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«Ninguém devia interferir no processo relativo à presidência da Síria. Somos nós, sírios, que vamos decidir quem será o presidente do país», disse à imprensa Riad Tabara, membro de um partido que integra uma coligação que apoia o governo de Damasco.
Os países ocidentais – que, conjuntamente com Israel e outros países do Médio Oriente, são acusados de apoiar, financiar e treinar grupos terroristas na Síria – insistem que o presidente eleito do país árabe, Bashar al-Assad, deve ser afastado do cargo. A Turquia, co-organizadora do encontro em Sochi, também tem veiculado essa posição, enquanto a Rússia tem defendido que a escolha do chefe de Estado da Síria só diz respeito ao povo sírio. (Abril)