
Durante a marcha, o colectivo informou que, no primeiro trimestre deste ano, 70 famílias foram despejadas de suas casas, mais 33% que no mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados divulgados pelo Conselho do Poder Judicial.
O colectivo contra a exclusão social e a pobreza criticou a atitude do governo municipal de Barakaldo face ao empobrecimento, ao desemprego e à precariedade, na medida em que continua a reduzir as prestações sociais e as verbas que a elas destina, bem como a criar critérios de acesso cada vez mais difíceis. / Ver: Herrikolore [com vídeo]