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Ontem, na sessão da Câmara de Gasteiz - cidade onde habita Walter Wendelin -, foi debatida a mesma moção em defesa da Askapena, apresentada pelo EH Bildu. No debate, a coligação soberanista sublinhou a importância do internacionalismo e denunciou o carácter político do julgamento que começa em meados de Outubro. Foram aprovados o primeiro e o terceiro de quatro pontos [ver parágrafo seguinte].
Também esta semana, foram aprovadas as moções apresentadas em Gares (Nafarroa), Amurrio e Okondo (Araba). Nelas, afirma-se que os municípios: (1) apoiam todas as pessoas e organizações que trabalham em prol da solidariedade internacionalista; (2) expressam a sua solidariedade às organizações Askapena, Askapeña, Herriak Aske e Elkar Truke, bem como aos cinco militantes internacionalistas bascos incriminados; (3) exigem que não se interfira com o trabalho que a Askapena, a Askapeña e a Elkar Truke levam a cabo; (4) reclamam que o julgamento dos internacionalistas bascos Walter Wendelin, Gabi Basañez, Unai Vázquez, Aritz Ganboa e David Soto termine com a sua absolvição, o restabelecimento dos seus direitos e a reparação que lhes é devida.
Esta moção foi também aprovada na Câmara Municipal de Arrasate (Gipuzkoa) e tem estado a ser apresentada e debatida em vários municípios da região guipuscoana do Goierri. Fora de Euskal Herria, também há municípios a expressarem apoio à luta internacionalista dos bascos. Um exemplo chega dos Países Catalães, mais concretamente de Manresa, onde a CUP apresentou uma moção a favor da Askapena e dos seus cinco militantes incriminados. [Quanto à votação, é só rir...] / Ver: askapena.org