segunda-feira, 11 de julho de 2016

Plataforma Kutxabank Público exige reversão do processo de liquidação das caixas

A plataforma Kutxabank Publikoa, composta por vários sindicatos e organizações sociais bascos, apresentou, no dia 8, uma moção nas Juntas Gerais da Bizkaia em que solicita «a reversão do processo de liquidação e de bancarização das caixas bascas».

Frente à sede administrativa das Juntas, em Bilbo (a sede oficial é em Gernika), membros da plataforma que luta contra a privatização do Kutxabank participaram numa concentração.

Lá dentro, na comissão onde foi apresentada a moção, o porta-voz da plataforma, Mikel Quintana, pediu aos grupos políticos biscainhos que solicitem ao Governo de Lakua a retirada do anteprojecto de Lei das Caixas bascas, que está a ser discutido no Parlamento de Gasteiz, porque «iria facilitar a venda das acções do Kutxabank a empresas e particulares».

Quintana também pediu à instituição foral que tome as medidas necessárias com vista «à recuperação da propriedade das acções do Kutxabank entregues às fundações bancárias» e que negoceie a redacção do anteprojecto de Lei das Caixas «para o melhorar, aprofundando o carácter público e social das mesmas».

O porta-voz da Kutxabank Publikoa criticou as alterações feitas ao anterior modelo das caixas de aforro, até as transformar em fundações bancárias, com a consequente perda de representatividade do poder público. Para Quintana, o Kutxabank perdeu o sentido social que as caixas possuíam, existindo actualmente uma maior preocupação com o lucro. / Ver: EFE e LAB

Red Roja: «Obama, go home, y llévate al Borbón»

[Crónica de un 10 de julio antifascista y antiimperialista] En domingo de julio, con un calor sofocante y en el escenario de una ciudad tomada por la policía, el pueblo de Madrid ha escrito una importante jornada de dignidad.
La visita de Obama, apenas concluidas unas elecciones generales en las que la guerra imperialista y la OTAN parecían de otro planeta – porque ni los de la casta, ni los anti-casta lo nombraban – parecía ir a ser escrita exclusivamente por las clases dominantes y sus acólitos.
No era fácil arriesgarse a convocar sin terreno propicio y dando por descontado el silencio mediático y el vacío de la izquierda institucional. (redroja.net)

«Alertas vermelhos: Sinais de implosão na economia global», de Jorge BEINSTEIN (resistir.info)
[– O capitalismo global à deriva] Em fins de Maio, durante a reunião do G7, Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, anunciou a proximidade de uma grande crise global [1] . O comentário mais divulgado pelos meios de comunicação foi que era um alarmismo exagerado, reflexo da situação difícil da economia japonesa.

De qualquer modo, não faltam os que admitem a existência de perigos mas em geral atribuem-nos aos desequilíbrios financeiros da China, à recessão no Brasil ou às turbulências europeias. A situação nos Estados Unidos costuma merecer comentários prudentes, distantes de qualquer alarmismo. Apesar de o centro motor da última grande crise global (ano 2008) ter sido a explosão da bolha imobiliária estado-unidense, agora os peritos não percebem ali bolhas em plena expansão a ponto de estourar e sim tudo ao contrário: actividades financeiras, industriais e comerciais estagnadas, crescimentos anémicos e outros sinais aparentemente tranquilizantes que afastam a imagem de algum tipo de euforia descontrolada. (em castelhano: Resumen Latinoamericano)

Marx: «Trabalho Assalariado e Capital» [Escuela de Cuadros]

O texto Trabalho Assalariado e Capital (1847/1849), de Karl Marx, é objecto de estudo na edição n.º 169 do programa Escuela de Cuadros. Ricardo Adrián orienta a discussão.

«Trabajo asalariado y capital»Escuela de Cuadros é um programa de formação marxista.

domingo, 10 de julho de 2016

German Rodríguez bem vivo na memória de Iruñea

Na sexta-feira, 8, centenas de pessoas juntaram-se na Avenida de Orreaga, na capital navarra, para participar na homenagem a German Rodríguez, jovem militante da Liga Komunista Iraultzailea [Liga Comunista Revolucionária], de 23 anos, morto a tiro pela Polícia espanhola há 38 anos.
«En memoria de German Rodriguez Saiz. Muerto por disparo de la policía el 8 de julio de 1978» - é o que diz a placa colocada este ano pelo município de Iruñea [Pamplona] ao lado do monumento que evoca German.

Este ano, a homenagem a German e à memória colectiva da cidade contou com a habitual participação do cantautor Fermin Balentzia (acompanhado por um coro), bem como de Julieta «La Chula Potra» Itoiz e de «jovens militantes de movimentos sociais». / Ver: ekinklik.org [com fotos]

«Barakaldoko jaietan amnistiaren aldeko ekimenak» [eus / cas]

[Iniciativas pró-aministia nas festas de Barakaldo] Con motivo de las fiestas del pueblo, desde el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión de Barakaldo queremos hacer un llamamiento a que las Barakaldesas reclamen la Amnistía de tod@s l@s represaliad@s polític@s vasc@s.

En estas fechas tan señaladas no podemos olvidar que, mientras nosotras disfrutamos de las actividades festivas, hay casi 400 pres@s polític@s vasc@s secuestrad@s y dispersad@s por los estados español y francés. Precisamente, esos estados frente a los que opusieron resistencia est@s militantes politic@s en pos de superar la opresión nacional y social a la que someten al pueblo trabajador vasco.

Además de l@s encarcelad@s, cabe recordar que hay un gran numero de militantes refugiad@s y huid@s debido a la persecución política de las fuerzas represivas de los estados y para evitar su encarcelamiento y las consecuencias que este puede acarrearles (tortura, enfermedades, muerte...).

Por ello, para exigir la inmediata puesta en libertad de l@s pres@s polític@s vasc@s y la vuelta a casa de l@s huid@s y refugiad@s, así como la verdadera superación de las causas del conflicto. Desde el Movimiento Pro Amnistía y Contra la Represión os animamos a participar en las reivindicaciones que se realizarán durante las fiestas.

JO TA KE, amnistia ta askatasuna lortu arte!
Jaiak bai, borroka ere bai!
Ver: amnistiAskatasuna [cas / eus]

Centenas manifestaram-se em Gasteiz pela libertação de López de Abetxuko

Centenas de pessoas manifestaram-se, ontem, em Gasteiz para exigir a libertação do preso gravemente doente José Ramón López de Abetxuko.

Para além do caso de Abetxuko, gasteiztarra que sofre de cardiopatia, foram lembrados os casos dos outros presos políticos bascos com doenças graves e que são a «expressão máxima de uma política prisional assente na vingança».

No final da mobilização, os promotores (Sare) dirigiram-se à sociedade basca para que continue a reivindicar os «direitos dos presos que têm doenças graves» e anunciaram uma nova manifestação pela sua libertação. É no dia 24 de Setembro, em Donostia. / Ver: naiz

«La firma de la paz en La Habana, las FARC-EP y las críticas de la "ultraizquierda"»

[De Dax Toscano] Mi preocupación respecto a la dejación de armas tiene que ver con el peligro que implica para la organización y sus militantes estar inermes frente a un aparato estatal policial, militar y paramilitar que utilizará cualquier recurso para deshacerse de los revolucionarios. En el imperialismo y en las oligarquías de todo tipo, no hay que confiar ni un tantito así. Me acuerdo de Sandino y sus compañeros asesinados cobardemente en Nicaragua, luego de firmar la paz. Me acuerdo de los miembros de la Unión Patriótica masacrados por el Estado y sus fuerzas represivas, incluidos los paracos. (lahaine.org)

«Provocação belicista», de Gustavo CARNEIRO (avante.pt)
A cimeira que a NATO realiza em Varsóvia nos próximos dias representa, pelos seus objectivos, mais um ousado e perigoso passo no sentido da intensificação da sua acção agressiva e, nomeadamente, já forte pressão militar sobre a Federação Russa. Em Portugal, como noutros países, ecoará uma vez mais a exigência e a urgência de dissolução deste bloco político-militar agressivo.

Nas últimas semanas, em várias declarações e entrevistas, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, revelou os objectivos da cimeira de Varsóvia, procurando disfarçar o seu carácter provocatório e belicista com as costumeiras declarações de apego à «paz», à «segurança» e ao «diálogo». Colocando de lado a retórica, importa perceber o que afirmou de facto o antigo primeiro-ministro norueguês sobre esta cimeira e o que sobressai das acções concretas da NATO no terreno. As conclusões são preocupantes.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

O embaixador de Israel foi recebido nas Juntas da Bizkaia

Na terça-feira, Ana Otadui, presidente da Juntas Gerais da Bizkaia, deu as boas-vindas ao embaixador de Israel em Espanha, Daniel Kutner. O Komite Internazionalistak criticou a situação, afirmando que se trata Israel «como se fosse um país normal».

«O embaixador do país que lançou o fósforo branco sobre Gaza e que tem 300 crianças palestinianas encarceradas passeia-se por Gernika». Assim denunciou o Komite Internazionalistak a recepção que o embaixador de Israel em Espanha, Daniel Kutner, teve nas Juntas Gerais da Bizkaia, em Gernika.

As boas-vindas, a cargo de Ana Otadui (PNV), foram criticadas por diversas organizações e políticos, precisamente pela acção de Israel na Palestina. Para além do Komite Internazionalistak, também a Askapena manifestou o seu descontentamento, assim como Dani Maeztu e Diana Urrea, deputados do EH Bildu no Parlamento de Gasteiz. / Mais info: argia

«“Sarri, Sarri”. 31 años de una fuga mítica»

[nodo50.org] El 7 de julio de 1985 Joseba Sarrionandia e Iñaki Pikabea se fugaron de la cárcel de Martutene escondidos en dos bafles del equipo del cantante Imanol. No fue la primera ni la última fuga, ni siquiera la única realizada con éxito en esa prisión. Pero nadie podía imaginar, en ese momento, que daría origen a una de las canciones mas bailadas y coreadas de los años 80 y 90. «Sarri, Sarri», de Kortatu, incluso llegó a sonar en la discoteca Pachá de Madrid, donde manadas de pijos movían sus cuerpos enfundados en jerseys Privata y pantalones Levi’s y cantaban «Sarri, Sarri, Sarri, Sarri» ignorantes del significado de la letra.

Kortatu - «Sarri, Sarri»Ver: nodo.50.org

«Imperialismo, a indústria da morte»

A guerra é um dos principais negócios do imperialismo. Promovida em todos os cantos do planeta, propicia trilhões de dólares de lucros para as transnacionais, perversamente conscientes das mortes e tragédias que geram.

Apenas a indústria armamentista envolve cerca de 570 bilhões de dólares anuais. Armas de todos os tipos são vendidas indiscriminadamente: aviões, mísseis, foguetes, drones, tanques, metralhadoras, bombas, canhões, revólveres, minas. Os compradores, em geral, são os países ditos como aliados, que implementam os interesses do imperialismo contra países vizinhos ou que simplesmente impõem algum tipo de obstáculo à volúpia do capital.

Ao fomentar guerras, muitas delas fratricidas, as grandes empresas ganham não somente com a comercialização de armas, mas também com a exploração de recursos naturais dos países envolvidos – com destaque para o petróleo – e com a adoção de políticas internas que beneficiam o capital, como a financeirização da economia através das chamadas dívidas públicas, a privatização de empresas estatais e dos serviços essenciais, como a saúde, a educação, a segurança, os transportes etc. / Ver: PCB

«Repressão brutal em França», de CGT (resistir.info)
Terça-feira, em Paris, pela 12.ª vez desde 9 de Março de 2016, várias dezenas de milhares de manifestantes desfilaram para exigir a retirada da Lei El Khomri e a abertura de verdadeiras negociações. Apesar das múltiplas provocações, dos ataques com uma violência incrível, da campanha mediática sem precedentes e da violência verbal de vários responsáveis políticos e patronais, as organizações sindicais, a CGT em primeiro lugar, não cessaram de as evitar.

Os Tubarões - «Djonsinho Cabral»

Lembrando o 41.º aniversário da independência de Cabo Verde (5 de Julho).

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Dia 10, jornada internacionalista nos sanfermines

No dia 10, celebra-se uma jornada internacionalista no âmbito das festas de San Fermin, em Iruñea. A iniciativa parte da Askapena e da Herri Sanferminak.

No espaço da Errekoletak, o programa inclui um brinde aos lutadores do mundo e uma «mojito-festa» (12h00); no espaço da San Frantzisko, haverá uma homenagem às mulheres curdas (13h00); no espaço da San Jose, haverá um almoço popular (14h30) e um concerto de Rojo Cancionero (17h00). / Mais info: askapena.org

«El régimen mexicano, los maestros de Oaxaca y las Zonas Económicas Especiales»

[De Carlos Fazio] Para beneficiar a las corporaciones trasnacionales y sus inversiones, la política de desregulación financiera se lleva a cabo mediante una acción destructora del Estado nación –como depositario de todos los valores universales asociados a la idea de lo público− y de todas las estructuras colectivas que puedan obstaculizar la lógica del mercado puro y su maquinaria infernal, entre ellas, los sindicatos, las asociaciones, las cooperativas.

La instauración a sangre y fuego del reinado absoluto de la flexibilidad, con sus reclutamientos bajo contratos a término fijo, las ocupaciones interinas, la individualización de la relación salarial, la atomización de los trabajadores y los «planes sociales» de relleno, ha derivado en una competencia voraz entre individuos sometidos a una evaluación permanente en medio de la inseguridad, el sufrimiento y el estrés. (lahaine.org)

André Levy: «Paz sim, NATO não»

A NATO tem conduzido guerras mesmo quando os seus países membros não foram ameaçados, casos da Jugoslávia e Líbia. Tem conduzido exercícios militares de crescente dimensão. Tem um sistema de escudo anti-míssil global. E tem o desplante de negar que as suas actividades possam constituir uma ameaça à Rússia, ou que a NATO esteja sequer a cercar a Rússia. Mais, justificam as suas acções com base na «ameaça» da Rússia. Jogos de guerra e retórica, com o mundo em risco.
[...]
Por estas e muitas mais, é claro que a principal ameaça à paz mundial é a própria NATO, e que a defesa da paz passa pela dissolução na NATO, objectivo aliás preconizado na Constituição da República Portuguesa. Em simultâneo com a cimeira da NATO decorrem várias iniciativas. Participa. (manifesto74)

«Europa: No basta con la vergüenza», de Sara ROSENBERG (Resumen Latinoamericano)
«[...] Como parte de su proyecto de dominación mundial, Washington ha utilizado y combinado muchas formas de guerra, incluyendo invasiones militares y ocupaciones; ejércitos mercenarios y golpes militares; además de financiar partidos políticos, ONGs y multitudes en las calles para derrocar gobiernos debidamente constituidos. Los motores de esta cruzada por el poder mundial varían según la localización geográfica y la composición económica de los países destinatarios.» (Petras)

La Unión Europea ha participado activamente, con armas y tropas en las guerras dirigidas por Estados Unidos desde la OTAN. Francia ha tenido un rol central en la guerra de Libia, en Siria y ha demostrado una vez más ser coherente con su pasado y su presente de potencia colonial. Lo mismo han hecho Gran bretaña, Italia, España y todos los países de la alianza atlántica. Europa está sembrada de bases militares americanas y la OTAN es hoy el mayor ejercito terrorista del mundo.

Ttukunak: improvisação em três txalapartas

FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2007As Ttukunak - as irmãs Maika e Sara - improvisam em três txalapartas. Filmado e editado por Mário Pires.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Polícia Foral apreendeu uma T-shirt por considerar ilegal o símbolo da amnistia

Há duas semanas, agentes da Polícia Foral apreenderam uma T-shirt a um habitante da Txantrea (Iruñea) porque nela aparecia o símbolo da amnistia, «declarado ilegal» na acta do processo de apreensão.

Os factos ocorreram em Uharte (Nafarroa), onde o morador do bairro iruindarra da Txantrea foi identificado por uma patrulha dos foruzainak. Quando os agentes verificaram que na T-shirt havia o símbolo da amnistia, consultaram a central, tendo-lhes sido dito que apreendessem a peça de roupa.

Na acta de apreensão, refere-se que a peça de roupa é levada «de forma cautelar», havendo a possibilidade de reclamar, «assim sejam realizados os trâmites devidos». / Ver: ahotsa.info

Petri Rekabarren: «Abian II: ¿Refundación de Sortu?»

Era por tanto urgente dar un brusco giro absoluto, de 180 grados en los cuatro puntos: abandonar la violencia y exigir a ETA su autodisolución, empezando por el cese de toda violencia: si volvía a atentar sería denunciada públicamente por la dirección de la izquierda abertzale; acercarse lo más posible a la sociedad mostrándole con hechos el nuevo contenido pacifista, democraticista y exclusivamente político-institucionalista de la nueva izquierda abertzale, y aunque se continuaba hablando formalmente de tres formas de lucha -parlamentaria, de masas e ideológica- se abandonaron las dos segundas; abandonar las formas organizativas de militancia revolucionaria abriendo las puertas a quienes quisieran afiliarse, al margen de su nivel de conciencia y entrega; y abandonar la reivindicación de la Amnistía y aceptar las leyes españolas para, además de facilitar la salida de prisioneras y prisioneros, mostrar a la posible nueva militancia que ya no es arriesgado afiliarse a Sortu, como lo era con HB.

No hemos exagerado ni un ápice. Se pueden releer notas oficiales, declaraciones y entrevistas de prensa de dirigentes, declaraciones en tribunales o en libros editados ad hoc, como las de Arnaldo Otegi sobre sus tesis y opiniones, etc., para confirmar lo aquí escrito. Se pueden recordar los documentos de las reveladoras presentaciones colectivas de Altsasu e Iruña, y releer por qué se acepta la Ley de Partidos; se pueden releer las tesis de la llamada vía-Rufi y lo firmado por la llamada vía-Segura y las excusas puestas para justificar por qué se abandona la Amnistía primero y luego, ante la reacción en contra tanto fuera de Sortu como en el interior de la izquierda abertzale, intentar recuperar solo la consigna pero vaciándola de contenido. (lahaine.org)

Sem ikurriña no mastro, muita reivindicação no txupinazo do San Fermin

O movimento popular encheu a Praça do Município de Iruñea [Pamplona] de ikurriñas, símbolos nacionais bascos e bandeiras contra a dispersão dos presos políticos. Também se viu uma faixa negra a favor da «autodefesa feminista». O que não se viu foi ikurriña nos mastros da Câmara Municipal. Governa a «mudança».
De acordo com o Argia e o Berria, o município decidiu manter um mastro vazio na varanda municipal, para denunciar a proibição de exibir a ikurriña, pelo que se viram cinco mastros e quatro bandeiras: a de Iruñea, a de Espanha, a de Nafarroa e a da União Europeia. Alguns vereadores mostraram a bandeira proscrita na varanda da Câmara.
Lançado o txupin [foguete], começou a festa. / Ver: euskalerria irratia, argia e Berria

Leitura:
«¿Dónde está Wally o dónde está la ikurriña?», de Borroka Garaia (BorrokaGaraiaDa)
Deberían darle ya un premio internacional de malabarismo a los cámaras de las televisiones españolas que año tras año nos demuestran con constancia de lo que es capaz un pulso firme y pocos escrúpulos para aferrarse al puesto de trabajo con tal de no sacar las reivindicaciones e ikurriñas, que como siempre el pueblo las hizo presente.
Sin embargo, si no se da un paso adelante se da uno hacia atrás. Aunque ante ello se podría alegar que existe otra opción: quedarse en el mismo sitio. Claro que en política, no existe esa opción. O se avanza o se retrocede.

Claudio Katz: «La economía de Macri»

Seis meses de gestión confirman que Macri implementa un ajuste neoliberal para transferir ingresos de los trabajadores a los capitalistas. Esta agresión genera resistencias populares y crecientes desequilibrios, en un marco económico adverso que induce al gobierno a ensayar virajes. Mientras prioriza la aprobación de leyes regresivas, retoma el gasto público, convalida el déficit fiscal y atenúa el apriete recesivo. ¿Cuáles son los sectores más beneficiados de la clase dominante? ¿Llegará la anunciada reactivación? ¿En qué se asemeja el modelo actual al menemismo? (aporrea.org)

«Passar "dez anos sem férias" é condição comum na mineração brasileira, diz sindicato» (brasildefato.com.br)
[De Márcio Zonta] A atividade de mineração é a mais letal para trabalhadores no Brasil, apontam dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Somados os casos de mutilação, morte e doença, os principais estados mineradores no Brasil – Goiás, Minas Gerais e Pará – tornaram-se os mais perigosos para acidentes fatais no trabalho.
[...]
O ambiente da mineração é caracterizado por poucos trabalhadores assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), por um grande número de terceirizados, uma organização sindical aliada às mineradoras e uma insuficiente fiscalização pelos órgãos públicos. O setor emprega 3 milhões de pessoas, dos quais 1,5 milhão são terceirizados e apenas 500 mil têm carteira assinada, segundo dados da Frente Sindical Mineral.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Uma «kalejira» garante a presença da ikurriña na Praça do Município de Iruñea

De acordo com a notícia divulgada pelo ahotsa.info, o cortejo é uma iniciativa do movimento popular. Parte amanhã, às 11h00, da Nabarreria com o lema «Herrien ikurrak defendatu».
O objectivo é entrar na Praça do Município de Iruñea [Pamplona] com «os símbolos e as reivindicações bascas». A iniciativa surgiu na sequência da decisão recente do Supremo Tribunal de Justiça de Nafarroa sobre a presença do símbolo nacional basco na varanda da Câmara Municipal o ano passado, considerando que se tratou de uma «fraude à laude».
Amanhã, 6 de Julho é dia do txupinazo [lançamento do foguete] das festas de San Fermin, que não são só em Iruñea, embora as da capital navarra sejam as de maior dimensão e tenham uma carga política mais vincada. / Ver: argia e ahotsa.info

Borroka Garaia: «La remasterización del movimiento popular vasco»

En los últimos años se han multiplicado las experiencias asamblearias principalmente de cara a arrancar de cuajo al capital espacios para liberarlos. Un número importante de nuevos Gaztetxes han sido ocupados, se han reforzado o han nacido asambleas para llevarlo a cabo, hemos conocido experiencias de ocupación hasta ahora inéditas que abren nuevas perspectivas como la reciente ocupación en una universidad por el movimiento estudiantil o la ocupación llevada a cabo por el movimiento feminista. Incluso saliendo del ámbito juvenil experiencias de recuperación de ikastolas abandonadas. Se han recuperado fábricas para avanzar en proyectos populares. Incluso barrios enteros como en Errekaleor. Esta ofensiva «silenciosa» se ha traducido también en movilizaciones y encuentros coordinados como el reciente de gazte asanbladas y gaztetxes mientras la dinámica en torno a la vivienda ha ido cogiendo nuevos bríos.
La otra cara de la moneda ha sido la contra-ofensiva del capital que se escribe con nombres propios como el desalojo y ataque a Kortxoenea y otros espacios liberados, las multas o los impedimentos y violencia policial como la ocurrida en Tolosa. Todo ello en un contexto donde las leyes del estado se endurecen contra la ocupación por motivos lógicos en defensa de la burguesía. (BorrrokaGaraiaDa)

Bruno Carvalho: «A Europa será dos trabalhadores. Ou não será»

A União Europeia não é um barco à deriva por culpa de timoneiros incapazes. É antes um barco que percorre um rumo bem definido, com timoneiros competentes que possam conduzir a Europa para o seu objectivo de sempre: o domínio da economia de mercado, dos grandes grupos financeiros e económicos das grandes potências. E os nossos intelectuais - os tais que se acham de esquerda - acreditam piamente que a livre circulação não serviu para estimular os movimentos migratórios da mão-de-obra barata do Sul da Europa para alimentar a economia do Norte.

Têm Toni Negri, Zizek e Habermas na ponta da língua e vivem num dilema inexistente: a UE é antifascista por ser a única solução para impedir o avanço das forças de extrema-direita. É por isso que se espumam quando trabalhadores de toda a Europa exigem a ruptura com a União Europeia pela esquerda. É que para nós, a UE representa o fascismo quando protagoniza a maior deportação massiva de seres humanos desde a II Guerra Mundial, quando permite governos fascistas no seu seio, quando patrocina governos como o ucraniano, quando chacina o povo líbio e, principalmente, quando destrói a soberania económica dos países do Sul da Europa para impor políticas de austeridade e roubar direitos sociais. (manifesto74)

«10 aportes del proceso bolivariano», de Guillermo CIEZA (lahaine.org)
Todos los procesos revolucionarios que se han desarrollado en la historía de la humanidad han traído aportes nuevos, han puesto en debate nuevos temas y problemáticas, pero además han actuado como grandes sintetizadores del pensamiento descartando o refirmando algunas conclusiones que los anteceden.

El proceso bolivariano no ha sido la excepción, introduciendo nuevos debates o iluminando aportes del pasado, lo que contribuye a la actualización del pensamiento revolucionario.

Lo que sucederá de aquí en más con el proceso bolivariano no desmerece estos aportes. Seguramente habrá preocupación sobre lo que está sucediendo hoy en Venezuela y un pronóstico sobre el futuro, pero por razones de tiempo, no será motivo de mi exposición. Voy a tratar de centrarme en la reafirmación de viejas conclusiones y en enumerar los nuevos temas, que nos brinda el proceso bolivariano.

Los de abajo - «Actitud calle»

Banda mexicana. Aqui com a cantora argentina Malena D'Alessio.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

«O Governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza»

Esta manhã, no programa «Kalegorrian», a Info7 entrevistou Julen Arzuaga, deputado do EH Bildu no Parlamento de Gasteiz. Entre outros temas, abordou-se o projecto de lei de vítimas das forças policiais, ao qual o EH Bildu apresentou 83 emendas.

Arzuaga também deu a sua opinião sobre as conclusões preliminares do estudo sobre a tortura que dirige o médico forense Paco Etxeberria, a pedido do governo de Lakua. A este título, Julen Arzuaga considera que «o governo de Gasteiz tem de dar explicações sobre o uso da tortura por parte da Ertzaintza». / Ouvir: Info7 irratia

Programa «La Memoria»: «Memoria de Oaxaca»

Cada cierto tiempo la realidad mejicana nos sorprende con la noticia de una nueva masacre de personas del pueblo, de militantes sociales o vinculados a las multiples y diferentes luchas populares.

La pasada semana la sangre de hombres y mujeres mejicanos, esta vez vinculados a las luchas magisteriales contra la reforma educativa que pretende privatizar la educación en el país, volvia a manchar las calles esta vez en Oaxaca. Pero ese crimen realizado por las fuerzas represoras del Estado venia a sumarse a otros de meses anteriores, de años anteriores, de décadas anteriores, y no sólo de maestros, sino tambien de estudiantes, de obreros, de campesinos... y fue en Ayotzinapa, fue en Tlatelolco, fue en Aguas Blancas.

De ello, del ayer y del hoy de la lucha y la represion en Oaxaca y por extensión en Mejico hemos hablado con José Alvaro Carrillo, miembro del Frente Popular Revolucionario (FPR) de Oaxaca y de su Comisión de Prensa. A una semana de ese nuevo crimen el Estado mejicano. / Ouvir: Info7 irratia

Jeremy Scahill: «EUA: assim funciona o sistema de assassinatos»

A Casa Branca e o Pentágono alardeiam que o programa para morte de alvos é preciso e o número de vítimas civis é mínimo. Contudo, os documentos que detalham uma campanha de operações especiais no nordeste do Afeganistão, a Operação Haymaker, mostra que, entre janeiro de 2012 e fevereiro de 2013, os ataques aéreos das operações especiais mataram mais de duzentas pessoas. Destas, apenas 35 eram alvos. Durante um período de quatro meses e meio da operação, conforme os documentos, cerca de 90% das pessoas assassinadas em ataques aéreos não eram os alvos pretendidos. No Iêmen e na Somália, onde os Estados Unidos têm capacidade de inteligência muito mais limitada para confirmar que as pessoas mortas são os alvos pretendidos, as proporções podem ser muito piores. (Diário Liberdade)

«Aprender inglés, perder peso y conquistar derechos y libertades» [cas./ gal.], de Carlos MORAIS (lahaine.org)
Na década de setenta diversas empresas publicitavam apreender inglês dormindo. A pessoa só tinha que deixar funcionando a fita cassete durante toda a noite ao longo de várias semanas para acabar falando corretamente este idioma. Ainda hoje na rede se podem achar diversas ofertas com este «método».

Atualmente -basicamente em faixas horárias de madrugada-, os canais de televisom vendem fantásticos métodos para perder peso sem dieta nem exercício físico!

Na política sucede algo similar quando o novo populismo encabeçado por Podemos promete ao povo trabalhador mudar as políticas neoliberais, recuperar as conquistas perdidas, os direitos cercenados polo PSOE e o PP, introduzindo unicamente um papel numha urna, delegando nos cargos públicos e promovendo espaços partidários conformados por uns centos de pessoas que se outorgam a representaçom genuína da «cidadania».

Alexei Potiomkin: «El fin de la filosofía» [Escuela de Cuadros]

Na edição 178 do programa de formação marxista «Escuela de Cuadros», Rubén Zardoya guia o estudo de um texto do filósofo soviético Alexei Potiomkin, «El fin de la filosofía», da obra La especificidad del pensamiento filosófico.

domingo, 3 de julho de 2016

Protestos contra a precariedade após três graves acidentes de trabalho esta semana em EH

Na sexta-feira, ao meio-dia, mais de 200 pessoas concentraram-se frente à empresa Esnelat, em Urnieta (Gipuzkoa), para condenar o sinistro laboral que conduziu à morte de um colega. Em Bilbo, a maioria dos sindicatos bascos promoveu uma concentração para denunciar os três acidentes de trabalho ocorridos esta semana no País Basco, dois deles mortais.
Na terça-feira, um trabalhador de 38 anos faleceu em Erandio (Bizkaia) ao ser apanhado por uma máquina elevadora, quando efectuava trabalhos de reparação no supermercado Lidl. Na quinta-feira, um trabalhador de 41 anos teve uma perna amputada na sequência de um grave acidente na empresa Zorelor, em Gasteiz. No mesmo dia, um trabalhador de 25 anos ficou gravemente ferido, depois de cair de uma altura de seis a oito metros na empresa Esnelat, em Urnieta, vindo a falecer no dia seguinte no Hospital Donostia.

Em Urnieta, a concentração, a que presidiu uma faixa com o lema «Prekarietateak hiltzailea» [precariedade assassina], reuniu a maioria dos funcionários da empresa, bem como familiares do falecido e operários de outras empresas localizadas na zona industrial de Erratzu.

Haritz Aiestaran, representante do LAB na Esnelat - os outros sindicatos com filiados são o ELA e as CCOO -, criticou a administração da empresa e afirmou que «isto não foi um acaso, pois já há algum tempo que temiam que algo de grave pudesse acontecer». Acrescentou que a Esnelat possui «uma taxa muito alta de precariedade» e «carências» em cursos de formação e protocolos de segurança.

Aiestaran disse que o trabalhador sinistrado estava há dois anos na empresa com contratos temporários. «Jovem, temporário e sem muita experiência são as chaves da precariedade laboral» que propiciaram o sinistro, defendeu.

Concentração em Bilbo
Por seu lado, os sindicatos ELA, LAB, ESK, Steilas, Hiru y EHNE concentraram-se na capital biscainha para denunciar os três acidentes laborais. Frente à Inspecção doTrabalho, Ibon Zubiela, responsável do LAB pela Saúde no Trabalho, responsabilizou o patronato pela sinistralidade, mas criticando também a atitude das diversas administrações públicas, que «não cumprem as suas funções». Leire Heredia, responsável do ELA pela área de Saúde no Trabalho, qualificou a situação como «inadmissível», acrescentando que «a precariedade e as subcontratações» estão na base do incremento dos acidentes. / Ver: naiz e Berria

Torturados exigem aos responsáveis políticos o reconhecimento «desta realidade»

Cerca de 80 habitantes de Bilbo que foram torturados por forças policiais como a Guarda Civil, a Polícia espanhola e a Ertzaintza, desde 1960, deram uma conferência de imprensa esta manhã, na Praça do Arriaga, para exigir aos responsáveis políticos que reconheçam «esta realidade escondida» e sublinhar que a tortura deve ter um lugar de destaque na história do povo basco.

«Despiram-nos, aplicaram-nos eléctrodos, asfixiaram-nos com sacos de plástico, bateram-nos no corpo, ameaçaram-nos e insultaram-nos. Fizeram-nos tudo isso e mais os guardas civis, os polícias nacionais ou os ertzainas», afirmaram.

Em Euskal Herria, «a incomunicação tem a cara da tortura» e, por isso, exigiram a garantia de que esta prática irá desaparecer: «exigimos que acabe de imediato toda a máquina que esconde e permite a tortura; ou seja, que acabem a incomunicação e a Audiência Nacional».

Relativamente ao informe dirigido pelo forense Paco Etxeberria, divulgado há poucos dias, consideram que, em qualquer democracia, «causaria agitação», «mais ainda tendo em conta que há milhares que, sem tomar parte na investigação, foram testemunhas dessa crua realidade».

Em jeito de conclusão, afirmaram que «não são mais nem menos que ninguém» e que a tortura deve ter um lugar de destaque na história do povo basco. Salientaram que, se Euskal Herria «quer olhar para o seu futuro com esperança», «é preciso ter na memória aquilo que se passou». / Ver: naiz e Berria

KFA EH: «Los coreanos no se despiertan cada día pensando si van a ser desahuciados»

[Entrevista do Ikusle à Korean Friendship Association (KFA) do País Basco]
«El medio digital IKUSLE publicó hace unos días una entrevista que nos hizo a la KFA de Euskal Herria. Desde aquí queríamos reconocer tanto el respeto y profesionalidad por parte de IKUSLE a la hora de formular las preguntas como el hecho de no haber cambiado ni una sola coma de las respuestas que dimos desde la KFA. Aquí os dejamos la entrevista completa:» / Ler: lahaine.org

«Vietnam: Una figura pequeña contra cinco imperios»

El triunfo vietnamita ante las fuerzas imperiales se concretó en 1975 y al año siguiente se unificó la República Socialista. Esto gracias al héroe Ho-Chi Min, que Alí Primera describió como una «figura pequeña, indoblegable e inolvidable».

El 2 de julio de 1976 se proclama la República Socialista de Vietnam tras la derrota en abril de 1975 de Vietnam del Norte sobre el régimen del Sur.

La guerra contra los cinco imperios en 1975 costó más de tres millones y medios de vidas de vietnamitas. Sin embargo, gracias a las estrategias militares de los comandantes ese país logró proclamar la República Socialista en 1976.
[...]
Pero no es posible comprender la gesta heroica del pueblo vietnamita contra el imperialismo francés, japonés y estadounidense sin resaltar el papel cumplido por otra «figura pequeña», como la del legendario general Vo Nguyen Giap, conocido como el ‘Napoleón Rojo’. / Ver: telesurtv.net

sábado, 2 de julho de 2016

Suíça pede explicações a Madrid sobre tortura e actuação policial no caso «Txapartegi»

Nekane Txapartegi (Asteasu, Gipuzkoa) afirmou que polícias espanhóis a identificaram em Janeiro de 2015 em Zurique. As autoridades suíças reconhecem que não estavam a par desta operação e pedem explicações a Madrid, que solicita a extradição da basca. Os suíços também requerem elementos sobre as torturas denunciadas pela refugiada.

Quando foi detida na Suíça, a 6 de Abril deste ano, Txapartegi revelou que, um ano e três meses antes, tinha sido identificada por três agentes espanhóis. A Justiça helvética admitiu não ter conhecimento desta actividade, o que faz pressupor que Madrid actuou sem autorização.

Para além destas explicações, a Unidade de Extradições do Departamento da Justiça suíço também solicita ao Ministério da Justiça espanhol que forneça informação sobre as denúncias de tortura formuladas por Txapartegi.

Neste sentido, as autoridades judiciais suíças recordam que a refugiada basca afirmou ter sido torturada na sequência da sua detenção, em 1999, e que, pese embora ter posto os juízes espanhóis ao corrente dos maus-tratos, estes arquivaram o processo. Querem ainda verificar o recurso interposto pela astesuarra, que argumentou que o tribunal de excepção espanhol se baseou em depoimentos obtidos sob tortura para a condenar no no âmbito do processo 18/98. O Ministério da Justiça espanhol tem até 15 de Julho para entregar a documentação solicitada pela Suíça.

Brutalmente torturada
Nekane Txapartegi foi presa pela Guarda Civil em Março de 1999, no contexto de uma operação contra o Xaki. Esteve cinco dias incomunicável em poder dos militares, findos os quais contou o «calvário» por que passara. O relato arrepiante inclui a violação por quatro agentes.

Em Junho desse mesmo ano, a astesuarra apresentou uma queixa por maus-tratos nos tribunais de Donostia e Madrid. A presença de marcas no seu corpo quando deu entrada na cadeia de Soto del Real não impediu que as queixas fossem arquivadas. Posteriormente, Txapartegi foi condenada no âmbito do macro processo 18/98. Inicialmente a 11 anos de cadeia; depois, a seis anos e nove meses. / Ver: Gara

Sortu inicia a súa refundación [em galego]

Máis de 800 persoas procedentes dos diferentes territorios de Euskal Herria tomaron parte na asemblea que Sortu realizou este sábado en Gasteiz coa vista posta na refundación deste partido da esquerda abertzale. Unha cita que decorría baixo a sombra dos malos resultados que EH Bildu rexistrou o pasado 26X [26 de Junho] e que se suman ao decenso nas urnas que os independentistas vascos xa obtiveran o 20 de decembro. Porén, na xuntanza o debate era outro, como recolle Naiz, de carácter estratéxico e relativo ao presente e futuro da formación creada a principios de 2011.

Fíxose balanzo destes meses, recoñecéronse erros, puxéronse en valor os acertos e situouse a mirada no futuro. Hasier Arraiz, presidente de Sortu, recoñeceu que teñen por diante retos importantes e que estes requiren «unha nova cultura política». Os primeiros pasos para esta refundación danse asumindo que hai unha data no calendario que marca a primeira etapa: 17 de novembro, congreso do partido. Desde agora e até entón hai unha nova equipa que vai dirixir o proceso, entre os que están Miren Zabaleta e Pello Otxandiano, que marcaron dous obxectivos claros: unha necesaria reflexión colectiva e impulsar novas prácticas políticas, novas formas de militancia.

Para avanzar nese camiño, sinalaron, cómpre a participación activa das bases, a transparencia para recuperar a confianza e que o proceso sexa innovador. O principal do proceso decorrerá pasado o Congreso de novembro e prolongarase até a conferencia política que Sortu prevé facer en 2017. Houbo chamados a esa parte da sociedade vasca que apostou no cambio de estratexia da esquerda abertzale mais que «puido ficar desilusionada». Asimesmo, Sortu renovou o seu compromiso independentista e considera que Euskal Herria «precisa un rexurdimento social e político». O que teñen claro, afirman, é que «seguir como até agora non é unha opción. Nin para nós nin para o resto. Depender da vontade do Estado é renunciar á nosa nación e á democracia». / Fonte: Sermos Galiza

Nines Maestro: «Lo que debemos hacer desde la izquierda real es organizar el poder popular desde la base»

En esta segunda entrega de la serie de programas especiales que dedicamos a analizar los resultados electorales del pasado 26j, así como el complejo contexto político en el que se han desarrollado estos comicios, contamos con la participación de la dirigente de Red Roja Ángeles Maestro.

Desde Madrid, Maestro reflexionó sobre las causas que permitirían explicar el importantísimo descenso electoral de la coalición Unidos-Podemos y apuntó las tareas que -en su opinión- debe plantearse realizar la izquierda revolucionaria para dar respuesta a las acuciantes necesidades de las clases trabajadoras del Estado español.

Entrevista a Nines Maestro [Canarias Semanal]
Ángeles Maestro. "Desde la izquierda revolucionaria debemos organizar el poder popular desde la base" from La primera a la izquierda. C-S on Vimeo. / Ver: lahaine.org

«EUA têm mais negros na prisão hoje do que escravizados no século XIX»

[De Dodô Calixto] De acordo com sociólogos e especialistas em estudos das camadas populares na América do Norte, os índices sociais – que incluem emprego, saúde e educação – entre os afrodescendentes norte-americanos são os piores em 25 anos. Por exemplo, um homem negro que não concluiu os estudos tem mais chances de ir para prisão do que conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Uma criança negra tem hoje menos chances de ser criada pelos seus pais que um filho de escravos no século XIX. E o dado mais assombroso: há mais negros na prisão atualmente do que escravos nos EUA em 1850, de acordo com estudo da socióloga da Universidade de Ohio, Michelle Alexander. (opera mundi via PCB)

«Paraguay: el genocidio olvidado» (pakitoarriaran.org)
Fue organizado por Inglaterra y ejecutado por sus vasallos argentinos, uruguayos y brasileños. Fueron asesinados casi todos los varones entre 15 y 60 años. Los demás murieron por cólera, hambre y otras calamidades. Antes del inicio de la guerra la población del pequeño país era de 1.300.000 personas. Al final del conflicto, sólo sobrevivían unas 200.000. De éstas, únicamente 28.000 eran hombres; la mayoría de las cuales eran niños, ancianos y extranjeros. [Um abraço aos amigos comunistas brasileiros que tanto nos ensinaram sobre esta guerra.]

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Lei da Mordaça: um ano de uma lei feita à medida do PP

Passa hoje um ano desde que o PP aprovou a polémica Lei da Mordaça. Uma lei feita à sua medida, para reprimir o protesto social em tempos de profunda crise económica e política.
Esta manhã, no programa «Kalegorrian», a Info7 Irratia quis fazer um balanço destes 12 meses, conversando com dois jornalistas que, no desempenho das suas funções, sentiram a «mordaça» que representa esta lei. Sergio Labayen, do ahotsa.info, e Axier Lopez, do Argia, pediram às pessoas que exerçam a liberdade de expressão e se mobilizem contra esta norma. / Ver e ouvir: ahotsa.info e Info7 irratia
Mais info: SareAntifaxista e «Protestos contra as “leis da mordaça” a um ano da sua entrada em vigor» (naiz)

O preso bilbaíno Gaizka Astorkizaga foi libertado

O preso político basco Gaizka Astorkizaga, Fito, saiu esta manhã da cadeia de Topas (Salamanca), depois de ter cumprido os quatro anos da pena a que foi condenado. Era esperado por familiares e amigos, que se puseram a caminho de Euskal Herria. Hoje há festa no bairro de San Inazio.
O jovem bilbaíno foi preso pela Ertzaintza a 6 de Julho de 2012, depois de se ter acorrentado ao Tribunal Provincial da Bizkaia. A AN espanhola tinha-o condenado a quatro anos de cadeia, acusando-o de uma acção de kale borroka em 2009.
O tribunal de excepção decretou uma ordem de busca e captura a 26 de Junho de 2012, mas a Polícia não o conseguiu encontrar no bairro de San Inazio. Foi o próprio que se entregou, acorrentando-se à porta de um tribunal bilbaíno. / Ver: uriola.eus, amnistiAskatasuna e aseh [Ongi etorri!]

Pepe Escobar: «Não vale a pena chorar pela União Europeia»

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar, olha para a posição dos fascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».

Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do Dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do «Brexit» podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”». (Diário Liberdade)

«Elecciones al parlamento español», de Iñaki Gil de SAN VICENTE (Borroka Garaia)
Culpabilizar por tanto al miedo en abstracto es una excusa limitada y pedante, porque existen responsabilidades cualitativamente más serias: ¿Alguien cree que, por ejemplo, la aceptación social masiva de la corrupción, que ya ha sido amortizada por un PP enfangado hasta el cuello, responde únicamente al miedo o, en realidad, al individualismo burgués que cimenta el orden de la propiedad?

Etsaiak - «Etorkizuna»

Do álbum Presoak SOS, 1994. A banda é de Lekeitio (Bizkaia). [Letra / tradução]