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Na nota divulgada pela Askapena, os EHL caracterizam a política de dispersão como «de excepção e discriminatória», aplicada ao longo de quase três décadas, pelos governos espanhóis e franceses, tanto aos presos políticos bascos como aos seus familiares e amigos. Trata-se de «um castigo extra» e, por isso, entendem que é necessário dar a conhecer a situação, com o objectivo de lhe pôr fim.
Para já, foram programadas diversas actividades, como conferências, exibição de documentários, distribuição de panfletos, jantares populares, que serão realizadas e divulgadas nas próximas semanas. Pode ver-se o trabalho realizado via Twitter, em #dispersiOFF
Os EHL consideram imprescindível intensificar a solidariedade internacional a este respeito e apelam à participação nesta iniciativa. / Ver: askapena.org