
Em 2002, a Polícia não encontrou provas de que Olaiz tivesse participado numa tentativa de atentado contra um vereador da UPN em Iruñea e o caso foi arquivado. Um outro militante foi acusado e condenado. Jorge Olaiz cumpriu 13 anos de pena no âmbito de um outro processo.
Após a sua libertação, alguns meios de comunicação e o próprio ex-vereador da UPN lançaram uma forte campanha contra o ex-preso, chegando o último a afirmar que, custasse o que custasse, Olaiz havia de voltar para a prisão. Agora, 14 anos depois dos factos, apareceu, com muita arte e magia, uma nova testemunha, anónima e protegida, que se lembrou que, afinal, Olaiz acompanhava o outro militante.
O Sortu afirmou que se está perante «uma montagem policial» com claro teor de vingança. Ao final da tarde, realizou-se uma concentração e uma manifestação de protesto, a cuja realização a Polícia colocou obstáculos, antes de poder chegar à sede do PP na capital navarra. / Ver: ahotsa.info [com vídeo]