressista» é pelo menos problemático e está longe de constituir uma alternativa que supere o «extractivismo» ou o «populismo» que supostamente teriam caracterizado os governos anteriores.(odiario.info)

«¿Qué tienen en común Mario Vargas Llosa, Felipe González y Bertín Osborne?»

[De Marcos Roitman Rosenmann] En el contexto del XII Foro Atlántico organizado por la «Fundación Internacional para la Libertad», Casa de América, espacio público dependiente del Ministerio de Asuntos Exteriores, la Comunidad de Madrid y el ayuntamiento de la capital, ceden sus instalaciones para el acto.

Bajo el título genérico Un diálogo sobre los retos de España y América Latina, el acto encubría un propósito: apoyar el golpe de Estado en Venezuela. (jornada.com.mx)

segunda-feira, 1 de julho de 2019

«Nosotros, los burros»

[De Jose Mari Esparza Zabalegi] La contradicción fundamental, amos y plebe, se ha desvanecido para mayor gloria del capitalismo. En las series de televisión veremos negros, inmigrantes, feministas, gays, trans, pacifistas, veganos, animalistas y mil clases de ONGs, pero nada con virus revolucionario, algo que muestre la lucha de clases, esa plaga que genera en el mundo 1.400 millones de parias sin acceso ni al agua potable, y 4.000 millones más en el umbral del subdesarrollo, mientras una piara de cien mil privilegiados acapara riquezas a un ritmo que ni Marx pudo imaginar.
[…]
Todas las causas, por nobles que sean, incluso las de liberación nacional, serán manipuladas por los mandamases si no están impregnadas de la contradición fundamental, esa que desde la Comuna de París nos concita a poner la sociedad del revés, para que deje de aplastar a las mayorías. Solo así haremos que todas las luchas sean solidarias. Porque no habrá futuro para ninguna especie, ni para ninguna diversidad, dentro de esta cárcel de colorines que llaman neoliberalismo. (insurgente.org)

Entrevista a Paco Cela e Pablo Hasél no «FAQS» (TV3)

Apesar de toda a caca que vem agarrada a uma TV, é uma oportunidade de ouvir ambos. Cela, militante dos GRAPO e do PCE(r), passou 33 anos na cadeia.

«Entrevista a Paco Cela i Pablo Hasel en FAQS (TV3)»A entrevista não foi em directo e não foi transmitida na íntegra. Ver aqui comentários de Pablo Hasél sobre as considerações do «comentador» na TV3 – às quais Hasél e Cela não puderam responder precisamente porque não estavam presentes.

Caças israelitas voltaram a atacar a Síria

Desde o início da guerra de agressão à Síria, em 2011, Israel atacou com frequência o território do país árabe para apoiar os grupos terroristas, debilitar as posições do Exército sírio e deter a luta antiterrorista e anti-imperialista que ali se trava.

Israel raramente assume a autoria dos ataques na Síria, mas, ao longo da guerra, Damasco reiterou as acusações de violação da sua soberania e de ajuda militar, médica e logística aos grupos terroristas, por parte das forças sionistas.

Em Setembro de 2018, numa declaração pouco habitual, os militares israelitas admitiram ter realizado mais de 200 ataques na Síria nos 18 meses anteriores. Alegam ter destruído «centenas de alvos iranianos». (Abril)

«Documentos desclasificados aportan más datos sobre los vínculos del Dalai Lama con la CIA»

[De Maxime Perrotin] Las Agencias estadounidenses son las encargadas de la desclasificación de la mayoría de sus documentos, con una media de temporal de unos 25 años. Por lo que respecta a los asuntos exteriores, estos documentos son puestos a disposición del público por la Oficina de Asuntos Públicos del Departamento de Estado y su «Office of the Historian».

En el trigésimo volumen, que abarca los años 1964 a 1968, y principalmente dedicado a China, se encuentran numerosos documentos que tratan abiertamente el apoyo aportado por las Agencias norteamericanas a los tibetanos que habían decidido tomar las armas contra Pekín. Les proporcionaron apoyo diplomático dentro de la ONU y también ayuda paramilitar en Nepal y la India, cuando no directamente en territorio estadounidense. (legrandsoir.info via movimiento politico de resistencia)