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Na conferência de imprensa, os representantes sindicais voltaram a lembrar as razões que fundamentam a luta dos trabalhadores do ensino público e traçaram o panorama que actualmente se vive no sector, com consequências para alunos, famílias e trabalhadores, resultante das «severas políticas de cortes» impostas na última década por PNV, PP e PSE.
«O direito à negociação colectiva foi atacado de modo flagrante», afirmaram, acrescentando que, mercê das políticas de austeridade, os quadros de pessoal foram reduzidos, aumentaram os horários e a precariedade, diminuíram os meios materiais e degradaram-se as infra-estruturas. Tudo isto conduziu à deterioração do serviço público prestado e, finalmente, à sua privatização - denunciaram.
Neste quadro e dando sequência à luta que têm vindo a manter pela satisfação das suas reivindicações, em prol de um ensino público de qualidade, os trabalhadores afirmam que não lhes resta outra opção senão continuar a lutar - até que o Governo de Lakua tome as medidas que se impõem. / Ver: LAB