terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

«Julen Ibarrolaren espetxeratzearen aurrean»

[De MpA] Espainiako Estatuak pertsona ugari epaitu eta kondenatu ditu azken urtean zehar haien iritzia modu publikoan emateagatik, den denak ezkertiarrak, eta dagoeneko bi euskal herritar espetxeratu ditu. Harrigarria eman dezakeen jokaera errepresibo hau, ordea, guztiz logikoa da frankismo zaharrari mozorro berria janzten dion espainola bezalako estatu neo-faxista batean: kapitalismoa langileriaren baldintzak gero eta okerragoak bihurtzen ari denean, borrokaren bitartez herriak irabazitako lorpen guztiak birrinduak izaten ari direnean, inperialismoa herrien zanpaketan indartsuen sentitzen den honetan, Euskal Herriaren asimilazio kulturala 2006tik hona errealitate bihurtzen ari den prozesua abian (esate baterako euskararen erabilera), Espainiako faxismoa eroso sentitzen da herriak eta langileak jipoitzen jarraitzeko. / Ver: amnistiAskatasuna

Néstor Kohan: «El Che era un gran leninista»

[Entrevista a Néstor Kohan sobre o seu livro Lenin. La pregunta del viento, editado recentemente na Venezuela. Foi publicada no n.º 149 da revista Sudestada] «Indomesticable. Indigerible. Hueso duro de roer. La sola mención de su nombre hace temblar a empresarios, banqueros, policías, militares, agentes de inteligencia… Con Lenin jamás pudieron. Les sigue generando pánico, desesperación y horror». Con esa sentencia elige Néstor Kohan iniciar su libro Lenin. La pregunta del viento, editado recientemente en Venezuela. A la hora de perseguir vínculos, de dibujar continuidades y diálogos entre leninismo y guevarismo, la opinión de Kohan cobra autoridad: no sólo estudió la acción y la teoría de los dos revolucionarios, sino que se ocupó con particular atención de batallar contra varios ejércitos de manipuladores y distorsionadores de su mensaje durante muchas décadas. (lahaine.org)

«A reestruturação violenta do mercado de trabalho em Portugal»

[De Eugénio Rosa] Embora possa ter passada despercebida a sua dimensão, o certo é que no nosso país, com a crise e com a «troika», se registou uma reestruturação violenta e rápida do mercado de trabalho, que determinou a expulsão maciça de trabalhadores com o ensino básico, em escala muito superior ao emprego destruído. Associado a isso aumentou a proletarização e a precariedade, e os baixos salários tornaram-se cada vez mais dominantes. (odiario.info)

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Mobilizações pela liberdade de expressão no Estado espanhol

Promovidas pelas vítimas da actual ofensiva do Governo espanhol contra a liberdade de expressão, a liberdade de informação e a liberdade ideológica, várias mobilizações estão agendadas para amanhã, 13, e quarta-feira, 14, sobretudo em cidades do Estado espanhol, mas também nalgumas cidades europeias e do continente americano.
Os incriminados na Operação Aranha, a Plataforma de Solidariedade com Pablo Hasel, Valtonyc, La Insurgencia e muitos outros alvos da repressão estão a trabalhar de forma coordenada com diversas organizações com o propósito de levar por diante as concentrações. / Ler comunicado da iniciativa #KallaLaBoca em: lahaine.org

Apresentação do Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea

O Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea [centro documental e arquivo Justo de la Cueva] (JCDAG) é um arquivo privado que contém a produção científica realizada ao longo de várias décadas por Justo de la Cueva e Margarita Ayestarán, além de uma biblioteca com cerca de 10 000 livros sobre diversa temática (franquismo, sociologia, marxismo e história recente de Euskal Herria). / Mais informação, euskaraz e em castelhano: BorrokaGaraiaDa e lahaine.org

Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunearen aurkezpena
Justo de la Cuevak eta Margarita Ayestaranek zenbait hamarkadetan burutu zuten lan zientifiko guztia biltzen du Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo guneak (JCDAG). Bertan badira ere 10 000 liburu inguru hainbat gai jorratzen dituztenak (frankismoa, soziologia, marxismoa eta Euskal Herriko historia berria), baita 1980 eta 2011 bitartean Euskal Herrian sortutako dokumentazio aunitz ere. Nortzuk izan ziren Justo eta Margari eta beren eginkizunak ezagutarazteko dokumental bat eta bikotearen bizitzaren kronologia gauzatu dira, azken hau interneten eskuragai dago.
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Presentación de Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea
El Justo de la Cueva dokumentu eta artxibo gunea (JCDAG) es un archivo privado que contiene la producción científica realizada durante varias décadas por Justo de la Cueva y Margarita Ayestarán, además de una biblioteca con alrededor de 10.000 libros sobre diversa temática (franquismo, sociología, marxismo e historia reciente de Euskal Herria). El JCDAG posee, asimismo, una ingente cantidad de documentación producida en Euskal Herria entre 1980 y 2011. Para presentar al público quiénes eran Justo y Margari, y qué trabajos científicos realizaron a lo largo de su vida profesional, hemos realizado una cronología vital, visible on-line, así como un documental.

«Justo de la Cueva: el archivo documental de un comunista» (ahotsa.info)Mais info aqui.

«Israel retém corpos de 19 palestinianos mortos»

Em declarações à rádio Voz da Palestina, Issam Arouri, director do Centro de Assistência Jurídica e Direitos Humanos de Jerusalém (JLAC, na sigla em inglês), disse que as forças israelitas continuam a reter os restos mortais de 260 palestinianos nos chamados «cemitérios de números» em Israel, para além de conservarem em morgues os corpos de 19 palestinianos que foram mortos pelos israelitas desde 2016, informa a agência Ma'an.
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Israel tem desde há muito «cemitérios para os mortos inimigos», também conhecidos como «cemitérios de números», onde se encontram os restos mortais de membros da resistência palestiniana contra a ocupação sionista que foram mortos durante ataques contra israelitas. A Ma'an refere que as autoridades israelitas os enterram em túmulos sem nomes, apenas identificados por números. (Abril)

«Marx e o Mundo Ocidental» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 154 do programa «Escuela de Cuadros», estuda-se o texto «Marx e o Mundo Ocidental», do filósofo soviético Evald Ilienkov, com a ajuda do intelectual e professor cubano Rubén Zardoya.

O texto está acessível em castelhano aqui. Mais informação sobre Evald Ilienkov, em português, aqui.

«Marx y el mundo occidental (Iliénkov)»Na Venezuela, o programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e em www.escuelacuadros.blogspot.com.

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Uma praça em Iruñea evoca Maravillas Lamberto, morta pelos fascistas

Foi inaugurada este sábado, 10, no bairro iruindarra de Lezkairu, a Praça Maravillas Lamberto, em memória da menina de 14 anos que os fascistas violaram e mataram em Larraga (Nafarroa), em 1936. A sua irmã, Josefina Lamberto, esteve presente na inauguração, tendo agradecido este acto de reconhecimento, depois de tantos anos de esquecimento, às associações que defendem a memória histórica e ao presidente da Câmara, Joseba Asiron.

No acto de inauguração da praça que homenageia a sua irmã, Josefina Lamberto lembrou os «82 anos de muito sofrimento» e afirmou que este reconhecimento «traz um pouco de paz aos nossos corações», mas sublinhando que não é capaz de «perdoar e esquecer».

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal de Iruñea [Pamplona], Joseba Asiron, disse que «a morte de Maravillas simboliza a barbárie da violência fascista que abalou as nossas terras e ruas naqueles primeiros» tempos do levantamento franquista.

A parte musical da cerimónia esteve a cargo do Coro Paz de Ciganda, que estreou a adaptação coral para quatro vozes mistas da obra «Maravillas», composta por Fermin Balentzia, com arranjos de Imanol Erkizia.

Maravillas Lamberto Yoldi
Maravillas Lamberto Yoldi nasceu em 1922, em Larraga (Nafarroa). Em 1936, quando o seu pai, Vicente Lamberto, militante da UGT, foi preso, ela quis acompanhá-lo. De acordo com o Fundo Documental de Memória Histórica da Universidade Pública de Navarra (UPNA), a menina, então com 14 anos, foi violada várias vezes pelos fascistas que tinham detido o seu pai. Acabaria por ser assassinada juntamente com ele. Hoje, é conhecida como a «florzinha de Larraga». / Ver: ahotsa.info e Noticias de Navarra

«La desbandá (1): "Los aviones franquistas nos ametrallaban, éramos niños, mujeres y viejos"»

Eran entonces niños o adolescentes. Hace once años dejaron su testimonio vital en el documental Febrero 1937. Memoria de una Huida, producido por Sur. En el 81 aniversario de aquel éxodo ocurrido durante la Guerra Civil, recuperamos sus vivencias.

Consuelo Torres. Huyó con 10 años. «Los aviones nos ametrallaban. Éramos niños, mujeres y viejos». (movimiento político de resistencia)

«La desbandá (2): "Lloraba: ¡Mamá, mamá! Mi hermana no podía consolarme"»
Carmen Ruiz. Huyó con 5 años. «Lloraba: ¡Mamá, mamá! Mi hermana no podía consolarme».

El recorrido: La madre de Carmen, Concepción García, decide subir a sus hijos en un autobús escolar hacia Almería. A Carmen le acompañan sus hermanos Teresa (14 años); Juan (12); Conchi (4 años) y Rafael (18 meses). Su otro hermano, Pepe, (16 años) permanece en Málaga con su madre. Su padre, José Ruiz Jurado, tras conocer la decisión de la madre, decide marchar también hacia Almería para buscarlos. Se reencontrará con ellos en Valencia. (movimiento político de resistencia)

«Pacote de privatizações: velho discurso em favor de antigos interesses»

[De Cristovam Thiago e Eduardo Grandi] Fica claro que o amoldamento petista aos ditames do grande capital vai de vento em popa, e não se pode mais atribuí-lo a um pequeno grupo deste ou daquele Estado, neste ou naquele caso específico. Mesmo após a cassação de Dilma e a condenação de Lula, o PT não arreda pé da velha política de conciliação de classes (que, no discurso, pretende governar ao mesmo tempo pro povo e pro grande capital), trabalhando no desmonte do patrimônio público, operando na lógica dos interesses do capital no seu caráter mais perverso, via privatização de escolas, saúde e segurança pública. (PCB)

«Marrocos quer excluir o Saara Ocidental da União Africana»

A diplomacia marroquina, que está a reforçar a sua representação em Adis Abeba, sede da União Africana (UA), vai apresentar uma moção destinada a excluir a República Árabe Saarauí Democrática (RASD) da organização, indica a revista Jeune Afrique.

De acordo com a informação veiculada na quinta-feira no portal da Jeune Afrique, nos corredores da UA, os diplomatas marroquinos na capital etíope não têm feito um mistério da sua firme intenção de apresentar a moção contra a RASD.
[...]
Em simultâneo, Rabat destacou para Adis Abeba a sua mais importante representação diplomática em África. Num imóvel de sete andares ainda em construção perto do aeroporto de Bole, serão instalados a Embaixada de Marrocos na Etiópia, sob o comando da embaixadora Nezha Alaoui M'Hamdi, e os escritórios do representante permanente junto da UA, Mohamed Arrouchi.

O edifício irá albergar ainda representantes de vários ministérios marroquinos (Justiça, Agricultura, Economia e Ambiente), bem como uma célula dos serviços secretos (DGED). (Abril)

sábado, 10 de fevereiro de 2018

«13 de febrero, día contra la tortura en Euskal Herria»

[De MpA] Durante décadas la tortura ha sido, junto a la cárcel y el asesinato, el principal instrumento utilizado por el Estado español para hacer frente a la militancia más comprometida de Euskal Herria. La tortura la han utilizado de manera constante la Policía Española y la Guardia Civil, pero también esa Ertzaintza que conocemos como cipayos.

Tres son los objetivos que han querido conseguir el PSOE, el PP y el PNV (con el apoyo de Eusko Alkartasuna) con la tortura: el primero castigar a lxs detenidxs, el segundo robar información y autoinculpaciones, así como las inculpaciones de otras personas, y el tercero extender el miedo entre la población vasca.

La tortura en las comisarías no es, por tanto, una actividad casual llevada a cabo por algunos funcionarios que se encontraban fuera de sí, sino el resultado de toda una maquinaria creada por el Estado español para castigar a la disidencia. Son parte de esa maquinaria los policías, pero también lo son los jueces, los fiscales, los médicos forenses de los juzgados, los abogados de oficio que se amilanan ante los policías, los políticos que garantizan toda esta maquinaria y, cómo no, esos medios de comunicación de grandes empresarios que son imprescindibles para crear corrientes de opinión favorables a la tortura.

Así lo demuestra el informe sobre la tortura encargado por el Gobierno Vascongado al equipo de Paco Etxeberria (basado en el Protocolo de Estambul), y así lo demuestra el veto impuesto por el Gobierno Español al de Nafarroa Garaia para encargar esa misma investigación.

Queda probado que han utilizado la tortura de forma sistemática contra quienes militan a favor de la libertad. Queda probado, igualmente, que los responsables políticos de esta salvajada no tienen ninguna intención de acalarar sus responsabilidades. El PNV y Eusko Alkartasuna quieren minimizar la que tienen sobre las torturas de la Ertzaintza; el PSOE y el PP quieren seguir escondiendo el polvo bajo la alfombra.

La tortura contra la disidencia está parada, de momento, en las comisarías, sí al menos mientras esa disidencia se mantenga con baja intensidad. Los estados, sin embargo, mantienen en vigor todos los mecanismos para seguir torturando, manteniendo su negativa a anular la ley que permite seguir incomunicando a lxs detenidxs.

No podemos olvidarnos de la tortura crónica que aplican en la cárcel a lxs presxs políticxs, como por ejemplo el chantaje que utilizan contra lxs presxs enfermxs. Si no se arrepienten les dejarán morir en prisión. El aislamiento, la política de dispersión que pone en peligro las vidas de lxs familiares de lxs presxs, los abusos de los carceleros y un largo etcétera también forman parte de dicha tortura crónica.

El Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión quiere hacer un llamamiento a Euskal Herria para seguir en la lucha por desenmascarar a los responsables de la tortura y hacer desaparecer de una vez esta asquerosa práctica, siendo esta lucha y tanto la de la amnistía como la dela libertad de nuestro pueblo y su clase trabajadora, una misma. / Ver: amnistiAskatasuna 1 e 2

«Trailers de París a Madrid»

[De Borroka Garaia] Siempre ha existido cierta tendencia a considerar al estado francés como mero colaborador pasivo del estado español en relación al conflicto político en Euskal Herria. Desde París esa ha sido la imagen que han tratado de vender en numerosas ocasiones como si fueran meros gestores de una situación que no les incumbe. De un «problema español». Pero lo cierto es que Ipar Euskal Herria no está bajo mandato español sino francés y tanto para el estado español como para el francés no existe ninguna otra nación que la española y la francesa, por lo que la autodeterminación e independencia de Euskal Herria es un problema de primer orden también para el estado francés.
[...]
No, para nada ha sido ni es para el estado francés el conflicto en Euskal Herria «un problema español», sino también su propio problema. Tanto un estado como otro comparten el mismo objetivo: afincar el capitalismo en tierra vasca de lo cual sacar réditos para su burguesía (incluida en ella la interna a los territorios que ocupan). De esta manera, los dos estados buscan la integración política, territorial y nacional vasca en sus respectivos mercado-estado y de esta forma, pese a que las tácticas de asimilación puedan variar entre ellos, su estrategia es compartida. (BorrokaGaraiaDa)

«"Nueva" imagen para una vieja idea»

[De Denis Seleznev] La realidad ucraniana ha creado un nuevo espectáculo: varios cientos de hombres jóvenes en edad militar marcharon por las calles del centro de Kiev. Prácticamente todos vestían chaquetas de uniforme, decoradas con un estiloso camuflaje y muchos de ellos, con las caras cubiertas, llevaban a la espalda la inscripción «Milicia Nacional». Finalizado el acto se lanzaron unos modestos fuegos artificiales con un pretendido juramento a lo que denominaron «orden ucraniano». Esta imitación literal, aunque un tanto pobre, de las marchas de la Alemania de los años 30 no fracasó en su intento de recuperar el interés por los asuntos ucranianos.

«Son nazis, banderistas, ya os lo dijimos» fue la respuesta típica de los comentaristas del imaginario «anti-Maidan», contentos por el regalo. Sugiero pensar un poco más en lo que fue en realidad. (slavyangrad.es)

«Cuba y Síria aumentan la cooperación en educación e investigación científica»

La Isla Irredenta y el país árabe han sostenido un encuentro a través del encargado de Negocios de la Embajada de Cuba en Siria, Carlos Moya, y el ministro de Educación Superior sirio, Atef al-Naddaf, para examinar las relaciones de intercambio en el área de la educación.
[...]
Recordemos que el pueblo cubano y el sirio siempre mantenido muy buenas relaciones. En 2016, por ejemplo, Cuba envió a Siria un cargamento con vacunas y productos médicos en muestra de solidaridad ante el asedio de potencias extranjeras y grupos terroristas. (insurgente.org)

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

«Iruzur autonomiko berririk ez! Euskal Herriak askatasuna!»

[De Euskal Herriak Askatasuna plataforma] Euskal Herriak pairatzen duen marko juridiko-politikoa zapalkuntza mantenduz erreformatzea planteatuta dago testuinguru politikoan. Horren adibide esanguratsuena EAEko autonomi estatutua berritzeko eztabaida da, non eragile desberdinak haien posizioa agertzen ari diren. Gasteizko sasi-legebiltzarreko indar guztiak proposamenak aurkezten dabiltza eta denen edukia berdina ez bada ere, guztiek zilegiztatzen dute egungo markoa eta guztiak daude kokatuta erreforma estatutarioaren eskeman.

Horren aurrean azpimarratu beharra dago marko hori gure herriaren nazio ukapenean eta frantziar eta espainiar estatuen okupazioan oinarritzen dela. Gure herrian ez da posible «demokrazian sakontzeko» prozesurik, gure herriak ez duelako marko demokratikorik. Ez «kalitate eskasekorik» eta ez «kalitatezkorik». Gure herria zapalduta dago.
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Esan bezala duela 40 urte euskal langile eta sektore herrikoiok ez genuen iruzur autonomikoa onartu. Gure oposizioa agertu eta nazio askapenaren alde jarraitu genuen. Gaur, erabateko asimilazioan erori nahi ez badugu, funtsezkoa da tinkotasun berdina agertzea. Estatutismo baskongadoaren lerroetara igaro berri direnek gauzak «pixkanaka» lortzen direla salduko dute, ez dagoela beste biderik… EAJk bere garaian bezala. Eta «pixkanaka» Euskal Herriak pairatzen duena, zapalkuntza beharrean, demokrazia eta elkarbizitza dela sinestaraziko dute.

Horregatik hain zuzen garrantzia handikoa da, hemen eta orain, neo-estatutismoaren aurkako herri oposizioa agertzea. Gure isiltasun eta pasibitateak ondorio larriak lituzke eta zapalkuntzaren normalizazioa elikatuko luke. Une zail eta gogorretan da inoiz baino beharrezkoagoa konpromiso abertzalea. (BorrokaGaraiaDa)

«Colômbia: se 2017 acabou mal, 2018 não apresenta melhorias»

A Contagio Radio revelou, esta quarta-feira, os primeiros dois casos conhecidos em Fevereiro de dirigentes sociais assassinados na Colômbia. Seguem-se às duas dezenas que foram mortos em Janeiro e aos 170 que o Indepaz registou no ano passado.
[...]
De acordo com o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz (Indepaz), só em Janeiro foram assassinados 22 dirigentes sociais – designação genérica para gente que defende os interesses das camadas mais desfavorecidas da população, reclama o direito à terra, promove a substituição de cultivos ilícitos, denuncia a actividade mineira ilegal e a contaminação ambiental ou que representa comunidades cujas terras se atravessam à frente do agronegócio. (Abril)

«Polónia: vítimas, cúmplices e manipuladores»

[De Manuel Loff] Na Polónia, hoje governada pela extrema-direita, a reescrita da história inclui a proibição – em nome do «bom-nome da Polónia» – da menção aos campos de extermínio que os nazis ali instalaram, ou à cumplicidade com o ocupante nazi-fascista no massacre anticomunista e anti-semita por parte de colaboracionistas e fascistas polacos. (odiario.info)

Kortatu - «Tolosa inauteriak»

Maurizia eta Leon, Zeberioko bizkaieraz: «Gizonak behar badau bere deskantsue, Andrea kuiau daila zarra ta antzue, ai ia zarra ta antzue gizonak behar badau bere deskantsueee, aire!» [Aupa Maurizia! Aupa Arratia! Eta... aupa Tolosa, noski! Milesker.]

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Dias 13 e 14, mobilizações pela liberdade de expressão no Estado espanhol

Promovidas pelas vítimas da actual ofensiva do Governo espanhol contra a liberdade de expressão, a liberdade de informação e a liberdade ideológica, várias mobilizações estão agendadas para os próximos dias 13 e 14, em diversas cidades do Estado espanhol, da Europa e da América.
Os incriminados na Operação Aranha, a Plataforma de Solidariedade com Pablo Hasel, Valtonyc, La Insurgencia e muitos outros alvos da repressão estão a trabalhar de forma coordenada com diversas organizações com o propósito de levar por diante as concentrações. / Ler comunicado da iniciativa #KallaLaBoka em: lahaine.org

«Internazionalismotik Euskal Herria eraikitzen! Construyendo Euskal Herria desde el internacionalismo!»

[De Askapena (eus./cas.)] Munduko hainbat txokotara brigadak antolatu ditu Askapenak aurten ere, baina ahaztu gabe Euskal Herria dugula helburu. Izan ere, internazionalismoak gure herriaren askapen nazional eta sozialean daukan garrantzia jarri nahi dugu mahai gainean. Gure hastapenetik, brigadak izan dira horretarako tresnarik garrantzitsuenetako bat, izan ere, gainontzeko herri langileen borrokak ezagutu eta gureak irakaspen horietaz elikatu dituzte ehundaka euskal brigadistek, gure herriko esperientziak gainontzeko herrietara zabaltzearekin batera. Horregatik diogu «Internazionalismotik Euskal Herria eraikitzen» ari garela.
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Sin olvidar que nuestro principal objetivo es Euskal Herria, un año más, desde Askapena, hemos organizado brigadas a varios puntos del mundo. De hecho, queremos poner encima de la mesa la importancia del internacionalismo en la liberación nacional y social de nuestro pueblo. Desde nuestros inicios, las brigadas han sido una de las herramientas más importantes para ello, ya que han sido cientos los y las brigadistas que se han nutrido de las experiencias de otros pueblos trabajadores en lucha y que a su vez han enriquecido nuestras luchas con ellas, además de dar a conocer las experiencias de nuestro pueblo. Por eso decimos que estamos «Construyendo Euskal Herria desde el internacionalismo». / Ler: askapena.org

Coligação internacional atacou forças governamentais sírias

Ataques da coligação internacional liderada pelos EUA provocaram dezenas de mortos nas fileiras de milícias populares sírias pró-governamentais, quando estas combatiam o Daesh e as FDS a norte do rio Eufrates, denunciou esta quinta-feira a imprensa síria.

De acordo com a agência Sana e a televisão estatal, as forças da coligação internacional bombardearam, na quarta-feira, destacamentos populares que apoiam o Exército Árabe Sírio, quando estes combatiam os terroristas do chamado Estado Islâmico e as Forças Democráticas Sírias (FDS), curdas na sua maioria e apoiadas pelos Estados Unidos.

Fontes no terreno precisaram que os ataques das tropas lideradas por Washington ocorreram entre as aldeias de Khasham e al-Tabyia, a nordeste do rio Eufrates, na província de Deir ez-Zor, indica a Prensa Latina. (Abril)

Oposição venezuelana boicota assinatura do acordo de convivência

Ao cabo de meses de negociações, em Caracas e na República Dominicana, e já com o documento pronto, a oposição venezuelana decidiu não o assinar. Jorge Rodríguez, líder da delegação governamental, afirmou que tal se deve a «pressões do Secretário de Estado norte-americano».
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O líder da delegação governamental nas negociações, Jorge Rodríguez, disse esta terça-feira à imprensa, em Santo Domingo, que a recusa da oposição em assinar o acordo de convivência democrática se ficou a dever às «pressões exercidas pelo Secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson» – cujas afirmações de carácter intervencionista contra a Venezuela, nos últimos dias, num périplo por vários países latino-americanos, também mereceram o repúdio do dirigente político venezuelano. (Abril)

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

«Manifiesto en apoyo al periodismo crítico y a la libertad de información. ¡¡Boro LH libre!!»

[De Boro Libre] El 29 de marzo de 2014 se celebró en Madrid una manifestación que, tras ser abortada por la Policía Nacional, terminó con graves agresiones y amenazas por parte de los cuerpos policiales a varios trabajadores de los medios de comunicación y con la detención de uno de ellos.

Jorge Correa, periodista de varios medios de comunicación digital conocido como Boro LH, fue agredido y detenido por la Policía Nacional, que le acusa de atentado a la autoridad y lesiones, pidiendo para él una condena de 6 años de prisión y 6.200 euros en concepto de indemnización a dos agentes. (BorrokaGaraiaDa)

Mobilização contra a tortura, sexta, em Igorre

Aproxima-se o Dia contra a Tortura, que em Euskal Herria se celebra a 13 de Fevereiro, e, nesse sentido, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão promove a realização de uma concentração, na próxima sexta-feira, dia 9, às 19h30, em Igorre (Arratia, Bizkaia).

Batzuek torturatzen zuten bitartean, beste batzuek konplizeak izan ziren!
Enquanto alguns torturavam, outros foram cúmplices!

«Ouvir o povo para responder ao golpe»

Para fazer uma leitura da actual situação política brasileira, «diante do avanço do golpe», e definir as bases que vão orientar a criação do Congresso do Povo, cerca de 130 pessoas juntaram-se, no final da semana passada, na Escola Nacional Florestan Fernandes, espaço de formação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), localizado no interior do estado de São Paulo.

No encontro de dois dias, promovido pela Frente Brasil Popular (FBP) – que integra organizações sociais, sindicatos e partidos políticos –, definiram-se as bases que vão guiar o Congresso do Povo. Em Julho, deverá ter lugar um grande «plenário nacional», para dar uma resposta unitária ao golpe, procurando saídas para a crise em que o Brasil mergulhou após a destituição da presidente Dilma Rousseff e visando a criação de um projecto democrático, à esquerda, de defesa da soberania.

Não se trata de um evento isolado. De acordo com a FPB, o Congresso é um processo em construção, por etapas; é «um processo de luta e pedagogia de massas», assente no «trabalho de escuta das pessoas», indica o Portal Vermelho.

A iniciativa «irá propor um diálogo permanente sobre a situação política do país e, principalmente, irá ouvir os problemas» das populações, em todos os estados, refere o Brasil de Fato. (Abril)

«200 dias de valentia e firmeza: a heróica defesa de Estalinegrado que mudou a história»

[De RT] Passaram em 2 de Fevereiro 75 anos sobre a derrota nazi em Estalinegrado, momento de viragem na II Guerra Mundial. Seguir-se-ia, poucos meses mais tarde, a grande vitória de Kursk. A URSS, o Exército Vermelho e o povo soviético assumiam, daí em diante, um papel decisivo na derrota final do nazi-fascismo. O significado desse papel está marcado de forma indelével na memória dos povos, e os povos da antiga URSS celebram-no devidamente. (odiario.info)

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

«Badator 2018ko Herri Unibertsitate Nazionala!»

[De Herri unibertsitatea] Borroka guzti hauek, gaurko Ikasle Mugimendua izan dute ondorio nagusi, eta beronen ardura da bere heziguneetatik eragiten jarraitu ahal izateko, egungo errealitatearen analisi zehatza egitea. Hots, burgesiak ekoizpen eredu kapitalistaren bidez geroz eta kapital gehiago metatzen jarraitu ahal izateko, produkziorako, erreprodukziorako zein kontrol sozialerako aktibatuak dauzkan mekanismoen ezagutza ezinbestekoa zaigu; baldin eta, hauen suntsiketaren eta Euskal Herriko Langileon kontrabotereguneen eraikuntzan oinarritzen den dikotomiaz, Euskal Herri burujabe zein hezkuntza eredu askatzaile bat lortu nahi badugu.

Badator 2018ko Herri Unibertsitate Nazionala! Martxoak 14-15 Ibaetan!Iaz, San Mameseko tailatuan amets egin genuen. Aurten ere, hezkuntza sistema kapitalistaren aurrean, desjabetuon unibertsitatearen aldeko hautua egina dugu! Aztertuz, astinduz, sortuz... langile boterea ahalbidetuko duen hezkuntza kritiko bat eraikitzera goaz! Bidean ikusiko dugu elkar! Martxoak 14 eta 15ean, Ibaetan elkartuko gara! / Ver: BorrokaGaraiaDa

«La francocracia y la cuestión Catalana (Parte 2 de 2)»

[De Ángeles Diez] A finales de enero el gobierno del Estado español parece haber llegado al tercer estadio de la borrachera. Sostiene, contra viento y marea y contra toda evidencia que, gracias a la aplicación del artículo 155, se está a las puertas de la normalización de la situación de Cataluña, que el conflicto en Cataluña lo resuelven los tribunales y que todo se reduce a que los independentistas catalanes no quieren cumplir la ley. El resto de los partidos constitucionalistas, incluido Podemos, parecen haber llegado también a ese estadio o estar a punto de llegar. Ciudadanos, por ejemplo, sigue sosteniendo que ha ganado las elecciones catalanas del 21 de diciembre, aunque no pueda formar gobierno, el PSOE pide a los independentistas que nombren a un presidente no independentista -«viable» dicen-, y Podemos sostiene que no se han sabido explicar con la propuesta de un «referendun pactado», es decir, que los catalanes no les entienden.

En esta segunda parte del análisis sobre la sustancia del Estado español -la francocracia española- y la cuestión catalana, quedan por analizar dos de los supuestos que más sarpullidos generan entre los sectores políticos y sociales que se sienten de izquierdas, o por lo menos que no se identifican con la derecha, y que se resisten a abordar la cuestión catalana fuera de la consigna «la ley es la ley». También en ellos encontramos la negación deun hecho evidente, que el procéscatalán es algo más que un arrebato circunstancial. (lahaine.org)

«Diplomata boliviano alerta para intervencionismo dos EUA na Venezuela»

Numa entrevista concedida à Prensa Latina, o embaixador boliviano em Cuba afirmou que o périplo de Rex Tillerson, Secretário de Estado norte-americano, pela América Latina pode ser interpretado como «prelúdio a uma intervenção militar» na Venezuela.
[...]
No entender de Quintana, o périplo de Tillerson, que pode ser interpretado como [tentativa de fomentar um] bloqueio petrolífero à Venezuela, é mais que isso», sendo que o exercício da diplomacia norte-americana «dá crédito à preparação de uma intervenção militar armada contra o país caribenho».

Numa perspectiva política, «é uma espécie de ajuste de contas [com o chavismo e o Comandante Hugo Chávez], mas uma intervenção que tem como factor de peso o interesse geoestratégico, de modo a garantir a autonomia energética do país nortenho», sublinhou Quintana.

Neste sentido, defendeu que «essa autonomia é impensável enquanto os Estados Unidos não ocuparem aquilo a que se pode chamar o escudo petrolífero formado pela Colômbia, Venezuela e Equador, e mesmo a Bolívia». (Abril)

Milhares em Compostela por um sistema de saúde galego, público e de qualidade

Milhares de pessoas enchêrom as ruas compostelanas na manhá deste domingo (04/02) frio e chuvoso em defesa da saúde pública, respondendo ao chamado da plataforma SOS Sanidade Pública. Chegárom de todo o país para denunciar as políticas do Governo autónomo, comandado polo ultraliberal e espanholista Partido Popular (PP) de Nunes Feijó, encaminhadas ao progressivo, mas continuado esvaziamento do sistema público de saúde da Galiza, em favor do negócio privado e a sua assimilaçom dentro do esquema espanhol do que, no futuro e de conseguirem manter o rumo, nom serám mais do que os seus restos.

CIG: manifestação em defesa da saúde pública (Compostela, 4/2/18)Ver: Diário Liberdade

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

«Elkartzen: "la pobreza, resultado del modelo económico capitalista"»

[De Juanjo Basterra] El Gobierno Vasco pagará en 2018 un 18,1% menos a los afectados por la exclusión y la pobreza sobre 2008 y el Gobierno navarro, un 57,26% menos. Desde 2008 el riesgo de pobreza ha aumentado un 65% en la Comunidad Autónoma Vasca (CAV) y un 110% en Nafarroa.

El Movimiento a favor de los Derechos Sociales en Euskal Herria, Elkartzen, ha realizado estos días atrás un amplio análisis crítico de los presupuestos 2018 de Hego Euskal Herria en el apartado de prestaciones sociales, que confirman que actúan en favor de quienes más tienen y van abandonando poco a poco a quienes mas sufren por la falta de trabajo y de ingresos económicos.

Elkartzen concluye que la pobreza es ;el resultado del modelo económico capitalista; y advierte de que Capitalismo es polarización, es un proceso de acumulación de la riqueza generada entre todas en cada vez menos manos, y cuyo reverso es la extensión de la pobreza en cada vez más sectores populares y en cada vez más aspectos vitales. (elperiodistacanalla.net)

«El nuevo independentismo será independiente del PNV como mínimo»

[De Borroka Garaia] Claro que lejos de ser la clave es una de las piedras más grandes en el camino salvo para los que aún no se han dado cuenta que la obcecación en la «vía maltzaga» está llevando a morder el polvo al independentismo y a erosionar continuamente las expectativas de un futuro independiente que no va a partir de acuerdos institucionales autonomistas y bilaterales con el estado sino de una explosión popular y una construcción nacional y social confrontativa que mande al pasado al «viejo independentismo autonomista» y a todo su viejo o reformado entramado institucional.

Y los y las protagonistas de ello serán por fuerza todas esas capas sociales que están sufriendo en sus carnes el cada vez más siniestro ataque capitalista contra la clase trabajadora vasca. Ese será el nuevo independentismo que necesitamos y contará con su propio paradigma forjado en la lucha. Nada que ver con conciertos, cupos, foralidad, unión europea o autogobierno autonomista, es decir, que no podrá responder a los intereses de la alta y mediana burguesía vascongada ni a las facciones de la pequeña que les siguen por detrás. De lo contrario, la independencia de Euskal Herria será algo del pasado que los viejos abertzales, ya muertos, un día defendierón para nada. Y eso no va a ser así. (BorrokaGaraiaDa)

«A ofensiva militar do imperialismo em África»

[De Carlos Lopes Pereira] Os EUA e aliados, sobretudo a França, têm colocado mais tropas e armamento no continente africano, reforçado as suas bases militares, obtido facilidades securitárias, criado novos mecanismos de ingerência, tudo isso causando ou agravando conflitos e guerras.

Esta ofensiva belicista em África, que por um lado conta com a conivência de sectores das classes dominantes nacionais e, por outro lado, enfrenta a oposição e resistência dos povos, cria condições para o aprofundamento da exploração dos trabalhadores e a pilhagem dos recursos naturais, num violento processo de neocolonização que bloqueia o desenvolvimento soberano dos países africanos.

São claros os objectivos do imperialismo: o domínio de recursos naturais, a conquista de novos mercados, o controlo de posições estratégicas e a concorrência com potências emergentes, em especial a China. (o militante)

«Com o teu amo não jogues as pêras…»

[De Agostinho Lopes] A defesa de direitos e interesses pelos trabalhadores da Autoeuropa é estigmatizada pela voz do capital e dos seus servos. Um antigo aforismo popular serve de mote para devolver a discussão à prosaica realidade.

«Com o teu amo não jogues as pêras, porque ele come as maduras e deixa-te as verdes» é um aforismo popular do tempo dos amos e servos, dos senhores e criados… Que tem conhecidas versões no século XXI, «quem paga manda», ou o «bom aluno», e etc…

Expressões de uma cultura de subserviência, servil e rastejante, uma cultura de classe, que as classes dominantes procuram infiltrar até ao tutano nas classes dominadas! Para que estas classes sempre respondam como «o valente soldado Chveik»1: «declaro obedientemente a Vossa Excelência que tem toda a razão…», qualquer que seja a enormidade da «razão» aduzida por sua Excelência! Grande parte do charivari em torno da Autoeuropa, é uma clara manifestação dessa «cultura»! De quem não tem espinha, ou a tem tão gelatinosa como a lesma… (Abril)

domingo, 4 de fevereiro de 2018

AN espanhola condena jovem de Amurrio por inscrição com marcador

O tribunal de excepção condenou Julen Ibarrola a um ano de prisão efectiva, acusando-o de ter realizado uma inscrição numa parede com um marcador, há três anos. Deu-lhe dez dias para se apresentar na cadeia.

De acordo com a informação divulgada pela plataforma «Julen Libre», não é a primeira vez que este jovem de Amurrio (Araba) é visado pelo tribunal de excepção, já que enfrentou um processo semelhante ao actual, tendo sido então absolvido.

Em comunicado, a plataforma referida acusa o «Estado espanhol de continuar a usar a sua máquina repressiva e de punição» contra o povo basco, considerando que só à luz de «uma lógica de política de vingança» se pode compreender a condenação do jovem por ter feito uma inscrição numa parede com um marcador.

Mal se soube da condenação, o povo de Amurrio veio para as ruas exigir a liberdade de Julen. Para quinta e sexta-feira desta semana foram agendadas mobilizações, incluindo uma manifestação (no dia 9, às 19h00). / Ver: halabedi.eus

«Imperialismo na Ucrânia e resistência popular no Donbass», em Ermua

Por iniciativa do Euskal Herria – Donbass Elkartasun Komitea, realiza-se em Ermua (Bizkaia) uma sessão sobre «o imperialismo na Ucrânia e a resistência popular no Donbass».

O encontro tem lugar na próxima sexta-feira, dia 9, às 19h00, no Palácio Lobiano jauregia, e conta com uma exibição de vídeo e uma conferência.

«Una absolución en la Audiencia española es casi imposible, es un tribunal fascista»

[Entrevista a Pablo Hasél por Josep Rexach Fumanya] Hablamos con el rapero leridano, que el jueves fue a declarar a la Audiencia española acusado de delitos de enaltecimiento del terrorismo y de calumnias e injurias a la corona española.

Pablo Rivadulla, conocido por el nombre artístico Pablo Hasel, declaró el jueves en la Audiencia española. Lo acusan de enaltecimiento del terrorismo, calumnias e injurias a la corona española y otras instituciones del Estado –la Guardia Civil y la policía española– por unas decenas de mensajes publicados en Twitter. La fiscalía le pide una pena de dos años y nueve meses de prisión y una multa de 45.000 euros; una sanción que, en caso de no pagarla, añadiría dos años más a la pena de prisión.

La declaración judicial se hizo viral. Hasel hizo frente al tribunal y a la fiscal y se justificó reivindicando el derecho de libertad de expresión y el hecho de que fueran informaciones publicadas en medios de comunicación. Hasel asume que probablemente será condenado a prisión. Reconoce que tiene miedo, pero que no piensa hacerse atrás: «Si no, ellos ganan». (Resumen Latinoamericano)

Marx: «O que é a mais-valia?» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 211 do programa «Escuela de Cuadros», o economista argentino Fernando Hugo Azcurra, estuda a teoria do valor, a troca entre trabalho assalariado e capital, e a formação da mais-valia.

Mais informação aqui, em português, sobre a teoria do valor e a mais-valia; e aqui sobre relação entre trabalho assalariado e capital.

«Plusvalor» (con Fernando Hugo Azcurra)»Na Venezuela, o programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados, às 22h00, e domingos, às 23h00). Pode-se aceder aos programas também em www.youtube.com/escuelacuadros e em escuelacuadros.blogspot.com.

sábado, 3 de fevereiro de 2018

«Lau langile hil dira Euskal Herrian, eta ez da eguraldia izan»

[De Urko Apaolaza] Lau langile hil dira, baina ez da eguraldia izan, hilketaren arduradunak libre daude. Garraio sektorean azkenaldian izaten ari diren ezbeharren kopurua gorantz doa etengabe, aurten hildako langileen erdia sektore horretan izan da hain zuzen. Galdakaoko heriotzen inguruko Osalan-en ikerketak zer emango duen ikusteke dago; goizeko lehen orduan eta autobusa eguneroko ibilaldia hasteko tokira zihoanean gertatu izanak eman dezake pistarik zentzu horretan. ELA eta LAB sindikatuek jadanik salatu dute prekarietate eta lan erritmo handiegiak daudela sektorean eta horren ondorioz abiadura azkartu behar izaten dutela sarritan. Prebentzio neurririk ez dela hartzen ere salatu dute. (argia)

Ver tb.: «Cuatro trabajadores han muerto hoy en Bizkaia y ya son ocho los fallecidos en 2018» (LAB)

«La izquierda ante su verdadero reto (¿Por qué –y cómo– es comunista Alberto Garzón?)»

[De Manuel Navarrete] Este texto pretende efectuar una crítica del libro Por qué soy comunista. Una reflexión sobre los nuevos retos de la izquierda (Península, 2017), de Alberto Garzón. Una crítica que se pretenderá científica, esto es, alejada de valoraciones personales o sobre el autor.

De hecho, si lo escribimos es desde la conciencia de que Garzón no solamente se representa a sí mismo, sino que se erige en cierta medida en exponente de una determinada manera de entender el marxismo que, digámoslo desde ya, es –lo desee o no- heredera directa del «eurocomunismo» (si no directamente del socialismo utópico) y de nociones a la postre subsiguientes como las del «Estado del bienestar» o la de los «derechos humanos».

Por hegemónica en el seno del PCE (y, por extensión, en el autodenominado «movimiento comunista»… aunque no solo estatal, sino incluso europeo), esta visión de lo que es el comunismo supone, a nuestro juicio, un grave desarme ideológico que, además, se hace imperdonable en tiempos de crisis y agresiones capitalistas (sí: no simplemente «neoliberales») como las que vivimos ahora. (flamencorojo.org)

«Opel Portugal vs. Autoeuropa»

[De João Silva // Repor a verdade. Derrotar a chantagem. Honrar a luta dos trabalhadores.] Desde que os trabalhadores da Autoeuropa foram forçados a recorrer a formas de luta, perante a irredutibilidade da administração na intenção de impor o trabalho obrigatório ao sábado e um sistema de turnos rotativos, que foi posta em marcha pelos órgãos da comunicação social dominante uma campanha de intoxicação da opinião pública e de chantagem contra os trabalhadores. Uma das falsificações utilizadas é a mentira sobre o processo da Opel Portugal, insinuando que teriam sido os trabalhadores os culpados pelo encerramento da fábrica. (Abril)

Julia Boutros - «Righteousness is my weapon»

Este tema, de 2014, é dedicado pela cantora libanesa à resistência palestiniana. Julia Boutros é muito estimada no mundo árabe anti-imperialista, já que a sua discografia inclui vários temas dedicados à resistência libanesa e palestiniana contra a ocupação sionista.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

«Manifiesto por la libertad de las artistas, periodistas y autores acosados por el Estado»

[De Red Roja] Ante la situación actual de crisis, donde diariamente se ejecutan desahucios, donde sus reformas laborales nos condenan a sangrantes jornadas laborales de 10 y 12 horas, al paro y a la precariedad. Ante el constante encarecimiento de bienes de primera necesidad, la privatización de los servicios públicos etc., el Estado aplica la represión sistemática contra cualquier disidencia política como norma, más si esta, gracias a las nuevas tecnologías de comunicación, puede llegar a un público amplio y romper el silencio que imponen los grandes periódicos, la radio y la televisión, todos hoy y sin excepción, al servicio del régimen.

Para ejercer semejante atropello emplean tribunales políticos como a la Audiencia Nacional, heredera directa del antiguo Tribunal de Orden Público franquista, y el Tribunal Supremo, así como a todas las fuerzas y cuerpos de seguridad del Estado, que a día de hoy dedican buena parte de sus efectivos a rastrear las redes en busca de posibles autores de «delito de Odio» o «enaltecimiento», fórmulas jurídicas que vulneran hasta su propia farsa de legalidad, y que sirven única y exclusivamente para censurar aquellas manifestaciones de expresión que contradicen el pensamiento único, impuesto por las grandes empresas de comunicación a la mayoría de la población. (redroja.net)

«Cientos se concentran para denunciar el juicio contra Kaiet Prieto y Pablo Hasel»
Imagens e declarações da concentração em Barakaldo (Bizkaia)Ver: herrikolore.org

«Yolanda, "Jhisa"... Ni olvido ni perdón»

[De Ahaztuak 1936-1977] En estos días 1 y 2 de Febrero vuelve a cumplirse un nuevo aniversario del asesinato a mano de grupos fascio-parapoliciales de dos ciudadanos vascos: Yolanda González Martin, joven vecina de Deustu militante del PST (Partido Socialista de los Trabajadores) asesinada en Madrid el 1 de Febrero de 1980, y Jesú Mari Zubikarai Badiola, «Jhisa», joven vecino de Ondarru asesinado al día siguiente. En ambos casos el BVE (Batallón Vasco Español) reivindicaría los crímenes.

El asesinato de estos dos jovenes viene a desmentir, junto con otros crímenes, el mito de la «transición española» pacífica en realidad un periodo de gran violencia estatal y paraestatal contra los sectores populares. Crímenes como los cometidos contra Yolanda y «Jhisa» no hacen más que subrayar, junto con otras decenas de muertos y heridos, la gran mentira de la historia oficial que sobre la Transición han venido manteniendo durante décadas los que amañaron aquella gran trampa: los poderes del Estado -aquellos famosos «poderes fácticos»-, los franquistas maquillados de AP y los posibilistas de la derecha de UCD, junto a los tambien posibilistas del PSOE y el PCE.

La estrategia de asesinatos de militantes populares o personas cercanas a la izquierda -entre ellos los dos que en estos días recordaremos nuevamente- está totalmente ligada al cambio histórico: se disparan tras la muerte de Franco, se incrementan antes de la toma de decisiones políticas decisivas y descienden bruscamente cuando se da por zanjado el proceso democrático. Esto que decimos queda por ejemplo reflejado en las cifras aportadas por el periodista y escritor Mariano Sánchez Soler: entre 1975 y 1983, se produjeron 591 muertes por violencia política. Nada menos que 188 de los asesinados, los menos investigados, entran dentro de lo que el autor denomina violencia política de origen institucional. «Son los actos desplegados para mantener el orden establecido, los organizados, alentados o instrumentalizados por las instituciones del Estado. Pongo un ejemplo: al estudiante Arturo Ruiz lo mató en 1977 un miembro de los guerrilleros de Cristo Rey de los que ayudaban a la policía a reprimir las manifestaciones. Es lo que entonces se llamaban grupos de incontrolados», explica. (LER: ahaztuak)

«Mordomos NATO»

[De Jorge Cadima] Na véspera da visita a Portugal do Secretário-Geral da NATO, os Ministros da Defesa e Negócios Estrangeiros publicaram um artigo no Público (25.1.18): uma lamentável posição de submissão e seguidismo, contrária à Constituição de Abril.
[...]
Não é apenas em matéria de UE que este governo não rompe com políticas contrárias aos interesses do povo e do País. Tal como Tony Blair, há quem no Governo PS queira ser dos mais fiéis mordomos da NATO, agora sob a tutela Trump. É uma tradição antiga nas nossas classes dirigentes, trocar a soberania por um prato de lentilhas. Mesmo que seja, como em 1580, para se submeter a potências em declínio. Em declínio, mas criminosas e perigosas. (avante)

«Canto de amor a Stalinegrado»

[De Gustavo Carneiro] Entre os múltiplos e extraordinários feitos alcançados pela Revolução de Outubro e pelo subsequente processo de edificação do socialismo, a vitória sobre o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial é sem dúvida um dos mais notáveis. Fosse apenas pelo papel decisivo desempenhado pela União Soviética no esmagamento do nazi-fascismo e na criação de uma ordem mundial mais democrática e progressista e esta primeira experiência vitoriosa de construção do socialismo já mereceria um lugar cimeiro entre as grandes epopeias libertadoras da história da Humanidade.

Por mais que historiadores e estúdios de Hollywood o tentem ocultar, foi sobretudo graças à União Soviética – ao seu sistema socialista, ao seu Partido Comunista, ao seu Exército Vermelho e ao seu corajoso e abnegado povo – que o nazi-fascismo não conseguiu erguer o seu ansiado império de mil anos baseado na mais brutal exploração, no trabalho escravo e na supremacia da raça dos senhores. Este sinistro objectivo dos sectores mais agressivos e chauvinistas do grande capital alemão ruiu, foi derrotado, na Frente Oriental, nas estepes e ruas das cidades soviéticas. (avante.pt)

Museu da Batalha de Estalinegrado
Stalingrad Battle Museum (time lapse)Volgogrado

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

«Pablo Hasél declaró en la AN dejando clara su militancia comunista y que no renuncia a sus ideas»

[insurgente.org] Pablo Hasel ha dicho en la Audiencia Nacional que «medio país piensa lo mismo» y que escritoras «nada sospechosas de ir contra el Estado» lo han relatado en sus libros, como Pilar Urbano o Ana Romero. «A ver si encima voy a ser yo el culpable de que el Rey pida dinero público para irse de caza o pida dinero público para pagar el silencio de sus amantes, como Bárbara Rey. Si hay que pedir prisión para cada medio que haya contado esto, no habría cárceles», ha respondido a la Fiscalía.

Pablo Hasél: Encima voy a ser yo el culpable de que EL REY MALGASTE DINERO PÚBLICOVer: lahaine.org

«Hoy vamos a hablar de la Operación Pandora, Pandora II y la Operación Piñata...»

[De Boro LH] Lo primero que hay que recordar es que la antesala de estas operaciones se puso en marcha en noviembre de 2013 con la detención de cinco personas acusadas de poner una bomba contra la basílica del Pilar en Zaragoza. Tras esas detenciones vendrían la Operación Pandora I (16 de Diciembre 204), Piñata (30 de marzo de 2015), «Pandora II» (28 de octubre de 2015) y «Ice» (4 de noviembre de 2015). Cinco operaciones policiales basadas en los supuestos «GAC», que dieron para un total de 69 detenciones.
[...]
Hoy, continua quedando en evidencia que todas estas operaciones no fueron más que una gran falacia: acaba de ser archivada la Operación Piñata. Ha sido la propia fiscalía quién ha pedido el archivo de la causa porque la cosa no se sostenía por ningún lado.

Decenas de detenciones, estigmatización como «terroristas anarquistas», prisión preventiva, embargo de cuentas... ¿Quién va a pagar ahora todo el daño causado a las víctimas de este montaje ? ¿Quién va a asumir las responsabilidades por haber detenido a todas estas personas? (lahaine.org)

«Jerusalém é a capital da Palestina!»

Cerca de uma centena de pessoas juntaram-se frente à Embaixada de Israel em Portugal, esta quarta-feira à tarde, para «dar voz à solidariedade com a Palestina». A iniciativa ficou marcada pela denúncia reiterada da decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
[...]
Ao recordar que, ontem, dia em que a presa Ahed Tamimi completou 17 anos, foi assassinado mais um jovem pelos israelitas – a oitava vítima mortal da repressão de Israel desde que o ano começou e o quarto jovem, menor –, o dirigente do MPPM disse que «"gangsterismo" será um termo adequado para o que se passa na Palestina, mas não suficiente».

Outra designação pertinente é «colonização» e outra ainda, «mais verdadeira, mais completa, mais total», é «genocídio», cuja definição de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre Genocídio evocou, antes de apontar várias situações do que se passa na Palestina como exemplo desse genocídio: limpeza étnica da população palestiniana; a contínua colonização dos territórios ocupados em 1967 (desde 1993, a população de colonos mais que duplicou; são hoje mais de 600 mil); repressão brutal, violência indiscriminada, punições colectivas e tortura; perseguições e expulsão da população beduína que vive no deserto de Naqab; o cerco de Gaza, há mais de dez anos. (Abril)

«El abandono del sur de Chicago»

[De Ilka Oliva Corado] El sur de Chicago es la decadencia, es una gran urbe derrumbándose, calles deterioradas, edificios a punto de desplomarse sobre las cabezas de los inquilinos que, en su mayoría son afro descencientes y latinoamericanos indocumentados: mexicanos y centroamericanos. Mal pagados, explotados en sus trabajos, estigmatizados y acosados constantemente por la policía. (BorrokaGaraiaDa)