domingo, 12 de novembro de 2017

Marcha à prisão de Alcalá-Meco para exigir liberdade de Ibon Iparragirre

Por iniciativa do Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão, realizou-se este sábado uma marcha à cadeia de Alcalá-Meco, para exigir a liberdade do preso Ibon Iparragirre, que está gravemente doente. No mesmo cárcere encontra-se Manu azkarate, também gravemente doente.
Y es precisamente eso, arrepientirse o morir, lo que el estado fascista español ofrece a lxs presxs políticxs vascxs. El mismo estado que secuestró, torturó, violó y asesinó impunemente a militantes vascxs por haber luchado por la liberacion nacional y social de su pueblo. Pero no les es bastante, quieren más, y no les valen presos, los quieren muertos o arrodillados, humillados... Pero tenenos claro, que con un pueblo combativo enfrente nunca podran ahogar las ansias de liberacion del pueblo vasco y que jamás podrán privar de su dignidad a estxs militantes.
Gaur, berriz ere eta esandako guztiagatik, amnistia osoaren gauzapena dela euskal preso politikoak eta baita Euskal Herria bera askatuko dituen aukera bakarra azpimarratu nahi dugu, eta gaurkoan ere euskal herriari antolatzeko eta borrokatzeko deialdia luzatzen diogu. Amnistiaren bidez askatuko gara, edo ez gara aske izango. / Ver texto na íntegra e mais fotos aqui

«Lenin, el que se cargó la “revolución democrática”. Y la toma del palacio de invierno vasco»

[De Borroka Garaia] Hablar hoy de revolución socialista con todo lo que ha caído puede que a muchos suene a utópico. Como a una cosa del pasado. Pero la historia de la humanidad es la historia de la revolución, o la hacen los y las de abajo contra los de arriba o la hacen los de arriba contra el abajo. Y así seguirá siendo pues no existe otro motor de la historia. El posibilismo es convertir precisamente la política en el arte de lo posible… y llegados hasta aquí es preferible agarrarse fuertemente a la afirmación de Ernesto Guevara de que la política es el arte de hacer posible lo imposible. Las revoluciones socialistas aún están por venir. La revolución socialista vasca es futuro no pasado. Y en Euskal Herria nos toca organizarla. (BorrokaGaraiaDa)

Oliba Gorriak – «Beste mundu bat»

«Liberticídio em França»

[De José Goulão] Liberdade, igualdade, fraternidade? Passemos adiante, são coisas anacrónicas, da arqueologia do humanismo; e a França de hoje pode orgulhar-se de ter acabado de vez com a trilogia que inspirou a revolução, já lá vão 228 anos. Tempo demais.

Igualdade e fraternidade há muito que são conceitos caducos; invocá-las seria desadequado, ridículo até, em sociedades formatadas como as nossas, onde a desigualdade é uma virtude inerente à competitividade e ao empreendedorismo, fazendo da solidariedade uma parolice, a não ser que se trate de «caridade».

A França de Macron, em alinhamento harmónico com a França de Hollande, Valls e Cazeneuve, acaba de instaurar o estado de emergência permanente, inscrevendo-o na lei comum, limitando-se a concretizar o que o primeiro-ministro Manuel Valls profetizara em Dezembro de 2015 (Abril)

«Extrema-direita mobiliza 60 mil no dia da independência da Polónia»

Palavras de ordem xenófobas, slogans religiosos e símbolos fascistas marcaram a marcha que a extrema-direita polaca realizou este sábado em Varsóvia, no dia da independência do país. Para o ministro do Interior, Mariusz Blaszczak, foi «uma coisa bonita de se ver».

Numa das faixas que levavam, lia-se «Por uma irmandade entre as nações brancas da Europa». «Deus, honra, pátria», «Glória aos nossos heróis», «Morte aos inimigos da Pátria» e «Queremos a Deus», que era o lema da marcha deste ano, foram algumas das palavras de ordem ouvidas, segundo a Associated Press.

Os organizadores falaram da importância de «combater os liberais e de defender o cristianismo». Durante a marcha, os manifestantes gritaram também palavras de ordem contra os refugiados e em defesa de uma «Polónia pura, Polónia branca», e mostraram bandeiras negras com o símbolo da Falanga, organização fascista dos anos 30. (Abril)

sábado, 11 de novembro de 2017

«Historia del presente y memoria»

[De Jon Kerejeta] Aún quedan por el mundo pueblos que miran hacia Euskal Herria como último foco de liberación europeo recordando el modelo de aquel movimiento insurgente. Mientras, algunos compañeros de viaje fundamentan sus análisis en aquella contradicción virtual que dividiría Euskal Herria en demócratas y violentos. ¿Ya no hay dominaciones del imperio, de los estados, del capital? ¿No llegó por aquí aquella crisis del sistema que... Llegó y se quedó entre nosotros. Y quienes la miraron como un fenómeno meteorológico pasajero…comprueban, desencanto, desmovilización y pobreza. (lahaine.org)

Grande manifestação em Barcelona em defesa da República e pela liberdade dos presos

Centenas de milhares de pessoas – 750 mil, de acordo com a Guarda Urbana – manifestaram-se hoje nas ruas de Barcelona exigindo a «liberdade dos presos políticos» e sublinhando que «são uma República».

«Milhares nas ruas contra reforma trabalhista de Temer»

Cerca de duas dezenas de estados brasileiros foram palco de mobilizações contra a chamada Reforma Trabalhista, que entra em vigor este sábado. Milhares de pessoas exigiram a Michel Temer que renuncie à Presidência do Brasil.

No âmbito do Dia Nacional de Luta contra as Reformas Trabalhista e da Previdência, 20 mil pessoas juntaram-se, ontem de manhã, na Praça da Sé, em São Paulo, participando numa acção de protesto convocada por sindicatos e movimentos populares.

A reforma, aprovada em Julho, insere-se no programa de ataques aos direitos dos trabalhadores e do povo brasileiro promovido pelo governo golpista de Michel Temer, e foi alvo de intensa contestação. (Abril)

Julia Boutros: Honra ao Hezbollah!

Viva a resistência anti-imperialista!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

«Amnistía internacional, el juguete de multimillonarios "progres"»

[De Borroka Garaia] Ha saltado como un resorte. Como una avalancha venida de la nada que ha llegado a ocupar todas las portadas y espacios de los medios de comunicación españoles. Amnistía internacional no considera presos políticos ni de conciencia a los presos políticos y de conciencia encarcelados recientemente por el estado español en Catalunya.
[…]
Lo cierto es que Amnistía internacional prestándose a dar cuerpo a las campañas de propaganda de guerra y dando cobertura al régimen español y su legalidad injusta le hace cómplice de la represión en Catalunya de la misma manera que Amnistía Internacional ha sido y es cómplice durante décadas de la represión española en Euskal Herria. Para ello siempre ha minimizado tal represión cuando no ha ocultado conscientemente aspectos fundamentales de ella. Y siempre y en todo lugar dando por legítimo al régimen español en su guerra contra las aspiraciones de libertad vascas. (BorrokaGaraiaDa)

«Só em Novembro forças israelitas prenderam 90 palestinianos»

Em operações levadas a cabo de madrugada nos primeiros dez dias deste mês, as forças de ocupação prenderam pelo menos 90 palestinianos na Margem Ocidental, revela a agência Ma'an.

Logo na madrugada de 1, a Ma'an contabilizou 21 detenções por toda a Cisjordânia, tendo registado a ocorrência de confrontos, em várias localidades, entre a população palestiniana e as forças israelitas que levaram a cabo as operações de busca e captura. Vários jovens foram atingidos com balas de aço revestidas de borracha.

As incursões nocturnas das forças militares israelitas em cidades, aldeias e campos de refugiados na Margem Ocidental ocupada, incluindo Jerusalém Oriental, são uma ocorrência quase diária. De acordo com as Nações Unidas, entre 26 de Outubro e 6 de Novembro, as forças de ocupação levaram a cabo 166 operações deste género na Cisjordânia. (Abril)

«Paramilitarismo colombiano aprovecha "la paz" para expandirse en la frontera»

[De Misión Verdad] La reconfiguración del territorio colombiano tras la firma de los acuerdos de paz con las FARC ha constituido un franco avance del paramilitarismo en todo el país vecino, sobretodo en las zonas de mayor producción de droga y en la frontera con Venezuela.

Ya desde el año pasado, durante el inicio del cese unilateral al fuego por parte de las FARC, se hacía pública la denuncia de la disputa entre bandas paramilitares en este departamento [Norte de Santander], y sobretodo en el área metropolitana de Cúcuta, donde arreció la disputa entre grupos paramilitares como Los Rastrojos y el Cartel del Golfo por el control de las rutas del contrabando. (misionverdad.com)

EINA - «Honor i glòria, bolxevics!»

HONOR I GLÒRIA BOLXEVICS! / QUE VAN CANTAR VICTÒRIA! / TOT EL PODER ALS SÒVIETS!

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Marcha a Alcalá-Meco, pela liberdade de Ibon Iparragirre e de todos os presos doentes

Quando, no dia 28 de Outubro, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) anunciou a manifestação nacional a favor da amnistia, que terá lugar em Bilbo a 18 de Novembro, anunciou também a realização de uma marcha até à cadeia de Alcalá-Meco, onde se encontra o preso doente Ibon Iparragirre. É já este sábado, 11.

Na conferência de imprensa que então deram frente ao Teatro Arriaga, na capital biscainha, os representantes do MpA deram especial ênfase à situação dos presos doentes, sublinhando que, «por detrás da crueldade» com que são tratados, «não está a simples sede de vingança, mas sim o desejo de intimidar todo um povo e a tentativa de obter o arrependimento dos presos políticos», confrontando-os com o «arrepende-te ou morre».

O MpA recordou a situação de vários presos políticos doentes, como Ibon Iparragirre - que tem Sida e se encontra em estado muito grave -, Mikel Otegi, que sofreu recentemente um enfarte na cadeia, Oier Gomez, Aitzol Gogorza e Txus Martín.

Este sábado, organiza uma marcha até à prisão madrilena de Alcalá-Meco, onde estão os presos doentes Ibon Iparragirre e Manu Azkarate, para exigir a sua libertação e a dos restantes presos políticos doentes. / Ver: aseh

Toda a solidariedade com o Herri Norte Taldea

Comunicado oficial do Herri Norte Taldea, grupo de apoiantes do Athletic Club, sobre a repressão policial de que é alvo, as multas, o futebol moderno - a que resistem.
Contra a repressão policial, solidariedade e luta!
Aupa Athletic eta gora Euskal Herria!

«Forças sírias e aliadas libertaram al-Bukamal»

«Al-Bukamal, último bastião do Daesh, foi libertada», declarou ontem à noite o comandante sírio das operações, sublinhando o papel destacado que os combatentes do Hezbollah assumiram na batalha, bem como o das centenas de tropas das forças de elite sírias, informa a PressTV.

Localizada à beira do rio Eufrates e junto à fronteira com o Iraque, 140 quilómetros a sudeste de Deir ez-Zor, a cidade foi libertada após «duros combates» com o chamado Estado Islâmico, segundo revela a agência Sana, depois de o Exército Árabe Sírio e os seus aliados se terem encontrado, na fronteira, com unidades dos grupos paramilitares xiitas iraquianos Hashd Al-Sha'abi (Unidades de Mobilização Popular; UMP).

Em comunicado, o Comando Geral das Forças Armadas sírias só declarou a cidade totalmente libertada do
Daesh esta quinta-feira, considerando que se trata de «um feito estratégico, que serve como base para a erradicação do que resta das organizações terroristas, com os seus vários nomes, no território sírio». (Abril)

«Outubro»

[De Jorge Cadima] Não é um acaso que o desaparecimento da URSS tenha sido acompanhado de um enorme retrocesso para os trabalhadores e povos do mundo: explodiram de novo a exploração de classe desenfreada, enormes desigualdades sociais e as guerras e agressões do imperialismo. O capitalismo, mais livre para funcionar de acordo com as suas leis (e contradições), caiu numa profunda crise sistémica. É também o século XXI que mostra que a Revolução de Outubro faz falta aos trabalhadores e aos povos. E ninguém melhor do que as classes dominantes deste cada vez mais parasitário e destrutivo capitalismo sabe que ela aponta o caminho do ‘outro mundo’ necessário e possível. É por isso que, cem anos depois, continuam a temê-la e odiá-la. Viva a Revolução de Outubro! (avante.pt)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

«¿Más de 4.000 millones de euros solo por cuestiones electorales...?»

[De Martín Zelaia García, membro da Sustrai Erakuntza Fundazioa] Con la siguiente reflexión, la Fundación Sustrai Erakuntza quiere llamar a participar en la manifestación que se celebrará este sábado 11 de noviembre, a las 17:00 h, desde la Plaza del Castillo de Pamplona/Iruñea, con el lema «Si al Tren, No al TAV, Herriak erabaki».
[...]
Es claro, por tanto, que el TAV aumentaría el aislamiento que sufren muchas comarcas de Navarra, de ahí que sea completamente pertinente que nos manifestemos el sábado 11 de noviembre en Pamplona/Iruñea por un modelo de tren diferente al que proponen.

No se entiende el empeño de los Gobiernos de Madrid y Pamplona/Iruñea por imponer esta infraestructura que no aporta nada a navarros y navarras. Porque en la actualidad tenemos un servicio ferroviario inclusivo, que sirve para poner en comunicación a una gran parte del territorio. Y porque el tren actual tiene una gran capacidad de mejora, dado que desde que se concibió estaba proyectado para que pudiera tener doble vía. (lahaine.org)

Ver tb: «Importante apoio de autarcas e eleitos à manifestação deste sábado contra o TGV» (ahotsa.info)

«Venda de bombas britânicas aos sauditas aumentou 500% com a guerra no Iémen»

De acordo com a organização britânica Campanha contra o Comércio de Armas (CAAT, na sigla em inglês), nos primeiros dois anos da guerra de agressão ao Iémen o governo do Reino Unido autorizou exportações de armamento para a Arábia Saudita no valor de 4,6 mil milhões de libras (5,2 mil milhões de euros), pese embora existirem cada vez mais provas de que a coligação liderada pelos sauditas tem cometido massacres contra a população civil e crimes de guerra.

Nos dois anos que antecederam a guerra no país árabe, o governo britânico aprovou licenças de exportação de armamento, relativas a bombas e mísseis, no valor de 33 milhões de libras (37,3 milhões de euros), revelou a CAAT.

A mesma organização estima que esse valor tenha subido para 1,9 mil milhões de libras (2,1 mil milhões de euros) desde o início da ofensiva saudita no Iémen, em Março de 2015, o que representa um aumento de 457%. (Abril)

«Revolução de Outubro foi o maior acontecimento libertador da história da humanidade»

[Entrevista a Albano Nunes] A classe dominante quer apagar da consciência dos trabalhadores a importância desta data histórica e a grande revolução que se celebra, para dificultar a sua organização e a sua luta por uma sociedade nova.
E em particular a sua luta pelo derrube do capitalismo e a construção de uma sociedade socialista. (odiario.info)

Etsaiak - «Lepoan hartu»

De Lekeitio (Bizkaia). Tema do álbum Presoak SOS (1994).

terça-feira, 7 de novembro de 2017

«Desnudando las mentiras de Urtaran sobre Errekaleor»

[Kutxiko txoko txikitxutik (KTT)~ Por una Asamblea vecinal del Casco Viejo de Gasteiz] Pero, si Urtaran parece pensar que la población somos tonta y que nos puede utilizar y embaucar con esas falsedades, habrá que demostrarle lo poco que nos conoce.

Para ello, como ya dijimos con la primera parte de este trabajo, se hace fundamental la labor de contrainformación a desarrollar por nuestra parte, de tal forma que todas colaboremos en esa tarea haciendo circular la información, ya sea con links o de forma oral, que cada quien tenemos nuestras vías preferidas de contrainformación. (BorrokaGaraiaDa)

«Testemunhos da violência da oposição responsabilizam Freddy Guevara»

As provas reunidas sobre a violência da oposição venezuelana, entre Abril e Julho, apontam para «a responsabilidade de actores políticos na sua promoção e geração», disse Larry Devoe, secretário executivo da Comissão para a Verdade, a Justiça, a Paz e a Tranquilidade Pública (Covejuspaz).

Na exposição que ontem realizou na ANC, Lavoe apresentou dados do relatório elaborado pela Covejuspaz até ao momento. Assim, precisou que, «na sequência da activação do plano da oposição venezuelana contra a paz e a estabilidade do país», entre Abril e Julho deste ano se registaram 4439 acções violentas.

No âmbito dessas acções, nesse período, 121 pessoas foram mortas e 1958 pessoas ficaram feridas, 829 das quais são funcionários das forças de segurança do Estado – e, destas, 73 foram feridos com armas de fogo, o que, por si só, «mostra a violência que foi utilizada contra as forças públicas».

Levoe afirmou que a violência da oposição esteve na origem de 917 ataques contra estabelecimentos comerciais e privados, e de 913 ataques contra instituições públicas, «tendo sido agredidas pelo menos dez escolas» e oito centros de saúde.

O relatório inclui ainda: centros de recolha de alimentos queimados, 166 unidades de transporte destruídas, 12 estações do Metro de Caracas vandalizadas, 30 ataques ao Sistema Eléctrico Nacional e outros 300 contra órgãos públicos. (Abril)

«Com a Revolução de Outubro surgem os direitos laborais e sociais»

A Revolução de Outubro demonstrou ser possível construir uma sociedade diferente. Mesmo sem capitalistas, senhores da alta finança e dos «mercados», foi possível erguer uma potência económica para responder aos anseios dos trabalhadores e do povo.

Uma minoria que nunca tolerou as significativas e revolucionárias conquistas dos trabalhadores e do povo russo e muito menos o rumo novo traçado: pôr fim a todas as formas de exploração e opressão social e nacional. Significativamente, entre as primeiras decisões tomadas por este novo poder ao serviço da maioria, constam os decretos sobre a paz e a abolição da propriedade latifundiária da terra. (Abril)

«Cultura e construção socialista» [Escuela de Cuadros]

Na edição 174 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», aborda-se a questão da cultura na transição para o socialismo, a partir de uma formulação de Lénine no «Relatório Político do Comité Central ao XI Congresso do PCR» [em castelhano: «Informe al XI Congreso del Partido»].

O professor Rubén Zardoya, da Universidade de Havana, dá uma ajuda.

«Cultura y construcción socialista» (Lenin)O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas e terças-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

«La artillería como esencia de España»

[De Iñaki Gil de San Vicente] Nota: para Boro y Alfredo, y para todas las personas perseguidas por su praxis democrática.

Como venimos insistiendo, la coherencia interna de estas represiones no es otra que la necesidad burguesa de asegurar el orden explotador en el marco de acumulación de capital que es España. Sin mayores precisiones ahora, el Estado contuvo el malestar creciente que estalló parcialmente en las famosas «mareas» y en el 15-M de 2011 gracias a los bomberos de Podemos y de otros reformismos político-sindicales, entre otras razones. Pero las diversas subcrisis que confluyen en la estructural que mina las bases de España y que el Cardenal Cisneros quiso resolver a cañonazos, siguieron agudizándose confirmando la dialéctica del desarrollo desigual y combinado. (BorrokaGaraiaDa)

«Por dignidad, por militancia, porque os queremos vivos en casa»

[De Jose Antonio Hurtado, Kristina Goirizelaia, Joel Sistyague, Agurtzane Ezkerra, Jon Iurrebaso (eus./cas.)] Hoy en día vivimos un importante momento donde los estados español y francés conquistadores y ocupantes, imperialistas y campeones de etnocidios y enemigos de clase del Pueblo Trabajador Vasco (única nación vasca por la que estamos dispuestos/as luchar hasta el final) muestran un poco más su ser fascista manteniendo en prisión a presos políticos vascos enfermos y en fase terminal.
[...]
Por eso hemos llegado hasta aquí. Por eso nos han ocupado, pero no nos han vencido. Y estamos orgullosas y orgullosos porque no nos hemos rendido nunca. Okupatuak bai, baina ez, inola ez garaituak! (lahaine.org)

«Pentagon Think-Tank Praises Al Qaeda as ‘Moderate’ Islamists»

[De Eric Zuesse] An October 24th article by Colin P. Clarke of the Rand Corporation — the main think-tank for the Pentagon — is headlined «The Moderate Face of Al Qaeda», and a section of it is headed «A Moderate Alternative,» presenting Al Qaeda as the moderate alternative to ISIS.
[...]
U.S. policy in Syria during Barack Obama’s Presidency was to protect Al Qaeda there; and until 9 September 2016, Obama was steadfast in not allowing his second Secretary of State, John Kerry, to agree to his Russian counterpart, Russian Foreign Minister Sergey Lavrov’s insistence that in order for any cease-fire and peace talks to start so as to end the U.S.-Saudi-Qatari-UAE-Kuwaiti-Turkish war against Syria, Syria’s ally Russia would be allowed to continue its bombing against both ISIS and Al Qaeda forces there. (off-guardian.org)

Revolução de Outubro: «Necessidade e verdade histórica»

[De Albano Nunes] Nenhum acontecimento histórico deve ter sido objecto de tão persistente hostilidade e de tantas e tão diversificadas campanhas de mentiras e calúnias como a Revolução de Outubro.

Não é de estranhar que assim seja.

As classes dominantes sempre reagiram com a maior violência a toda e qualquer tentativa de lhes arrebatar o poder, e, quando vitoriosas, nunca deixaram de exercer uma cruel vingança de classe que, pelo terror, desanimasse novos empreendimentos revolucionários. Foi o que, nomeadamente, aconteceu em 1871 com a Comuna de Paris. Porém o rio de sangue em que foi afogada a Comuna nem tornou inútil o sacrifício dos «communards», nem logrou impedir que o movimento operário se organizasse, o marxismo se expandisse e a luta do proletariado e das grandes massas de explorados e oprimidos conduzisse a novas tentativas revolucionárias. Em 1917 reuniram-se finalmente as condições necessárias para uma revolução vitoriosa na velha Rússia, a cadeia do imperialismo rompeu-se pelo seu elo mais fraco e o proletariado russo, dirigido por Lénine e pelo Partido Bolchevique, conquistou o poder. (O Militante)

domingo, 5 de novembro de 2017

«Lectura sobre la represión de la última semana»

[De Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão] Detención de presuntos miembros de ETA en Alemania – 12 jóvenes en la AN – Represión contra Catalunya – Encarcelamiento de Erreharria y confirmación de condena a Berrirohemen

El mismo día que han encarcelado a Alfredo Remírez (@erreharria), Andeka Jurado (@berrirohemen) ha sabido que el Tribunal Supremo ha ratificado la condena de un año y seis meses que la Audiencia nacional le impuso.

En el caso de Alfredo, le han encarcelado para un año por mostrar en fiestas de Amurrio dos muñecos que representaban la foto de dos presos políticos. La solidaridad es delito para los fascistas. El Movimiento Pro Amnistía hace suya la reivindicación que Alfredo hizo a favor de los presos y quiere mostrarle su solidaridad y su apoyo.

Por otra parte, han condenado a Andeka por dedicar la frase ‘Agur eta ohore’ (Salud y honor) en las redes sociales al fallecido Iosu Uribetxeberria. Iosu falleció como consecuencia de una enfermedad contraída y mal tratada en prisión, a Iosu lo mató la cárcel. Este movimiento hace suyo el humilde homenaje que Andeka le brindó a Iosu y quiere destacar la actitud digna que mantuvo en el juicio / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

Nove habitantes de Barañain depõem na AN por apoiar família de um preso

Os nove moradores de Barañain (nos arredores da capital navarra) foram intimados há dois meses pela Guarda Civil, porque participaram num acto de apoio à família do preso político basco Xabier Sagardoy. Esta semana, souberam que vão depor na Audiência Nacional espanhola a 8 de Novembro.

Há já dois meses que sabem que estão a braços com a Justiça espanhola, que os acusa do crime de «enaltecimento do terrorismo» por terem participado num brinde de apoio à família de Xabier Sagardoy, preso político basco que se encontra na cadeia de Soria.

O brinde teve lugar no início das festas de Barañain deste ano, e, com ele, pretendeu-se também denunciar a política de dispersão a que Sagardoy é submetido e as consequências daí decorrentes para os seus familiares.

Agora, foi-lhes comunicado que terão de se apresentar ao juiz Ismael Moreno, do tribunal de excepção espanhol, no próximo dia 8, às 11h30. Foi-lhes dada a possibilidade de depor por videoconferência no Palácio de Justiça de Navarra, em Iruñea. / Ver: plazaberri.info

O bilbaíno Sebas Prieto foi libertado
O preso político basco Sebas Prieto foi libertado ontem de manhã, depois de ter passado 23 anos na cadeia, informou a Etxerat. O bilbaíno saiu da prisão de Teixeiro (Corunha), onde o esperavam amigos e familiares.

Ao cabo de 23 anos longe da sua terra, em virtude da política de dispersão que lhe foi aplicada, o bilbaíno pôs-se a caminho de Euskal Herria e, à tarde, foi recebido por centenas de pessoas no popular bairro de Otxarkoaga.

«Catalunha: ou o Povo ou Nada!»

[De Ivo Rafael Silva] Rajoy e Luís Filipe de Bourbon, figuras de topo de duas instituições manchadas por actos criminosos, usam da moral que não têm e de um poder assente sobre estacas podres, para apontar o dedo da legalidade e da ética a quem traduz o sentimento de um povo. A vontade dos catalães em libertar-se das amarras de Espanha não se prende, como alguns ignorantemente propalam, apenas com questões de correspondência a valores históricos ou culturais; é também e sobretudo, a vontade de libertação das amarras de uma abjecta teia capitalista e corrupta instalada, de uma governação insuportável, de um domínio económico e financeiro cada vez mais agressivo, de um sistema de justiça em que cada vez menos se pode confiar.
[...]
Aqui, como noutras latitudes, no presente como no passado, a chave da solução reside no próprio povo. É pelo povo que deve passar a tarefa da verdadeira união, organização e luta, e não por acordos fictícios de partidos já comprometidos com outros interesses. É às ruas, aos locais de trabalho, aos homens e mulheres, aos estudantes e reformados, a todos, sem excepção, que compete fazer o que não se pode esperar de tecnocratas de bafio como Puigdemont. E não tenhamos dúvidas de que se a força da independência emanar do povo, ela por si só vencerá. (manifesto74)

«Tragédia de Mariana: Crime completa dois anos neste 5 de novembro»

Há dois anos, o dia 5 de novembro marcaria a vida de milhares de pessoas que vivem ao longo da Bacia do Rio Doce. No primeiro momento, a avalanche de lama destruiu as comunidades de Mariana e Barra Longa – em Minas Gerais –, tirou a vida de 19 pessoas e seguiu um curso de contaminação de mais de 650 quilômetros até o Espírito Santo.
[…]
Hoje, os atingidos de Mariana seguem sem indenização definitiva, lutando pelo reconhecimento de direitos emergenciais. Vivem, continuamente, o rompimento da barragem. Na prática, estão aprendendo a ser atingidos – um saber indesejado e necessário. Brigam na Justiça para que sejam indenizados dentro de diretrizes determinadas por seus modos de vida, compatível ao sofrimento e às perdas que somente eles sabem medir. Em meio à dor, lutam para que a lama da rompida barragem de Fundão não arraste no tempo a vida secular de suas comunidade. (brasildefato.com.br)

Ver tb: «Dossiê Mariana: a infâmia global das corporações» (PCB)

sábado, 4 de novembro de 2017

Amurrio despediu-se de Alfredo Remírez, primeiro preso político da Operação Aranha

As ruas da localidade alavesa encheram-se de solidariedade, esta sexta-feira. A população quis dizer um «até logo» a Alfredo, que hoje entrou na prisão, na sequência da conhecida Operação Aranha contra a liberdade de expressão.

Centenas de pessoas vieram ontem para as ruas de Amurrio, terra natal de Alfredo Remírez, para se despedir do seu conterrâneo, que tem um ano de cadeia pela frente. Alfredo é a primeira pessoa a ter de cumprir pena como consequência das operações policiais conhecidas como «Operação Aranha», dirigidas contra usuários das redes sociais por causa das suas ideias políticas.

Note-se que Alfredo já possuía antecedentes penais por ter mostrado, nas festas de Amurrio, um boneco de cartão a representar um preso, denunciando assim a política de dispersão. Esta pena estava suspensa, mas, ao ser condenado no âmbito da Operação Aranha, Alfredo Remírez vai ter de a cumprir.

A manifestação, muito participada, partiu às 19h30 da Praça de Amurrio, sob o lema «Azken izan dadila» (que seja o último). Ao longo do percurso ouviram-se palavras de ordem como «Erre Harria, libre nahi dugu!», «Alfredo, maite zaitugu» ou «Adierazpen askatasuna».
No final, teve lugar um acto político, em que participaram muitos amigos, colegas e familiares de Alfredo. Este foi o último a intervir. «Não me calarei; como me vou calar quando há presos como Ibon Iparragirre que estão a morrer na cadeia e o ministro diz que só o libertará quando lhe restarem dois meses de vida?», disse.

Alfredo Remírez agradeceu todas as expressões solidariedade e lembrou que isto não é um adeus, é um «até logo». / Ver: lahaine.org / VÍDEO aqui

Milhares manifestaram-se em Bilbo para apoiar a Catalunha

Apesar da chuva, mais de 40 mil pessoas mobilizaram-se esta tarde na capital biscainha em solidariedade com a Catalunha, para denunciar a aplicação do artigo 155.º da Constituição espanhola e defender o direito dos povos a decidir o seu futuro.
Na manifestação, que decorreu sob intensa chuva e foi convocada pela coligação EH Bildu, pelos sindicatos ELA, LAB, ESK, Steilas, CNT, Etxalde e EHNE, e pela plataforma Gure Esku Dago, denunciou-se o autoritarismo do Estado espanhol e criticou-se o tridente formado pelo PP, o PSOE e o Ciudadanos.

Ao longo da mobilização ouviram-se gritos de «independência», «Catalunya aurrera» e exigiu-se a liberdade dos Jordis e dos membros do governo catalão, que receberam ordem de prisão do tribunal de excepção espanhol, da juíza-estrela do momento.

Criticou-se ainda as medidas no âmbito do artigo 155.º da Constituição espanhola como um ataque à democracia e ao direito dos povos a decidir.
A manifestação terminou junto à Câmara Municipal de Bilbo. A ela aderiram partidos e organizações como Podemos, Ezker Anitza-IU, Ernai, Independentistak, Eguzki, Berri Otxoak, Bilgune Feminista, Getariako Txikota Elkarte Soziala, Komite Internazionalistak, Hitz eta Hitz, Emakumeen Munduko Martxa, Bizkaiko Emakume Asanblada, Erabakizaleak, Brujas y Diversas e Askapena. / Ver: eitb.eus

«A ignorada revolta haitiana»

[De António Santos] Entretanto, por todo o Haiti, o povo desafia nas ruas a proibição de manifestações contra o regime cleptocrata de Jovenel Moïse. O movimento que começou, em Setembro, quando foi apresentado o Orçamento do Estado, como um protesto contra o aumento dos impostos e taxas sobre o trabalho, transformou-se em mobilização nacional contra a doutrina neoliberal, clamor pela soberania e exigência de demissão do governo de Moïse.

No poder há um ano, Jovenel Moïse, partido Tèt Kale, é apenas o último nome na longa lista de serventuários do imperialismo dos EUA que, desde o golpe de Estado com o selo CIA contra o governo democraticamente eleito de Jean-Bertrand Aristide, em 2011, se sucedem num caótico turbilhão de violência, miséria e privatizações. (avante.pt)

«Os heróis morrem de pé»

[De Bruno Carvalho / texto de Novembro de 2011] Os experientes guerrilheiros esperaram, escondidos, pela chegada da noite. Infelizmente, ela não foi suficiente para os proteger do tamanho inferno que as forças armadas colombianas lançaram naquela zona. Foi ali que morreu Alfonso Cano e foi dessa forma que o Estado colombiano respondeu aos apelos à paz e à negociação formulados pelo líder guerrilheiro um mês antes. À morte do comunista, do intelectual e do guerrilheiro, as FARC-EP responderam como respondem os revolucionários. «Não será esta a primeira vez que os oprimidos e os explorados da Colômbia choram um dos seus grandes dirigentes. Nem tampouco a primeira em que tomarão o seu lugar com a coragem e a convicção absoluta na vitória. A única coisa que a caída em combate do camarada Alfonso Cano simboliza é a resistência imortal do povo colombiano que prefere morrer do que viver de joelhos mendigando». (5dias.net)

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Os presos políticos em Sevilha II em luta pela libertação de Ibon Iparragirre

Os 11 presos políticos bascos que se encontram na cadeia de Sevilha II deram início, na segunda-feira passada, a uma luta para exigir a libertação de Ibon Iparragirre, que está gravemente doentes.

Num processo rotativo, cada um deles realiza um jejum de 24 horas. Quando o último dos 11 presos jejuar, a vez passa novamente ao que jejuou em primeiro lugar, e a ordem mantém-se até que se solucione a situação de Ibon. É essa a determinação dos presos.

Numa nota, o Movimento pró-Amnistia e contra a Repressão (MpA) expressa o seu apoio a esta dinâmica, bem como a qualquer outra que, no futuro, os presos políticos decidam empreender pela liberdade dos seus camaradas doentes.

O MpA recorda que, no próximo dia 11, promove uma marcha até à cadeia de Alcalá-Meco, onde Ibon se encontra, e lembra a leitura que realizou há dias, em Bilbo, sobre a situação de Ibon e dos demais presos doentes (ver aseh). / Ver: amnistiAskatasuna (euskaraz hemen)

«El capitalismo europeo no salvará a nadie»

[De Borroka Garaia] Que el estado español no es una democracia no es un misterio. Que niega mediante la violencia el derecho de autodeterminación de las naciones tampoco. Que roba y explota legalmente a la clase trabajadora tampoco lo es. La pregunta sería entonces ¿lo es acaso Europa? Y en este caso Europa como Unión Europea. ¿Es la Unión Europea un faro democrático donde poder agarrarse que pueda poner límites al fascismo español?

Esta pregunta es importante porque tanto en Catalunya como en Euskal Herria existe una corriente de opinión que se deriva en una estrategia fundamentalmente abrazada por la socialdemocracia en la que en el caso de Catalunya piensa que la UE será la que ponga fin a los desmanes españoles y en el caso de Euskal Herria la que piensa que articulando mayorías democráticas es posible la emergencia de nuevos Estados. (BorrokaGaraiaDa)

«Exército sírio libertou a cidade de Deir ez-Zor»

A libertação total da cidade, hoje anunciada, culmina uma ofensiva lançada pelas forças de Damasco, com o apoio da aviação russa, há dois meses, depois de o EAS e de os seus aliados terem conseguido pôr fim ao cerco de quase três anos imposto pelo Daesh à cidade.

O Comando Geral das Forças Armadas sírias atribuiu grande significado à libertação de Deir ez-Zor, na medida em que se trata da capital da província homónima, rica em petróleo e gás, e com uma importante localização estratégica, no Leste do país, junto à fronteira com o Iraque. (Abril)

«O pensamento de Lénine» [Escuela de Cuadros]

Na edição n.º 204 do programa «Escuela de Cuadros», Néstor Kohan apresenta o pensamento revolucionário de Lénine a partir do seu livro Lenin, la pregunta del viento.

«El pensamiento de Lenin» [com Néstor Kohan]O programa «Escuela de Cuadros» é transmitido todas as semanas na Alba TV (segundas-feiras, às 20h30) e na ViVe Televisión (sábados e domingos, 22h00). Os programas podem ser vistos também em www.youtube.com/escuelacuadros e @ escuela_cuadros.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

«Carta a Alfredo Remírez, @erreharria»

[De Boro LH] Alfredo, compa y amigo, aunque ya esperábamos la mala noticia hacia semanas, ayer al conocer la fecha de tu entrada en prisión, una mezcla de rabia y asco se apoderó de mí. Sensación de impotencia ante tanta injusticia, pero también de gran preocupación al ver el cariz que están tomando las cosas. Te ha tocado a ti la lotería, compañero, de ser el primero que vas a pasar por prisión como consecuencia de opinar en las redes sociales, lo cual crea un precedente muy tétrico y abre la puerta a la barra libre a la represión y al encarcelamiento de personas por sus opiniones.

Ya es oficial, hombres de verde se pueden presentar en casa de cualquiera que haya dicho algo que no sea del agrado del gobierno, detenerle y hasta encarcelarle por ello. / Ver: lahaine.org

«Prémios»

[De Filipe Diniz] Quanto ao prémio Sakharov, a coisa é significativamente mais desequilibrada. E até arriscada. Com uma manifesta obsessão de premiar «dissidentes» recentes (só Cuba já foi brindada por três vezes), arrisca-se a premiar alguma gente a contas com a Justiça por razões que nada têm a ver com «democracia» ou «direitos humanos». Ou trastes políticos cujo valor democrático a vida se encarrega de esclarecer, como sucede com Robert Ménard, cabeça da premiada ONG Repórteres Sem Fronteiras, maire pelo Front National, fascista e racista. António Tajani não gostou de ouvir risos no PE. Apesar da vida dura a que a conspiração imperialista o sujeita, o último a rir será o povo venezuelano. (avante.pt)

«Trabalhadoras da Bershka em Pontevedra vão continuar em greve»

Num plenário ontem realizado na sede da Confederação Intersindical Galega (CIG) em Vigo, as 65 trabalhadoras que laboram nas lojas da Bershka na província de Pontevedra decidiram manter-se em greve, considerando insuficiente a proposta da empresa, que se nega a equiparar, a nível salarial, as trabalhadoras de Pontevedra e as da Corunha, informa o Avantar.

Prossegue, desta forma, a paralisação por tempo indeterminado que as trabalhadoras das cinco lojas da Bershka na província de Pontevedra iniciaram há oito dias, com uma adesão de 100%. Para esta sexta-feira, está prevista uma nova mobilização em Arteixo frente à sede da Inditex, grupo têxtil a que a Bershka pertence. (Abril)

Etsaiak - «Etorkizuna»

Tema incluído no álbum Presoak SOS (1994). A banda é de Leikeitio (Bizkaia).

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Morreu um trabalhador de Barakaldo na Cementos Lemona

Um habitante de Barakaldo (Bizkaia) de 53 anos de idade morreu ontem, na sequência de acidente laboral ocorrido ao meio-dia, na empresa Cementos Lemona, ao cair num silo de uma altura de 20 metros. Trata-se do 50.º trabalhador a perder a vida em acidentes laborais no País Basco Sul este ano.

Colectivos sociais e organizações sindicais convocaram para amanhã, dia 2, uma concentração, às 19h30, na Praça Bide Onera, em Barakaldo, sob o lema «La precariedad laboral mata. Lan Istripurik Ez!».

Desta forma, os promotores da concentração querem manifestar o seu apoio aos familiares e amigos do trabalhador falecido, bem como denunciar que «a subcontratação, a precariedade, a falta de medidas de prevenção ou a total falta de investimento em medidas de segurança estão na origem dos acidentes de trabalho», incluindo os mortais. (Barakaldo Digital)

«Más sobre beneficios penitenciarios y peajes políticos»

[De Jon Iurrebaso Atutxa] Se plantea aceptar la vía política del enemigo con el objeto de acompañar y contribuir en el camino hacia la independencia. Pero no se dice lo que ello supone. Y si no se dice premeditadamente, eso quiere decir que se oculta.

Es decir, hay quienes pretenden hacernos creer que han descubierto la panacea para solucionar los problemas de Euskal Herria. Y este cuento consiste en desarrollar líneas de intervención «efectivas» y unilaterales. Pretenden meternos en la sangre que lo efectivo es no luchar. Y los más incautos saben que sin lucha no hay otra cosa que la sumisión. Admitir lo que el enemigo nos exige para poder respirar, no más. Y lo unilateral tiene que ver con la rendición. Efectivamente, unilateralmente tomo la iniciativa de rendirme. (lahaine.org)

«Breve história da NATO de 1991 aos nossos dias (III, IV)»

[De Manlio Dinucci] Continuamos a publicação deste importante estudo de Manlio Dinucci.
Trata-se agora do «novo conceito estratégico» com que a NATO se atribui o direito de operar em qualquer parte do mundo, e do avanço da Aliança até às fronteiras da Rússia. (odiario.info)

«Os invisíveis»

[De Bruno Carvalho] No cemitério de silêncio em que a imprensa enterra os acontecimentos que não encaixam naquilo que considera ser prioritário o 24.º Encontro Nacional de Pessoas com Deficiência passou absolutamente despercebido.
[...]
Em Portugal, apesar dos avanços na legislação e na Constituição da República Portuguesa, ter uma deficiência congénita ou adquirida é um passaporte para a exclusão social. Esses direitos, conquistados através da luta e que praticamente resgataram a população com deficiência da marginalidade, têm de ser efectivados. As pessoas com deficiência e as suas associações reivindicaram a inclusão como cidadãos de pleno direito na abordagem ao Orçamento do Estado para 2018. (Abril)