Torturarik ez! Não à tortura!
Ez Euskal Herrian, ez inon!
Nem em Euskal Herria, nem em lado nenhum!
Esquerda abertzale, Aralar, Eusko Alkartasuna, Abertzaleen Batasuna e Alternatiba são os partidos políticos que anunciaram o seu apoio à manifestação contra a tortura no próximo sábado em Donostia. A marcha, que partirá às 17h30 do túnel de Antiguo e tem como lema «Torturarik ez», conta também com a adesão dos sindicatos LAB, EHNE, ESK, STEE-EILAS e Hiru. As organizações juvenis como a Iratzarri, Gazte Abertzaleak, Gazte Independentistak, Alternatiba Gazteak, GaztEHerria também aderem à manifestação. Do movimento feminista, os apoios vão da Bilgune Feminista à Emakume Internazionalista, passando pela Hazparneko Emakumeak Diote, Andere Bidatz Talde Feminista, Medeak e Sorgiñak.
A nível dos sectores sociais, expressam a sua disposição para estarem presentes na manifestação a Herria 2000 Eliza, Cristianos de Base, Etxerat, Salaketa de Bizkaia y Araba, Esait, Eskubideak Abokatu Elkartea, Euskal Herriko Giza Eskubideen Behatokia, Bai Euskal Herriari, Askapena, Euskal Herrian Euskaraz, Ikasle Abertzaleak, Elkartzen, Ezker Abertzale Historikoa e o Movimento pró-Amnistia.
Também do estrangeiro
Os apoios ultrapassaram as fronteiras e chegaram de diversos pontos do planeta, por parte de organizações que trabalham pela erradicação da tortura. Assim, aderiram à marcha a Asociacion memoria contra la tortura, Esculca, L'Observatori del Sistema Penal i els Drets Humans, Grupo de Accion Comunitaria Enlace, ASAPA (Asociacion de Seguimiento y apoyo de Presos de Aragon), ACAT, Apoyo y la Alianza de intelectuales antiimperialistas.
Fonte: apurtu.org
Conferência de imprensa em Donostia

No texto, que esta meia centena de agentes subscreve, exige-se que sejam tomadas as medidas e oferecidas as garantias necessárias para que «mais ninguém seja torturado», pede-se que às pessoas torturadas sejam facultados «os meios para superar as consequências» do tormento padecido e exigem que se acabe com a impunidade. Solicitam ainda compromissos às instituições com vista à erradicação da tortura, «uma crua realidade em Euskal Herria», a começar pela eliminação do regime de incomunicação.
Fonte: Gara
Ver também:
«Carta a un torturado», de Iñaki EGAÑA