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Samir Awad, de 16 anos, foi atingido com oito tiros nas costas, em 2013, disparados por dois soldados israelitas, junto à aldeia de Budrus, na região de Ramallah da Margem Ocidental ocupada.
Com a ajuda do grupo israelita de defesa dos direitos humanos B’Tselem, o pai de Samir, Ahmad Awad, conseguiu abrir um processo contra os soldados, mas só ao cabo de dois anos, em 2015, a Justiça israelita os indiciou. Ontem, o Ministério Público (MP) anunciou que abandonava o caso, retirando as queixas contra os ex-soldados acusados de matar o jovem palestiniano. (Abril)