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O motivo: os jornais recusaram-se a publicar um comunicado da CGT (Confederação Geral do Trabalho), maior central sindical do país, contra a reforma que retira direitos da classe trabalhadora francesa. Somente o L'Humanité veiculou o comunicado e pôde ir às bancas.
Além do bloqueio à impressão e circulação dos jornais que se recusaram a reportar a visão dos trabalhadores e trabalhadoras sobre a reforma trabalhista, o dia foi de muita mobilização por toda a França. (Diário Liberdade)
«Francia: Siete sindicatos franceses llaman a redoblar las protestas y los paros» (Resumen Latinoamericano)
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Los siete sindicatos exigen ser recibidos por el presidente François Hollande. Esta exigencia muestra que ya no consideran interlocutor válido al primer ministro, Manuel Valls, que medita su posible dimisión, según afirman algunos analistas en distintos periódicos. Máximo defensor de la reforma, Valls se opone a conceder más rebajas en el proyecto.