
A situação foi confirmada pelos advogados de Jon Mintegiaga ao kazeta.info. Tal como as 18 pessoas detidas a 30 de Setembro, pendem sobre eles as acusações de «pertença a grupo terrorista», «financiamento» e «enaltecimento do terrorismo».
Jon Mintegiaga encontrava-se na sede do Herrira em Hernani (Gipuzkoa) quando a Guarda Civil lá entrou, mas pôde seguir em liberdade. Emili Martin, porta-voz do Herrira no Norte do País Basco, já então era mencionada no processo judicial formulado pelo juiz Eloy Velasco contra o movimento popular. Ainda não foi notificada oficialmente. / Ver: naiz.info e kazeta.info [Na foto: Emili é a primeira do lado direito.]
AGENTES SOCIAIS reuniram-se em Baiona para denunciar ataque ao Herrira

Para além de se fazer uma leitura sobre o «ataque» ao Herrira desencadeado pela Audiência Nacional espanhola, na reunião também se debateu as «consequências da proibição das actividades» do movimento popular. Para o Herrira, o mais importante foi o facto de todos concordarem que é preciso «passar das palavras às acções».
Na reunião estiveram: Mattin Olzomendi (festival EHZ), Annie Arroyo e Michel Berger (Comité De Droits de l'Homme du Pays Basque), Eñaut Aramendi (LAB), Laurence Hardouin (associação Cimade), Erregina Dolosor (sindicato CFDT) Jean-François Lefort (Sortu), Christophe Desprez (Ligue de Droits de l'Homme), Maitena Thicoipe e Amaia Fontang (movimento popular Bake Bidea), Muriel Lucantis (Etxerat), Menane Oxandabarratz (Abertzaleen Batasuna) e Sylvie Laplace e Claude Larrieu (Nouveau Parti Anticapitaliste). / Ver: Gara e kazeta.info