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Cinco dos oito militantes detidos foram incriminados e enfrentam penas de seis anos de cadeia, num julgamento que terá início a 19 de Outubro. O Ministério Público espanhol solicita ainda a ilegalização e a dissolução da Askapena, da comparsa bilbaína Askapeña, da organização centrada no «comércio justo» Elkar Truke e da associação solidária Herriak Aske.
Estado espanhol imperialista julgado
«Não podemos aceitar mais este julgamento político, pois o Estado espanhol não pode julgar o internacionalismo basco. Pelo contrário, é Euskal Herria, enquanto país internacionalista, que tem de julgar o Estado espanhol pela sua natureza imperialista. Assim, através da dinâmica Herriak Libre organizaremos julgamentos populares por todo o País Basco, deixando claro o carácter imperialista do Estado, e ligaremos as conclusões de todos esses julgamentos numa sentença popular» a 12 de Outubro, afirma a Askapena.
Askapena aurrera! O País Basco não caminha só!
Mais informação:
«Carlos Aznárez entrevista Walter, militante da Askapena» (aseh)
«A Askapena promove "julgamento popular" contra o "Estado imperialista espanhol"» (aseh)
«O julgamento da Askapena começa a 19 de Outubro» (aseh)
«Manifesto internacional de solidariedade com a Askapena» (aseh)