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Em Gasteiz, a mobilização teve lugar junto ao Hospital Santiago, e ali se reclamou ao Governo de Lakua que respeite o direito à saúde dos presos bascos, especialmente dos quinze que têm doenças graves. No local, tomaram a palavra uma médica e uma enfermeira, que manifestaram precisamente a sua preocupação em relação à situação destes últimos.
Em Iruñea, por seu lado, pediu-se a derrogação da doutrina 197/2006, e fez-se especial menção ao caso de dez presos de Nafarroa - três deles iruindarras - que continuam na prisão mesmo depois de terem cumprido na íntegra as penas a que foram condenados. A concentração teve lugar na Praça do Município, numa altura em que na Câmara Municipal da capital navarra se debatia uma moção sobre a questão, que foi rejeitada - os vereadores de UPN, PSN e PP votaram contra, o do Geroa Bai absteve-se, e só os do Bildu e da I-E votaram a favor.
Em ambas as concentrações se realçou a importância da mobilização de 18 de Maio e fez-se um apelo à participação dos cidadãos e dos agentes sociais, por forma a que, nesse dia, o povo encha as praças de Euskal Herria. / Ver: naiz.info e Gara / Vídeo: em Iruñea, o Herrira pediu a derrogação da doutrina 197/2006 (Herrira)
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A filha pode estar com ela até aos três anos de idade. Tem um outro filho, Ekaitz, que fica com o pai, o refugiado Aitor Mokoroa. Enquanto Nahikari estiver presa, a família não estará junta, uma vez que Aitor não a pode ir visitar à prisão. Antes de Nahikari, foram encarcerados seis jovens no Aske Gunea (sete, se contarmos com Ekaitz de Ibero, absolvido neste processo mas condenado noutro); Imanol Vicente apresentou-se na quarta-feira na prisão de Martutene. / Ver: naiz.info e Berria