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Um conjunto de antigos prisioneiros e refugiados juntou-se para transmitir uma mensagem de apoio aos quase 400 presos políticos bascos que continuam nos cárceres dos estados espanhol e francês, apoiá-los nas suas «lutas e esforços para fazer frente à violência sistemática que sofrem» e nos «passos e decisões para recorrer a vias legais». No manifesto, subscrito por mais de mil pessoas, afirma-se: «Fazemos nosso o caminho iniciado pelo conjunto da esquerda abertzale».
No texto afirma-se que o caminho será feito em conjunto com «a sociedade basca e que não se concretizará num só dia, mas de forma dinâmica e ordenada». Sublinha-se também que «o EPPK manifestou a sua vontade e disposição para percorrer esse caminho tendo como base o respeito de todos os seus direitos e os dos seus familiares e recorrendo às vias legais para desenvolver um processo articulado de regresso a casa».
O documento sublinha igualmente que «valer-se da legislação e do regulamento prisional não questiona de forma alguma o carácter militante de todos eles, nem a sua coragem e a dignidade da sua trajectória. Nem agora, nem antes». E valoriza a dimensão colectiva das decisões do EPPK, mesmo quando os passos dados pelos presos são individuais e se concretizam de forma individualizada.
O texto valoriza o envolvimento da sociedade basca «no repatriamento e no regresso a casa dos presos políticos bascos» e termina com um apelo à participação na manifestação convocada para 17 de Abril. / Ver: Resumen Latinoamericano