
Os jovens resistiram, naturalmente, tentando salvar o espaço onde se reuniam, realizavam conferências, debates, cursos e inúmeras actividades culturais, mas, recorrendo a grande violência, a Ertzaintza correu com eles, para deixar passar as escavadoras que destruíram o gaztetxe. Três jovens ainda conseguiram subir para o telhado e atrasar o início da demolição.

Ao fim da tarde, centenas de pessoas participaram numa manifestação de protesto contra o ataque ao Kortxoenea e em defesa dos locais autogeridos. A Câmara Municipal de Donostia foi duramente criticada pela sua atitude perante este espaço cultural, às portas da «capitalidade cultural europeia» [2016]. / Ver: topatu.eus e lahaine.org
Demolição do gaztetxe Intervenção policial no corte de estradaReportagem do TopatuLeitura: «Kortxoenea y los lobbys», de Fer «Apoa» (BorrokaGaraiaDa)