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De acordo com os sindicatos, fizeram greve 80% dos 28 mil trabalhadores do Ensino público não universitário (docentes, funcionários da Educação Especial, pessoal das cozinhas e da limpeza), bem como mais de 1200 trabalhadores do Consórcio Haurreskolak (creches). A adesão foi bastante elevada em todos os territórios - Araba, Bizkaia e Gipuzkoa - e nas suas diversas comarcas.
Os trabalhadores exigem: maior investimento no sector; a diminuição dos níveis de precariedade; menor número de alunos por aula; o fim dos cortes impostos, nomeadamente ao nível dos salários, das baixas, das substituições e reformas; o fim da aplicação de reformas como a LOMCE e a Heziberri, e a afirmação de da educação como instrumento fundamental à justiça social, à integração e à coesão; o desenvolvimento de um modelo linguístico de imersão no euskara que permita a existência de estudantes euskalduns e plurilingues.
Por último, LAB, ELA e Steilas pedem ao Governo de Gasteiz que abandone a atitude mantida até agora e apresente propostas concretas que permitam encontrar saídas para o actual cenário. / Ver: ELA e argia